Peugeot

Nova Fiat Titano chega na segunda quinzena de março

A Fiat dá mais um grande passo para dominar o mercado de picapes no Brasil. Na liderança em seus segmentos com as picapes Toro e Strada, agora entra pesado no segmento de picapes médias e vai bater de frente principalmente com a Ford Ranger, Toyota Hilux e Chevrolet S10. Isso porque as vendas da Nissan Frontier, apesar de ser um bom produto, são insignificantes.

Tendo como base um projeto que não foi para frente para o mercado brasileiro, a picape Peugeot Landtrek, que a marca francesa desenvolvia em parceria com a chinesa Chagan antes de virar Stellantis, a Titano vai medir mais ou menos 5,30 metros de comprimento, 1,96 m de largura, 1,82 m de altura e 3,18 m de entre-eixos. A capacidade de carga será de mil quilos.


A nova picape vai ser produzida no Uruguai, onde já é produzido o furgão Scudo.  Assim como a Landtrek, a frente é imponente com uma enorme grade na dianteira, frisos cromados e faróis afinados e envolventes.

O motor de lançamento será o 2,2 litros, turbo diesel com 200 cavalos e 45,9 mkgf e transmissão automática de seis velocidades. A tação terá a opção de 4X4.  A picape ainda terá as opções de vários modos de condução, bloqueio do diferencial traseiro, auxilio de saída em rampa e controle eletrônico de descida.

Com várias versões a Titano deve chegar com preço inferior ás concorrentes diretas.

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Grupo Stellantis compra 70% da campineira DPaschoal

A Stellantis, marca que é proprietária das Fiat, Jeep, Peugeot, Citroen, entre outras, adquiriu 70% do controle acionário da DPaschoal (DPK, KDP, AutoZ, Maxxi Trainning, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel). Com mais 74 anos no mercado e mais de 2.800 funcionários, a empresa campineira de serviços automotivos especializados tem 128 lojas em quatorze estados, além de 28 centros de distribuição de pneus e peças.

A Stellantis pretende aumentar o numero de lojas, já que os proprietários das concessionarias das várias marcas vão, no futuro, poder abrir “franquias”. Além disso, a nova proprietária pretende internacionalizar a empresa de serviços.

Com a aquisição, a marca entra num negocio de peças de reposição que gira em torno de 61 bilhões de reais e amplia a sua a participação no mercado de pós-venda e serviços multimarcas no Brasil. A operação também entra num mercado que as concessionárias pouco atendem, que são os modelos que já não dispõem de garantia e procuram as oficinas independentes.

A operação está em linha com o objetivo estratégico de expansão regional, além de fortalecer a capacidade para responder às demandas mais complexas dos consumidores.

“Avançamos como uma mobility tech company, uma empresa capaz de atender a todas as necessidades de mobilidade e serviços de nossos clientes”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul. “Essa é uma das metas do plano estratégico global de longo prazo da empresa, o Dare Forward 2030 e, com essa aquisição, a Stellantis torna-se o maior distribuidor de autopeças na América do Sul. É um passo coerente que se soma à recente aquisição da Norauto na Argentina, empresa especializada na comercialização de produtos e serviços automotivos”, exemplifica Cappellano.

A DPaschoal encerrou 2023 com o faturamento de R$ 2,6 bilhões. O ex-proprietário da empresa Luís Norberto Pascoal, manterá os 30% restantes das ações da companhia e seguirá como vice-presidente do conselho de administração.

“O Brasil é um dos mercados automotivos mais promissores do mundo e, por esta razão, a Stellantis estabeleceu um plano de expansão regional, a fim de aumentar sua capacidade de atendimento ao consumidor ao longo de sua jornada. Com essa aquisição, será possível atender aos clientes de todas as marcas de veículos em suas necessidades de mobilidade segura, acessível e sustentável”, explica Paulo Solti, vice-presidente de Peças e Serviços da Stellantis América do Sul.

Mercado

O mercado de autopeças movimentou mais de R$ 96 bilhões na América do Sul em 2022. Só no Brasil, o setor transacionou mais de R$ 61 bilhões no período. Desse montante, 20% equivalem a peças originais (OEM) e 80% correspondem a peças de fabricantes independentes no mercado de reposição e pós-vendas (IAM).

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Citroën C3 Aircross é a nova opção familiar com 7 lugares

A marca Citroën passa por uma grande renovação desde o lançamento do C3 hatchback no ano passado. Agora, chega a versão denominada pela marca de SUV, o Aircross e futuramente mais algumas versões “derivadas” do C3.  Com várias qualidades, o novo modelo francês se destaca pela opção de 5 e 7 lugares.


Nessa faixa de mercado só tem a cansada Chevrolet Spin, portanto, o modelo chega para atender uma grande parcela do mercado nacional carente por um carro familiar mais atual. Futuramente, o novo Citroën vai ganhar um concorrente de peso, também francês: o Renault Kardian.

O Aircross chega com três opções de acabamento, Feel, Feel Pack e Shine, mas apenas uma versão de motorização e transmissão. Pelo menos, por enquanto.

Os preços começam em R$ 109.990,00, nas vendas pela pela internet e vai até R$ 129.990,00 na versão mais completa.

Produzido na fábrica da marca em Porto Real, no Rio de Janeiro, o C3 Aircross será exportado para diversos países da América Latina, mas o principal mercado será o brasileiro.

Levando em conta que é um veículo familiar, o novo C3 Aircross tem boas dimensões e um generoso espaço interno. Com 4.320 mm de comprimento, 1.720 mm de largura, 1.663 mm de altura e 2.675 mm de entre-eixos, o Aircross proporciona um bom espaço para os passageiros.

Por ter a opção de duas ou três fileiras de bancos, o C3 Aircross tem tamanhos de porta-malas diferentes. Com 5 lugares a capacidade é de 493 litros, mas se tiver todos os bancos removidos pode ultrapassar 100 litros. Já na versão com sete lugares, a capacidade cai bastante, e por conta disso a marca não divulgou o tamanho.


Outro destaque é a abertura das portas traseiras, que facilitam muito o acesso á terceira fileira.

Por dentro, o SUV conta com o interior agradável em duas cores e bancos em tecido. O painel de instrumentos é digital de 7 polegadas, customizável, e com a opção de seis telas e duas opções de cores.

Nele, o motorista pode acompanhar diferentes parâmetros do veículo e dispõe do exclusivo Ecodriving. Esse sistema analisa a forma em que o veículo está sendo conduzido para entregar máximo de eficiência.

A informação é apresentada de duas maneiras, sendo uma na tela principal do painel digital, ao redor do velocímetro, e outra por meio de uma folha no canto do quadro de instrumentos, que muda de cor conforme o veículo chega à melhor economia de combustível.

O veículo conta com o Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio com cinco conexões USB, na primeira, segunda e terceira fileira de bancos. Tudo pode ser comandado na tela central de 10 polegadas 10 polegadas.

Em termos de conforto, o Aircross vem com controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa, airbags laterais, assistente de frenagem de emergência, câmera e sensor de ré, ar-condicionado reforçado, direção com assistência elétrica progressiva inteligente e controlador de velocidade com limitador integrado.

Motor turbo

O Citroën C3 Aircross é equipado com o competente motor já utilizado em modelos da Fiat e Peugeot: o 1,0 litro, turbo flex de três cilindros, oferece 130 cavalos de potência quando abastecido com etanol e 125 cavalos a gasolina e torque de 20,4 kgfm, com qualquer dos dois combustíveis.

Assim como a motorização, o modelo familiar conta apenas com uma única versão de transmissão, uma CVT com possibilidade de “trocas” manuais, que simula sete marchas e tração dianteira.

Segundo a marca, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e tem a velocidade máxima de 191 km/h. O consumo é de 7,4 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol. Já com gasolina, o consumo chega a 10,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

Preços:
Citroën C3 Aircross Feel: R$ 109.990,00;
Citroën C3 Aircross Feel Pack: R$ 119.990,00;
Citroën C3 Aircross Shine Pack: R$ 129.990,00

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Fiat Fastback Abarth além de bonito, tem bom desempenho e estabilidade é equilibrado e veloz

Depois de encantar o mercado nacional com o elegante Fastback, a Fiat agora apresenta a sua versão esportiva do modelo. As versões esportivas, Abarth, Stilo, 500 e Pulse, continuam uma história de sucesso que a marca italiana sempre teve no Brasil.


Por aqui, a trajetória dos “esportivos” derivados dos modelos normais de produção começou a ser contada com o 147 Rallye e se seguiram os Unos 1.5R e 1.6R, Oggi CSS, Tempra e Marea Turbo etc.

Agora, a Fiat adota a famosa marca Abarth para registrar os seus modelos com apelo esportivo. E depois do competente Pulse, vem o Fastback. E o modelo é realmente emocionante.

A Abarth era uma oficina de preparação de automóveis de competição, que utilizava modelos de várias marcas. Fundada em 1947, a empresa de Carlo Abarth se destacou e em 1971 a Fiat comprou a preparadora. Nascido em 15 de novembro, o italiano adotou como símbolo o escorpião.

Totalmente desenvolvido no Brasil, Fastback Abarth mantém as linhas harmoniosas do SUV Coupé, mas com um toque esportivo muito legal.
Sem opcionais, traz ampla lista de equipamentos de série, como escapamento duplo esportivo, central multimídia de 10,1″ com serviços conectados, paddle shifters, ADAS (sistemas avançados de assistência à direção), freio de mão eletrônico com Auto Hold e wireless charger (carregador por indução).

Performance 

O Fastback realmente foi picado pelo escorpião. Equipado com o motor 270 Turbo, o modelo oferece 185 cavalos e torque máximo de 270 Nm. O Fastback Abarth acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 220 km/h. O modelo oferece uma relação de peso-potência de 7,0 kg por cavalo.

A transmissão automática é de seis marchas e três modos de condução. As trocas também podem ser manuais na alavanca ou nos paddle shifters (câmbio borboleta) atrás do volante.

Usando a plataforma MLA dos demais Fastback e Pulse, o modelo Abarth ganhou ajustes específicos, como a calibração do motor e do câmbio, oferecendo trocas mais rápidas e esportivas.

Mas sem dúvida, além do design e outras coisinhas mais, o destaque foi o acerto que a Fiat conseguiu nas suspensões, garantindo uma boa estabilidade e dirigibilidade, com menor rolagem e menor altura de solo (5 mm a menos em relação ao Fiat Fastback normal, mas poderia ter baixado um pouco mais). As molas ficaram mais rígidas e os amortecedores até 21% mais eficientes.

Já a suspensão dianteira ganhou nova geometria, o que garantiu uma melhor dirigibilidade. Para melhorar o conjunto, as rodas 18 polegadas estão calçadas com pneus 215/45 R18 mais aderentes.
Também houve alterações no sistema de exaustão, com escape duplo bilateral e ronco mais grosso.

Para garantir mais esportividade, no volante, o modelo Abarth conta com o botão vermelho Posion. Isso aumenta o endurecimento da direção, otimiza o torque, recalibra o câmbio permitindo trocas e reduções mais ágeis e antecipa o engate da marcha mais apropriada para retomar a aceleração.

Os controles de tração e estabilidade se tornam menos intrusivos, oferecendo uma direção ainda mais esportiva. Aliás, os freios a disco na frente e a tambor atrás são a nota triste. Apesar de pararem em espaços bem aceitáveis e serem bem seguros, por ser um esportivo, o modelo merecia freios a disco nas quatro rodas.

Dentro

Muito confortável por dentro e bem acabado, o Fastback Abarth dispõe de uma plataforma de serviços conectados, Connect////Me, que oferece mais de 30 funcionalidades, para tornar a experiência de condução ainda mais completa e interativa.

O painel de instrumentos com cluster digital de 7 polegadas é específico para a versão Abarth, com informações como pressão do turbo, força G e potência na tela principal. No meio, a central multimídia de 10.1 polegadas tem diversas possibilidades de entretenimento e conectividade a bordo.

Para completar, tem Android Auto e Apple Carplay. Além disso, o modelo conta ainda com um carregador de celular por indução e entradas USB-A e USB-C.


O novo SUV da Abarth também possui recursos de segurança, como os ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) que incluem alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa com correção ativa e comutação automática do farol alto.

Esses itens são capazes de prevenir ou minimizar impactos em situações de risco, aumentando a segurança dos ocupantes do veículo.
Além disso, o carro conta com o ESP (Electronic Stability Program), que garante maior estabilidade e segurança na condução; sensor de chuva e luminosidade, que ajusta automaticamente os faróis e os limpadores de para-brisa de acordo com as condições climáticas.

O ABS com EBD (Antilock Braking System com Electronic Brakeforce Distribution) é outro recurso que contribui para a segurança no veículo, garantindo uma frenagem mais eficiente e segura.

O Fastback Abarth conta ainda com ar-condicionado automático digital, faróis e lanternas full LED, keyless Entry’nGo com partida remota, freio de estacionamento eletrônico automático com Auto Hold e airbags frontais e laterais de tórax e cabeça para motorista e passageiros.

Reposicionamento

Com a chegada do Fastback Abarth, houve um novo posicionamento de preço na gama. O preço sugerido da versão Limited Edition Powered by Abarth foi reduzido em R$ 8.000.

Preço
Fiat Fastback Abarth R$ 159.990,00 

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Jeep Grand Cherokee chega ao Brasil mais tecnologico e luxuoso

Em janeiro de 1992, debaixo de um frio de 10 graus negativos, o Jeep Grand Cherokee entra no North American International Auto Show (Salão Internacional de Detroit) quebrando as portas de vidro e criando grande alvoroço na mais importante amostra automotiva do mundo (naquela época). O modelo também criou um novo segmento e virou um sucesso de vendas em todo o mundo.

1993 Jeep Grand Cherokee at the 1992 North American International Auto Show

Com motor V8 de 5,9 litros, o modelo era muito potente, luxuoso, mas tinha um consumo altíssimo. Foi o primeiro SUV equipado com um airbag lateral para o motorista e vinha com três sistemas de tração: Command Trac, Selec-Trac e Quadra-Trac.

O modelo chegou ao Brasil em 1994, quando o Brasil abria seu mercado para as importações. A versão Limited na cor preta e dourada era a mais procurada pelos consumidores endinheirados. Afinal, por aqui, poucas opções nesse segmento.

Tinha algumas unidades da Ford Explorer. Vendo que o mercado era promissor, a General Motors do Brasil lança em 1995 a Chevrolet Blazer. Derivada da picape S10 e bem menos sofisticada que a versão americana, a concorrente nacional, tendo em vista diferença de preço, chegaria em 1999 com a versão Executive, V6 e tração 4X4.

Segunda geração

O sucesso continuou com a segunda geração da Grand Cherokee em 1998. Com design ainda mais moderno e atualizado, a Jeep trouxe mais melhorias ao modelo. Incluindo uma suspensão melhorada e novos motores, como o V8 de 4.7 litros. Um pouco mais econômico. Uma das novidades era o sistema de tração nas quatro rodas, Quadra-Drive, que proporcionava transferência de torque progressiva e sensível à velocidade, mantendo o veículo em movimento com tração mínima.

Também havia uma nova transmissão, controlada eletronicamente, que produziu mudanças mais suaves e melhorou a economia de combustível.

Terceira geração

Mais uma vez renovado, o Grand Cherokee 2004 ganhou novidades tanto por dentro, como por fora. Essa geração trazia um design novo e mais atlético, com um interior mais luxuoso e tecnológico, três novos sistemas de tração integral, novos motores, suspensão totalmente nova e muito mais.

A terceira geração do modelo possuía dois novos motores: um V6 de 3,7 litros e o renomado HEMI V8 de 5,7 litros, que pela primeira vez equipava um Jeep. Além disso, havia três sistemas 4×4 exclusivos, o Quadra-Trac I, Quadra-Trac II e o Quadra-Drive II.

Também trazia sistema de entretenimento no banco traseiro, mais precisamente, composto por DVD player montado no console central, monitor LCD suspenso, controle remoto sem fio e dois fones de ouvido sem fio, que garantiam a diversão dos passageiros no banco traseiro.

Quarta geração

Depois de vender 4 milhões de unidades, o modelo 2011 do Grand Cherokee, era realmente um modelo novo.

Nesta geração, o SUV melhorou o seu desempenho e dirigibilidade. Uma das novidades era o Quadra-Lift, que oferecia a lendária capacidade off-road da Jeep, juntamente com o novo sistema Selec-Terrain, que permite escolher o sistema que melhor se adaptava às condições de condução com base no tipo de terreno. Além disso, os novos sistemas de suspensão independente na dianteira e na traseira proporcionavam uma melhora no conforto.

Também havia mais de 45 recursos de segurança e proteção, como controle eletrônico de estabilidade (ESC) recurso de partida remota do motor, sistema de detecção de ponto cego/cruzamento, Cruise Control Adaptativo e outros.

Quinta geração

A quinta geração, que está chegando ao Brasil, é sem duvida a mais refinada de todas. Além da capacidade 4×4, a Grand Cherokee 4Xe 2024 chega com muito conforto, tecnologia embarcada e motor híbrido plug-in.

 

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Com motor turbo de 130 cavalos, Peugeot 208 fica ainda melhor

Com a linha mais completa do segmento B hatch, o Peugeot 208 acaba de ganhar mais uma opção de motor. O competente turbo deixa o 208 ainda mais agradável e gostoso de dirigir.

Outra boa notícia é que com essa motorização, o modelo fica mais 2% barato devido à alíquota menor do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), de acordo com as metas estabelecidas pelo programa Rota 2030.

Disponível em tres versões, Allure, Style e Griffe, todas com uma boa quantidade de itens de série e pacotes complementares.

Motor

Produzido no Brasil e com mais de 1 milhão de quilômetros rodados em avaliações, o motor 1,0 litro turbo equipa vários modelos da Fiat e está sendo estendido para outros modelos do grupo Stellantis.

O motor, com turbo, desenvolve 130 cavalos e nada menos que 200 Nm de torque máximo já disponível a 1.750 rpm. A transmissão é uma CVT que simula sete velocidades.


Mesmo sendo um câmbio CVT, a fabricante achou um equilíbrio muito bom. O resultado é um modelo com um desempenho muito bom e prazeroso de dirigir, mesmo em uma “tocada” mais esportiva.

No modo Sport, o 208 Turbo fica ainda mais afoito e tem a possibilidade da troca de marchas na alavanca seletora no console central. Aliás, é a primeira vez que um carro da Peugeot brasileira é equipado com esse tipo de transmissão.

Para receber o motor mais potente, a marca recalibrou toda a suspensão dianteira. O comportamento dinâmico deixou o modelo muito equilibrado, com maior controle de rolagem.

Durante a avaliação, numa estrada muito sinuosa, foi possível ver o quanto o modelo ganhou em dirigibilidade e segurança. Os freios também foram reavaliados pela engenharia, ganhando novas pinças. Entre várias melhorias, o ar-condicionado ficou mais eficiente com um compressor maior.

Versões

A primeira versão, Allure Turbo 200, conta com todos os itens da versão Active 1.6, como central multimídia Peugeot Connect 10,3” com conexão wireless (Android Auto e Apple CarPlay), ar-condicionado automático e digital, direção com assistência elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, volante Sport Drive com comandos de som, sensor de estacionamento, câmera de ré, controles de tração e de estabilidade, DRL em LED e as novas rodas Kanobi aro 16” com acabamento Black Diamond.

O modelo ainda pode receber teto panorâmico, carregador por indução, iluminação interior traseira, revestimento em couro para volante, painel de porta, bancos e apoio de braço para o motorista com o pacote opcional Excellemce. O pacote também adiciona o Peugeot Entry n’ Go (ADML) entre os itens do veículo.

O sistema possibilita travamento/destravamento do veículo por aproximação e partida/parada do motor com acionamento através do botão Start/Stop.

Já a série especial Style, sucesso de vendas na versão 1,0 aspirada, ganha protagonismo também na gama com motor Turbo 200. Com pacote completo da versão Allure + Pack Excelence, o modelo conta ainda com Visiopark 180º, ponteira cromada e as novas rodas Bronx aro 17 com acabamento dark grey diamond. Há ainda faróis full LED e teto panorâmico, outra exclusividade entre os hatches compactos comercializados atualmente no Brasil.

O Style Turbo também possui detalhes únicos como os bancos em tecido, couro e alcantara, com interior escurecido, pedais esportivos em alumínio e tapetes bordados.

O pacote tecnológico da série especial inclui ainda o i-Cockpit 3D, com um cluster 3D em que as informações principais são projetadas em uma terceira camada, como se flutuassem diante dos olhos do motorista. A mágica acontece por meio da interação de duas telas e foi desenvolvida para oferecer conforto visual em qualquer condição de luminosidade.

O interior escurecido conta com costuras na cor azul, combinadas a proposta tecnológica e moderna do 208 Style Turbo. É o típico ambiente que fica bem na foto, principalmente se o passageiro recolher o forro do teto panorâmico para aumentar a entrada de luz na cabine. E não é preciso se preocupar com a bateria do smartphone após as selfies, basta utilizar o carregador por indução para fazer a recarga sem precisar de fios.

O portfólio do Peugeot 208 na linha 2024 se completa com o Griffe Turbo. A versão topo de gama conta com todos os itens da versão Allure com o pacote opcional Excellence e adição de itens como 6 airbags, sensor de chuva e luminosidade, visiopark 180°, i-Cockpit 3D, ponteira cromada e driver assist, que consiste em auxílios a condução com: alerta de colisão, frenagem de emergência automática, auxílio de farol alto, reconhecimento automático de sinalização de velocidade, detector de fadiga, alerta e correção de permanência em faixa.

Um dos diferenciais tecnológicos presentes no modelo é o Visiopark 180°. Trata-se de um sistema que aumenta a segurança e a praticidade na hora de entrar e sair de vagas. Ao engatar a ré, a tela da central multimídia exibe a imagem do carro e de seu entorno, como se houvesse um drone filmando a manobra. Muito útil.

Confiance

Durante anos, a marca francesa sofreu um injusto preconceito em relação aos seus modelos. Muito em função dos modelos importados, que não estavam bem calibrados para os terríveis pisos brasileiros. Porém, os modelos produzidos no Brasil, principalmente nos últimos anos, são muito bem construídos e confiáveis.

E a maior prova disso é o lançamento do programa Peugeot Confiance, que oferece serviços e benefícios focados no que o cliente valoriza.

A nova plataforma Confiance sintetiza o compromisso da marca com os seus produtos e com o cliente. Além do atendimento imediato pelo WhatsApp, a Peugeot dá  três anos de garantia e três revisões – 10 mil, 20 mil e 30 mil km ou 36 meses – pelo preço de uma. Outras vantagens do programa são os serviços de assistência 24h, com veículo reserva, hospedagem e reboque gratuito.

Preços
Peugeot 208 1,0 Turbo 200
Allure – R$   99.990,00
Style –  R$ 109.990,00
Grtiffe – R$ 114.990,00

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Fiat 500e é muito bem acabado e tem bom desempenho, mas a autonomia é pequena

A venda de veículos elétricos ainda é insignificante e o uso se restringe ao uso urbano. A falta de autonomia, pouquíssimos pontos de abastecimento e o preço são os responsáveis pela baixa demanda.

Apesar das dificuldades, para quem quer um city car muito divertido, com muito bom acabamento e sem poluir nada, o Fiat 500e é uma excelente opção. Depois que você tem contato com o pequeno da marca italiana, fica apaixonado.

O Fiat 500 é uma reestilização de um sucesso de vendas mundial dos anos 1950 e o foi lançado em 2007. Virou uma febre mundial. Compacta e muito atraente, a versão elétrica ganhou novas lanternas e faróis de LED, maçanetas embutidas e rodas de 17 polegadas muito elegantes. Em versão única, a Icon, topo de linha na Europa, tem acabamento muito sofisticado e uma generosa lista de equipamentos.

Entre alguns destaques estão o teto solar panorâmico, chave presencial, farol alto automático, ACC, retrovisores com desembaçador e freio de estacionamento elétrico.

Dentro

Por mais que tenha sido atualizado, ao entrar logo se identifica que está num 500. O espaço e o visual são muito semelhantes aos do 500 à combustão. O painel é muito agradável e completo. Além do quadro de instrumentos, o modelo tem mais uma tela de 7 polegadas com todos os ajustes necessários para agradar o motorista. Porta objetos, o pequeno tem bastantes, e como não tem câmbio, o meio fica mais livre.

Os confortáveis bancos dianteiros e a possibilidade de ajustar a altura contribuem para uma condução muito prazerosa. No banco traseiro cabem duas pessoas de estatura média.

Um detalhe muito interessante: para abrir a porta, tanto do lado de fora, como por dentro, basta apertar um botão. Muito legal e divertido.

Esperto

O Fiat 500e é muito ágil e ligeiro no trânsito urbano. Após apertar o botão que aciona o motor elétrico, é necessário apertar uma das três teclas do seletor do painel central. Esse tipo de seletor, muito mais prático, não é novidade, já era muito utilizado nos carrões norte-americanos dos anos 1950 e 1960. No uso do dia-a-dia, o certo é apertar o Normal.

O motor elétrico tem 118 cavalos e 22,4 kgfm de torque. Apesar de não ser muito potente, o 500e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atinge a máxima de 150 quilômetros por hora, limitada eletronicamente.

Com o seletor no modo Range, em que a regeneração é bem maior, é possível dirigir o Fiat 500e usando só o pedal do acelerador, já que a recuperação de energia freia o modelo.

Já o modo Sherpa deve ser utilizado quando se está com pouca bateria e precisa chegar a um ponto de abastecimento. Nesse modo, o 500e desliga o ar-condicionado e a velocidade fica limitada a 80 km/h. Vale lembrar que nos veículos elétricos, se a bateria chegar ao final, o carro para. E a única solução é rebocar.

Diferentemente do que é divulgado, a autonomia é de pouco mais de 220 quilômetros, lembrando que na estrada ele consome mais que na cidade e não tem regeneração dos freios com tanta frequência. Assim, tem que se planejar se for pegar uma estrada.

Para completar a bateria num eletroposto ultrarrápido, são mais ou menos 50 minutos, mas na energia caseira de 220 volts, a demora é de mais de 15 horas.

A estabilidade do pequeno italiano é muito boa e passa confiança mesmo em curvas mais ousadas. Os freios são outro ponto muito positivo, parando o modelo em espaços curtos e sem desvios.

Economia 

Como city car, o 500e é muito econômico e vale a pena. Levando em conta que uma pessoa roda menos de 40 quilômetros por dia numa grande cidade, é possível ficar uma semana sem abastecer. Hipoteticamente, uma recarga de energia ficaria em torno de R$ 30,00. A gasolina custaria cinco vezes mais.

Preço
R$ 225.000,00

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Futurista, Santos Dumont importou o primeiro automóvel do Brasil

No último dia 20 de julho, o genial Santos Dumont comemoraria 150 anos do seu nascimento. Muito à frente do seu tempo, Santos Dumont foi realmente o pai da aviação e um criador de inventos. Em 1898, criou o primeiro dirigível da história. Com 25 metros de comprimento, era movido à gasolina.

Anos depois, pediu a Louis Cartier que desenvolvesse o relógio de pulso, com o objetivo de controlar o tempo dos seus voos. O brasileiro também criou o chuveiro de água quente a partir de um balde e o primeiro ultraleve, o Demoiselle, em 1907.

Porém, a maior invenção foi o 14 Bis. Com 10 metros de comprimento, 4 metros de altura, 12 metros de envergadura e 205 quilos, o 14-Bis impressionou quando em 1906 realizou o primeiro voo em Paris.

Em 23 de julho de 1932, aos 56 anos, Dumont se suicidou com esclerose múltipla e depressão.

Automóvel

Por ser usuário de automóveis na Europa, onde passava o seu maior tempo, foi responsável por trazer o primeiro veículo movido à combustão para o Brasil. Na época, os veículos da Peugeot e Citroën eram a sensação. E foi um Peugeot Type 3 Vis-à-Vis que ele importou.

“Minha experiência de automobilista serviu muito para as minhas aeronaves”, diz Alberto Santos Dumont na autobiografia “Os Meus Balões”. É nesse livro que o aviador conta seus sonhos e aventuras na terra e no ar.

A saga da marca Peugeot no mundo da mobilidade carrega mais de 150 anos. No Brasil, apesar de ter recentemente completado 30 anos de atuação oficial no setor automotivo, há registros bem mais antigos – a começar pelas bicicletas da empresa, que se tornaram famosas por aqui logo após o lançamento na Europa, no fim do século XIX.

Mas o assombro desembarcou sobre quatro rodas em 1891, quando Santos Dumont, então com 18 anos, viajou com a família para a França. Foi lá que conheceu as primeiras criações de Armand Peugeot (1849-1915.

“Os automóveis eram ainda raros em Paris em 1891. Tive de ir à fábrica de Valentigney para comprar minha primeira máquina, um Peugeot de estrada de três e meio cavalos de força”, conta o pai da aviação em seu livro.

O carro importado, um Peugeot Type 3 Vis-à-Vis, teve apenas 64 unidades produzidas entre 1891 e 1894.

“Era uma curiosidade. Nesse tempo não existia ainda nem licença de automóvel nem exame de motorista. Quando alguém dirigia a nova invenção pelas ruas da capital, era por sua própria conta e risco”, relata Santos Dumont sobre suas primeiras voltas de carro pela França.

A família do então jovem aviador foi uma das primeiras a receber o automóvel francês em novembro de 1891, vindo de navio e desembarcado no Porto de Santos, o que comprovava o prestígio daqueles que, na época, figuravam entre os maiores produtores de café do Brasil.

Conhecido na França como Voiturette, o Type 3 era movido à gasolina e tinha 3,5 cavalos de potência máxima. Essa configuração permitia ao carro alcançar os 18 km/h de velocidade máxima.

Depois do Type 3, Santos Dumont importou o Phaeton Type 15, datado de 1897. O modelo não possuía volante, apenas uma alavanca para virar à direita e à esquerda. Para garantir a combustão dentro do motor, possuía duas barras de metal na traseira que eram aquecidas até ficarem incandescentes.

“Daí em diante, tornei-me adepto fervoroso do automóvel. Entretive-me a estudar os seus diversos órgãos e a ação de cada um. Aprendi a tratar e consertar a máquina”, diz Santos Dumont em sua autobiografia.

 

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Peugeot 100% elétrico e-2008 tem redução de preço

Assim como outras marcas importadoras de veículos elétricos, a Peugeot também baixou o preço do e-2008. A oferta é válida para compras via internet ou em qualquer uma das 3concessionárias. O preço passa de R$259.990,00 por R$209.990,00.

O modelo conta com um motor 100% elétrico que entrega 26,5 kgfm de torque e 136 cavalos de potência, com três diferentes modos de condução à disposição do condutor. Com 50 kWh de capacidade, a bateria de alta performance garante ao novo e-2008 uma autonomia 234 quilômetros.

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Lançado em 1969, Peugeot 504 Coupé ainda mantém um design atraente

Diferente de hoje em que todos os modelos estão com linhas muito semelhantes, ao ponto do consumidor muitas vezes ter dificuldade de diferenciar a marca de alguns veículos, no passado a criatividade e beleza eram o diferencial. Havia mais criatividade e as marcas se diferenciavam com muita facilidade.

Entre diversos modelos, o Peugeot 504 Coupé é um deles. Apresentado oficialmente no Salão do Automóvel de Genebra, em 1969, vinha de uma família completa, desenhada pelo Studio Pininfarina. Eram quatro irmãos: picape, sedã, coupé e o conversível.

O modelo dispunha de duas motorizações: um com motor quatro cilindros de dois litros e 100 cavalos e outro um V6 de 2,7 litros que entregava 136 cavalos.

O modelo teve sua produção encerrada em 1983, mas deu lugar o outra obra prima da marca francesa, o 406 Coupé.

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