Nivus

Nova picape da Volkswagen vai substituir a Saveiro

Segunda picape pequena do mercado nacional, – a primeira foi a Fiat 147 Pick-up, a Volkswagen Saveiro vai ser descontinuada no ano que vem. Lançada em 1982 e com quase 2 milhões de unidades produzidas, a Saveiro vai ser substituída pela Tukan. Maior que a pequena picape atual, a Tukan vai entrar numa faixa de mercado entre as concorrentes Fiat Strada e Toro.

O novo modelo, que será fabricado na planta da Anchieta em São Bernardo do Campo (SP), vai ser o primeiro produto eletrificado da marca alemã. Tendo como base a plataforma do T-Cross, a Tukan terá duas motorizações. As versões mais sofisticadas terão o motor de 1,4 litro, turbo, e na versão de entrada, o propulsor 1,6 litro,16v aspirado.

A Tukan vai gerar dois novos SUVs em 2027, que dão nascimento às novas gerações do Nivus e T-Cross. O Taos deixa de ser importado do México. Curiosidade: o nome Tukan foi escolhido tendo como base o pássaro tucano, mas “editado” para ter mais facilidade de pronúncia em outros mercados latino-americanos

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Bonito e moderno, o Nissan Kait é a versão de entrada da linha Kicks

Numa “sacada” inteligente, a Nissan substituiu o cansado Kicks Play pelo Kait, com design moderno e muito atual. Depois do lançamento do novo Kicks em julho deste ano, que desde o lançamento em 2016 só recebia pequenas mudanças estéticas, o Kicks Kait é, na verdade, o modelo antigo com uma frente e uma traseira novas.

A lateral, motor e o interior foi herdado do Play. Produzido no Complexo Industrial da Nissan, em Resende-RJ, o Nissan Kait vai ser comercializado em 20 países da América do Sul e Central. Em outra decisão interessante, a nova versão de entrada chega com o mesmo preço do anterior: R$ 117.990. O nova versão chega com quatro opçõe4s de acabamento e equipamentos.

Moderno

Com linhas até mesmo arrojadas para os padrões de design japonês (normalmente mais conservador) o Kait tem uma frente moderna e faróis afilados com o DRL obrigatório e em full led. O capô, semelhante ao do novo Kicks, tem vincos pronunciados nas extremidades e transmitem imponência.

Já a traseira conta com uma elegante tampa (inspirada do icônico modelo da marca, o Patrol), com novas linhas mas manteve o mesmo vidro, e lanternas de led que são ligadas por uma barra em piano black, o que dá um visual muito agradável.

Todas as versões do Nissan Kait contam com rodas de liga leve aro 17, que vêm equipadas com pneus 205/55. Nas versões Advance Plus e Exclusive elas têm design com estilo mais esportivo, batizado de “blades” (lâminas).

Espaçoso

Apesar de ser mais do mesmo, o espaço interno do Kait é um dos destaques em seu segmento: 4,30 m de comprimento, 2,62 m de entre eixos e porta-malas de 432 litros.

O painel de instrumentos digital de 7 polegadas e 100% personalizável, na versão mais sofisticada. De acordo com a versão, é adotado um tipo diferente de material de revestimento, sendo que, no topo de linha Exclusive, os bancos têm acabamento premium de dois tons e costuras com cor contrastante.

O novo suv vem com um bom pacote de itens de segurança, que fica mais sofisticado dependendo na versão. Entre os itens estão o monitoramento que ajuda a evitar colisões Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), Alerta de Ponto Cego (BSW), Alerta de Colisão Frontal (FCW), Alerta Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDW), Assistente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDP); Assistente Inteligente de Frenagem e Detecção de Pedestre (P-FEB) e o Controle de Cruzeiro Adaptativo de Velocidade e Distância (ICC). O Kiat ainda conta com  seis airbags e a  estrutura do assoalho ‘Anti-Submarine’, que ajuda a manter a posição dos passageiros atrás e a evitar o deslizamento deles pelo cinto de segurança em uma colisão.

Tecnologia

A conectividade do Nissan Kait, nas versões Advance Plus e Exclusive, vem multimídia de 9 polegadas. O equipamento tem tela sensível ao toque com resolução de 1024 a 600 pixels, além de contar com processador de som AK7604, da AKM, para produzir um áudio de alta qualidade. Com conexão sem fios, Apple Car Play e Android Auto, a multimídia permite ainda que sejam reproduzidos vídeos, músicas e outros conteúdos do telefone e também da nuvem, além de funcionar com reconhecimento de voz.

Motorização

O Kait vem equipado com o mesmo powertrain utilizado nos antigos Kicks. O motor 1,6 litro de 16V com a caixa de transmissão CVT. Com etanol esse motor oferece 113 cavalos de potência a 5.600 rpm e torque de 15,2 kgfm a 4.000 rpm. Já quando abastecido com gasolina, ele tem 110 cavalos a 5.600 rpm e 14,9 kgfm a 4.000 rpm.

Apesar de manter a engenharia do modelo anterior, o novo tem eixo traseiro, amortecedores, molas e amortecedores desenvolvidos especificamente para ele. A suspensão dianteira independente é MacPherson com barra estabilizadora.

Preços
Active: R$ 117.990;
Sense Plus: R$ 139.590;
Advance Plus: R$ 149.890;
Exclusive: R$ 152.990.

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Coluna Fernando Calmon — Salão de Munique marca a volta de híbridos e a combustão

Coluna Fernando Calmon nº 1.369 — 16/9/2025

Salão de Munique marca a volta de híbridos e motores a combustão

Quem imaginava o declínio avassalador dos salões de automóveis se deparou com um fenômeno interessante no Salão de Munique, encerrado no domingo passado. Claro que não se compara aos tempos de opulência do Salão de Frankfurt, de longe o maior do mundo em número de expositores e que rivalizava com de Paris em termo de visitantes. Munique demonstrou que fabricantes europeus voltaram com força e passaram a desafiar marcas chinesas que aproveitaram a “onda elétrica” para atrair os visitantes.

Carros elétricos sempre chamam atenção pela novidade e em Munique não foi diferente. Os alemães destacaram-se com o BMW iX3, Mercedes-Benz GLC EQ, VW ID.Cross e Audi Concept C (estes dois últimos ainda em nível conceitual, mas com linhas quase definitivas). Hyundai Ioniq 3 também sobressaiu, porém os chineses não ficaram atrás com o Xpeng P7 e o Xiaomi YU7. Para o Brasil, destacou a Autoesporte em entrevista com Thomas Schäfer, CEO global da Volkswagen, as próximas gerações do T-Cross e Nivus terão versões híbridas básica e plena, projetadas como derivações do T-Roc europeu.

Motores a combustão em versões híbridas também se destacaram no salão: novo Clio, Kia K4, Porsche 911 Turbo S T-Hybrid (711 cv e 81,6 kgf·m, valores recordes de potência e torque) e até a primeira station híbrida plugável da BYD, Seal 6 DM-i Touring.

Na véspera da abertura do Salão de Munique, em entrevista ao site americano Politico, o presidente da BMW, Oliver Zipse, voltou a classificar como enorme erro da União Europeia (UE) proibir a venda de motores a combustão em 2035. Esta não é posição isolada do grupo alemão. Em algum momento a UE, tudo indica, irá recuar em favor dos três níveis de híbridos. Estes têm o papel de transição inteligente até os elétricos superarem obstáculos de preço, tempo de recarga e rede de eletropostos, entre outros.

México impõe tarifas elevadas para carros chineses

Ao contrário do Brasil, que demorou a perceber a “invasão” de carros chineses, o México acaba de elevar de 20% para 50% a alíquota do imposto importação para qualquer tipo de veículo chinês em motorização (combustão, híbrido ou elétrico). O governo afirma que os preços baixos desequilibram a concorrência e afetam os empregos de sua indústria automobilística. A China protestou e até fez ameaças ao México para pensar duas vezes antes de tomar esta decisão. De nada adiantou, pelo menos por agora.

A alíquota para importação de carros no Brasil é de 35%, todavia carros elétricos e híbridos foram até isentos entre 2015 e 2023. Contudo, a BYD importou e estocou no ano passado um volume estimado de mais de 70.000 carros em poucos meses. Observei naquele momento que nenhum outro importador iniciou um movimento para importações em massa, pois implicaria uma despesa financeira enorme e descabida. Nem mesmo outras marcas chinesas se movimentaram nesta direção.

O Governo Federal não deu atenção a esta distorção de mercado até julho último, quando resolveu antecipar de forma bem camarada (suaves aumentos semestrais) a volta aos 35%. Esta alíquota do imposto de importação existe no Brasil desde 1995 e nunca houve exceção.

Note-se também que a União Europeia (UE), ainda no ano passado, também impôs alíquotas de até 45% sobre elétricos chineses importados. Logo marcas da China anunciaram a intenção de erguer fábricas em países da UE para escapar da taxação. A BYD constrói uma unidade fabril na Hungria e promete outra na Turquia.

É difícil saber de que forma o governo chinês atua internamente, mas notícias recentes dão conta de produção de veículos em excesso e isso já traz problemas.

Tera, em duas versões, vai bem no dia a dia

O primeiro SUV compacto da VW pode até lembrar um pouco um hatch de teto alto, mas isso não impediu que o Tera escalasse relativamente rápido em vendas no segmento mais importante do mercado. Na primeira quinzena deste mês, por exemplo, aparece como nono automóvel mais vendido (2.797 unidades, apenas 71 à frente do Tracker), segundo dados da Bright Consulting. Até o fechamento do mês costuma haver alterações na classificação, contudo é para se observar. Avaliei a versão mais em conta (motor de aspiração natural e câmbio manual) e a mais cara (turbo com câmbio automático).

Cada uma atende a um público, apesar do câmbio manual estar em franco declínio de vendas no Brasil e até mais na Europa.

Tera de entrada, único com motor de aspiração natural e câmbio manual de cinco marchas, ao preço de R$ 105.890. Motor flex de 1 litro entrega 84 cv/10,3 kgf·m (E) ou 77 cv/9,4 kgf·m (G). Câmbio manual de cinco marchas com a tradicional precisão de engate. Conjunto mostra desempenho razoável; sua massa em ordem de marcha de 1.078 kg permite acelerar de 0 a 100 km/h em 13,8 s (com etanol).

SUV mais barato da VW destaca-se por ser o primeiro com frenagem autônoma de emergência de série com este conjunto motriz. No trânsito urbano ressente-se de acelerações mais convincentes, mas desde que se use o câmbio manual de cinco marchas de forma correta, fica longe de decepcionar. Comportamento em estradas, principalmente em ultrapassagens, merece mais atenção pela relação massa-potência limitada. A tela multimídia de 10,1 pol. está entre as melhores por seu brilho e nitidez.

Na versão mais cara (High 1.0 TSI) o preço salta para R$ 141.890 com motor turbo de 116 cv (E)/109 cv (G) e 16,8 kgf·m (E) ou (G) e câmbio automático de seis marchas. A massa é maior, 1.169 kg, contudo acelera em 11,7 s de 0 a 100 km/h com etanol. Destaques: freios a disco nas quatro rodas, bom acabamento, espaço traseiro adequado para pessoas de até 1,70 m de altura e apoio regulável para o braço direito do motorista. Carregador de celular por indução inclui refrigeração com fluxo regulável. Comportamento seguro em curvas e destaque para a estabilidade direcional.

Haval H9 alia robustez e pacote de tecnologia

SUV de sete lugares da GWM combina desempenho fora de estrada, espaço interno e garantia de fábrica abrangente de 10 anos. A marca chinesa importou uma só versão, a topo de linha Exclusive TD480. Dimensões (mm): comprimento, 4.950; entre-eixos, 2.850; largura, 1.976; altura, 1.930; ângulo de entrada, 31°; ângulo de saída, 25°; capacidade de imersão, 800 mm; porta-malas, 88 a 791 L (até o teto, fora do padrão VDA); tanque: 78 L.

Trem de força é o mesmo da picape Poer: 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, consumo (Inmetro) 9,1 km/l, urbano e 10,4 km/l, estrada. Câmbio automático de nove marchas, tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low com sete modos de condução. Soma-se aos bloqueios de diferenciais uma função que reduz o raio de giro em até 1,5 m. Suspensão dianteira independente e traseira com eixo rígido, cinco braços. Molas são helicoidais. Mantém a robusta construção de carroceria sobre chassi, porém com massa em ordem de marcha de elevados 2.525 kg. Isso limita aceleração de 0 a 100 km/h a 13 s.

No interior, aos ajustes elétricos dos bancos dianteiros somam-se massagem, ventilação e aquecimento. A segunda fileira conta com saída de ar-condicionado (também na terceira fileira) e regulagem longitudinal. Traz teto solar panorâmico, vidros duplos para melhor isolamento acústico, central multimídia de 14,6 pol. com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e freio de estacionamento eletromecânico. Há ainda frenagem integrada IBC, mais rápida e precisa que o tradicional.

Primeiro contato foi em São Francisco de Paula (RS), sob chuva constante e o mesmo terreno encharcado que a picape Poer também enfrentou. Apesar do porte avantajado, o Haval H9 mostrou-se ágil no fora de estrada. A suspensão filtrou bem os impactos no percurso de 50 km, porém sua massa elevada prejudica as retomadas.

Preço: R$ 319.000.
www.fernandocalmon.com.br

 

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Volks Festival com todos os modelos da marca será este final de semana

O tradicional Volks Festival retorna neste final de semana em São Paulo. Durante o evento, os visitantes terão oportunidade de ter contato com os modelos da marca e oportunidades especiais para aquisição.

Os clientes vão ver de perto os novos Tera, Nivus GTS e T-Cross Extreme, além de terem a chance de realizar um test drive nesses modelos e em todos os outros que estarão no evento. O ambiente de 9 mil m² foi todo pensado para receber os convidados em um contato direto com a marca, com diversas experiências e ativações.

Os visitantes poderão conhecer ainda clássicos Volkswagen em exposição, além dos elétricos ID.4 e ID. Buzz, disponíveis por assinatura pelo Sign & Drive. O ambiente familiar do Volks Festival permite que o público ainda se divirta com tirolesa e escalada, simulador de corrida, autorama, enquanto as crianças têm lugar cativo dedicado no espaço kids.

Serviço
Volks Festival São Paulo
Datas: 28 e 29 de junho de 2025
Local: Shopping Lar Center | Avenida Otto Baumgart, 500 – Vila Guilherme – São Paulo, SP
Horário: sábado e domingo, das 9h às 19h
Acesso: Entrada gratuita com estacionamento no local

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Novo VW Nivus GTS recupera a tradição de carros emocionantes

Diferente de algumas marcas, os modelos esportivos da Volkswagen, os GTS, sempre foram modelos com uma “pegada” mais esportiva. Ou seja, têm um verdadeiro trabalho de engenharia na suspensão, freios, transmissão e no acabamento. Assim, como já havíamos antecipado há quase um ano, o Nivus GTS chega também com um motor mais potente em relação as demais versões. O esportivo vem com uma motorização 1,4 litro, turbo, com 150 cavalos de potência e 25,5 kgfm de torque (daí a denominação 250). A transmissão recalibrada é automática de seis marchas.

Expectativa

Demorou mas chegou. O Nivus GTS é o primeiro de três modelos esportivos que a marca alemã vai lançar este ano no Brasil e que resgata muito bem a tradição do TS e GTS.

Desde a chegada do Nivus havia um “clamor” por uma versão mais esportiva. Além de ser um dos modelos mais bonitos, elegantes e equilibrados do mercado nacional, o modelo já tem por natureza um apelo esportivo. E a Volkswagen brasileira acertou em cheio.

Os freios, como convém a um esportivo, são a freio a disco nas quatro rodas e o sistema de direção também ganhou uma recalibração para deixar o GTS mais na mão de quem o vai dirigir.

E como não poderia ser diferente em uma versão esportiva, o novo esportivo tem quatro diferentes modos de condução: Eco, Normal, Sport e Individual. Neste último, é possível configurar diversos parâmetros para combinar características dos três modos de condução. As configurações podem ser programadas diretamente na tela central.

De série, o modelo conta com o pacote ADAS, que inclui o controle adaptativo de velocidade e distância (ACC), a frenagem autônoma de emergência (AEB), o assistente ativo de permanência de faixa (Lane Assist) e o assistente de condução ativa e permanência na faixa (Travel Assist). Há ainda seis airbags (2 frontais, 2 laterais nos bancos dianteiros e 2 de cortina), fixação de assento de criança com sistema ISOFIX/Top Tether, assistente para partida em subidas, controles de tração e estabilidade (ESC e ASR), além do bloqueio eletrônico (EDS).

Essência

Para marcar a personalidade tão característica dos modelos esportivos da Volkswagen do Brasil, o Nivus GTS tem vários detalhes importantes em vermelho. Os bancos dianteiros contam com um formato exclusivo do tipo (quase) concha, que “abraçam” o corpo do motorista e acompanhante. O revestimento de todos os bancos é exclusivo para a versão, com o logotipo GTS estampado nos bancos dianteiros. No painel, um aplique leva o icônico logotipo GTS no lado do carona, enquanto todo o revestimento do teto foi escurecido.


O painel de instrumentos 100% digital, oferece uma tela de 10,25 polegadas para completar o pacote tecnológico do modelo. Especialmente para a versão GTS, a tela recebeu detalhes exclusivos em vermelho, além de um novo grafismo.

A conectividade é destaque no esportivo. Com a central multimídia VW Play Connect, tem internet embarcada e permite o uso de aplicativos diretamente em sua tela, sem a necessidade do uso de smartphones. Entretanto, a central é compatível com espelhamento do Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e há ainda carregador por indução para os celulares no painel e saída de ar para manter o aparelho resfriado.

Agressividade

A Volkswagen também se preocupou em dar um toque de esportividade parte inferior do para-choque. A icônica sigla GTS foi cravada na grade frontal, tampa traseira e nas laterais. Os retrovisores externos são pintados em preto.

A iluminação em full LED deixa o visual moderno e fornece uma assinatura exclusiva na dianteira e traseira. As rodas esportivas são exclusivas e têm duas opções.

História

Toda a família de esportivos da Volkswagen marcou época na memória do público brasileiro. O novo Nivus GTS chega para preencher mais um capítulo dessa história, que marca presença no Brasil desde o VW Passat GTS, que estreou em 1983, e passou a ser chamado de Passat Pointer GTS no ano seguinte. Antes, teve o saudoso Passat TS que foi produzido de 1976 a 1982, com quatro faróis redondos.

Alguns anos depois, ainda na década de 1980, o VW Gol ganha sua versão GTS, que ficou em linha entre 1987 e 1994, conquistando o coração dos brasileiros que já eram apaixonados pelo carro mais vendido da história do Brasil.

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Volkswagen lança um pequeno SUV tendo como base o Polo

Totalmente desenvolvido no Brasil e destinado a países em desenvolvimento, a Volkswaghendo Brasil apresentou esta semana o novo suv Tera. Utilizando a plataforma do Polo, o pequeno Tera já está sendo produzido na planta fabril de Taubaté-SP e vai ficar posicionado abaixo do T-Cross e Nivus. O desejo da marca alemã é que o novo suv brigue com o Fiat Pulse e Renault Kardian, que vêm com motorizações mais potentes.

O Tera, quando começar a ser vendido em maio/junho deste ano, contará com o motor de 1,0 litro, turbo, três cilindros com 116 cavalos e 16,8 kgfm de torque, também já utilizado no Polo.

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VW Polo é o veículo mais vendido no Brasil

O Volkswagen Polo é pelo segundo mês consecutivo, o veículo mais vendido do Brasil. O carro da Volkswagen vendeu 12.425 unidades, contra 11.497 da Strada, que vinha liderando o mercado nacional. Entre os SUV, a marca alemã emplaca também o T-Cross como o mais vendido no segmento.

As vendas de carros e comerciais leves registraram recorde em abril, com 207.328 unidades licenciadas, o melhor desempenho do ano, e um crescimento de 17,8% em relação a março (175.646) e de 36,6% em relação a abril do ano passado (151.918). Também pela primeira vez no ano as vendas passaram dos 200 mil carros.

As vendas diárias também foram destaque, com média de 9.424 nos 22 dias úteis do mês.

A Fiat continua liderando as vendas com 19,3% de participação em abril.

Ranking por marca Abril/2024

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Volkswagen e Polo lideram as vendas nacionais em abril

O modelo da Volkswagen que mais cresceu até a última quinta-feira (11/4/24) é o Polo, com alta de 87,5%: vendeu 5.648 unidades este mês, contra 3.012 no mesmo período do mês passado e lidera o ranking por modelo. O Nivus teve um aumento de 57% (2.092 unidades) e o T-Cross +40,2% (2.305).

Já a Fiat, segunda colocado no ranking parcial com 12.393 carros vendidos, teve queda de vendas da maioria dos seus modelos. As exceções são a Strada, que cresceu 13% e caiu para o terceiro lugar no ranking por modelo e o Cronos.

O segundo carro mais vendido até aqui é o Hyundai HB20, com 4.878 unidades e aumento de 89% em relação aos primeiros nove dias úteis de março. A propósito, os modelos Hyundai estão apresentando crescimento expressivos em abril: HB20S + 235% e Creta 26%, o que está colocando a montadora coreana na quarta posição no ranking na frente da Toyota.

As vendas totais de carros e comerciais leves estão em 8.873 unidades por dia, aumento de 1,03% em relação à média registrada no mês de março.

O ranking até agora está assim, por marca:

E por modelo:

AutoInforme

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Novo Volkswagen Tiguan tem versão híbrida plug-in

O SUV Tiguan sempre foi um modelo muito importante para a marca Volkswagen. Afinal, é o SUV da marca alemã mais vendido em todo o mundo, com quase 8 milhões de unidades produzidas.

Recém-apresentado na França, o SUV chega em sua terceira geração com muita tecnologia embarcada e com um design mais esportivo. Com uma versão muito interessante híbrida plug-in com cerca de 100 quilômetros de autonomia com apenas o motor elétrico. No total a autonomia pode atingir mais de 800 quilômetros.


O design não deixa duvida de que é um Volkswagen. Na dianteira faróis LED e uma faixa luminosa horizontal. As entradas do ar para refrigeração do motor ficam nas laterais do para-choques. As linhas desportivas beneficiam a aerodinâmica que nesta nova geração melhorou de 0,33 para 0,28. As rodas são de 20 polegadas. Na traseira existe uma longa faixa de LED na horizontal.

O interior está mais luxuoso e sofisticado do que nunca. A bordo o interior se mostra vanguardista e tudo está bem á mão do motorista. Os novos bancos além de muito confortáveis, as funções de refrigeração, aquecimento e de massagem.

O novo Digital Cockpit, conta com instrumentos digitais com revestimento antirreflexo e uma tela de infotainment de 15 polegadas com multi-funções pode ser personalizada.

O novo Tiguan está três centímetros maior, mas o entre-eixos continuam os mesmos. Mas o espaço interno é muito bom.

Motorizações

Utilizando a moderna plataforma MQB evo, permite usar as mais diversas motorizações. Na nova geração do Tiguan, o modelo utiliza motores a diesel, gasolina e híbridos plug-in.

 

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Coluna Fernando Calmon — VW eleva investimentos e aposta mais em híbridos que elétricos

Coluna Fernando Calmon nº 1.287 — 6/2/2024

 

VW eleva investimentos e aposta mais em híbridos que elétricos

A fabricante alemã antecipou seus planos para o País e elevou o total investido que antes era de R$ 7 bilhões até 2026 para R$ 16 bilhões até 2028. Esse montante inclui 16 lançamentos e quatro modelos inéditos no mercado brasileiro. A VW não revelou quais são os produtos inteiramente novos, além das evoluções periódicas dos produtos atuais.

O presidente da empresa, Ciro Possobom, marcou o posicionamento mercadológico em encontro com a imprensa. “A estratégia do Brasil não pode ser igual à chinesa, que deu prioridade ao carro elétrico. Acreditamos no motor flex e não está nos planos uma mudança radical, pois aumentaria demais os custos de produção. O flex é um ativo do país e um híbrido desse tipo faz mais sentido.”

Veículos elétricos (VE) não estão incluídos, nessa rodada de investimentos em manufatura, pois a previsão é apenas para 2030, embora a empresa vá importar pelo menos mais um VE até 2028. A VW contempla investimentos em todas as suas quatro fábricas, inclusive a de motores em São Carlos (SP), onde será produzido o novo TSI de 1,5 litro flex que atende aplicação híbrida.

O modelo para São José dos Pinhais (PR) deverá ser uma picape intermediária na mesma faixa da Rampage e da Toro. Talvez o nome Tarok seja o escolhido, mas de porte maior que o protótipo exibido no Salão do Automóvel de 2018. São Bernardo do Campo (SP) estará comprometida com a nova arquitetura híbrida flex MEB Hybrid e dois produtos inéditos.

Possobom adiantou que também haverá um modelo somente com motor a combustão em São Bernardo. Quem sabe uma Saveiro de cabine dupla e quatro portas, hoje apenas com duas portas? A concorrente direta Strada, líder absoluta, tem 60% de suas vendas concentradas nas de quatro portas. Um segundo novo produto será híbrido flex, talvez baseado no Virtus.

Para Taubaté (SP) tudo indica um inédito SUV compacto que será bem diferente do crossover Nivus. O executivo descartou a entrada da marca no segmento de subcompactos, onde concorrem apenas Kwid e Mobi.

Esta semana o banco estatal BNDES aprovou um financiamento de R$ 500 milhões para VW desenvolver produtos “alinhados à sustentabilidade, à eficiência e à transição energética para os próximos anos”. Valor meramente simbólico: apenas 3,1% do investimento total do fabricante.

Mercado começa o ano com vendas encorajadoras

Fenabrave viu a confirmação, pelo menos no primeiro mês do ano, que as vendas ao mercado interno de veículos leves e pesados em 2024 devem surpreender. Foram comercializadas 161.601 unidades que representaram 13,2% a mais que janeiro de 2023. Se considerados apenas os veículos leves o avanço foi de 16,8%.

A média de emplacamentos foi de 7.300 unidades/dia, o melhor resultado para janeiro dos últimos três anos.

Para o presidente da associação, Maurício Andretta Jr., há uma melhora na venda no varejo de automóveis e comerciais leves, respondendo por 60% do total. Ele atribui isso “ao custo e ao acesso ao crédito que melhoraram a partir do último trimestre de 2023. Aliados à expectativa de redução dos juros básicos (taxa Selic) ao longo de 2024, podem incrementar a disponibilidade e diminuir a restrição de crédito por parte dos agentes financeiros”.

Durante vários meses no ano passado o mercado corporativo dominou a participação entre veículos comercializados. Locadoras também tiveram um 2023 muito forte no último trimestre. Para 2024 a Fenabrave prevê, preliminarmente, que o mercado interno crescerá 12% e a Anfavea estima um avanço bem menor, de 6%.

Os números podem sofrer revisões à medida que a economia brasileira reagir. Em 2023 o avanço deveu-se à grande safra agrícola plantada em 2022. No entanto, este ano não se repetirá por razões climáticas. Economistas esperam números para o PIB bem mais discretos e isso se reflete nas vendas de veículos.

Mudanças em análise no STF da lei Renato Ferrari, que regula as vendas entre fabricantes e concessionárias, têm potencial de gerar atritos entre as duas partes. Marcas chinesas vêm usando o expediente da venda direta para pessoas físicas, que contorna a atual lei, o que se reflete em preço menor aos compradores em razão da menor incidência de imposto.

Honda ZR-V se insere bem em segmento disputado

SUV que tomou o lugar do sedã Civic no Brasil (agora só com o Type R), seguindo a onda mundial de suvização do mercado, o ZR-V enfrenta bem a forte concorrência. Vindo do México, portanto isento de imposto de importação, dispõe de motor 2-litros, apenas a gasolina, com 161 cv e 19,1 kgf·m. Câmbio é um CVT de sete marchas. O ZR-V mostra bom desempenho, mas a diferença de potência em relação, por exemplo, ao líder Corolla Cross (177 cv e 21,4 kgf·m com etanol) dá para sentir. Não chega a decepcionar, em especial no modo Sport, porém nesse aspecto um dos principais concorrentes o supera.

O estilo está entre os pontos altos. Discreto onde pode, mais arrojado onde deve. Destaques para desenho dos faróis de LED, vincos laterais e ponteira de escapamento cromada. No interior, o assoalho plano traseiro proporciona bom espaço para três passageiros e há duas portas USB-C, mas sem saídas para ar-condicionado. Porta-malas de 389 litros poderia ser um pouco maior. Traz tela multimídia de 9 pol. com espelhamento de Android Auto, Apple CarPlay e carregamento de telefone celular por indução.

Posição ao volante mais baixa, bancos com firmeza e boa sustentação lateral, além de freio de estacionamento de imobilização automática (auto hold) são pontos de honra para a Honda.

Preço: R$ 214.500. 

Sindipeças comemora 70 anos e atualiza sua história

Nada como um bom livro para testemunhar a grande evolução da indústria automobilística no Brasil. O Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) foi e é um dos grandes impulsionadores de uma atividade que começou em 1957 timidamente com apenas 30.542 unidades fabricadas e atingiu o pico de 3.739.525 em 2013.

Um pioneiro, Ramiz Gattás, contou a história do setor de 1957 a 1980 sob o título “A Indústria Automobilística e a 2ª Revolução Industrial no Brasil”. Gattás atuou desde 1951, quando foi o secretário da então Associação Profissional da Indústria de Peças para Automóveis e Similares.

O atual Sindipeças, ao completar 70 anos, lançou uma continuação impressa no final de 2023. O jornalista Marcos Rozen foi responsável pela atualização histórica: “A Revolução na Indústria de Veículos e de Autopeças no Brasil”. Interessados podem ter acesso a uma versão digital no hotsite https://sindipecas70anos.com.br .

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