Saveiro

Quase no final da carreira, VW Saveiro bate recorde de vendas

Prestes a ser substituída depois de 44 anos, a Volkswagen Saveiro registrou em agosto deste ano, a liderança de vendas nas picapes pequenas de entrada, destinadas praticamente para frotistas. A Saveiro vai ser substituída em breve pela nova Tukan.

Com 4.183 unidades emplacadas em agosto, a versão Robust liderou as vendas das picapes pequenas de entrada, vendendo mais que a líder Fiat Strada, que emplacou 3.983 unidades. Segundo especialistas, o fato se deve porque os consumidores fieis da marca querem garantir aquisição de um veículo que sempre transmitiu, ao longo destes anos, confiança e durabilidade.

Derivada do Gol, a Saveiro foi lançada em 1982 e logo se transformou numa picape de sucesso. Nascida com o fraco motor 1,6 litro a ar, que equipava o Gol e a Brasília, em 1986 ganhou um motor muito melhor, o 1,6 refrigerado a água, melhorando muito o desempenho, conforto e eficiência. A linha conta com as versões como Robust, Trendline e Extreme, equipadas com motor 1.6 flex e câmbio manual de cinco marchas.

 

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Volkswagen lança a ultima série da picape Amarok

A atual picape média da Volkswagen, a Amarok, começa a se despedir do mercado nacional. Lançada em 2010, a marca alemã está lançando uma série especial chamada V6 Unlimited, que marcará a despedida.

A nova geração da picape chegará ao mercado brasileiro em 2027. A sucessora, com linhas bem mais modernas, terá motorização eletrificada.

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Picape Tukan será o primeiro veículo eletrificado da Volkswagen do Brasil

A nova picape da Volkswagen do Brasil, que vai substituir a Saveiro, será o primeiro veículo eletrificado da marca. A Tukan entra num segmento inédito para a marca alemã e foi 100% desenhada, planejada, desenvolvida e produzida por profissionais brasileiros.

“A pick-up Tukan marcará o início de uma nova era para a Volkswagen do Brasil. Nosso primeiro modelo eletrificado, 100% desenvolvido e produzido aqui, já nasce com 76% de peças nacionais, fortalecendo a indústria nacional”, afirma Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.

Após o lançamento da Tukan, a Volkswagen se prepara para lançar a nova Amarok.

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Nova picape da Volkswagen vai substituir a Saveiro

Segunda picape pequena do mercado nacional, – a primeira foi a Fiat 147 Pick-up, a Volkswagen Saveiro vai ser descontinuada no ano que vem. Lançada em 1982 e com quase 2 milhões de unidades produzidas, a Saveiro vai ser substituída pela Tukan. Maior que a pequena picape atual, a Tukan vai entrar numa faixa de mercado entre as concorrentes Fiat Strada e Toro.

O novo modelo, que será fabricado na planta da Anchieta em São Bernardo do Campo (SP), vai ser o primeiro produto eletrificado da marca alemã. Tendo como base a plataforma do T-Cross, a Tukan terá duas motorizações. As versões mais sofisticadas terão o motor de 1,4 litro, turbo, e na versão de entrada, o propulsor 1,6 litro,16v aspirado.

A Tukan vai gerar dois novos SUVs em 2027, que dão nascimento às novas gerações do Nivus e T-Cross. O Taos deixa de ser importado do México. Curiosidade: o nome Tukan foi escolhido tendo como base o pássaro tucano, mas “editado” para ter mais facilidade de pronúncia em outros mercados latino-americanos

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Fábrica VW completa 50 anos e mais de 8 milhões de veiculos produzidos

Inaugurada em 14 de janeiro de 1976, a fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté-SP completa hoje 50 anos de história. Na unidade fabril, que em dezembro último atingiu a marca de 8 milhões de unidades produzidas, foram fabricados modelos que se tornaram verdadeiras lendas da indústria automotiva nacional, como o Passat, Gol, Voyage, Parati, Saveiro e up! Hoje produz nada menos que os modelos, Tera e Polo.

A Volkswagen do Brasil começou suas atividades em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo-SP, em 1953 e a primeira fábrica foi a da Anchieta, em 18 de novembro de 1959. Aliás, a fábrica da Anchieta foi a primeira linha de produção da marca fora da Alemanha. A fábrica de Taubaté foi a segunda planta da Volkswagen em território nacional.

Em 2025, a Volkswagen registrou um total de 436.336 veículos vendidos no Brasil, alcançando 17,1% de participação de mercado no segmento de veículos de passeio. E da fábrica de Taubaté saem os dois modelos mais exportados pela Volkswagen do Brasil: Polo e Tera.

50 anos de inovações

Logo no começo de sua trajetória, a fábrica teve a responsabilidade de produzir o Passat, que foi um modelo revolucionário para a Volkswagen no Brasil, fabricado entre 1978 e 1988 em Taubaté, depois de estrear em 1974, com produção em São Bernardo do Campo (SP).

No entanto, o maior ícone de Taubaté (e do Brasil) surgiria alguns anos depois. Em 1980, a Volkswagen lançava o Gol no Brasil e posteriormente, em 1982, o Voyage, Parati e Saveiro. Fabricado por 42 anos, o VW Gol é o modelo de maior sucesso do mercado nacional com 8,5 milhões de unidades produzidas. Desse total, cerca de 5 milhões foram produzidas em Taubaté.

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Duas décadas depois, a picape Dakota volta ao mercado nacional

Depois de 24 anos, a picape Dakota volta ao mercado nacional. Antes Dodge e agora Ram, já está em produção no Polo Industrial de Córdoba – Argentina. A produção irá abastecer o mercado argentino e brasileiro e o seu lançamento está previsto para início de 2026.

A nova Ram Dakota se une à Rampage e se torna a segunda picape da marca produzida e desenvolvida fora da América do Norte. Seu visual único é repleto de elementos que atestam o DNA da marca Ram por qualquer ângulo que se olhe. Isso começa pelos faróis afilados com tecnologia totalmente de LED, atributo presente também nas lanternas e nos faróis de neblina. Ainda na dianteira, a grade larga recebe o logo RAM na altura dos faróis e o capô musculoso um badge com a escrita Ram Turbo, uma referência ao motor que equipa a picape.


O design externo ainda conta com rodas de liga-leve de 17 polegadas negras com bordas diamantadas e pneus de uso misto, estribos laterais para maior conforto, além de, claro, a marcante Rambar na caçamba que soma estilo e versatilidade para a fixação de cargas e acessórios no dia a dia.

Internamente, a Ram Dakota Warlock exibe a tecnologia e luxo. Duas telas dispostas lado a lado funcionam como quadro de instrumentos e central multimídia sendo esta segunda de 12,3” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e navegação embarcada.

Outro destaque do moderno interior da nova Ram Dakota é o console central elevado, com carregador por indução para celular, entradas USB incluindo do tipo C, de carregamento rápido, e porta- objetos na parte inferior e no apoia-braço. No quesito segurança, a Ram Dakota é equipada com seis airbags e vários equipamentos para condução semiautônoma.

A nova picape média será impulsionada pelo motor 2,2 Turbodiesel de 200 cavalos de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque. O câmbio automático é de oito marchas.

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Fiat transfere a produção da picape Titano para a Argentina

Assim como já fazem outras marcas, a Stellantis vai transformar o Polo Automotivo de Córdoba, na Argentina, num hub para exportação de picapes em toda a América Latina. A marca acaba de transferir a produção da picape Fiat Titano para a planta Argentina. A picape, que ainda não decolou no Brasil, era produzida no Uruguai.

“Nossa planta não está sendo modernizada apenas para aumentar a produção, mas para produzir com mais qualidade, maior integração local e constante evolução”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Na fábrica de Córdoba também é produzido o Fiat Cronos, o modelo mais vendido na Argentina e entre os sedãs mais vendidos no Brasil.

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Volkswagen lança a Amarok 2025 na Festa do Peão de Barretos

A Volkswagen aproveitou a Festa do Peão de Barretos para mostrar a “nova” Amarok V6. Com poucas mudanças externas, mais na parte dianteira, a Amarok 2025 manteve as três versões de acabamento (Comfortline, Highline e Extreme) e algo inédito: sem alterações nos preços.O segmento das picapes médias é muito disputado e o modelo da Volkswagen já vendeu 180 mil unidades no mercado nacional desde seu lançamento.

Mudanças

A Amarok, que é fabricada na Argentina, teve mudanças nos para-choques, grade, capô e rodas. Na parte dianteira, a Amarok ganhou conjunto óptico com faróis full LED e faixa de luz de LED na grade frontal. Já a traseira recebeu um novo para-choques e lanternas com novo layout. Por conta dos novos para-choques, a picape ficou 9,6 cm maior.

A nova geração 2025 ganhou um upgrade em termos de tecnologia. Na tela central multimídia de nove polegadas touch screen, os passageiros têm conexão Apple CarPlay e Android Auto e navegação nativa. Bem equipada, a picape conta com airbag de cabeça, uma porta USB-A no console, na dianteira, e duas portas USB-C na traseira, além de um novo assistente de condução. Trata-se do Safer Tag, um assistente de segurança da Mobileye.

Além disso, a Amarok vem com o sistema que auxilia o condutor, alertando para eventuais situações de perigo, entre eles os alertas de saída de faixa, de colisão frontal, Tração 4Motion, assistente para partida em subida (HSA), controle automático de descida (HDC) e ABS Off-road.

Forte

A mais potente picape do mercado brasileiro manteve sem alterações a motorização.  O motor diesel de 3,0 litros, V6, oferece 258 cavalos (com função overboost até 272 cavalos), o que faz a Amarok acelerar de zero a 100 km/h em oito segundos. A velocidade máxima é limitada em 180 quilômetros por hora. Sua capacidade de carga, de 1.104 litros.

A Amarok pode ser adquirida já blindada. No programa Amarok V6 Vale+, a picape não perde os cinco anos de garantia.

 

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Coluna Fernando Calmon — VW terá picape do mesmo porte de Montana e Oroch

Coluna Fernando Calmon nº 1.306 — 18/6/2024

 

VW terá picape do mesmo porte de Montana e Oroch

Ao confirmar a produção do sedã Virtus como parte dos investimentos de R$ 3 bilhões na unidade fabril de São José dos Pinhais (PR), a mais moderna da marca, a Volkswagen limitou-se a uma vaga referência à produção local de “uma picape inédita para o mercado brasileiro e exportação”. Nada informou sobre o seu nome, porte, tipo de construção e motorização.

No entanto, tudo indica tratar-se de uma picape de cabine dupla e estrutura monobloco maior que a Saveiro e menor do que a Toro com dimensões bastante próximas às da Oroch e da Montana. Estas, por sua vez, são praticamente iguais em comprimento, largura, altura e distância entre eixos numa margem de apenas 20 mm. Desta forma o segmento compacto teria cinco competidores, ao se somarem Strada e Saveiro.

Toro e Rampage seguirão como únicos modelos intermediários e com construção monobloco de porte próximo às picapes médias tradicionais de carroceria sobre chassi, sendo que estas terão companhia de modelos de origem chinesa.

A VW chegou a cogitar ter uma concorrente direta da Toro. Foi uma das atrações do último Salão do Automóvel, na capital paulista, em 2018. O protótipo batizado de Tarok atraiu bastante atenção do público e, claro, boas doses de especulação surgiram. Depois, foi “cogitada” de ser produzida na Argentina já que se baseava no SUV Taos lá fabricado.

Uma das características da picape de cabine dupla que mais chamou atenção do público naquela exposição foi o acesso direto à caçamba, a partir do rebatimento do banco traseiro. Dimensões, como distância entre eixos, eram as mesmas da intermediária Toro.  

Elétricos chineses também sobretaxados na Europa

Depois da pancada dos EUA que elevaram para 100% o imposto de importação para veículos elétricos (VE) de origem chinesa, a União Europeia seguiu caminho semelhante. Entretanto, o bloco de 27 países (não inclui Grã-Bretanha e Noruega) foi mais seletivo segundo o informado pela agência Associated Press (AP). A sobretaxa, além dos 10% já aplicados aos elétricos de qualquer procedência, está diferenciada por marcas o que é algo inusitado em comércio internacional.

A taxação adicional atinge 17,4% para modelos da BYD, 20% para os da Geely e 38,1% para produtos da estatal chinesa SAIC, sendo as duas primeiras de capital misto. A justificativa foi defender produtores da região de importações predatórias. A Associação de Fabricantes Europeus de Automóveis (ACEA) apoiou a decisão e a Anfavea se solidarizou por nota oficial.

O governo da China contra-atacou classificando o ato de “protecionista, destruidor da concorrência leal e tomaria todas as medidas necessárias”. Uma reação exagerada para um país que subsidia pesadamente suas exportações, muitas vezes de modo indireto, como a construção em estaleiros estatais de grandes navios ro-ro para transporte intercontinental de veículos.

Segundo a AP, acredita-se que o governo alemão tentará amenizar possíveis sanções sobre exportações das marcas germânicas para China e para isso poderá sugerir tarifas mais amenas na Europa, além de apoiar a instalação de fábricas chinesas no continente europeu.

A Stellantis, que não faz parte da Acea, afirma que taxas maiores não surtirão efeito em longo prazo.

Pesquisa aponta dificuldades no crescimento de elétricos

Esses “ruídos” sobre enfrentamento entre países têm potencial de diminuir o interesse por veículos elétricos (VE). Continuam as dificuldades pelo seu preço ainda alto, alcance limitado em especial nas viagens longas, rede de recarga de baterias que não acompanha o ritmo das vendas, entre outras.

A prestigiada consultoria McKinsey acaba de revelar uma pesquisa com 30.000 proprietários de VE e veículos a combustaõ em 15 países. Nos EUA, 40% dos donos de VE pretendem voltar para automóveis com motores a combustão na próxima compra; em outros países o percentual foi quase igual (39%). Este não é um bom sinal, embora as opiniões possam mudar.

Outros 21% não têm planos de comprar um elétrico, enquanto 38% cogitam adquirir um VE ou híbrido plugável e 41% pretendem adquirir um VE Esses resultados refletem certa insegurança entre os compradores. Para a consultoria o cenário indica que a indústria deve continuar dando atenção também aos híbridos plugáveis como alternativa nos próximos anos.

Em países de renda média, como o Brasil, há convicção de que micro-híbridos e híbridos plenos com motores flex são soluções mais viáveis no horizonte de pelo menos até 2035.

Haval H6 tem versão mais em conta para o Brasil

Aos poucos a GWM compreendeu melhor as limitações de preço inerentes ao mercado brasileiro. Acaba de lançar a versão PHEV19 do H6 por R$ 229.000 Este será o primeiro modelo a sair da linha de montagem de Iracemápolis (SP), em março ou abril do próximo ano, ainda com poucos itens nacionais: bancos, vidros, rodas e pneus.

O híbrido plugável recebeu agora uma bateria menor, de 19 kW·h, com alcance médio de 74 km em modo elétrico pelo padrão Inmetro. Mas em circuitos urbanos e sem abusar muito do acelerador, pode subir para 90 km. Agora há um motor único dianteiro1,5 L turbo a gasolina que, combinado com o motor elétrico integrado, resulta na entrega de 326 cv de potência e 54 kgf·m de torque às rodas dianteiras.

Consumo homologado de 36,2 km/l no ciclo urbano e 31,1 km/l no rodoviário, o esperado para um SUV deste porte A versão flex ainda está em desenvolvimento e não há previsão de quando estreia ao longo de 2025 A recarga da bateria de 30% a 80% do total, se feita num carregador de corrente contínua de até 33 kW de potência, pode ser concluída em 28 minutos. Uma novidade é poder entregar energia para até três equipamentos externos de 220 V, simultaneamente, por cinco horas com uma carga da bateria.

Em rápida avaliação, por vias expressas em São Paulo, o SUV mostrou bastante agilidade e respostas instantâneas ao acelerador. Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,6 s é muito boa ao considerar a massa total de 1.890 kg (20% maior que um modelo equivalente com motor a combustão).

O que mais incomoda, como em todo modelo elétrico chinês, é o irritante zumbido de alerta para pedestres que vaza para a cabine, abaixo de 30 km/h. Nem o som do rádio mais alto resolve.

Foton Tunland, mais uma picape média chinesa

A chinesa Foton lança duas picapes importadas de cabine dupla e porte médio-grande, V7 e V9. Ambas têm desenho moderno e dimensões entre Ranger e F-150, por exemplo: 5.617 mm, comprimento; 2.000 mm, largura; 1.910 mm, altura e 3.355 mm, entre-eixos. Capacidade de carga de 1.000 kg.

A V7 traz suspensão traseira por eixo rígido com molas semielípticas e está vocacionada para trabalho ou uso fora de estrada, enquanto na V9 é do tipo McPherson e molas helicoidais para rodagem um pouco mais suave. O espaço interno é bem generoso. A tela multimídia tem 14,7 pol. e a do quadro de instrumentos, 12,5 pol.

O ponto fraco da Tunland é o motor turbodiesel de quatro cilindros, com sistema micro-híbrido, 2-litros, 175 cv e apenas 45,9 kgf·m. A caixa de câmbio automática tem oito marchas. A fabricante declarou aceleração de 0 a 100 km/h em 8,8 s, mas bastou um pequeno percurso de avaliação para ter certeza de um erro grave de informação. Um simples cronógrafo constataria que este tempo deve subir para mais de 14 s e deixa muito a desejar.

Vendas começam em novembro deste ano e o preço estimado parte de R$ 250.000.

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Moderna fábrica da VW e Audi no Paraná completa 25 anos

Em 18 de janeiro de 1999 era inaugurada a fábrica mais moderna do Brasil, em São José dos Pinhais – PR. A fábrica, com um conceito revolucionário para a época, foi erguida pela Volkswagen e Audi do Brasil e produziu nada menos que, VW Golf e Audi A3, e depois o VW Fox. Atualmente com uma área construída de 1.300.000 m², ao longo destes 25 anos já foram produzidos mais de 3 milhões de veículos.
Atualmente, a fábrica produz o modelo Volkswagen T‑Cross e os Audis Q3 e Q3 Sportback.

“Esse é um momento muito importante para a fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais. Nesses 25 anos, já foram produzidos na unidade modelos que fazem sucesso nas ruas até hoje, como o Golf, Fox, CrossFox e SpaceFox, além da Saveiro”, celebra Cesar Drazul, plant manager da fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais.

“Em um ano em que completamos três décadas de operação no Brasil, é uma alegria imensa poder celebrar também os 25 anos da fábrica da Audi do Brasil em São José dos Pinhais. Uma fábrica que já produziu diversos modelos icônicos da marca”, afirmou Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil. Na foto abaixo, produção da Audi do Brasil.

Modernidade

Conhecida pela sustentabilidade nos processos produtivos, a fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais se destaca por utilizar tecnologia avançada em todo o seu processo de produção, como a solda a laser, e pelo pioneirismo no uso de tinta à base de água na pintura de automóveis. Com esse processo produtivo, a fábrica evita a emissão de solventes, além de possuir um avançado processo de tratamento de efluentes, que trata os esgotos convencionais e industriais.

Nos escritórios e nas áreas produtivas, se destaca o uso da iluminação natural em grande escala, o que contribui para a redução do consumo de energia e bem-estar dos colaboradores. Além disso, a ampliação do uso de telhas de policarbonato transparentes nas áreas produtivas intensificou a incidência da iluminação natural e economia de energia.

Uma estação meteorológica instalada no prédio da Pintura monitora as variações climáticas como temperatura externa, umidade relativa do ar e volume de chuva. Com os dados, a unidade consegue racionalizar o uso de energia e de gás natural ao controlar de forma precisa a quantidade de água fria ou quente fornecida para a climatização das cabines de pintura automotiva.

Em dias quentes, por exemplo, a fábrica reduz o consumo de gás natural usado para aquecer caldeiras e, em dias frios, reduz a energia elétrica usada nos equipamentos que fornecem água gelada para resfriamento.

A fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais também atua ativamente em prol da biodiversidade e para melhorar a qualidade ambiental, visando um futuro sustentável. Ao redor da unidade de produção há um espaço de cerca de 300 mil metros quadrados de reflorestamento, onde são plantadas árvores nativas.

São mais de 85 mil árvores plantadas, sendo mais de 10 mil araucárias, o símbolo do Paraná. Nesse grande espaço verde convivem cerca de 20 espécies de mamíferos e 200 de aves residentes e migratórias – algumas delas ameaçadas de extinção, como o garimpeiro, a gralha-azul e o cais-cais; além de alguns peixes e répteis nos lagos do espaço de reflorestamento.

História

1999: Inauguração da fábrica e produção do VE Golf e Audi A3.

2003: Lançamento do Fox.

2005: Lançamento do CrossFox.

2011: Marco de 500 mil Golf produzidos.

2012: Dois milhões de veículos produzidos.

2013: Anúncio do investimento de R$ 520 milhões para a produção do Novo Golf e a chegada da plataforma MQB na unidade.

2015: Lançamento da linha Fox Rock in Rio e produção do Audi A3 Sedan.

2016: Produção do Novo Golf e Audi Q3.

2017: Início da produção do Fox Connect e Fox Xtreme.

2018: Anúncio do investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do SUV T‑Cross e o marco de 2,6 milhões de veículos produzidos desde 1999.

2019: 20 anos da unidade, com início da produção do T‑Cross.

2020: VW celebra marco de 100 mil unidades do T‑Cross produzidas no PR.

2021: VW T‑Cross atinge marca de 200 mil unidades produzidas no PR.
2022: a Audi começa a produzir os modelos Q3 e Q3 Sportback.

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