Volkswagen

Grupo Germânica abre em Valinhos mais uma concessionária Volkswagen

O Grupo Germânica, uma das maiores redes de concessionárias do interior de São Paulo, inaugurou ontem (24), em Valinhos, a sua 33ª revenda. O evento contou com a presença do CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom e do vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil, Roger Corassa.

“Meu agradecimento especial a todos que se dedicaram e viabilizaram este mais novo investimento do grupo. Construímos a loja em tempo recorde e de acordo com o novo conceito da Volkswagen”, destacou o diretor do Grupo Germânica, Evandro Garms.

Localizada na Avenida Joaquim Alves Corrêa, 1974, no Jardim Santo Antonio, a nova concessionária do Grupo Germânica recebeu mais de R$ 12 milhões de investimento e gerou cerca de 40 empregos diretos. Tem 2.800 metros quadrados de área construída e um visual leve, sofisticado e ousado que traduz o New Brand Design da Volkswagen.

Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, enalteceu a grandeza do Grupo Germânica e disse que se sentiu honrado em participar da inauguração. “É uma honra participar da inauguração desta nova casa em Valinhos”, afirmou.

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Volks lança novo capítulo na história dos modelos em homenagem a bandas e festivais

Tradição na Europa, a Volkswagen vem marcando a história com veículos especiais relacionados a bandas musicais. O primeiro foi em 1992, o Golf Gênesis, e dois anos depois, o Golf Pink Floyd. Essa experiência positiva fez a Volkswagen do Brasil acompanhar a matriz e marcar seus apoios a bandas ou eventos musicais.

No Brasil o primeiro foi a série Rolling Stones, em 1995, que marcava a passagem da banda inglesa pelo Brasil e de uma das maiores turnês musicais de todos os tempos.

À época, o Gol era o carro mais vendido do Brasil pelo oitavo ano seguido (O Gol teve a sua produção encerrada no ano passado depois de XX anos como o carro mais vendido) e foi identificado com o nome do grupo e o tema “Voodoo Lounge”, que simbolizava a turnê que dava nome ao 22º disco dos Stones.


Baseado numa das versões de entrada, a CLi, já que visava o publico jovem, o carro era equipado com um motor 1,6 litro e tinha itens de conforto interessantes para aqueles tempos: aquecimento interno, anti-embaçante e limpador/lavador para o vidro traseiro, vidros verdes e pára-brisa degradê, volante de direção espumado, conjunto de preparação para o som, com antena no pára-brisa, e toca-fitas Volksline.

O comprador de “presente” recebia uma fita cassete do álbum dos Rolling Stones, “Voodoo Lounge”. As cores oferecidas eram vermelho, preto branco e azul. Hoje, é modelo de coleção.

Show

Outros destaques foram os modelos que registraram o apoio ao maior festival de musica do Brasil: Rock in Rio.

O primeiro foi em 2011 quando a Volkswagen, para marcar a décima edição do evento lançou o Gol e Fox Rock in Rio. Os modelos recebiam acabamento e cores, azul e branco, inspirado nas cores e temáticas do evento. E eram muito bem equipados.

Com motorização de um litro flex, o modelo se destacava pelo largo adesivo que corria ao longo das duas portas, na parte inferior, com o logotipo Rock in Rio. O friso descaracterizava uma banda de rock tocando e o público curtindo. Nos dois modelos vários adesivos destacavam que eram uma serie especial alusiva ao Rock in Rio.
De “brinde” os compradores ganhavam uma senha exclusiva, que dava o direito a baixar pela internet as músicas do evento. A série especial foi limitada em 2700 unidades do Gol e 1050 do Fox.

Em 2013 o Fox voltou a ser o modelo para a edição especial. Desta vez o modelo/roqueiro foi comercializado durante seis meses e vinha mais uma vez com enormes faixas laterais destacando a silhueta de uma guitarra. O Fox Rock in Rio era equipado com um motor 1,6 Total Flex e tinha rodas de liga leve de 15 polegadas.

Já em 2015, a marca alemã ousou customizando o Gol, Fox e Saveiro, Os três modelos partiam de unidades Comfortline e tinham motorizações 1,0 (no Gol) e 1,6 litro (na Saveiro e Fox) .

Eram muito completos: ar-condicionado, direção hidráulica, conjunto elétrico, rodas de 15 polegadas Gobi e pneus 195/55 R15, rádio CD-Player com sistema Bluetooth e faróis duplos com máscara negra. O volante multifuncional era revestido de couro com costura vermelha.

Agora a marca se destaca com o lançamento da edição especial do suv T‑Cross The Town. O modelo chega para marcar o evento que será realizado em setembro, na cidade de São Paulo.

Equipado com motor 200 TSI, a versão tem a pintura em dois tons e é bem equipada. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul.

Os compradores do T‑Cross The Town “recebem” um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, como, caixa personalizada com mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

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Teste: Volkswagen Jetta GLi tem de sobra conforto e desempenho

Lançado nos Estados Unidos em 1984, o quase quarentão Volkswagen Jetta GLi sempre foi um modelo diferenciado e desejado. Produzido no México, o Golf com porta-malas, como ficou conhecido, se destaca pelo acabamento especial, bom espaço interno, design bonito e desempenho muito esportivo.

Recentemente o modelo ganhou uma edição comemorativa, a GLI 40th Anniversary Edition, limitada em 1.984 unidades e que não virá para o mercado nacional.

No Brasil chegou em 2019, trazendo todas as suas qualidades por um preço muito menor que o seus concorrentes. Em 2022 o Jetta GLi passou por uma renovação, que o deixou ainda mais esportivo, moderno e tecnológico.

A prova do desejo que provoca é que o modelo tem fila de espera de mais de quatro meses. Afinal, o GLi é mais potente e equipado que o seu concorrente direto, o Audi A3 sedan, e muito mais barato.

Esportivo

Por fora, o novo o GLI ganhou para-choques dianteiro e traseiro novos. A grade foi redesenhada com detalhes em “colmeia” na cor preta e a tradicional faixa vermelha, que destaca o modelo esportivo dos demais Jettas. Os faróis afinados são de full LED e dão um charme especial á dianteira.

A lateral, as elegantes linhas dão o tom da esportividade do sedã, com destaque para as caixas de rodas traseiras alargadas. Dentro das caixas, rodas liga-leve diamantadas de 18 polegadas calçadas com pneus 225/45 R18.

As lanternas traseiras em full LED são esguias. A traseira também ganhou novo difusor e sistema de escape com ponteiras mais ovaladas, garantindo um ronco esportivo.

Moderno

O interior segue o exterior, com muita esportividade e um bom padrão de acabamento. O novo volante é mais um dos destaques do modelo. Além da excelente empunhadura, conta com diversos comandos e aletas atrás, que possibilitam ao motorista não retirar as mãos do comando, ainda mais andando rápido.

O painel digital tem várias opções de configurações e no centro uma central multimídia de 10,1 polegadas, com o VW Play. Com possibilidade da conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, a central conta com diversos aplicativos disponíveis para download, modo valet e conexão Wi-Fi via smartphone.

O espaço interno é muito bom para até quatro passageiros. Isso graças á distancia do entre-eixos, que é de 2,68 metros. Para segurança dos passageiros, o GLi vem de série com seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina) e Isofix com top-tether para fixação de cadeirinhas de crianças no banco traseiro.

Veloz

Acelerar o Jetta GLi é uma alegria só. Equipado com um motor de quatro cilindros, dois litros, turbocompressor, injeção direta de combustível, comando de válvulas variável para admissão e escape, o esportivo entrega 231 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque. A transmissão é automática de dupla embreagem com sete velocidades.

Esse conjunto faz o modelo chegar aos 249 quilômetros por hora e acelerar de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos.

O conjunto de tração, o diferencial de deslizamento limitado com sensor de torque controlado eletronicamente (VAQ), que monitora os dados de velocidade e força G lateral, faz os ajustes precisos para manter um equilíbrio ideal de torque entre as rodas dianteiras, transferindo mais força para a roda com maior capacidade de tração na curva.

Esse recurso, inédito no mercado, aumenta a velocidade em curvas e o deixa a “tocada” esportiva ainda mais prazerosa e especial.

Por falar em estabilidade, o sedã esportivo, mesmo em velocidades mais elevadas, está sempre na “mão” do motorista.


E para segurar tanta esportividade, o GLi está equipado com discos ventilados de 312 mm na dianteira e de 300 mm na traseira, transmitindo muita tranquilidade, já que pára sem desvios e em espaço curtos.

Preço
VW Jetta GLi R$ 216.990,00.

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Fiat continua liderando o mercado brasileiro de veículos

A Fiat manteve a liderança do mercado brasileiro com 44.393 emplacadas. Com essa performance mensal, a Fiat chegou ao 31º mês consecutivo na liderança, ou seja, mais de dois anos e meio como a número um do mercado automotivo no Brasil.

Apesar do modelo mais vendido em julho ter sido o Volkswagen Polo, a marca italiana garantiu 20,6% de market share e emplacou três modelos entre os mais vendidos do País: Strada, Argo e Mobi.

No acumulado do ano, a Fiat mantém a liderança com 21,8% de market share e 251.228 unidades emplacadas, o que representa mais de 72 mil unidades à frente da segunda colocada.

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Latin NCAP atualiza o resultado do teste com o Volkswagen Virtus

O Latin NCAP (New Car Assessment Program) é um programa independente de avaliação de carros novos para a América Latina e Caribe. Em parceria com organizações internacionais como Global NCAP, FIA – Federação Internacional de Automobilismo, FIA Foundation, ICRT (International Consumer Research & Testing), e o apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o programa tem o objetivo de fazer avaliações independentes e imparciais de segurança dos carros novos.

No lançamento, a Latin NCAP fez o teste com o Volkswagen Virtus produzido na Índia, onde foi lançado inicialmente, e que é igual ao modelo produzido no Brasil.
Para comprovar os resultados do modelo indiano, o programa refez os testes com o modelo brasileiro. Segundo a Latin NCAP, o Volkswagen Virtus obteve cinco estrelas.

O veículo oferecia inicialmente proteção lateral com airbags de cabeça e tórax e foi atualizado para um sistema de proteção lateral de cabeça com airbags de cortina e do corpo. O modelo também oferece tecnologias ADAS como equipamento opcional, de acordo com as recomendações do Latin NCAP.

 

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Somente por  assinatura VW já está comercializando o seu SUV elétrico ID.4

Para marcar ainda mais as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, a marca alemã começou a comercializar o ID.4. O modelo é seu primeiro o SUV 100% elétrico introduzido no mercado nacional exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.
 

Desde sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano. Junto com o ID.4, a Volkswagen também confirmou a chegada de algumas unidades o ID.Buzz (Kombi 100% elétrica).

Segundo Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil, “depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen”.

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses -, com preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

ID.4

O SUV elétrico da Volkswagen tem o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cavalos e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.
A autonomia, segundo a marca é de até 520 quilômetros (pelo sistema WLTP) ou 370 quilômetros (INMETRO).

A Germânica, concessionária Volkswagen na região de Campinas,  apresentou o SUV no último dia 20 de julho e já está comercializando o modelo.

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Coluna Fernando Calmon — Plano de incentivos fiscais ficou bem abaixo das expectativas

Coluna Fernando Calmon nº 1.259 — 11/7/23

Plano de incentivos fiscais ficou bem abaixo das expectativas

Os números de vendas em junho último e ao final do primeiro semestre (ler abaixo as estatísticas) demonstram que só vontade de acertar não é suficiente para dar um suporte crível ao mercado de veículos.

Para começar, houve uma falha de comunicação ao se insinuar a volta do “carro popular”. Comentei anteriormente que esse tipo de veículo não tinha a menor chance de ser recriado em razão de inexistirem as condições técnicas e de mercado dos anos de 1990.

Apesar de o programa federal reservar os maiores descontos aos subcompactos por sua economia de combustível, os melhores resultados ficaram com as picapes pequenas (+ 53%) e os hatches compactos (+ 20%). Subcompactos e SUVs compactos subiram apenas 5% e 11%, respectivamente.

O programa criado por Medida Provisória (MP) incluiu automóveis e comerciais leves, além de caminhões e ônibus. Dessa forma dois terços dos incentivos ficaram para segunda categoria cujos preços são muito maiores. Depois houve um reforço para a primeira categoria e ainda assim em apenas 30 dias os recursos para os estímulos se esgotaram.

Em razão da natural demora no estudo da MP houve grande retração nas vendas e acúmulo de estoques nos pátios dos fabricantes, o que obrigou a paralisação de várias linhas de montagem.

A lição que fica: é contraproducente anunciar um programa de duração tão curta, embora necessário. Afinal, com a taxação sobre veículos leves mais severa do mundo qualquer alívio compensa. Porém, por apenas um mês, perturba mais do que ajuda.

O Governo Federal já descartou outra revisão, mantendo apenas os incentivos para veículos pesados que devem durar no máximo mais três meses e sem nenhum reforço.

Neste mês de julho ainda haverá bons números a registrar porque cerca de 79.000 unidades vendidas deixaram de ser emplacadas em junho pelo acúmulo de serviços nos Detrans.

Mas tanto a Anfavea quanto a Fenabrave mantiveram as modestas previsões de crescimento em 2023 (entre 2% e zero, respectivamente, anunciadas em janeiro deste ano).

Agora as expectativas se voltam ao início de redução cadenciada da taxa básica de juros pelo Banco Central, em agosto. Haverá mais três reuniões até o fim do ano. O mercado de veículos continua altamente sensível aos custos dos financiamentos.

No entanto, o máximo que se pode desejar hoje é um feliz 2024.

Vencedores em 16 categorias no primeiro semestre do ano

Com as vendas de junho impulsionadas pelo curto programa de incentivos fiscais do Governo Federal houve reflexos no acumulado do primeiro semestre. O crescimento foi de 10% de veículos leves e pesados em relação ao mesmo período de 2022.

A normalização na produção levou o Onix de volta à liderança entre os hatches compactos. Mas o melhor desempenho foi do Polo que em apenas um ano passou de 1% para 19% no segmento graças à versão de entrada Track, deslocando o HB20 da segunda para a terceira colocação.

O Corolla chegou a uma participação recorde no histórico de classificação desta coluna desde o seu início em 1999: 81% entre 12 concorrentes. Mas também se destacaram os BMW Série 3/4 com 71% de nove concorrentes. A chegada da picape Montana afetou a ex-recordista de participação entre todos os segmentos: Strada já alcançou quase 80%, porém enfrentou um mergulho para “apenas” 57%, embora ainda lidere com folga.

Houve mais três vencedores no primeiro semestre deste ano frente ao resultado de 2022. Panamera superou o Taycan (numa “briga” em família entre os sedãs grandes da marca Porsche); Cayenne deixou para trás os BMW X5/X6; Tracker caiu para o terceiro lugar, entregando a liderança para o T-Cross que penou para superar o Creta: 13,5% de participação contra 13% do rival sul-coreano.

Criei agora mais duas categorias para acompanhar a evolução das novas tecnologias: híbridos e elétricos. Estas representam apenas 5,6% e 0,6%, respectivamente, das vendas totais de modelos leves. Corolla Cross e XC40, respectivamente, lideraram no primeiro semestre do ano.

Ranking da coluna tem critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Sedãs de topo (baixo volume) e monovolumes (oferta reduzida) ficam de fora. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de dois) e de maior importância dentro do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Hatch subcompacto: Mobi, 53%; Kwid, 46%. Kwid avançou.

Hatch compacto: Onix, 22%; Polo, 19%; HB20/X, 17%; Argo, 16%; Yaris, 5,9% ; 208, 5,8%; C3, 5,7%; City, 3%; Sandero/Stepway, 2%. Volta a liderar o Onix.

Sedã compacto: Onix Plus, 38%; Cronos, 20%; HB20S, 10,5%; Virtus, 10,3%; City, 7%; Yaris, 6%; Versa, 4%; Logan, 1%; Ampliada a vantagem do líder.

Sedã médio-compacto: Corolla, 81%; Sentra, 8%; Jetta, 3%. Corolla avançou ainda mais.

Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 74%; Mercedes Classe C, 8%; Audi A5/S5/RS5, 7%. Líder incontestável.

Sedã grande: Panamera, 39%; Taycan, 32%; Han, 12%. Panamera de volta à liderança.

Esportivo: Mustang, 50%; BMW M3/M4, 40%; Challenger, 5%. Mustang manteve posição.

Esporte: 911, 57%; 718 Boxster/Cayman, 20%; F-Type, 6%. Inabalável o 911.

SUV compacto: T-Cross, 13,5%; Creta, 13%; Tracker, 12%; Renegade, 9,4%; Kicks, 9,3%; Pulse, 9,1%; Nivus, 8,8%; HR-V, 8,7%; Fastback, 7%; Duster, 5%; Tiggo 5x, 2%. Briga intensa pela liderança.

SUV médio-compacto: Compass, 46%; Corolla Cross, 32%; Taos, 10%. Compass firme.

SUV médio-grande: Commander, 29%, SW4, 19%; Tiggo 8, 10%. Líder com folga menor.

SUV grande: Cayenne, 23%; BMW X5/X6, 14%; XC90, 13%. Cayennne recupera liderança.

Picape pequena: Strada, 57%; Saveiro, 21%; Montana, 16%. Strada, líder, encolhe um pouco.

Picape média (carga 1.000 kg): Toro, 30%; Hilux, 25%; S10, 16%. Liderança mantida da Toro.

Híbridos: Corolla Cross, 19%; Corolla, 12%; Tiggo 5x, 8%.

Elétricos: XC40, 28%; Yuan Plus, 13%; C40, 9%.

 

 

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Volkswagen T-Cross ganha versão especial The Town

Muito comum na Europa para marcar ações especiais de marketing que apoia, a Volkswagen está lançando uma edição especial do T-Cross: a The Town. A edição faz alusão ao maior evento de música, cultura e arte de São Paulo.

Antes já tinha feito o Gol Rolling Stones e o Fox Rock In Rio. Depois de anunciar seu patrocínio à primeira edição do The Town, a Volkswagen do Brasil apresenta o carro do festival: o T-Cross The Town.

O T-Cross The Town, produzido na planta de São José dos Pinhais – PR é baseado na versão 200 TSI, equipada com motor até 128 cavalos e 20,4 kgfm de torque. O é câmbio automático de seis velocidades. Na versão especial, o modelo ganha itens de série somente encontrados nas configurações mais completas.

Do lado de fora, o SUV aparece com pintura bicolor – com coluna C e teto pintados na cor preto Ninja, assim como os retrovisores externos e o rack de teto. A versão pode ser adquirida em quatro opções de cores.

O modelo conta ainda com rodas de liga leve de 17”, com acabamento diamantado e pintadas na cor preta. O destaque externo fica para o badge exclusivo “The Town”, localizado próximo da linha de cintura, ligeiramente abaixo dos retrovisores, nas duas laterais do veículo.

Ainda do lado de fora, o T-Cross The Town vem faróis de neblina em LED e lanternas traseiras em LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e também câmera de ré.

O acabamento interno é exclusivo. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul. Os apoia-braços dianteiros são acolchoados e parcialmente em vinil.

O modelo conta ainda com um brinde: um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town, composto por uma mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

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Coluna Fernando Calmon — Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.258 — 4/7/23

Passado, presente e futuro em 70 anos da VW no Brasil

Ao comemorar sete décadas de atuação no Brasil a VW relembrou o início modestíssimo, em 23 de março de 1953. Apenas 12 funcionários montavam carros importados da Alemanha num galpão na rua do Manifesto, bairro paulistano do Ipiranga.

Em quatro anos produziram apenas 2.268 Fuscas e 552 Kombis. A fábrica em São Bernardo do Campo (SP) que iria se tornar a maior do Brasil em um só terreno, começou a produzir a Kombi com 50% de índice de localização em 2 de setembro de 1957. Foi a primeira instalação fabril da marca fora do país de origem.

Em 3 de janeiro de 1959 o Fusca começou a ser produzido à margem da Via Anchieta. Até 1986 foram 3,1 milhões de unidades, o que nenhum modelo no País havia alcançado até então.

Depois, mais três unidades: Taubaté (SP), em 14 de janeiro de 1976; São Carlos (SP) exclusiva para motores, em 12 de outubro de 1996 e São José dos Pinhais (PR), em 18 de janeiro de 1999. Até maio passado a VW produziu 25 milhões de unidades, das quais vendeu internamente 21 milhões e exportou 4 milhões.

Foram 34 modelos em quatro décadas, em ordem cronológica: Kombi; Fusca, VW 1600, Variant, VW 1600 TL, SP 1/SP 2, Brasília, Passat, Variant II, Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Santana, Quantum, Apollo, Logus, Pointer, Golf (nacional), Polo, Polo Sedã, Fox, CrossFox, SpaceFox, up!, Saveiro Cabine Dupla, cross up!, Jetta (por breve tempo), Polo II, Virtus, T‑Cross, Golf GTE (importado), Nivus e Taos. Serão lançados 15 produtos (incluindo versões de modelos existentes, híbridos flex e elétricos) até 2025, dos quais sete já estão nas ruas.

A marca foi uma das primeiras a ter engenharia própria no Brasil, seguida pelo centro de desenvolvimento, pesquisa e design (1965), além de laboratórios de segurança veicular (1971), de emissões (1977), de realidade virtual e aumentada (2018). O presente está ligado ao Way to Zero Center (Centro Rumo ao Zero de emissões), inaugurado ano passado e focado em tecnologias de baixa emissão de CO2 como híbridos flex e plugáveis e mais para frente, elétricos.

O futuro começou a se delinear agora. Na festa dos 70 anos no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, apresentou os elétricos SUV ID.4 e monovolume ID. Buzz inspirado no furgão Kombi original. Serão comercializados ainda neste trimestre apenas por meio de assinaturas e preços a anunciar.

A VW, na Alemanha, traçou uma meta de aumentar as vendas em 40% no Brasil até 2027. Já a penetração total de mercado dos veículos elétricos a bateria (VEB) aqui foi estimada pela matriz em cerca de 4% em 2033, o que me pareceu previsão cautelosa, mas realista. No entanto, a filial brasileira pretende crescer aqui mais rápido do que o mercado no segmento de VEB.

BYD faz aposta de peso no mercado brasileiro

 

Depois de algum mistério alimentado por vários meses, a BYD confirmou investimento de R$ 3 bilhões no município baiano de Camaçari. Os planos contemplam a produção de automóveis híbridos, numa primeira fase, e depois elétricos a bateria (data em aberto). A capacidade inicial será de 150.000 unidades ao ano (fala-se em 30.000 apenas, no primeiro ano). As primeiras unidades deixarão a linha de montagem até o final de 2024. Índice de localização deverá ser muito baixo: pouco mais do que uma operação CKD, a partir de veículos desmontados.

Persiste, no entanto, a dúvida se a BYD comprará ou não a fábrica que pertence à Ford, onde produziram-se EcoSport e Ka até janeiro de 2021. Desde o início das tratativas comentei que o acordo não tinha sido fechado e o cenário continua o mesmo. A matriz da Ford, nos EUA, é que tomará a decisão e isso implica, possivelmente, um jogo com nuances de geopolítica.

A marca chinesa, claro, tem a opção de construir novas instalações no mesmo município a partir de um greenfield (terreno desocupado). O cronograma ficaria apertado, mas podemos lembrar que a Honda construiu a fábrica de Itirapina (SP) em um ano com capacidade nominal de 120.000 unidades/ano em dois turnos. Para facilitar, o governo da Bahia cedeu o porto marítimo de Aratu, também já usado pela Ford.

Os planos do mais novo fabricante a se instalar no Brasil incluem produção de chassis para ônibus e caminhões elétricos. E ainda uma unidade para processamento de lítio e ferro fosfato, matéria-prima para baterias que atenderá o mercado externo. Nada adiantou sobre produção local de baterias.

 

Vendas em junho reagiram graças aos incentivos fiscais

 

Para o presidente da Fenabrave, José Andreta Jr, o programa de incentivos fiscais (R$ 500 milhões) da MP 1.175, que vigorou em junho e agora estendido, foi um sucesso e possibilitou às concessionárias reduzir seus estoques. “Fez bater os corações” com os clientes voltando aos salões de exposição, ele disse. Apesar dos estoques nas fábricas ainda estarem elevados, as vendas de automóveis e comerciais leves de 179.691 unidades no mês passado, representou aumento de 8% em relação a maio deste ano.

Quanto ao acumulado do primeiro semestre houve aumento de 9,76% em relação ao do ano passado. Se considerados também caminhões e ônibus o avanço sobre 2022 recua um pouco para 8,76%. Andreta também acredita que o mercado deve se manter aquecido em julho. Segundo ele, o mês pode ter quebra de recorde com o adicional de R$ 300 milhões em incentivos para automóveis de até R$ 120.000, além da liberação para compras por parte das locadoras.

Mesmo assim, a entidade mantém posição cautelosa e continua com previsão de resultados semelhantes ao do ano passado, no balanço final de 2023. Por isso não alterou as previsões feitas em janeiro deste ano. Andreta Jr não vê a elevada taxa de juros atual como um entrave forte às vendas, mas sim a redução do poder de compra dos clientes.

Para se ter um balanço mais exato, em minha opinião, é preciso ver o ritmo de queda dos juros a partir de agosto. Para manter a inflação sob controle ou pelo mesmo comportada, o Governo Federal precisa se sustentar dentro dos princípios de responsabilidade fiscal e esquecer de vez que “gasto é vida” sem controle.

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Milhares de pessoas se emocionam na festa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil

Como parte das comemorações de seus 70 anos de história no País, a Volkswagen do Brasil organizou ontem (03) uma mega festa no Ginásio do Ibirapuera para funcionários  e convidados. Além do desfile de algumas preciosidades da marca pelo palco, Mas o ponto alto, foi a  apresentação de sua nova campanha institucional destacando a evolução da marca e de seu portfólio de produtos. Afinal, “o novo sempre vem”’.

Com ajuda de inteligência artificial, a Volkswagen proporcionou um reencontro inédito, interrompido há mais de quatro décadas, entre Elis Regina, uma das maiores cantoras da história da música brasileira, e sua filha Maria Rita (presente á festa e chorou emocionada), herdeira desse talento, e ícone da MPB atual. Ao som de ‘Como nossos pais’, de Belchior, e eternizado na voz de Elis, elas protagonizam, pela primeira vez, um dueto emocionante por meio da tecnologia.

O filme traz esse momento fictício e inicia com Maria Rita ao volante do ID. Buzz, que é a versão 100% elétrica da Kombi. Na mesma estrada, a mãe, Elis Regina, segue dirigindo a Kombi clássica. Juntas, elas cantam “Como nossos pais”, mostrando que “o novo sempre vem”.

Enquanto isso, alguns clássicos icônicos da marca aparecem de forma saudosa, encerrando com a mensagem ‘Volkswagen, sucesso que passa de geração em geração’.

Assista ao filme clicando aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=aMl54-kqphE 

A campanha de 70 anos da Volkswagen do Brasil também faz uma conexão com o anúncio realizado pela marca de que o ícone ressurgirá: a Kombi está de volta! Ela retorna em sua versão eletrificada, o ID. Buzz. E isso dez anos após o fim da produção do modelo que conquistou o coração dos brasileiros.

Sua versão 100% elétrica chegará ao Brasil em lote limitado especial com 70 unidades em homenagem aos 70 anos da marca.

Numa analogia à própria música, trazendo em seus versos que ‘o novo sempre vem’ e revelando a transição geracional, a campanha também evidencia – sem deixar de celebrar o passado – o fortalecimento da Volkswagen do Brasil na estratégia global de eletrificação da marca.

“A Volkswagen do Brasil tem o compromisso de ser uma empresa cada vez mais humana e próxima das pessoas. E nada mais emocionante do que promover um encontro inédito entre a mãe Elis Regina e a filha Maria Rita, dois ícones da música que estão nos corações dos brasileiros, assim como a Volkswagen do Brasil, que neste ano celebra seus 70 anos de história e sucesso no País. Com a campanha, a Volkswagen destaca a evolução da marca e a renovação do seu portfólio de produtos, mostrando que ‘o novo sempre vem’.

Ao unir a Kombi, um ícone do passado, com o ID. Buzz, a versão 100% elétrica do modelo, que chega ao Brasil em lote limitado de 70 unidades, fortalece a presença do País na estratégia global de eletrificação da marca”, diz o vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil, Roger Corassa.

Para ilustrar esse momento, a gravação do reencontro combina a transmissão de uma série de memórias dos clássicos e também populares automóveis brasileiros da Volkswagen, como, além da Kombi, o Gol, o Fusca, a Brasília e o SP2, que agora dão lugar ao novo portfólio da marca, incluindo os modelos 100% elétricos ID. Buzz e ID.4, além dos SUVs com nota máxima em segurança: T-Cross, Nivus e Taos, as picapes, o Virtus, que é o mais novo sedã do mercado, e o Polo.

A escolha de ter as duas grandes artistas, sincronizando com a lembrança de vários sucessos de diferentes épocas da Volkswagen do Brasil foi justamente para reviver e homenagear as várias gerações marcantes do País.

“A campanha de 70 anos da Volkswagen do Brasil é uma homenagem às artes de fazer música e automóveis, produtos que encantam e emocionam as pessoas. Esse encontro de mãe e filha entre Elis Regina e Maria Rita, além de emocionar, também reforça o DNA da marca em tecnologia e inovação, trazendo o uso de inteligência artificial treinada para fazer o reconhecimento facial de Elis.
Esse é um presente que a Volkswagen oferece em sua celebração de 70 anos: um dos maiores encontros intergeracionais da música e dos automóveis. E somente a Volks poderia proporcionar essa homenagem aos brasileiros. Somos uma marca com história com os brasileiros e essa homenagem era um sonho para todos os colaboradores e clientes que fizeram e fazem parte da família Volkswagen”, afirma Livia Kinoshita, gerente executiva de Marketing Comunicação da Volkswagen do Brasil e SAM.

Intérprete de clássicos como Águas de Março e O Bêbado e a Equilibrista, Elis Regina faleceu há 41 anos, quando Maria Rita tinha apenas quatro anos. Dessa forma, essa é a primeira vez que elas protagonizam juntas uma canção.

 

 

Milhares de pessoas se emocionam na festa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil Read More »

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