Destaques

Produção de veículos automotores despenca mais 20% no mês de abril

Das 13 paralisações de fábricas registradas no ano, 9 delas ocorreram em algum período de abril, o que afetou o volume de produção no mês. O total de 178,9 mil unidades produzidas foi 19,4% inferior ao de março e 3,9% menor que o de abril do ano passado, quando a crise dos semicondutores estava em seu momento mais crítico.

No acumulado do ano, 714,9 mil autoveículos foram produzidos no país, alta de 4,8% sobre o primeiro quadrimestre de 2022.

O balanço apresentado pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores também apontou queda nos volumes de emplacamentos em abril, em parte justificada pelos 5 dias úteis a menos em relação a março. As 160,7 mil unidades emplacadas representaram um recuo de 19,2% sobre o volume de março, e um acréscimo de 9,2% sobre o mesmo mês do ano passado.

Para caminhões, a situação é ainda mais complexa após o fim do período de três meses em que as fábricas podem faturar os veículos produzidos em 2022 (modelos da fase anterior do Proconve).

As vendas recuaram 16,5% sobre o fraco mês de abril de 2022, confirmando os desafios da introdução da oitava fase do programa de controle de emissões, que deixou os produtos nacionais em linha com os mais avançados modelos globais, mas com uma inevitável elevação de custo.

Leite destacou ainda que a média diária de vendas de autoveículos em abril foi a melhor do ano, com 8,9 mil unidades/dia, mas que boa parte desse crescimento se deve à demanda reprimida das locadoras.

No mês, 50% dos emplacamentos de automóveis e comerciais leves foram em Vendas Diretas, canal que inclui locadoras, pessoas jurídicas, taxistas, frotas corporativas, PCD, governo, produtores rurais etc.

Abril também foi um mês de queda para as exportações, refletindo o recuo dos principais marcados para os quais o Brasil envia seus produtos: Argentina -13%, México -18%, Colômbia -20% e Chile -48%.

Além disso, houve uma intensa restrição das importações na Argentina por questões cambiais ao longo das três primeiras semanas do mês. O total das exportações foi de 34 mil unidades, queda de 24% sobre março e sobre abril de 2022.

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Peugeot 2008 ganha nova geração bem mais sofisticada e tecnológica

Lançado oficialmente em 2019, o Peugeot 2008 desde 2022 vem liderando as vendas dos SUVs de entrada na Europa. Agora, o modelo ganha mais uma nova geração, com destaque para os novos motores eletrificados e design moderno.

Na frente, ressalta assinatura luminosa das três garras e os faróis de LED. Os para-choques com a nova grade ficou bem maior e mais imponente. Mas as dimensões do SUV francês continuam iguais.

Na Europa o modelo conta com dois motores de três cilindros 1,2 litro a gasolina e um 1,5 Diesel BlueHDi de quatro cilindros.

A versão 100% elétrica do novo 2008, vai contar com o mesmo motor já usado no E-208 e E-308, mas com a potência aumentada em 15%. Assim, passa de 136 para 156 cavalos e a bateria de 50 kWh para 54 kWh. E em termos de autonomia, o modelo passa de 345 quilômetros para 406, segundo a fabricante.

Por dentro, além do moderno painel de instrumentos i-Cockpit 3D com tela de 10 polegadas, o 2008 conta com novos acabamentos. A tela central que era de 7 polegadas agora é de 10.

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Instituto Anelo recebe prêmio em festival de cinema na Itália

Instituição campineira será homenageada neste sábado, 6 de maio, na programação da seção #socialclip da 16ª edição do Festival Internacional de Cinematografia Social “Tulipani di Seta Nera”, que acontece em Roma

Cena do videoclipe da música “Nosso Lugar”, com Luccas Soares à frente (crédito da foto: Cláudio Alvim)

O Instituto Anelo receberá um prêmio durante a 16ª edição do Festival Internacional de Cinematografia Social “Tulipani di Seta Nera”, que acontece até domingo, 7 de maio, na cidade de Roma, na Itália. A instituição campineira, que oferece aulas gratuitas de música no Distrito do Campo Grande, será representada no evento por seu fundador, Luccas Soares.

A homenagem acontece neste sábado, 6 de maio, no complexo The Space Cinema Moderno, dentro da programação da seção #socialclip, uma das quatro que compõem a mostra. Na ocasião, Luccas vai falar sobre o trabalho do Anelo. Além disso, será exibido o videoclipe de “Nosso Lugar”, música de autoria de Deivyson Fernandez, Josimar Prince, Luccas Soares e Marisa Molchansky.

“Receber uma homenagem como essa nos enche de alegria, porque é o projeto sendo reconhecido lá fora, sendo representado lá fora. E não só o nosso projeto, mas o Distrito do Campo Grande, o Jardim Florence (onde fica a sede do Anelo), a cidade de Campinas e o nosso país”, diz Luccas Soares, que encara o prêmio como um presente de aniversário, pois o Anelo completa 23 anos no dia 10 de maio.

Para Soares, que viajou à Itália com as despesas pagas pela organização Ripartiamo onlus, parceira do festival, exibir o videoclipe de “Nosso Lugar” no Tulipani di Seta Nera supera qualquer expectativa. “Participar de um festival de cinema dá credibilidade para a produção audiovisual do Anelo, que é feita com muita simplicidade e, ao mesmo tempo, com excelência”, afirma.

O fundador lembra que uma das propostas do videoclipe de “Nosso Lugar” é apresentar o Anelo como um lugar que acolhe o diferente. Ao mesmo tempo, diz, a diferença entre as pessoas não é tão grande assim.

“A gente pode sim conviver no mesmo espaço, independentemente de opiniões político-partidárias, raça, gênero, até mesmo religião e costumes, tendo como bandeiras o respeito, a gratidão e, claro, o acolhimento. Por isso, estamos honrados e felizes”, completa.

Nosso Lugar

O videoclipe de “Nosso Lugar”, a ser exibido no festival italiano, é uma produção da Sete Mares Filmes e do próprio Instituto Anelo, tendo sido lançado em dezembro de 2022. Com direção de Cláudio Alvim, envolveu mais de 60 pessoas entre alunos, professores, colaboradores, voluntários, músicos ligados ao Anelo e convidados especiais, além da equipe técnica. Entre essas pessoas estão haitianos, indígenas e descendentes de orientais. Helena Whyte, cofundadora do movimento Minha Campinas, foi a patrocinadora do clipe.

“Quando recebi a notícia de que o clipe foi convidado para o festival fiquei muito orgulhoso, não pensando no resultado do meu trabalho como diretor, mas acho incrível a sensação de poder contribuir com pessoas e com iniciativas como o Anelo, que são reconhecidas pelo que fazem. Eu já tive outros trabalhos que rodaram festivais, mas não assinando como diretor. Então, certamente, esse videoclipe já está deixando um registro importantíssimo na minha carreira como diretor e cinematógrafo”, diz o diretor Cláudio Alvim, que é graduado em Música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e trabalha há 13 anos com audiovisual.

Festival existe desde 2007

O “Tulipani di Seta Nera”, que quer dizer “tulipas de seda negra”, é organizado pela associação de promoção social L’Università Cerca Lavoro desde 2007, e foi idealizado por Paola Tassone, que atualmente responde pela Direção Artística do festival. A mostra tem como objetivo valorizar o trabalho de jovens criadores que, por meio de suas obras, potencializam o conceito de diversidade, além de outras questões sociais importantes. As produções audiovisuais selecionadas estão divididas em quatro categorias: curta-metragem, filme documentário, #socialclip e web serie.

O trabalho do Instituto Anelo chegou até a organização do festival por meio da cantora italiana Susanna Stivali, parceira de longa data do Instituto Anelo, que mostrou o vídeo “Nosso Lugar” Grazia De Michele, famosa cantora, compositora e professora de canto que é a diretora artística da seção #socialclip do “Tulipani di Seta Nera”.

Além de Luccas Soares representando o Instituto Anelo, #socialclip homenageará outras três pessoas: Daniela Lucangeli, professora de Psicologia do Desenvolvimento na Universidade de Pádua, especialista em psicologia da aprendizagem e presidente da instituição Mind 4 Children; Alfredo Santoloci, idealizador da BIO – Blind International Orchestra, a primeira orquestra que recebe músicos cegos e deficientes visuais; e Ava Alami, musicista iraniana.

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A aventura Jeep Experience chega à Fazenda Atibaia, em Sousas

Depois de passar por São Paulo e Brasília, o Jeep Experience chega discretamente a Campinas. A aventura off-road vai reunir a partir de hoje apaixonados pela marca em atividades para lá de especiais.

O evento acontece na cidade paulista nos dias 5 e 6 de maio, na Fazenda Atibaia, no distrito de Sousas.

Com muita emoção, o evento é uma oportunidade para quem quer conhecer os modelos da Jeep. A novidade desta edição fica por conta do simulador off-road que estará disponível aos visitantes.

Os jeepeiros poderão embarcar em um Jeep Wrangler (de verdade!) e curtir uma trilha off-road com direito a óculos de realidade virtual (para até 4 pessoas), música e muita adrenalina.

E não precisa ser cliente ou já ter um Jeep para participar desta experiência, que inclusive é gratuita.

Jeep Experience em Campinas
Data: 5 e 6 de maio
Local: Fazenda Atibaia, em Sousas- Antiga estrada Sousas- Pedreira- km 9.4, Campinas – SP (Acesso pela Av. Mackenzie)
Horário:
Sexta-feira, dia 5/5: 14h às 19h
Sábado 6/5: 10h às 19h.
Evento gratuito

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Orquestra apresenta concerto Sinfonia Celeste no Teatro Castro Mendes

Apresentação no sábado, 6 de maio, às 20h, reunirá obras de Mahler, Krieger e Korngold com regência do maestro alemão Knut Andreas

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas realiza o concerto “Sinfonia Celeste” neste sábado, 6 de maio, às 20h, sob regência do maestro convidado Knut Andreas, no Teatro Municipal Castro Mendes. Os ingressos estão à venda pelo site do Teatro Castro Mendes e na bilheteria, de quarta a sábado, das 16h às 21h.

O concerto marca o início do Ciclo Mahler e do Selo Edino Eterno, que estarão presentes durante toda a temporada 2023 da orquestra. Ciclo Mahler refere-se à execução pela OSMC das sinfonias do compositor Gustav Mahler e Selo Édino Eterno é uma homenagem ao compositor Edino Krieger, falecido recentemente, que foi um dos melhores compositores brasileiros de música erudita nos séculos 20 e 21.

A peça “Estro Armônico”, de Edino Krieger, abre o concerto, homenageando o compositor brasileiro falecido em dezembro do último ano. Em seguida, o violoncelista israelense Micha Haran sobe ao palco para a execução de Kol Nidrei, de Max Brunch. Ambas as obras preparam o ambiente para a peça central da noite, que dá nome ao concerto, a Sinfonia No. 4 em Sol Maior, de Gustav Mahler.

Composta entre 1899 e 1900 pelo compositor alemão, sua quarta sinfonia é dividida em quatro movimentos, sendo o último, presenteado com um belíssimo solo vocal, nesta ocasião, interpretado pela renomada soprano Rosa Lamosa. O poema “A Vida Celestial”, do livro “A Trompa Mágica do Menino”, uma coleção de poesia folclórica alemã anônima, atraiu Mahler pela simplicidade e ingenuidade da poesia popular, que ele sentia estar mais próxima da natureza do que os versos mais literários.

Knut Andreas | regente

Destaque em palcos brasileiros e europeus, Knut Andreas é regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e da Orquestra Sinfônica Collegium Musicum Potsdam (Alemanha), além de regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim.

Estudou educação musical, musicologia, regência e fagote nas Universidades de Potsdam, Leipzig e de Munique. Com a OSCMP, criou programas de educação musical para crianças e jovens e também elaborou projeto de concertos voltados para pessoas idosas que vivem em asilos, com o objetivo de conectar o público de qualquer idade à música erudita. Há oito anos desenvolve o projeto de intercâmbio cultural “Brandenburgo-Brasil”.

Como regente convidado, Knut Andreas tem atuado em diversas orquestras na Alemanha, Países Baixos, Eslovénia e Áustria. No Brasil, trabalhou com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica da Unicamp, Orquestra Sinfônica de Americana, Orquestra de Câmara OPUS Belo Horizonte, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e em projetos socioculturais e educacionais.

Em 2018, lançou um álbum com obras contemporâneas para trompete e orquestra de compositores brasileiros e brandemburgueses gravado em Campinas com a Orquestra da Unicamp e Paulo Ronqui (trompete). Na Universidade de Ciências Aplicadas de Potsdam, atua como professor honorário de História da Música e Gestão Musical.

Rosana Lamosa | soprano

A carioca Rosana Lamosa é uma das mais importantes sopranos brasileiras, sendo reconhecida pela crítica e meio cultural, que lhe agraciaram com os Prêmios APCA (1996), Carlos Gomes (1998 e 2002) e a Ordem do Ipiranga (2010) no grau de Comendadeira.

Em sua carreira destacam-se os papéis de Manon, Melisande, Mimi, Violetta, Juliette, Marie (Fille du Regiment), Lucia de Lammermoor, Norina, Gilda, Rosalinde, Anne Truelove, Nannetta, Hanna Glavari, Micaela, Lucy e Condessa, tendo participado da primeira produção brasileira de O Anel do Nibelungo, de Wagner.

Sua discografia inclui a ópera Jupyra com a OSESP, Bachianas Brasileiras com a Nashville Symphony Orchestra, Canções de Amor como o pianista Marceo Bratke e a Missa de Nossa Senhora da Conceição com a OSB.

Rosana participa da Oficina de Música de Curitiba desde 2018 como concertista e professora. Em 2020 coordenou a área de canto do Festival FIMUCA, o primeiro festival virtual de música erudita do Brasil. É doutora em Performance Musical pela UNESP, onde atualmente leciona.

Micha Haran | violoncelo

Principal violoncelista da Orquestra Filarmônica de Israel por mais de três décadas, foi solista de concertos sob a regência dos renomados maestros Zubin Mehta, Leonard Bernstein, Aldo Ceccato, Daniel Oren e Christoph Eschenbach. Atuou em recitais de música de câmara junto dos renomados músicos Itzhak Perlman, Emanuel Ax, Pnina Salzman, Sergiu Luca e Alexander Fiorillo.

Premiado internacionalmente, estão entre seus títulos: Prêmio pela Melhor Performance de Bach (Nova York, 1968), Prêmio Concert Artists e Primeiro Prêmio para Violoncelo (Paris National Conservatory 1964 Competition).

Atuou como solista junto à Orquestra Filarmônica de Israel, Filarmônica da Filadélfia, Sinfônica de Pittsburgh, Orquestra Nacional do México e Orquestra de Santa Cecília (Roma). Gravou música israelense, francesa, trios de Schumann e música Barroca.

Atualmente, Micha Haran segue em turnê internacional junto do Maestro Ricardo Calderoni e integra o Duo Calderoni-Haran, apresentando obras de Fauré a Villa-Lobos.

Serviço

Concerto “Sinfonia Celeste”

Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas

Data: sábado, 6 de maio

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal Castro Mendes.

Estacionamento gratuito na Estação Cultura: Rua Francisco Teodoro, 1050, Vila Industrial.

Ingressos no site do Teatro Castro Mendes (teatrocastromendes.com.br) e na bilheteria, de quarta a sábado, das 16h às 21h.

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Shopping recebe feira de adoção, microchipagem e vacinação de animais

Ação agendada para este final de semana, dias 6 e 7 de maio, no Parque D. Pedro, terá atendimento gratuito para moradores de Campinas

Crédito: Carlos Bassan

O Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, recebe neste sábado e domingo, dias 6 e 7 de maio uma feira voltada para a adoção, vacinação e microchipagem gratuitas de animais.  O evento é fruto de uma parceria entre o Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) da Prefeitura, o curso de Veterinária da PUC-Campinas e o centro comercial.

De acordo com o coordenador do curso de Veterinária da PUC-Campinas e servidor do DPBEA, Paulo Anselmo Nunes Felipe, cerca de 50 graduandos devem participar das atividades.

Os moradores de Campinas que comparecerem ao evento poderão, gratuitamente, microchipar seus animais e aplicar a vacina V8, que protege contra cinomose, parvovirose, leptospirose e hepatite infecciosa canina, entre outras doenças. A microchipagem e vacinação são ações voltadas exclusivamente para moradores de Campinas, que devem apresentar comprovante de endereço.

A feira será realizada na Praça BeGreen, na Entrada Árvores, das 15h às 20h. No local, funcionará também feira de adoção animal, brincadeiras, venda de produtos e doações para ONGs.

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Jeep Renegade ganha uma nova versão de entrada com motor 1,3 turbo flex

Lançado em 2015, o Jeep Renegade logo virou um sucesso de vendas. Fabricado no Polo Industrial de Goiana, em Pernambuco, o modelo ganhou uma nova geração há cerca de um ano. Com um design icônico, o Renegade ganha agora uma nova versão: o 1,3 turbo.

A nova versão de entrada vem motor de 1,3 litro, turbo, que desenvolve 185 cavalos. O modelo conta de série com seis airbags, controle de estabilidade e tração, Traction Control +, modo Sport, faróis Full LED, frenagem autônoma de emergência, alerta e assistente de manutenção de faixa, detector de fadiga, três conectores USB (sendo um do tipo C), rodas de liga-leve de 17”, start-stop, câmbio automático de seis marchas, freio de estacionamento eletrônico, quadro de instrumentos com tela de TFT customizável, ar-condicionado, sistema multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, piloto automático e limitador de velocidade ajustável.

Preços

– Jeep Renegade 1.3 Turbo Flex AT6 – R$ 125.990
– Jeep Renegade Sport T270 Turbo Flex AT6 – R$ 134.990
– Jeep Renegade Longitude T270 Turbo Flex AT6 – R$ 150.990
– Jeep Renegade S T270 Turbo Flex AT9 4×4 – R$ 174.990
– Jeep Renegade Trailhawk T270 Turbo Flex AT9 4×4 – R$ 174.990

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Muito além de rodas e motores – Acidentes acabaram com a corrida mais charmosa do Brasil

Acidentes acabaram com a corrida mais charmosa do Brasil

Foi um dos momentos mais tristes do automobilismo brasileiro quando, em dois dias de julho de 1968, ocorreram quatro acidentes na corrida Três Horas de Petrópolis.

O horror tomou conta de expectadores e pilotos na histórica e nobre cidade do Rio de Janeiro. Por esses acidentes, a prova, sempre muito aguardada e realizada no mês de julho, deixou de existir há 55 anos.

Com a implementação da indústria automobilística, que gerou grande interesse pelo automobilismo e a existência somente do autódromo de Interlagos, o automóvel incentivou a promoção de corridas em cidades do interior dos estados, que passaram a funcionar como instrumentos promocionais para as diferentes marcas que existiam no mercado.

A falta de experiência dos funcionários das fábricas e dos dirigentes do automobilismo não deu a eles a preocupação necessária com a segurança dos pilotos e, principalmente, dos expectadores que assistiam às provas na beira das pistas com a passagem dos carros próxima a eles, provocando emoção, mas também muito perigo.

Como em outras cidades, a corrida de Petrópolis era disputada num circuito montado nas ruas, algumas delas estreitas e de pavimentação irregular e sem qualquer proteção aos espectadores e nem aos pilotos.

Naquela época, apenas em pontos mais perigosos dos circuitos eram utilizados sacos de areia, fardos de alfafa e pneus velhos improvisados como barreiras por não existirem guard-rails com poder de contenção dos carros que perdessem a trajetória por falha mecânica, descuido ou imperícia dos pilotos.

O show de horrores em Petrópolis começou no sábado, dia de treino e reconhecimento da pista com um novo capítulo no domingo, durante a principal corrida do programa.

No sábado, o jovem piloto Sérgio Cardoso, com atuações muito elogiadas e que iria competir em revezamento com seu irmão, Sidney Cardoso, perdeu o controle do automóvel, que saiu da pista, superou os sacos de areia que serviam de proteção e colidiu com um poste, sofrendo sérios ferimentos.

Foi removido para um hospital, mas faleceu na madrugada de domingo. Outro acidente envolveu Aloísio Kreischer, com leves ferimentos e sem sérias consequências.

No domingo, sob clima de apreensão de pilotos e dirigentes pelos acidentes ocorridos na véspera, após a largada da corrida o paulista Luiz Pereira Bueno, com um protótipo Mark II, da equipe Willys, assumiu a liderança, seguido pelo também paulista, Ubaldo César Lolli, com um Alfa Romeo, da equipe Jolly-Gancia.

Na terceira volta da prova e na mesma curva em que Sérgio Cardoso sofrera acidente na véspera, o automóvel Mark I, da equipe Willys, conduzido pelo jovem paulista Carol Figueiredo, derrapou na areia acumulada na beirada da pista, superou a barreira de sacos de areia de proteção, colidiu com uma parede e um poste e ainda atravessou a pista, indo esfacelar-se contra outro poste.

O carro ficou totalmente destruído e Carol muito ferido, com fratura de uma vértebra que, por pouco, não atingiu os seus pulmões.

Pilotos amigos o socorreram rapidamente, ajudando os integrantes da equipe de resgate e o piloto Wilson Fittipaldi Junior tomou-o nos braços e o levou até a ambulância para a sua remoção ao hospital.

Em ato final de pavores, o também piloto, Joaquim Carlos Mattos, conhecido como Cacaio, que foi assistir à corrida dos amigos e que participou do resgate de Carol, preocupado com a confusão, teve a iniciativa de sair correndo pela pista, em sentido contrário da corrida, agitando os braços para alertar outros pilotos sobre o acidente na prova.

Infelizmente, procurando neutralizar o perigo foi atropelado pelo carro líder da prova, o Bino Mark II, da equipe Willys, conduzido por Luiz Pereira Bueno, que desviara do caminhão do corpo de bombeiros, que havia entrado na pista ao ser chamado para atender o acidente sofrido por Carol.

Como todas as pessoas, fiquei assustado ao ver o jovem Cacaio, elegantemente vestido com um conjunto esportivo de cor cinza-claro e com o forte impacto recebido, ser jogado para o alto e seu corpo girando no ar até cair no solo desfalecido.

Jovem integrante da geração de ouro de pilotos brasileiros, de elevada estatura, espessa cabeleira, que lhe valeu o apelido de tricomicina alusivo a um medicamento da época para tratamento capilar e amplo sorriso, o modelo de ser humano ficou estirado na pista até chegarem os socorristas.

O ambiente ganhou clima de temor de novos acidentes porque a corrida teve sequência, apesar da insegurança pela invasão da pista pelo público.

Enquanto Cacaio era socorrido por amigos e integrantes da equipe médica, dirigi-me apressadamente ao diretor da prova, senhor Amadeu Girão, pedindo a interrupção da corrida, agitando a bandeira de cor vermelha do regulamento internacional.

Naquele momento de pânico geral e descontrole emocional, o senhor Girão me perguntou se a Imprensa apoiaria a decisão, o que confirmei, com segurança, porque era a medida correta a ser tomada. Infelizmente, Cacaio ficou internado ao longo de aproximadamente um mês, mas não resistiu aos ferimentos.

Carol Figueiredo relembrou o momento do acidente e as condições da pista, e admitiu ter cometido um erro na frenagem para entrar na curva perdendo o comando do carro sem poder evitar as batidas que sofreu.

Mas considerou que seu erro foi em consequência da mudança de sentido da corrida, que até um ano antes era no sentido horário e, em 1968, foi o sentido anti-horário, o que fez os pilotos perderem a referência das curvas.

Francisco Lameirão, também integrante da equipe Willys, informou que outro problema do circuito foram as irregularidades do piso da pista, com ondulações, que provocaram colisões do assoalho dos carros como solo, e levou Wilson Fittipaldi Júnior a desistir de participar porque o assoalho de seu Fitti-Porsche chocava-se com o solo, comprometendo a estabilidade do automóvel.

O automobilismo sempre foi uma das atrações mais admiradas de Petrópolis, desde 1908 quando foi promovida a primeira prova na cidade e ganhou maior importância em 1948, com a participação de pilotos do Rio de Janeiro e também de São Paulo.

Com os acidentes da edição de 1968, as corridas foram encerradas, mas até os dias atuais são realizados na cidade outros eventos com automóveis, como ralis, exposições e desfiles de carros antigos.

Fundada em 1841 e elevada a município seis anos depois, por ser caminho do ouro que levava expedicionários a Minas Gerais em busca do precioso material, Petrópolis ganhou importância e projeção pela presença do monarca D. Pedro I.

A beleza e o ameno clima atraíram D. Pedro I, levando-o a adquirir uma propriedade para ajudar no tratamento de saúde de sua filha.

A presença do imperador e de sua corte nas temporadas de verão atraiu nobres personalidades, políticos, diplomatas, intelectuais e negociantes, o que incentivou a construção de palacetes que, atualmente, fazem parte do patrimônio arquitetônico do centro histórico da cidade.

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Netflix vai produzir seriado sobre a vida do piloto Ayrton Senna da Silva

Depois do sucesso com o seriado sobre a Fórmula 1, a plataforma de streaming Netflix está produzindo a história do piloto Ayrton Senna. A produção, dividida em seis capítulos, terá o ator brasileiro Gabriel Leone, de 29 anos, interpretando o piloto brasileiro.

Segundo a produtora, o seriado vai abordar a vida pessoal e amorosa do piloto, bem como toda a sua carreira no automobilismo. A irmã do piloto, Viviane Senna, aprovou a produção e a escolha do ator.

A série deverá ser lançada oficialmente em 2024, 30 anos após o acidente fatal.

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Com muita tecnologia e motores eletrificados, nova BMW 5 chega em outubro

Em outubro chegará ao mercado a oitava geração do BMW Série 5. O novo modelo terá três versões 100% elétricas, com a denominação i5. Segundo a marca alemã, serão duas versões eDrive40 e a esportiva M60 xDrive com tração integral desenvolvida pela M Performance.

Em fase final de testes no sul da França, a nova Série 5 terá sofisticados sistemas de condução semi-autônoma, que poderão fazer o modelo trafegar quase sem ajuda do motorista. Inclusive de ultrapassagens, basta o motorista olhar para o espelho retrovisor que o procedimento será efetuado.

Além das versões elétricas, assim como o novo Série 7, o Série 5 terá motorizações a diesel e híbridas Plug-In.

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