Superesportivo

Primeiro superesportivo de rua da McLaren ganha vida em festival

Recuperado pela própria McLaren, o único M6GT, era o sonho de Bruce McLaren em produzir um superesportivo de rua. Porém, com a morte do piloto em 1970, o projeto foi abandonado. Somente em 1993 surgiu o primeiro modelo da marca inglesa de rua. O McLaren F1, projetado pelo Gordon Murray, era um hipercarro revolucionário, muito próximo de um Fórmula Um.

Na recuperação foram usados os moldes da carroceria originais e materiais de referência autênticos, que foram mantidos todos estes anos guardados na empresa. O M6GT é uma celebração do legado que conecta as origens da McLaren nas corridas às suas propostas de carros de rua.

A MSO – McLaren Special Operations construiu o carro do zero, combinando componentes restaurados e peças exclusivas recém-fabricadas para permanecer fiel à intenção de Bruce McLaren. A pintura, os acabamentos e muitos detalhes foram revisitados e reprojetados a partir de materiais e fotografias originais para preservar a autenticidade. “Este carro ocupa um lugar único em nossa coleção: uma homenagem aos primórdios da empresa e uma lição espiritual para o seu futuro”, exalta Jon Simms, Diretor da MSO.

Para garantir autenticidade absoluta, o M6GT restaurado pela MSO utiliza motor e câmbio condizentes com a época, e o motor V8 “small-block” é equipado com cabeçotes do tipo “camel hump” (corcova de camelo), seguindo a especificação original.

No centro do carro encontra-se o habitáculo original derivado do carro de corrida M6GT da década de 1970, servindo como coração emocional e físico do projeto. Ao seu redor, elementos estruturais ocultos foram fabricados manualmente por especialistas da MSO, incluindo o arco de proteção, a estrutura de suporte traseira, o reforço interno da carroceria e o chicote elétrico, todos criados com o mesmo esmero dedicado às superfícies visíveis.

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Novo Audi Nuvolari supera os 350 quilômetros por hora

A Audi apresentou seu primeiro superesportivo com um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho. Com 1.001 cavalos e uma velocidade máxima superior a 350 quilômetros por hora, o Nuvolari terá a produção será limitada a 499 unidades e chegará ao mercado mundial no início de 2027.

O superesportivo alemão é impulsionado por um sistema de propulsão híbrido com uma potência máxima de 1.001 cavalos de potência máxima (736 kW). Ele combina um motor V8 biturbo de 4,0 litros com800 cavalos e três motores elétricos de fluxo axial, cada um com 110 kW. A bateria de íons de lítio possui uma capacidade bruta de 7,3 kWh. O motor a combustão fornece um torque máximo de 730 Nm e alcança até 10.000 rpm.

Dois motores elétricos de fluxo axial, refrigerados a óleo, no eixo dianteiro entregam até 2.150 Nm de torque. Como parte integrante do sistema quattro, eles apoiam a distribuição variável de torque. Um terceiro motor elétrico, posicionado entre o motor central V8 e a transmissão, completa o conceito de propulsão.

Unidos, os quatro motores fazem o bólido acelerar de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e de 0 a 200 km/h em 6,8 segundos. A velocidade máxima será superior a 350 km/h.

A aerodinâmica ativa do Nuvolari foi inspirada nos carros da Fórmula 1. O Nuvolari dispõe de um sistema que ajusta a força de sustentação (downforce), o arrasto e o equilíbrio aerodinâmico de acordo com as condições de condução — garantindo máxima estabilidade e controle preciso do veículo.

 

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Porsche 911 GT3 R Rennsport é muito mais que exclusivo

Um dos carros mais exclusivos do mundo poderá ser apreciado no Porsche Center São Paulo até o dia 6 de junho. Criado como carro de corrida livre de regulamentos, o Porsche 911 GT3 R Rennsport é um carro para competições com motor de 620 cavalos e produção limitada a 77 unidades. A Stuttgart Porsche incorporou ao seu acervo a única unidade destinada ao mercado latino-americano deste verdadeiro item de colecionador, tendo plaqueta numerada “65/77”.

O 911 GT3 R Rennsport é baseado no 911 GT3 R de corrida da geração “992”, que atende o regulamento do campeonato mundial de endurance FIA GT3. A carroceria do Rennsport, somente o capô e o teto do 911 GT3 R foram mantidos: todos os outros elementos foram alterados.

A aerodinâmica da frente do veículo, incluindo suas entradas de ar de resfriamento e dutos, foi otimizada. Os espelhos retrovisores foram eliminados e substituídos por um equivalente digital – um sistema composto por três câmeras integradas na superfície externa do veículo e monitores no cockpit.

Na traseira, o enorme aerofólio é o componente dominante. Seu design lembra o do lendário Brumos Porsche 935/77, com o qual o americano Peter Gregg, junto com o holandês Toine Hezemans e o alemão Rolf Stommelen, conquistou a sétima vitória geral da Porsche nas 24 Horas de Daytona em 1978.

A exclusividade do 911 GT3 R Rennsport também aparece no cockpit. Todos os recursos de segurança estão em conformidade com os padrões da FIA – Federação Internacional de Automobilismo. O design particularmente rígido da gaiola de proteção permite que o modelo tenha apenas o banco do piloto.

Como um bom carro de competição, o Rennsport está livre de restrições. O motor boxer de 6 cilindros e 4,2 litros do 911 GT3 R atinge até 9.400 rpm e beneficia-se da remoção das restrições impostas pelos regulamentos para alcançar 620 cavalos. Para comparação, o 911 GT3 R pode desenvolver até 565 cavalos. A motorização de quatro válvulas por cilindro, refrigerado a água e com injeção direta de gasolina, foi projetado para funcionar com combustíveis E25. Isso inclui biocombustíveis de etanol e e-combustíveis que permitem uma operação praticamente neutra em carbono. Também pode funcionar com combustíveis convencionais.

A tração é traseira e o câmbio sequencial tem seis velocidades, com pequenas modificações em relação ao do 911 GT3 R. As trocas de marcha são feitas através de “borboletas” atrás do volante.

O 911 GT3 R Rennsport, entretanto, vai além: é provavelmente o carro de pista mais visceral que a Porsche já ofereceu como item de colecionador. Preço do “brinquedo”: US$ 1.046.000,00 (R$5.200.000,00). Porém, no mercado de revenda, já houve ofertas superiores a R$ 10 milhões.

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Superesportivo de 680 cavalos da Aston Martin já está no Brasil

Já estão em solo brasileiro as primeiras unidades do novo superesportivo da Aston Martin. O Vantage S chegou na cor Chilles Green e tem interior bicolor nas tonalidades Bison Brown e Ice Mocha. O Aston Martin Vantage S tem motor V8 biturbo de 4 litros com 680 cavalos de potência e 800 Nm de torque, além de alterações que melhoram a sua dirigibilidade. O acabamento externo e interno também foram refinados.

Se o Aston Martin Vantage já é emocionante e focado no motorista, o Vantage S consolida sua posição com mais potência e dinamismo, estabelecendo um novo padrão para a linha de carros esportivos com motor dianteiro da Aston Martin. O sufixo “S” é usado pela Aston Martin em versões especiais e de alto desempenho.

Uma convenção que começou com o Vanquish S, que estreou no Salão do Automóvel de Paris em 2004, seguido pelos Vantage S com motor V8 e V12, lançados em 2011 e 2013, respectivamente.

Rápido

O Vantage S possui uma versão atualizada do motor V8 biturbo de 4 litros da Aston Martin com 680 cavalos a 6.000 rpm e torque máximo de 800 Nm entregue entre 3.000 e 6.000 rpm. Para aprimorar mais o envolvimento do motorista e a sensação de desempenho, os engenheiros da Aston Martin refinaram e calibraram o peso e a resposta do pedal do acelerador.


Alterações na calibração também foram feitas no trem de força, com a otimização do Launch Control resultando em uma melhoria de 0,1 segundo no tempo de 0 a 100 km/h, que agora é de apenas 3,4 segundos e de 0 a 200 km/h em 10,1 segundos. A velocidade máxima permanece inalterada: 325 km/h.

O Vantage S também se beneficia de um amplo conjunto de alterações de detalhes no novo hardware de suspensão, nos suportes do trem de força e no software de controle, para proporcionar maior agilidade, além de melhorias na sensibilidade e no engajamento do motorista. O resultado é um carro com um apetite emocionante por curvas, apoiado por uma estabilidade inabalável.

Visualmente, o Vantage S possui características distintas. Na dianteira, ele é identificado pelas novas lâminas do capô montadas centralmente. Com acabamento em preto brilhante ou fibra de carbono “2×2 Twill”, essas saídas de ar não só conferem um caráter de design mais assertivo, como também otimizam a extração de ar quente do motor V8 com configuração “hot-V”.

Preço
Aston Martin Vantage S: R$ 2.700.000,00 (valor inicial)

 

 

 

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Novo e superpotente, Lamborghini Temerario chega por R$ 6 milhões

Esta semana em São Paulo, a Automobili Lamborghini apresentou o Temerario, o mais novo superesportivo da marca italiana. O bólido é o terceiro modelo eletrizado da marca: primeiro foi o Urus e depois o Revuelto. O novo superesportivo tem chassi de alumínio, ultraleve e que garante uma altíssima resistência, elevando significativamente a rigidez torsional e contribuindo para uma dinâmica de condução excepcional.

Com um powertrain surpreendente, o Temerario vem com um motor V8 biturbo de 4,0 litros entrega 200 cavalos por litro e trabalha em conjunto com um motor elétrico do tipo fluxo axial, resfriado a óleo e totalmente integrado ao próprio alojamento do V8.

A propulsão é complementada por mais dois motores elétricos no eixo dianteiro. Ao total são uma potência máxima de 920 cavalos entre 9.000 e 9.750 rpm, e 730 Nm de torque entre 4.000 e 7.000 rpm. O motor elétrico, posicionado em P1 (entre o V8 e a transmissão), garante resposta imediata desde baixas rotações e atua de forma contínua durante as trocas de marcha, funcionando como um “preenchedor de lacunas de torque”, melhorando a resposta transitória e proporcionando a sensação de progressão linear e praticamente ilimitada até 10.000 rpm.

As trocas de marcha do Lamborghini Temerario são feitas por meio de uma transmissão de dupla embreagem de oito marchas (DCT). O câmbio, projetado do zero, é compacto e está acoplado atrás do V8 biturbo. Essa solução libera espaço no túnel central para acomodar a bateria de íons de lítio que alimenta os motores elétricos.

O Temerario alcança a velocidade máxima de 343 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 2,7 segundos.

Preço
Lamborghini Temerario – R$ 6 milhões

 

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Stuttgart entrega a primeira unidade no Brasil do Porsche 911 Spirit 70

A Stuttgart Porsche fez ontem (9) a primeira entrega a cliente do 911 Spirit 70, em São Paulo. Produzido em série limitada (1.500 unidades), o Spirit 70 é inspirado nas cores, na estética, nas artes e na memória festiva e descontraída que a década de 1970 desperta em muitas pessoas. A base do Spirit 70 é o 911 Carrera GTS Cabriolet, equipado com motor boxer turbo de 6 cilindros com 3,6 litros e 541 cv de potência.

A unidade entregue é da cor Olive Neo, um tom de verde criado pela Porsche especialmente para o 911 Spirit 70. Entre os detalhes exclusivos desta série especial estão as três faixas longitudinais pretas que começam nos algarismos “911” na extremidade do capô dianteiro e se estendem até a traseira do carro, inclusive na capota de lona.

As laterais possuem círculo com número (comuns em carros de corrida até a década de 1970, e no Spirit 70 com algarismos à escolha do cliente), faixa com o nome “Porsche” e plaqueta “Exclusive Manufaktur” aplicada nos para-lamas dianteiros (uma inspiração da década de 1950, quando a Porsche colocava nesse mesmo local a identificação do fornecedor de carroceria). Na traseira, ficam o logotipo “911 Spirit 70” banhado a ouro e o distintivo “Heritage Design” aplicado na grade da tampa do motor.

No interior do 911 Spirit 70, destaca-se o tecido padrão Pasha aplicado nas faixas centrais dos bancos, nas portas e no forro interno do porta-luvas. Esse padrão é inspirado no movimento de uma bandeira quadriculada e foi um dos mais marcantes da Porsche entre o fim da década de 1970 e o começo da de 1980. O padrão é preto e Olive Neo nas unidades pintadas nessa cor. Nas demais, o Pasha é preto e branco.

Além da chave do Porsche 911 Spirit 70 (pintada na cor da carroceria do automóvel), a compradora recebeu de presente da Stuttgart um buquê de flores e um quadro exclusivo do artista Rodrigo Pavanini. Feito com lâminas de madeira esculpidas, a obra retrata um 911 estilizado (pintado na cor do 911 Spirit 70) e o deslocamento de ar causado pelo movimento do automóvel em alta velocidade.

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DB12 S é o novo superesportivo da inglesa Aston Martin

A Aston Martin está lançando o seu mais novo superesportivo: o DB12 S. Baseado no DB12, o modelo traz uma combinação de muito desempenho, design exclusivo e acabamento ultraluxuoso.


O DB12 S junta-se a outros superesportivos da marca inglesa, os DBX S e Vantage S, e dispõe de motor V8 biturbo de 4 litros, com 700 cavalos a 6.000 rpm (um aumento de 20 cv) e 800 Nm entregues entre 3.000 e 6.000 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 3,4 s e velocidade máxima de 325 km/h. Os freios são de carbono-cerâmica como equipamento de série, com discos de 410 mm de diâmetro na dianteira e 360 mm na traseira.

A concessionária brasileira da Aston Martin, em São Paulo, já está recebendo encomendas do DB12 S Coupé e do conversível Volante. As primeiras unidades chegam no primeiro trimestre de 2026.

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Exclusivos Porsches Carrera GT se reúnem em concessionária para a revisão

Um fato inusitado foi registrado pela concessionária Stuttgart, em São Paulo. De uma só vez, as cinco únicas Porsches Carrera GT existentes no Brasil e avaliadas em quase 10 milhões de reais cada uma, foram fazer a revisão juntas. Entre 2005 e 2006, a Stuttgart (na época importadora oficial da Porsche no Brasil e que infelizmente deixou e própria marca passou a fazer a importação) trouxe para o Brasil quatro unidades. Alguns anos depois, quando o superesportivo não era mais fabricado, um felizardo importou, de maneira independente, uma unidade. As três unidades de 2005 e dois de 2006, último ano da produção do modelo, são as únicas que rodam no País.

Por recomendação da fábrica, a troca de óleo do Porsche Carrera GT deve ser feita anualmente. As revisões programadas são bianuais, independentemente da quilometragem percorrida. No Stuttgart Service | Body & Paint, o serviço padrão feito em todos os carros consistiu em alinhamento e balanceamento das rodas, mais trocas de óleo do motor, óleo do câmbio, filtro de óleo, filtro do ar condicionado, fluido de freio, palhetas dos limpadores de para-brisa e sensores de pressão dos pneus (instalados nas rodas). O frasco de líquido selante usado em caso de furo de pneu também foi substituído. Os pneus foram substituídos pelos novos Michelin Pilot Sport Cup 2, do tipo semi-slick, desenvolvidos especificamente para o Carrera GT. Esses pneus permitiram percorrer os 20,8 km do traçado norte do circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min12s69 – um ganho de 16 segundos em relação aos pneus usados anteriormente. Por fim, foi executado um recall para troca dos braços de suspensão e das juntas esféricas de conexão aos eixos.

Outros serviços foram feitos especificamente em cada unidade. “Todos os Carrera GT chegaram à oficina em ótimas condições porque os proprietários sempre executaram as revisões programadas. Mas são carros fabricados e entregues há vinte anos ou quase isso, e alguns componentes se desgastam naturalmente pela ação do tempo”, explica Clóvis Gomes, mecânico-chefe do Stuttgart Service/Body & Paint. Um dos carros, por exemplo, teve trocado o reservatório do fluido de arrefecimento.


Supercarros como o Porsche Carrera GT possuem características muito particulares e serviços banais em outros automóveis só podem ser executados por mão de obra especializada e com uso de ferramentas exclusivas. É o caso da retirada dos painéis do assoalho, que possuem função aerodinâmica e vedam toda a parte de baixo do automóvel. “São seis peças removíveis e uma delas precisa ser removida por duas pessoas”, exemplifica Clóvis. Outro dado que mostra a complexidade do Carrera GT é que eles só podem ser erguidos no elevador depois de receber dois jogos de apoios específicos acoplados ao fundo do carro. A revisão de cada um demandou cerca de 12 horas de mão de obra e 115 serviços executados.


Apresentado em 2000 como carro-conceito, o Porsche Carrera GT teve seu modelo definitivo lançado em 2003 e foi fabricado entre 2004 e 2006. É um superesportivo dotado de motor V10 de 5.733 cm³ (desenvolvido a partir de um projeto da fábrica para a Fórmula 1) com 612 cv de potência e 590 Nm de torque, capaz de fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e chegar a 330 km/h. O câmbio é de seis marchas é manual e a presença de auxílios eletrônicos se limita aos freios com ABS e aos controles de tração e antiderrapagem. Foram produzidas 1.270 unidades.

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Aston Martin Valhalla tem velocidade máxima limitada em 350 km/h

O Aston Martin Valhalla fez sua estreia pública global dinâmica antes do fim de semana do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Mônaco. Pilotado pelo piloto da equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1 e bicampeão mundial de Fórmula 1, Fernando Alonso, o Valhalla foi para o icônico circuito de rua de Mônaco antes dos treinos da F1, tendo concluído recentemente os testes de validação final tanto na estrada quanto na pista.

O Valhalla já conquistou a atenção mundial com sua fusão de tecnologias de Fórmula 1 voltadas para o desempenho. A estreita colaboração com a Aston Martin Performance Technologies (AMPT) – o braço de consultoria da equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1 – em dinâmica, aerodinâmica e materiais trouxe uma dimensão extra ao design e desenvolvimento do Valhalla. Tendo aparecido em público apenas em exibição estática até então, esta foi a primeira apresentação pública dinâmica do supercarro, destacando seu motor híbrido, dirigibilidade superior e dinâmica de condução incomparável – sem mencionar seu estilo inebriante.

Um momento monumental nos ricos 112 anos de história da Aston Martin, o Valhalla foi visto no circuito de rua de Monte Carlo. O carro recebeu pintura inspirada na do Aston Martin AMR25 de F1 nas cores Podium Green e Lime Green, tendo ao volante Fernando Alonso, o principal piloto de desenvolvimento do supercarro, levando o Valhalla ao limite.

Alonso afirmou: “Acompanhei este projeto de perto nos últimos 18 meses e trabalhando ao lado da equipe de desenvolvimento. Revelar a capacidade dinâmica do Valhalla ao mundo no fim de semana do Grande Prêmio de Mônaco é um momento fantástico para mim e para a marca. Com as credenciais de luxo incomparáveis da Aston Martin, a tecnologia de ponta inspirada na F1 e o desempenho líder na categoria, posso confirmar que o Valhalla é um verdadeiro supercarro, tanto na estrada quanto na pista. Além da potência e da dinâmica absolutas, ele proporciona todas as sensações e emoções que você procura ao volante de um carro como o Valhalla”.

Com 1.079 cv de potência e 1.100 Nm de torque via motorização híbrida, o Valhalla é um carro com muitas “estréias” para a Aston Martin: o primeiro supercarro com motor central de produção em série, o primeiro híbrido plug-in e o primeiro veículo de produção com autonomia elétrica dedicada. É também o primeiro modelo da marca a utilizar o motor V8 biturbo de 4 litros com virabrequim plano personalizado – o motor V8 de maior desempenho já instalado em um Aston Martin – e o primeiro a utilizar a novíssima Transmissão de Dupla Embreagem (DCT) de 8 velocidades da marca, que incorpora um motor elétrico e um diferencial traseiro eletrônico (E-diff). É também a primeira aplicação dos novos motores duplos no eixo dianteiro, que facilitam a vetorização do torque e contribuem para o sistema de tração integral.

Com produção limitada a 999 unidades (dez delas destinadas ao Brasil), o Aston Martin Valhalla tem as primeiras entregas previstas para o segundo semestre de 2025.

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Vanquish Volante o conversível mais rápido e potente do mundo

A Aston Martin anuncia a chegada antecipada do novo Vanquish Volante. Simplesmente o Aston Martin de produção em série com capota aberta mais rápido e potente até hoje – e, ao lado do cupê, o carro de produção com motor dianteiro mais rápido e potente à venda atualmente. Sua posição no mercado do alto desempenho ultraluxuoso é única, e há poucas maneiras melhores de comemorar o 60º aniversário do icônico nome Volante do que o anúncio de seu mais recente exemplo.

Alimentado pelo novo motor V12 de 5,2 litros da Aston Martin, fornecendo 835 cv de potência e 1000 Nm de torque com uma velocidade máxima de 344 km/h, o Vanquish Volante oferece toda a emoção bruta do cupê com uma experiência de direção visceral ao ar livre incomparável.


O novo Vanquish Volante foi projetado para oferecer todo o estilo e estimulação sensorial pelos quais os conversíveis são conhecidos e amados, sem as limitações ou compromissos tradicionalmente associados ao seu design. Tão bonito quanto o Coupe, com aumento mínimo de peso e design impressionante, o Vanquish Volante é mais do que digno do nome reservado apenas para o carro-chefe.


O novo Vanquish Volante é a joia da coroa em uma linhagem de modelos que remonta a 60 anos. O primeiro Aston Martin a receber o nome Volante foi o pouco conhecido Short Chassis Volante de 1965, compreendendo elementos de design tanto do conversível DB5 que o precedeu quanto do DB6 Volante que o sucedeu. Incrivelmente bonito, ele deu o tom para todos os modelos “Volante” da Aston Martin que viriam. É também um dos mais raros Aston Martin: apenas 37 construídos em um período de um ano.

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