Destaques

Casal que morreu de febre maculosa teria se contaminado numa fazenda em Campinas

O Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, confirmou o diagnóstico de febre maculosa em uma mulher residente em São Paulo, que morreu em 8 de junho.

A paciente, de 36 anos, começou a apresentar febre e dores de cabeça em 3 de junho e foi internada no dia 6 na capital paulista. A confirmação deu-se nessa segunda-feira (12).

O namorado – um homem de 42 anos que morreu no mesmo dia – apresentou sinais e sintomas parecidos e foi internado em 7 de junho na cidade de Jundiaí. Seu exame segue em análise no Instituto Adolfo Lutz.

A mulher relatou marcas de picada de inseto no corpo após uma viagem do casal a Campinas, no interior paulista. Ela e ele fizeram viagem juntos para o município de Monte Verde, em Minas Gerais, na semana seguinte da viagem a Campinas.

A Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo divulgou nota externando receber com preocupação a notícia de mortes provocadas pela febre maculosa. Ela afirmou que, nos últimos anos, o estado vem sofrendo um desmonte da estrutura de pesquisa científica, essencial para orientar ações de vigilância epidemiológica.

“Importante alertar que a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), responsável pelos estudos nesta área, foi extinta em 2020, durante o governo de João Doria. A estrutura, composta por 14 laboratórios, sendo dois na capital paulista e 12 em diferentes regiões do estado, está até hoje com operações comprometidas, afetando e até cancelando novas pesquisas”, informou a nota.

A associação disse que, ao Instituto Pasteur, entregou, em março último, uma proposta para que os laboratórios sejam incorporados ao Pasteur, mas aguarda decisão do governo do estado.

“Sem investimentos em ciência, a resposta a casos como este, de morte provocada por uma bactéria, fica comprometida e expõe a sociedade ao risco de novos casos e mortes”, afirmou a entidade.

Como é a doença 

A febre maculosa é uma doença infecciosa, febril aguda e de gravidade variável, de acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, podendo variar desde formas clínicas leves e atípicas até formas graves, com alta taxa de letalidade.

A doença é causada por bactéria do gênero Rickettsia, transmitida por picada de carrapato. Ela não é transmitida diretamente entre pessoas pelo contato. No Brasil, os principais vetores são carrapatos do gênero Amblyomma.

Os principais sintomas da febre maculosa são dor de cabeça intensa, náuseas e vômitos, diarreia e dor abdominal, dor muscular constante, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, gangrena nos dedos e orelhas e paralisia dos membros que começa nas pernas e vai subindo até os pulmões causando parada respiratória.

A prevenção da febre maculosa é baseada em impedir o contato com o carrapato. Portanto, em locais onde haverá exposição a carrapatos, algumas medidas podem ajudar a evitar a infecção: usar roupas claras para ajudar a identificar o carrapato; utilizar calças, botas e blusas com mangas compridas ao caminhar em áreas arborizadas e gramados; evitar andar em locais com grama ou vegetação alta e usar repelentes de insetos.

Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a remoção – com uma pinça – se um carrapato for encontrado no corpo; não apertar, nem esmagar o carrapato e, depois de remover o carrapato inteiro, lavar a área da mordida com álcool ou sabão e água. Quanto mais rápido retirar os carrapatos do corpo, menor será o risco de contrair a doença.

Sintomas 

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo alerta que os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças que causam febre alta e que há no estado duas espécies da bactéria causadora da doença.

Na região metropolitana da capital, há pouquíssimos registros dada a urbanização da área. E, no interior do estado, a doença passou a ser detectada a partir da década de 1980, nas regiões de Campinas, Piracicaba, Assis, nas regiões mais periféricas da área metropolitana de São Paulo e no litoral, mas em uma versão mais branda.

Ambas as versões são potencialmente letais e demandam atendimento rápido para o recebimento de antibiótico específico.

Dados do governo paulista apontam que os municípios de Campinas e Piracicaba são hoje os que apresentam o maior número de vítimas da doença. Em 2023, houve 10 casos de febre maculosa com quatro óbitos, inclusive o confirmado nessa segunda-feira (12).

“A Secretaria de Estado da Saúde reforça que as pessoas que moram ou se deslocam para áreas de transmissão estejam atentas ao menor sinal de febre e que procurem um serviço médico informando que estiveram nessas regiões para fazer um tratamento precoce e evitar o agravamento da doença”, diz nota da secretaria.

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Morre em Milão o ex-premiê italiano e magnata das comunicações Silvio Berlusconi

Morreu hoje de manhã no Hospital San Raffaele, em Milão, o senador e ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi, 86 anos. O ex-primeiro ministro estava internado desde sexta-feira (9).

Segundo informações, Berlusconi morreu de leucemia e infecção pulmonar. Em 2016, já havia sido operado do coração e sofria das consequências da Covid.

Silvio Berlusconi, uma das pessoas mais ricas da Itália e magnata das comunicações, foi por nove anos (três mandatos) ex-primeiro ministro e líder do partido de direita Forza Itália. Apaixonado por futebol, foi dono do time de futebol AC Milan.

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Jaguar Classic lança réplicas exclusivas do esportivo e icônico E-Type

Celebrando o espirito esportivo do icônico E-Type, a Jaguar Classic produziu sete pares exclusivos de veículos E-Type ZP Collection. Esses novos colecionáveis de luxo homenageiam os primeiros E-Types de competição, que foram produzidos sob o nome de Projet ZP.

Apenas alguns meses após a introdução do E-Type, em 1961, esses as versões de competição já comemoraram suas primeiras vitórias.

Cada par de veículos E-Type ZP Collection incluem dois cupês inspirados nos carros vencedores de corridas originais e amplamente restaurados pelos especialistas da Jaguar Classic Works em Coventry.

Os dois carros que serviram para o projeto, os ECD 400 e BUY 1, foram dirigidos por Graham Hill e Roy Salvadori, respectivamente, na década de 1960.

A E-Type ZP Collection apresenta detalhes cuidadosos que comemoram a herança de corrida do E-type bem como atualizações e aprimoramentos de engenharia para torná-los mais utilizáveis para os clientes.

Quatorze desses últimos carros esportivos V8 Jaguar de 5,0 litros superalimentados serão reservados para clientes da E-type ZP Collection.

Homenagem autêntica

Cada veículo vem com um capacete de época para combinar com os usados por Hill e Salvadori na época. Os capacetes foram primorosamente trabalhados pelo especialista britânico Bill Vero, da Everoak, que fabrica esses itens desde a década de 1950.

As reproduções autênticas e fiéis são uma bela peça de exposição que pode ser usada e ajustada à mão para cada cliente.

Cada capacete é entregue com uma bolsa de armazenamento de couro sob medida criada com o mesmo couro do interior do automóvel e feita pela Jaguar Classic. A bolsa do capacete é complementada por uma bolsa de couro para o manual do veículo, feita com o mesmo couro pela mesma equipe.

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Flamengo vence; Palmeiras ganha clássico, mas Botafogo sustenta ponta do Brasileiro

A disputa pela ponta do Campeonato Brasileiro permanece acirrada. No último domingo (11), o Palmeiras levou a melhor sobre o São Paulo, no clássico da décima rodada, mas permaneceu na segunda posição, já que o líder Botafogo deu sequência à boa fase e derrotou o Fortaleza no sábado (10). Apenas dois pontos separam cariocas e paulistas.

O atacante Tiquinho Soares foi o protagonista da vitória por 2 a 0 sobre o Leão do Pici, balançando duas vezes as redes do Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. O camisa 9 disparou na artilharia do Brasileirão, com oito gols. Os alvinegros somam 24 pontos, enquanto o Tricolor cearense está em 11º lugar, com 14 pontos.

O Palmeiras também venceu por 2 a 0, no Morumbi. O volante Gabriel Menino e o atacante Endrick marcaram para o Verdão. O triunfo no Choque-Rei – como é conhecido o clássico da capital paulista – levou a equipe de Abel Ferreira a 22 pontos, dois a menos que o Botafogo. O São Paulo, com 15 pontos, aparece na oitava posição.

Fla sobe na tabela

Na sequência de Botafogo e Palmeiras, aparece o Flamengo, que bateu o Grêmio por 3 a 0, domingo, no Maracanã. Os atacantes Éverton Cebolinha (fazendo valer a “lei do ex” no Rio de Janeiro), Pedro e Bruno Henrique (que passou por uma longa recuperação de uma lesão no joelho e não fazia gol há mais de um ano) conduziram o Rubro-Negro aos 19 pontos, na terceira posição. O Tricolor gaúcho, com 17 pontos, caiu para sexto lugar.

Coudet deixa o Galo

O Atlético-MG aparece em quarto, com 18 pontos. O Galo teve chance de se manter na cola dos líderes, mas empatou por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, sábado (10), no Mineirão.

Os alvinegros saíram na frente com Paulinho, mas o também atacante Eduardo Sasha igualou, em outro caso de “lei do ex” na rodada. Os paulistas, com 14 pontos, estão em 12º. No domingo, os mineiros anunciaram que Eduardo Coudet não era mais técnico do clube.

Goiás segura o Flu

Em quinto lugar, com 17 pontos, o Fluminense desperdiçou a chance de se aproximar dos líderes ao ficar no 2 a 2 com o Goiás, domingo, na Serrinha, em Goiânia.

O Tricolor abriu o placar com Germán Cano (que não marcava havia sete jogos) e o Esmeraldino empatou com o também atacante Matheus Peixoto. Lima recolocou os cariocas na dianteira, mas outro meia, Alesson, evitou a derrota dos goianos, que estão na 17º posição, com oito pontos, abrindo a zona de rebaixamento.

Vasco sob risco

Quem também permanece entre os quatro últimos colocados é o Vasco, que, no domingo, perdeu por 2 a 1 para o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

O volante Rômulo e o atacante Wanderson fizeram os gols do Colorado, que está em décimo, com 14 pontos. O Cruzmaltino, que diminuiu com o atacante Rayan, é penúltimo, com seis pontos.

Reação americana

Entre Goiás e Vasco na tabela, aparece o América-MG, em 18º lugar, com oito pontos. Também no domingo (11), o Coelho empatou por 2 a 2 com o Athletico-PR, no Mineirão, após sair perdendo por 2 a 0.

O atacante Vitor Roque e o meia Christian deixaram o Furacão em vantagem. O centroavante Wellington Paulista e o zagueiro Danilo Avelar igualaram para o time anfitrião. A equipe paranaense está em sétimo, com 16 pontos.

Timão não engrena

O Corinthians está fora da zona de rebaixamento, mas sob risco. No sábado, o Timão empatou por 1 a 1 com o Cuiabá, na Neo Química Arena, em São Paulo. O Dourado abriu o marcador com o atacante Deyverson, mas o meia Ruan (recuperado de três cirurgias no joelho e que não atuava há mais de mil dias), salvou os paulistas da derrota em casa. Os alvinegros têm nove pontos, na 16ª posição. Os mato-grossenses somam 12 pontos, em 14º lugar.

Ruim para todos

Ainda no sábado, o Bahia recebeu o Cruzeiro na Arena Fonte Nova, em Salvador. O meia Kayky colocou os anfitriões à frente, mas Wesley e Bruno Rodrigues viraram o placar. Na etapa final, o também atacante Arthur Sales igualou e decretou o 2 a 2. O Esquadrão de Aço está em 15º lugar, com nove pontos. A Raposa tem 14 pontos, em nono.

No único duelo sem gols da rodada, Coritiba e Santos ficaram no zero no Estádio Couto Pereira, sábado, na capital paranaense. O Coxa é o lanterna do Brasileiro, com quatro pontos. O Peixe, com 13 pontos, está na 13ª posição.

Data Fifa

A competição pausa por dez dias e será retomada a partir do próximo dia 21, devido à Data Fifa, período destinado às partidas entre países. A seleção brasileira encara Guiné no próximo sábado (17), às 16h30 (horário de Brasília), no Estádio Cornellà-El Prat, em Barcelona (Espanha). Três dias depois, o adversário será Senegal, no Estádio José Alvalade, em Lisboa (Portugal), às 20h. (Agência Brasil)

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Bia Haddad luta, mas é superada por número 1 na semi de Roland Garros

Após uma campanha histórica, a brasileira Beatriz Haddad se despediu nesta quinta-feira (8) da chave de simple de Roland Garros, após ser superada pela polonesa Iga Swiatek, número um do mundo e atual campeã do torneio, por 2 sets a 0 – parciais de 6/2 e 7/6 (9-7).

Apesar da derrota, a paulistana, de 27 anos, escreveu um novo capítulo do tênis brasileiro no saibro parisiense, onde o catarinense Gustavo Kuerten foi tricampeão (1997, 2001 e 2001). Bia é a segunda brasileira a chegar tão longe em um Grand Slam (torneio de maior pontuação no circuito mundial): a pioneira foi a multicampeã Maria Eshter Bueno, em 1968, no US Open (1968).

Atual número 12 no ranking mundial, Bia pode ingressar pela primeira vez no top 10 da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), caso Iga Swiatek vença a theca Karolina Muchova (43ª) na final, às 10h (horário de Brasília) do próximo sábado (10). A polonesa disputará sua terceira final em  Roland Garros e a quinta em um Grand Slam.

No jogo desta tarde, a paulistana chegou a quebrar o saque de logo no primeiro game da partida, mas Iga devolveu a quebra e se manteve dominante no set até fechá-lo com vantagem de 6/2. Na parcial seguinte, a canhota paulistana reagiu: de cara quebrou o saque da polonesa e impôs vantagem de 3/1.

A adversária seguiu firme e arrancou o empate em 3 a 3. Daí em diante o duelo seguiu equilibrado. No nono game, Bia teve três chances de quebrar o saque de Swiatek, mas desperdiçou todas e foi para a parcial seguinte em desvantagem de 5/4.

Bia soube contornar a pressão no seu serviço e igualou o placar de novo. O set seguiu equilibrado, até Bia vencer o último game, fazer 6/6, e forçar o tie-break para definir a parcial.

A brasileira começou o tie-break de forma imponente, abriu vantagem de 5 a 3, mas do outro lado da quadra estava a número 1 do mundo, que conseguiu o empate em 5/5. A partir daí, Bia desperdiçou um set point no saque da polonesa, que passou à frente em 7/6.

No entanto, Swiatek perdeu o primeiro match-point, com uma paralela precisa da brasileira bem na linha. Depois, a polonesa passou à frente, fez 8/7 e aproveitou o segundo match-point para selar a vitória em 2 sets a 0. (Agência Brasil)

 

 

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Nova Ford surpreende pelo acabamento luxuoso e muita tecnologia a bordo

Aos poucos, a Ford vai mostrando o seu mais importante lançamento do ano. A Ford Ranger 2024 chegará ao mercado nos próximos meses, com um visual mais agressivo e moderno, novo motor V6 e muita tecnologia a bordo. A nova picape, assim como a atual, é produzida na Planta de Pacheco na Argentina.

Desde que chegou ao mercado, a Ranger sempre se destacou das demais picapes médias, tanto pela dirigibilidade como pelo acabamento e confiabilidade.

Apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo em 1994, ela começou a ser vendida de verdade no ano seguinte, alguns meses antes da General Motors lançar a Chevrolet S10.

O modelo da época era menor, cabine simples e com uma tendência mais urbana, que foi mudando nas versões seguintes. Mas um importante detalhe retorna 30 anos depois: o motor V6.

O modelo dos anos 1990 tinha um V6 à gasolina de quatro litros que desenvolvia 162 cavalos de potência máxima e 30,4 kgfm de torque.

As novas Rangers vão ganhar o motor mais potente entre as picapes do segmento médio à venda no Brasil: será um V6 3.0 turbodiesel que produzirá 253 cavalos de potência e 60,8 kgfm de torque.

Para se ter uma ideia do ganho que o novo motor trará para a picape Ford, o atual motor 3,2 turbodiesel , que é muito bom, tem 200 cavalos de potência e 47,9 kgfm de torque. É, sem dúvida, a Ranger mais potente da história do modelo.

Nas versões de entrada, a motorização será um 2,0 litros turbodiesel de 213 cavalos e 50,9 kgfm.

Interior

Esta semana a Ford revelou o interior da nova picape. Logo de cara são surpreendentes o luxo, a tecnologia e a qualidade que a nova Ranger 2024 trará para o mercado nacional.

A versão apresentada era a top de linha, Limited, com bancos de couro e acabamento sofisticado. No interior, outros destaques são a tela vertical de 12 polegadas com o sistema multimídia SYNC 4 de nova geração, bem como o painel de instrumentos digital de 12,4 polegadas. A nova avalavanca da transmissão automática, do tipo joystike, e os botões no console central também ficaram muito bonitos e funcionais.

Destaque também é o apoio para o pé na lateral da caçamba. Só quem já carregou  uma caçamba sabe quanto faz falta.
(Fotos Thomaz Fraga)

 

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Dez depois da última corrida, Mundial de Endurance volta a Interlagos

Com quatro novas etapas, uma delas em Interlagos, o WEC – Campeonato Mundial de Endurance  anunciou a expansão do calendário de 2024.

A prova na capital paulista será a quinta da temporada, no dia 14 de julho. Com sete corridas em 2023, a competição contará com oito no ano que vem.

“A etapa de Interlagos será uma corrida de seis horas de duração e está garantida pelos próximos cinco anos”, disse o piloto brasileiro André Negrão, atual vice-campeão mundial pela equipe francesa Alpine.

“Eu já tinha perdido a esperança de um dia correr no Brasil. Mas agora estou super emocionado e feliz”, desabafou.

O WEC volta ao Brasil dez anos depois de ter visitado Interlagos pela última vez. O campeonato correu no traçado paulista em 2012, 2013 e 2014.

O anúncio aconteceu nesta hoje, às vésperas da edição que comemora o centenário das 24 Horas de Le Mans, principal prova de resistência do mundo, que terá largada neste sábado.

A famosa corrida francesa contará com cinco brasileiros no grid: André Negrão e Pietro Fittipaldi na categoria LMP2, Felipe Nasr e Pipo Derani na Hypercar e Daniel Serra na LMGTE-Am.

Transmissão ao vivo

A prova que marca o centenário das 24 Horas de Le Mans, criada em 1923, terá uma cobertura grande e inédita para o Brasil. A exemplo das últimas etapas do Mundial de Endurance, que já vinham sendo exibidas pelo YouTube gratuitamente, a corrida francesa também irá ao ar da mesma maneira, desta vez pelo BandSports.

Calendário WEC 2024
Etapa / País / Data
01 – Catar – 24/02
02 – Itália – 21/04
03 – Bélgica – 11/05
04 – França – 15/06
05 – Brasil – 14/07
06 – EUA – 01/09
07 – Japão – 15/09
08 – Bahrein – 02/11

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24 Le Mans comemoram 100 anos como a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos este ano. Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial dado o fato que o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota – que chega como a favorita para a edição deste ano.

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini, o que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração – e em especial das 24 Horas de Le Mans.

“Com certeza é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, e principalmente com tantos bons pilotos e bons carros”, disse o brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, que disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, completou Negrão.

Resistência

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923. Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas. Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023. Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída.

Era dourada

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição. O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM – carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela – como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo. O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas, o que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne – ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990. Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966 – episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello – que ganhou de 1960 até 1965 – não vence as 24 Horas de Le Mans desde então. Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C – que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo. Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova e anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota, Nissan, Mercedes por meio da equipe Sauber, e Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato, que em 1993 foi cancelado devido à falta de participantes.

Criação

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010. Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova: o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT – s superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C. Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016. Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans – recorde para uma montadora – antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota – que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica – conquistou cinco vitórias seguidas. As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac. Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid.

Brasileiros

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans. Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019. Negrão pela LMP2 – segunda categoria mais importante – e *Serra* pela LMGTE-Pro. As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa. André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

Além dos dois, Thomas Erdos – primeiro vencedor brasileiro em Le Mans – ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009. Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história. O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014. O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987 – Raul Boesel – sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio. Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro.

 

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Maior festival de vinhos brasileiros chega a Campinas dias 17 e 18 de junho

Evento no Galleria Shopping irá reunir mais de 200 rótulos de 15 vinícolas brasileiras, oferecendo uma experiência enogastronômica única aos visitantes

Crédito das fotos: Divulgação

Campinas recebe dias 17 e 18 de junho, no Galleria Shopping, o “Vinho na Vila”, maior festival de vinhos brasileiros. Em sua primeira edição na cidade, o evento irá apresentar uma seleção de mais de 200 rótulos de 15 pequenas e médias vinícolas para degustação e venda, além de reunir expositores de queijos e frios artesanais, oferecendo ao público uma experiência enogastronômica única.

Além da feira de expositores, na qual os visitantes poderão aproveitar pelo período de três horas a degustação dos rótulos das vinícolas participantes, o festival, que será realizado no Espaço de Eventos do segundo piso do shopping, contará com uma programação musical com apresentações de duos de jazz e bate-papo com especialistas sobre temas relacionados ao universo dos vinhos.

Os ingressos custam a partir de R$ 99,00 e já estão disponíveis por meio do link https://www.ingresse.com/vinho-na-vila-2023-campinas. Cada ingresso dá direito a uma taça e a provar os vinhos das vinícolas em um dos três horários de degustação. A classificação indicativa é 18 anos.

Entre os produtores que já confirmaram presença na edição do Galleria Shopping estão as vinícolas gaúchas Audace, Bebber, Beccas, Campestre, Casa Valduga, Fin, Tenuta Foppa e Ambrosi, Vinha Solo e 22 Vinhos e as paulistas Invernnia e Artesã. Cada vinícola realizará a venda direta ao consumidor e oferecerá a degustação de seus produtos, explicando particularidades de seus vinhos, processo de produção e região de onde vem.

Criado pela empresária, chef de cozinha e fundadora da Casa Vitis, Larissa Fin, o Vinho na Vila surgiu em 2016 com o propósito de ampliar o repertório dos consumidores sobre a riqueza da nova geração de vitivinicultores nacionais e já foi realizado em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, chegando pela primeira vez a uma cidade do interior do país.

“Os vinhos brasileiros evoluíram muito nos últimos anos, com enólogos e tecnologia de ponta, nossos produtos são premiados no Brasil e no exterior. O Vinho na Vila tem como objetivo levar os vinhos brasileiros para mais perto do público em diversas cidades, oferecendo aos visitantes uma oportunidade a qual eles só teriam acesso indo até as vinícolas, pois muitas são pequenas, e produzem vinhos boutiques”, afirma Larissa.

Segundo enólogos e sommeliers, os últimos dois anos foram “mágicos” para o vinho fino brasileiro.  Em 2020, ano em que as safras de uvas viníferas bateram recordes, foram comercializados 24 milhões de litros de vinho brasileiro de alta qualidade, 90% desse total, produzidos no Rio Grande do Sul, e o restante de outras regiões que têm se mostrado promissoras, como Santa Catarina, o Vale do Rio São Francisco, em Pernambuco e na Bahia, Minas Gerais e Goiás.

Programação

Sábado, 17 de junho

Sessões de degustação: das 11h30 às 14h30, das 15h30 às 18h30 e das 19h às 22h

15h – Bate-papo “Vinhos do Sudeste”

18h – Bate-papo e degustação “Um Brasil e Conhecer”

Das 18h30 às 19h10 e das 20h às 20h40 – Apresentação Duo de Jazz

Domingo, 18 de junho

Sessões de degustação: das 12h às 15h e das 15h30 às 18h30

Das 12h às 13h – Apresentação Duo de Jazz

15h – Bate-papo “Vinhos do Sudeste”

Das 15h30 às 16h10 e das 17h às 18h30 – Apresentação Duo de Jazz

Serviço

Vinho na Vila

Quando: dias 17 e 18 de junho, sábado e domingo

Onde: Espaço de Eventos, localizado no segundo piso do Galleria Shopping (Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas)

Ingressos: a partir de R$ 99,00, à venda pelo link https://www.ingresse.com/vinho-na-vila-2023-campinas

Classificação indicativa: 18 anos

 

 

 

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Equilíbrio na alimentação fortalece a imunidade para enfrentar o frio e prevenir doenças respiratórias

Pesquisas apontam para a necessidade de incrementar as refeições com nutrientes variados e cuidar bem da saúde gastrointestinal para garantir uma boa resposta imunológica; nutricionista dá dicas de receitas

Crédito das fotos: Divulgação / Oba Hortifruti

As temperaturas já caíram, o inverno se aproxima e apostar em pratos equilibrados com legumes, verduras e frutas é a receita para fortalecer a imunidade e preparar o organismo para enfrentar o frio e o consequente aumento de doenças respiratórias.

De acordo com a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti, o equilíbrio alimentar como prevenção de infecções respiratórias é uma das medidas que mais surtem efeitos positivos para a saúde. A especialista explica  que diversas pesquisas apontam para a necessidade de cuidar bem da saúde gastrointestinal para garantir uma boa resposta imunológica. Estudo da PubMed de 2020 mostra que pessoas que comem todos os grupos de alimentos mantêm níveis adequados de vitaminas e minerais e, assim, ficam menos suscetíveis às doenças respiratórias mais graves ao entrar em contato com algum tipo de vírus.

Incrementar as refeições com ingredientes variados garante o equilíbrio. “Incluir fontes de vitamina C, como carambola, caqui, laranja, limão, abacaxi, morango, kiwi, maracujá, acerola e caju é fundamental”, orienta Renata.

Cenoura, abóbora, manga, mexerica, leite integral, queijos, melão orange, batata-doce, fontes de vitamina A e de betacaroteno, também devem fazer parte da dieta, pois atuam diretamente na produção de células imunológicas. Em conjunto com esses alimentos, o feijão, rico em zinco, auxilia na absorção dos nutrientes e completa o fortalecimento do organismo. “Uma maneira de consumir esses grupos juntos é em forma de caldos, por exemplo. É uma boa opção para o frio, aquece, nutri e aumenta a imunidade”, afirma a nutricionista.

Renata lista alguns alimentos da temporada para serem usados nas preparações e dá dicas de receitas para integrar o cardápio. Entre as frutas, a época é propícia para abacate, banana, caqui, carambola, kiwi, maçã, mamão, pera, tangerina e uva, enquanto abóbora, abobrinha, batata-doce, chuchu, espinafre, inhame, mandioca, mandioquinha, rabanete e repolho estão entre as sugestões na hora de ir às compras de legumes e verduras.

Confira as receitas elaboradas por Renata:

Suco de laranja, kiwi e espinafre

2 kiwis maduros

2 laranjas descascadas

1 xícara de chá de folhas de espinafre

500ml de água filtrada

Gelo a gosto

Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador e beba em seguida, preferencialmente sem coar.

Creme de morango com coco

1 envelope de gelatina sem sabor

½ xícara de chá de coco ralado

½ xícara de chá de leite de coco

4 colheres de sopa de mel

½ xícara de chá de água

1 xícara de chá de morangos picados

Modo de preparo: Prepare a gelatina conforme instruções da embalagem. Bata no liquidificador a gelatina, o leite de coco, o mel, a água e os morangos. Coloque em taças e leve para gelar. Quando começar a ficar um creme firme, finalize com o coco ralado por cima de cada taça e volte para a geladeira por mais 2 horas antes de servir.

Mousse de abacate com morangos

2 xícaras de chá de abacate maduro picado

Sumo de 2 limões

2 colheres de sopa de mel

2 colheres de sopa de cacau em pó

1 xícara de morangos picados

Modo de preparo: Bata no liquidificador o abacate, o limão, o cacau e o mel. Coloque em taças e cubra com os morangos picados. Leve para gelar e sirva em seguida.

Sopa de abóbora com espinafre 

4 xícaras de chá de abóbora cortada em cubos

2 xícaras de chá de iscas de carne grelhadas

1 xícara de chá de espinafre picado

2 dentes de alho amassados

¼ cebola em fatias

Modo de preparo: Em uma panela, cubra com água a abóbora cortada em cubos, adicione as fatias de cebola e tempere com sal e pimenta a gosto. Cozinhe até a abóbora ficar macia. Escorra a abóbora e bata em um processador até virar um purê. Adicione a carne grelhada e, em seguida, o alho amassado no purê de abóbora e misture bem. Confira o sal e pimenta e se necessário, acerte.

Chocolate quente funcional

250ml de leite de amêndoas

1 colher de café de cacau em pó

1 pitada de açafrão ralado

1 pitada de canela em pó

1 colher de sopa de mel

1 colher de sopa de amido de milho

Modo de preparo: Aqueça o leite de amêndoas com o cacau, a canela e o açafrão em pó. Misture bem. Em seguida, adicione o amido de milho e cozinhe sempre em fogo baixo até levantar fervura e engrossar levemente. Desligue o fogo e adicione o mel para adoçar.

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