vendas

Ram Rampage comemora a marca de 50 mil unidades emplacadas

A Rampage, primeira Ram desenvolvida e produzida fora da América do Norte, está fazendo história no mercado nacional. O modelo superou as 50 mil unidades vendidas desde o lançamento.

Atualmente, a Rampage é comercializada em quatro versões: Big Horn, Rebel, Laramie e R/T.  Além do sucesso nas vendas, a Rampage foi eleita pela imprensa especializada do prêmio Abiauto a melhor picape de 2024.

Ram Rampage comemora a marca de 50 mil unidades emplacadas Read More »

Caoa realiza no próximo sábado um evento com condições especiais

As concessionárias Caoa vão realizar no próximo dia 18 de outubro (sábado) o evento Caoa Day 2025. No ano passado, durante o evento, foram comercializados dois mil veículos. O Caoa Day reúne condições exclusivas para veículos zero quilômetro, seminovos e, também, em serviços de pós-venda.

Ofertas
Tiggo 5x – a partir de R$ 119.990
Tiggo 7 – a partir de R$ 139.990
Tiggo 8 PRO Max Drive (7 lugares) – a partir de R$ 194.990
Arrizo 6 PRO Max Drive – a partir de R$ 139.990
Linha Híbrida Plug-in (Tiggo 7 PRO PHEV e Tiggo 8 PRO PHEV) – a partir de R$ 219.990

Caoa realiza no próximo sábado um evento com condições especiais Read More »

Bonito e muito sofisticado, o SUV Renault Boreal já está á venda

Depois do lançamento do Kardian, a Renault prepara mais um importante lançamento para o mercado nacional e as vendas já começaram. O SUV Boreal é o modelo mais sofisticado, tecnológico e elegante que a marca francesa já fabricou no mercado nacional.

Com preços muito competitivos no segmento, o Boreal estará disponível em três versões de acabamento: Evolution, Techno e Iconic. Todas as versões contaram com a motorização turbo 1,3 litro, turbo, flex com 165 cavalos e 270 Nm de torque. A transmissão será automática de dupla embreagem úmida com seis marchas.

Quem fizer a reserva antecipada terá várias vantagens:, preço promocional, antecipação na aquisição, concorrerá ao sorteio de 30 pares de ingressos para o lendário torneio de tênis Roland-Garros, em Paris – França e outros brindes.

O Boreal R Pass será adquirido por R$ 1.000 e esse valor pago será descontado no preço final do carro, portanto na efetivação do pedido, o cliente só pagará a diferença entre esse sinal e o preço do carro.

Para o período de lançamento, os clientes ainda contarão com bônus no usado de até R$ 12 mil reais ou taxa zero para financiamento com a Mobilize Financial Service.

“Assim como aconteceu com o Kardian, o Brasil é novamente o primeiro polo produtivo do mundo do Boreal. Isso demonstra a importância do mercado brasileiro para o Grupo Renault”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault do Brasil.

Renault Boreal
Evolution turbo TCe  – R$ 179.990,00
Techno turbo TCe – R$ 199.990,00
Iconic turbo TCe – R$ 214.990,00

Bonito e muito sofisticado, o SUV Renault Boreal já está á venda Read More »

Coluna Fernando Calmon — Anfavea mantém previsão de crescimento de 5%

Coluna Fernando Calmon nº 1.372 — 7/10/2025

Anfavea mantém previsão de crescimento de vendas em 5%

Associação dos fabricantes reconhece que o mercado de veículos leves e pesados esfriou em relação aos trimestres anteriores. Emplacamentos tiveram alta de 7,2%, no primeiro trimestre e de 2,9%, no segundo. Contudo, recuaram 0,4% de julho a setembro. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025 as vendas cresceram apenas 2,8%. O último trimestre costuma ser o melhor do ano e a Anfavea ainda vê possibilidade de o ano terminar com avanço de 5% sobre 2024.

Este ano as altas taxas de juros, para controle da inflação fora da meta, continuam em patamar elevado, encarecendo as prestações. Entretanto, Igor Calvet, presidente da entidade, prefere ser mais otimista, embora não descarte dificuldades crescentes. “Reconheço o desafio de recuperação considerável de vendas no último trimestre, diante de uma base comparativa muito boa do final do ano passado”, avaliou.

Os estoques estão em níveis normais (26 dias) para veículos produzidos no Brasil. Modelos importados representam 136 dias estocados. Anfavea nada comentou, mas este volume atípico é, em sua maioria, de modelos da BYD para fugir do aumento escalonado do imposto de importação sobre elétricos e híbridos. Haja capital de giro chinês…

Já a Fenabrave foi mais contida. Indicou, agora em outubro, um avanço de 2,6% sobre o ano passado, no fechamento de 2025. Até junho ainda manteve a previsão de 5% de crescimento. Automóveis e comerciais leves devem ter desempenho um pouco melhor (mais 3% sobre 2024). Arcélio Santos Jr, presidente da entidade, avaliou que a interrupção de produção da Toyota (ler adiante) poderá ser absorvida por outras marcas, apesar de lamentar o desfortúnio ocorrido.

Fábrica destruída: Toyota importará motores

A filial brasileira da marca japonesa reagiu de forma rápida, apesar dos prejuízos materiais de grande monta em sua fábrica de motores de Porto Feliz (SP) destruída por vendaval com intensidade nunca vista na região. Vai importar do Japão e de outros países motores para retomar a produção parcial nas fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, porém ainda não sabe quando poderá normalizar a comercialização (possivelmente em fevereiro). Os estoques do Corolla na rede de concessionárias chegaram ao fim e restará apenas a picape Hilux importada da Argentina.

As versões híbridas flex do Corolla, que representam vendas bem menores, voltarão já em novembro. Todavia, só a partir janeiro de 2026 haverá motores importados suficientes para atender toda a demanda interna. A Toyota, entretanto, sofrerá ainda mais. Foi obrigada a adiar sine die o lançamento do Yaris Cross, um SUV compacto inédito, sua grande aposta para ganhar participação de mercado no Brasil e América do Sul. Alguns componentes do motor do novo carro são específicos (a exemplo do cabeçote) e estão sem previsão de normalização.

Yaris Cross é um produto para o segmento de maior demanda do mercado brasileiro e enfrentará entre outros o novo Honda WR-V previsto para novembro.

Kwid E-Tech, elétrico menos caro do País

Por R$ 99.990, o novo Kwid E-Tech 2026, fabricado na China, oferece um produto bem mais evoluído do que na sua estreia em 2022. O crossover subcompacto da Renault mantém o estilo que lembra um SUV. Foram retiradas as barras longitudinais no teto, modismo praticamente inútil, pois aumenta massa, preço e piora o coeficiente aerodinâmico. Quantos carros você já viu carregando tralhas no teto?

Trata-se de um modelo inteiramente novo e dimensões pouco maiores do que as do Mobi, porém é homologado para quatro lugares. O interior evoluiu bastante: quadro de instrumentos digital de 7 pol., tela multimídia de 10 pol., conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay e volante regulável (só em altura). Destaque maior fica por conta de 11 sistemas avançados de assistência à condução (ADAS, em inglês) que inclui até análise de cansaço do motorista. Além de câmera de ré, agrega sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

Motor elétrico é o mesmo: 65 cv e 11,2 kgf·m. Acelera de 0 a 100 km/h em 14,6 s (equivalente ao Mobi com gasolina) e alcance, padrão Inmetro, de até 180 km.

Leapmotor confirma vendas em novembro

Para atuar no mercado internacional, Stellantis e Leapmotor formaram, em maio de 2024, uma joint venture, com 51% do capital da primeira e 49% da segunda. A empresa foi fundada na China em 2015 e já produziu mais de um milhão de unidades. No Brasil contará com 36 pontos de vendas e assistência técnica das marcas da Stellantis, a partir do próximo mês e inicialmente importará dois modelos. Ocuparão, no entanto, salões de exposição independentes.

O C10 é um SUV elétrico de alcance estendido (como o já descontinuado BMW i3, lançado em 2013) de grande conveniência para um país de dimensões continentais e uma rede de recarga limitada. A grande vantagem é poder viajar sem preocupações sobre recarga e alcance. Trata-se de um SUV médio-grande com bom espaço interno graças ao entre-eixos de 2.825 mm (pouco maior que um Commander) e porta-malas de 475 L.

Se a bateria está próxima a esgotar, basta abastecer com gasolina para o motor-gerador de 95 cv fornecer energia necessária para o motor elétrico traseiro de 215 cv e 32,6 kgf·m. Também pode ser recarregado em tomada como todo elétrico. Alcance declarado na China é de até 1.000 km, mas o Inmetro deve homologar uma distância menor. Haverá também uma versão elétrica convencional.

O segundo modelo, B10, é também SUV elétrico de dimensões menores, com porte de um Compass. Distância entre eixos é um pouco inferior: 2.735 mm. Há duas opções de baterias e provavelmente a maior de 67,1 kW·h deve ser a escolhida para o Brasil. Motor, na especificação europeia, entrega 218 cv e 24,5 kgf·m.

Maverick Tremor: espaçosa e bom preço

Mercado de picapes médias oferece tantas alternativas que classificá-las é tarefa difícil, se consideradas as dimensões da Maverick: comprimento, 5.096 mm; entre-eixos, 3.075 mm; largura, 1.844 mm; altura, 1.758 mm. O entre-eixos, por exemplo, referência de espaço para pernas no banco traseiro, é apenas 10 mm menor que a Hilux; largura (sem espelhos) só 11 mm menos que a japonesa líder de mercado. Apenas no comprimento e na altura o modelo da Toyota se impõe. Contra sua adversária mais direta, Rampage, a comparação é equilibrada em tamanho. Embora a Maverick perca nos ângulos central e de saída, ganha no ângulo de entrada. Caçamba de 943 litros da picape da Ford é apenas 6% menor que da Ram.

Motor a gasolina 2-L, turbo, 253 cv, 38,7 kgf·m e o câmbio automático de oito marchas vão muito bem na Tremor, que se destaca pelo silêncio de marcha e o bom desempenho, tanto em uso urbano quanto em estrada. Consumo de combustível, obviamente, foi alto durante a avaliação em asfalto e terra, porém dentro do previsível para veículos deste porte: 7,7 km/l (cidade) e 10,7 km/l (em autoestrada). Uma de suas boas características é o diâmetro de giro que, embora não informado pelo fabricante, facilita manobras de retorno e de estacionamento (com ajuda de câmeras em visão de 360°).

Na parte interna, a central multimídia tem tela maior de 13,2 pol.  Sensores de proximidade ajudam ao estacionar. Boa posição de guiar, mais parecida com a de automóvel do que de picape. Espaço para os passageiros no banco traseiro rivaliza com modelos de maior porte. Acabamento explora diferentes materiais e texturas.

Maiores destaques da versão Tremor: elevação da suspensão em 22 mm e vão livre ao solo de 226 mm. Melhora toda a geometria off-road com ângulos de 30,9º de entrada, 21,3º de saída e 20º, central. Há ainda bloqueio do diferencial traseiro, botão 4WD que indica tração 4×4 constante, pneus do tipo todo-terreno 235/65R17, controle de velocidade e modo de condução fora-de-estrada. Ganchos de reboque na cor laranja diferenciam esta versão.

Importada sem imposto do México, preço é competitivo: R$ 239.990,00.
www.fernandocalmon.com.br

Coluna Fernando Calmon — Anfavea mantém previsão de crescimento de 5% Read More »

Coluna Fernando Calmon — Automóveis de entrada têm desempenho positivo

Coluna Fernando Calmon nº 1.363 — 5/8/2025

Automóveis de entrada mostram desempenho positivo em julho

 

Embora os reflexos do Programa Carro Sustentável só tenham começado no dia 10 do mês passado, a movimentação e as vendas nas concessionárias aumentaram. De acordo com a Fenabrave, apesar de apenas cinco marcas se enquadrarem nos requisitos exigidos, houve resultado positivo. Em julho do ano passado, somaram 85.588 emplacamentos e, no mesmo mês deste ano, após a divulgação do decreto, os modelos enquadrados totalizaram 95.305 unidades, crescimento de 11,3%. Carros especificamente com motor de 1 litro tiveram desempenho um pouco melhor: mais 13%. O resultado também foi influenciado por descontos promocionais agregados pelos fabricantes.

Na comparação a julho deste ano, que teve três dias úteis a mais que junho, as vendas totais, incluídos veículos comerciais, deram um salto de 14,2%. No entanto, o volume acumulado somados todos os segmentos em 2025 de 1,442 milhão de unidades avançou apenas 4,1% em relação aos sete primeiros meses de 2024. Por estes números conclui-se que sem o programa federal de estímulos o mercado teria um percentual de avanço bastante modesto. Especificamente caminhões e ônibus, um dos termômetros da saúde econômica do País, tiveram vendas estagnadas em relação ao ano passado.

De acordo com Arcélio Santos Jr., presidente da Fenabrave, “a nova política de IPI para uma parte importante dos automóveis impactou os preços dos modelos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve se refletir nos emplacamentos do restante do ano”. Por este resultado preliminar positivo a entidade manteve a previsão de crescimento de 5% nas vendas de automóveis e veículos comerciais em 2025 sobre 2024.

Em contraste com a análise corretamente discreta e confiável da associação das concessionárias, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) apresenta seus números com o otimismo exagerado de sempre. Ao considerar apenas os veículos elétricos de verdade em todo o Brasil, a entidade informa que se atingiu “um feito inédito ao registrar 7.010 unidades comercializadas em julho, o maior volume mensal da série histórica. Até então, o recorde havia sido alcançado em maio, com 6.969 unidades”. De fato, passa entusiasmo sem sentido: recorde anterior superado por apenas 0,6%… Forçar uma situação dessa maneira pode sinalizar dificuldade à frente.

A venda de elétricos no Brasil mantém-se naquela fase de comemorar bases comparativas muito baixas e mesmo assim o mercado ainda está longe de se firmar. Como todos os modelos são importados e o imposto de importação chegará a 35% já no próximo ano, somente a produção nacional pode melhorar as vendas de verdade. Todavia, sem fabricação local de baterias e uma queda maior dos preços, os elétricos continuarão como mercado de nicho, ao contrário dos híbridos que crescerão bem mais.

Habilitação será ampliada, mas há dúvidas

A iniciativa tem méritos pois, segundo o Ministério dos Transportes, 39% dos proprietários de carros dirigem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o percentual sobe para 45% no caso de veículos de duas rodas. Não se sabe como esses percentuais foram calculados e certamente estão errados, pois se baseiam nos apontamentos oficiais com uma enorme distorção. A frota registrada tem pouco a ver com a frota circulante. Inexiste controle sobre veículos abandonados, desmontados ou sucateados. O Sindipeças faz estudos anuais e os dados são públicos no seu site.

Certo que há um vasto contingente de condutores não habilitados e isso traz riscos à segurança do trânsito. Como diminuí-lo foi explicado de forma vaga pelo ministro Renan Filho. “Democratizar o acesso à habilitação, tornando-o mais acessível e menos burocrático” é apenas uma frase de efeito. Sem adiantar como e quando passará das intenções. Tudo ainda se limita a estudos. Obviamente a solução passa não apenas por uma rede de Centros de Formação de Condutores (autoescolas) que dê maior atenção ao ensino técnico, sem se limitar à decoreba das regras de trânsito para o exame escrito e deixar de aprofundar ou fazer compreender o perigoso trânsito brasileiro.

Bem posicionado está o Detran-SP: “Fundamental que qualquer mudança preserve e reforce a qualidade da formação dos motoristas (…) e não se comprometa a excelência no processo de aprendizagem.”

Seguro de carros fica estável em 11 capitais

Apesar do número de acidentes de trânsito continuar em alta, os preços das apólices (no jargão segurador chama-se prêmio) praticamente não aumentaram no último mês de junho tanto para o perfil masculino quanto o feminino. A variação foi de apenas 1% para homens e 2% para mulheres. No primeiro semestre, a redução foi de cerca de 15% e 14%, respectivamente. Levantamento feito pela Minuto Seguros.

Segundo esta corretora digital independente, em junho o segurado masculino pagou em média o prêmio de R$ 2.133,86, cerca de 1% acima do mês anterior. No caso das mulheres houve uma leve alta de cerca de 2%, chegando aos R$ 2.175,50. A pesquisa foi feita seguindo os perfis homem e mulher, 35 anos, casado(a).

Entretanto, o cenário apontado em média por seguradoras tradicionais é diferente. Consultei um corretor particular e ele informou que em geral ocorre justamente o contrário. O segurado masculino, principalmente jovens e solteiros, em geral quase sempre paga um preço superior pela apólice, entre outros motivos porque os consertos resultantes de acidentes costumam ser mais caros.

Porém, a diferença entre gêneros tem diminuído. Antes de existirem recursos de segurança ativa as colisões eram mais graves e, em consequência, os consertos encareciam.

Argo e Cronos analisados em sequência

Hatch e sedãs compactos têm públicos distintos. Contudo, nesta avaliação conjunta dos dois modelos da Fiat, o hatch Argo confirma sua posição competitiva (segundo em vendas neste segmento, atrás apenas do Polo). Já o sedã Cronos aparece em quarto lugar, somente 380 unidades a menos do que o terceiro colocado, o HB20S. Números do primeiro semestre.

O Argo é oferecido em quatro versões e avaliei a Trekking 1.3 CVT, topo de linha. Suas dimensões estão dentro da média deste segmento: comprimento, 4.031 mm; entre-eixos, 2.521 mm; largura, 1.750 mm; altura, 1.538 mm. Porta-malas: 327 L. Motor flex de quatro cilindros e 1,3 litro aspirado: 107 cv (E)/98 cv (G); 13,7 kgf·m (E)/13,2 kgf·m/(G). A diferença de potência entre etanol e gasolina (mais 9%) demonstra se tratar de um bom motor flex. Câmbio CVT de sete marchas garante boas acelerações (0 a 100 km/h em 11,3 s com etanol) e, apesar do diferencial curto, em autoestradas consegue manter 2.400 rpm a 120 km/h, bem razoável.

Na linha 2026, as principais novidades: faróis principais e de neblina de LED, multimídia com espelhamento sem fio para AndroidAuto e Apple CarPlay, além de acabamento escurecido no interior. Muito úteis o sensor de estacionamento traseiro e o assistente de partida em rampa. Posição de dirigir elevada é o padrão da marca italiana e agrada em especial no uso urbano nesta versão Trekking com altura de rodagem um pouco maior. Preço com incentivo governamental: R$ 108.980.

Quanto ao Cronos 1,3 T Precision, fabricado na Argentina onde os sedãs imperam, chama atenção a nova frente com grade de desenho atraente, novo para-choque, além de faróis de neblina e principais (ambos de LED) modificados e acendimento automático. Dimensões: comprimento, 4.372 mm; entre-eixos, 2.521 mm (igual ao Argo); largura, 1.726 mm; altura, 1.524 mm. Porta-malas oferece generosos 509 L, 40 L maior que o do Onix sedã, por exemplo. Motor e câmbio, o mesmo do Argo. Massa em ordem de marcha de 1.190 kg é apenas 29 kg maior que o Treking. Assim, na prática, o desempenho de ambos praticamente o mesmo.

Central multimídia, como a do hatch, poderia ser maior, mas o pareamento com o celular funcionou de acordo. Também se destaca o conforto de marcha. O comportamento em curvas transmite sensação melhor que a do Argo cujo centro de gravidade é um pouco mais alto. Preço com incentivo governamental: R$ 119.900. www.fernandocalmon.com.br

Coluna Fernando Calmon — Automóveis de entrada têm desempenho positivo Read More »

Campinas supera a marca de um milhão de veículos emplacados

Um veículo vendido a cada 14 minutos. Com esse desempenho nas vendas, Campinas supera a marca de um milhão de veículos em sua frota circulante. Só no mês de julho foram emplacados 1850 automóveis, 703 motocicletas, 487 caminhões leves/pesados e 17 ônibus.

Segundo dados da Fenabrave –  Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, no mês de julho, o bom volume de emplacamentos de automóveis, em todo o Brasil, se deus ao maior número de dias úteis e o programa Carro Sustentável. O programa do Governo Federal, que reeditou o carro popular, reduziu a carga tributária de modelos populares.

“O mês de julho teve três dias úteis a mais do que junho, o que ajuda a explicar parte da alta mensal. A nova política de IPI para automóveis impactou os preços dos veículos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve refletir nos emplacamentos do restante do ano, fazendo com que o setor mantenha o crescimento estimado pela Fenabrave, de 5%” afirmou o presidente da entidade, Arcélio Junior.

Só nos primeiros 7 meses do ano, a cidade de Campinas emplacou quase 18 mil  veículos zero quilometro.

Campinas supera a marca de um milhão de veículos emplacados Read More »

Coluna Fernando Calmon — Primeiro semestre apontou novos líderes de segmentos

Coluna Fernando Calmon nº 1.361 — 22/7/2025

 

Primeiro semestre apontou novos líderes de segmentos

Apesar de o mercado de automóveis, SUVs e comerciais leves ter crescido apenas 5% em relação aos primeiros seis meses do ano passado, a concorrência continuou acirrada no primeiro semestre entre 16 segmentos (incluídos os dois subsegmentos de híbridos e elétricos que ainda representam pouco, mas merecem atenção).

Enquanto a maioria dos modelos continuou a confirmar uma posição tranquila, deve-se ressaltar que também houve mudanças e reconquistas. Um exemplo é o Corolla Cross que voltou a comandar os SUVs médio-compactos e até abriu uma boa vantagem de 5 pontos percentuais sobre o Compass. Quanto aos SUVs médio-grandes o modelo chinês GWM H6 assumiu a ponta do segmento à frente do Toyota SW4. E o Cayenne recuperou sua liderança nos SUVs grandes.

Entre as picapes médias (capacidade de carga de 1.000 kg), a Toro sustentou sua posição à frente da Hilux por uma diferença pueril de 184 unidades. Até o final do ano a Toyota talvez recupere a liderança sobre o único modelo do segmento a utilizar construção monobloco. Outra disputa apertada: H6 e Pulse, embora o SUV da Fiat seja um híbrido básico (semi-híbrido) e o modelo chinês um híbrido pleno e mais caro.

Ranking da coluna tem critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas em 16 categorias. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Sedãs de topo (baixo volume) e monovolumes (poucas opções) ficam de fora. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos dentro dos segmentos. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Hatch subcompacto: Mobi, 45%; Kwid, 36%; Dolphin Mini, 18%. Sem ameaça ao líder.

Hatch compacto: Polo, 29%; Argo, 23%; HB20, 19%; Onix, 18%; City, 3,8%, C3, 3,2%; 208, 2,1%; Yaris, 1,8%. Polo aumentou vantagem.

Sedã compacto: Onix Plus, 25%; Virtus, 20%; HB20S, 17,4%; Cronos, 17%; City, 10%; Versa, 6%; Yaris, 5%. Onix Plus ainda firme.

Sedã médio-compacto: Corolla, 57%; King, 22%; Sentra, 9%. Corolla cedeu 11 p.p.

Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 65%; Mercedes Classe C, 21%; Accord, 4%. Sem resistência aos BMW.

Sedã grande: Seal, 77%; Panamera, 12%; Série 5, 5%. Seal elétrico tranquilo.

Esportivo: Mustang, 58%; BMW M2, 22%; Challenger, 8%. Mustang mantém.

Esporte: 911, 47%; 718 Boxster/Cayman, 37%; Corvette, 4%. Domínio Porsche fácil.

SUV compacto: T-Cross, 15%; HR-V, 10,5%; Creta, 10,3%; Tracker, 9%; Fastback, 8%; Kicks, 7,6%; Nivus, 7,4%; Renegade, 6,8%; Pulse, 6,7%; Kardian, 3,4%. T-Cross avançou.

SUV médio-compacto: Corolla Cross, 30%; Compass, 25%; Tiggo 7, 13%. Corolla Cross volta a liderar.

SUV médio-grande: H6, 24%; SW4, 16%; Tiggo 8, 14%. H6 novo líder.

SUV grande: Cayenne, 21%; BMW X5/X6, 19%; XC90, 12%. Cayenne reconquista.

Picape pequena: Strada, 58%; Saveiro, 27%; Montana, 9%. Líder continua muito firme.

Picape média (carga 1.000 kg): Toro, 21,2 %; Hilux, 21%; Ranger, 15%. Toro por um fio.

Híbridos: H6, 15%; Pulse, 14%; Song Pro, 13%. Liderança ameaçada.

Elétricos: Dolphin Mini, 42%; Dolphin, 20%; EX30, 10%. BYD domina neste nicho.

Toyota acelera: dois lançamentos ainda em 2025

Maior fabricante de veículos do mundo, a Toyota não costuma antecipar o que vai lançar no Brasil. Evandro Maggio, presidente da subsidiária, tem uma visão mais aberta. Já para agosto confirmou a nova versão de entrada do Corolla, o GLI híbrido, com preço menor, porém descarta ser um carro despojado. A fabricante preferiu escolher a opção menos cara e não a intermediária XEi como estratégia de atrair mais compradores para quem ainda tem dúvidas sobre as vantagens de um híbrido.

Mais importante é a estreia em outubro do aguardado Yaris Cross, já à venda no Chile, e que está em início de produção na fábrica de Sorocaba (SP). Suas dimensões são próximas às do T-Cross, líder entre os SUVs compactos. O grande apelo do novo produto está no acréscimo de um híbrido flex pleno com evidentes vantagens.

O Yaris Cross híbrido deverá ter potência combinada de 115 cv. Entretanto, o torque combinado tecnicamente não pode ser medido e nem somado (12,5 kgf·m no motor flex e 14,4 kgf·m no elétrico). O porta-malas de 471 L, na versão convencional ou 446 L, na híbrida (a confirmar se pelo padrão correto VDA) é um dos destaques do novo SUV. Contudo a distância entre eixos de 2.620 mm é 31 mm menor que o modelo da VW, o que deixa o concorrente com um pouco mais de espaço para ocupantes do banco traseiro.

Todavia, o aspecto novidade conta a favor da marca japonesa. E mais ainda os números de consumo e alcance, mesmo com um tanque de apenas 36 litros. Segundo o site Carros na Web, o novo SUV híbrido compacto deverá receber homologação Inmetro de 13 km/l (E) e 19 km/l (G), em cidade e 11 km/l (E) e 16 km/l (G), em estrada. Quanto ao alcance pode chegar a 468 km (E) e até surpreendentes 684 km (G), na cidade; na estrada, 396 km (E) e 576 km (G).

Maggio confirmou que as obras de ampliação da fábrica de Sorocaba (SP) estarão concluídas no segundo semestre de 2026. A capacidade de produção crescerá para 275.000 unidades/ano. Já a unidade fabril de Indaiatuba (SP) será desativada. O executivo nada adiantou sobre interessados nesta fábrica inaugurada há quase 30 anos, apesar de especulações que alguma marca chinesa possa se candidatar à compra e providenciar as devidas reformas.

Dia do Motorista comemorado em 25 de julho

A data foi criada por decreto federal em 21 de outubro de 1968 para coincidir com o dia de São Cristóvão. O santo da igreja católica é considerado o protetor dos motoristas profissionais e amadores.

Uma prova de que essa homenagem ocorre também fora do Brasil, é a revista institucional da Porsche editada na Alemanha. Trata-se da Christoforus que em latim significa literalmente “que carrega Cristo”. Cristóvão era um homem forte que ajudou Cristo, ainda menino, a atravessar um rio. O menino revelou a ele ser Jesus e que carregava o mundo, tornando a travessia cada vez mais penosa.

Melhorar a segurança de trânsito tem importância ainda maior na semana em que se comemora o Dia do Motorista. Recentemente a Agência Câmara de Notícias informou que a Comissão de Viação e Transportes aprovou proposta para alterar o Código de Trânsito Brasileiro em um ponto importante. Muda de infração média para grave o ato de atirar de dentro de um veículo objetos ou substâncias em vias públicas.

Prevê multa em dobro quando houver potencial de provocar incêndios. Um exemplo é arremessar bituca de cigarro ainda acesa no acostamento com o risco de atingir a vegetação e dar causa a nuvens de fumaça. Arrastadas pelo vento, estas podem encobrir a visibilidade nas estradas e causar graves acidentes.

Não se espera celeridade na tramitação. A proposta será analisada ainda pelas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para tornar-se lei, precisa de confirmação na Câmara e Senado.

Outra iniciativa da Câmara, agora neste mês, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e com longa tramitação a enfrentar, permite e regulamenta pelo Código de Trânsito Brasileiro a circulação de carros autônomos nas vias públicas. Em algumas cidades americanas carros sem motorista já podem rodar. O Brasil ainda está muito distante de um trânsito convencional mais seguro. Pensar, desde já, em veículos que independem de alguém ao volante parece extremamente prematuro.
www.fernandocalmon.com.br

 

Coluna Fernando Calmon — Primeiro semestre apontou novos líderes de segmentos Read More »

Volkswagen já está exportando o Tera para vários países da América

O mais novo lançamento da Volkswagen do Brasil, o suv Tera, já está sendo exportado. Inicialmente o modelo está sendo enviado para a Argentina, Aruba, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Paraguai e Uruguai.

Numa segunda fase, o Tera será  enviado para a Bolívia, Equador, Panamá, Peru, República Dominicana e St. Maarten.

Volkswagen já está exportando o Tera para vários países da América Read More »

Governo vai reeditar projeto do carro popular para aumentar as vendas

O governo federal está prestes a apresentar um projeto que resgata o “carro popular”. O novo “IPI Verde” vai zerar o Imposto sobre Produtos Industrializados para veículos flexíveis (etanol ou gasolina) e que hoje pagam 7% de impostos. Para se encaixarem nesse novo projeto, os modelos devem cumprir as seguintes exigências: motores com potência máxima de 90 cavalos; baixa emissão de poluentes (até 83 gramas por CO2/quilômetro) e bom nível de reciclagem.

O novo projeto exclui os modelos com motorizações 1,0 litro turbo. Estariam aptos a integrar a lista o Renault Kwid, Chevrolet Onix, Fiat Argo e Mobi, Hyundai HB20, Citroen C3, Volkswagen Polo e Peugeot 208. Os modelos elétricos ou híbridos estariam fora.

Isso leva a crer que, mais importante que a preocupação com a sustentabilidade, é o governo querendo incentivar a indústria automotiva. O projeto atenderia pessoas físicas, jurídicas e locadoras.

Mesmo estando precisando de recursos, o aumento das vendas compensaria a perda na arrendação do IPI. (AF)

Governo vai reeditar projeto do carro popular para aumentar as vendas Read More »

Rolar para cima