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Volvo instala eletropostos em rede de fast-food

Com o objetivo de facilitar a vida de quem tem um veículo elétrico, a Volvo Car Brasil e o McDonald’s se uniram e vão instalar 35 pontos de carregamento veicular nos restaurantes da marca até o fim de 2025.

As primeiras unidades a receberem os carregadores ficam nas cidades de São Paulo e Mairiporã: três no McDonald’s mais sustentável da América Latina, na Av. Bernardino de Campos, 307, um no restaurante da Av. Juscelino Kubitscheck, 1.201, e dois novos na cidade de Mairiporã – na Avenida Tabelião Passarela, 42 .

Os carregadores disponíveis têm potências entre 7,4kw e 22kw.  

“Essa é uma parceria em prol da eletrificação. Além da infraestrutura em rodovias, que tem sido o grande foco da Volvo nos últimos tempos, sabemos que as cargas cotidianas são muito importantes para os usuários de carros elétricos.”, comenta Guilherme Galhardo, diretor de Digital e de Eletrificação da Volvo Car Brasil.

 Marie Tarrisse, gerente de Impacto Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados (McDonalds), explica que a iniciativa está conectada aos propósitos da Receita do Futuro, plataforma de atuação socioambiental da companhia.

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Coluna Fernando Calmon — Programa Mover prevê bem mais que simples incentivos

Coluna Fernando Calmon nº 1.283 — 9/1/2024

Programa Mover prevê bem mais que simples incentivos

Demorou, mas finalmente foi publicado no penúltimo dia de 2023 o esperado programa de incentivos que substituiu o Rota 2030, encerrado também no final do ano passado. O Mover – sigla para Mobilidade Verde e Inovação – ficou dentro do esperado. O mais importante é a previsibilidade que dá suporte essencial aos investimentos que a indústria automobilística precisa efetuar. Algo essencial para sobreviver em um cenário de grandes mudanças que vão das novas tecnologias de propulsão às emissões de baixo carbono obtidas por biocombustíveis como o etanol.

De imediato surgiram críticas de alguns economistas que o programa custará R$ 19 bilhões aos contribuintes e há falta de “clareza e justificativa”. São sempre os mesmos e desconhecem (ou fingem desconhecer) que ao longo de quase 70 anos a taxação sobre a venda de veículos leves no Brasil está em primeiro lugar no mundo e muito distante de quase todos os outros países. Quem compra carro já ajuda a encher os cofres governamentais há sete décadas a se completarem em 2026.

Somando-se os impostos federais e estaduais a parte dos governos atinge 27,3% dos preços ao consumidor contra média de 17% na Europa, 9% no Japão e 7% nos EUA. Deve-se acrescentar mais 4% em média do anual IPVA. Em um cálculo mais apurado basta dividir o preço com imposto pelo preço sem imposto: carga fiscal é de 45% contra 7,5% nos EUA, 9,9% no Japão e 20,5% na Europa.

Programas desse tipo do Mover também foram lançados por outros países. O mais recente, dos EUA, tem montante de US$ 50 bilhões (R$ 250 bilhões).

Parte dos R$ 19 bilhões será recuperada pelo imposto de importação (I.I.) sobre elétricos e híbridos (haverá uma cota pequena de I.I. isento para todas as marcas). Isso se dará gradualmente até 2026. A tributação de 35% tornará viável a fabricação de elétricos no Brasil. Sem a volta deste ônus, como era até 2023, não passava de bazófia os anúncios de produção local.

Alguns importadores como Kia e Volvo não repassarão o I.I. integral para sua lista de preços nos primeiros meses de 2024.

Um dos pontos de maior destaque do Mover é a introdução do cálculo de emissões de CO2 do poço (ou do campo) à roda e não apenas do motor à roda. Um conceito de abrangência maior e justo. Em uma segunda etapa o cálculo será feito do berço ao túmulo, ou seja, de impacto ainda mais significativo por avaliar aquele gás de efeito estufa nas operações de fabricação à reciclagem.

Outra referência positiva está no índice de nacionalização dos veículos que volta a ser considerado nesse programa, inclusive ao autorizar importação de linhas de montagem usadas.

Bola de cristal 2024: mais 6,1%, Anfavea ou 12%, Fenabrave?

De fato, não está muito fácil de prever este ano quanto à recuperação das vendas. No entanto, a discrepância dos números não costuma ser tão clara entre as duas entidades com uma diferença de seis pontos percentuais ou nominalmente o dobro.

A Associação das concessionárias está mais otimista, pois estima um total de 2,59 milhões de unidades entre veículos leves e pesados a serem comercializadas este ano ou 12% a mais sobre 2023. A Fenabrave, em janeiro do ano passado, tinha sido mais contida ao prever crescimento zero ao final dos 12 meses. Porém, o programa de bônus oferecido pelo Governo Federal, em junho e julho, ajudou a melhorar o resultado do ano, o que obviamente não estava nas previsões.

O crescimento de 9,7% em 2023 (2,309 milhões de unidades) foi ajudado por compras das locadoras e uma pequena melhora na oferta de crédito, segundo José Andreta Jr., presidente da Fenabrave. Em 2024 ele espera 2,585 milhões de unidades.

Por seu lado, a Anfavea prevê que o mercado interno cresça este ano 6,1% para 2,450 milhões de unidades. As exportações continuarão estagnadas pelo avanço simbólico de 0,7% para 407 mil veículos. A produção deverá aumentar 6,2% e chegar a 2,470 milhões de unidades. Em dezembro último os estoques nos pátios das fábricas e concessionárias representavam 25 dias de vendas, bem abaixo de até 40 dias considerados normais. As vendas em 2023 somaram 2,180 milhões de unidades, alta de 11,2% sobre 2022.

Marcio Leite, presidente da Anfavea, afirmou que torce para a confirmação das previsões da Fenabrave: “As concessionárias estão mais perto dos compradores e assim podem sentir melhor a pulsação do mercado”, afirmou. A entidade considera que os maiores benefícios do programa Mover serão para a sociedade, a atividade econômica e o meio ambiente.

Strada Ultra segue na onda do avanço das picapes

Depois do progresso notável dos SUVs no mercado brasileiro, as picapes não ficaram para trás. Em um mercado historicamente dominado por hatches compactos, as picapes compactas, médias e grandes subiram de 16,5% de participação nas vendas de todos os segmentos em 2022 para 18,5% em 2023. E a Strada voltou a ser em 2023, pelo terceiro ano consecutivo, o modelo mais vendido entre todos os segmentos de veículos leves.

Se existe uma diferença marcante em relação às outras versões é justamente o motor tricilindro turbo de 1 L, 125 cv (G)/130 cv (E) e 20,4 kgf·m. Agilidade que faltava, agora se tornou um destaque com a ajuda de um câmbio automático CVT de sete marchas. Para uma massa de 1.253 kg e capacidade de carga de 650 kg mostra desenvoltura e boas respostas ao acelerador. E com as pequenas alavancas para trocas de marchas atrás dos dois raios do volante (ou pela alavanca seletora, a escolher) há facilidade para reduções nas descidas de serras. Aceleração de 0 a 100 km/h convincente: 9,5 s.

Não se pode esperar acabamento e riqueza de materiais na cabine para o tipo de veículo, porém ao preço de R$ 135.990 deveria ser melhor. Faz falta a regulagem de distância do volante e quadro de instrumentos tem dimensões acanhadas. O espaço para pernas, ombros e cabeças no banco traseiro é adequado apenas para dois adultos com até 1,75 m de altura. Mesmo o ocupante do banco dianteiro do carona ficará com os joelhos muito próximos ao porta-luvas. Ângulos de abertura das portas traseiras facilita a entrada dos ocupantes.

A distância entre-eixos de 2.737 mm (a mesma de um Chevrolet Omega, um sedã grande dos anos 1990) e o vão livre do solo de 185 mm são adequados à proposta do produto. Molas monocorpo parabólicas com eixo rígido na traseira formam um conjunto eficaz, mas freios a tambor atrás podem parecer algo rudimentar, embora deem conta do serviço. Comprovado pelas vendas e quase total domínio do segmento frente à Saveiro, Montana e Oroch.

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Muito confortável, o Volvo XC 60 híbrido impressiona pela economia

Num processo de renovação de toda a sua linha e buscando um consumidor mais jovem, a Volvo investe pesado em modelos híbridos e elétricos. O modelo testado, o XC 60 híbrido plug-in, foi renovado fazem dois anos e ganhou atualizações no meio do ano passado. Para ajudar no carregamento das baterias do veículo, a Volvo agora fornece um carregador portátil junto com o modelo. Afinal, diferente da Europa, por aqui, a quantidade de eletropostos é muito pequena.

Outro drama para quem tem um modelo 100% elétrico é que, com o aumento nas vendas, dificilmente se chega num eletroposto “publico” com ele disponível. Alguém já chegou primeiro e tem espera normalmente. Fora que é difícil achar um com carga de alta potência e a recarga fica demorada. Realidade muito diferente da vvida pelos consumidores europeus.

Por isso, a vantagem de ter um veicula hibrido. E nesse quesito o Volvo XC 60 de destaca, entre outras qualidades, se não tem eletroposto ele continua andando. E muito, já que a autonomia é grande.

Com uma bateria de 14,7 kW·h, somente com a eletricidade, o XC60 consegue andar até 55 quilômetros. Junto com o tanque de 70 litros de gasolina e as regenerações nas freadas, a autonomia passa dos 900 quilômetros.
Num eletroposto com corrente alternada (AC) de até 6,4 kW, que é o que acompanha o XC 60, a demora para carregar as baterias é de 3 horas.

Dois motores

A motorização do XC 60 Hybrid é bem competente. Com quatro cilindros, 2 litros, tração dianteira, oferece potencia máxima de 317 cavalos e  torque máximo  de 40,8 m·kgf. para as rodas dianteiras. O motor conta com injeção é direta, o bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas (correia dentada) e quatro válvulas por cilindro.

Junto com o motor a combustão, o XC 60 conta com um motor elétrico instalado junto ao eixo traseiro, proporcionando uma tração integral (e-AWD). Juntos, combustão e elétrico, o modelo sueco desenvolve 462 cavalos e torque combinado de 72,3 m·kgf.

Mesmo com esse enorme torque, está longe de ser uma aceleração igual aos modelos 100% elétricos, mas não desaponta. A transmissão é automática de oito velocidades, acoplada ao motor a combustão. É possível fazer as trocas manualmente. As trocas são muito suaves.

A velocidade máxima é limitada por segurança em 180 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,8 segundos.
Essa junção, combustão e elétrica, proporciona uma grande economia. Na estrada o modelo consumiu 25,1 km/l e na cidade 27,6 km/l.

Um dos destaques é que o modelo proporciona vários modos de atuação. Se o motorista optar pelo hibrido, as mudanças são selecionadas automaticamente. Mas também pode ser feita a opção de somente utilizar a carga da bateria e o motor elétrico. Nesse caso, há a possibilidade de andar até 55 quilômetros em velocidades moderadas.

Comportamento

A suspensão dianteira do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra antirrolagem utiliza componentes em alumínio para que a massa do veículo não seja mais alta. Esse controle da massa não suspensa paga os dividendos no maior conforto e menor aspereza da suspensão.

Na traseira, a Volvo se afasta do tradicional multibraço com molas helicoidais para utilizar lâmina de mola transversal em material compósito. Uma solução interessante para melhor distribuição de espaço entre suspensão, tanque de combustível e bateria. Os amortecedores pressurizados e barra antirrolagem complementam a suspensão que também tem componentes em alumínio.

O resultado dinâmico dessa configuração de suspensão é muito bom. O suv roda macio e com baixo nível de aspereza, que tem participação dos pneus montados em rodas de liga de alumínio de 21 polegadas.

Para frenagens mais vigorosas o XC60 conta com freio a disco nas quatro rodas e está integrado ao freio por regeneração elétrica. A modulação é bem integrada e praticamente imperceptível quando da comutação entre elas. Há possibilidade de ativar o sistema one pedal que proporciona  ação de freio ao se levantar o pé do acelerador, e sua modulação também está bem ajustada.

O sistema de direção com assistência elétrica tem calibração de centragem positiva e bom compromisso de esforço entre as condições estático, baixa velocidade e alta velocidade. Combina-se com a boa empunhadura do volante, tornando o dirigir do XC60 bem confortável.

Conforto

Por dentro o XC60 é harmonioso e bonito. Tirando claro, a avalancha seletora de marchas, que é de gosto duvidoso. Imitando uma pedra preciosa, destoa do restante do interior. Os bancos são bem confortáveis e seguram bem o corpo do motorista em curvas mais fechadas. Para achar a melhor posição de dirigir, os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos com duas memórias. Já os traseiros, com engates Isofix, acomodam bem duas pessoas.

O painel é muito funcional, agradável e permite algumas configurações, sendo que uma delas é projetar o mapa de navegação, deixando a tela do multimídia livre para outras funções. É uma maneira também de evitar que o motorista tire a visão da frente. Para auxiliar, o modelo tem na parte central uma tela multimídia incorpora navegador com GPS e mapas, além de permitir o pareamento Android Auto e Apple CarPlay através de cabo USB.

O sistema operacional Google permite instalar aplicativos e serviços, além de ser um bom atalho para configurações do veículo e inclusão de serviços digitais. A operação pode ser feita através de comando de voz, sem que o motorista perca foco na condução.

Tida como uma fabricante sempre preocupada com a segurança de ponta, o Volvo XC 60 utiliza vários sensores para alimentar o sistema avançado de assistência o motorista (ADAS). O controle de velocidade de cruzeiro do tipo adaptativo tem a funcionalidade de anda e para em seguimento ao veículo à frente. O sistema de permanência e centragem de faixa é um dos melhores do mercado, sendo intrusivo na maneira certa.

O sistema de ar-condicionado em duas zonas com saídas nas colunas para o banco traseiro é bem eficientes e mantém a temperatura da cabine sem que o ruído de fluxo de ar incomode. Os bancos dianteiros têm aquecimento e no console central está o carregador por indução para bateria de telefone celular.

Preço
Volvo XC60 Ultimate Hybrid – R$ 449.950,00

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Volvo lança mais um modelo elétrico no Brasil: C40 Recharge Plus

Acreditando exclusivamente nos produtos 100% elétricos, a Volvo Car Brasil aumenta seu portfólio de veículos com o novo C40 Recharge Plus.

O novo 100% elétrico da marca sueca chega ao mercado nacional com duas novas cores e uma nova geração de powertrain. Equipado com uma bateria com capacidade de 69 kWh, tem uma autonomia de 475 quilômetros. O modelo fica mais potente e passa de 231 hp para 238 hp e, gerando 330 NM de torque.

Além do novo C40 Recharge Plus, a linha 2024 do Volvo XC40 Plus também recebe as mesmas melhorias e passa a ter uma autonomia de 460 quilômetros.

Preço

C40 Plus – R$ 314.950,00 (pré-venda)
XC40 Plus – R$ 299.950,00 (pré-venda)

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Com o novo SUV EX30, Volvo quer ganhar um consumidor mais jovem

Durante muitos anos, o C30 foi uma referência em termos de design nos veículos de entrada da Volvo. Agora, novamente um pequeno modelo é a sensação entre os veículos de entrada da marca sueca.

O EX 30 acaba de ser apresentado mundialmente em Milão, na Itália, por aproximadamente 38.000€ (R$ 190 mil).

Em todo o mundo, a faixa dos B-SUV é uma das que mais cresce e o EX 30 vem exatamente nesse segmento.

Com apenas 4,2 metros, o modelo chega para ganhar novos clientes para a marca e para isso, vem caprichado de tecnologia, conectividade e economia na mobilidade.

“O EX30 pode ser o nosso menor SUV, mas representa um grande passo para os nossos clientes e para a marca. Gostamos de dizer que o EX30 é pequeno, mas poderoso, porque oferece tudo o que se deseja num Volvo, mas numa embalagem menor”, afirmou durante o evento Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

Moderno

O EX30 conta com um design jovem, bem ao estilo do XC40, com destaque para a dianteira, que por não ter radiador, tem a frente toda fechada e os faróis em formato “martelo do Thor”.

Por dentro, o modelo é muito agradável e não existem botões físicos. A boa distância no entre-eixos (2,6 metros mm) garantem um excelente espaço interno.

Destaque também, para a ampla tela central, com 12,3 polegadas que passa todas as informações necessárias para o motorista. O sistema de infoentretenimento vem com a conectividade 5G e com a plataforma tecnológica Snapdragon Cockpit.

O novo EX30 conta ainda com o sistema Google incorporado, com as aplicações como, o Google Assistant ou o Google Maps, que se juntam ao Google Play. O novo modelo sueco é o primeiro a incorporar a conexão ao sistema Apple CarPlay sem fios.

O porta-malas tem boa capacidade que vão de 318 com os bancos e a tampa no lugar normal, até 904 litros. O Volvo EX30 é generoso em porta-objetos.

Elétrico

A marca sueca acredita que quem compra o EX30 transitará principalmente nas grandes cidades ou trajetos pequenos.

Para esses consumidores, a Volvo recomenda a opção “Single Motor” com bateria LFP de 51 kWh de fosfato de ferro-lítio. Nesse caso, a autonomia é de 344 quilómetros. A aceleração é de 0 a 100 quilômetros por hora em 5,7 segundos.

Se o proprietário precisar de mais autonomia, a marca sugere a opção “Single Motor Extended Range”, com uma bateria NMC de lítio, níquel, manganésio e cobalto. Nesta opção, a autonomia será de 480 quilómetros e a aceleração de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos.

Já para os desejam desempenho, a marca criou ainda outra variante: a “Twin Motor Performance”. Com tração integral e 315 kW/428 cavalos de potência, o modelo acelera de 0 aos 100 km/h em 3,6 segundos.

O EX30 será comercializado em cinco cores.

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Volvo caminhões dobra as vendas no segmento de veículos pesados

A Volvo Caminhões dobrou a sua participação no segmento de veículos pesados na área vocacional em quatro anos. A marca sueca atingiu 30,1% no acumulado deste ano.

Dos 16,4% de market share registrados há quatro anos, a empresa atingiu atualmente o equivalente a um terço do mercado de caminhões para operações de mineração, construção, cana de açúcar e florestal. Isoladamente no segmento canavieiro a marca é líder absoluta, com 45% do total dos emplacamentos.

O destaque é o segmento canavieiro com veículos de até 360 cavalos, classificação onde está o modelo VMX MAX, recentemente lançado. A marca encerrou 2022 com uma fatia de 39,7% de mercado nessa classe

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