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Chegada da Semana Santa faz a procura por peixes aumentar 40%

A Associação dos Permissionários do Mercado Municipal de Campinas já registra crescimento nas vendas de peixes neste início de março, com a chegada do período da quaresma, tradição religiosa que antecede a Páscoa e que substitui a carne vermelha por carnes brancas. A data comemora a ressurreição de Jesus Cristo, três dias após sua crucificação e será celebrada no próximo 5 de abril.

A expectativa dos comerciantes é que o movimento continue crescendo nas próximas semanas e alcance até 40% de aumento nas vendas de pescados ao longo do período. Segundo Adriana Romero, presidente da Associação dos Permissionários do Mercadão, o movimento tende a crescer gradualmente até atingir o pico próximo à Semana Santa. “O aumento mais significativo acontece mesmo na Semana Santa”, afirma.

Para o presidente da Setec, autarquia responsável pela gestão do Mercadão, Enrique Lerena, o período reforça o papel do estabelecimento como um dos principais pontos de compra da cidade. “O Mercado Municipal é um espaço tradicional e muito procurado pela população nessa época do ano. A quaresma e a Páscoa movimentam bastante o comércio de pescados e fortalecem a atividade dos permissionários”, destaca.

Mais procurados

De acordo com a Associação dos Permissionários do Mercadão, os pescados mais vendidos durante o período são sardinha, pacu, corvina, tilápia, filé de tilápia, filé de salmão e merluza.

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Corretores da região de Campinas buscam nova fonte de renda

Crédito mais seletivo e vendas mais demoradas, corretores da região de Campinas passaram a buscar alternativas de renda além da comissão tradicional.  Com financiamento mais caro e critérios de aprovação mais rigorosos, o ciclo de vendas no mercado imobiliário ficou mais longo. Para muitos profissionais, isso significa maior oscilação no fluxo de caixa, especialmente em períodos de menor atividade.

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) indicam que o volume de financiamento com recursos da poupança recuou em 2025, refletindo o ambiente de juros elevados. Mesmo com expectativa de redução gradual da taxa básica ao longo de 2026, o repasse ao crédito imobiliário tende a ocorrer de forma lenta.

Diante desse cenário, parte dos corretores passou a avaliar fontes de renda recorrente que não dependam exclusivamente do fechamento de uma venda. Entre as alternativas está a oferta de seguros patrimoniais e residenciais como complemento à atividade imobiliária.

A Megasegur, corretora com atuação nacional fundada pela empresária mineira Ângela de Paula, estruturou um modelo de microfranquia voltado especificamente a corretores e imobiliárias. A proposta combina seguros e consórcios como forma de criar receita contínua e reduzir a dependência exclusiva da comissão.

Em 2025, considerando sua operação geral, a empresa comercializou mais de R$ 60 milhões em seguros e R$ 50 milhões em consórcios.

Para Ângela, o modelo funciona como ferramenta de equilíbrio financeiro. “Quando o fechamento das vendas demora mais, o profissional sente diretamente no caixa. Ter uma fonte complementar ajuda a reduzir essa oscilação e dá mais previsibilidade ao negócio”, afirma.

Em Vinhedo, o corretor Ricardo Toni Oelmann Filho avalia que a alternativa pode fazer sentido principalmente para quem já possui carteira ativa. “A base de relacionamento do corretor é um ativo importante. Mas não é renda automática. Como qualquer franquia, exige gestão e dedicação. Pode ser uma estratégia interessante, sobretudo nos períodos em que o mercado desacelera”, diz.

Mesmo com a perspectiva de redução gradual dos juros, o crédito tende a permanecer seletivo no curto prazo. Para parte dos profissionais da região de Campinas, alternativas que gerem receita recorrente deixam de ser apenas complemento e passam a integrar o planejamento financeiro em um setor historicamente dependente do fechamento das vendas.

 

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Renovada, Germânica inaugura nova concessionária BMW

Comum investimento de R$ 10 milhões, o grupo Germânica, um dos mais importantes do Brasil, inaugura na próxima quinta-feira (05) a sua nova concessionária BMW em Piracicaba.

Com mais de dois mil metros quadrados, a concessionária passou por uma grande revitalização e ganhou o conceito Retail.Next.

O Retail.NEXT visa melhor o atendimento do cliente, com um showroom mais bonito, salas privativas, boutique lifestyle e um café.

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Novo Volkswagen Tera começa a ser vendido sem imposto

O sucesso de vendas da Volkswagen, o Tera, passa a fazer parte do Programa Carro Sustentável (antigo carro popular), do Governo Federal. Pelo programa, os modelos têm isenção total de IPI, proporcionando redução de 2,55% do preço final do veículo ao consumidor.

Com a inclusão do modelo, a marca alemã passa a ter dois modelos: Polo e Tera. Desde quando o programa entrou em vigor, em julho passado, 45.206 unidades dos modelos elegíveis Volkswagen foram comercializadas.

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Sem alteração nos preços, Tiggo 7 2026 chega com mais tecnologia

A Caoa Chery lançou esta semana a nova linha do Tiggo 7 2026. Uma das principais alterações é a nova central multimídia de alta definição, que agora equipa todas as versões da linha. O sistema conta com uma nova interface mais intuitiva.

Outro destaque é o novo chip SemiDrive X9 embarcado na central, que traz maior capacidade de processamento, especialmente na utilização do Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além do novíssimo sistema de comandos por voz.

Os preços continuam os mesmos da linha 2025.

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Ram Rampage comemora a marca de 50 mil unidades emplacadas

A Rampage, primeira Ram desenvolvida e produzida fora da América do Norte, está fazendo história no mercado nacional. O modelo superou as 50 mil unidades vendidas desde o lançamento.

Atualmente, a Rampage é comercializada em quatro versões: Big Horn, Rebel, Laramie e R/T.  Além do sucesso nas vendas, a Rampage foi eleita pela imprensa especializada do prêmio Abiauto a melhor picape de 2024.

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Caoa realiza no próximo sábado um evento com condições especiais

As concessionárias Caoa vão realizar no próximo dia 18 de outubro (sábado) o evento Caoa Day 2025. No ano passado, durante o evento, foram comercializados dois mil veículos. O Caoa Day reúne condições exclusivas para veículos zero quilômetro, seminovos e, também, em serviços de pós-venda.

Ofertas
Tiggo 5x – a partir de R$ 119.990
Tiggo 7 – a partir de R$ 139.990
Tiggo 8 PRO Max Drive (7 lugares) – a partir de R$ 194.990
Arrizo 6 PRO Max Drive – a partir de R$ 139.990
Linha Híbrida Plug-in (Tiggo 7 PRO PHEV e Tiggo 8 PRO PHEV) – a partir de R$ 219.990

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Bonito e muito sofisticado, o SUV Renault Boreal já está á venda

Depois do lançamento do Kardian, a Renault prepara mais um importante lançamento para o mercado nacional e as vendas já começaram. O SUV Boreal é o modelo mais sofisticado, tecnológico e elegante que a marca francesa já fabricou no mercado nacional.

Com preços muito competitivos no segmento, o Boreal estará disponível em três versões de acabamento: Evolution, Techno e Iconic. Todas as versões contaram com a motorização turbo 1,3 litro, turbo, flex com 165 cavalos e 270 Nm de torque. A transmissão será automática de dupla embreagem úmida com seis marchas.

Quem fizer a reserva antecipada terá várias vantagens:, preço promocional, antecipação na aquisição, concorrerá ao sorteio de 30 pares de ingressos para o lendário torneio de tênis Roland-Garros, em Paris – França e outros brindes.

O Boreal R Pass será adquirido por R$ 1.000 e esse valor pago será descontado no preço final do carro, portanto na efetivação do pedido, o cliente só pagará a diferença entre esse sinal e o preço do carro.

Para o período de lançamento, os clientes ainda contarão com bônus no usado de até R$ 12 mil reais ou taxa zero para financiamento com a Mobilize Financial Service.

“Assim como aconteceu com o Kardian, o Brasil é novamente o primeiro polo produtivo do mundo do Boreal. Isso demonstra a importância do mercado brasileiro para o Grupo Renault”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault do Brasil.

Renault Boreal
Evolution turbo TCe  – R$ 179.990,00
Techno turbo TCe – R$ 199.990,00
Iconic turbo TCe – R$ 214.990,00

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Coluna Fernando Calmon — Anfavea mantém previsão de crescimento de 5%

Coluna Fernando Calmon nº 1.372 — 7/10/2025

Anfavea mantém previsão de crescimento de vendas em 5%

Associação dos fabricantes reconhece que o mercado de veículos leves e pesados esfriou em relação aos trimestres anteriores. Emplacamentos tiveram alta de 7,2%, no primeiro trimestre e de 2,9%, no segundo. Contudo, recuaram 0,4% de julho a setembro. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025 as vendas cresceram apenas 2,8%. O último trimestre costuma ser o melhor do ano e a Anfavea ainda vê possibilidade de o ano terminar com avanço de 5% sobre 2024.

Este ano as altas taxas de juros, para controle da inflação fora da meta, continuam em patamar elevado, encarecendo as prestações. Entretanto, Igor Calvet, presidente da entidade, prefere ser mais otimista, embora não descarte dificuldades crescentes. “Reconheço o desafio de recuperação considerável de vendas no último trimestre, diante de uma base comparativa muito boa do final do ano passado”, avaliou.

Os estoques estão em níveis normais (26 dias) para veículos produzidos no Brasil. Modelos importados representam 136 dias estocados. Anfavea nada comentou, mas este volume atípico é, em sua maioria, de modelos da BYD para fugir do aumento escalonado do imposto de importação sobre elétricos e híbridos. Haja capital de giro chinês…

Já a Fenabrave foi mais contida. Indicou, agora em outubro, um avanço de 2,6% sobre o ano passado, no fechamento de 2025. Até junho ainda manteve a previsão de 5% de crescimento. Automóveis e comerciais leves devem ter desempenho um pouco melhor (mais 3% sobre 2024). Arcélio Santos Jr, presidente da entidade, avaliou que a interrupção de produção da Toyota (ler adiante) poderá ser absorvida por outras marcas, apesar de lamentar o desfortúnio ocorrido.

Fábrica destruída: Toyota importará motores

A filial brasileira da marca japonesa reagiu de forma rápida, apesar dos prejuízos materiais de grande monta em sua fábrica de motores de Porto Feliz (SP) destruída por vendaval com intensidade nunca vista na região. Vai importar do Japão e de outros países motores para retomar a produção parcial nas fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, porém ainda não sabe quando poderá normalizar a comercialização (possivelmente em fevereiro). Os estoques do Corolla na rede de concessionárias chegaram ao fim e restará apenas a picape Hilux importada da Argentina.

As versões híbridas flex do Corolla, que representam vendas bem menores, voltarão já em novembro. Todavia, só a partir janeiro de 2026 haverá motores importados suficientes para atender toda a demanda interna. A Toyota, entretanto, sofrerá ainda mais. Foi obrigada a adiar sine die o lançamento do Yaris Cross, um SUV compacto inédito, sua grande aposta para ganhar participação de mercado no Brasil e América do Sul. Alguns componentes do motor do novo carro são específicos (a exemplo do cabeçote) e estão sem previsão de normalização.

Yaris Cross é um produto para o segmento de maior demanda do mercado brasileiro e enfrentará entre outros o novo Honda WR-V previsto para novembro.

Kwid E-Tech, elétrico menos caro do País

Por R$ 99.990, o novo Kwid E-Tech 2026, fabricado na China, oferece um produto bem mais evoluído do que na sua estreia em 2022. O crossover subcompacto da Renault mantém o estilo que lembra um SUV. Foram retiradas as barras longitudinais no teto, modismo praticamente inútil, pois aumenta massa, preço e piora o coeficiente aerodinâmico. Quantos carros você já viu carregando tralhas no teto?

Trata-se de um modelo inteiramente novo e dimensões pouco maiores do que as do Mobi, porém é homologado para quatro lugares. O interior evoluiu bastante: quadro de instrumentos digital de 7 pol., tela multimídia de 10 pol., conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay e volante regulável (só em altura). Destaque maior fica por conta de 11 sistemas avançados de assistência à condução (ADAS, em inglês) que inclui até análise de cansaço do motorista. Além de câmera de ré, agrega sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

Motor elétrico é o mesmo: 65 cv e 11,2 kgf·m. Acelera de 0 a 100 km/h em 14,6 s (equivalente ao Mobi com gasolina) e alcance, padrão Inmetro, de até 180 km.

Leapmotor confirma vendas em novembro

Para atuar no mercado internacional, Stellantis e Leapmotor formaram, em maio de 2024, uma joint venture, com 51% do capital da primeira e 49% da segunda. A empresa foi fundada na China em 2015 e já produziu mais de um milhão de unidades. No Brasil contará com 36 pontos de vendas e assistência técnica das marcas da Stellantis, a partir do próximo mês e inicialmente importará dois modelos. Ocuparão, no entanto, salões de exposição independentes.

O C10 é um SUV elétrico de alcance estendido (como o já descontinuado BMW i3, lançado em 2013) de grande conveniência para um país de dimensões continentais e uma rede de recarga limitada. A grande vantagem é poder viajar sem preocupações sobre recarga e alcance. Trata-se de um SUV médio-grande com bom espaço interno graças ao entre-eixos de 2.825 mm (pouco maior que um Commander) e porta-malas de 475 L.

Se a bateria está próxima a esgotar, basta abastecer com gasolina para o motor-gerador de 95 cv fornecer energia necessária para o motor elétrico traseiro de 215 cv e 32,6 kgf·m. Também pode ser recarregado em tomada como todo elétrico. Alcance declarado na China é de até 1.000 km, mas o Inmetro deve homologar uma distância menor. Haverá também uma versão elétrica convencional.

O segundo modelo, B10, é também SUV elétrico de dimensões menores, com porte de um Compass. Distância entre eixos é um pouco inferior: 2.735 mm. Há duas opções de baterias e provavelmente a maior de 67,1 kW·h deve ser a escolhida para o Brasil. Motor, na especificação europeia, entrega 218 cv e 24,5 kgf·m.

Maverick Tremor: espaçosa e bom preço

Mercado de picapes médias oferece tantas alternativas que classificá-las é tarefa difícil, se consideradas as dimensões da Maverick: comprimento, 5.096 mm; entre-eixos, 3.075 mm; largura, 1.844 mm; altura, 1.758 mm. O entre-eixos, por exemplo, referência de espaço para pernas no banco traseiro, é apenas 10 mm menor que a Hilux; largura (sem espelhos) só 11 mm menos que a japonesa líder de mercado. Apenas no comprimento e na altura o modelo da Toyota se impõe. Contra sua adversária mais direta, Rampage, a comparação é equilibrada em tamanho. Embora a Maverick perca nos ângulos central e de saída, ganha no ângulo de entrada. Caçamba de 943 litros da picape da Ford é apenas 6% menor que da Ram.

Motor a gasolina 2-L, turbo, 253 cv, 38,7 kgf·m e o câmbio automático de oito marchas vão muito bem na Tremor, que se destaca pelo silêncio de marcha e o bom desempenho, tanto em uso urbano quanto em estrada. Consumo de combustível, obviamente, foi alto durante a avaliação em asfalto e terra, porém dentro do previsível para veículos deste porte: 7,7 km/l (cidade) e 10,7 km/l (em autoestrada). Uma de suas boas características é o diâmetro de giro que, embora não informado pelo fabricante, facilita manobras de retorno e de estacionamento (com ajuda de câmeras em visão de 360°).

Na parte interna, a central multimídia tem tela maior de 13,2 pol.  Sensores de proximidade ajudam ao estacionar. Boa posição de guiar, mais parecida com a de automóvel do que de picape. Espaço para os passageiros no banco traseiro rivaliza com modelos de maior porte. Acabamento explora diferentes materiais e texturas.

Maiores destaques da versão Tremor: elevação da suspensão em 22 mm e vão livre ao solo de 226 mm. Melhora toda a geometria off-road com ângulos de 30,9º de entrada, 21,3º de saída e 20º, central. Há ainda bloqueio do diferencial traseiro, botão 4WD que indica tração 4×4 constante, pneus do tipo todo-terreno 235/65R17, controle de velocidade e modo de condução fora-de-estrada. Ganchos de reboque na cor laranja diferenciam esta versão.

Importada sem imposto do México, preço é competitivo: R$ 239.990,00.
www.fernandocalmon.com.br

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