Peugeot

Ram anuncia a volta da picape Dakota ao mercado brasileiro em 2026

A Stellantis, proprietária das marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram e Abarth, anunciou ontem oficialmente, a volta em 2026 da picape média Dakota. A picape vai entrar num segmento de veículos utilitários de luxo e concorrer, principalmente, com a Ford Ranger. E, curiosamente, com a agora renovada Fiat Titano.

Como ainda Dodge Dakota,a picape chegou a ser produzida no Brasil entre 1998 e 2002. Apesar da “fábrica” ter sido construída para produzir 40 mil unidades/ano, juntando todos os anos em que esteve em fabricação, foram vendidas apenas 12 mil. Na oportunidade, a picape americana chegou a ter várias versões, com cabine simples e dupla, e motores a gasolina e a diesel. E tinha até uma versão “esportiva”, com motor V8.

Em 2010, a marca norte-americana, que é um sucesso de vendas no Brasil entre as picapes mais sofisticadas do mercado, abandonou a marca Dodge, passando a ser somente Ram.

Design espetacular

A nova Dakota será fabricada na Argentina e atenderá toda a América Latina. Logo na dianteira se destaca a grade do radiador, com o nome Ram vazado e grafado na parte central, emoldurado por uma linha de led que cruza a dianteira da picape entre as laterais e indo até os faróis, também de leds.

O capô bem esportivo, conta com uma entrada de ar superior iluminada por três pontos de luz laranja, uma referência e homenagem à algumas das picapes mais famosas da história da marca. No para-choque, gancho de reboque frontal, guincho elétrico e protetor inferior reforçam a capacidade e robustez presente em todas as picapes da marca, adornados por elementos pintados em um exclusivo tom bronze.

A carroceria recebeu uma série de vincos e linhas retilíneos, transmitido solidez e força. Esses atributos continuam na suspensão elevada, nos exclusivos pneus todo-terreno de 33 polegadas e nas rodas de liga-leve de 18” com beadlock, recurso essencial para garantir bom desempenho nos percursos off-road. O visual é complementado pelos estribos laterais e molduras pretas dos para-lamas, mesma cor aplicada nos para-choques e retrovisores.

Na traseira, onde se destaca o estepe aparente, também adota luzes de led de longo alcance, outro diferencial para os mais diferentes desafios no campo e fora de estrada. Outros destaques da traseira são as lanternas também de led e o emblema Ram na tampa traseira, além do para-choque traseiro com ganchos de reboque. A marca não divulgou detalhes do interior e nem as motorizações.

Veja Vídeo
https://www.media.stellantis.com/br-pt/ram/media-library/press-videos/630582?campaign_id=689d2436ec28b&mail_id=689d24baecc1d&utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=ram-dakota-nightfall-concept-antecipa-nova-picape-media-que-ira-surpreender-o-brasil-em-2026

 

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Fiat 500 100% elétrico é bom de andar e muito confortável

Para quem um city car elétrico, o Fiat 500e é realmente uma excelente opção. Não só pelo design atraente e alegre, como pelo acabamento muito bom. O único problema é a autonomia pequena, de apenas 240 quilômetros segundo o Inmetro, mas que pode ser ampliada na cidade andando com moderação. Na estrada essa autonomia cai para 170 quilômetros. Para quem vai utilizar na cidade e tem carregador disponível, não é um grande problema.

O 500 elétrico é a reestilização da reestilização. O modelo surgiu com muito sucesso em 1957 e foi produzido até 1975. Foram produzidos mais de quatro milhões de unidades. Em 2007, a marca italiana surpreendeu o mudo ao relançar uma nova “geração” do 500. Elegante, bonita e confortável, virou outro sucesso de vendas. No Brasil, foi vendido de 2009 a 2019. Em 2021 chegou a versão 100% elétrica. Por ser um veículo de nicho e com uma tecnologia ainda em aprovação, não tinha nem como ser um fenômeno de vendas.

Aliás, não foi o primeiro modelo elétrico fabricado pela marca italiana. Em 1974, no salão Turim Motor Show, a Fiat mostrou um protótipo de um modelo 100% elétrico: o X1/23. Com dois lugares e muito feio nunca entrou em produção. Em 1990, a Fiat lança o primeiro modelo elétrico de produção normal. O Panda Elettra tinha um motor elétrico de corrente contínua com 9,2 kW ou 12,5 cavalos de potência, atingia 85 quilômetros por hora e uma autonomia de apenas 100 quilômetros. Porém, a maior dificuldade, ainda mais naquela época, era o abastecimento.

Elétrico

Com toda a certeza, nas ruas, o 500e chama muito mais á atenção que muitos modelos de luxo e bem mais caros. E é uma delícia para dirigir. Esperto e ágil, o Cinquecento tem um motor elétrico tem 118 cavalos e 22,4 kgfm de torque. Mesmo não sendo muito potente, o 500e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atinge a máxima de 150 quilômetros por hora, limitada eletronicamente. Ou seja, bons números para um carro urbano. Porquê urbano? Porque a autonomia é de apenas 240 quilômetros. Na cidade atende, mas na estrada essa autonomia cai para menos de 170 quilômetros e mantendo no máximo os 100 quilômetros por hora.

Como pesquisas indicam que, na cidade um motorista usar o veículo por no máximo 40 quilômetros por dia, o dono do 500e vai andar de segunda a quinta-feira sem precisar abastecer. E mais um detalhe: o modelo tem, nas freadas, regeneração de energia, aumentando um pouco a autonomia urbana.

Como o demais 500, o elétrico tem uma excelente estabilidade e passa confiança mesmo em curvas mais ousadas. Os freios são outro ponto muito positivo, parando o modelo em espaços curtos e sem desvios.

Confortável

Além do bom acabamento, o 500e é muito agradável por dentro. Para os passageiros da frente, á espaço generoso e os bancos dianteiros, revestidos de um couro muito bonito, são muito confortáveis. Já no banco traseiro, que possuem o mesmo revestimento, o espaço é para crianças.

Assim como a versão a combustão, o painel redondo fica bem na frente do motorista, oferecendo excelente visualização. Além do quadro de instrumentos, o modelo tem mais uma tela de 7 polegadas com todos os ajustes necessários para agradar o motorista. Outra curiosidade do modelo é que o seletor de mobilidade, é um teclado baixo da tela central.

Ou seja, para andar para a frente se aperta a tecla D (drive) e para dar ré a letra R. Ao parar, basta apertar a letra P (park). Muito simples. Esse teclado, por sinal muito prático, não é nenhuma novidade. Aqueles enormes carros americanos dos anos 50 e 60 já dispunham.
Outro detalhe divertido é que, para abrir a porta, tanto do lado de fora, como por dentro, basta apertar um botão. Muito legal.

Modos

Além do modo Normal, o elétrico italiano dispõe dos modos Range e Sherpa. No modo ranger a regeneração é bem maior e é possível dirigir usando somente o pedal do acelerador, já que, na recuperação de energia, o sistema atua nos freios. O modo Sherpa deve ser utilizado quando se está com pouca bateria e precisa chegar a um ponto de abastecimento. Nesse modo, o e500 desliga o ar-condicionado e a velocidade fica limitada a 80 km/h.

Com bastante eletrônica embarcada, a versão que vem para o Brasil é a mais sofisticada, contado com novas lanternas, faróis de LED, maçanetas embutidas e rodas de 17 polegadas. Destaque também, para o teto solar panorâmico, chave presencial, farol alto automático, retrovisores com desembaçador e freio de estacionamento elétrico.

Vale destacar que, em relação á primeira versão que testamos, esta tem  sistemas de segurança ativos com mais tecnologia, o ACC com controle automático adaptativo de velocidade e monitoração o trânsito intenso, que acelera e freia automaticamente dependendo do fluxo.

Novidades

Tudo indica que em 2027 o Cinquecento ganhe mais uma nova geração. Nessa renovação, o modelo deverá ganhar além das versões a combustão e elétrica, uma versão hibrida.

Preço
Fiat 500 e – R$ 225.000,00

 

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Consumidores da Peugeot ganham mais facilidades no novo app da marca

Para facilitar a vida do consumidor, a Peugeot atualizou o seu app.  Segundo a marca francesa, tão importante quanto a conclusão da compra de um veículo, é o pós-venda e toda a assistência dedicada ao consumidor assim que ele se torna um cliente.

Com essa evolução, os clientes têm acesso ao Peugeot Lions, ao WhatsApp Peugeot e a um link de acesso para a rede de concessionárias.

O novo app, disponível para Android e iOS, foi aprimorado para oferecer uma série de funcionalidades que colocam todas as informações na palma da mão do cliente. Com os ajustes, agora é possível consultar um manual inteligente do veículo, além de agendar serviços online na rede de concessionárias, facilitando a marcação de revisões, por exemplo.

Também por meio do novo aplicativo, os usuários poderão conhecer o Peugeot Confiance, um programa de pós-vendas que garante suporte e assistência contínua.

Outra novidade empolgante é que, ao baixar o aplicativo, os clientes que tiverem um carro da marca cadastrado ganharão seis mensalidades grátis do serviço “Sem Parar”. Para completar, o app também apresenta uma empresa parceira que oferece a possibilidade do pagamento em até 12 vezes no cartão de crédito de qualquer débito relacionado ao veículo cadastrado.

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Fiat lidera mercado nacional e a picape Strada é o veículo mais vendido

Do jeito que terminou 2024, começou o ano de 2025. Ou seja, com a Fiat na liderança do mercado brasileiro. Em janeiro, a marca alcançou 21,4% de market share e emplacou 34.356 unidades, quase 13 mil à frente da segunda colocada, Volkswagen. Já a Strada, veículo mais vendido do país em 2024, se manteve líder absoluto no primeiro mês do ano, com 8.777 unidades vendidas.

Nos diferentes segmentos, a Fiat liderou entre as picapes, hatchs, sedans e vans, reforçando o protagonismo da marca em todo o mercado. Com as picapes, foram 13.111 unidades emplacadas, e além da Strada, a Toro se destacou na primeira posição no segmento C-picapes com 3.452 vendas. 

Entre os hatchs, foram 9.197 unidades vendidas. Além do destaque do Argo, o Mobi liderou a faixa de entrada do segmento com 4.024 emplacamentos. No mesmo ritmo, a Fiat iniciou o ano retomando a liderança entre os sedans, com as 3.313 unidades do Cronos. Já entre as vans, a Fiorino foi destaque com 65,8% de participação e 992 unidades emplacadas, com isso a Fiat também liderou o segmento total com 1.723 unidades e 31,1% de segment share.


Com resultados consistentes, a Fiat cresceu em quase todos os segmentos em relação ao mesmo período do ano passado. Comparando o primeiro mês de 2025 com o de 2024 foram 3.501 carros a mais emplacados. Somente no segmento Hatch, o crescimento foi de 8,0 p.p de segment share. 

“Terminar um ano na primeira colocação e recomeçar na liderança do mercado brasileiro representa muito para a Fiat. Nosso objetivo é continuar trabalhando para atender o nosso público com o que há de melhor no mercado. Posso adiantar que teremos muitas novidades no decorrer do ano”, comenta Frederico Battaglia, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul.      

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Veículos comerciais leves da Stellantis têm novos motores

A Stellantis, empresa que agrega a Fiat, Peugeot, Citroën , etc, alterou a motorização da sua linha de veículos comerciais leves: Fiat Scudo, Citroën Jumpy e Peugeot Expert. Com essa alteração, além de mais potência, os três modelos, segundo a marca, ganham em melhor custo-benefício, desempenho e economia.
A nova motorização é um 2,2 litro, turbo diesel, que desenvolve 150 cavalos e 370 Nm de torque. Com o novo motor, a Scudo, Jumpy e Expert passam a ter 30 cavalos a mais de potência e 23,2% de torque.

Ainda segundo as marcas,  o novo conjunto, oferece melhorias no consumo e os números chegam a 12,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, ficando 4,2% e 15,1% mais econômico, respectivamente, o que torna os custos operacionais do modelo melhores, um fator determinante neste segmento. Ainda assim, a nova motorização aprimorou a performance dos três comerciais, que agora faz as retomadas de 60 a 100 km/h em 7,5 segundos e de 80 a 100 km/h em 10,9 segundos, com melhorias de 2 segundos em média. As mudanças mantêm a ótima dirigibilidade, além da praticidade de ser conduzido por pessoas habilitadas com a CNH de categoria B.

Mais novidades

O Fiat Fiorino e o Peugeot Partner também tiveram alterações na motorização. Agora, ambos, contam com um novo motor 1,3 litro flex com até 107 cavalos de potência e 134 Nm de torque quando abastecido com etanol, ganhando 31 cavalos e 11,67% de torque adicional. Importante métrica para o uso de veículos como o Partner e Fiorino, o consumo de combustível está melhor com a nova motorização. Com 8.7 km/l no ciclo urbano (etanol), os ganhos são de 7,27%, e no ciclo rodoviário a medição é de 9.6 km/l (etanol), sendo 14,56% mais eficiente.

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Correios compra 50 veículos elétricos para distribuição de remessas urbanas

A Stellantis, marca proprietária da Peugeot, fez ontem (9) a entrega de 50 veículos elétricos para os Correios. Os modelos Peugeot e-Expert serão utilizados no transporte de remessas urbanas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Pará e no Distrito Federal. .A parceria inédita entre as duas empresas, resultou na maior frota elétrica própria dos Correios.

“Ao adotar veículos elétricos em nossas operações de entrega, reduzimos as emissões de carbono – contribuindo diretamente para a preservação do meio ambiente – e estimulamos a economia verde ao impulsionar o uso de tecnologias limpas”, destaca o presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos.

“Nosso time especializado em veículos transformados e os diferentes parceiros foram cruciais neste processo, que resultou em um projeto que conta com sistemas inteligentes de recarga e adaptações no veículo, desenvolvidas para entregar o produto o mais personalizado possível para as atividades dos Correios”, ressalta Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

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Renault Kardian é o grande vencedor do Prêmio Abiauto 2024

Os vencedores do Prêmio Imprensa Automotiva, que elege os melhores veículos do ano na avaliação dos mais importantes jornalistas do Brasil, foram revelados em um evento no último dia 28 de novembro, na sede de uma das mais tradicionais e vencedoras equipes do automobilismo nacional, a Prop Car Racing, em São Paulo.

Em um espaço com diversos carros de competição, a 26ª edição da premiação, promovida pela Abiauto –  Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, a cerimônia do evento reuniu jornalistas do setor, executivos da indústria automotiva e personalidades do automobilismo, como o ex-piloto de Fórmula 1 Alex Dias Ribeiro, Fábio “Pirú” Sotto Mayor, Luiz Evandro Águia, Darcio dos Santos e Suzane Carvalho, entre outros.

O grande vencedor foi o novo Renault Kardian, que conquistou o prêmio de Melhor SUV nacional e o principal prêmio do evento, o Prêmio Veículo Abiauto “José Roberto Nasser”. Na categoria motocicletas, a Royal Einfeld Super Meteor 650 foi a vencedora, levando o Prêmio Motocicleta Abiauto “Josias Silveira”.

Como é tradição do evento promovido pela Associação, houve três homenagens: ao piloto brasileiro José Carlos Pace, ao Carde – Museu do Carro, Arte, Design e Educação e ao piloto Fábio “Pirú” Sotto Mayor.

Um dos mais renomados pilotos da Fórmula 1 dos anos 1970, José Carlos Pace faleceu em 18 de março de 1977 num acidente de avião. Já a homenagem ao museu Carde, um dos acervos mais importantes do setor automotivo no mundo, recém-inaugurado em Campos do Jordão, resgatou a memória da indústria mundial e principalmente a brasileira. Por fim, ao piloto campeão da Stock Car em 1988 e recordista de velocidade há mais de 30 anos, Fábio Sotto Mayor.

Vencedores do Prêmio Abiauto 2024
Melhor Nacional (até 13 mkgf) – Peugeot 208
Melhor Nacional (13 a 16 mkgf) – Honda City
Melhor Nacional (acima de 16 mkgf) – Citroën C3 You
Melhor Picape Compacta/Média – Ram Rampage
Melhor Picape Grande – Ford F-150
Melhor SUV/Crossover Nacional – Renault Kardian
Melhor SUV/Crossover Importado – Honda CR-V
Melhor Veículo Híbrido – BYD King
Melhor Veículo Elétrico – Kia EV5
Melhor Esportivo – Ford Mustang
Motocicleta Abiauto – Royal Einfeld Super Meteror 650
Veículo Abiauto – Renault Kardian
Executivo do Ano – Alexandre Baldy – Vice presidente da BYD

Destaques
Assessor de Imprensa – Pamela Paiffer
Assessor de Imprensa – Ricardo Ghigonetto

Os eleitores do Prêmio Abiauto representam jornais (inclusive o Diário Campineiro), revistas, tevês, sites e rádios de praticamente todos os estados da União, atingindo mais de 150 milhões de cidadãos interessados em veículos em seus mais variados temas, lançamentos de novos modelos, manutenção de veículos, indústria, negócios, tecnologia, esporte, memória etc.

Nos 26 anos de realização do Prêmio, a Abiauto sempre prezou pelo compromisso com a credibilidade dos jornalistas eleitores, que são especializados na indústria automotiva e apresentam vasto conhecimento técnico e de mercado para fundamentar seus votos. Um dos itens do regulamento do Prêmio exige a condução do veículo para que possa ser objeto de eleição. Se o jornalista não tiver feito avaliação do veículo, ele não pode ser votado.

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Pulse e Fastback ganham motores elétricos auxiliares e ficam mais econômicos

A Fiat apresentou esta semana as versões híbridas do Pulse e Fastback. Equipadas com motorização T200 Flex, de um litro turbo desenvolvem 130 cavalos e 20,4 kgfm de torque. Segundo a marca, no caso do Fastback, no uso urbano, o modelo teve uma redução no consumo de combustível de 11,5% na gasolina (9,8% no etanol), e no Pulse o percentual é de 10,7% tanto na gasolina, quanto no etanol. A transmissão é CVT que simula sete velocidades.

O sistema híbrido da Fiat possui um motor elétrico multifuncional que substitui o alternador e motor de partida. Esse sistema híbrido dual-battery é capaz de gerar torque adicional para o motor a combustão do veículo e energia elétrica para carregar as baterias de chumbo-ácido de 68Ah e de íon de lítio de 11Ah, ambas de 12V, que fornecem energia ao motor elétrico. O sistema gera potência de até 3kW, garantindo, segundo a marca, uma melhora na performance e uma redução de consumo de combustível.

O sistema é composto pelos seguintes componentes:

  • Duas baterias de 12V, sendo uma de chumbo-ácido (localizada no cofre do motor) e outra de íon de lítio (localizada abaixo do banco do motorista).
  • Sistema DBSM (Dual-Battery Switch Module ou Módulo de Comutação de Duas Baterias) usado para conectar, separar ou controlar as duas baterias de acordo com a estratégia da central eletrônica, garantindo a operação eficiente e a carga adequada.
  • Motor elétrico multifuncional de 12V e 3kW conectado mecanicamente ao motor de combustão e alimentado por uma bateria auxiliar de íon de lítio, que substitui o alternador e o motor de partida.

O sistema funciona através de quatro modos de operação:

  1. e-Start&Stop:função Start-Stop durante paradas. Quando o veículo para completamente, o sistema desliga o motor a combustão, economizando combustível. Nas desacelerações, o motor a combustão permanece em funcionamento sem injetar combustível, priorizando a regeneração de energia.
  2. e-Assist:assistência do motor elétrico ao motor de combustão. Durante acelerações e retomadas, as baterias de lítio e chumbo fornecem energia para o motor elétrico, que gera torque adicional para o motor de combustão, reduzindo o consumo de combustível do veículo.
  3. Alternador Inteligente:dois modos de funcionamento que dependem da condição das baterias. No modo alternador, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão com baixos estados de carga, e o alternador inteligente permite o carregamento das baterias. No modo neutro, as baterias de chumbo-ácido e/ou íon de lítio estão carregadas, e o alternador inteligente permite que as baterias mantenham as cargas elétricas do veículo.
  4. e-Regen:regeneração de energia durante desacelerações. A função de regeneração converte energia mecânica em energia elétrica, que é armazenada nas duas baterias – chumbo-ácido e íon de lítio. O sistema é capaz de regenerar até 25% da energia que seria desperdiçada em um motopropulsor convencional.

Preços
Pulse Audace T200 Hybrid AT – R$ 125.990
Pulse Impetus T200 Hybrid AT – R$ 140.990
Fastback Audace T200 Hybrid AT – R$ 151.990
Fastback Impetus T200 Hybrid AT – R$ 161.990

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Coluna Fernando Calmon — Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas

Coluna Fernando Calmon nº 1.323 — 15/10/2024

Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas e otimismo algo exagerado

Planejado ao longo de 20 anos, com várias idas e vindas para acomodar de automóveis a aviões, apresenta o grande mérito de reconhecer a transição energética planejada de forma inteligente e adaptável. Países de área continental como o Brasil e dezenas de outros com restrições econômicas, que dificultam avanço acelerado de veículos elétricos, precisam obviamente de uma visão abrangente e viável.

O otimista Programa Combustível de Futuro (PCF) sancionado em 8 de outubro último, prevê investimentos de R$ 260 bilhões (talvez mais) e datas de implantação factíveis, ao contrário da União Europeia e suas discutíveis metas distanciadas da realidade. Esta coluna foca-se em automóveis e apoia o aumento de percentual de etanol na gasolina de 27% para 30% considerado viável tecnicamente. Permissão para 35% mesmo para carros mais novos, no entanto, parece-me um erro.

Além de restrições técnicas conhecidas, seria injusto desconsiderar veículos de países vizinhos que hoje trafegam e abastecem no Brasil sem grandes problemas. Já motocicletas, geradores portáteis de eletricidade, motores de popa e até motosserras devem funcionar mal com 35%. Haveria dificuldades mesmo com automóveis recentes nacionais e importados. A Câmara dos Deputados falhou ao admitir a possibilidade na aprovação do PCF, pura perda de tempo.

Etanol é reconhecido como combustível limpo e capaz de compensar 80% das emissões de CO2 no ciclo da fonte à roda, se usado isoladamente. O que poucos sabem: a soma de anidro em mistura atual de 27% com a gasolina e mais os motoristas que abastecem só com o hidratado por preferência ou preço atraente, representa agora 42% de combustível limpo contra 58% de gasolina. Em outros poucos países, só há 10% de etanol. Para aumentar consumo aqui, o imposto teria de diminuir.

Neste cenário a Raízen acaba de lançar a segunda geração do aditivo para etanol Shell V-Power. Além de limpar vapores de óleo do cárter solidificados nas sedes de válvulas, evoluiu o filme de redução de atrito de 86% para 96%. Senna Brands, fundada pelo piloto de F-1 há 34 anos e falecido 30 anos atrás em Ímola, participa da campanha de lançamento.

Salão de Paris alcança objetivos, mas sem grande entusiasmo

A exposição bienal na capital francesa completou 90 anos e segue até o próximo dia 20. Sem a exuberância do passado atrai pouco mais de 30 fabricantes, inclusive nove chinesas. O salão bienal agora é o maior da Europa pelo fim da exposição em Genebra e encolhimento de Frankfurt, substituído por Munique.

Predominância natural de marcas francesas com a Renault apresentando novidades de peso: o 4 E-Tech, releitura elétrica em forma de crossover de um de seus sucessos do passado, além de dois protótipos elétricos Twingo E-Tech previsto para 2026 e Emblème, um SUV cupê para 2030 que trocará bateria por pilha a hidrogênio.

Stellantis, embora talvez encerre algumas de suas 14 marcas em 2026/27, mostra muita força em Paris. Peugeot concentra-se em estender o alcance de seus elétricos 3008 e 5008 para teóricos 700 km e apresentou o e-408 cujo alcance é de 450 km. Citroën C5 Aircross só chega em 2026, contudo se apresenta sem disfarces com motor de combustão interna.

Entre as alemãs, Mercedes-Benz abriu mão de Paris e deixa o protagonismo para BMW e Audi. BMW exibe os primeiros dois modelos de elétricos com carrocerias específicas e batizados de Nova Classe. Seu presidente Oliver Zipse declarou à agência Reuters a necessidade de correção da meta de 100% de elétricos para 2035, importante para redução de CO2, porém permitiria que fabricantes europeus dependessem menos da China para as baterias. A marca aposta em híbridos plugáveis e no hidrogênio tanto para motores convencionais quanto tração 100% elétrica.

Audi exibe seu novo carro-chefe elétrico, Q6 E-tron Sportback. VW, Skoda e Audi estão representadas por importadores franceses, sem presença oficial do grupo alemão. Alvo de críticas, Tesla tem um estande desorganizado e nem ao menos um tapete para separar os modelos.

Destaque das chinesas é o sedã BYD Sealion 7, SUV cupê elétrico que visa Tesla Model Y entre outros concorrentes.

Nivus 2025 chegará mais equipado e inclui mudanças no estilo

Será fácil reconhecer, mesmo de longe, o ano-modelo 2025 do compacto SUV cupê. As diferenças externas estão evidentes desde a nova grade, de dimensões avantajadas, contudo proporcionais, aos faróis estreitados. De perfil só rodas de 16 e 17 pol. mudam. Atrás, segue a fórmula de lanternas interligadas por barra iluminada de LEDs, além do novo para-choque com extrator estilizado.

No interior a VW procurou um acabamento apurado, a exemplo de material agradável aos olhos e ao tato. Evoluiu a central multimídia agora com internet a bordo na versão de topo Highline, mantida a tela de 10,1pol. Para a versão de topo, pacote de segurança inclui controle adaptativo de velocidade, além do indispensável alerta de colisão agregado à frenagem automática. Há ainda assistentes de ponto cego, saída de vagas, estacionamento e manutenção na faixa de rodagem.

Mantido o motor 1-L turbo flex, 128 cv (E)/116 cv (G), 20,4 kgf·m (E)/(G) com câmbio automático de seis marchas. Consumo será anunciado só em janeiro de 2025, quando ocorrerão as primeiras entregas. Veio também a esperada confirmação do GTS que agrega imagem forte ao modelo, apesar do preço alto não anunciado, provavelmente no segundo trimestre. Motor é o conhecido turbo flex 1,4-L, 150 cv/25,5 kgf·m de torque, etanol ou gasolina.

Pré-vendas já iniciadas para entregas somente em janeiro de 2025: R$ 136.990 e R$ 153.990.

Q8: boa presença com desempenho à altura do preço

É o maior e mais pesado (2.340 kg) entre todos os modelos da Audi. Imponência aparece logo nos quase 5 metros de comprimento (4.992 mm), largura (1.995 mm), entre-eixos (2.998 mm) e altura (1.697 mm). Um dos poucos com rodas de 23 pol., hoje maior diâmetro disponível no mercado e já a caminho para 24 pol. Porta-malas de 605 L impressiona. Para garantir viagens sem muitas escalas para abastecer dispõe de 85 litros no tanque. O SUV recebeu novos para-choques dianteiro e traseiro, grade e opção de faróis Matrix por R$ 26.000.

No interior acabamento e materiais são refinados com couro de alta qualidade e grande superfície do painel em preto brilhante. Os dois bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Há duas telas no centro do painel: ajuste do ar-condicionado e multimídia de 10,1 pol., mas esta deveria ser um pouco maior (pelo menos 12 pol.) para o nível do modelo. Atrás, além do amplo espaço para três passageiros, há saídas de ar-condicionado no console e nas colunas centrais.

Motor é um 3-litros V-6, 340 cv e 51 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 s, apenas 0,1s inferior ao BMW X6. Trata-se de híbrido básico com bateria de 48 V para um pequeno motor elétrico. Na viagem de avaliação, São Paulo a São Roque (SP), destaque para a rapidez das trocas de marchas do câmbio automatizado de sete marchas e duas embreagens. Destacam-se o eixo traseiro direcional e as suspensões pneumáticas que permitem ajustar altura de rodagem entre 40 mm para baixo e 50 mm para cima.

Preço: R$ 774.990.

Elétrico Equinox é caro, contudo bem completo

Fácil explicar preços tão elevados dos modelos elétricos importados. Na origem também são altos e aqui exige montar infraestrutura específica nas poucas concessionárias. Sem contar que, apesar do imposto de importação menor (até 2026), a taxação interna continua bem maior aqui. A desvalorização do real entra nessa conta. Nem mesmo a origem mexicana resolve porque este elétrico deixa de atingir índice de localização exigido no Mercosul. Por isso, os R$ 419.000 deram “choque” no lançamento, mas é 12% menor que o Blazer EV. A GM importará, ainda este ano, o Equinox a gasolina, segundo a revista Autoesporte.

O SUV tem estilo bem moderno e destaca-se pela sua frente limpa com elegante filete de LED de um para-lama a outro e um impressionante pacote de recursos. Traseira segue o mesmo conceito com as lanternas interligadas avançando sobre as laterais. Rodas igualmente bonitas. Porta-malas de 441 litros tem tampa aberta por aproximação, sem nenhum chute no ar. Dimensões apenas um pouco menores às do Blazer EV: 4.840 mm (C), 1.954 mm (L), 2.954 (E-E) e 1.646 (A). Há amplo espaço interno em especial para joelhos de quem vai no banco traseiro. Só plástico rígido nas portas traseira destoa dos bons materiais a bordo. Impressiona a tela multimídia de 17,7 pol.

Primeiro contato foi no campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP). Muito boa a alta capacidade regenerativa ao dispensar pisar no freio em condições de para-e-anda. Dois motores elétricos idênticos, atrás e à frente, totalizam 292 cv e 46 kgf·m com tração integral sob demanda. Aceleração é forte: 0 a 100 km/h em 5,8 s.

Importados caíram em setembro, todavia em alta no ano

Apesar da queda de 10,8% nos emplacamentos de veículos importados em setembro, com relação ao mês de agosto, a Abeifa, associação dos importadores, informa alta significativa de 192,9% no acumulado de janeiro a setembro. Os números de 2024 foram puxados por antecipação de compras em razão do aumento do imposto do imposto sobre elétricos e híbridos. No entanto, a base comparativa com 2023 é extremamente baixa e os percentuais vistosos, assim explicáveis.

Hoje há apenas nove associadas e nenhuma fabricante. BYD respondeu sozinha por 52,2% de todas as vendas em setembro. A marca chinesa comercializou 51.310 unidades de elétricos e híbridos de janeiro ao mês passado. Um pouco distante dos 120.000 carros previsto para entregar em 2024 (corrigiu depois para 100.000). A conferir em dezembro…

Marcelo Godoy, presidente da Abeifa, ponderou sobre a falta de pontos de carregamento. É um dos problemas a resolver dos elétricos no País. Atualmente somam 10.000 pontos públicos e semipúblicos. O consultor da área automobilística Milad Kalume Neto calculou 14 carros para cada carregador. Segundo ele, mesmo ao desconsiderar regiões pouco habitadas do Brasil, a Espanha tem 22 vezes mais carregadores: 220.000.

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Basalt chega com espaço generoso, motores competentes e design elegante

Na onda dos SUVs coupés, a Citroën lança um modelo bem interessante: o Basalt. Derivado da família C3, o veículo tem um design muito bonito, atraente e com um bom espaço interno.

O modelo chega em quatro versões: Feel, Feel Turbo 200, Shine Turbo 200 e a que marca o lançamento, a completa First Edition. A versão de entrada, a Feel, conta com motor de um litro, aspirado, com 75 cavalos com etanol e 71 a gasolina e torque de 10,5 e10 kgfm, respectivamente. O câmbio é manual de cinco marchas.

Já as demais versões têm motor de um litro turbo, com 130 cavalos quando abastecido com etanol e 125 com gasolina e 20,4 kgfm de torque. Nestas versões, a transmissão é CVT, que simula sete velocidades.

Preço
Citroën Basalt – R$ 89.990,00

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