São Paulo

110º Rally do MG Club do Brasil reunirá sábado carros de várias épocas

Na manhã do próximo sábado, 16, um grupo muito especial de carros clássicos partirá de um posto de combustíveis, no km 34 da Rodovia dos Bandeirantes, em Caieiras, na região metropolitana de São Paulo, para o 110º Rally do MG Club do Brasil, prova de um dia válida como quinta etapa do XIII Campeonato Brasileiro “Baterias Cral” de Rally de Regularidade Histórica (CBR), da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

O grid do 110º Rally do MG Club do Brasil tem cerca de 40 carros inscritos entre modelos dos anos 1940 a 2010. Exemplares de automóveis como Alfa Romeo, BMW, Ferrari, Jaguar, Porsche, MG e Mercedes-Benz devem se alinhar ao lado de modelos como Camaro, Mustang, Galaxie, Voyage, Santana, Escort, Opala, Caravan, Puma e de carros que não se vê por aí a toda hora, como Willys Interlagos Berlineta, Adamo e Lotus 7 Seven, criação própria de um aficcionado pela marca.  O destaque na categoria antiguidade dessa edição fica com um MG TC 1946.

Da largada à chegada, a prova terá 160 kms, com vários trechos cronometrados, em estradas do interior do estado de São Paulo. E terminará em Morungaba, na Stefano’s Fazenda, onde, no Restaurante Dona Maria, ocorrerão almoço de confraternização e a cerimônia de premiação dos vencedores.

A quinta etapa do XIII Campeonato Brasileiro “Baterias Cral” de Rally de Regularidade Histórica tem patrocínio de Baterias Cral, Hellner Seguros, Timbro Trading e Allog Group.

Mais informações sobre o 110º Rally do MG Club do Brasil estão disponíveis no site do clube (mgcbr.com.br).

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Flamengo e São Paulo são os finalistas da Copa do Brasil

O São Paulo derrotou o Corinthians e é finalista da Copa do Brasil. Vai decidir o titulo com o Flamengo.

A classificação para a decisão da competição nacional foi alcançada, na noite de ontem (16) no estádio do Morumbi, após vitória de 2 a 0 sobre o Corinthians. Este resultado reverteu a vantagem obtida pelo Timão na ida das semifinais, quando triunfou por 2 a 1 em Itaquera.

Apoiado por mais de 62 mil torcedores e precisando de gols para se classificar, o São Paulo começou a partida adiantando suas linhas para pressionar a saída de bola do Corinthians, que pouco fazia dentro das quatro linhas.

Na etapa final o Corinthians melhorou e chegou a criar boas oportunidades, mas o São Paulo foi superior para quase chegar ao terceiro com Wellington Rato e segurar a vantagem até o apito final.

Flamengo

O Flamengo derrotou o Grêmio por 1 a 0, na noite de ontem (16) no estádio do Maracanã e é o segundo classificado para a final da Copa do Brasil.

Jogando para um público de mais de 65 mil pessoas, o Rubro-Negro não fez uma grande apresentação, mas mostrou frieza para aproveitar a oportunidade que teve para sair com a vitória e confirmar a presença na grande decisão.

Com o 1 a 0, de pênalti, o Flamengo soube administrar a vantagem para sair com a vitória e a vaga na final. Agora o São Paulo e o Flamengo fazem a grande decisão da competição em partidas nos dias 17 e 24 de setembro.

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São Paulo e Flamengo decidem em casa as semifinais da Copa do Brasil

CBF sorteou hoje (17), no Rio de Janeiro, os mandos de campo das semifinais da Copa do Brasil. O Corinthians recebe o São Paulo, e o Grêmio encara o Flamengo nos jogos de ida no dia 26 de julho (uma quarta-feira).  Os confrontos da volta estão previstos para 16 de agosto, com São Paulo e Flamengo decidindo a vaga no Morumbi e no Maracanã, respectivamente.

Quem avançar garante no mínimo a premiação R$ 30 milhões, valor a ser concedido pela CBF ao vice-campeão da Copa do Brasil. Já o clube que conquistar o título de 2023, além do troféu, será contemplado com R$ 70 milhões.

O Timão assegurou -presença na semi ao superar o América-MG nos pênaltis. Já o rival São Paulo se classificou ao eliminar o Palmeiras nas quartas. Na outra chave, o atual campeão Flamengo derrotou o Athletico-PR na Arena da Baixada e o Grêmio bateu o Bahia nos pênaltis, após dois  empates consecutivos. (Agência Brasil)

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Ciclone extratropical chega nesta quarta-feira na Região Sul do país

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta a população da Região Sul do Brasil para a chegada nesta quarta-feira (12) de um ciclone extratropical em decorrência de uma área de baixa pressão continental entre o norte da Argentina e o Paraguai.  

“Este sistema irá se configurar no decorrer de hoje sobre o continente, intensificando os ventos ao longo do dia sobre grande parte da Região Sul, com rajadas que podem superar os 80 quilômetros por hora (km/h). Na faixa litorânea do Rio Grande do Sul, as rajadas devem ser ainda mais intensas, podendo superar os 110 km/h em alguns pontos”, informa o Inmet.O Instituto prevê ainda acumulados diários de até 100 milímetros de chuva em algumas áreas do estado. De acordo com o instituto, os ventos devem diminuir de intensidade partir da quinta-feira (13), quando o ciclone extratropical deve se deslocar para o Oceano Atlântico e perder força.

Esse ciclone extratropical estará associado a uma frente fria que deverá avançar pelo país, causando baixas temperaturas, não apenas no Sul, mas em áreas do Sudeste e Centro-Oeste, podendo atingir, inclusive, o sul da região amazônica.

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Ciclone extratropical deixa o Sul do Brasil em alerta

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta a população da Região Sul do Brasil para a formação de um ciclone extratropical em decorrência de uma área de baixa pressão continental entre o norte da Argentina e o Paraguai.

Segundo Jeane Lima, meteorologista do Inmet, ainda no final da tarde desta terça-feira (7) são esperadas pancadas de chuva e ventos fortes. “Em Santa Catarina e centro-sul do Paraná o tempo fica instável e durante a noite, isso deve persistir”, diz.

A partir desta quarta-feira (12) um ciclone extratropical deve se formar e se deslocar em direção ao litoral do Rio Grande do Sul. A previsão é que os ventos mais intensos aconteçam na região com rajadas que podem superar os 80 km/h (quilômetros por hora), em alguns pontos.

Chuvas intensas

O Inmet prevê ainda chuvas intensas com acumulados diários de até 100 milímetros em algumas regiões do  Rio Grande do Sul.

Segundo Jeane, a orientação é que a população evite sair para as ruas nos horários de ventos e chuvas mais intensos e acompanhe a previsão do tempo para evitar acidentes como queda de árvores e fiação elétrica derrubada pelos ventos fortes.

A previsão é que os ventos diminuam a partir da quinta-feira (13), quando o ciclone extratropical deve se deslocar para o Oceano Atlântico e perder força.

Esse ciclone extratropical estará associado a uma frente fria que deverá avançar pelo país, causando baixas temperaturas, não apenas no Sul, mas em áreas do Sudeste e Centro-Oeste, podendo atingir, inclusive, o sul da região amazônica. (Agência Brasil)

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Ciclone extratropical intensifica chuvas no sul do país

A Região Sul do Brasil deverá ter chuvas neste sábado (8) – especialmente no Rio Grande do Sul e nas áreas sul de Santa Catarina -, de acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aumento da instabilidade é consequência do avanço de uma frente fria pelo Oceano Atlântico, desde quinta-feira (6).

Segundo a previsão do Inmet, nesta sexta-feira (7), a frente fria ajudará a manter um canal de umidade sobre o Rio Grande do Sul, e a chuva deve se espalhar por grande parte do estado, atingindo, inclusive, áreas do sul de Santa Catarina.

Chuvas intensas

Neste sábado, com a configuração do ciclone extratropical, “os volumes de chuva tendem a aumentar, especialmente no leste e no litoral gaúcho, podendo superar 70 milímetros (mm) em 24 horas, e, de forma pontual, com valores em torno dos 100 mm”, informa aviso meteorológico do Inmet.

No domingo (9), a frente fria vai atuar sobre o mar, na altura da Região Sudeste. No mesmo dia, a chuva tende a ficar concentrada entre Santa Catarina, Paraná e nas regiões sul e leste de São Paulo, mas em menores volumes.

“Vale destacar que, quanto aos volumes de chuva, há diferença entre os diversos modelos numéricos de previsão do tempo quanto a área de concentração dos maiores valores, especialmente, na sexta-feira e no sábado. Diante disso, é importante o acompanhamento diário das atualizações da previsão do tempo e dos avisos meteorológicos especiais nos próximos dias no portal do Inmet”, informou a Meteorologia.

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Volkswagen suspende produção de carros em suas fábricas no Brasil

A Volkswagen informou que haverá parada de produção, temporariamente, em suas fábricas de automóveis no Brasil. Segundo a empresa, a causa é “estagnação do mercado”.

De acordo com a empresa, todas as ferramentas de flexibilização voltadas para os trabalhadores, considerando a suspensão da produção, “estão previstas em acordo coletivo firmado entre o sindicato e colaboradores da Volkswagen”.

A fábrica de São José dos Pinhais, Paraná, onde é produzido o T-Cross, está com um turno em layoff (suspensão temporária de trabalho) desde o dia 5 de junho deste ano.

A duração prevista é de 2 a 5 meses. O outro turno da unidade está parado desde segunda-feira (26) e ficará suspenso até sexta (30), em regime de banco de horas.

A unidade de Taubaté , em São Paulo, onde são fabricados o Polo Track e o Polo, está com os dois turnos de produção interrompidos desde o dia 26, também em regime de banco de horas. A suspensão vai até sexta-feira (30),

A fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, também em São Paulo, onde são produzidos os modelos Virtus, Polo, Nivus e Saveiro, está com férias coletivas de dez dias previstas para os dois turnos de produção a partir de 10 de julho.

Incentivo do governo

A decisão da montadora ocorre mesmo após lançamento, no último dia 6, de um programa de incentivo do governo federal à indústria automotiva, que criou descontos temporariamente para compra de carros, ônibus e caminhões.

Especialistas ouvidos disseram que o pacote poderia não surtir o efeito esperado sobre a indústria e que a curta duração e o volume de recursos do programa de ajuda poderiam ter alcance limitado, que pouco mudará a situação do setor.

Na ocasião do anúncio do incentivo, o professor de economia do Ibmec, Gilberto Braga elogiou o programa, mas questionou o prazo limitado de quatro meses e o montante de R$ 1,5 bilhão, que considerou baixo. Para ele, o pacote está na direção certa, mas precisaria ser ampliado para surtir efeito duradouro sobre a indústria automotiva. (Agência Brasil)

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Transporte público da capital paulista perdeu 30% dos passageiros

O sistema coletivo público de transporte da capital paulista perdeu 30% ou quase um terço de seus passageiros nos últimos 10 anos. Em 2013, o sistema transportou 2,9 bilhões de passageiros, número que caiu para 2,04 bilhões em 2022. No mesmo período, a população da cidade aumentou 3,2%, de 11,8 bilhões de pessoas para 12,2 bilhões.

A queda na quantidade de passageiros foi acentuada no período da pandemia de covid-19, a partir de 2020. No entanto a redução já era visível no período anterior, de 2013 (2,9 bilhões de passageiros transportados) a 2019 (2,6 bilhões), período em que caiu 9,8% e a população da cidade aumentou 3,6%. Os dados são do pesquisador Daniel Santini, baseados em informações da prefeitura de São Paulo.

“Caiu 1 bilhão de viagens, eram 3 bilhões por ano, em 2013; em 2012, são 2 bilhões. Nosso sistema encolheu em um terço. Se a gente passar por mais 20 anos assim, ele desaparece”, destaca Santini, que desenvolve pesquisa na Universidade de São Paulo (USP) sobre políticas públicas de tarifa zero.

“Não é só a covid-19 [que causou a queda no número de viagens], a gente tem uma crise em curso, há uma linha de tendência, mesmo antes da covid. De 2013 a 2019, São Paulo já tinha perdido cerca de 10% do número de passageiros, o que é muita coisa; e de 2013 até 2023, perdeu 30%”, ressalta o pesquisador, que também é autor do livro Passe Livre: as Possibilidades da Tarifa Zero contra a Distopia da Uberização, e coorganizador do livro Mobilidade Antirracista.

Segundo Santini, o encolhimento das viagens no transporte público da cidade de São Paulo é representativo do que está ocorrendo nas demais cidades do país. Ele afirma que a forma de financiamento do sistema, baseada na cobrança de passagens nas catracas, cada vez mais caras, está se esgotando, e precisa ser repensada.

“Com esse encolhimento, torna-se mais difícil o equilíbrio financeiro a partir da receita da catraca. Para equilibrar, você tem que aumentar a passagem; o aumento da passagem torna o sistema mais excludente, e o desequilíbrio se aumenta porque você tem a redução do número de passageiros”.

De acordo com o pesquisador, outra forma que tem sido adotada para enfrentar o problema da diminuição do número de passageiros é redução da quantidade de ônibus nas ruas. “Se você não quer aumentar a passagem, o que que você faz? Você reduz a frota circulante; mas reduzindo a frota circulante, menos gente vai usar o ônibus e, de novo, você tem o mesmo problema”.

O engenheiro Lúcio Gregori, secretário de transportes da gestão de Luiza Erundina na prefeitura (1989-1993) e elaborador do Projeto Tarifa Zero em São Paulo, afirma que, com as seguidas elevações no preço das tarifas do transporte, parte da população deixou de ter condição financeira de se locomover pelo transporte público.

“A diminuição das viagens é decorrência] de reajustes de tarifas cada vez maiores; por exemplo, em função do aumento do preço de combustíveis. Mas no geral, a questão é tarifária. Quer dizer, a tarifa foi aumentando numa proporção que os usuários foram perdendo as condições de pagá-la e foram deixando de usar o transporte coletivo. Fundamentalmente é isso”.

A diminuição das viagens no transporte público urbano pode ser constatada também em nível nacional, a partir dos números da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Os dados consideram as viagens mensais nas capitais Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Tomando o mês de abril como referência, foram feitas, em 2013, 381,1 milhões de viagens, ante 282,7 milhões em abril de 2019 (antes da pandemia de covid-19), e 202,9 milhões, em 2021. Em 2020, no auge do isolamento sanitário, foram apenas 92,4 milhões de viagens, o que gerou forte crise no sistema de transporte dependente da tarifa paga nas catracas.

“A pandemia trouxe à tona aquilo que os especialistas, os operadores, os técnicos mais envolvidos com essa questão vinham dizendo há muito tempo: esse serviço vem caindo de produção, a qualidade vem diminuindo, e os custos vêm aumentando significativamente. Não há mais como repassar o custo da produção do serviço inteiramente para o passageiro. O passageiro não tem condição de pagar mais isso”, afirma o presidente executivo da NTU, Francisco Christovam.

Tarifa zero

De acordo com o levantamento do pesquisador Daniel Santini, 72 municípios no país já adotam a tarifa zero plena no transporte público, ou seja, o passe livre que abrange todo o sistema durante todos os dias da semana. Segundo os dados, em 2013 eram 17 municípios no país com a tarifa zero; em 2019 (antes da pandemia de covid-19), 31; e em 2023, são 72 cidades, mostrando que a evolução pós-pandemia foi mais acelerada.

“As empresas passaram a defender a tarifa zero porque o modelo baseado na receita da catraca não se sustenta mais. E não é só esse fator a ser considerado, tem o eleitoral, tarifa zero dá votos”, destaca Santini.

“Isso quer dizer que a pressão das ruas não influenciou o processo? Muito pelo contrário. A pressão das ruas e junho de 2013 foram importantíssimos para a consolidar a ideia de mobilidade como direito”, acrescenta.

O pesquisador lembra que a pressão das ruas foi fundamental para aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 74, de 2013, promulgada como Emenda Constitucional 90, de 2015. A emenda, sugerida pela deputada federal Luiza Erundina, então no PSB e atualmente no PSOL, elevou o transporte a direito social que deve ser garantido pelo Estado.

“Essa é a base legal principal para a gente ter a perspectiva de, assim como a educação e a saúde, podermos batalhar por transporte com acesso gratuito universal”, destaca o pesquisador.

No último mês de maio, a mesma deputada apresentou, junto com outros parlamentares, especialistas e sociedade civil organizada, a PEC da Tarifa Zero, que regulamenta o direito ao transporte e tem o objetivo de garantir a gratuidade no sistema público de transporte, viabilizado por meio da Contribuição pelo Uso do Sistema Viários (ConUSV).

A aprovação da PEC é necessária para que os municípios possam implementar a contribuição, já que qualquer nova taxa municipal precisa ser autorizada pelo Congresso Nacional.

Gregori, que elaborou a ConUSV para Erundina, explica que a contribuição é uma possibilidade de fonte nova de recursos para transformar em realidade a tarifa zero.

“É uma contribuição calculada a partir do tamanho do veículo, frente versus profundidade do veículo, multiplicado pela potência do motor porque quanto mais potente, em tese, mais poluidor é o carro”.

De acordo com o engenheiro, feita essa conta, os carros seriam classificados em três níveis: grande, médio e pequeno, e uma contribuição diferente para cada um desses tamanhos seria cobrada.

“Eu fiz uma hipótese de cobrar R$ 3,50 por dia, do grande; R$ 2,50, por dia, do médio, e R$ 1, por dia, para o carro pequeno. Apliquei esses valores à frota de veículos da cidade de São Paulo de 2019. A receita obtida foi de US$ 6,5 bilhões, o que cria condições de sobra para implementar a tarifa zero”.

Outra proposta de financiamento levantada por Gregori é a utilização do Vale Transporte, já pago pelos empregadores, para financiar o sistema. “O Vale Transporte, tal como é hoje, é burro, porque a partir de um certo valor de salário você não quer ter o desconto, porque o desconto que é dado no salário é maior do que o custo da passagem de transporte coletivo. Então, se propõe a fazer um valor único”.

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Motoristas e cobradores de São Paulo param e prejudicam população

As assembleias de motoristas e cobradores de ônibus atrasou a saída de nove concessionárias do sistema de transporte na capital paulista, na manhã de hoje (29). Segundo a SPTrans, houve paralisação de serviço essencial e a circulação já foi normalizada.

Os trabalhadores aprovaram na última sexta-feira (26), em assembleia, um plano de luta para esta semana. Para a manhã desta segunda-feira, estavam previstas assembleias nas garagens, das 15h às 17h, para informar os trabalhadores sobre as ações.

Segundo o Sindmotoristas – Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo, a decisão foi tomada por unanimidade em virtude da ausência de uma nova proposta patronal contendo a valorização das cláusulas.

Em nota, a SPTrans afirma que, no início da operação, solicitou apoio do policiamento nas garagens e irá registrar Boletim de Ocorrência para que os envolvidos na interrupção de serviço essencial à população sejam responsabilizados, além de aplicar, de forma automática, as autuações pelas viagens não realizadas às concessionárias. (Agência Brasil)

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