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Ferrari F50 pertencente ao Museu Carde ganha prêmio mundial inédito

Pela primeira vez na história do The Quail – A Motorsports Gathering (um dos principais e mais exclusivos eventos do segmento automotivo no mundo), um carro pertencente a um acervo brasileiro é exposto. E ainda volta de lá com um troféu: uma das estrelas exibidas no museu Carde, de Campos do Jordão (SP), a Ferrari F50, levou o prêmio máximo da categoria que celebra os 30 anos do superesportivo italiano por ser a mais exclusiva do mundo, já que este não se trata de um dos 349 exemplares destinados a clientes, mas sim do segundo de três protótipos construídos antes da produção em série.

O The Quail conquistou tal status por sua capacidade de reunir lançamentos, carros clássicos e marcas ultraexclusivas, como Koenigsegg, Pagani, Lamborghini, entre outras. Tudo em uma atmosfera que sintetiza o conceito de estilo de vida. Promovido desde 2003 no Quail Lodge & Golf Club e parte essencial da programação da Monterey Car Week, na Califórnia (EUA).

 

“Foi a primeira vez que o Brasil participou do The Quail como expositor. Já estávamos muito contentes por conquistarmos essa oportunidade internacional mesmo com apenas nove meses desde a abertura do Carde. Mas ganhar esse prêmio nos deixou ainda mais honrados e felizes por representar o Brasil e a nossa cultura automobilística nacional”, celebra Luiz Goshima, diretor do Carde e membro honorário da Fundação Lia Maria Aguiar.

Para garantir seu espaço no The Quail na categoria reservada para o 30° aniversário da Ferrari F50, a unidade exposta no Carde passou por um meticuloso processo de restauração. Além de único protótipo pré-série que se tem notícia, a F50 exposta no Carde chamou muita atenção também pelo estado de apresentação, mesmo diante de outras 16 unidades da F50 de cores e numerações especiais.

Um Fórmula 1 de rua

“Cinquenta anos de corrida, cinquenta anos de vitórias, cinquenta anos de trabalho duro”. Assim Luca Di Montezemolo apresentou a F50 em 6 de março de 1995, durante a 63ª edição do tradicional Salão de Genebra, na Suíça. Quantas unidades seriam produzidas da sucessora da F40? Apenas 349, uma a menos do que o mercado demandaria, garantiu a marca.

Quando pensou na F50, a Ferrari almejou um Fórmula 1 de rua. A ausência de direção hidráulica, freios ABS ou qualquer outro tipo de assistência para simular a experiência de dirigir um carro da máxima categoria do automobilismo confirma a ambição purista da marca italiana.

O chassi é todo em fibra de carbono, enquanto a caixa de câmbio (manual de seis marchas) em liga de magnésio, mesmo material aplicado nas rodas. Até o tanque, emborrachado e com design aeronáutico, é sofisticado. Todo o esforço em aliviar peso, as técnicas aerodinâmicas e o motor 4.7 V12 de 520 cv levam a F50 aos 325 km/h de velocidade máxima.

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Teste – VW Polo track impressiona muito pelo conjunto e economia

Uma das decisões mais difíceis da Volkswagen do Brasil foi substituir o campeão de vendas no Brasil. E o próprio Gol demorou para pegar quando surgiu para substituir o lendário Fusca. A dificuldade, fez a Volkswagen adiar muitas vezes o fim da produção do Fusca. E a decisão foi mais que acertada. O Polo é, nas últimas messes, o campeão de vendas do mercado brasileiro e em outros países da América do Sul. Muito superior ao Gol, o Polo é um modelo muito competente. Pela versão Tracck representar XX% das vendas da família Polo, decidimos testar essa versão. O que leva o Polo Trackser o queridinho do Brasil?

O modelo de entrada, o Track tem transmissão manual de cinco velocidades, interior mais despojado e motor de 1,0litro aspirado de 84 cavalos. Para quem quer um modelo de entrada e não se importar por ter que trocar de marchas, o Track é uma excelente opção. Ele concorrer diretamente com o Fiat Argo e os dois se equivalem.  Ao longo dos anos, a Volkswagen do Brasil vinha tentando substituir o valente Gol.

O modelo Track tem linhas muito bonitas, modernas e parece um modelo de categorias superiores. A versão de entrada não tem retrovisores com controle elétrico, painel mais simples, tela com poucos aplicativos e rádio simples. Logicamente que o modelo pode ser equipado com uma infinidade de opcionais. Apesar da simplicidade o interior do Track é muito agradável e confortável. O espaço para quatro passageiros é muito bom, mas para cinco, assim como nos demais automóveis, a situação complica. A versão testada, que não era a básica total, tinha ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travamento das portas, porta-malas e bocal do tanque elétrico.

Usando a moderna plataforma MQB, o Polo é muito mais avançado em termos de rigidez estrutural, segurança e dinâmica de condução que o Gol. Em termos de segurança, O Polo tem de série quatro airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e bloqueio eletrônico do diferencial e ABS

Motorização

O Polo Track está equipado com um motor 1,0 litro, aspirado, que desenvolve 84 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque quando abastecido com etanol, e 77 cavalos e 9,6 kgfm com gasolina. A transmissão é manual tem engates precisos, muito suaves (uma tradição dos modelos da marca alemã.), mas poderia ter seis marchas. Apesar de aumentar um pouco o preço, iria melhorar o consumo, principalmente nas estradas. O Polo tem um bom desempenho para a sua categoria. Em ultrapassagens, nas rodovias, necessita um pouco mais de planejamento. Se levando em conta ser uma motorização de um litro, o desempenho. Porém, muito coerente com a proposta.

O novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em 14,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 169 quilômetros por hora. Na estrada, apesar de ser competente, por ter motorização de um litro, é preciso planejar as ultrapassagens e retomadas. Já na cidade, o Track é ágil e muito gostoso de dirigir.

Outro ponto positivo é o consumo. Durante nossa avaliação, o modelo fez médias de 13,7 quilômetros por litro com gasolina e 9,9 com etanol no perímetro urbano. Já no ciclo rodoviário, o Track fez 15,6 com gasolina e 11,4 com etanol. São números bem razoáveis.

Andando

Ao rodar é que se percebe quanto o Volkswagen Polo Track e um veículo equilibrado. A suspensão, 1,7 centímetros mais elevada que a dos demais membros da família Polo, e os pneus 185/65 R15, com calotas pitadas de preto, absorvem bem as irregularidades do solo e tem uma ótima estabilidade. Isso mesmo com a maior altura do solo.

Os freios a disco na dianteira e a tambor na traseira (para baratear o modelo) param o carro em espaços razoáveis e sem desvios. Ou seja, o conjunto é agradável e passa segurança para quem o dirige. Apesar de o volante não ter regulagens nem de altura nem de profundidade, achar uma boa posição para dirigir não é uma tarefa muito difícil, graças ao banco do motorista, que tem regulagem de altura.

Preço
VW Polo Track R$ 94.340,00 (modelo avaliado)

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Jeep comemora 80 anos da versão civil do valente CJ2A

Sem dúvida, o valente Jeep é o veículo civil é o modelo mais longevo da história automotiva mundial. Este mês ele completa 80 anos de produção. Mesmo gerando uma série de outros modelos, nenhum chega aos pés da sua tradição e da enorme legião de faz.

Derivado do modelo de 1941, destinado para o exército americano usar na Segunda Guerra Mundial o Jeep CJ-2A, versão não militar, foi lançado em 1945 e até hoje mantém a icônica grade com sete fendas, um elemento de design que atravessou décadas e ainda define a identidade visual do modelo. Ao longo dos anos, foi ganhando sofisticação e tecnologia e se tornou um dos mais importante e respeitados veículos para o off-road.

O CJ-2A foi fabricado até 1949 quando foi substituído pelo CJ-3A, que trouxe melhorias estruturais como para-brisas de peça única e eixo traseiro reforçado, mantendo o motor original, de quatro cilindros com cabeçote em L. O CJ-3A chegou com melhorias estruturais, seguido pelo CJ-3B em 1953, que passou a ser montado no Brasil, em São Bernardo do Campo, pela Willys-Overland do Brasil.

O CJ-5, fabricado de 1957 a 1982, e o CJ-6 introduzido em 1956 e produzido até 1975, vieram depois e receberam ainda eixos mais robustos, freios maiores e bitola mais larga.

A grande virada veio em 1986, com o lançamento do CJ-7, o primeiro Jeep a oferecer transmissão automática, teto rígido moldado e portas de aço como opcionais. Com entre-eixos maior e visual mais moderno, o CJ-7 foi um marco. Hoje, o Wrangler e a picape Gladiator mantêm viva a valentia off-road.

Ao longo de quatro décadas, mais de 1,5 milhão de veículos CJ foram produzidos.

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Lula inaugura fábrica da chinesa GWM no interior de São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira (15) da inauguração da nova fábrica da montadora chinesa Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis, no interior paulista.

A planta, adquirida da Mercedes-Benz em 2021, já conta com cerca de 400 trabalhadores contratados e está preparada para produzir até 50 mil veículos por ano, com foco em modelos híbridos e sustentáveis. A previsão da montadora é que a fábrica paulista gere, até o fim de 2025, de 800 a mil postos de trabalho.

A produção inicial prevista é de 20 mil a 30 mil veículos por ano e deve ser expandida para 50 mil em três anos. No futuro, a GWM pretende chegar a 100 mil carros feitos por ano no local.

Os investimentos já anunciados pela GWM no Brasil são de R$ 10 bilhões, cerca de R$ 4 bilhões de 2022 a 2025 e R$ 6 bilhões de 2026 a 2032. Na fábrica de Iracemápolis, o primeiro modelo a ser produzido será o SUV Haval H6, que contará com versões híbridas.

Segundo a empresa, a produção local começa com peças importadas, mas dentro das regras do programa federal MoVer, que estimula a mobilidade verde. De acordo com a GWM, no início da produção já haverá conteúdo local nos carros montados no local, o que inclui componentes como pneus, vidros, rodas, bancos e chicotes elétricos, além do processo de pintura dos veículos que deverá ser realizado localmente desde o princípio. O objetivo da empresa é alcançar 60% de nacionalização dentro de três anos.

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Na tentativa de se recuperar no mercado premium, Audi lança novos modelos

Depois de liderar por décadas o mercado brasileiro de veículos premium e hoje perder para todas as concorrentes, a Audi do Brasil tenta, sem sucesso, recuperar terreno e lança na semana que vem dois modelos: o A5 sedan e o A6 e-Tron.

O novo sedã, que chega em versão única, vai substituir o modelo A4 (?), e custará R$ 380 mil. O sedã já está á venda, apesar das entregas serem somente em setembro.

Já o sportback A6 e-tron, 100% elétrico, se destaca pelo design elegante, esportivo e possui uma autonomia de até 625 quilômetros. O modelo também dispõe da versão Avant (perua) que não deve vir para o Brasil. O preço é de R$ 650 mil.

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Coluna Fernando Calmon — Automóveis de entrada têm desempenho positivo

Coluna Fernando Calmon nº 1.363 — 5/8/2025

Automóveis de entrada mostram desempenho positivo em julho

 

Embora os reflexos do Programa Carro Sustentável só tenham começado no dia 10 do mês passado, a movimentação e as vendas nas concessionárias aumentaram. De acordo com a Fenabrave, apesar de apenas cinco marcas se enquadrarem nos requisitos exigidos, houve resultado positivo. Em julho do ano passado, somaram 85.588 emplacamentos e, no mesmo mês deste ano, após a divulgação do decreto, os modelos enquadrados totalizaram 95.305 unidades, crescimento de 11,3%. Carros especificamente com motor de 1 litro tiveram desempenho um pouco melhor: mais 13%. O resultado também foi influenciado por descontos promocionais agregados pelos fabricantes.

Na comparação a julho deste ano, que teve três dias úteis a mais que junho, as vendas totais, incluídos veículos comerciais, deram um salto de 14,2%. No entanto, o volume acumulado somados todos os segmentos em 2025 de 1,442 milhão de unidades avançou apenas 4,1% em relação aos sete primeiros meses de 2024. Por estes números conclui-se que sem o programa federal de estímulos o mercado teria um percentual de avanço bastante modesto. Especificamente caminhões e ônibus, um dos termômetros da saúde econômica do País, tiveram vendas estagnadas em relação ao ano passado.

De acordo com Arcélio Santos Jr., presidente da Fenabrave, “a nova política de IPI para uma parte importante dos automóveis impactou os preços dos modelos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve se refletir nos emplacamentos do restante do ano”. Por este resultado preliminar positivo a entidade manteve a previsão de crescimento de 5% nas vendas de automóveis e veículos comerciais em 2025 sobre 2024.

Em contraste com a análise corretamente discreta e confiável da associação das concessionárias, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) apresenta seus números com o otimismo exagerado de sempre. Ao considerar apenas os veículos elétricos de verdade em todo o Brasil, a entidade informa que se atingiu “um feito inédito ao registrar 7.010 unidades comercializadas em julho, o maior volume mensal da série histórica. Até então, o recorde havia sido alcançado em maio, com 6.969 unidades”. De fato, passa entusiasmo sem sentido: recorde anterior superado por apenas 0,6%… Forçar uma situação dessa maneira pode sinalizar dificuldade à frente.

A venda de elétricos no Brasil mantém-se naquela fase de comemorar bases comparativas muito baixas e mesmo assim o mercado ainda está longe de se firmar. Como todos os modelos são importados e o imposto de importação chegará a 35% já no próximo ano, somente a produção nacional pode melhorar as vendas de verdade. Todavia, sem fabricação local de baterias e uma queda maior dos preços, os elétricos continuarão como mercado de nicho, ao contrário dos híbridos que crescerão bem mais.

Habilitação será ampliada, mas há dúvidas

A iniciativa tem méritos pois, segundo o Ministério dos Transportes, 39% dos proprietários de carros dirigem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o percentual sobe para 45% no caso de veículos de duas rodas. Não se sabe como esses percentuais foram calculados e certamente estão errados, pois se baseiam nos apontamentos oficiais com uma enorme distorção. A frota registrada tem pouco a ver com a frota circulante. Inexiste controle sobre veículos abandonados, desmontados ou sucateados. O Sindipeças faz estudos anuais e os dados são públicos no seu site.

Certo que há um vasto contingente de condutores não habilitados e isso traz riscos à segurança do trânsito. Como diminuí-lo foi explicado de forma vaga pelo ministro Renan Filho. “Democratizar o acesso à habilitação, tornando-o mais acessível e menos burocrático” é apenas uma frase de efeito. Sem adiantar como e quando passará das intenções. Tudo ainda se limita a estudos. Obviamente a solução passa não apenas por uma rede de Centros de Formação de Condutores (autoescolas) que dê maior atenção ao ensino técnico, sem se limitar à decoreba das regras de trânsito para o exame escrito e deixar de aprofundar ou fazer compreender o perigoso trânsito brasileiro.

Bem posicionado está o Detran-SP: “Fundamental que qualquer mudança preserve e reforce a qualidade da formação dos motoristas (…) e não se comprometa a excelência no processo de aprendizagem.”

Seguro de carros fica estável em 11 capitais

Apesar do número de acidentes de trânsito continuar em alta, os preços das apólices (no jargão segurador chama-se prêmio) praticamente não aumentaram no último mês de junho tanto para o perfil masculino quanto o feminino. A variação foi de apenas 1% para homens e 2% para mulheres. No primeiro semestre, a redução foi de cerca de 15% e 14%, respectivamente. Levantamento feito pela Minuto Seguros.

Segundo esta corretora digital independente, em junho o segurado masculino pagou em média o prêmio de R$ 2.133,86, cerca de 1% acima do mês anterior. No caso das mulheres houve uma leve alta de cerca de 2%, chegando aos R$ 2.175,50. A pesquisa foi feita seguindo os perfis homem e mulher, 35 anos, casado(a).

Entretanto, o cenário apontado em média por seguradoras tradicionais é diferente. Consultei um corretor particular e ele informou que em geral ocorre justamente o contrário. O segurado masculino, principalmente jovens e solteiros, em geral quase sempre paga um preço superior pela apólice, entre outros motivos porque os consertos resultantes de acidentes costumam ser mais caros.

Porém, a diferença entre gêneros tem diminuído. Antes de existirem recursos de segurança ativa as colisões eram mais graves e, em consequência, os consertos encareciam.

Argo e Cronos analisados em sequência

Hatch e sedãs compactos têm públicos distintos. Contudo, nesta avaliação conjunta dos dois modelos da Fiat, o hatch Argo confirma sua posição competitiva (segundo em vendas neste segmento, atrás apenas do Polo). Já o sedã Cronos aparece em quarto lugar, somente 380 unidades a menos do que o terceiro colocado, o HB20S. Números do primeiro semestre.

O Argo é oferecido em quatro versões e avaliei a Trekking 1.3 CVT, topo de linha. Suas dimensões estão dentro da média deste segmento: comprimento, 4.031 mm; entre-eixos, 2.521 mm; largura, 1.750 mm; altura, 1.538 mm. Porta-malas: 327 L. Motor flex de quatro cilindros e 1,3 litro aspirado: 107 cv (E)/98 cv (G); 13,7 kgf·m (E)/13,2 kgf·m/(G). A diferença de potência entre etanol e gasolina (mais 9%) demonstra se tratar de um bom motor flex. Câmbio CVT de sete marchas garante boas acelerações (0 a 100 km/h em 11,3 s com etanol) e, apesar do diferencial curto, em autoestradas consegue manter 2.400 rpm a 120 km/h, bem razoável.

Na linha 2026, as principais novidades: faróis principais e de neblina de LED, multimídia com espelhamento sem fio para AndroidAuto e Apple CarPlay, além de acabamento escurecido no interior. Muito úteis o sensor de estacionamento traseiro e o assistente de partida em rampa. Posição de dirigir elevada é o padrão da marca italiana e agrada em especial no uso urbano nesta versão Trekking com altura de rodagem um pouco maior. Preço com incentivo governamental: R$ 108.980.

Quanto ao Cronos 1,3 T Precision, fabricado na Argentina onde os sedãs imperam, chama atenção a nova frente com grade de desenho atraente, novo para-choque, além de faróis de neblina e principais (ambos de LED) modificados e acendimento automático. Dimensões: comprimento, 4.372 mm; entre-eixos, 2.521 mm (igual ao Argo); largura, 1.726 mm; altura, 1.524 mm. Porta-malas oferece generosos 509 L, 40 L maior que o do Onix sedã, por exemplo. Motor e câmbio, o mesmo do Argo. Massa em ordem de marcha de 1.190 kg é apenas 29 kg maior que o Treking. Assim, na prática, o desempenho de ambos praticamente o mesmo.

Central multimídia, como a do hatch, poderia ser maior, mas o pareamento com o celular funcionou de acordo. Também se destaca o conforto de marcha. O comportamento em curvas transmite sensação melhor que a do Argo cujo centro de gravidade é um pouco mais alto. Preço com incentivo governamental: R$ 119.900. www.fernandocalmon.com.br

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Citroën faz promoções com descontos de até R$ 24 mil reais

A Citroën anuncia mais uma grande promoção para os seus modelos. Até o dia 3 de setembro é possível comprar um modelo da marca francesa com até R$ 24,2 mil de desconto, planos de financiamento com entrada facilitada, taxa zero e valorização do usado na troca.

Entre os destaques, o Citroën Aircross Shine 7 lugares tem valor de R$ 145.690 por R$ 126.490 com taxa zero e bônus de até R$ 5 mil na troca do veículo usado Citroën. Já a versão Citroën Aircross Shine de 5 lugares sai de R$ 138.100 por R$ 118.990 com seu usado Citroën na troca. E por fim, a versão Citroën Aircross Feel de 5 e 7 lugares, contam com descontos de até R$ 11.610, com seu usado na troca, com valores respectivos de R$ 109.990 e R$ 112.490. O Citroën Aircross tem motor turbo com 130 cavalos, câmbio automático CVT de sete marchas, painel de instrumentos TFT 7″ e ar-condicionado automático e digital. Além, é claro, do maior espaço interno do segmento.

O SUV Citroën Basalt Feel Turbo 200 com transmissão automática tem até R$ 13.400 de desconto, por R$ 106.890, com bônus de R$ 2 mil na troca do veículo usado e taxa zero. E para a categoria PcD, o Basalt Feel Turbo 200, na versão com câmbio automático, sai de R$ 118.290 por R$ 92.440, já com o desconto oferecido pela marca adicional às isenções fiscais.

Já o modelo de entrada, o C3 mantém as condições especiais de julho com descontos que chegam até R$ 11.410 com seu usado na troca, como é o caso da versão Live Pack 1.0 com transmissão manual, por R$ 77.990.

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Superesportivo chinês da BYD supera Ferrari, Lamborghini e McLaren

Estamos acostumados com os modelos chineses que normalmente são sedãs ou suvs. Agora um superesportivo que pode superar um Ferrari ou um Lamborghini, é uma novidade. Num evento em Interlagos, a BYD mostrou o Yangwang U9. O primeiro da superesportivo da marca chinesa foi produzido com materiais leves e sofisticados, como fibra de carbono T700 12K, utilizada na indústria aeroespacial e muita tecnologia.

O modelo tem, por exemplo, sensores para prever o que acontece nas ruas ou estradas de maneira antecipada, ajustar rapidamente a rigidez dos amortecedores para conseguir a melhor estabilidade e faróis de LED com mais de 66 lâmpadas que formam um desenho interestelar.

A familiaridade com outros esportivos é clara, como frente e os faróis muito parecidos com a do McLaren 750S. Além do design, o U9 se destaca pela potência. São 1324 cavalos produzidos por quatro motores elétricos, um em cada roda, formado assim a tração integral. Tão impressionante como a potência é o torque máximo: 171,3 kgfm. Essas usina de força levam o superesportivo a 309 quilômetros por hora e acelerar de zero a 100 km/h em apenas 2,3 segundos.

As baterias de 80 kWh estão integradas ao monocoque de fibra de carbono, com boa rigidez torcional. A autonomia é de 450 quilômetros. O interessante é que as baterias podem ser recarregadas, de 30% a 80%, em 10 minutos a uma velocidade de 500 kW (vale destacar que, no Brasil, não existem esses carregadores e nem a rede aguenta essa “velocidade”).
Os enormes freios a disco nas quatro rodas são de fibra de carbono e cerâmica.

A asa traseira pode ser regulada em quatro posições, podendo chegar a 200 quilos de pressão aerodinâmica, melhorando a já boa estabilidade. O superesportivo dispõe de seis modos de condução, ajustáveis através de um seletor meio do console. E que aliás, console esse que é muito semelhante também á McLaren 750s.

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Campinas supera a marca de um milhão de veículos emplacados

Um veículo vendido a cada 14 minutos. Com esse desempenho nas vendas, Campinas supera a marca de um milhão de veículos em sua frota circulante. Só no mês de julho foram emplacados 1850 automóveis, 703 motocicletas, 487 caminhões leves/pesados e 17 ônibus.

Segundo dados da Fenabrave –  Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, no mês de julho, o bom volume de emplacamentos de automóveis, em todo o Brasil, se deus ao maior número de dias úteis e o programa Carro Sustentável. O programa do Governo Federal, que reeditou o carro popular, reduziu a carga tributária de modelos populares.

“O mês de julho teve três dias úteis a mais do que junho, o que ajuda a explicar parte da alta mensal. A nova política de IPI para automóveis impactou os preços dos veículos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve refletir nos emplacamentos do restante do ano, fazendo com que o setor mantenha o crescimento estimado pela Fenabrave, de 5%” afirmou o presidente da entidade, Arcélio Junior.

Só nos primeiros 7 meses do ano, a cidade de Campinas emplacou quase 18 mil  veículos zero quilometro.

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Geely, a maior fabricante chinesa, retorna ao mercado brasileiro

A maior fabricante de automóveis da China e proprietária de várias marcas, retorna ao Brasil numa parceria de distribuição com a Renault do Brasil. A marca chinesa lançou oficialmente esta semana o seu primeiro modelo: o Geely EX5. O retorno da marca também marca uma nova direção nos produtos, já que antes a marca apostava nos sedãs e agora, para atender a moda, é nos SUVs.

O anúncio da volta ao mercado brasileiro foi feita em abril deste ano e este mês a marca garante que já estarão em funcionamento 8 concessionárias. Até o final do ano serão 23, quase todas anexadas ás revendedoras da marca francesa.

Em duas versões, Pro e Max, o primeiro SUV á venda no Brasil e que é vendido em 90 países, tem um design típico dos modelos chineses, bom espaço interno, acabamento bem cuidado e motor 100% elétrico. A Geely conta hoje com quatro centros de design: Gotemburgo, Suécia; Xangai, China; Coventry, Inglaterra; e Milão, Itália.

Design

O design do Geely EX5 tem linhas elegantes e atraentes. A frente tem visual curvo envolvido por grandes ranhuras no para-choque. Os faróis de LED são ligeiramente curvados para cima e, já que não tem necessidade de refrigeração do motor a combustão, não tem grade dianteira.

Na lateral, dois vincos na parte de baixo das portas, a área envidraçada e rodas de até 19 polegadas dão um ar de modernidade ao modelo. Já a traseira, conta com um spoiler integrado e lanternas inteiriças com 274 lâmpadas de LEDs que exibem um animado efeito 3D. O conjunto é muito agradável. Segundo a marca, coeficiente aerodinâmico de apenas 0,269.

MotorO EX5 vem com um powertrain 100% elétrico que desenvolve 218 cavalos e 320 Nm (32,6 kgfm). Ainda segundo a marca, o SUV acelera de zero a 100 km/h em até 6,9 segundos e atinge a velocidade máxima é de 180 km/h. O EX5 tem três modos de condução: Eco, Normal e Sport.

A bateria é de Lítio Fosfato Ferro (LFP) tem 60.22 kWh de capacidade. Segundo o programa de certificação do INMETRO, a autonomia pode chegar até 413 km. São quatro níveis de regeneração de energia, cuja eficiência regenerativa chega a 94,18%.

Em um posto de carregamento com corrente contínua (DC) e 100 kW, o tempo de recarga de 30 a 80% é de 20 minutos. Em um carregador de corrente alternada (AC) tipo Wallbox de 11 kW, o carregamento de 10 a 100% demora 6 horas.

A Geely garante que o padrão de segurança da bateria Short Blade é superior aos parâmetros mais exigentes. Por ser integrada à plataforma, é completamente protegida em casos de impactos.

Segurança

O Geely EX5 conta com recursos de segurança passiva, ativa, bateria, pedestre e ativos de segurança cibernética, e na versão Max o modelo vem com sistemas avançados de auxílio para o motorista (ADAS). Como:

– Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC), que ajusta, de acordo com tráfego à frente a velocidade do veículo, garantindo a segurança de condução;
– Controle Inteligente de Cruzeiro (ICC), que controla a velocidade do veículo de maneira dinâmica e mantém a posição na faixa de forma automática, levando em consideração os veículos ao seu redor.
– Sistema de Alerta Colisão Frontal (CMSF), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão frontal;
– Sistema de alerta de colisão traseira (CMSR), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão traseira;
– Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), alerta com sinais luminosos e sonoros o risco de uma colisão em manobras de marcha à ré;
– Frenagem de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTB), que freia o veículo automaticamente na iminência de uma colisão em manobras de marcha à ré;
– Assistente de reconhecimento de placas de trânsito (TSI);
– Assistente de permanência em faixa (LKA), que mantém o veículo centralizado na via, conforme as linhas de sinalização.
– Assistente de emergência de permanência em faixa (ELKA), retorna o veículo à faixa de rodagem
– Assistente de ponto cego (BSD), alerta o condutor quando há um veículo em pontos cegos.
– Assistente de mudança de faixa (LCA), monitora os veículos nas faixas adjacentes e alerta o motorista sobre riscos ao trocar de faixa, atuando como uma extensão do alerta de ponto cego.
– Aviso de segurança para a abertura das portas (DOW). Alerta aos ocupantes se há algum veículo se aproximando pela lateral no momento de abertura das portas.

O sistema de Visão 360 graus é de série nas duas configurações. Bem como os faróis de LEDs, com alta capacidade, permitindo iluminar 177 metros de distância (quase dois campos de futebol) à frente e cobrir 23 m de largura de raio. A versão Max possui ainda controle inteligente do facho, adaptando a luz alta em relação aos veículos que vem no sentido contrário ou que estão à frente.

Espaço

Com 4,61 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,67 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos, o EX5 tem um ótimo espaço interno e um generoso porta-malas com 461 litros com os bancos na configuração normal e de 1.877 litros com eles rebatidos.

Confortáveis, os bancos dianteiros são construídos em quatro camadas e mais uma, batizada de Zero Sensation. A camada extra tem função relaxante, ajudando a aliviar a pressão corporal, melhorar a absorção de choques e o apoio do corpo. O banco do motorista tem regulagem elétrica de série, sendo que na versão Max, é acrescentado ainda os ajustes elétricos para o carona, e função ventilação e massagem.

A atmosfera é completada por uma iluminação interna com até 256 opções de cores para criar um ambiente para cada estado de espírito, disponível na opção Max, que traz teto-solar panorâmico de 1,18 m2 de área envidraçada e abertura em 11 estágios.

O quadro de instrumentos digital tem 10,2 polegadas e é acompanhado da central multimídia Flyme Auto de 15,4”. A sua tela é de ultra alta definição e alto brilho, facilitando a visualização sob qualquer condição de luminosidade. A tecnologia de toque é a Incell, a mesma usada por celulares de última geração. Há conexão com Apple CarPlay, bem como 4G a bordo. É possível também usar o navegador GPS nativo por satélite. A versão Max oferta um head-up display (HUD) de 13,8”, oferecendo o maior contraste e brilho do mercado. O carregador de smartphone sem fio tem 15 watts de potência e dispõe de aviso de esquecimento do aparelho.

O sistema de áudio Flyme Sound, que integra 16 alto-falantes de alta qualidade, sendo eles cinco de médio alcance, quatro tweeters, quatro woofers e dois no encosto de cabeça do motorista. Com 1.000 watts de potência, o conjunto também possui subwoofer independente.

Preços
EX5 Pro – R$ 205.800,00
EX5 Max – R$ 225.800,00

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