Renegade

Nova geração do Jeep Renegade agora também tem motor híbrido

Um dos SUVs mais vendidos da história da indústria automotiva nacional e que já vendeu quase 600 mil unidades, ganha novo interior, alterações no design exterior e motor hibrido. E continua sendo o único na categoria a ter tração 4×4.

Nas versões Altitude, Longitude, Sahara e Willys (4×4), o Renegade ganhou interior renovado, que inclui novos acabamentos dos bancos, manopla de câmbio, banco elétrico do motorista (nas versões Sahara e Willys), novo console central com saída de ar traseira e mais conteúdos. Outras novidades são o painel multimídia de 10,1 polegadas com maior resolução de imagem e quadro de instrumentos digital de 7 polegadas.

Na frente, uma nova grade que continua destacando a marca registrada da Jeep, as sete fendas, novos para-choques dianteiro e traseiro, novas máscaras DRL e novo design de rodas de liga leve.

Híbrido 

As versões Longitude e Sahara estreiam o sistema híbrido MHEV de 48V aplicado ao motor 1.3 turboflex, de 176 cavalos.  O sistema não tem função de mover o SUV só com a motorização elétrica (na verdade é um pequeno compressor), mas ajuda o motor a combustão nas saídas, proporcionando uma redução no consumo de até 7% no ciclo urbano e 8% a menos nas emissões de CO₂.

Segundo a marca, o consumo dessas motorizações chega a 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano; e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada, além de proporcionar também uma série de benefícios como isenções de IPVA em alguns estados e isenção do rodízio na cidade de São Paulo.

Preços
Jeep Renegade
Altitude   (preço de lançamento) R$ 129.990,00
Longitude – R$ 158.690,00
Sahara – R$ 175.990,00
Willys – R$ 189.490,00

 

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Bonito e muito sofisticado, o SUV Renault Boreal já está á venda

Depois do lançamento do Kardian, a Renault prepara mais um importante lançamento para o mercado nacional e as vendas já começaram. O SUV Boreal é o modelo mais sofisticado, tecnológico e elegante que a marca francesa já fabricou no mercado nacional.

Com preços muito competitivos no segmento, o Boreal estará disponível em três versões de acabamento: Evolution, Techno e Iconic. Todas as versões contaram com a motorização turbo 1,3 litro, turbo, flex com 165 cavalos e 270 Nm de torque. A transmissão será automática de dupla embreagem úmida com seis marchas.

Quem fizer a reserva antecipada terá várias vantagens:, preço promocional, antecipação na aquisição, concorrerá ao sorteio de 30 pares de ingressos para o lendário torneio de tênis Roland-Garros, em Paris – França e outros brindes.

O Boreal R Pass será adquirido por R$ 1.000 e esse valor pago será descontado no preço final do carro, portanto na efetivação do pedido, o cliente só pagará a diferença entre esse sinal e o preço do carro.

Para o período de lançamento, os clientes ainda contarão com bônus no usado de até R$ 12 mil reais ou taxa zero para financiamento com a Mobilize Financial Service.

“Assim como aconteceu com o Kardian, o Brasil é novamente o primeiro polo produtivo do mundo do Boreal. Isso demonstra a importância do mercado brasileiro para o Grupo Renault”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault do Brasil.

Renault Boreal
Evolution turbo TCe  – R$ 179.990,00
Techno turbo TCe – R$ 199.990,00
Iconic turbo TCe – R$ 214.990,00

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Avenger é o novo Jeep que será fabricado no Brasil

A Jeep confirmou que vai produzir o novo Avenger no Polo Automotivo de Porto Real-RJ. É o primeiro modelo da marca a ser produzido fora da planta fabril de Pernambuco, já que até agora, a operação do Rio de Janeiro só produzia modelos da Citroen e Peugeot. O modelo, que fará parte das comemorações dos 10 anos da Jeep no Brasil, é um sucesso de vendas na Europa.

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Confortável e bem acabado, Honda HR-V ganha uma nova geração

Sucesso de vendas, o Honda HR-V foi lançado em fevereiro de 1999 e ao longo destes anos foi ganhando diversas evoluções. A mais recente é a linha 2026 e surpreende por quanto é bom de andar, confortável e confiável. As pequenas mudanças no design e a atualização nos equipamentos, deixaram o modelo mais atual e competitivo no segmento. A motorização é a mesma, ou seja, 1,5 litro turbo e câmbio CVT. A versão avaliada é a Touring, topo de gama.

As mudanças na grade, faróis mais finos, lanternas redesenhadas, molduras em volta da carroceria e novo desenhos das rodas, o HR-V, o terceiro mais vendido do segmento, ficou bem mais bonito e distinto. As rodas muito bonitas são diamantadas e de 18 polegadas.

Por dentro, o SUV japonês é muito agradável e confortável. Destaca-se o bom espaço interno e o conforto. O banco do motorista conta ajustes elétricos facilitando para achar a melhor posição para dirigir. Ao rodar é possível ver quanto o modelo é silencioso. Somente em pisos irregulares o barulho externo é notado.

Na versão Touring, o SUV conta com um excelente pacote tecnológico e de segurança, como por exemplo assistentes como alerta de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática.


No modelo 2026, o HR-V também ganhou uma central multimídia mais completa com espelhamento sem fio, inclusive, com uma câmera de ré de melhor definição. Os dois passageiros do banco traseiro não têm do que reclamar, já que o espaço interno é muito bom e bem confortável. Cinco passageiros já ficam mais apertados, mas numa necessidade, são acomodados razoavelmente.

O porta-malas tem capacidade para 354 litros, mas os bancos rebatíveis em várias possibilidades podem aumentar muito o espaço de carga.

Bom desempenho

O HR-V Touring vem equipado com uma motorização turbo muito competente de 1,5 litro, desenvolve 177 cavalos e 24,5 kgfm de torque máximo. Como o torque máxima já está disponível a 1700 rpm, o tanto na cidade como na estrada as respostas são bem eficientes. Os números mostram o bom desempenho do SUV. De 0 a 100 quilômetros por hora o HR-V acelera em 8,9 segundos e atinge a máxima de 201 quilômetros por hora.

O consumo está na média da concorrência fazendo 8,7 km/l na cidade e na estrada 10,1 com etanol. Já com gasolina, o modelo faz 11,5 km/l no perímetro urbano e 15,1 na rodovia.

Apesar de CVT, e não uma automática tradicional, a transmissão não compromete e tem modo Sport e trocas manuais nas borboletas atrás do volante. Mesmo privilegiando o conforto, a suspensão é destaque e não compromete a estabilidade.

Preço
Honda HR-V Touring R$ 209.900,00
Curiosidade – Quando foi lançado em 1999, o HR-V custava R$ 69.900,00.

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A cada geração, o Jeep Wrangler fica mais valente e tecnológico

No ano que comemora os 80 anos do surgimento do primeiro modelo do Jeep, o CJ2A, decidimos avaliar a última geração do valente modelo.

Não existe no mercado mundial um modelo off-road do nível do Jeep Wrangler. Existem vários modelos com boa disposição para o off-road, mas nada se compara ao verdadeiro Jeep. Com a mesma desenvoltura que um veículo de passeio enfrenta o asfalto, o Wrangler enfrenta as vias mais difíceis e muitas vezes, que se calcula intransponíveis. Para ele não existe obstáculo que não possa, bem ou mal, ser superado. E com uma grande vantagem; não tão agradável como nas dificuldades do fora de estrada, ele vai muito bem no asfalto.

Porquê não tão agradável? Porque é um carro duro, grande (quase 5 metros) e pesado (mais de duas toneladas). Não se pode esquecer que é uma carroceria montada sobre chassi de longarinas, com eixo cardã, tração 4×4 de última geração, pneus enormes, super reforçado, etc.

Tradição

Com diversas evoluções, o Wrangler mantém o desenho base da primeira geração, principalmente na icônica grade dianteira com sete aberturas na vertical, os para-lamas salientes e faróis redondos. Até teve uma versão nos anos 80 com faróis retangulares, mas com as atualizações voltou ao tradicional. A geração testada começou a ser vendida nos EUA em 2024 e ganhou grade dianteira e rodas redesenhadas, novas saídas de ar e uma central multimídia maior, 12,3 polegadas com conexão sem fio via Android e Apple CarPlay.

Apesar da dificuldade de acessar o seu interior, principalmente os mais baixos, o espaço interno não é ruim. No banco traseiro dois adultos vão bem acomodados e graças ás quatro portas, não é difícil entrar. O acabamento em couro é excelente e tem ar condicionado de duas zonas, bancos com regulagem elétrica com aquecimento, assim como o volante. Por conta da possibilidade de uso em terrenos difíceis, os tapetes são de borracha e o assoalho tem um dreno para escoar a água que possa entrar e facilitar a lavagem.

Em termos de segurança, o modelo vem com santo antônio, estrutura de tubos de ferro que protege os passageiros num possível capotamento, já que é possível retirar toda a estrutura superior, (teto, portas,  abaixar o vidro dianteiro,  e transformar num modelo conversível, quatro airbags, e assistências à condução: alerta de colisão, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, comutação automática do farol alto e controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, monitoramento de pressão dos pneus, câmeras na traseira e na dianteira, e avisos sonoros durante o estacionamento.

Desempenho

O Jeep faz algum tempo abandonou os motorzões e usa um motor de dois litros, Hurricane somente a gasolina, que desenvolve 272 cavalos de potência máxima e torque de 40,8 kgfm a 3.000 rpm. Ou seja, tanto na cidade, na estrada ou no off-road, o motorista tem folego sobrando.

A transmissão é automática de oito velocidades e uma caixa de transferência com reduzida e bloqueio de diferencial. A barra estabilizadora dianteira pode ser desconectada eletronicamente.,

Mesmo não sendo essa a finalidade do modelo, o Wrangler Rubicon atinge a velocidade máxima de 156 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. A nota ruim é para o consumo, apesar de ser compatível com a proposta e se levando em conta os pneus de uso misto, peso e tamanho: 7,15 km/l na cidade e 7,27 km/l na estrada.

Muito bem equipado, de série o jipão vem com: faróis full-LED com comutação automática da luz alta, lanternas traseiras com LEDs, desconexão eletrônica da barra estabilizadora dianteira, monitoramento da pressão dos pneus, freios a disco nas quatro rodas, rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus de uso misto, chave presencial, partida do motor por botão, sistema de som Alpine com nove alto-falantes e subwoofer , controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego

Preço
Jeep Wrangler Rubicon R$ 499.990,00

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Jeep comemora 80 anos da versão civil do valente CJ2A

Sem dúvida, o valente Jeep é o veículo civil é o modelo mais longevo da história automotiva mundial. Este mês ele completa 80 anos de produção. Mesmo gerando uma série de outros modelos, nenhum chega aos pés da sua tradição e da enorme legião de faz.

Derivado do modelo de 1941, destinado para o exército americano usar na Segunda Guerra Mundial o Jeep CJ-2A, versão não militar, foi lançado em 1945 e até hoje mantém a icônica grade com sete fendas, um elemento de design que atravessou décadas e ainda define a identidade visual do modelo. Ao longo dos anos, foi ganhando sofisticação e tecnologia e se tornou um dos mais importante e respeitados veículos para o off-road.

O CJ-2A foi fabricado até 1949 quando foi substituído pelo CJ-3A, que trouxe melhorias estruturais como para-brisas de peça única e eixo traseiro reforçado, mantendo o motor original, de quatro cilindros com cabeçote em L. O CJ-3A chegou com melhorias estruturais, seguido pelo CJ-3B em 1953, que passou a ser montado no Brasil, em São Bernardo do Campo, pela Willys-Overland do Brasil.

O CJ-5, fabricado de 1957 a 1982, e o CJ-6 introduzido em 1956 e produzido até 1975, vieram depois e receberam ainda eixos mais robustos, freios maiores e bitola mais larga.

A grande virada veio em 1986, com o lançamento do CJ-7, o primeiro Jeep a oferecer transmissão automática, teto rígido moldado e portas de aço como opcionais. Com entre-eixos maior e visual mais moderno, o CJ-7 foi um marco. Hoje, o Wrangler e a picape Gladiator mantêm viva a valentia off-road.

Ao longo de quatro décadas, mais de 1,5 milhão de veículos CJ foram produzidos.

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Coluna Fernando Calmon — Frota brasileira de veículos continua a envelhecer

Coluna Fernando Calmon nº 1.351 — 13/5/2025

Frota brasileira de veículos continua a envelhecer
e sem melhora à vista

 

Sindipeças tem feito um trabalho bastante pormenorizado sobre a frota efetiva de veículos no Brasil. Como costumo comentar, os dados de veículos registrados oficialmente no País divulgados pela Senatran só têm certidão de nascimento, mas não de fim de vida. Pode ser até compreensível porque exigências burocráticas dificultam a baixa oficial do número do chassi. Também no fim da vida útil de qualquer veículo é difícil que o último proprietário tenha conhecimento ou enfrente a burocracia.

Em 2024, por exemplo, a frota oficial brasileira era de 123,97 milhões de unidades, um volume muito distante da realidade, embora incluam-se motocicletas, motonetas, ciclomotores, reboques e semirreboques, entre outros. Neste cenário o Sindipeças prepara todos anos seu próprio relatório de frota circulante por meio de critérios técnicos. Estes incluem taxa de sucateamento e estimativa de perda total de veículos em acidentes de trânsito, além de abandono em desmanches. O estudo norteia o volume de peças de reposição a serem fabricadas pelos mais de 500 associados de capital nacional e estrangeiro.

A soma de autoveículos e motocicletas em 2024 alcançou 62,1 milhões de unidades (48,1 milhões e 14 milhões, respectivamente), metade do que aponta a Senatran. Depois de um período de crescimento de apenas 0,8% ao ano entre 2016 e 2023, o aumento de 2023 para 2024 foi de 2,8%, sendo 2% para autoveículos e 5,7% para motos. Automóveis e motocicletas representaram 85,4% da frota total.

Chama mais atenção o envelhecimento da frota de autoveículos novos de 0 a 5 anos que encolheu de 38,5% para 22,3% entre 2015 e 2024. Em termos absolutos de 16,5 milhões para 10,7 milhões, recuo de 35,2%. Entre os veículos acima de 16 anos de uso, a representatividade subiu de 17,6% da frota em 2015 para 23,8% em 2024. Na média, a idade dos automóveis passou de 8 anos e 10 meses em 2015 para 11 anos e 2 meses no ano passado. Na mesma situação, as motos: em 2015, 85% tinham até 10 anos, caindo para 65% no ano passado.

Uma solução infalível seria um programa de reciclagem atrelado à renovação de frota e à Inspeção Técnica Veicular, esta hoje — pelo jeito, para sempre — no limbo. Trata-se de uma pauta impopular que nenhum político parece ter visão ou coragem de implantar com consequências graves para segurança de trânsito, poluição atmosférica e economia de combustível.

Brasil tem hoje 4,4 habitantes por veículo, ainda muito atrás da Argentina (2,6) e do México (2,4). Nada mudou.

Jeep terá série especial e confirma lançamento do Avenger

Depois de 10 anos e mais de 1,3 milhão de unidades produzidas na fábrica de Goiana (PE), a Jeep decidiu comemorar com uma edição especial de 1.010 unidades do SUV compacto que chegou a liderar este segmento. O Renegade teve participação decisiva nos 9,5% que a marca chegou a conquistar antes da avalanche de produtos de todos os portes, marcas e origens (nacionais e do exterior). SUVs representam, hoje, 54% de todas as vendas de veículos leves no Brasil.

A série especial do Renegade sairá por R$ 185.990 (mesmo valor do atual topo de linha). Será facilmente reconhecida pelos apliques no capô, para-lamas (inclusive alusão ao pioneiro modelo Willys, de 1953), na coluna traseira, novas rodas de 17 pol., bordados nos encostos dos bancos dianteiros e adesivos nas soleiras das portas. Faz parte do pacote kit de mochila e camiseta em alusão ao universo off-road e numeração da série em cada modelo.

Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul, confirmou R$ 13 bilhões para modernização de instalações e novos produtos na fábrica pernambucana de 2025 a 2030, cerca de 45% do total que o grupo investirá no Brasil. Três modelos Jeep são produzidos lá e outros três importados, além de Fiat Toro e Ram Rampage. A notícia mais aguardada: confirmação que o Jeep Avenger será o quarto produto nacionalizado, flagrado com camuflagem em testes, já a partir de 2026.

Cappellano ainda não informou em que fábrica o novo modelo (deverá ocupar espaço abaixo do Renegade) será produzido. Provavelmente em Porto Real (RJ), a unidade com maior capacidade ociosa, onde já estão C3, Aircross e Basalt. Avenger utiliza a mesma plataforma CMP destes três.

Produção, primeiro quadrimestre: a maior em seis anos

Nível de empregos na indústria é sustentado em especial pela produção. Vendas dependem do maior ou o menor avanço dos importados e as exportações ficam sujeitas aos mercados fora do País. O presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, apesar de destacar que as 811,2 mil unidades produzidas no primeiro quadrimestre foram o melhor resultado desde 2019, mantém a previsão de crescimento de 7,8% ao final de 2025 sobre 2024. A entidade também não alterou a estimativa de aumento das vendas internas, de 6,3% em relação ao ano passado, percentual marginalmente superior aos 5% previstos pela Fenabrave.

Hoje, há 109,5 mil funcionários nas fábricas de veículos leves e pesados: 7.500 postos de trabalho novos em um ano. Boa parte deste resultado animador (crescimento de 7,3%) deve-se ao aumento das exportações em 45%, puxadas pela reviravolta do mercado argentino que importou 151% a mais de produtos brasileiros.

Em contrapartida, Calvet demonstrou preocupação com o crescimento de 18,7% das importações de janeiro a abril, enquanto modelos nacionais só avançaram 0,2% no mesmo período. Chegaram 44.137 unidades da China, aumento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado e que representaram 6% dos emplacamentos totais no primeiro quadrimestre.

Embora ele continue a cobrar do Governo Federal a volta das alíquotas históricas do imposto de importação (I.I.) para híbridos e elétricos, parece improvável que isso aconteça. Fato é que novas marcas chinesas continuam a chegar, embaladas por carga tributária (I.I.) bastante atraente, até julho de 2026, naqueles veículos específicos. Estreante GAC, no entanto, já anunciou produção no Brasil, em Catalão (GO), em provável parceria com a HPE (Mitsubishi), ainda sem confirmação. Pormenores, no próximo dia 23.

Apesar do falatório sobre a “realidade” de aceitação de carros 100% elétricos, as estatísticas confirmam outro fato no primeiro quadrimestre. Representam apenas 2,5% do mercado, exatamente o mesmo percentual de 2024. Para os demais: gasolina, 4,8%; híbridos, 3,7%; híbridos plugáveis, 3,7%; diesel, 11% e flex, 74,4%.

Apesar de juros altos, crescimento se mantém

Estas previsões foram confirmadas por Roger Corassa, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, e Arnaud Mourebrun, diretor de vendas e rede da Renault, durante o Fórum AutoData Perspectivas Automóveis 2025. As vendas financiadas pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor) são diretamente impactadas pela taxa de juros, em torno de 30% ao ano, um dos patamares mais altos até hoje. Ainda assim, 55% dos modelos novos comercializados utilizam o CDC, percentual ainda inferior à participação histórica nas vendas, em torno de 2/3.

Estratégia das duas marcas tem sido usar seus próprios bancos para subsidiar parte dos juros e manter o crescimento dos segmentos de automóveis e comerciais leves. Corassa espera vender em ritmo acima do mercado graças ao lançamento do SUV compacto Tera, no próximo dia 25, em São Paulo (SP). Mourebrun prevê comercialização alinhada ao aumento de vendas previsto pela Fenabrave, mantido até agora em 5% sobre 2024. Este percentual foi confirmado pelo presidente da federação, Arcélio Junior, também participante do Fórum, porém poderá revisar para cima sua previsão em meados do ano.

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Avenger será o novo modelo da marca Jeep á venda no Brasil

O quarto modelo da Jeep no Brasil está confirmado para começar a produção em 2026. A marca norte-americana está no Brasil desde os anos 40 e começou a produzir veículos no Brasil, no Polo Automotivo de Goiana-PE, em 2015.

De lá até hoje, já foram produzidos mais de 1 milhões de unidades do Renegade, Compass e Commander. A eles vai se juntar o novo Avenger, lançado em 2022 com muito sucesso na Europa.

O Jeep Avenger, que utiliza a mesma plataforma dos modelos Peugeot 2008 e Citroën C3 Aircross, a arquitetura CMP. No Brasil, quando começar a sua produção, o modelo ganhará uma nova geração.

O novo Jeep chegará com uma motorização hibrida de 1,0 litro, turbo flex, 3 cilindros com até 130 cavalos de potência. A transmissão será CVT que simulará sete marchas.

Menor de o Renegade, Jeep Avenger tem 4,08 m de comprimento e um porta-malas de 380 litros. Na Europa, o próximo Jeep brasileiro, usa um motor híbrido leve de 1,2 litro, turbo, a gasolina. O modelo também tem a opção de uma versão 100% elétrica com alcance de 408 quilômetros

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Com nova motorização, Renegande continua valente e agradável

Em abril de 2015 a Jeep lançou oficialmente o Renegade no Brasil. Produzido no Polo Automotivo Stellantis de Goiana-PE, o modelo está completando 10 anos de sucesso e virou o queridinho do Brasil.  O SUV já ultrapassou as 500 mil unidades vendidas. No segundo semestre do ano passado, já como modelo 2025, o Renegade ganhou algumas pequenas mudanças e alterações. Deixou de ter a opção de motorização a diesel e todos os modelos agora contam com a motor 1,3 litro, turbo flex.

Esse motor é o mesmo que equipa a Fiat Toro e o Jeep Compass, por exemplo. Essa adequação na linha de entrada da Jeep, foi necessária para o modelo ganhar um folego até a chegada da nova geração em 2027.
A versão que testamos, a Jeep Renegade Longitude T270 1.3 4×2 Flex automático Dark Pack, é a intermediária.

Andando

Com o motor de quatro cilindros, 1,3 litro turbo, o Renegade tem um bom desempenho. Com 180 cavalos a gasolina e 185 cavalos com etanol a 5.750 rpm, o modelo tem uma resposta ágil tanto na estrada, como no trânsito urbano. O torque máximo de 27,5 m·kgf está disponível a partir de 1.750 rpm o que garante uma boa elasticidade, permitindo uma condução tranquila em qualquer situação.


O desempenho do SUV com o “novo” motor também é muito interessante: acelera de 0 a 100 quilômetros em 8,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 210 quilômetros por hora.

O modelo não é exatamente um primor em economia, mas não decepciona. Na estrada faz 12,8 com gasolina e 9,1 quilômetros por litro com etanol. Já no perímetro urbano, o consumo é de 10,9 com gasolina e 7,7 quilômetros por litro com etanol. Ou seja, são números condizentes com a sua proposta.
No modelo 4X2, que foi a versão avaliada, a transmissão é automática de seis velocidades. O acoplamento com o motor é através de conversor de torque e a tração é dianteira. As marchas podem ser trocadas manualmente na alavanca seletora ou nas borboletas atrás do volante multifuncional.

Competente

Outro mérito do Renegade é aliar o bom comportamento no asfalto e nos terrenos irregulares ou off-road. O SUV conta com suspensão independente nas quatro rodas, que garante um bom acerto em qualquer piso sem prejudicar a estabilidade. O sistema Jeep Traction Control+ nas versões 4×2 simula o efeito de um diferencial autobloqueante, transferindo torque entre as rodas dianteiras para manter a tração em terrenos de baixa aderência.

Altura do solo, ângulos de ataque e saída, são favoráveis para uso fora de estrada, mesmo na versão 4×2. Lógico que não tem a “valentia” do 4X4, mas sabendo usar, não vai se decepcionar.

O sistema de tração integral com desconexão automática do eixo traseiro para economia de combustível oferece uma experiência versátil, adequada tanto para a cidade quanto para trilhas leves e moderadas. O seletor de terrenos com modos Auto, Snow (neve), Sand (areia), Mud (lama) e Rock (pedra) adapta a resposta do veículo ao tipo de terreno, enquanto a função 4×4 Low prioriza as relações finais mais curtas para situações que exigem força extra. O sistema de controle de descida (Hill Descent Control) também é um destaque, mantendo a velocidade controlada nas descidas mais íngremes e escorregadias.

Bem equipado

O modelo avaliado é bem servido de tecnologia e equipamentos. O Renegade vem de série com central multimídia de 8,4 polegadas com espelhamento sem fio, até o quadro de instrumentos digital de 7 polegadas que pode ser configurado. O painel de instrumentos tem desenho funcional e é bem completo. Outro detalhe muito importante são os itens de segurança.

O Longitude vem com seis air bags, controle de estabilidade e tração, e podem incluir tecnologias semiautônomas como frenagem de emergência, monitoramento de ponto cego e assistente de permanência na faixa. O controle automático de velocidade de cruzeiro é do tipo simples, não adaptativo.

A versão Dark Pack ainda conta com rodas aro 18”, carregador por indução, bancos de couro e o sensor de estacionamento dianteiro, externos escurecidos, chave presencial, faróis adaptativos com acendimento automático, retrovisor interno antiofuscante, sensor de chuva e monitor de ponto cego.

Mesmo com os 10 anos e aguardando a chegada de uma nova geração, o Jeep Renegade ainda é uma das melhores opções em sua categoria. Bem acabado, motor competente e muita tecnologia embarcada. E o design “bruto”, quadradão, sem dar muita importância á aerodinâmica, é exatamente o seu diferencial e que o consumidor tanto deseja.

Preço
Jeep Renegade Longitude T270 1.3 4×2 Flex Automático Dark Pack
R$ 165.990,00

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Ação “Jeep Now” proporciona condições especias para a aquisição de SUVs

A marca Jeep está promovendo durante o mês de março uma ação com condições especiais para a aquisição dos seus veículos. Denominada de “Jeep Now”, a ação tem preços super competitivos para as linhas Renegade, Compass ou Commander.

Neste mês, o Compass Sport segue com a condição de R$ 186.990 por R$ 154.990, e além do desconto, o modelo também tem taxa zero em 30x. Já para o cliente que deseja a versão Longitude ou qualquer versão acima, além da taxa zero em 30x. Para todas as negociações, a marca também está oferecendo avaliação na tabela Fipe na troca do usado de qualquer marca. As mesmas vantagens servem para o Renegade e Commander.

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