Volkswagen

Volkswagen Tiguan retorna ao mercado brasileiro ainda este ano

Lançado em 2009 no Brasil, o Tiguan logo se tornou um dos SUV mais desejados do mercado. Agora o modelo retorna ao mercado na sua versão mais sofisticada, Allspace, para complementar a linha de utilitários esportivos da marca alemã.

Com sete lugares e o design mais moderno, o Tiguan contará com motor de dois litros TSi.

“O Tiguan sempre foi sinônimo de conforto, segurança e dirigibilidade quando falamos de estar em família ou amigos à bordo de um VW. Retomar a comercialização do modelo no Brasil reforça nossa conexão com os apaixonados pela marca e pelo modelo”, ressalta Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

Curiosidade

O nome Tiguan surgiu da associação do felino Tigre com a versatilidade da Iguana.

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Coluna Fernando Calmon – Salão de Munique expõe avanço de marcas chinesas na Europa

Coluna Fernando Calmon nº 1.267 — 5/9/23

Salão de Munique expõe avanço de marcas chinesas na Europa

 

A indústria europeia de veículos terá que fazer um grande esforço financeiro e técnico para enfrentar o avanço de marcas chinesas que conseguem preços bastante competitivos na fabricação de veículos elétricos (VE) e baterias. É o que se pode deduzir sobre o Salão de Munique (5 a 10 de setembro), que sucedeu ao gigantismo de Frankfurt. Agora aposta em fórmula de exposição mista, usando as praças da cidade e um centro de exposição de dimensões menores.

Cerca de 40% dos estandes foram ocupados por marcas sediadas na Ásia. Os fabricantes tradicionais estão de certa forma encurralados pois não podem “virar a chave” sem enfrentar outros problemas. Luca de Meo, presidente do Grupo Renault, afirmou à agência Reuters que “temos de diminuir a diferença de custos em relação aos chineses, que começaram com veículos elétricos anos antes”. O novo VE R5, em 2025, caminha para isso, acrescentou.

As principais novidades do Salão concentraram-se em VEs. A começar pela BMW que apresentou uma visão ainda genérica do futuro Série 3, focando no avanço de 30% em alcance e recarga da bateria. Modelos a combustão e elétricos coexistirão. A Mercedes destacou a próxima geração do CLA com as DRL inspiradas na estrela de três pontas da marca. O Tesla 3 recebeu leve reestilização frontal e aumento de preço de US$ 2.500 (R$ 12.500).

Inspirada na mística versão GTI do Golf (foto de abertura da coluna), a VW apresentou o modelo-conceito ID. GTI que só chegará ao mercado daqui a quatro anos. Trata-se de um VE com referências explícitas ao estilo original, ao contrário do que tem sido a regra atual.

Entre as chinesas, destaque para a nova marca AVTR nascida de colaboração entre a Changan e a Huawei (gigante das redes de telecomunicação). O modelo batizado com número 12 tem 5 metros de comprimento e versões com um e dois motores elétricos.

Dos carros convencionais duas peruas (camionetas) chamam atenção por seu estilo arrebatador: Passat Variant e Classe E All Terrain.

Sexta geração do Cayenne também é híbrida

Desde seu lançamento, em 2002, o Cayenne representou a primeira diversificação de uma marca premium para os SUVs. O movimento não foi bem compreendido, inicialmente, mas as vendas provaram o contrário: 60% a mais que o previsto. O acerto deu início à era de SUVs de alto desempenho, influenciando outras marcas de carros puramente esporte. Também evoluiu para adicionar a carroceria SUV cupê.

Agora estreia no Brasil a sexta geração com algo a mais do que simples reestilização e pré-venda de versões híbridas que chegarão no primeiro semestre de 2024. A Porsche investiu também em aperfeiçoar os faróis de LED HD-Matrix de mais de 32.000 pixels por farol e seis possibilidades de fachos. Há nada menos de oito desenhos de rodas com até 22 pol. de diâmetro e pneus de maior diâmetro externo. Chamam atenção os para-lamas dianteiros mais elevados e ligeiramente arqueados.

Logo ao sentar no SUV destacam-se novo volante, quadro de instrumentos totalmente digital (como sempre conta-giros no centro), saídas de ar condicionado sem aletas, alavanca seletora do câmbio no lado direito do painel de fácil acesso e três telas: 12,6 pol. (instrumentos), 12,3 pol. (multimídia) e 10,6 pol. (para o passageiro). Tem pareamento Android Auto e Apple CarPlay sem fio e recarga de celular por indução (até 15 W) com refrigeração.

O que mais impressiona é a versão Turbo GT: V-8 biturbo, 4-litros, 659 cv e 86,7 kgf·m. Tanto na avaliação por estradas quanto no autódromo Velo Città (Mogi-Guaçu/SP) o desempenho empolga com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,2 s. Há até um defletor de teto adaptativo, herança do Porsche 911. O Turbo GT, além do equilíbrio em curvas e freios tradicionalmente excelentes da marca, é o mais caro: R$ 1.385.000. Mas quem se contentar com o Cayenne S e “apenas” 474 cv/58,8 kgf·m, pagará R$ 850.000.

São duas as versões híbridas: E-Hybrid (470 cv e torque combinado de 63,7 kgf·m) por R$ 690.000 e a Turbo E-Hybrid (739 cv e torque combinado de 93,1 kgf·m), 0 a 100 km/h em 3,7 s, por R$ 1.135.00. Esta última tem desempenho menor pela diferença de massa (180 kg em razão da bateria) frente à versão Turbo GT.

Elétrico BYD Seal: espaçoso e preço atraente

Além do impacto positivo do modelo de entrada, Dolphin, a BYD deu outro choque no mercado com o sedã Seal por R$ 296.800. Linhas do sedã-cupê são atraentes (melhor ao vivo do que em fotos), destacando-se os conjuntos ópticos dianteiro (com filetes de LED) e traseiro. Há amplo espaço interno graças à distância entre eixos de 2.920 mm, principalmente para os passageiros do banco traseiro que se beneficiam ainda do assoalho plano. Para bagagem, porta-malas traseiro de 402 litros e dianteiro de 53.

O interior traz ótima atmosfera pelo teto solar panorâmico e materiais de boa qualidade. Quadro de instrumentos poderia ter resolução maior e contraste de cores. Tela do multimídia rotacional apresenta dimensões generosas (15,6 pol.). Ao volante, o banco é confortável com aquecimento e ventilação.

Desempenho é o ponto alto do Seal. Dois motores, um dianteiro e outro traseiro, totalizam 531 cv e 60,2 kgf·m. As respostas ao acelerar empolgam e a tração 4×4 sob demanda garante comportamento em curvas muito bom. Até dá para “esquecer” que sua massa total em ordem de marcha é de nada menos que 2.185 kg. O percurso de avaliação não tinha trechos muito sinuosos, porém provocado em curvas foi muito bem.

Desagradável é o sistema de manutenção em faixa muito intrusivo e que não pode ser desligado. Em piso irregular as suspensões mostram respostas adequadas. Porém, a distância mínima do solo de somente 120 mm faz o carro raspar com facilidade em lombadas e valetas. (Colaborou Luís Fernando Carqueijo).

Estoques aumentam. Bom para o consumidor

A indústria automobilística aumentou sua produção em agosto. As 227.000 unidades de veículos leves e pesados significaram crescimento de 24% sobre julho. Esse resultado elevou os estoques nas fábricas e concessionárias de 29 dias em julho (resultado do programa de incentivos tributários do Governo Federal, já encerrado para modelos leves) para 35 dias em agosto. Isso aponta no sentido de continuidade de promoções agora em setembro.

A valorização do real frente ao dólar também ajudou a reduzir preços de modelos importados e os aqui produzidos tendem a acompanhar. Uma recuperação maior depende de redução das taxas de juros que já se iniciou, mas não se sabe ainda em que ritmo. Em agosto a média diária de vendas foi de 9.000 unidades. E a expectativa da Anfavea para 2023 continua a mesma do início do ano: aumento na comercialização de 3% sobre 2022 para 2,168 milhões de unidades.

Em agosto, foram vendidas 1.167 unidades de modelos elétricos entre automóveis e comerciais leves: 0,6% do total. Em agosto de 2022 o percentual era de 0,5%, mas a partir deste mês deve subir com a escalada das marcas chinesas.

Grupo Gandini importou 450.000 veículos Kia em 30 anos

Operação começou modesta, em 1993, depois de José Carlos Gandini fundar a Kia Motors do Brasil no ano anterior e começar a implantar a rede de concessionárias. Inicialmente foram apenas 1.000 unidades do Besta para passageiros, Besta Furgão, picape Ceres e caminhão leve K3500.

Em 2009, passou a ser distribuidor da Kia também no Uruguai e ganhou a licença para fabricação no país vizinho do caminhão leve Bongo K2500. Ao completar este ano 450.000 unidades importadas da Coreia do Sul e do Uruguai, os modelos de passageiros mais vendidos foram: SUV compacto Sportage (106.000 unidades), sedã médio-compacto Cerato (71.000) e subcompacto Picanto (42.000).

José Luiz Gandini, filho do fundador e atual presidente do grupo, afirma que resiliência é o fator mais marcante para a trajetória da empresa em razão dos altos e baixos da economia brasileira.

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Grupo Germânica abre em Valinhos mais uma concessionária Volkswagen

O Grupo Germânica, uma das maiores redes de concessionárias do interior de São Paulo, inaugurou ontem (24), em Valinhos, a sua 33ª revenda. O evento contou com a presença do CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom e do vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil, Roger Corassa.

“Meu agradecimento especial a todos que se dedicaram e viabilizaram este mais novo investimento do grupo. Construímos a loja em tempo recorde e de acordo com o novo conceito da Volkswagen”, destacou o diretor do Grupo Germânica, Evandro Garms.

Localizada na Avenida Joaquim Alves Corrêa, 1974, no Jardim Santo Antonio, a nova concessionária do Grupo Germânica recebeu mais de R$ 12 milhões de investimento e gerou cerca de 40 empregos diretos. Tem 2.800 metros quadrados de área construída e um visual leve, sofisticado e ousado que traduz o New Brand Design da Volkswagen.

Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, enalteceu a grandeza do Grupo Germânica e disse que se sentiu honrado em participar da inauguração. “É uma honra participar da inauguração desta nova casa em Valinhos”, afirmou.

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Volks lança novo capítulo na história dos modelos em homenagem a bandas e festivais

Tradição na Europa, a Volkswagen vem marcando a história com veículos especiais relacionados a bandas musicais. O primeiro foi em 1992, o Golf Gênesis, e dois anos depois, o Golf Pink Floyd. Essa experiência positiva fez a Volkswagen do Brasil acompanhar a matriz e marcar seus apoios a bandas ou eventos musicais.

No Brasil o primeiro foi a série Rolling Stones, em 1995, que marcava a passagem da banda inglesa pelo Brasil e de uma das maiores turnês musicais de todos os tempos.

À época, o Gol era o carro mais vendido do Brasil pelo oitavo ano seguido (O Gol teve a sua produção encerrada no ano passado depois de XX anos como o carro mais vendido) e foi identificado com o nome do grupo e o tema “Voodoo Lounge”, que simbolizava a turnê que dava nome ao 22º disco dos Stones.


Baseado numa das versões de entrada, a CLi, já que visava o publico jovem, o carro era equipado com um motor 1,6 litro e tinha itens de conforto interessantes para aqueles tempos: aquecimento interno, anti-embaçante e limpador/lavador para o vidro traseiro, vidros verdes e pára-brisa degradê, volante de direção espumado, conjunto de preparação para o som, com antena no pára-brisa, e toca-fitas Volksline.

O comprador de “presente” recebia uma fita cassete do álbum dos Rolling Stones, “Voodoo Lounge”. As cores oferecidas eram vermelho, preto branco e azul. Hoje, é modelo de coleção.

Show

Outros destaques foram os modelos que registraram o apoio ao maior festival de musica do Brasil: Rock in Rio.

O primeiro foi em 2011 quando a Volkswagen, para marcar a décima edição do evento lançou o Gol e Fox Rock in Rio. Os modelos recebiam acabamento e cores, azul e branco, inspirado nas cores e temáticas do evento. E eram muito bem equipados.

Com motorização de um litro flex, o modelo se destacava pelo largo adesivo que corria ao longo das duas portas, na parte inferior, com o logotipo Rock in Rio. O friso descaracterizava uma banda de rock tocando e o público curtindo. Nos dois modelos vários adesivos destacavam que eram uma serie especial alusiva ao Rock in Rio.
De “brinde” os compradores ganhavam uma senha exclusiva, que dava o direito a baixar pela internet as músicas do evento. A série especial foi limitada em 2700 unidades do Gol e 1050 do Fox.

Em 2013 o Fox voltou a ser o modelo para a edição especial. Desta vez o modelo/roqueiro foi comercializado durante seis meses e vinha mais uma vez com enormes faixas laterais destacando a silhueta de uma guitarra. O Fox Rock in Rio era equipado com um motor 1,6 Total Flex e tinha rodas de liga leve de 15 polegadas.

Já em 2015, a marca alemã ousou customizando o Gol, Fox e Saveiro, Os três modelos partiam de unidades Comfortline e tinham motorizações 1,0 (no Gol) e 1,6 litro (na Saveiro e Fox) .

Eram muito completos: ar-condicionado, direção hidráulica, conjunto elétrico, rodas de 15 polegadas Gobi e pneus 195/55 R15, rádio CD-Player com sistema Bluetooth e faróis duplos com máscara negra. O volante multifuncional era revestido de couro com costura vermelha.

Agora a marca se destaca com o lançamento da edição especial do suv T‑Cross The Town. O modelo chega para marcar o evento que será realizado em setembro, na cidade de São Paulo.

Equipado com motor 200 TSI, a versão tem a pintura em dois tons e é bem equipada. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul.

Os compradores do T‑Cross The Town “recebem” um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, como, caixa personalizada com mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

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Teste: Volkswagen Jetta GLi tem de sobra conforto e desempenho

Lançado nos Estados Unidos em 1984, o quase quarentão Volkswagen Jetta GLi sempre foi um modelo diferenciado e desejado. Produzido no México, o Golf com porta-malas, como ficou conhecido, se destaca pelo acabamento especial, bom espaço interno, design bonito e desempenho muito esportivo.

Recentemente o modelo ganhou uma edição comemorativa, a GLI 40th Anniversary Edition, limitada em 1.984 unidades e que não virá para o mercado nacional.

No Brasil chegou em 2019, trazendo todas as suas qualidades por um preço muito menor que o seus concorrentes. Em 2022 o Jetta GLi passou por uma renovação, que o deixou ainda mais esportivo, moderno e tecnológico.

A prova do desejo que provoca é que o modelo tem fila de espera de mais de quatro meses. Afinal, o GLi é mais potente e equipado que o seu concorrente direto, o Audi A3 sedan, e muito mais barato.

Esportivo

Por fora, o novo o GLI ganhou para-choques dianteiro e traseiro novos. A grade foi redesenhada com detalhes em “colmeia” na cor preta e a tradicional faixa vermelha, que destaca o modelo esportivo dos demais Jettas. Os faróis afinados são de full LED e dão um charme especial á dianteira.

A lateral, as elegantes linhas dão o tom da esportividade do sedã, com destaque para as caixas de rodas traseiras alargadas. Dentro das caixas, rodas liga-leve diamantadas de 18 polegadas calçadas com pneus 225/45 R18.

As lanternas traseiras em full LED são esguias. A traseira também ganhou novo difusor e sistema de escape com ponteiras mais ovaladas, garantindo um ronco esportivo.

Moderno

O interior segue o exterior, com muita esportividade e um bom padrão de acabamento. O novo volante é mais um dos destaques do modelo. Além da excelente empunhadura, conta com diversos comandos e aletas atrás, que possibilitam ao motorista não retirar as mãos do comando, ainda mais andando rápido.

O painel digital tem várias opções de configurações e no centro uma central multimídia de 10,1 polegadas, com o VW Play. Com possibilidade da conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, a central conta com diversos aplicativos disponíveis para download, modo valet e conexão Wi-Fi via smartphone.

O espaço interno é muito bom para até quatro passageiros. Isso graças á distancia do entre-eixos, que é de 2,68 metros. Para segurança dos passageiros, o GLi vem de série com seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina) e Isofix com top-tether para fixação de cadeirinhas de crianças no banco traseiro.

Veloz

Acelerar o Jetta GLi é uma alegria só. Equipado com um motor de quatro cilindros, dois litros, turbocompressor, injeção direta de combustível, comando de válvulas variável para admissão e escape, o esportivo entrega 231 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque. A transmissão é automática de dupla embreagem com sete velocidades.

Esse conjunto faz o modelo chegar aos 249 quilômetros por hora e acelerar de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos.

O conjunto de tração, o diferencial de deslizamento limitado com sensor de torque controlado eletronicamente (VAQ), que monitora os dados de velocidade e força G lateral, faz os ajustes precisos para manter um equilíbrio ideal de torque entre as rodas dianteiras, transferindo mais força para a roda com maior capacidade de tração na curva.

Esse recurso, inédito no mercado, aumenta a velocidade em curvas e o deixa a “tocada” esportiva ainda mais prazerosa e especial.

Por falar em estabilidade, o sedã esportivo, mesmo em velocidades mais elevadas, está sempre na “mão” do motorista.


E para segurar tanta esportividade, o GLi está equipado com discos ventilados de 312 mm na dianteira e de 300 mm na traseira, transmitindo muita tranquilidade, já que pára sem desvios e em espaço curtos.

Preço
VW Jetta GLi R$ 216.990,00.

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Fiat continua liderando o mercado brasileiro de veículos

A Fiat manteve a liderança do mercado brasileiro com 44.393 emplacadas. Com essa performance mensal, a Fiat chegou ao 31º mês consecutivo na liderança, ou seja, mais de dois anos e meio como a número um do mercado automotivo no Brasil.

Apesar do modelo mais vendido em julho ter sido o Volkswagen Polo, a marca italiana garantiu 20,6% de market share e emplacou três modelos entre os mais vendidos do País: Strada, Argo e Mobi.

No acumulado do ano, a Fiat mantém a liderança com 21,8% de market share e 251.228 unidades emplacadas, o que representa mais de 72 mil unidades à frente da segunda colocada.

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Latin NCAP atualiza o resultado do teste com o Volkswagen Virtus

O Latin NCAP (New Car Assessment Program) é um programa independente de avaliação de carros novos para a América Latina e Caribe. Em parceria com organizações internacionais como Global NCAP, FIA – Federação Internacional de Automobilismo, FIA Foundation, ICRT (International Consumer Research & Testing), e o apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o programa tem o objetivo de fazer avaliações independentes e imparciais de segurança dos carros novos.

No lançamento, a Latin NCAP fez o teste com o Volkswagen Virtus produzido na Índia, onde foi lançado inicialmente, e que é igual ao modelo produzido no Brasil.
Para comprovar os resultados do modelo indiano, o programa refez os testes com o modelo brasileiro. Segundo a Latin NCAP, o Volkswagen Virtus obteve cinco estrelas.

O veículo oferecia inicialmente proteção lateral com airbags de cabeça e tórax e foi atualizado para um sistema de proteção lateral de cabeça com airbags de cortina e do corpo. O modelo também oferece tecnologias ADAS como equipamento opcional, de acordo com as recomendações do Latin NCAP.

 

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Somente por  assinatura VW já está comercializando o seu SUV elétrico ID.4

Para marcar ainda mais as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, a marca alemã começou a comercializar o ID.4. O modelo é seu primeiro o SUV 100% elétrico introduzido no mercado nacional exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.
 

Desde sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano. Junto com o ID.4, a Volkswagen também confirmou a chegada de algumas unidades o ID.Buzz (Kombi 100% elétrica).

Segundo Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, “depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen”.

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses -, com preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

ID.4

O SUV elétrico da Volkswagen tem o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cavalos e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.
A autonomia, segundo a marca é de até 520 quilômetros (pelo sistema WLTP) ou 370 quilômetros (INMETRO).

A Germânica, concessionária Volkswagen na região de Campinas,  apresentou o SUV no último dia 20 de julho e já está comercializando o modelo.

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Coluna Fernando Calmon — Plano de incentivos fiscais ficou bem abaixo das expectativas

Coluna Fernando Calmon nº 1.259 — 11/7/23

Plano de incentivos fiscais ficou bem abaixo das expectativas

Os números de vendas em junho último e ao final do primeiro semestre (ler abaixo as estatísticas) demonstram que só vontade de acertar não é suficiente para dar um suporte crível ao mercado de veículos.

Para começar, houve uma falha de comunicação ao se insinuar a volta do “carro popular”. Comentei anteriormente que esse tipo de veículo não tinha a menor chance de ser recriado em razão de inexistirem as condições técnicas e de mercado dos anos de 1990.

Apesar de o programa federal reservar os maiores descontos aos subcompactos por sua economia de combustível, os melhores resultados ficaram com as picapes pequenas (+ 53%) e os hatches compactos (+ 20%). Subcompactos e SUVs compactos subiram apenas 5% e 11%, respectivamente.

O programa criado por Medida Provisória (MP) incluiu automóveis e comerciais leves, além de caminhões e ônibus. Dessa forma dois terços dos incentivos ficaram para segunda categoria cujos preços são muito maiores. Depois houve um reforço para a primeira categoria e ainda assim em apenas 30 dias os recursos para os estímulos se esgotaram.

Em razão da natural demora no estudo da MP houve grande retração nas vendas e acúmulo de estoques nos pátios dos fabricantes, o que obrigou a paralisação de várias linhas de montagem.

A lição que fica: é contraproducente anunciar um programa de duração tão curta, embora necessário. Afinal, com a taxação sobre veículos leves mais severa do mundo qualquer alívio compensa. Porém, por apenas um mês, perturba mais do que ajuda.

O Governo Federal já descartou outra revisão, mantendo apenas os incentivos para veículos pesados que devem durar no máximo mais três meses e sem nenhum reforço.

Neste mês de julho ainda haverá bons números a registrar porque cerca de 79.000 unidades vendidas deixaram de ser emplacadas em junho pelo acúmulo de serviços nos Detrans.

Mas tanto a Anfavea quanto a Fenabrave mantiveram as modestas previsões de crescimento em 2023 (entre 2% e zero, respectivamente, anunciadas em janeiro deste ano).

Agora as expectativas se voltam ao início de redução cadenciada da taxa básica de juros pelo Banco Central, em agosto. Haverá mais três reuniões até o fim do ano. O mercado de veículos continua altamente sensível aos custos dos financiamentos.

No entanto, o máximo que se pode desejar hoje é um feliz 2024.

Vencedores em 16 categorias no primeiro semestre do ano

Com as vendas de junho impulsionadas pelo curto programa de incentivos fiscais do Governo Federal houve reflexos no acumulado do primeiro semestre. O crescimento foi de 10% de veículos leves e pesados em relação ao mesmo período de 2022.

A normalização na produção levou o Onix de volta à liderança entre os hatches compactos. Mas o melhor desempenho foi do Polo que em apenas um ano passou de 1% para 19% no segmento graças à versão de entrada Track, deslocando o HB20 da segunda para a terceira colocação.

O Corolla chegou a uma participação recorde no histórico de classificação desta coluna desde o seu início em 1999: 81% entre 12 concorrentes. Mas também se destacaram os BMW Série 3/4 com 71% de nove concorrentes. A chegada da picape Montana afetou a ex-recordista de participação entre todos os segmentos: Strada já alcançou quase 80%, porém enfrentou um mergulho para “apenas” 57%, embora ainda lidere com folga.

Houve mais três vencedores no primeiro semestre deste ano frente ao resultado de 2022. Panamera superou o Taycan (numa “briga” em família entre os sedãs grandes da marca Porsche); Cayenne deixou para trás os BMW X5/X6; Tracker caiu para o terceiro lugar, entregando a liderança para o T-Cross que penou para superar o Creta: 13,5% de participação contra 13% do rival sul-coreano.

Criei agora mais duas categorias para acompanhar a evolução das novas tecnologias: híbridos e elétricos. Estas representam apenas 5,6% e 0,6%, respectivamente, das vendas totais de modelos leves. Corolla Cross e XC40, respectivamente, lideraram no primeiro semestre do ano.

Ranking da coluna tem critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Sedãs de topo (baixo volume) e monovolumes (oferta reduzida) ficam de fora. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de dois) e de maior importância dentro do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Hatch subcompacto: Mobi, 53%; Kwid, 46%. Kwid avançou.

Hatch compacto: Onix, 22%; Polo, 19%; HB20/X, 17%; Argo, 16%; Yaris, 5,9% ; 208, 5,8%; C3, 5,7%; City, 3%; Sandero/Stepway, 2%. Volta a liderar o Onix.

Sedã compacto: Onix Plus, 38%; Cronos, 20%; HB20S, 10,5%; Virtus, 10,3%; City, 7%; Yaris, 6%; Versa, 4%; Logan, 1%; Ampliada a vantagem do líder.

Sedã médio-compacto: Corolla, 81%; Sentra, 8%; Jetta, 3%. Corolla avançou ainda mais.

Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 74%; Mercedes Classe C, 8%; Audi A5/S5/RS5, 7%. Líder incontestável.

Sedã grande: Panamera, 39%; Taycan, 32%; Han, 12%. Panamera de volta à liderança.

Esportivo: Mustang, 50%; BMW M3/M4, 40%; Challenger, 5%. Mustang manteve posição.

Esporte: 911, 57%; 718 Boxster/Cayman, 20%; F-Type, 6%. Inabalável o 911.

SUV compacto: T-Cross, 13,5%; Creta, 13%; Tracker, 12%; Renegade, 9,4%; Kicks, 9,3%; Pulse, 9,1%; Nivus, 8,8%; HR-V, 8,7%; Fastback, 7%; Duster, 5%; Tiggo 5x, 2%. Briga intensa pela liderança.

SUV médio-compacto: Compass, 46%; Corolla Cross, 32%; Taos, 10%. Compass firme.

SUV médio-grande: Commander, 29%, SW4, 19%; Tiggo 8, 10%. Líder com folga menor.

SUV grande: Cayenne, 23%; BMW X5/X6, 14%; XC90, 13%. Cayennne recupera liderança.

Picape pequena: Strada, 57%; Saveiro, 21%; Montana, 16%. Strada, líder, encolhe um pouco.

Picape média (carga 1.000 kg): Toro, 30%; Hilux, 25%; S10, 16%. Liderança mantida da Toro.

Híbridos: Corolla Cross, 19%; Corolla, 12%; Tiggo 5x, 8%.

Elétricos: XC40, 28%; Yuan Plus, 13%; C40, 9%.

 

 

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Volkswagen T-Cross ganha versão especial The Town

Muito comum na Europa para marcar ações especiais de marketing que apoia, a Volkswagen está lançando uma edição especial do T-Cross: a The Town. A edição faz alusão ao maior evento de música, cultura e arte de São Paulo.

Antes já tinha feito o Gol Rolling Stones e o Fox Rock In Rio. Depois de anunciar seu patrocínio à primeira edição do The Town, a Volkswagen do Brasil apresenta o carro do festival: o T-Cross The Town.

O T-Cross The Town, produzido na planta de São José dos Pinhais – PR é baseado na versão 200 TSI, equipada com motor até 128 cavalos e 20,4 kgfm de torque. O é câmbio automático de seis velocidades. Na versão especial, o modelo ganha itens de série somente encontrados nas configurações mais completas.

Do lado de fora, o SUV aparece com pintura bicolor – com coluna C e teto pintados na cor preto Ninja, assim como os retrovisores externos e o rack de teto. A versão pode ser adquirida em quatro opções de cores.

O modelo conta ainda com rodas de liga leve de 17”, com acabamento diamantado e pintadas na cor preta. O destaque externo fica para o badge exclusivo “The Town”, localizado próximo da linha de cintura, ligeiramente abaixo dos retrovisores, nas duas laterais do veículo.

Ainda do lado de fora, o T-Cross The Town vem faróis de neblina em LED e lanternas traseiras em LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e também câmera de ré.

O acabamento interno é exclusivo. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul. Os apoia-braços dianteiros são acolchoados e parcialmente em vinil.

O modelo conta ainda com um brinde: um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, composto por uma mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

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