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Testamos o econômico e espaçoso Hyundai Kona Hybrid

Quem está procurando um SUV híbrido deve procurar conhecer o Hyundai Kona. Com design moderno e excelente acabamento, o Kona surpreende também pela autonomia. Num misto de cidade e estrada, com a bateria totalmente carregada e o tanque de gasolina cheio, conseguimos rodar 1.156 quilômetros.

Teoricamente, dá para ir e voltar de São Paulo ao Rio de Janeiro ou de São Paulo a Curitiba. O modelo avaliado foi o Hyundai Kona Hybrid Signature, versão mais sofisticada do modelo e que custa R$ 234.990.

Luxuoso

O Kona está num segmento com poucos concorrentes e muito acima do Toyota Corolla Cross. Com 4.350 mm de comprimento, o Kona não é muito maior que os concorrentes, mas no entre-eixos de 2.660 mm, está a maior diferença em relação aos demais. Isso resulta num espaço maior para os passageiros. O porta-malas é generoso: 407 litros.

Apesar do design moderno, a posição das lanternas traseiras são questionáveis. Ficam no para-choques, muito para baixo. Muito esquisito.

O interior é bem agradável. Além de muito espaçoso, com acabamento esmerado, o Kona oferece duas telas de 12,3″ integradas, os bons e úteis comandos para o ar-condicionado de duas zonas e outras finalidades. No meio fica o seletor dos modos de condução, Eco, Sport e Snow. O modelo dispõe de diversos e amplos porta-objetos. O seletor da transmissão automatizada de dupla embreagem, com 6 marchas, fica atrás da coluna de direção, perto do acionamento dos limpadores dianteiro e traseiro.

Motorização

O motor à combustão é de 1,6 litro e desenvolve 105 cavalos de potência máxima e 14,7 kgfm. Já o motor elétrico entrega 57 cavalos. Juntos oferecem ao motorista 141 cavalos e 27 kgfm. A bateria é de 1,32 kWh.

O SUV acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. Tanto na cidade como na estrada, o modelo não decepciona e atende bem às solicitações do motorista. Mesmo nas retomadas, ele é “espertinho”. Na cidade, é possível andar longos períodos utilizando apenas o motor elétrico e o desempenho é muito bom.

O consumo é surpreendente. Na estrada, chegou a fazer 16,1 quilômetros por litro e na cidade, 18,6 quilômetros por litro  Poderia ser melhor, sim, mas tem números superiores no consumo e no desempenho do que o concorrente Corolla Cross Híbrido.

No mercado nacional, no qual estamos acostumados com tanques de combustíveis grandes, assusta o do Kona ter apenas 38 litros. Mas como se pode avaliar, não faz falta um reservatório maior, pois o motor elétrico e o à combustão garantem uma boa autonomia, de quase 700 quilômetros.

Rodando

Como o objetivo do Kona é principalmente o conforto dos passageiros, a suspensão é bem macia. Mas como no Brasil contamos com pisos muito ruins na grande maioria das estradas e ruas, a suspensão às vezes bate seco.  A estabilidade é boa e a carroceria se mantém estável mesmo em curvas mais dinâmicas.

Na estrada, os assistentes de condução são muito úteis. Muito bem equipado, o Kona conta com teto-solar panorâmico, câmeras 360 graus, freio de estacionamento elétrico, porta-malas com abertura elétrica e luzes ambientes.

A conclusão é que o SUV híbrido da Hyundai, apesar do design muito futurístico, é muito competente, espaçoso e econômico.

Preço
Hyundai Kona Hybrid R$ 234.990,00

 

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Confortável e econômico, o Nissan Sentra é melhor que o concorrente

Apesar de, lamentavelmente, cada vez ter menos sedas no nosso mercado, o segmento continua tendo um consumidor fiel. Entre os poucos modelos disponíveis, uma boa opção é o Nissan Sentra. Na sua oitava geração, o modelo surgiu em 1982, o Sentra fez um breve facelift na linha 2025, ficando em “pé” de igualdade com o líder, Toyota Corolla. E com algumas vantagens: é mais barato e mais equipado.

Bem equipado

O modelo avaliado, o Exclusive, vem com faróis automáticos inteligentes, travamento e destravamento das portas em caso de acidentes, ar-condicionado automático de duas zonas, banco do motorista com ajuste elétrico, indicador de pressão dos pneus, partida remota do motor, teto solar, som Bose, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos rebatíveis, piloto automático e câmera 360°, alertas de ponto cego, tráfego cruzado traseiro e mudança de faixa. Ou seja, muito completo.

Na versão que andamos o interior era muito luxuoso e com bom acabamento. Em couro de tom caramelo, que divide opiniões, o modelo oferece muito bom espaço interno tano para os passageiros da frente como os do banco de trás.


Com uma tecnologia desenvolvida pela Nasa, chamada de “Zero Gravity”, os bancos têm ergonomia que aliviam a tensão nas costas.
O sedã japonês vem com painel de instrumentos com mostradores analógicos e uma pequena tela digital no centro, que oferece as principais  informações necessárias ao motorista.

A central multimídia tem 8 polegadas, tem poucos recursos, mas atende seu público alvo, não muito ávido em tecnologias de ponta ou telas enormes. Mas duas coisas destoam de um carro desse segmento: a conexão com Apple CarPlay e Android Auto é feita apenas através de um cabo e não tem saída de ar-condicionado para os passageiros do banco traseiro.

Outro detalhe lamentável é o freio de estacionamento no pedal, e que, ainda fica quase acima do pedal do freio. Difícil acesso e muito antiquado.

Elegante

Apesar da idade, o Sentra tem um design agradável e levemente esportivo. Agrada bastante, principalmente, em relação ao seu concorrente direto, o Toyota Corolla.

A motorização é um dois litros a gasolina (não tem flex), tem injeção direta de combustível e desenvolve 151 cavalos e 20 kgfm de torque. Não é nada de especial, mas como o objetivo é o conforto e não o desempenho, o Sentra vai bem. A transmissão é uma CVT que simula oito marchas. Em retomadas e ultrapassagens o “ronco” do motor no interior é muito elevado. Andando tranquilo na estrada, quase não tem barulhos em seu interior.

A aceleração de 0 a 100 km/h é conseguida em 9,4 segundos e a velocidade máxima é de 199 quilômetros por hora. O consumo é muito bom. O Sentra consumiu 11,7 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada.

Rodando

O consumidor que normalmente compra modelos nesse segmento, certamente ficará feliz com o conjunto. A dirigibilidade é boa, e transmite confiança e estabilidade. Em pisos regulares, o modelo é muito agradável, porém, devido a opção por um modelo mais confortável, em vias esburacadas ele sente muito as irregularidades. Mas não é nada de absurdo.  Os freios são a disco nas quatro rodas e param o carro em espaços normais e sem desvios, auxiliados pelo ABS e EBD – sistema de distribuição eletrônica de frenagem.

A conclusão é que, para quem quer um sedã confiável, seguro, confortável e com um excelente custo/benefício, o Sentra Exclusive é uma ótima opção.

Preço
Nissan Sentra Exclusive R$ 178.390,00

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Com motorização hibrida e muito valente GWM Tank 300 é uim boa opção

A agressividade da GWM está surpreendendo o mercado nacional e os concorrentes. O Tank 300, terceiro produto da GWM a chegar ao mercado brasileiro, tem um design tradicional e agressivo típico de um jipe, bom acabamento e mecânica híbrida.

O motor à gasolina de 2,0 litros, turbo, conta com a “ajuda” de um motor elétrico. Juntos produzem 394 cavalos de potência e 76,4 kgfm de torque. O motor elétrico é alimentado por baterias NMC de 37kwh. No modo 100% elétrico, a autonomia é de até 75 quilômetros. A transmissão é automática de 9 marchas, muito bem desenvolvida para um modelo off road.


Andando, o jipe chinês surpreende tanto no percurso urbano como no off-road. Na cidade, apesar de a autonomia declarada ser de 75 quilômetros, superamos a marca em quase 20%. Isso se deve à maneira que é conduzido. Se o pé for suave no acelerador, a autonomia aumenta bem.

Na estrada o desempenho é bom, principalmente e graças à boa potência e torque. Por ser um veículo de uso misto e pesado, surpreende a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora, em 6,9 segundos. O consumo rodoviário foi de 13,1 quilômetros por litro com ajuda do motor elétrico. Sem ele, o consumo cai para 7,3 quilômetros por litro.

Já no fora-de-estrada, o Tank 300 mostra para que veio. É valente e supera as maiores dificuldades sem muito esforço. Com ajuda do 4X4 com reduzida, três bloqueios de diferencial (dianteiro, central e traseiro), e vários modos de condução, o modelo vence os obstáculos, transmitindo confiança.

O Tank 300 tem linhas retas, grade tradicional, faróis redondos e capô reto, bem como deseja o consumidor desse veículo. O Tank mede 4,76 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,90 metro de altura e 2,75 metros de entre-eixos. Ângulo de entrada de 32°, 22cm de altura do solo e 33° de saída. Ou seja, são números muito bons para um SUV aventureiro.

Apesar do tamanho, peso e altura do solo, o SUV chinês é estável e não inclina muito nas curvas. E vale lembrar que ele é montado em cima de um chassi sobre longarinas.

Completo

Bem-acabado, o interior agrada e está em sintonia com as linhas externas. O painel é reto, as saídas de ar redondas e possui 2 telas integradas com plataformas GUX e 24,6”, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.  O SUV conta com o aplicativo “MY GWM” com controles do veículo, manutenção e comandos remotos.

O console é elevado e conta com porta-objetos climatizado, seletor de modos de condução e tração e a alavanca do câmbio. O sistema de som é muito bom, com 9 falantes e 4 tweets.

Os bancos são bem confortáveis, tanto para os passageiros da frente como atrás. O banco do passageiro ao lado do motorista tem 4 ajustes elétricos e o do motorista 8. Outro detalhe que agrada muito é o silêncio interno, mesmo quando o motor é exigido. Para aumentar o conforto, o modelo ainda conta com um amplo teto solar.
Uma coisa ruim que atrapalha, principalmente em shoppings ou supermercados, é a abertura do porta-malas. Como a tampa abre para o lado, quando for estacionar tem que calcular o ângulo de abertura da porta.

Preço
GWM Tank 300 (versão única) R$ 333 mil.

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Confortável e bem acabado, Honda HR-V ganha uma nova geração

Sucesso de vendas, o Honda HR-V foi lançado em fevereiro de 1999 e ao longo destes anos foi ganhando diversas evoluções. A mais recente é a linha 2026 e surpreende por quanto é bom de andar, confortável e confiável. As pequenas mudanças no design e a atualização nos equipamentos, deixaram o modelo mais atual e competitivo no segmento. A motorização é a mesma, ou seja, 1,5 litro turbo e câmbio CVT. A versão avaliada é a Touring, topo de gama.

As mudanças na grade, faróis mais finos, lanternas redesenhadas, molduras em volta da carroceria e novo desenhos das rodas, o HR-V, o terceiro mais vendido do segmento, ficou bem mais bonito e distinto. As rodas muito bonitas são diamantadas e de 18 polegadas.

Por dentro, o SUV japonês é muito agradável e confortável. Destaca-se o bom espaço interno e o conforto. O banco do motorista conta ajustes elétricos facilitando para achar a melhor posição para dirigir. Ao rodar é possível ver quanto o modelo é silencioso. Somente em pisos irregulares o barulho externo é notado.

Na versão Touring, o SUV conta com um excelente pacote tecnológico e de segurança, como por exemplo assistentes como alerta de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática.


No modelo 2026, o HR-V também ganhou uma central multimídia mais completa com espelhamento sem fio, inclusive, com uma câmera de ré de melhor definição. Os dois passageiros do banco traseiro não têm do que reclamar, já que o espaço interno é muito bom e bem confortável. Cinco passageiros já ficam mais apertados, mas numa necessidade, são acomodados razoavelmente.

O porta-malas tem capacidade para 354 litros, mas os bancos rebatíveis em várias possibilidades podem aumentar muito o espaço de carga.

Bom desempenho

O HR-V Touring vem equipado com uma motorização turbo muito competente de 1,5 litro, desenvolve 177 cavalos e 24,5 kgfm de torque máximo. Como o torque máxima já está disponível a 1700 rpm, o tanto na cidade como na estrada as respostas são bem eficientes. Os números mostram o bom desempenho do SUV. De 0 a 100 quilômetros por hora o HR-V acelera em 8,9 segundos e atinge a máxima de 201 quilômetros por hora.

O consumo está na média da concorrência fazendo 8,7 km/l na cidade e na estrada 10,1 com etanol. Já com gasolina, o modelo faz 11,5 km/l no perímetro urbano e 15,1 na rodovia.

Apesar de CVT, e não uma automática tradicional, a transmissão não compromete e tem modo Sport e trocas manuais nas borboletas atrás do volante. Mesmo privilegiando o conforto, a suspensão é destaque e não compromete a estabilidade.

Preço
Honda HR-V Touring R$ 209.900,00
Curiosidade – Quando foi lançado em 1999, o HR-V custava R$ 69.900,00.

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A cada geração, o Jeep Wrangler fica mais valente e tecnológico

No ano que comemora os 80 anos do surgimento do primeiro modelo do Jeep, o CJ2A, decidimos avaliar a última geração do valente modelo.

Não existe no mercado mundial um modelo off-road do nível do Jeep Wrangler. Existem vários modelos com boa disposição para o off-road, mas nada se compara ao verdadeiro Jeep. Com a mesma desenvoltura que um veículo de passeio enfrenta o asfalto, o Wrangler enfrenta as vias mais difíceis e muitas vezes, que se calcula intransponíveis. Para ele não existe obstáculo que não possa, bem ou mal, ser superado. E com uma grande vantagem; não tão agradável como nas dificuldades do fora de estrada, ele vai muito bem no asfalto.

Porquê não tão agradável? Porque é um carro duro, grande (quase 5 metros) e pesado (mais de duas toneladas). Não se pode esquecer que é uma carroceria montada sobre chassi de longarinas, com eixo cardã, tração 4×4 de última geração, pneus enormes, super reforçado, etc.

Tradição

Com diversas evoluções, o Wrangler mantém o desenho base da primeira geração, principalmente na icônica grade dianteira com sete aberturas na vertical, os para-lamas salientes e faróis redondos. Até teve uma versão nos anos 80 com faróis retangulares, mas com as atualizações voltou ao tradicional. A geração testada começou a ser vendida nos EUA em 2024 e ganhou grade dianteira e rodas redesenhadas, novas saídas de ar e uma central multimídia maior, 12,3 polegadas com conexão sem fio via Android e Apple CarPlay.

Apesar da dificuldade de acessar o seu interior, principalmente os mais baixos, o espaço interno não é ruim. No banco traseiro dois adultos vão bem acomodados e graças ás quatro portas, não é difícil entrar. O acabamento em couro é excelente e tem ar condicionado de duas zonas, bancos com regulagem elétrica com aquecimento, assim como o volante. Por conta da possibilidade de uso em terrenos difíceis, os tapetes são de borracha e o assoalho tem um dreno para escoar a água que possa entrar e facilitar a lavagem.

Em termos de segurança, o modelo vem com santo antônio, estrutura de tubos de ferro que protege os passageiros num possível capotamento, já que é possível retirar toda a estrutura superior, (teto, portas,  abaixar o vidro dianteiro,  e transformar num modelo conversível, quatro airbags, e assistências à condução: alerta de colisão, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, comutação automática do farol alto e controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, monitoramento de pressão dos pneus, câmeras na traseira e na dianteira, e avisos sonoros durante o estacionamento.

Desempenho

O Jeep faz algum tempo abandonou os motorzões e usa um motor de dois litros, Hurricane somente a gasolina, que desenvolve 272 cavalos de potência máxima e torque de 40,8 kgfm a 3.000 rpm. Ou seja, tanto na cidade, na estrada ou no off-road, o motorista tem folego sobrando.

A transmissão é automática de oito velocidades e uma caixa de transferência com reduzida e bloqueio de diferencial. A barra estabilizadora dianteira pode ser desconectada eletronicamente.,

Mesmo não sendo essa a finalidade do modelo, o Wrangler Rubicon atinge a velocidade máxima de 156 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. A nota ruim é para o consumo, apesar de ser compatível com a proposta e se levando em conta os pneus de uso misto, peso e tamanho: 7,15 km/l na cidade e 7,27 km/l na estrada.

Muito bem equipado, de série o jipão vem com: faróis full-LED com comutação automática da luz alta, lanternas traseiras com LEDs, desconexão eletrônica da barra estabilizadora dianteira, monitoramento da pressão dos pneus, freios a disco nas quatro rodas, rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus de uso misto, chave presencial, partida do motor por botão, sistema de som Alpine com nove alto-falantes e subwoofer , controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego

Preço
Jeep Wrangler Rubicon R$ 499.990,00

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Commander Limited surpreende pelo conforto, luxo e desempenho

O modelo topo de gama da Jeep no Brasil, foi lançado em 2021 e é fabricado na planta da marca em Pernambuco. Desde a sua chegada, é uma referência entre os SUVs de sete lugares. Utilizando a plataforma Small Wide 4×4 da Stellantis, o Commander é um modelo grande: são 4.769 mm de comprimento, 1.859 mm de largura, 1.680 mm de altura e 2.794 mm de entre-eixos.

Em relação ao seu irmão menor, o Compass, o Commander é 365 mm mais longo e tem 158 mm a mais na distância entre-eixos. Outra virtude do modelo é o volume do porta-malas, que tem abertura elétrica, que é um dos maiores do mercado: 661 com os bancos da última fileira abaixados, 233 litros com os bancos para os sete ocupantes e 1.760 litros com as duas últimas fileiras recolhidas.

O Jeep Commander versão Limited T270 é o nosso modelo avaliado da semana. Com motor turbo flex 1,3 litros, turbo de quatro cilindros em linha, que desenvolve 180 cavalos com gasolina e 185 cavalos com etanol e torque de 27,5 mkgf. A velocidade máxima é de 202 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,5 segundos. Esses números fazem o Commander ter um bom desempenho e proporcionar segurança tanto nas ultrapassagens como nas retomadas.

Aliás, mesmo sendo um modelo grande e com quase 1800 quilos, o SUV de sete lugares, como demonstram os números, tem muita agilidade e bom desempenho. Ainda se levando em conta o tamanho e o peso, o Commander não poderia ser um SUV econômico. Mas surpreendeu ao fazer, no perímetro urbano, 7,1 km/litro com etanol e 10,2 km/l com gasolina. Já na estrada, consumiu 8,7 km/l com etanol e 11,6 km/l com gasolina.

Outra surpresa muito positiva é o conjunto harmonioso que o motor faz com a transmissão automática de seis velocidades, que têm trocas suaves e precisas. A tração é dianteira.

No modo de condução Sport, bastando apertar um botão, se ativa uma calibragem diferenciada, com trocas de marchas mais rápidas e em rotações mais altas, deixa o Jipão com respostas do acelerador mais ágeis e a direção fica mais pesada, para uma experiência de condução mais “esportiva”.

O modelo traz suspensão independente na dianteira e traseira, tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores hidráulicos, semelhante ao do Compass, mas com geometria e calibração redimensionadas para o maior tamanho e peso. Mas mostrou em todas as situações, até em pisos irregulares ser muito competente e transmitir conforto aos passageiros.

Os freios são a disco nas quatro rodas, ventilados na frente e sólidos atrás param o carro em espaços curtos e sem desvios. Transmitem confiança ao motorista.

Mesmo sendo um veículo elevado, pesado e grande, o Commander tem muito boa estabilidade e passa tranquilidade para quem o conduz em todas as situações. Mesmo em curvas mais rápidas ou manobras de emergência, o modelo transmite muita segurança.

Muito dessa tranquilidade é passada pelo “Traction Control +”, sistema de controle de tração que atua em condições de baixa aderência com o solo em uma das rodas. É exclusivo do modelo com tração dianteira e atua dando um “toque” de frenagem na roda que está escorregando, transferindo o torque para outra roda que esteja em contato com o piso. Para habilitar a função, basta que o motorista pressione a tecla “ASR OFF”. Mesmo sendo tração dianteira, essa tecnologia ajuda com muita eficiência no uso off-road ou em dias de chuva.

Bem equipada

Por ser a versão mais sofisticada do Commander, o modelo é muito bem equipado. O SUV vem com faróis de LED, painel de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas, multimídia com tela de 10,1 polegadas, bancos e painel revestidos com material sintético que imita couro e camurça, seis airbags, abertura elétrica do porta-malas, rodas de liga-leve aro 18, espelhamento sem fio do smartphone, Traction Control+, “pacote” ADAS nível 2, sistema de som Harman Kardon, terceira fileira de bancos, monitoramento de ponto-cego, carregador sem fio para smartphone, entre outros.

Em termos de segurança e conforto, o SUV americano vem com direção semi-autônoma, cruise control adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade e a útil comutação automática de faróis (acende e apaga a luz alta).

Design

Quem olha o Commander logo se identifica com um modelo da Jeep. A dianteira tem a tradicional grade com sete aberturas e um conjunto óptico integrado e finos. Os faróis Full LED oferecem mais segurança e tem a luz de piscas dinâmicos. Vários detalhes do modelo topo de gama da Jeep nacional, são encontrados em modelos superiores e bem mais caros.
A traseira muito harmoniosa conta com lanternas estreitas e horizontais. Elas têm luz de LEDs.

Por dentro o Commander é muito bem acabado e conta com materiais de muito boa qualidade. O espaço interno é um dos maiores entre todos os modelos de sua categoria á venda no Brasil. Os bancos, muito confortáveis, e quase todo o acabamento são revestidos de um material que imita couro, mas de muito boa qualidade. O meio dos bancos é de um material similar a camurça, que é muito mais agradável, tanto no calor como no frio.

A fileira do meio, para ainda proporcionar mais conforto aos ocupantes, pode ser deslocada para a frente ou para trás em 14 cm e são reclináveis.

O barulho interno é muito baixo, graças ao bom nível de materiais de isolamento acústico e dos vidros também com isolamento termoacústico. Esses vidros exclusivos também proporcionam uma redução do calor no interior do veículo.

Sem dúvida, o Jeep Commander, principalmente para quem famílias grandes, é uma das melhores opções do mercado.

Preço
Jeep Commander Limited 1.3T flex R$ 247.990,00

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Nissan Versa Exclusive tem um conjunto agradável e é muito econômico

Apesar da situação delicada da empresa em todo o mundo, a Nissan está, aos poucos, passando por uma renovação de seus produtos no Brasil. Atualizou o Sentra, o Versa e em breve a nova geração do Kicks. O teste desta semana é com o Versa Exclusive.


O modelo topo de linha surpreende positivamente pela economia de combustível, conforto, espaço interno e acabamento. O que destoa do conjunto são a suspensão muito “mole”, o barulho do motor em altas rotações e o desempenho. São detalhes que poderiam ser melhorados, mas não comprometem a avaliação positiva do sedã. Aliás, com a falta de modelos sedã no mercado brasileiro, o Versa atende com méritos e, principalmente, ao público que se destina.

Design

O visual do Nissan Versa Exclusive nunca esteve tão elegante e moderno. A frente com linhas fluidas e esportivas, sem deixar a “seriedade” tradicional da marca, ficou muito moderna e atraente e, um aerofólio na tampa do porta-malas dá uma aparência de esportividade. Já na lateral, o destaque está na rodas de liga leve de 17″ em preto e diamantado e nos pneus 205/50.

O interior é bem acabado, com material de boa qualidade e os bancos confortáveis. Achar a posição ideal e mais confortável não é problema, pois o banco do motorista tem ajustes elétricos. O ar-condicionado é digital. No meio, uma útil tela multimídia de 8 polegadas atende com perfeição e sem a necessidades daquelas telas chinesas enormes, que só servem para desviar a atenção do motorista.

Na versão Exclusive, há um apoio de braço central, com entrada USB-C dentro do porta-objetos e mais uma para os ocupantes do banco traseiro e carregador por indução.

Andando

O desempenho não é a prioridade do Versa. O modelo vem equipado com um motor de 1,6 litro, aspirado, com 110 cavalos e 15,2 km de torque com gasolina e 113 cavalos e 15,3 km de torque com etanol. A transmissão é CVT. Na cidade ou na estrada, em baixas rotações, o conjunto é silencioso e atende muito bem. Só tem uma desarmonia quando é necessária uma aceleração mais forte na estrada ou para subir uma ladeira mais íngreme. Muito em função da transmissão CVT, nessas situações, o modelo passa um barulho elevado para o habitáculo. É nesses casos que se sente a falta de um motor mais potente e moderno.
O Exclusive acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 10,9 segundos e atinge a máxima de 177 quilômetros por hora.

Porém, tudo isso é compensado com a surpreendente economia de combustível. No uso urbano, com gasolina, o Versa chegou a fazer 12,1 quilômetros por litro, e na estrada, mantendo os 100 quilômetros por hora, o consumo foi de incríveis 17,8 quilômetros por litro. Já com etanol, na cidade o modelo japonês fez 7,9 quilômetros por litro e na estrada 10,7.

Estabilidade

Como já citamos, o objetivo da marca é deixar o modelo bem macio, bem ao gosto do seu consumidor. Mesmo sendo muito macio e em pisos irregulares “batendo” muito, o Versa tem boa estabilidade e transmite confiança. Os freios também param o carro em espaços razoáveis e sem desvios. Ou seja, o Versa é, dentro do seu segmento, uma ótima opção.

Preço
Nissan Versa Exclusive 2025 R$ 138.990,00

 

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Com nova motorização, Renegande continua valente e agradável

Em abril de 2015 a Jeep lançou oficialmente o Renegade no Brasil. Produzido no Polo Automotivo Stellantis de Goiana-PE, o modelo está completando 10 anos de sucesso e virou o queridinho do Brasil.  O SUV já ultrapassou as 500 mil unidades vendidas. No segundo semestre do ano passado, já como modelo 2025, o Renegade ganhou algumas pequenas mudanças e alterações. Deixou de ter a opção de motorização a diesel e todos os modelos agora contam com a motor 1,3 litro, turbo flex.

Esse motor é o mesmo que equipa a Fiat Toro e o Jeep Compass, por exemplo. Essa adequação na linha de entrada da Jeep, foi necessária para o modelo ganhar um folego até a chegada da nova geração em 2027.
A versão que testamos, a Jeep Renegade Longitude T270 1.3 4×2 Flex automático Dark Pack, é a intermediária.

Andando

Com o motor de quatro cilindros, 1,3 litro turbo, o Renegade tem um bom desempenho. Com 180 cavalos a gasolina e 185 cavalos com etanol a 5.750 rpm, o modelo tem uma resposta ágil tanto na estrada, como no trânsito urbano. O torque máximo de 27,5 m·kgf está disponível a partir de 1.750 rpm o que garante uma boa elasticidade, permitindo uma condução tranquila em qualquer situação.


O desempenho do SUV com o “novo” motor também é muito interessante: acelera de 0 a 100 quilômetros em 8,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 210 quilômetros por hora.

O modelo não é exatamente um primor em economia, mas não decepciona. Na estrada faz 12,8 com gasolina e 9,1 quilômetros por litro com etanol. Já no perímetro urbano, o consumo é de 10,9 com gasolina e 7,7 quilômetros por litro com etanol. Ou seja, são números condizentes com a sua proposta.
No modelo 4X2, que foi a versão avaliada, a transmissão é automática de seis velocidades. O acoplamento com o motor é através de conversor de torque e a tração é dianteira. As marchas podem ser trocadas manualmente na alavanca seletora ou nas borboletas atrás do volante multifuncional.

Competente

Outro mérito do Renegade é aliar o bom comportamento no asfalto e nos terrenos irregulares ou off-road. O SUV conta com suspensão independente nas quatro rodas, que garante um bom acerto em qualquer piso sem prejudicar a estabilidade. O sistema Jeep Traction Control+ nas versões 4×2 simula o efeito de um diferencial autobloqueante, transferindo torque entre as rodas dianteiras para manter a tração em terrenos de baixa aderência.

Altura do solo, ângulos de ataque e saída, são favoráveis para uso fora de estrada, mesmo na versão 4×2. Lógico que não tem a “valentia” do 4X4, mas sabendo usar, não vai se decepcionar.

O sistema de tração integral com desconexão automática do eixo traseiro para economia de combustível oferece uma experiência versátil, adequada tanto para a cidade quanto para trilhas leves e moderadas. O seletor de terrenos com modos Auto, Snow (neve), Sand (areia), Mud (lama) e Rock (pedra) adapta a resposta do veículo ao tipo de terreno, enquanto a função 4×4 Low prioriza as relações finais mais curtas para situações que exigem força extra. O sistema de controle de descida (Hill Descent Control) também é um destaque, mantendo a velocidade controlada nas descidas mais íngremes e escorregadias.

Bem equipado

O modelo avaliado é bem servido de tecnologia e equipamentos. O Renegade vem de série com central multimídia de 8,4 polegadas com espelhamento sem fio, até o quadro de instrumentos digital de 7 polegadas que pode ser configurado. O painel de instrumentos tem desenho funcional e é bem completo. Outro detalhe muito importante são os itens de segurança.

O Longitude vem com seis air bags, controle de estabilidade e tração, e podem incluir tecnologias semiautônomas como frenagem de emergência, monitoramento de ponto cego e assistente de permanência na faixa. O controle automático de velocidade de cruzeiro é do tipo simples, não adaptativo.

A versão Dark Pack ainda conta com rodas aro 18”, carregador por indução, bancos de couro e o sensor de estacionamento dianteiro, externos escurecidos, chave presencial, faróis adaptativos com acendimento automático, retrovisor interno antiofuscante, sensor de chuva e monitor de ponto cego.

Mesmo com os 10 anos e aguardando a chegada de uma nova geração, o Jeep Renegade ainda é uma das melhores opções em sua categoria. Bem acabado, motor competente e muita tecnologia embarcada. E o design “bruto”, quadradão, sem dar muita importância á aerodinâmica, é exatamente o seu diferencial e que o consumidor tanto deseja.

Preço
Jeep Renegade Longitude T270 1.3 4×2 Flex Automático Dark Pack
R$ 165.990,00

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Teste: Com o novo motor, o Creta ganhou mais desempenho e economia

O Hyundai Creta foi apresentado mundialmente em 2014 e começou a ser vendido no Brasil em 2017. Fabricado na planta da marca em Piracicaba-SP, logo se tornou um sucesso de vendas. No final do ano passado, o modelo ganhou uma grande reestilização e uma nova motorização.

Bem mais moderno, o modelo caiu nas graças do mercado nacional, tão avido por SUVs. A nossa avaliação é do modelo mais sofisticado das cinco versões disponíveis no mercado brasileiro: o Ultimate.

Moderno

O Creta Ultimate tem um design muito agradável e chamativo. Na dianteira uma elegante grade cromada com elementos geométricos, que junto com os faróis de LED, deixam o modelo com uma aparência de caro sofisticado e de categoria superior. Na traseira, as novas lanternas substituíram as esquisitas da versão anterior. O conjunto ficou muito melhor e mais agradável.

Para completar a harmonia do modelo, o suv conta com rodas de liga de alumínio de 18 polegadas (pneus 215/55 R18), com desenho muito bonito.

Por dentro, o Ultimate tem interior luxuoso e é muito bem acabado. O destaque inicial é o amplo painel de instrumentos aliado á central multimídia. São duas telas praticamente unidas, cada uma com 10,25 polegadas. O painel de instrumentos é muito completo e com diversas informações que auxiliam muito o motorista.

Muitos veículos de categorias superiores não têm a quantidade de dados que o Creta Ultimate fornece. Um simples exemplo: ao acionar o limpador do vidro dianteiro ou traseiro, aparece a mensagem “acionado o limpador do para-brisas”. E isso ocorre em outros sistemas.

A central multimídia é intuitiva e compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Porém, para o pareamento sem fio é necessário instalar um aplicativo da marca coreana no aparelho celular.

O acabamento interno e os materiais utilizados, surpreendem pelo bom gosto e sofisticação. Numa tentativa de aumentar a aparência de sofisticação, o Ultimate conta com vários detalhes cromados.

Os bancos são confortáveis e o do motorista tem vários ajustes elétricos e ventilação. O volante, também com ajustes de altura e profundidade, tem boa empunhadura e vários controle que facilitam a condução na estrada e no dia-a-dia.

Para maior conforto, o ar-condicionado de duas zonas é digital automático e, além do carregador por indução, tem entradas USB na frente e atrás. O porta-malas é amplo e conta com 422 litros de capacidade.

Motorização

Sem dúvida a motorização é um dos destaques do modelo familiar. O novo propulsor tem quatro cilindros em linha, 1,6 litro, turbo e oferece 193 cavalos a 6.000 rpm de potência máxima e torque máximo de 27 m·kgf a 1.700 rpm. Mas é somente a gasolina.

Em relação ao antigo motor de dois litros, o novo é muito mais esperto e competente, além de mais econômico. Em nossa avaliação, o SUV acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,0 segundos e alcançou velocidade máxima de 209 km/h. São números muito bons para um modelo de sua categoria.

O consumo é bom e muito melhor do que a versão anterior com motor 2,0 litros. Na nossa avaliação, no ciclo urbano, o Creta consumiu 11,6 quilômetros por litro e no ciclo rodoviário 13,9. Como o tanque é de 50 litros, a autonomia pode ser superior a 650 quilômetros.

A transmissão tem dupla embreagem, sete velocidades e faz uma boa parceria com a motorização. A sua utilização no modo manual pode ser feita na alavanca ou nas borboletas atrás do volante.


Andando

O desempenho é muito bom com a nova motorização. Tanto na estrada como na cidade, o modelo é muito agradável. A nota destoante da avaliação é para a suspensão, que no SUV da Hyundai é McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira.

Com o objetivo de deixar o carro mais macio, bem ao gosto da maioria dos consumidores desse segmento e principalmente no modelo topo de linha, em pisos esburacados, tão comuns nas ruas brasileiras, a suspensão fica barulhenta e sente os “trancos” das irregularidades. Apesar disso, a marca conseguiu um bom equilíbrio, já que o Creta Ultimate tem boa estabilidade e passa confiança ao motorista.

Além dos sistemas do controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e o questionável assistente de permanência em faixa, o  pacote de segurança (Adas) do Creta Ultimate 2025 é extensa: assistente de tráfego transversal à retaguarda auxilia o motorista ao sair de vagas de marcha à ré; alerta de desembarque seguro; alerta sobre a aproximação de veículos ou ciclistas ao abrir as portas; assistente de ponto cego nos retrovisores externos através de projeção de imagem no quadro de instrumentos; assistente de permanência e centralização na faixa; controle de velocidade cruzeiro adaptativo e o sistema de frenagem autônoma de emergência.

Preço
Hyundai Creta Ultimate 1,6 Turbo – R$ 196.990

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Teste – Fiat Fastback Abarth além de bonito, acelera bem

Um dos carros mais bonitos do mercado, o Fiat Fastback, também é responsável por uma versão das mais emocionantes: o Abarth. E no ano que se comemora 75 anos da fundação da empresa de Carlo Abarth, andamos no modelo.

A Fiat sempre se destacou pelos modelos esportivos derivados de modelos “normais”, como o 147 Rally, o Unos 1.5 e 1.6R, o Uno Turbo, a Marea e Tempra Turbo, etc. Mais recentemente o  Stilo, 500 e Pulse Abarth. Todos muito divertidos. Mas o Fastback Abarth é diferenciado.

A Abarth era uma oficina de preparação de automóveis de competição, que utilizava automóveis de várias marcas. Fundada em 1947, a empresa de Carlo Abarth se destacou e em 1971 a Fiat comprou a preparadora. Nascido em 15 de novembro, o italiano adotou como símbolo, o escorpião, seu signo.

Totalmente desenvolvido no Brasil, Fastback Abarth mantém as linhas harmoniosas do SUV Coupé, mas com um toque esportivo muito legal.
Sem opcionais, traz ampla lista de equipamentos de série, como escapamento duplo esportivo, central multimídia de 10,1″ com serviços conectados, paddle shifters, ADAS (sistemas avançados de assistência à direção), freio de mão eletrônico com Auto Hold e wireless charger (carregador por indução).

Performance 

O Fastback realmente foi picado pelo escorpião. Ao ligar, o forte ronco já estimula a vontade de acelerar. Equipado com o motor 270 Turbo, o modelo oferece 185 cavalos e torque máximo de 270 Nm. O esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 220 km/h. O modelo oferece uma relação de peso-potência de 7,0 kg por cavalo.

A transmissão automática é seis marchas e três modos de condução. As trocas também podem ser manuais na alavanca ou nos paddle shifters (câmbio borboleta) atrás do volante.

Usando a plataforma MLA dos demais Fastback e Pulse, o modelo Abarth ganhou ajustes específicos, como a calibração do motor e do câmbio, oferecendo a trocas mais rápidas e esportivas.

Mas sem duvida, além do design e outras coisinhas mais, o destaque foi o acerto que a Fiat conseguiu nas suspensões, garantindo uma boa estabilidade e dirigibilidade, com menor rolagem e menor altura de solo (5 mm a menos em relação ao Fiat Fastback normal, mas podia ter baixado um pouco mais). As molas ficaram mais rígidas e os amortecedores até 21% mais estáveis. Já a suspensão dianteira ganhou nova geometria, o que garantiu uma melhor dirigibilidade. M
Para melhorar o conjunto, as rodas 18 polegadas estão calçadas com pneus 215/45 R18 mais aderentes.

Também houve alterações no sistema de exaustão, com escape duplo bilateral e ronco muito esportivo e marcante, típico de um autêntico Abarth.
Para garantir mais esportividade, no volante o modelo Abarth conta com o botão vermelho Posion. Com ele, aumenta o endurecimento da direção, vetoriza de torque, recalibra o câmbio, permitindo trocas mais rápidas e redução automática das marchas em frenagem, para auxiliar com freio motor e antecipar o engate da marcha mais apropriada para retomar a aceleração.

Os controles de tração e estabilidade se tornam menos intrusivos, oferecendo uma direção ainda mais esportiva. Aliás, os freios a disco na frente e tambor é a nota triste. Apesar de pararem em espaços bem aceitáveis e serem bem seguros, por ser um esportivo, merecia freios a disco nas quatro rodas.

Dentro

Muito confortável por dentro, o Fastback Abarth oferece uma plataforma de serviços conectados, Connect////Me, que oferece mais de 30 funcionalidades para tornar a experiência de condução ainda mais completa e interativa.

O painel de instrumentos com cluster digital de 7 polegadas é específico para a versão Abarth, com informações como pressão do turbo, força G e potência na tela principal. No meio a central multimídia de 10.1 polegadas, tem diversas possibilidades de entretenimento e conectividade a bordo. Para completar, tem Android Auto e Apple Carplay. Além disso, o modelo conta ainda com um carregador de celular por indução e entradas USB-A e USB-C.

O novo SUV da Abarth também possui recursos de segurança, como os ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) que incluem alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa com correção ativa e comutação automática do farol alto. Esses itens são capazes de prevenir ou minimizar impactos em situações de risco, aumentando a segurança dos ocupantes do veículo.

Além disso, o carro conta com o ESP (Electronic Stability Program), que garante maior estabilidade e segurança na condução; sensor de chuva e luminosidade, que ajusta automaticamente os faróis e os limpadores de para-brisa de acordo com as condições climáticas. O ABS com EBD (Antilock Braking System com Electronic Brakeforce Distribution) é outro recurso que contribui para a segurança no veículo, garantindo uma frenagem mais eficiente e segura.

O Fastback Abarth conta ainda com ar-condicionado automático digital, faróis e lanternas full LED, keyless Entry’nGo com partida remota, freio de estacionamento eletrônico automático com Auto Hold e airbags frontais e laterais de tórax e cabeça para motorista e passageiros.

Preço
Fiat Fastback Abarth: R$ 159.990,00

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