Titano

Stellantis arrecada doações para as famílias afetadas em Minas Gerais

As fortes chuvas que atingiram as cidades de Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata de Minas Gerais, causaram muitas mortes, desabrigados e destruição. Com o objetivo de ajudar essas pessoas, a Stellantis mobilizou uma ação emergencial de ajuda humanitária. Em parceria com a Organização Humanitária Visão Mundial, a companhia irá distribuir kits de higiene pessoal, alimentos e material escolar, através do Kit Ternura Volta às Aulas, para mais de mil famílias em situação de vulnerabilidade social na região.

Para reforçar as operações em campo, a Stellantis disponibilizará três picapes Titano e uma Toro para apoiar as atividades logísticas da Visão Mundial. Os veículos serão utilizados no transporte de suprimentos, deslocamento das equipes humanitárias e demais ações necessárias nas áreas afetadas. A organização também atua na proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com a criação de Espaços Seguros e a distribuição de Kits de Ternura, voltados ao apoio psicossocial durante o período de emergência.

Como parte da mobilização, a Stellantis, por meio do programa Fiat Comunità, também lançou uma campanha de arrecadação que envolve toda a rede de concessionárias Fiat em Minas Gerais. A ação acontece entre até o dia 31 de março.

Durante esse período, a população poderá realizar doações em qualquer concessionária Fiat do estado, contribuindo com itens como água, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e materiais de limpeza. Todas as arrecadações serão destinadas às comunidades em parceria com o Sesc Mesa Brasil da Zona da Mata.

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Ford Maverick Hybrid chega com mais tecnologia e economia

A primeira picape híbrida oferecida no mercado nacional, ganha na linha 2025 diversas mudanças muito positivas. A Ford Maverick Hybrid, um dos melhores produtos em seu segmento, consegue uma autonomia superior a 800 quilômetros.

Junto com as novas versões Lariat Black e Tremor, Maverick Hybrid vem para completar a família. Entre os novos equipamentos, ela traz rodas de 19 polegadas, capota marítima, teto solar elétrico, painel de instrumentos de 8 polegadas, central multimídia de 13,2”, som premium da B&O, câmeras 360° e assistente de reboque Pro Trailer.

Junta-se aos itens acima, o piloto automático adaptativo com Stop & Go, assistente de manutenção e centralização em faixa, controle automático em descidas, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado.

Estilo

A Maverick Hybrid está mais atraente com o novo para-choque dianteiro, faróis de LED em formato C e grade dianteira com fechamento ativo e detalhes cromados. O interior conta com cores claras e um excelente acabamento.

Elétrico

O novo motor elétrico da Maverick Hybrid tem 140 kW de potência e torque instantâneo de 320 Nm, 35% maior que o do modelo anterior. Ele incorpora também um gerador mais forte, de 93 kW, e atua junto com o motor 2.5 a gasolina de ciclo Atkinson, com potência de 162 cavalos a  5.600 rpm e torque de 210 Nm a 4.000 rpm. Juntos, os dois motores, geram uma potência combinada de 194 cv. A transmissão eCVT, do tipo Power-Split, também é nova.

Outra grande novidade da Maverick Hybrid é a tração AWD inteligente, que distribui a força entre os eixos dianteiro e traseiro sob demanda. Ela aumenta a segurança e estabilidade da picape, principalmente em pisos molhados, estradas de terra e com baixa aderência. A relação final do diferencial encurtada para 3,37:1 (antes 2,91:1), com calibração específica para o Brasil, também melhora a agilidade e a resposta em acelerações.

Segundo a marca, mesmo com peso 129 kg maior (1.829 kg), a nova Maverick Hybrid acelera de 0 a 100 km/h em 8,0 segundos – 0,7 segundo mais rápido que o modelo anterior. E tem um consumo de 15,4 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada.

Outra grande vantagem da picape Maverick é a suspensão independente, do tipo McPherson na dianteira e Multilink na traseira, com uma arquitetura robusta que eleva a um novo patamar a dirigibilidade, o conforto e a segurança. Os amortecedores com batente hidráulico (HRS – Hydraulic Rebound Stop) também contribuem para uma rodagem suave e refinada.

Preço R$ 239.900,00.

 

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Teste: Maverick tem bom motor, muito espaço e agilidade de um automóvel

É uma picape, mas tem dirigibilidade e conforto de um SUV. Essa é a Ford Maverick Lariat Black. Lançada em maio deste ano, a versão chega para atingir um consumidor que busca uma alternativa ´Fiat Toro, líder de vendas.

Com design muito agradável e moderno, a Maverick tem todos os detalhes escuros. A grade frontal com visual em forma de colmeia, se une aos faróis mais afilados e com um pouco de atenção, eles formam um “F” em referência à marca. Como todos os veículos oriundos do México, a picape de entrada da Ford, tem olhos-de-gato encrustados no para-choques.


Elegante, a traseira continua com linhas retas e com fácil acesso á caçamba, pois a picape, diferente das demais do segmento, não é muito alta. Como a maioria dos consumidores dessas picapes raramente usam a caçamba com cargas pesadas, é muito bom o seu uso. Para quem vai carregar motos, bicicletas ou jet-ski, é o modelo ideal. A capacidade de carga é de 943 litros de volume ou 618 kg. Outra coisa muito útil para as manobras, são as câmeras e os sensores de estacionamento.

A lateral com 5.096 mm de comprimento, é muito harmoniosa e é complementada com rodas de liga leve de 17″, também escurecidas. No retrovisores, câmeras que fazem parte do sistema de visão 360º integrado ao multimídia.

Boa de andar

Como já falamos acima, a dirigibilidade e versatilidade vai surpreender quem está acostumado ás picapes tradicionais. O rodar é muito macio e absorve muito bem as irregularidades do piso. Quando começa a se rodar, até se esquece que é uma picape. Isso se deve à suspensão multilink na traseira, que permite às rodas atuarem de maneira isolada e passam bem mais conforto para o interior.

O interior é muito bem acabado, confortável e muito espaçoso. Inclusive para os passageiros do banco traseiro, já que o modelo conta com um entre-eixos superiores a três metros. Isso é, tradicionalmente, uma característica dos modelos da marca norte-americana. Mesmo com muitos acabamentos em plástico, eles são de muito boa qualidade, bem montados e com tonalidades diferentes. É curioso, que nem nas portas tem nenhum acabamento em tecido ou couro. Mas de verdade: não faz falta. Outro conforto muito interessante da picape de entrada da Ford, é o excelente som B&O e o teto solar.

Com muitos porta-objetos, debaixo do banco existe um espaço que permite esconder coisas pessoais, como por exemplo, um mochila ou uma bolsa pequena.

Rodando

Já falamos da do conforto ao rodar, mas acelerando não é menos surpreendente. O motor muito competente é um 2,0 litros EcoBoost, que no passado equipou a última geração do Fusion e atualmente equipa o Bronco Sport, produz 253 cavalos de potência a 5.500 rpm e 38,7 kgfm de torque a 3.000 rpm. A transmissão automática é de oito velocidades.

Esse propulsor leva a picape pequena a acelerar de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e atingir a velocidade máxima de 180 km/h, que é limitada eletronicamente. Ou seja, mais uma vez, é desempenho de automóvel.
A Lariat Black não é tão econômica como a versão hibrida, mas não decepciona. Aliás, muito pelo contrário. O motor só aceita gasolina e fez na cidade 9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.

Preço
Ford Maverick Lariat Black R$ 219.990,00

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Ram Rampage comemora a marca de 50 mil unidades emplacadas

A Rampage, primeira Ram desenvolvida e produzida fora da América do Norte, está fazendo história no mercado nacional. O modelo superou as 50 mil unidades vendidas desde o lançamento.

Atualmente, a Rampage é comercializada em quatro versões: Big Horn, Rebel, Laramie e R/T.  Além do sucesso nas vendas, a Rampage foi eleita pela imprensa especializada do prêmio Abiauto a melhor picape de 2024.

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Para brigar no segmento, a Fiat renova e melhora a picape Titano

Agora produzida na Argentina (antes era no Uruguai) a Fiat lança a nova linha da Titano com modificações importantes. A Titano é um projeto antigo da Peugeot, que estava desatualizado e que agora, revisto, torna a picape realmente competitiva.

Na linha 2026, a picape média passa a contar com o motor Multijet 2.2, já utilizado em diversos utilitários da marca, mais potente e econômico, que oferece 200 cavalos e 450Nm de torque. A transmissão agora é de automática de oito velocidades.

Outra necessidade e que a Fiat também atualizou, foi a suspensão. Ela recebeu uma nova calibração, que segundo a marca, proporciona mais conforto e estabilidade.

Em termos de segurança, a Titano agora conta com o sistema ADAS – Advanced Driver Assistance Systems, na versão Ranch, oferecendo recursos como frenagem automática de emergência, monitoramento de ponto cego e piloto automático adaptativo. A picape também passa a contar com freios a disco nas quatro rodas e o novo sistema de tração integral permanente (AWD.

Por dentro, o modelo ganhou novo console central, nova alavanca de câmbio e o novo freio de mão eletrônico.

Preços
Endurance MT – R$ 233.990,00;
Volcano AT – R$ 263.990,00;
Ranch AT – R$ 285.990,00

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Picape Fiat Titano fica mais potente com nova motorização

Transferida a produção para a Argentina, a Titano ficou mais potente, tecnologica e segura. Na linha 2026 a picape média da Fiat ganhou o motor Multijet 2,2 e um câmbio automático de oito velocidades. Com o conjunto, a Titano passa a ter 200 cavalos de potência e 450 Nm de torque, ficando mais próxima da concorrência.

Segundo a marca, com o novo conjunto o consumo no ciclo urbano, que era de 8,5 km/l, passa a ser de 9,9 km/l, gerando uma economia de 16%. Já na estrada, a Titano passa a fazer 10,8 km/l, 17% melhor se comparado aos 9,2 km/l do motor anterior. A aceleração de 0 a 100 km/h passou de 12,4 km/h para 9,9 km/h, ou seja, 20% de melhora.


Ainda sobre as novidades mecânicas, destacam-se a nova calibração da suspensão e a direção passa a ser elétrica.

Em termos de segurança, a linha 2026 passa a contar com o sistema ADAS (Advanced Driver Assistance Systems), na versão Ranch, oferecendo recursos como frenagem automática de emergência, monitoramento de ponto cego e piloto automático adaptativo.

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Fiat transfere a produção da picape Titano para a Argentina

Assim como já fazem outras marcas, a Stellantis vai transformar o Polo Automotivo de Córdoba, na Argentina, num hub para exportação de picapes em toda a América Latina. A marca acaba de transferir a produção da picape Fiat Titano para a planta Argentina. A picape, que ainda não decolou no Brasil, era produzida no Uruguai.

“Nossa planta não está sendo modernizada apenas para aumentar a produção, mas para produzir com mais qualidade, maior integração local e constante evolução”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Na fábrica de Córdoba também é produzido o Fiat Cronos, o modelo mais vendido na Argentina e entre os sedãs mais vendidos no Brasil.

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Fiat Strada supera a incrível marca de 16 mil unidades vendidas

Mais uma vez, a Fiat Strada surpreende ao ser o veículo mais vendido no mês de agosto de 2024. Lançada em 1998, a Strada não só é líder como atingiu a histórica marca de 16.420 unidades emplacadas. Ela hoje detém 7,3% de market share no mercado nacional de veículos.

A Fiat, líder no mercado brasileiro, teve três dos seus modelos no ranking geral dos 10 mais vendidos do país: além da Strada em primeiro lugar, o Argo está na quarta posição, com 7.768 unidades vendidas, e a Toro alcançou a décima posição do ranking, com 5.549 unidades.

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Volkswagen começa a fabricar a nova geração da picape Amarok

A Volkswagen lança em breve a terceira geração da picape Amarok. Um dos melhores produtos da marca alemã começou a ser produzido na fábrica de General Pacheco, na Argentina. Lançada em 2009, a picape média logo se tornou um sucesso de vendas, com a marca der 740 mil unidades vendidas na América do Sul. Em 15 anos de produção, a Amarok teve duas gerações.

“É uma grande alegria iniciarmos a produção da nova geração da Amarok em nosso Centro Industrial Pacheco”, disse Marcellus Puig, presidente e CEO do Grupo Volkswagen Argentina.

O Centro Industrial Pacheco foi selecionado entre as 122 fábricas do mundo para fabricar a primeira picape média do Grupo Volkswagen globalmente. Foram produzidas versões com diversas configurações, incluindo cabine simples e cabine dupla, motores 2.0 e 3.0 litros, transmissões manuais e automáticas, além de dezenas de versões de equipamentos adaptados a todas as necessidades. Também foram fabricadas mais de 120 mil unidades com volante do lado direito, destinadas aos mercados da Oceania, África e América Central.

Em 2016 foi apresentada a segunda geração da Amarok, reforçando o sucesso do seu antecessor. Essa versão introduziu as variantes no motor  V6.

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Coluna Fernando Calmon — Kardian: valor competitivo além de arquitetura bastante evoluída

Coluna Fernando Calmon nº 1.293 — 19/3/2024

Kardian: valor competitivo além de arquitetura bastante evoluída

A Renault investiu para valer e juntou modernidade, estilo e desempenho no inteiramente novo SUV compacto Kardian. Aparenta ares de hatch com altura de rodagem elevada, mas isso pouco impactou no visual típico que tem atraído cada vez mais compradores no Brasil e no mundo. Graças aos 209 mm de vão livre do solo é o mais alto (1.595 mm) entre concorrentes como Pulse e Nivus (este se trata de SUV cupê).

O carro se baseia na nova Renault Group Modular Platform e teve participação total da filial brasileira. Entre os recursos práticos estão as barras de teto que podem ser usadas tanto no sentido longitudinal quanto transversal. Também apresenta a maior distância entre eixos (2.604 mm) deste segmento para conforto de quem senta tanto atrás quanto na frente e um bom volume de porta-malas (358 litros VDA).

Capô alto, grade do radiador, faróis principais, de neblina e luzes de rodagem diurna em três planos formam um conjunto moderno, complementados por lanternas traseiras no formato semibumerangue e um aplique no para-choque que esconde a saída do escapamento.

Por dentro, chama atenção a posição de dirigir com o banco do motorista regulável em altura até bem próximo do assoalho ao contrário de outros SUVs. Destaques para a alavanca de câmbio do tipo joystick e o freio de estacionamento eletromecânico de autoimobilização nas paradas.

Tela multimídia de 8 pol. tem pareamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, carregamento por indução para smartphone com refrigeração e quatro portas de entrada USB C (duas atrás e duas na frente). Faltam saídas de ar-condicionado para o banco traseiro.

O Kardian tem seis airbags e 13 sistemas de assistência avançada ao motorista (ADAS, em inglês), destacando-se frenagem automática de emergência.

No primeiro contato com o Kardian no entorno de Gramado (RS), notei o ótimo estreante motor 3-cilindros turbo flex de 1 litro, 120/125 cv (G/E), 20,4/22,4 kgfm (G/E), que trabalha bem afinado com o câmbio automatizado de duas embreagens a banho de óleo e seis marchas.

Ronco típico do motor interfere pouco no índice interno de articulação, porém é inevitável o nível de vibrações superior a um quatro-cilindros. Não detectei situações de hesitação em acelerações repentinas e há borboletas para troca manual de marchas atrás do volante. Apesar da altura de rodagem, as suspensões bem calibradas fazem um bom trabalho, sem sustos.

As três versões custam R$ 112.790 (Evolution), R$ 122.990 (Techno) e R$ 132.790 (Premiere Edition). 

Fiat aposta no preço da Titano e na robustez do conjunto

O mercado de picapes médias, de certo modo saturado com modelos de seis fabricantes (Hilux, Ranger, S10, Frontier, Amarok e L200), ganha mais um, a Titano, da Fiat. Na realidade, se o critério for capacidade de carga de 1.000 kg e motor Diesel, o segmento ainda agrega Toro (1.010 kg) e Rampage (1.019 kg), únicas de configuração monobloco.

As demais mantêm a tradicional cabine sobre chassi tipo escada que a maioria dos compradores prefere mais como meio de transporte familiar do que para trabalho, sem esquecer do uso misto. Entre 2014 e 2013 cresceram sua participação de mercado de 13% para 18%, só superadas pelos SUVs de vários portes.

A Titano, na realidade, é uma Peugeot Landtrek, projeto conjunto da marca francesa e da chinesa Changan com motor diesel Fiat (o mesmo do Ducato) de 2,2 L, 180 cv e 40,8 kgf·m. Únicas alterações são a grade do radiador e logotipos externos e interno. Uma escolha natural considerando o peso de mercado da italiana e uma ampla rede de 520 concessionárias. Se em média cada loja vender duas unidades por mês, atingiria a meta da Fiat de 12.000 unidades anuais para um mercado que foi de 188.000 unidades em 2023 (35% concentrado nas capitais).

Uma atração em particular é o preço das três versões: Endurance, R$ 219.990, Volcano, R$ 239.990) e Ranch, R$ 259.990. Garantia de cinco anos. Além da maior caçamba do segmento de 1.314 litros (medida sem protetor), há câmeras de três tipos: frontal, de 180 graus e 360 graus off road. Tração é sempre 4×4 sob demanda e bloqueio do diferencial traseiro. As duas opções mais caras oferecem câmbio automático epicíclico de seis marchas; na versão de entrada, de câmbio manual, o torque máximo cai para 37,7 kgf·m.

Na avaliação inicial, tendo o cenário de fundo a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, a Titano se destacou pela impressão de robustez ao enfrentar estradas de terra, buracos e ondulações. No entanto, o comportamento dinâmico em geral não transpareceu tão amigável e previsível como de uma Ranger ou mesmo da líder de mercado, Hilux. O nível de ruído pareceu-me ligeiramente maior do que a média do segmento. Na distância livre do solo (235 mm) é praticamente igual à Ranger (232 mm), porém perde para Hilux (286 mm).

Entre as amenidades há tela multimídia de 10 pol. e espelhamento de Android Auto e Apple CarPlay só por meio de fio. Há duas entradas USB dianteiras e uma traseira. Carregador de celular por indução é oferecido à parte como acessório Mopar.

Bentley posterga elétricos em favor de híbridos plugáveis

O cenário mundial cada vez mais afeta a indústria automobilística e algumas marcas já aliviaram o pé do acelerador no ritmo de migração para os carros elétricos. Isso não significa que lançamentos deixarão de acontecer, porém o protagonismo do híbrido padrão e do híbrido plugável ganhou força no desejo dos consumidores.

Há algumas razões para isso. Natural que o desejo de experimentar algo novo aguçasse os primeiros compradores. A barreira do preço alto não é um problema para quem pode rechear sua garagem com mais de um veículo. Porém, viagens exigem planejamento e dependem basicamente da rede de recarregadores. A opção é recorrer a um automóvel de motor a combustão ou híbrido.

Incertezas pelo prolongamento de guerras no Oriente Médio e na Europa também prejudicam as decisões pessoais. Os governos retiraram total ou parcialmente os subsídios. Marcas de alto padrão pareciam imunes a esse panorama, porém a Mercedes-Benz foi a primeira a reconhecer que teria de diminuir o ritmo (esperado) da migração. Os híbridos voltaram a representar uma alternativa viável.

Bentley é uma marca de luxo inglesa que já pertenceu à Rolls-Royce. Hoje ambas estão em grupos alemães: a primeira, na VW e a segunda, na BMW. O Bentley elétrico perdeu a prioridade para os híbridos plugáveis que utilizam motores V-8 e baterias recarregáveis em tomada. Antes a previsão era que em 2030 toda a linha seria apenas de elétricos e agora passou para 2033.

Em 2035 a Europa pretende permitir a venda apenas de modelos elétricos, mas existe a possibilidade de híbridos plugáveis estarem incluídos. Nos EUA, a previsão para este ano é que 12% do mercado seja de elétricos, 20% de híbridos e 68% de modelos com motor a combustão.

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