A concessionaria Porsche em Campinas, a Stuttgart, apresentou na última quarta-feira o novo Porsche 911 Carrera. Um, dos superesportivos mais desejados do mundo, na sua oitava geração, teve atualizações na aerodinâmica, no interior e no design.
Apesar de ser o mesmo, o motor boxer biturbo de 3,0 litros teve modernizações. O novo 911 Carrera passou a adotar os turbocompressores que eram utilizados anteriormente nos modelos GTS e o intercooler dos modelos Turbo. Agora o modelo consegue simultaneamente uma redução nas emissões e um aumento de potência para 394 cavalos e um torque máximo de 450 Nm.
Equipado com novos freios, com discos de 350 mm de diâmetro (20 mm maiores que o anterior) por 34 mm de espessura (2 mm maiores) e 6 pistões (2 pistões adicionais) na frente, os novos 911 Carrera também disponibilizam novos recursos nas rodas traseiras: os novos discos também possuem 350 mm (28 mm maiores) por 28 mm, mas com 4 pistões.
O novo 911 Carrera Coupé vai de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 294 km/h. Em comparação com seu antecessor, isso representa uma melhoria de 0,1 segundo e 1 km/h, respectivamente.
Nova loja
A Stuttgart, que já foi importador oficial e hoje é um dos maiores grupos de revenda dos superesportivos alemães no mundo, está concluindo as obras para uma nova concessionaria em Campinas. Próximo ao estádio Brinco de Ouro da Princesa, as instalações mais que triplicaram o espaço para atendimento, oficina e demais operações da concessionária. A previsão de inauguração é no início do segundo semestre deste ano.
Porsche 911 Carrera
Coupé R$ 868.000,00
Cabriolet R$ 920.000,00
Com mais de 60 anos inovando com tecnologias para a Fórmula 1, a McLaren está em uma posição vantajosa para fornecer soluções automotivas que estabelecem os padrões na engenharia de supercarros.
E é com a fibra de carbono que as capacidades inovadoras da McLaren estão fortemente representadas. Leve, forte e rígida, a McLaren está agora se aproximando de meio século como líder mundial nesta área altamente técnica da ciência dos materiais e continua a ultrapassar os limites do que é possível.
A fibra de carbono desempenha um papel essencial na entrega de supercarros com a melhor combinação possível de atributos de estrada e de pista. Todos os carros de produção da McLaren desde o primeiro, o McLaren F1, foram baseados em um chassi feito desse compósito.
O baixo peso e a rigidez do material são fundamentais para proporcionar um desempenho de referência e uma dinâmica emocionante, mas também uma qualidade de condução líder na sua classe e os benefícios adicionais de eficiência. Sua resistência proporciona segurança, garantia e durabilidade. É o material perfeito para criar uma plataforma com soluções incríveis, permitindo aos designers criar carros com uma estética e eficiência aerodinâmica superlativas.
É uma tecnologia firmemente enraizada no legado da McLaren na Fórmula 1 e parte essencial de seu DNA:
MP4/1 (1981)
O MP4/1 revolucionou a Fórmula 1 como o primeiro carro de corrida a usar um chassi monocoque totalmente em fibra de carbono. A sua estrutura leve e rígida melhorou significativamente a segurança e o desempenho. Projetado por John Barnard, este chassi pioneiro levou à ampla adoção da fibra de carbono no automobilismo, mudando para sempre o design dos carros de F1.
A introdução de carros com chassi de fibra de carbono no esporte deu início a uma nova era na Fórmula 1. A superioridade da fibra de carbono do ponto de vista da segurança foi demonstrada de forma espetacular no Grande Prêmio da Itália de 1981. O piloto da McLaren, John Watson, saiu ileso de um grave acidente a mais de 220 km/h.
Foi um momento importante para convencer todo o paddock da Fórmula 1 de que a tecnologia de chassis de fibra de carbono era o futuro da segurança na categoria. O potencial de desempenho de um chassi de carbono ficou claro quando Watson venceu o Grande Prêmio da Inglaterra daquele ano com mais de 40 segundos de vantagem sobre o segundo colocado.
McLaren F1 (1993)
Das muitas características de design inovadoras do McLaren F1, a utilização de um chassi monocoque e de uma carroceria em fibra de carbono, enfatizando o peso mínimo e a máxima rigidez estrutural, estavam entre as mais importantes. Pioneiro no uso do material em carros de rua, o F1 ostentava um desempenho incomparável devido ao seu baixo peso (apenas 1.140 kg) e à imensa potência (627 cv) do seu motor V12 de 6,1 litros.
O monocoque de fibra de carbono – projetado usando design e análise de dados auxiliados por computadores de última geração – permitiu ao F1 alcançar uma relação peso-pótência significativa, nunca antes vista em carros de estrada, tornando-se um ícone da engenharia de supercarros.
Foi a plataforma sobre a qual não só foi construído o carro de rua mais rápido do mundo, alcançando uma velocidade máxima de 394 km/h no campo de provas de Ehra-Lessien, na Alemanha, mas que também conduziu o F1 GTR à vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1995.
McLaren 12C (2011)
O 12C, primeiro carro produzido pela marca no moderno McLaren Production Center, apresentou o MonoCell, uma estrutura de fibra de carbono de peça única que proporcionava rigidez e leveza sem precedentes em um automóvel de rua. O desenvolvimento do chassi levou a história da fibra de carbono da McLaren para o século XXI. O MonoCell foi a espinha dorsal da primeira linha de supercarros produzidos em massa totalmente construída em fibra de carbono, proporcionando os benefícios desse tipo de construção de chassi em uma escala nunca vista antes na indústria automotiva.
O MonoCell foi uma das várias tecnologias revolucionárias introduzidas pelo 12C no segmento dos supercarros, ao mesmo tempo que foi um dos elementos centrais na criação do DNA dos supercarros modernos da McLaren, estabelecendo as bases para o futuro. Suas vantagens sobre as estruturas de alumínio ainda populares na época não estavam apenas no incrível peso de apenas 75 kg, mas também no nível de rigidez torcionalque permitia ao 12C Spider dispensar reforço adicional no chassi – uma solução que se estende a todos os conversíveis da McLaren criados até o momento.
McLaren P1 (2013)
Apenas dois anos após o lançamento do 12C, a McLaren revolucionaria mais uma vez a tecnologia de supercarros de fibra de carbono com o lançamento do McLaren P1, em 2013. Este segundo exemplar da linhagem de carros “1” da McLaren deu mais um passo à frenteatravés do uso de uma estrutura de carroceria totalmente em fibra de carbono, incorporando não apenas o teto e as estruturas inferiores, o teto e a cavidade de entrada de ar do motor; mas também a bateria e a carcaça dos componentes eletrônicos de potência que foram parte integrante do trem de força híbrido de alto desempenho do P1, em uma estrutura conhecida como MonoCage.
Toda a estrutura pesava apenas 90 kg – uma obra-prima da engenharia que provou ao mundo que a eletrificação não significa necessariamente comprometer o peso total do veículo e pode desempenhar um papel fundamental na entrega de desempenho num verdadeiro supercarro.
McLaren 720S (2017)
O 720S introduziu a estrutura de fibra de carbono Monocage II que ainda hoje é empregada pelo McLaren 750S, aumentando ainda mais a rigidez e reduzindo o peso em comparação com seu antecessor, o MonoCell. A estrutura leve compreende agora toda a célula de passageiros. Este avanço significativo na tecnologia monocoque de carbono em supercarros de produção em série proporcionou não apenas desempenho e dinâmica premiados, mas também melhorias na ergonomia, na visibilidade e no design.
Os pilares do teto incrivelmente finos do Monocage II resultam numa excelente visibilidade através do para-brisas e, combinados com os pilares B posicionados atrás no cockpit da cabine, o Monocage II contribui para uma sensação de espaço excepcional. As soleiras do Monocage II descem até onde estão os pés dos ocupantes, para facilitar a entrada e saída. As dramáticas portas diédricas de painel duplo articulam-se para frente e para cima à medida que se abrem. A célula de carbono proporcionou um supercarro tão fácil de entrar e sair quanto de extrair o máximo desempenho.
E tal como as vantagens introduzidas pelo MonoCell, a versão Spider do 720S e posteriormente do 750S apresentam uma estrutura traseira superior personalizada em fibra de carbono, sem a necessidade de reforço adicional, garantindo uma dinâmica emocionante e um aumento mínimo de peso.
Centro de tecnologias
A abertura do McLaren Composites Technology Centre (MCTC) em Sheffield, Reino Unido, em 2018, marcou um investimento de £ 50 milhões na primeira unidade de produção independente da McLaren fora de Woking. Esta instalação de classe mundial, formada por meio de uma parceria entre a McLaren Automotive, o AMRC da Universidade de Sheffield e a Câmara Municipal de Sheffield, pretende ser um centro de excelência em engenharia e pesquisa de compósitos, mas também na produção de tubos de fibra de carbono de nova geração que possam ser integrados diretamente com futuras tecnologias de trem de força.
As primeiras peças de produção de fibra de carbono a serem fabricadas no MCTC seriam para o incrível e ultraleve McLaren 765LT, com a asa traseira ativa do carro, para-choque traseiro e piso dianteiro, projetados, desenvolvidos e fabricados no MCTC.
McLaren Artura (2021)
O McLaren Artura introduziu a McLaren Carbon Lightweight Architecture (MCLA), projetada especificamente para integrar uma nova geração de motores híbridos de alto desempenho. Mais leve e mais forte que o chassi anterior, o MCLA suporta o trem de força V6 híbrido do Artura, ao mesmo tempo em que continua a otimizar e desenvolver ainda mais as vantagens estruturais do uso de um monocoque de fibra de carbono.
Fabricado na primeira grande instalação da McLaren fora de sua sede em Woking, o MCLA é fabricado no McLaren Composites Technology Center em Sheffield. O MCLA marca um momento revolucionário na tecnologia monocoque de fibra de carbono, melhorando não apenas os benefícios de leveza e rigidez anteriormente desenvolvidos nas estruturas MonoCell e MonoCage II, mas incorporando uma célula de segurança para a bateria do sistema híbrido usado pelo Artura e integrando ainda mais funcionalidade de colisão e suporte de carga no chassi.
As tecnologias revolucionárias da McLaren também permitiram que o monocoque de fibra de carbono MCLA do Artura fosse produzido em volumes nunca antes alcançados. E com o lançamento do Artura Spider, a McLaren continua seu DNA de conversíveis leves, sem nenhum fortalecimento ou reforço adicional para o chassi do Artura Spider.
McLaren W1 (2024)
O McLaren W1 dá continuidade à evolução do DNA leve da fibra de carbono da McLaren com a chegada do Aerocell, nosso tubo de fibra de carbono mais radical e tecnologicamente avançado já projetado para um carro de estrada. Construída com fibra de carbono pré-impregnada, esta tecnologia – usada no Solus GT, exclusivo para as pistas – utiliza compósito pré-impregnado com um sistema de resina que simplifica o processo de cura. O tratamento de pressão é então aplicado no molde, o que confere à Aerocell maior resistência estrutural do que banheiras comparáveis.
McLaren Automotive
Quilo por quilo, resulta em uma estrutura mais leve que elimina a necessidade de carroceria adicional em locais no exterior do carro – um benefício de leveza explorado no design do W1. O Aerocell também foi projetado como um elemento-chave do pacote aerodinâmico extremo do W1, fazendo uso do verdadeiro efeito solo, obtido ao elevar o piso do monocoque em 65 mm, o que elevou a posição dos pés e subiu para 80 mm em direção à frente do Aerocell. Ao mesmo tempo, para reduzir o comprimento do Aerocell – e de todo o veículo – foi tomada a decisão de fixar a posição do assento e incorporar assentos no monocoque. Ao reduzir a distância entre eixos em quase 70 mm, isto também tem a vantagem adicional de poupar ainda mais peso.
O McLaren W1 também apresenta a introdução da tecnologia de fibra de carbono de próxima geração da McLaren, ART. Tornada possível através do desenvolvimento da inovadora técnica de fabricação de deposição de “alta taxa” Automated Rapid Tape, a fibra de carbono McLaren ART abre novas possibilidades para os engenheiros. Mais leve e mais rígida, produzida com menos resíduos e permitindo a rápida criação de peças otimizadas de fibra de carbono com propriedades especializadas, a asa dianteira ativa do McLaren W1 estreia esta nova tecnologia.
A fibra de carbono é parte integrante da história da McLaren e uma parte essencial do nosso DNA. Permite-nos entregar supercarros superleves com os melhores atributos dinâmicos e continua a ser uma área de exploração técnica com muito a descobrir e muitos mais ganhos a serem obtidos”, explica Michael Leiters, CEO da McLaren Automotive.
A primeira unidade do Aston Martin Vanquish acaba de chegar ao Brasil por R$ 5,4 milhões. Lançado mundialmente em setembro de 2024º superesportivo veio na cor Supernova Red (escolhida pela fábrica como cor de lançamento do modelo) e com rodas de 21 polegadas em FullSatin Bronze.
O superesportivo é o mais potente dos 111 anos de história da Aston Martin. O novo Vanquish vem com um novo motor V12 biturbo de 5,2 litros, que produz 835 cavalos e 1.000 Nm de torque. No quesito desempenho, este GT faz de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e alcança 345 km/h – a maior velocidade máxima de um carro de produção em série da Aston Martin até hoje. A previsão de entrega é de aproximadamente dez meses.
A primeira unidade do Aston Martin Vanquish acaba de chegar ao Brasil por R$ 5,4 milhões. Lançado mundialmente em setembro de 2024º superesportivo veio na cor Supernova Red (escolhida pela fábrica como cor de lançamento do modelo) e com rodas de 21 polegadas em FullSatin Bronze. O modelo é o mais potente dos 111 anos de história da Aston Martin.
Com produção limitada a menos de 1.000 exemplares por ano, o novo Vanquish tem como principal destaque o novo motor V12 biturbo de 5,2 litros, que produz 835 cavalos e 1.000 Nm de torque. No quesito desempenho, este GT faz de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e alcança 345 km/h – a maior velocidade máxima de um carro de produção em série da Aston Martin até hoje. A previsão de entrega é de aproximadamente dez meses.
Um dos mais espetaculares automóveis já produzidos em todo o mundo, está comemorando 50 anos do seu lançamento. E para comemorar o acontecimento, a Porsche está produzindo 1.974 do superesportivo 911 Turbo. Diz a lenda que, o 911 Turbo, surgiu em homenagem aos 70 anos de Louise Piëch, filha de Ferdinand Porsche. Diga-se de passagem, um belo e maravilhoso presente.
Bem mais moderno que o modelo da década de 70, o 911 Turbo 50 Years busca mesclar o modelo de 1974 ao dos dias atuais. O interior e o exterior evocam modelos históricos do 911 Turbo, complementados por elementos de estilo atemporais e contemporâneos. Um pacote opcional Heritage Design refina ainda mais a estética do modelo de aniversário. O Porsche 911 Turbo 50 Years tem como base a última geração do 911 Turbo S, que foi 2019.
Quando foi introduzido, em 1974, o Porsche 911 Turbo Type 930 logo se tornou uma referencia no segmento de superesportivos. Ele chegou turboalimentado, usada como referência nos carros de corrida 917/10 e 917/30 para um carro esportivo de produção, combinando desempenho superior com um design único e uma usabilidade no dia a dia sem precedentes. O modelo de aniversário 911 Turbo 50 Years presta homenagem e reinterpreta esse legado.
Os gráficos laterais em vinil são uma referência ao visual histórico do Porsche 911 RSR Turbo apresentado no Salão de Frankfurt, em 1973, que foi um precursor do 911 Turbo. Ele apresenta a cor exclusiva do Porsche Turbo, a Turbonite, que aqui faz sua primeira aparição em um 911. Turbonite também é usado em detalhes na tampa do motor traseiro, na tampa do tanque de combustível e no brasão da Porsche.
Outra referência histórica é o uso do Anthracite Grey na lâmina da asa traseira, na saia traseira, na base dos retrovisores e nas molduras das entradas de ar. Um emblema na grade da tampa do motor traseiro exibe um ícone de turbocompressor e os anos 1974–2024.
Quando a porta é aberta, o projetor de LED delineia a imagem de um turbocompressor no chão ao lado do carro. O 911 Turbo 50 Years vem com o jogo de rodas Exclusive Design do 911 Turbo S em Turbonite como item de série.
Já o interior do 911 Turbo 50 Years também é recheado de detalhes da história do Turbo. Como uma homenagem exclusiva aos primeiros modelos do Porsche 911 Turbo, o icônico tartan McKenzie adorna os painéis centrais dos assentos e os painéis interiores das portas. Contrastes adicionais em Turbonite diferenciam ainda mais o carro do modelo regular de produção em série 911 Turbo S. Esses detalhes em Turbonite incluem os cintos de segurança, controles, costuras decorativas, tiras com inserções em couro preto e o brasão da Porsche no volante esportivo GT.
Um logotipo iluminado Turbo 50, por sua vez, aparece nas soleiras das portas, que são acabadas em alumínio escovado preto. O logotipo é bordado nos apoios de cabeça dos bancos esportivos Adaptive Sports Seats Plus. Há também um logotipo Turbo 50 na parte traseira do assento esquerdo traseiro.
Acima do porta-luvas, há uma placa de aniversário em alumínio, que exibe tanto o logotipo Turbo 50 quanto o número individual de edição limitada do carro esportivo. A coluna A, os parasóis e o forro do teto são revestidos em Race-Tex perfurado. Um relógio analógico Porsche Design Subsecond com um design especial Turbo 50 adorna o painel.
Motor
Tecnicamente, o Porsche 911 Turbo 50 Years é baseado no 911 Turbo S que está em produção desde 2019. Seu motor boxer biturbo de 3,7 litros com geometria variável das turbinas (VTG) entrega 650 cavalos e 800 Nm de torque. Com um peso em ordem de marcha de 1.640 quilos, o resultado é uma relação peso-potência de 2,52 kg/cv. O 911 Turbo 50 precisa de 2,7 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h e atinge 200 km/h em apenas 8,9 segundos. A velocidade máxima é de 330 quilômetros por hora.
Em relação ao modelo de 1974, apesar de ser o carro mais veloz da época, acelerava de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos, 0 a 200 km/h em 20,1 segundos. Já a velocidade máxima era de “apenas” 246 km/h.
A potência é transmitida às rodas pela transmissão de dupla embreagem de 8 velocidades (PDK) e pelo sistema de tração integral ativo Porsche Traction Management (PTM) com Porsche Torque Vectoring Plus (PTV Plus), incluindo o bloqueio do diferencial traseiro controlado eletronicamente com distribuição de torque totalmente variável.
Um sistema de escape esportivo com ponteiras pretas vem de série. A suspensão esportiva Porsche Active Suspension Management (PASM) rebaixada em 10 milímetros e o sistema de elevação no eixo dianteiro também estão incluídos como padrão, assim como os faróis de matriz de LED, incluindo o Porsche Dynamic Light System Plus. As pinças de freio do sistema de freios PCCB padrão têm acabamento preto.
Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.
Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.
Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.
Mais que exclusivo, o novo BMW M3 CS é um superesportivo colecionável, já que apenas 17 exemplares desembarcaram no Brasil. O M3 CS desembarcou por aqui. Referência entre os modelos esportivos, M3 é conhecido por ser um sedã de competição. E por incrível que pareça, o CS é ainda mais potente, mais leve e mais veloz.
Debaixo do capô, o esportivo usa um motor baseado no M4 GT3 de corrida. São seis cilindros em linha, tecnologia TwinPower Turbo com pressão das duas turbinas aumentada (de 1,7 para 2,1 bar) e incríveis 550 cavalos de potência e 650 Nm de torque. São 40 cavalos a mais que as versões M3 Competition e Competition Track.
A transmissão M Steptronic tem oito marchas e a tração é integral xDrive. Com esse conjunto, o M3 CS acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e leva 11,1 segundos para atingir 200 km/h a partir do zero. A velocidade máxima é limitada em 302 km/h.
Disponível nas cores Verde Signal, Cinza Brooklyn e Preto Safira, o BMW M3 CS se destaca visualmente pela grade em forma de rim e sem moldura, para reduzir o peso, e com design inspirado nos carros de corrida. Projetado especialmente para este modelo, os recursos estéticos incluem linhas de contorno vermelhas e o emblema “M3 CS” na parte superior das duas barras horizontais da grade. Tanto o emblema do modelo na frente quanto seu equivalente na tampa do porta-malas têm superfícies pretas com borda vermelha.
Os faróis BMW Laserlight incluídos na especificação padrão acrescentam outro toque particularmente marcante à dianteira do novo BMW M3 CS. O DRL agora traz a cor amarela, em referência aos carros de corrida GT de sucesso. E ficam acessos durante a sequência de boas-vindas e quando os faróis baixos ou altos estão ligados.
Mais leve
O BMW M3 CS tem no alívio de peso um grande aliado para alavancar seu desempenho. O modelo usa diversos compostos feitos de CFRP (plástico reforçado com fibra de carbono) para diminuir o peso final. Além do teto de fibra de carbono, o modelo de edição especial também utiliza esse material leve e de alta tecnologia no capô, para-choque dianteiro, entradas de ar, capas dos espelhos retrovisores externos, difusor traseiro e spoiler. O console central, os paddles shifts e os acabamentos internos também são todos fabricados em CFRP.
Os assentos M Carbon também contribuem para manter o peso baixo na cabine. O silenciador traseiro de titânio, por sua vez, reduz em mais de 4 kg o peso do sistema de escapamento instalado no novo BMW M3 CS. As várias reduções resultam em uma diminuição de cerca de 20 kg em comparação com o BMW M3 Competition.
A tecnologia de chassis do novo BMW M3 CS foi ajustada precisamente às características de desempenho do motor, ao conceito geral do veículo e à sua distribuição de peso. As configurações específicas do modelo para o sistema DSC e o modo dinâmico M também foram aprimoradas pensando em demandas específicas da condução em circuito de alta velocidade.
As configurações de cambagem das rodas, amortecedores, molas auxiliares e barras estabilizadoras servem para otimizar a precisão da direção e de controle lateral nas curvas do modelo. Os amortecedores controlados eletronicamente da suspensão adaptativa M do novo BMW M3 CS também vêm em uma configuração exclusiva, assim como a direção M Servotronic com relação variável e seu sistema de freios.
Também na lista de equipamentos de série do novo BMW M3 CS estão as rodas de liga leve M forjadas com design exclusivo de raios em V e acabamento dourado. Medindo 19 polegadas no eixo dianteiro e 20 polegadas no traseiro, as rodas são equipadas de série com pneus de especiais que foram desenvolvidos especificamente para o modelo e medem 275/35 R19 na frente e 285/30 R20 na parte traseira.
Veloz
Criada para uso extremo nas pistas, a versão CS também tem diversos atributos para tornar o modelo ainda mais veloz, como o Diferencial Ativo M no eixo traseiro – cujo funcionamento também é totalmente variável – que contribui para a sensação característica do M ao acelerar nas curvas.
Há também o menu M Setup, que permite que o motorista mude da configuração padrão de tração integra para o modo tração integral Sport, que direciona uma proporção ainda maior do torque do motor para as rodas traseiras. O motorista também pode desligar completamente o sistema DSC (Controle Dinâmico de Estabilidade) e ativar o modo tração traseira. Ao enviar a potência de tração apenas para as rodas traseiras e suprimir qualquer intervenção dos sistemas de controle de estabilidade, esta configuração permite uma experiência de condução mais intensa e divertida.
O modelo também é equipado com o sistema M Drive Professional, que conta com funções M Drift Analyzer e M Laptimer para avaliar e registrar habilidades de condução e desempenho na pista, como também vem com M Traction Control, que oferece ajustes na aceleração, na curva de torque e na programação dos sistemas de controle de tração e de estabilidade para dar mais segurança em terrenos difíceis, ou uma pilotagem ainda mais direta e esportiva – de acordo com a escolha do motorista.
No que diz respeito à tecnologia, o BMW M3 CS conta com sistema interativo para facilitar a condução do veículo e proporcionar uma melhor experiência a bordo, tais como: Driving Assistant, Parking Distance Control, BMW Display Key, assistente de farol alto, faróis BMW Laserlight, M Head Up Display, carregamento wireless para celulares e ar-condicionado de duas zonas.
A Ford Performance lançou mais um superesportivo: o Mustang GTD. O bólido que teve 7.500 pedidos efetuados na pré-venda para os modelos 2025 e 2026. Depois do sucesso nos Estados Unidos, o Mustang edição limitada, será apresentado em junho na fantástica prova das 24 Horas de Le Mans. Vale lembrar que Le Mans é um palco especial para a marca americana, pois nos anos 70 derrotou a Ferrari com seu superesportivo GT40. Virou até filme: Ford versus Ferrari.
Inspirado no Mustang GT3 de competição, o Mustang GTD é a versão de rua mais rápida de todos os tempos do esportivo. Equipado com motor V8 5.2 de mais de 800 cavalos, ele conta com peças de fibra de carbono, aerodinâmica ativa e outros recursos desenvolvidos para as pistas pela
Ford Performance, divisão de carros de alto desempenho da marca.
A lista de compradores do Mustang GTD na América do Norte, segundo a marca, inclui clientes de diferentes perfis, na maioria ligados às competições. A comunidade esportiva foi responsável por mais de 20% do fluxo registrado no site de venda. Um quarto dos inscritos já são proprietários do Mustang e um em cada cinco possui veículos de outras marcas com nível similar de performance.
Depois de Le Mans, o Mustang GTD mostrado nas 24 Horas de Spa, no Festival de Velocidade de Goodwood e fará uma cronometragem oficial no famoso circuito de Nurburgring. Em todas as competições o objetivo é vencer os melhores do continente, no ano da comemoração de 60 anos do Mustang.
“Testamos o Mustang GTD extensivamente na América do Norte, incluindo os circuitos de Sebring e Virgínia. Os testes agora continuam na Europa e nossa meta é fazer um tempo de volta de menos de sete minutos em Nurburgring”, disse Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD.
Para marcar o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 no próximo final de semana, a Mercedes Benz apresentou um superesportivo conceito: o Mercedes-AMG PureSpeed. O modelo mostra uma futura tendência dos esportivos da marca e pode entrar em produção em curto prazo.
O design radical do PureSpeed de dois lugares, sem teto ou para-brisa, é uma homenagem ao automobilismo de competição. O modelo também é uma prévia da futura série limitada “Mercedes-Benz Mythos”.
A estreia mundial contou com os pilotos da equipe Mercedes-AMG F1, Lewis Hamilton e George Russell.
O Conceito Mercedes-AMG PureSpeed celebra a tradição da Mercedes-Benz com um design de carro de corrida puro, materiais inovadores e tecnologia de ponta. A série limitada de 250 unidades estará disponível apenas para os maiores colecionadores da Mercedes-Benz. Inspirado em veículos lendários, a combinação de estética de competição inigualável e desempenho altamente dinâmico faz do Conceito Mercedes-AMG PureSpeed uma máquina de condução única para conhecedores.
Sistema HALO
Um destaque é o sistema HALO, que substitui a coluna A convencional. Este elemento é uma derivação direta da principal categoria do automobilismo desde 2018. Ele protege a cabeça do piloto em caso de acidente.
Assim como na F1, o sistema de segurança no Conceito Mercedes-AMG PureSpeed consiste em um suporte que está conectado à carroceria do veículo e este componente, aerodinamicamente otimizado, tem como função proteger os ocupantes. Estão incluídos dois capacetes especialmente projetados e fabricados para o modelo. O interior traz um conceito único de cores e equipamentos, assim como o relógio cronógrafo no console central.
Design inspirado AMG ONE
O conceito Mercedes-AMG PureSpeed é uma automóvel de alta performance com uma silhueta extremamente baixa. Muitos recursos de design foram inspirados no hipercarro Mercedes-AMG ONE – partes visíveis de fibra de carbono na seção inferior fornecem um forte contraste com as formas marcantes e arredondadas da parte superior do veículo.
O design das rodas é caracterizado pelo revestimento exclusivo de fibra de carbono nas coberturas das rodas dianteiras e traseiras. As coberturas das rodas traseiras são completamente fechadas para melhorar a aerodinâmica. Já as coberturas das rodas dianteiras são abertas para otimizar o fluxo de ar na parte frontal para resfriamento dos freios e gerar mais downforce.O capô longo e a parte frontal muito baixa com um “nariz de tubarão” são típicos de um modelo super esportivo. O design frontal é semelhante ao do Mercedes-AMG ONE com uma ampla entrada de ar inferior com a inscrição AMG e uma estrela da Mercedes escurecida e cromada.
Adicionado a isso está o capô esportivo e aerodinamicamente otimizado com uma saída de ar adicional. Pequenos defletores transparentes na frente e nas laterais direcionam o vento sobre o cockpit. O trabalho de precisão da equipe de design também pode ser visto no painel lateral com flaps aerodinâmicos.
Modelos lendários
Muitos outros detalhes de design também prestam homenagem ao automobilismo de competição. Os dois suportes traseiros atrás dos assentos lembram carros de corrida lendários como o 300 SLR, no qual Sir Stirling Moss e Denis Jenkinson venceram a Mille Miglia de 1955 na Itália – com uma velocidade média recorde de incríveis 157 km/h em estradas públicas.
A pintura vibrante– em um gradiente de cor do vermelho Le Mans ao cinza grafite com um padrão preto AMG – é uma referência ao esquema de cores do modelo vitorioso da marca na corrida Targa Florio de 1924 na Sicília. Ele foi pintado de vermelho, cor tipicamente dos veículos italianos. Carros de corrida alemães eram tradicionalmente pintados de branco na época. A pintura vermelha tinha o objetivo de impedir que os fãs locais atrapalhassem o progresso do carro na corrida.
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A estratégia funcionou e após 6:32:37.4 horas e uma distância de corrida de 432 quilômetros, o vitorioso Mercedes-Benz de 2 litros com o número 10 cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com Christian Werner ao volante. O número 10 também pode ser encontrado nas asas dianteiras e se refere à vitória na Targa Florio há 100 anos atrás.
Um dos modelos familiares mais emocionantes do mercado mundial, o Porsche Cayenne, ganha uma nova geração da versão GTS. A versão mais esportiva do modelo, a GTS – Gran Turismo Sport, conta com um chassi especificamente ajustado para a versão esportiva te teve a altura reduzida em 10 milímetros.
O carro é equipado com suspensão a ar adaptativa como, incluindo Porsche Active Suspension Management (PASM) e Porsche Torque Vectoring Plus (PTV Plus), e todos os demais componentes de chassi e sistemas de controle, como Porsche Traction Management (PTM) e o opcional Porsche Dynamic Chassis Control (PDCC) foram projetados para um desempenho esportivo.
Segundo a fabricante, a tecnologia do amortecedor de duas válvulas do GTS oferece uma resposta muito boa, e sua suspensão a ar de dois compartimentos dá ao carro uma taxa de mola altamente dinâmica, garantindo ao mesmo tempo esportividade e conforto. Os rolamentos de pivô do eixo dianteiro dos modelos Cayenne GTS vêm do Cayenne Turbo GT. Eles aumentam o câmber negativo das rodas em 0,58 graus em comparação com outros modelos Cayenne. O resultado são curvas rápidas e seguras.
Mais potente
O emblemático motor V8 é outra característica importante do Cayenne GTS. O V8, biturbo, de 4.0 litros, passou por melhorias o que resultou em um aumento de potência. Agora o motor tem 500 cavalos, 40 a mais que a geração anterior. O torque máximo também aumentou para 660 Nm. Para se adaptar ao novo motor, a transmissão Tiptronic S de oito velocidades também foi revista.
Ainda segundo a fabricante, o Cayenne GTS acelera de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e atinge a velocidade máxima é de 275 km/h. A Porsche não confirmou, mas o GTS deve chegar ao mercado brasileiro entre o final de 2024 e inicio de 2025. Nos EUA, o modelo começa a ser vendido no segundo semestre deste ano.