Tera

Jeep Avenger é o novo modelo de entrada da marca americana no Brasil

A Jeep aumentou o número de ofertas com um novo SUV: o Avenger. O modelo que é fabricado em Porto Real – RJ vai ficar posicionado abaixo do Renegade e vai brigar com o VW Tera e Renault Kardian.

Com motor 1,0 litro, turboflex de 116 cavalos, sistema híbrido leve MHEV de 12V e câmbio automático CVT, o modelo combina a proposta urbana com características da marca off-road.  O Avenger chega em três versões e com preços que vão de R$ 114.990,00 a R$ 145.990,00.

Entre os destaques estão os seis airbags, pacote ADAS nível 2, câmeras 360°, piloto automático adaptativo, centralizador de faixa, sensores de ponto cego e assistente de voz com inteligência artificial do ChatGPT.

O modelo tem, na sua lista de equipamentos, teto solar elétrico, multimídia de 10 polegadas, carregador por indução e iluminação ambiente.

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Nova BMW iX3 x Drive terá autonomia recorde

Quase desembarcando no mercado nacional, o novo BMW iX3 50 xDrive será o carro 100% elétrico com a maior autonomia do País. Recentemente homologado pelo Inmetro no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o modelo conseguiu, segundo a marca alemã, 570 quilômetros de alcance.

Em 2014, a marca foi a primeira a oferecer ao consumidor um veículo 100% elétrico no país, com o BMW i3.

 

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Volkswagen Tera com motor 1,0 e câmbio manual é muito bom de andar

Lançado há exatamente um ano, o Volkswagen Tera é um sucesso de vendas e responsável, entre outros detalhes, por uma novidade no mercado automotivo. Normalmente, nos modelos de entrada, a versão mais vendida é a “básica”. Não é o caso do SUV da marca alemã, que tem a versão mais luxuosa, Highline, como responsável por quase 50% das vendas, seguida da Comfort e somente na terceira posição, a MPI manual. E é justamente essa a versão avaliada pelo De Fato Motor.

Com motor aspirado de um litro MPI e câmbio manual, mesmo conjunto utilizado no Polo Track, o Tera surpreende e é muito agradável de ser dirigido. Além de muito econômico. Teoricamente, é uma versão destinada a frotistas e locadoras, mas o consumidor que o adquirir não vai se arrepender.

Confiável

Apesar do motor ser de um litro aspirado, três cilindros em linha, o propulsor desenvolve 77 cavalos e 9,6 kgfm de torque quando abastecido com gasolina e 84 cavalos e 10,3 kgfm com etanol. Lógico que não é uma motorização para andar disputando “corridas”, mas é suficiente para enfrentar com méritos o dia a dia. Se o objetivo é tirar o máximo do motor, vale lembrar que o torque máximo surge em torno dos 3.000 rpm e potência máxima em 6.450 rpm. Mas nesse caso, o consumo sobe muito e não é o objetivo de quem o adquire.

Se comparado com a concorrência, o Tera tem melhores números. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 15,4 segundos e atinge a velocidade máxima de 162 quilômetros por hora. Tem muito carro elétrico que custa cinco vezes mais que não chega nem perto.

Uma das grandes vantagens dessa versão do SUV de entrada da Volkswagen é o consumo: 12,9 km/l na cidade e 16,7 km/l na estrada com gasolina. Já com etanol, o consumo é de 9,8 km/l e 11,2 km/l, respectivamente. São números excelentes.
É impressionante o acerto que a marca alemã consegue no conjunto motor/transmissão. O câmbio manual de cinco marchas do Tera é preciso e muito divertido de usar. Sem dúvida, o melhor conjunto do mercado nacional no segmento.

Outro ponto positivo do motor, muito bem avaliado há anos, é o acionamento por correia dentada, sem as problemáticas correias banhadas a óleo. O simples bem feito.

Presença

Além do design moderno e muito harmonioso, o Tera cai como uma luva para o consumidor que quer um SUV e não quer, ou não pode, gastar muito. E não vai ficar decepcionado com a compra. Não pode ser deixado de lado que é um modelo de entrada, mas longe de ser um modelo simples. E uma bela sacada da Volkswagen é que, com poucos detalhes, todos os Teras são muito similares no seu exterior.

Mesmo não tendo rodas de liga leve, por exemplo, as rodas de aço de 15 polegadas contam com calotas bem bonitas. Ou seja, não empobrece o conjunto.
Bem acabado, o interior é muito agradável e os bancos bem confortáveis. Mesmo utilizando muitos plásticos nos acabamentos, os materiais não desabonam o modelo. E tem até alças no teto, que hoje viraram raridade. Cabem cinco passageiros, mas para um bom nível de conforto, o ideal são quatro.

Em termos de equipamentos, o Tera MPI tem mais que muitos modelos de valor maior. O SUV conta de série com seis airbags, alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, frenagem pós-colisão e detector de fadiga, central multimídia VW Play de 10,1”, direção com assistência elétrica, ar-condicionado manual, banco do motorista com ajuste de altura, volante com ajuste de altura e profundidade, espelhos com ajustes elétricos, vidros elétricos nas quatro portas, faróis de LED, painel de instrumentos digital com tela de 8″, controle de cruzeiro, sensor de estacionamento traseiro e computador de bordo.

Conclusão

O Volkswagen Tera MPI, levando em conta o segmento no qual disputa, tem bom desempenho, interior muito bom, design moderno e é bem econômico. Ou seja, quem o comprar não vai ficar decepcionado.

Preço
VW Tera MPI – R$ 110.200,00 (valor do modelo avaliado)

 

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Novo Volkswagen Tera começa a ser vendido sem imposto

O sucesso de vendas da Volkswagen, o Tera, passa a fazer parte do Programa Carro Sustentável (antigo carro popular), do Governo Federal. Pelo programa, os modelos têm isenção total de IPI, proporcionando redução de 2,55% do preço final do veículo ao consumidor.

Com a inclusão do modelo, a marca alemã passa a ter dois modelos: Polo e Tera. Desde quando o programa entrou em vigor, em julho passado, 45.206 unidades dos modelos elegíveis Volkswagen foram comercializadas.

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Fábrica VW completa 50 anos e mais de 8 milhões de veiculos produzidos

Inaugurada em 14 de janeiro de 1976, a fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté-SP completa hoje 50 anos de história. Na unidade fabril, que em dezembro último atingiu a marca de 8 milhões de unidades produzidas, foram fabricados modelos que se tornaram verdadeiras lendas da indústria automotiva nacional, como o Passat, Gol, Voyage, Parati, Saveiro e up! Hoje produz nada menos que os modelos, Tera e Polo.

A Volkswagen do Brasil começou suas atividades em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo-SP, em 1953 e a primeira fábrica foi a da Anchieta, em 18 de novembro de 1959. Aliás, a fábrica da Anchieta foi a primeira linha de produção da marca fora da Alemanha. A fábrica de Taubaté foi a segunda planta da Volkswagen em território nacional.

Em 2025, a Volkswagen registrou um total de 436.336 veículos vendidos no Brasil, alcançando 17,1% de participação de mercado no segmento de veículos de passeio. E da fábrica de Taubaté saem os dois modelos mais exportados pela Volkswagen do Brasil: Polo e Tera.

50 anos de inovações

Logo no começo de sua trajetória, a fábrica teve a responsabilidade de produzir o Passat, que foi um modelo revolucionário para a Volkswagen no Brasil, fabricado entre 1978 e 1988 em Taubaté, depois de estrear em 1974, com produção em São Bernardo do Campo (SP).

No entanto, o maior ícone de Taubaté (e do Brasil) surgiria alguns anos depois. Em 1980, a Volkswagen lançava o Gol no Brasil e posteriormente, em 1982, o Voyage, Parati e Saveiro. Fabricado por 42 anos, o VW Gol é o modelo de maior sucesso do mercado nacional com 8,5 milhões de unidades produzidas. Desse total, cerca de 5 milhões foram produzidas em Taubaté.

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“Fala OTTO!” é a primeira inteligência artificial automotiva nacional

A Volkswagen do Brasil apresentou, agora oficialmente, a chegada do OTTO, a primeira inteligência artificial generativa criada por uma montadora no Brasil. Ela já está disponível no SUV Tera com sistema operacional Android e plano de carro conectado ativo. A nova tecnologia permite uma interação entre motorista e veículo.

Mais do que um assistente virtual, o OTTO foi concebido de forma pioneira para transformar a experiência do cliente, oferecendo respostas personalizadas, integração com o carro e conexão contínua com os consumidores. O conceito de Companionship – que aumenta a conexão entre o carro e o seu condutor.

Projetado sobre uma arquitetura digital da Volkswagen, o OTTO combina grandes modelos de linguagem do Google com integrações aos dados do veículo e aplicativos de mercado. O resultado é um companion capaz de compreender comandos de voz, oferecer informações sobre o veículo conectado, indicar manutenções, explicar itens do manual generativo e até responder a perguntas abertas sobre temas variados, como clima, rotas, autonomia do veículo e serviços próximos – tudo por meio do comando de voz “Fala, OTTO!”

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Coluna Fernando Calmon — Salão de Munique marca a volta de híbridos e a combustão

Coluna Fernando Calmon nº 1.369 — 16/9/2025

Salão de Munique marca a volta de híbridos e motores a combustão

Quem imaginava o declínio avassalador dos salões de automóveis se deparou com um fenômeno interessante no Salão de Munique, encerrado no domingo passado. Claro que não se compara aos tempos de opulência do Salão de Frankfurt, de longe o maior do mundo em número de expositores e que rivalizava com de Paris em termo de visitantes. Munique demonstrou que fabricantes europeus voltaram com força e passaram a desafiar marcas chinesas que aproveitaram a “onda elétrica” para atrair os visitantes.

Carros elétricos sempre chamam atenção pela novidade e em Munique não foi diferente. Os alemães destacaram-se com o BMW iX3, Mercedes-Benz GLC EQ, VW ID.Cross e Audi Concept C (estes dois últimos ainda em nível conceitual, mas com linhas quase definitivas). Hyundai Ioniq 3 também sobressaiu, porém os chineses não ficaram atrás com o Xpeng P7 e o Xiaomi YU7. Para o Brasil, destacou a Autoesporte em entrevista com Thomas Schäfer, CEO global da Volkswagen, as próximas gerações do T-Cross e Nivus terão versões híbridas básica e plena, projetadas como derivações do T-Roc europeu.

Motores a combustão em versões híbridas também se destacaram no salão: novo Clio, Kia K4, Porsche 911 Turbo S T-Hybrid (711 cv e 81,6 kgf·m, valores recordes de potência e torque) e até a primeira station híbrida plugável da BYD, Seal 6 DM-i Touring.

Na véspera da abertura do Salão de Munique, em entrevista ao site americano Politico, o presidente da BMW, Oliver Zipse, voltou a classificar como enorme erro da União Europeia (UE) proibir a venda de motores a combustão em 2035. Esta não é posição isolada do grupo alemão. Em algum momento a UE, tudo indica, irá recuar em favor dos três níveis de híbridos. Estes têm o papel de transição inteligente até os elétricos superarem obstáculos de preço, tempo de recarga e rede de eletropostos, entre outros.

México impõe tarifas elevadas para carros chineses

Ao contrário do Brasil, que demorou a perceber a “invasão” de carros chineses, o México acaba de elevar de 20% para 50% a alíquota do imposto importação para qualquer tipo de veículo chinês em motorização (combustão, híbrido ou elétrico). O governo afirma que os preços baixos desequilibram a concorrência e afetam os empregos de sua indústria automobilística. A China protestou e até fez ameaças ao México para pensar duas vezes antes de tomar esta decisão. De nada adiantou, pelo menos por agora.

A alíquota para importação de carros no Brasil é de 35%, todavia carros elétricos e híbridos foram até isentos entre 2015 e 2023. Contudo, a BYD importou e estocou no ano passado um volume estimado de mais de 70.000 carros em poucos meses. Observei naquele momento que nenhum outro importador iniciou um movimento para importações em massa, pois implicaria uma despesa financeira enorme e descabida. Nem mesmo outras marcas chinesas se movimentaram nesta direção.

O Governo Federal não deu atenção a esta distorção de mercado até julho último, quando resolveu antecipar de forma bem camarada (suaves aumentos semestrais) a volta aos 35%. Esta alíquota do imposto de importação existe no Brasil desde 1995 e nunca houve exceção.

Note-se também que a União Europeia (UE), ainda no ano passado, também impôs alíquotas de até 45% sobre elétricos chineses importados. Logo marcas da China anunciaram a intenção de erguer fábricas em países da UE para escapar da taxação. A BYD constrói uma unidade fabril na Hungria e promete outra na Turquia.

É difícil saber de que forma o governo chinês atua internamente, mas notícias recentes dão conta de produção de veículos em excesso e isso já traz problemas.

Tera, em duas versões, vai bem no dia a dia

O primeiro SUV compacto da VW pode até lembrar um pouco um hatch de teto alto, mas isso não impediu que o Tera escalasse relativamente rápido em vendas no segmento mais importante do mercado. Na primeira quinzena deste mês, por exemplo, aparece como nono automóvel mais vendido (2.797 unidades, apenas 71 à frente do Tracker), segundo dados da Bright Consulting. Até o fechamento do mês costuma haver alterações na classificação, contudo é para se observar. Avaliei a versão mais em conta (motor de aspiração natural e câmbio manual) e a mais cara (turbo com câmbio automático).

Cada uma atende a um público, apesar do câmbio manual estar em franco declínio de vendas no Brasil e até mais na Europa.

Tera de entrada, único com motor de aspiração natural e câmbio manual de cinco marchas, ao preço de R$ 105.890. Motor flex de 1 litro entrega 84 cv/10,3 kgf·m (E) ou 77 cv/9,4 kgf·m (G). Câmbio manual de cinco marchas com a tradicional precisão de engate. Conjunto mostra desempenho razoável; sua massa em ordem de marcha de 1.078 kg permite acelerar de 0 a 100 km/h em 13,8 s (com etanol).

SUV mais barato da VW destaca-se por ser o primeiro com frenagem autônoma de emergência de série com este conjunto motriz. No trânsito urbano ressente-se de acelerações mais convincentes, mas desde que se use o câmbio manual de cinco marchas de forma correta, fica longe de decepcionar. Comportamento em estradas, principalmente em ultrapassagens, merece mais atenção pela relação massa-potência limitada. A tela multimídia de 10,1 pol. está entre as melhores por seu brilho e nitidez.

Na versão mais cara (High 1.0 TSI) o preço salta para R$ 141.890 com motor turbo de 116 cv (E)/109 cv (G) e 16,8 kgf·m (E) ou (G) e câmbio automático de seis marchas. A massa é maior, 1.169 kg, contudo acelera em 11,7 s de 0 a 100 km/h com etanol. Destaques: freios a disco nas quatro rodas, bom acabamento, espaço traseiro adequado para pessoas de até 1,70 m de altura e apoio regulável para o braço direito do motorista. Carregador de celular por indução inclui refrigeração com fluxo regulável. Comportamento seguro em curvas e destaque para a estabilidade direcional.

Haval H9 alia robustez e pacote de tecnologia

SUV de sete lugares da GWM combina desempenho fora de estrada, espaço interno e garantia de fábrica abrangente de 10 anos. A marca chinesa importou uma só versão, a topo de linha Exclusive TD480. Dimensões (mm): comprimento, 4.950; entre-eixos, 2.850; largura, 1.976; altura, 1.930; ângulo de entrada, 31°; ângulo de saída, 25°; capacidade de imersão, 800 mm; porta-malas, 88 a 791 L (até o teto, fora do padrão VDA); tanque: 78 L.

Trem de força é o mesmo da picape Poer: 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, consumo (Inmetro) 9,1 km/l, urbano e 10,4 km/l, estrada. Câmbio automático de nove marchas, tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low com sete modos de condução. Soma-se aos bloqueios de diferenciais uma função que reduz o raio de giro em até 1,5 m. Suspensão dianteira independente e traseira com eixo rígido, cinco braços. Molas são helicoidais. Mantém a robusta construção de carroceria sobre chassi, porém com massa em ordem de marcha de elevados 2.525 kg. Isso limita aceleração de 0 a 100 km/h a 13 s.

No interior, aos ajustes elétricos dos bancos dianteiros somam-se massagem, ventilação e aquecimento. A segunda fileira conta com saída de ar-condicionado (também na terceira fileira) e regulagem longitudinal. Traz teto solar panorâmico, vidros duplos para melhor isolamento acústico, central multimídia de 14,6 pol. com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e freio de estacionamento eletromecânico. Há ainda frenagem integrada IBC, mais rápida e precisa que o tradicional.

Primeiro contato foi em São Francisco de Paula (RS), sob chuva constante e o mesmo terreno encharcado que a picape Poer também enfrentou. Apesar do porte avantajado, o Haval H9 mostrou-se ágil no fora de estrada. A suspensão filtrou bem os impactos no percurso de 50 km, porém sua massa elevada prejudica as retomadas.

Preço: R$ 319.000.
www.fernandocalmon.com.br

 

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Volkswagen já está exportando o Tera para vários países da América

O mais novo lançamento da Volkswagen do Brasil, o suv Tera, já está sendo exportado. Inicialmente o modelo está sendo enviado para a Argentina, Aruba, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Paraguai e Uruguai.

Numa segunda fase, o Tera será  enviado para a Bolívia, Equador, Panamá, Peru, República Dominicana e St. Maarten.

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Grupo Germânica apresenta hoje o novo suv Volkswagen Tera

Depois de muita espectativa com a chegada do novo Volkswagen Tera, lançado pela montadora na semana passada, o suv pequeno chega hoje (05) nas concessionárias do Grupo Germânica.

O lançamento simultâneo será realizado a partir das 18h30, nas lojas localizadas em Campinas, Americana, Limeira, Sumaré, Valinhos, Mogi Mirim, São João da Boa Vista, Paraguaçu Paulista e Poços de Caldas.

“O Tera é um dos lançamentos mais aguardados do ano e para apresentar todos os detalhes e novidades que o modelo carrega, o time do Grupo Germânica preparou um evento com uma dinâmica especial nas lojas para mostrar ao público os diferenciais do novo modelo”, comenta Evandro Garms, diretor do Grupo Germânica.

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Coluna Fernando Calmon — SUV compacto Tera demonstra acerto no projeto

Coluna Fernando Calmon nº 1.353 — 27/5/2025

SUV compacto Tera demonstra acerto de projeto VW brasileiro

Desenvolvido por engenheiros brasileiros e o chefe de estilo José Carlos Pavone, em São Bernardo do Campo (SP), o Tera é um dos produtos de maior importância na história da VW, atrás apenas do Fusca e do Gol. Produzido em Taubaté (SP), tem como base o Polo com outras dimensões: comprimento, 4.151 mm; entre-eixos, 2.566 mm; largura, 1.777 mm; altura, 1.504 mm; porta-malas, 350 L (padrão VDA). O novo SUV compacto tem o mesmo entre-eixos do Nivus, porém é 115 mm mais curto, 20 mm mais largo e 11 mm mais alto. Rivais diretos: Pulse e Kardian.

Além do estilo atraente, o Tera tem um pacote de segurança ativa de ótimo nível com seis airbags, frenagem autônoma de emergência com proteção de pedestres, detecção de fadiga do motorista e monitoramento de pressão dos pneus. Nas versões mais caras, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) é de série. No topo de linha, assistente ativo de mudança de faixa, câmera multifuncional e detector de ponto cego com assistente de saída de vaga.

No interior, há itens só encontrados em veículos mais caros, como descansa-braço ligado ao encosto e regulável em altura no banco do motorista. Além da tela multimídia de 10,1 pol., duas entradas USB-C bem posicionadas (mais duas para ocupantes do banco traseiro) e refrigeração para carregador do celular por indução, a VW introduziu o Otto, inédito sistema de inteligência artificial generativa todo desenvolvido no Brasil.

Há dois motores disponíveis, ambos de três cilindros: 1 L, aspiração natural, 77 cv (G)/84 cv (E); 9,4 (G)/10,3 (E) kgf·m com câmbio manual de 5 marchas, na versão de entrada. O outro é 1 L, turbo, 109 (G)/116 cv (E) e 16,8 kgfm de torque, com caixa manual de 5 marchas ou automática de 6 marchas. Consumo homologado no Tera de menor preço: urbano, 9,1 km/l (E) e 13,2 km/l (G); estrada, 10,2 km/l (E) e 14,7 km/l (G).

Versão turbo, consumo urbano de 9 km/l (E) e 12,9 km/l (G); estrada, 10,3 km/l (E) e 15 km/l (G). Com o tanque de 49 L, motor básico e câmbio manual o alcance em estradas chega a expressivos 735 km. O tempo de aceleração também é muito bom: 0 a 100 km/h, 10,1 s, na versão mais potente.

No primeiro contato em viagem de São Paulo a Taubaté (SP), ida e volta, o Tera surpreendeu pelo baixo nível de ruído e vibração no habitáculo graças às exclusivas nervuras no teto e à solidez da construção. Os bancos dianteiros oferecem ótimo suporte lateral, além de espaço interno em especial para pernas e cabeças no banco traseiro. Motor turbo e caixa de câmbio automática formam um conjunto que une desempenho e suavidade surpreendentes para um tricilindro. Comportamento em curvas sem sustos, direção e freios dentro do padrão VW reconhecido por décadas de eficiente engenharia local.

Preços, a partir de 5 de junho, começam em R$ 99.990, porém apenas para as primeiras 999 unidades e depois, R$103.900. Chegam a R$ 139.990, além da série especial Outfit The Town a R$ 142.290, mais o pacote ADAS por R$ 2.839.

Stellantis tem planos firmes para fábrica de Goiana

Ao completar 10 anos da inauguração da unidade fabril de Goiana (PE), cidade de 85.000 habitantes a 65 km da capital Recife, a Stellantis não se limitou a anunciar a comemoração, ainda em 2025, de dois milhões de veículos produzidos: três modelos Jeep (Renegade, Compass e Commander), um Fiat (Toro) e um Ram (Rampage). Dos R$ 30 bilhões a serem investidos no Brasil até 2030, quase 45% (R$ 13 bilhões) vão para esta fábrica.

A unidade pernambucana emprega diretamente 6.400 pessoas e 14.700 ao se incluírem fornecedores locais. Investimento direto foi de R$ 18 bilhões, em uma década, para uma capacidade instalada de 280.000 unidades por ano.

Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, confirmou seis novos modelos a serem produzidos lá, inclusive de uma nova marca, que não especificou. Ele não revelou se seria uma marca já existente no Brasil ou uma do exterior. Em tese, adiante se enquadraria até a Leapmotor (divisão internacional da chinesa em que a empresa detém 51% das ações) e cujo primeiro modelo importado estreia em setembro próximo. Entre as alternativas, pode ocorrer a volta de um produto Peugeot como o SUV médio 3008. O que está nos planos imediatos são versões micro-híbridas evoluídas, de 48 V, uma delas já em 2026, possivelmente o Renegade, seguido pela Toro (ou vice-versa).

Planejamento quinquenal inclui 40 lançamentos, dos quais sete inteiramente novos, entre todas as marcas do grupo, incluindo os produzidos em Betim (MG) e Porto Real (RJ).

Stellantis acaba de nomear o italiano Antonio Filosa como novo CEO. Ele comandou Fiat e Stellantis no Brasil, onde começou como gerente de compras em Betim (MG), em 2005. Ele é casado com uma brasileira e tem dois filhos brasileiros.

Kona Hybrid demonstra avanço da Hyundai

Modernidade é o que não falta nessa nova geração do SUV híbrido médio-compacto Kona. No estilo, chama atenção (só na versão de topo) a estreita barra iluminada por LED que vai do alto de um para-lama dianteiro a outro, em efeito chamativo, além de combinar com solução semelhante na traseira (luz vermelha, no caso). Lanternas traseiras não agradam tanto, todavia as rodas de 18 pol. sim. Cresceu em todas as dimensões (antes era um compacto): 4.350 mm de comprimento, 2.660 mm de entre-eixos, 1.825 mm de largura, 1.580 mm de altura e o porta-malas também: 407 L (mais 9%). Espaço interno, em especial para as pernas no banco traseiro, ficou melhor.

Posição de dirigir muito boa, interessante alavanca no volante para seleção do câmbio automatizado de dupla embreagem (seis marchas) e duas telas integradas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e multimídia são pontos altos, além da firmeza do banco com regulagem elétrica de altura. Motorização híbrida não mudou: 1,6 L de aspiração natural e 105 cv, além do elétrico de 54,5 cv, entregam combinados 141 cv e 27 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h, em 11,2 s, é razoável, embora no trânsito urbano a hibridização ajude com respostas melhores ao acelerador. Consumo padrão Inmetro de 18,4 km/l (cidade) e 16 km/l (estrada).

Em um primeiro contato em viagem entre São Paulo e Guararema (SP), mostrou firmeza nas curvas (suspensão traseira independente multibraço), freios bem dimensionados, direção precisa e sob certas condições apenas o motor elétrico atua, mas por pouco tempo, como também observei em trechos urbanos. Preços: R$ 214.990 a R$ 234.990.

GAC estreia com quatro elétricos e um híbrido

A chinesa de capital paraestatal Guangzhou Automobile Group Co. (também tem ações em bolsa de valores) apresentou planos grandiosos para o mercado brasileiro, além da importação. Presidente mundial da GAC, Feng Xingya, confirmou produção local de veículos elétricos, híbridos e até a combustão, além de um centro de pesquisas provavelmente para desenvolver motores flex. Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, desconversou sobre acordo que já teria sido fechado com o grupo brasileiro HPE (Mitsubishi), em Catalão (GO), embora tenha confirmado nomeação de 33 concessionárias e contratado 50 espaços em shoppings centers. Até dezembro, pretende vender 8.000 carros e 29.000, em 2026.

De início chegam os SUVs elétricos Aion Y, Aion V e Hyptec HT, o sedã médio elétrico Aion ES e o SUV híbrido GS4. Alcances homologados pelo Inmetro variam de 314 a 389 km, conforme o modelo, contudo o híbrido pode chegar a 705 km. Os tempos de recarga são informados de 30% (outras marcas a partir de 20%) a 80%, que não permitem uma comparação exata com os concorrentes quanto a tempo de carregamento.

Entre os destaques tecnológicos estão bateria imune à combustão espontânea e o ecossistema que reúne direção assistida (Nível 2, hoje muito comum), cockpit inteligente e comandos por voz com I.A. O Aion V inclui compartimento térmico que refrigera e aquece bebidas e alimentos — inovação inédita no país.

Os preços vão de R$ 169.990 a R$ 349.990.

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