Stellantis

Primeiro Alfa Romeo 100% elétrico vai ser lançado em abril

O primeiro veículo 100% elétrico da Alfa Romeo, está em fase adiantado na testes na pista de Balocco. Balocco é uma cidade italiana, da região do Piemonte, província de Vercelli, com cerca de 262 habitantes. O novo Alfa Romeo Milano foi desenhado pelo Centro Stile da marca e será apresentado mundialmente em Milão, no dia 10 de abril.

A equipe de engenheiros italianos que estão fazendo o desenvolvimento, são os mesmos que trabalharam nos esportivos 4C, 8C e Giulia GTA.

O lider de desenolvimento dos “motores” é o engenheiro Stefano Cereda, que foi responsavel pelo motor híbrido plug-in do Tonale.

O desenvolvimento técnico do Milano é liderado por Luigi Domenichelli, engenheiro italiano responsável pela integração e validação de todos os subsistemas do Milano em termos de desempenho, durabilidade e conforto.

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Grupo Stellantis compra 70% da campineira DPaschoal

A Stellantis, marca que é proprietária das Fiat, Jeep, Peugeot, Citroen, entre outras, adquiriu 70% do controle acionário da DPaschoal (DPK, KDP, AutoZ, Maxxi Trainning, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel). Com mais 74 anos no mercado e mais de 2.800 funcionários, a empresa campineira de serviços automotivos especializados tem 128 lojas em quatorze estados, além de 28 centros de distribuição de pneus e peças.

A Stellantis pretende aumentar o numero de lojas, já que os proprietários das concessionarias das várias marcas vão, no futuro, poder abrir “franquias”. Além disso, a nova proprietária pretende internacionalizar a empresa de serviços.

Com a aquisição, a marca entra num negocio de peças de reposição que gira em torno de 61 bilhões de reais e amplia a sua a participação no mercado de pós-venda e serviços multimarcas no Brasil. A operação também entra num mercado que as concessionárias pouco atendem, que são os modelos que já não dispõem de garantia e procuram as oficinas independentes.

A operação está em linha com o objetivo estratégico de expansão regional, além de fortalecer a capacidade para responder às demandas mais complexas dos consumidores.

“Avançamos como uma mobility tech company, uma empresa capaz de atender a todas as necessidades de mobilidade e serviços de nossos clientes”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul. “Essa é uma das metas do plano estratégico global de longo prazo da empresa, o Dare Forward 2030 e, com essa aquisição, a Stellantis torna-se o maior distribuidor de autopeças na América do Sul. É um passo coerente que se soma à recente aquisição da Norauto na Argentina, empresa especializada na comercialização de produtos e serviços automotivos”, exemplifica Cappellano.

A DPaschoal encerrou 2023 com o faturamento de R$ 2,6 bilhões. O ex-proprietário da empresa Luís Norberto Pascoal, manterá os 30% restantes das ações da companhia e seguirá como vice-presidente do conselho de administração.

“O Brasil é um dos mercados automotivos mais promissores do mundo e, por esta razão, a Stellantis estabeleceu um plano de expansão regional, a fim de aumentar sua capacidade de atendimento ao consumidor ao longo de sua jornada. Com essa aquisição, será possível atender aos clientes de todas as marcas de veículos em suas necessidades de mobilidade segura, acessível e sustentável”, explica Paulo Solti, vice-presidente de Peças e Serviços da Stellantis América do Sul.

Mercado

O mercado de autopeças movimentou mais de R$ 96 bilhões na América do Sul em 2022. Só no Brasil, o setor transacionou mais de R$ 61 bilhões no período. Desse montante, 20% equivalem a peças originais (OEM) e 80% correspondem a peças de fabricantes independentes no mercado de reposição e pós-vendas (IAM).

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Primeiro Jeep 100% elétrico será lançado no EUA

A Jeep começa 2024 lançando seu primeiro veículo elétrico a bateria (BEV – Veículo Elétrico a Bateria). O novo Jeep Wagoneer S é um SUV 100% elétrico, que começará a ser vendido nos Estados Unidos no segundo semestre deste ano. Até o final do ano, será exportado para diversos mercados mundiais.

O Jeep Wagoneer S será oferecido somente na versão elétrica. Com 600 cavalos de potência e uma performance de 0 a 96,6 km/h de cerca de 3,5 segundos, ou seja, é um modelo familiar mais rápido que muito esportivo. Com uma excelente eficiência aerodinâmica, o seu design exterior é moderno e mantem a tradicional grade da marca Jeep com sete fendas e iluminada por LED.

Video :  https://youtube.com/shorts/6x7GuzUJITE?si=Gmsc0QAMMbJU5hZc

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Alfa Romeo comemora os lançamentos dos modelos Giulietta e Alfetta

A Alfa Romeo inicia 2024 celebrando dois aniversários muito importantes. Este ano é o 70º ano do Giulietta Sprint, lançado em 1954, bem como o 50º ano do Alfetta GT de 1974; dois modelos muito cultuados e de sucesso comercial que, cada um à sua maneira, contam a história de duas épocas memoráveis, momentos extraordinários na história do automóvel italiano.

Para assinalar a ocasião, o Centro de Estilo da Alfa Romeo produziu dois novos logótipos. O seu objetivo é apoiar os eventos dos clubes e da marca ao longo de 2024.


 
Celebrações

O Museu Alfa Romeo de Arese já programou trêss eventos para celebrar as datas. Um ciclo de conferências foi iniciado em 2018 para explorar a história da Alfa Romeo recorrendo a materiais inéditos do Centro de Documentação e a testemunhos de historiadores, designers, pilotos de testes e mecânicos que desempenharam um papel ativo ou tiveram um conhecimento profundo da história da marca.

No domingo, 5 de maio, os holofotes estarão no Alfetta GT, com o Giulietta no dia 2 de junho. As palestras decorrerão na Sala Giulia do Museu, precedidas de um desfile para o qual são convidados os proprietários daquele modelo da Alfa Romeo.

O terceiro evento será o auge das comemorações, com os desfiles dos dois modelos. O programa completo das conferências será publicado em museoalfaromeo.com em breve.

História dos dois carros


Giulietta Sprint (1954)
O automóvel que marcou a transformação da Alfa Romeo numa grande indústria automóvel foi, sem dúvida, o Giulietta, “o queridinho de Itália”. Em 1952, a produção da Alfa Romeo concentrou-se exclusivamente no 1900, pelo que a ideia de um carro mais moderno e com uma cilindrada mais limitada avançou.

Tendo descartado os planos iniciais para um carro pequeno de 350 cc e para outro modelo de tração dianteira de 750 cc (embora o código 750 também fosse usado em projetos posteriores), em agosto de 1952 ficou claro que o design do carro seria convencional, com motor dianteiro e tração traseira.

Depois de um ano, o primeiro protótipo chegou à estrada, um cupê compacto criado pelo departamento de carroceria de Ivo Colucci, equipado com um motor de liga leve de 1.100 cc, quatro cilindros e duplo comando de válvulas no cabeçote. Seu deslocamento foi aumentado para 1300 cc. Com carburador de cilindro único, entregava 65 cv, para velocidade máxima de 165 km/h, mas no final da carreira, com a última evolução em 1958 e carburador de cilindro duplo, sua potência subiu para 79 cv, aumentando a 170 km/h.

A caixa de velocidades e a caixa do diferencial também foram feitos de alumínio. Os freios a tambor, com suas aletas helicoidais, foram criados na década de 1900.

No início de 1954, a mecânica estava na reta final, mas apenas esboços e alguns protótipos rudimentares da carroceria sobreviveram. No entanto, a Finmeccanica anunciou a entrega de um determinado número de unidades a acionistas selecionados. O impasse foi resolvido por Rudolf Hruska, recentemente chamado por Giuseppe Luraghi para reorganizar a fábrica com o objetivo de produzir 50 carros Giulietta por dia.

Um fabricante de carrocerias externo montaria uma pequena série de versões cupê para serem entregues aos acionistas enquanto esperavam pelo sedã. Após desconfiança inicial, o IRI liderado pela Alfa Romeo aceitou a proposta. Os esboços foram apresentados por Boneschi, Boano e Bertone. Este último, auxiliado pelo designer Franco Scaglione, criou então um carro compacto e bem proporcionado, com linhas minimalistas, refinadas e esportivas: o Giulietta Sprint.

O carro foi apresentado no Salão Automóvel de Turim em 21 de abril de 1954, mas duas semanas antes, uma prévia foi realizada no pátio de Portello para conhecedores e autoridades: dois atores saltaram de um helicóptero vestidos como Romeu e Julieta de Shakespeare.

O Giulietta deixou a sua marca nas vendas assim que foi apresentado. Poucos dias depois, os pedidos tiveram que ser suspensos. A fábrica já foi invadida. Além das linhas esportivas e de sucesso, seu sucesso se deveu ao desempenho, colocando o carro em um patamar inédito em sua categoria e superando concorrentes de uma classe muito superior.

Este seria o ponto de viragem para a Alfa Romeo, o nascimento de uma grande indústria automóvel. A produção do Giulietta nas suas diversas versões continuou durante 11 anos. Foram fabricadas 177.513 unidades, das quais 24.084 eram Sprint.

Alfetta GT (1974)

O lançamento do Alfetta foi seguido dois anos depois por uma versão coupé, à qual foi atribuída a nada invejável tarefa de substituir o lendário e bem-sucedido cupê Bertone, desenhado por Giorgetto Giugiaro em 1963 como uma versão esportiva do Julia. No entanto, a distância entre eixos do Alfetta GT 1.8 foi encurtada em 110 mm e a suspensão ficou mais desportiva.

A carroçaria continuou a ser desenhada por Giugiaro – que já tinha criado a sua própria empresa, a Italdesign – segundo padrões bastante modernos, já antecipados em parte com um protótipo alguns anos antes, baseado no 1750 GTV: hatchbacks com cauda fastback que terminava bem alta com um toque de spoiler. As linhas eram tensas e angulares. A dianteira, com quatro faróis embutidos, era baixa e assertiva. Na realidade, o Alfa Romeo Centro Stile já tinha deixado claramente a sua marca no design.

O banco do motorista também refletia o tom esportivo, com sua posição baixa e descontraída e seu único instrumento, um grande velocímetro, na frente do motorista. O tacômetro e os instrumentos secundários ficavam no centro do painel.

O Alfetta GT, no entanto, foi concebido mais como um grand tourer do que como um carro esportivo radical, com grande atenção à praticidade. Havia espaço interior suficiente para quatro pessoas, as janelas traseiras podiam ser abertas e a grande bagageira era facilmente acessível através da porta traseira.

Já em 1975, a mecânica do Alfetta GT seria ligeiramente modificada, passando de 122 CV às 5500 rpm para 118 CV às 5300 rpm. Um ano depois, foi lançada uma versão de entrada, com motor 1.6 de 109 cv (produzido apenas até 1980) e especificações simplificadas, e o GTV (GTS no mercado britânico) com motor de dois litros.

A produção terminou em 1986, após saírem de fábrica 136.275 unidades das diferentes versões.

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Citroën C3 Aircross é a nova opção familiar com 7 lugares

A marca Citroën passa por uma grande renovação desde o lançamento do C3 hatchback no ano passado. Agora, chega a versão denominada pela marca de SUV, o Aircross e futuramente mais algumas versões “derivadas” do C3.  Com várias qualidades, o novo modelo francês se destaca pela opção de 5 e 7 lugares.


Nessa faixa de mercado só tem a cansada Chevrolet Spin, portanto, o modelo chega para atender uma grande parcela do mercado nacional carente por um carro familiar mais atual. Futuramente, o novo Citroën vai ganhar um concorrente de peso, também francês: o Renault Kardian.

O Aircross chega com três opções de acabamento, Feel, Feel Pack e Shine, mas apenas uma versão de motorização e transmissão. Pelo menos, por enquanto.

Os preços começam em R$ 109.990,00, nas vendas pela pela internet e vai até R$ 129.990,00 na versão mais completa.

Produzido na fábrica da marca em Porto Real, no Rio de Janeiro, o C3 Aircross será exportado para diversos países da América Latina, mas o principal mercado será o brasileiro.

Levando em conta que é um veículo familiar, o novo C3 Aircross tem boas dimensões e um generoso espaço interno. Com 4.320 mm de comprimento, 1.720 mm de largura, 1.663 mm de altura e 2.675 mm de entre-eixos, o Aircross proporciona um bom espaço para os passageiros.

Por ter a opção de duas ou três fileiras de bancos, o C3 Aircross tem tamanhos de porta-malas diferentes. Com 5 lugares a capacidade é de 493 litros, mas se tiver todos os bancos removidos pode ultrapassar 100 litros. Já na versão com sete lugares, a capacidade cai bastante, e por conta disso a marca não divulgou o tamanho.


Outro destaque é a abertura das portas traseiras, que facilitam muito o acesso á terceira fileira.

Por dentro, o SUV conta com o interior agradável em duas cores e bancos em tecido. O painel de instrumentos é digital de 7 polegadas, customizável, e com a opção de seis telas e duas opções de cores.

Nele, o motorista pode acompanhar diferentes parâmetros do veículo e dispõe do exclusivo Ecodriving. Esse sistema analisa a forma em que o veículo está sendo conduzido para entregar máximo de eficiência.

A informação é apresentada de duas maneiras, sendo uma na tela principal do painel digital, ao redor do velocímetro, e outra por meio de uma folha no canto do quadro de instrumentos, que muda de cor conforme o veículo chega à melhor economia de combustível.

O veículo conta com o Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio com cinco conexões USB, na primeira, segunda e terceira fileira de bancos. Tudo pode ser comandado na tela central de 10 polegadas 10 polegadas.

Em termos de conforto, o Aircross vem com controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa, airbags laterais, assistente de frenagem de emergência, câmera e sensor de ré, ar-condicionado reforçado, direção com assistência elétrica progressiva inteligente e controlador de velocidade com limitador integrado.

Motor turbo

O Citroën C3 Aircross é equipado com o competente motor já utilizado em modelos da Fiat e Peugeot: o 1,0 litro, turbo flex de três cilindros, oferece 130 cavalos de potência quando abastecido com etanol e 125 cavalos a gasolina e torque de 20,4 kgfm, com qualquer dos dois combustíveis.

Assim como a motorização, o modelo familiar conta apenas com uma única versão de transmissão, uma CVT com possibilidade de “trocas” manuais, que simula sete marchas e tração dianteira.

Segundo a marca, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e tem a velocidade máxima de 191 km/h. O consumo é de 7,4 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol. Já com gasolina, o consumo chega a 10,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

Preços:
Citroën C3 Aircross Feel: R$ 109.990,00;
Citroën C3 Aircross Feel Pack: R$ 119.990,00;
Citroën C3 Aircross Shine Pack: R$ 129.990,00

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Citroën C3 Aircross recebe o motor turbo de 130 cavalos e 200 Nm de torque

O Citroën C3 Aircross passa a contar com o competente motor 1,0 turbo de 130 cavalos e 200 Nm de torque. O propulsor, que é fabricado no Brasil, já equipa outros modelos da marca Fiat e Peugeot.

Além do sistema de controle de válvulas Multiair III, o motor também conta com amplo mapa de variação da abertura e tempo das válvulas, incluindo o modo Multilift, que permite o duplo acionamento das válvulas de admissão em um mesmo ciclo.

Já a turbina de baixa inércia com wastegate elétrica elimina praticamente qualquer atraso no tempo de resposta. A versão é oferecida com câmbio automático CVT.

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Jeep Grand Cherokee chega ao Brasil mais tecnologico e luxuoso

Em janeiro de 1992, debaixo de um frio de 10 graus negativos, o Jeep Grand Cherokee entra no North American International Auto Show (Salão Internacional de Detroit) quebrando as portas de vidro e criando grande alvoroço na mais importante amostra automotiva do mundo (naquela época). O modelo também criou um novo segmento e virou um sucesso de vendas em todo o mundo.

1993 Jeep Grand Cherokee at the 1992 North American International Auto Show

Com motor V8 de 5,9 litros, o modelo era muito potente, luxuoso, mas tinha um consumo altíssimo. Foi o primeiro SUV equipado com um airbag lateral para o motorista e vinha com três sistemas de tração: Command Trac, Selec-Trac e Quadra-Trac.

O modelo chegou ao Brasil em 1994, quando o Brasil abria seu mercado para as importações. A versão Limited na cor preta e dourada era a mais procurada pelos consumidores endinheirados. Afinal, por aqui, poucas opções nesse segmento.

Tinha algumas unidades da Ford Explorer. Vendo que o mercado era promissor, a General Motors do Brasil lança em 1995 a Chevrolet Blazer. Derivada da picape S10 e bem menos sofisticada que a versão americana, a concorrente nacional, tendo em vista diferença de preço, chegaria em 1999 com a versão Executive, V6 e tração 4X4.

Segunda geração

O sucesso continuou com a segunda geração da Grand Cherokee em 1998. Com design ainda mais moderno e atualizado, a Jeep trouxe mais melhorias ao modelo. Incluindo uma suspensão melhorada e novos motores, como o V8 de 4.7 litros. Um pouco mais econômico. Uma das novidades era o sistema de tração nas quatro rodas, Quadra-Drive, que proporcionava transferência de torque progressiva e sensível à velocidade, mantendo o veículo em movimento com tração mínima.

Também havia uma nova transmissão, controlada eletronicamente, que produziu mudanças mais suaves e melhorou a economia de combustível.

Terceira geração

Mais uma vez renovado, o Grand Cherokee 2004 ganhou novidades tanto por dentro, como por fora. Essa geração trazia um design novo e mais atlético, com um interior mais luxuoso e tecnológico, três novos sistemas de tração integral, novos motores, suspensão totalmente nova e muito mais.

A terceira geração do modelo possuía dois novos motores: um V6 de 3,7 litros e o renomado HEMI V8 de 5,7 litros, que pela primeira vez equipava um Jeep. Além disso, havia três sistemas 4×4 exclusivos, o Quadra-Trac I, Quadra-Trac II e o Quadra-Drive II.

Também trazia sistema de entretenimento no banco traseiro, mais precisamente, composto por DVD player montado no console central, monitor LCD suspenso, controle remoto sem fio e dois fones de ouvido sem fio, que garantiam a diversão dos passageiros no banco traseiro.

Quarta geração

Depois de vender 4 milhões de unidades, o modelo 2011 do Grand Cherokee, era realmente um modelo novo.

Nesta geração, o SUV melhorou o seu desempenho e dirigibilidade. Uma das novidades era o Quadra-Lift, que oferecia a lendária capacidade off-road da Jeep, juntamente com o novo sistema Selec-Terrain, que permite escolher o sistema que melhor se adaptava às condições de condução com base no tipo de terreno. Além disso, os novos sistemas de suspensão independente na dianteira e na traseira proporcionavam uma melhora no conforto.

Também havia mais de 45 recursos de segurança e proteção, como controle eletrônico de estabilidade (ESC) recurso de partida remota do motor, sistema de detecção de ponto cego/cruzamento, Cruise Control Adaptativo e outros.

Quinta geração

A quinta geração, que está chegando ao Brasil, é sem duvida a mais refinada de todas. Além da capacidade 4×4, a Grand Cherokee 4Xe 2024 chega com muito conforto, tecnologia embarcada e motor híbrido plug-in.

 

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Fiat 500e é muito bem acabado e tem bom desempenho, mas a autonomia é pequena

A venda de veículos elétricos ainda é insignificante e o uso se restringe ao uso urbano. A falta de autonomia, pouquíssimos pontos de abastecimento e o preço são os responsáveis pela baixa demanda.

Apesar das dificuldades, para quem quer um city car muito divertido, com muito bom acabamento e sem poluir nada, o Fiat 500e é uma excelente opção. Depois que você tem contato com o pequeno da marca italiana, fica apaixonado.

O Fiat 500 é uma reestilização de um sucesso de vendas mundial dos anos 1950 e o foi lançado em 2007. Virou uma febre mundial. Compacta e muito atraente, a versão elétrica ganhou novas lanternas e faróis de LED, maçanetas embutidas e rodas de 17 polegadas muito elegantes. Em versão única, a Icon, topo de linha na Europa, tem acabamento muito sofisticado e uma generosa lista de equipamentos.

Entre alguns destaques estão o teto solar panorâmico, chave presencial, farol alto automático, ACC, retrovisores com desembaçador e freio de estacionamento elétrico.

Dentro

Por mais que tenha sido atualizado, ao entrar logo se identifica que está num 500. O espaço e o visual são muito semelhantes aos do 500 à combustão. O painel é muito agradável e completo. Além do quadro de instrumentos, o modelo tem mais uma tela de 7 polegadas com todos os ajustes necessários para agradar o motorista. Porta objetos, o pequeno tem bastantes, e como não tem câmbio, o meio fica mais livre.

Os confortáveis bancos dianteiros e a possibilidade de ajustar a altura contribuem para uma condução muito prazerosa. No banco traseiro cabem duas pessoas de estatura média.

Um detalhe muito interessante: para abrir a porta, tanto do lado de fora, como por dentro, basta apertar um botão. Muito legal e divertido.

Esperto

O Fiat 500e é muito ágil e ligeiro no trânsito urbano. Após apertar o botão que aciona o motor elétrico, é necessário apertar uma das três teclas do seletor do painel central. Esse tipo de seletor, muito mais prático, não é novidade, já era muito utilizado nos carrões norte-americanos dos anos 1950 e 1960. No uso do dia-a-dia, o certo é apertar o Normal.

O motor elétrico tem 118 cavalos e 22,4 kgfm de torque. Apesar de não ser muito potente, o 500e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atinge a máxima de 150 quilômetros por hora, limitada eletronicamente.

Com o seletor no modo Range, em que a regeneração é bem maior, é possível dirigir o Fiat 500e usando só o pedal do acelerador, já que a recuperação de energia freia o modelo.

Já o modo Sherpa deve ser utilizado quando se está com pouca bateria e precisa chegar a um ponto de abastecimento. Nesse modo, o 500e desliga o ar-condicionado e a velocidade fica limitada a 80 km/h. Vale lembrar que nos veículos elétricos, se a bateria chegar ao final, o carro para. E a única solução é rebocar.

Diferentemente do que é divulgado, a autonomia é de pouco mais de 220 quilômetros, lembrando que na estrada ele consome mais que na cidade e não tem regeneração dos freios com tanta frequência. Assim, tem que se planejar se for pegar uma estrada.

Para completar a bateria num eletroposto ultrarrápido, são mais ou menos 50 minutos, mas na energia caseira de 220 volts, a demora é de mais de 15 horas.

A estabilidade do pequeno italiano é muito boa e passa confiança mesmo em curvas mais ousadas. Os freios são outro ponto muito positivo, parando o modelo em espaços curtos e sem desvios.

Economia 

Como city car, o 500e é muito econômico e vale a pena. Levando em conta que uma pessoa roda menos de 40 quilômetros por dia numa grande cidade, é possível ficar uma semana sem abastecer. Hipoteticamente, uma recarga de energia ficaria em torno de R$ 30,00. A gasolina custaria cinco vezes mais.

Preço
R$ 225.000,00

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S-Design é a nova versão do Fiat Pulse 2024

O primeiro utilitário esportivo da Abarth no mundo, o Fiat Pulse, ganha atualizações e uma nova versão na linha 2024. Além da opção de uma nova roda maior com aro 18″, a versão conta com acabamento escurecido, central multimídia de 10,1” com navegação GPS embarcada, wireless charger, keyless Entry’nGo, partida remota via chave, sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré.

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Fiat Strada atingue a marca de 400 mil unidades produzidas

O veículo mais vendido no Brasil, a Fiat Strada atingiu a impressionante marca de 400 mil unidades produzidas desde o lançamento de sua segunda geração, em 2020.

Se acumularmos desde o seu lançamento em 1998, já são mais de 2,1 milhões de picapes fabricadas.

Totalmente desenvolvida no Brasil, a Strada é fabricada no Polo Automotivo Stellantis, em Betim-MG.

Além do sucesso de vendas, a picape pequena foi a primeira com transmissão automática CVT.

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