Mulheres

Grupo Primavera busca ampliar número de madrinhas para crianças atendidas

Acontece amanhã, terça-feira, dia 16 de abril, em Campinas, o encontro anual do Grupo Primavera com mulheres voluntárias, um dos eventos beneficentes mais significativos para a instituição. Um almoço no tradicional Restaurante Seo Rosa Gramado reunirá as Mulheres Primavera em prol da formação de 520 crianças e adolescentes por meio de programas de educação complementar, cultural e profissional.

O tema do encontro será “Vivendo Novas Primaveras” e irá enfatizar a importância do apoio das voluntárias para a manutenção dos programas da instituição. “As mulheres são engajadas em nossa causa, porém, desde a pandemia, houve redução no número de integrantes desse projeto tão importante para nossas crianças, iniciado há oito anos”, afirma Ruth Maria de Oliveira, gestora executiva do Grupo Primavera.

As “Madrinhas” contribuem com um valor fixo mensal, pago em boleto bancário, transferência ou Pix, para custear parte dos recursos gastos pela instituição para a formação das crianças. Antes da pandemia, o Primavera contava com cerca de 100 madrinhas e atualmente são 41.

Durante o encontro, as Mulheres Primavera terão também a oportunidade de adquirir bonecas e produtos confeccionados pela ONG. O almoço acontecerá a partir das 11h45 no Restaurante Seo Rosa Gramado, na Alameda dos Vidoeiros, em Campinas. Informações sobre convites pelo Whatsapp (19) 9 97874869.

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Mulheres recebem 19,4% a menos que os homens, diz relatório do MTE

Dados do 1º Relatório Nacional de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios mostram que as trabalhadoras mulheres ganham 19,4% a menos que os trabalhadores homens no Brasil. O levantamento inédito foi divulgado nesta segunda-feira (25) pelos ministérios das Mulheres e do Trabalho e Emprego (MTE).

O relatório foi consolidado a partir das informações preenchidas no eSocial, o sistema federal de coleta de informações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Ao todo, 49.587 empresas com 100 ou mais funcionários do Brasil preencheram as informações relativas a 2022. O objetivo deste documento é tornar conhecida a realidade remuneratória dos trabalhadores nas empresas e suas políticas de incentivo à contratação e promoção na perspectiva de gênero. E este primeiro relatório confirmou a desigualdade salarial entre mulheres e homens.

O relatório nacional apresenta dados nacionais de remuneração média e salário contratual mediano de mulheres e homens, além das realidades em cada unidade da federação, a realidade dos salários por raça/cor e por grandes grupos ocupacionais.

A exigência do envio de dados atende à Lei nº 14.611/2023 que trata da Igualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios entre Mulheres e Homens, sancionada em julho de 2023. As empresas de direito privado com 100 ou mais empregados que não apresentarem os dados para Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano estarão sujeitas à multa.

Dados

O relatório nacional mostra que do total de estabelecimentos com 100 ou mais empregados que enviaram informações (49.587), 73% (36 mil) deles existem há 10 anos ou mais. Juntos, eles somam quase 17,7 milhões de empregados com vínculos formais de trabalho, o que equivale a 41,6% do total.

Apesar de as mulheres receberem, em média, 19,4% a menos que os homens, a diferença salarial pode variar ainda mais, conforme o grande grupo ocupacional. Em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, a diferença de remuneração chega a 25,2%.

O Ministério das Mulheres destaca que no recorte por raça/cor do relatório, as mulheres negras, além de estarem em menor número no mercado de trabalho (2.987.559 vínculos, 16,9% do total), são as que têm renda mais desigual.

Enquanto a remuneração média da mulher negra é de R$ 3.040,89, correspondendo a 68% da média de remuneração dos homens não-negros é de R$ 5.718,40 — 27,9% superior à média. As mulheres negras também ganham 66,7% da remuneração das mulheres não negras.

Se considerado o salário médio de contratação das mulheres negras (R$ 1.566,00), a remuneração corresponde a 82% da média dos salários iniciais (R$ 1.901,00). Mas quando comparado aos salários iniciais de homens não negros, eles recebem 19% superior à média total do salário de contratação.

Critérios remuneratórios

O relatório nacional mostra que cerca de metade das empresas (51,6%) possuem planos de cargos e salários ou planos de carreira, e que grande parte delas adotam critérios remuneratórios como proatividade (81,6%); capacidade de trabalhar em equipe (78,4%); tempo de experiência (76,2%); cumprimento de metas de produção (60,9%); disponibilidade de pessoas em ocupações específicas (28%); horas extras (17,5%).

O Ministério das Mulheres observa que horas extras, disponibilidade para o trabalho, metas de produção, entre outros critérios, são atingidos mais pelos homens do que pelas mulheres. A explicação é que geralmente, as trabalhadoras têm interrupção no tempo de trabalho devido à licença-maternidade e à dedicação com cuidados com filhos e pessoas dependentes delas, como idosos e pessoas com deficiência (PcD).

Contratação, permanência e ascensão profissional

Apenas 32,6% das empresas têm políticas de incentivo à contratação de mulheres. O percentual é ainda menor, se considerados os incentivos à diversidade dentro das empresas para grupos específicos de mulheres: negras (26,4%); mulheres com deficiência (23,3%); LBTQIAP+ (20,6%); mulheres chefes de família (22,4%); mulheres vítimas de violência (5,4%).

Especificamente para cargos de direção e gerência, apenas 38,3% dos empregadores declararam que adotam políticas para ascensão profissional de mulheres.

Outros dados indicam que poucas empresas ainda adotam políticas como flexibilização de regime de trabalho para apoio à parentalidade (39,7%), de licença maternidade/paternidade estendida (17,7%) e de auxílio-creche (21,4%).

Estados

De acordo com o relatório, São Paulo concentra 33% dos estabelecimentos participantes do relatório, com um total de 16.536 empregadores. O estado também tem o maior número de mulheres com carteira assinada: 2,6 milhões ou 14,7% do total de vínculos de emprego. Já o Acre (44,4%), Rio Grande do Sul (43,3%), Santa Catarina (42,7%) e Amapá (42,7%) têm as maiores proporções de mulheres celetistas trabalhando.

Os dados do levantamento mostraram, ainda, diferenças de remuneração entre mulheres e homens por unidades da federação. Em 2022, o Distrito Federal foi a unidade da Federação com menor desigualdade salarial entre homens e mulheres. Na capital federal, elas recebem 8% a menos que eles, em um universo de 1.010 empresas que, ao todo, empregam 462 mil pessoas. A remuneração média no DF é R$ 6.326,24.

As mulheres de São Paulo recebem 19,1% a menos do que os homens, semelhante à desigualdade média nacional (19,4%). A remuneração média é de R$ 5.387 no estado do Sudeste. As unidades da federação com as menores remunerações médias são Sergipe (R$ 2.975,77) e Piauí (R$ 2.845,85).

Próximos passos

As 49.587 empresas que preencheram os dados do relatório de transparência salarial têm até domingo (31) para divulgar para seus empregados, trabalhadores e público em geral o relatório da transparência salarial da própria empresa. O documento foi disponibilizado individualmente por empresa pelo Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), na quinta-feira (21) no Portal Emprega Brasil  e pode ser acessado por meio de login com CNPJ e senha do empregador.

A legislação determina que este relatório deve ser publicado no site das próprias empresas, nas redes sociais delas e fisicamente em local visível para ampla divulgação. As empresas que não tornarem públicas as informações do relatório estarão sujeitas à multa de 3% do valor total da folha de pagamentos, limitada a 100 salários mínimos.

As empresas com diferença salarial devidamente constatada serão notificadas pelo MTE e terão 90 dias para elaborar um Plano de Ação para Mitigação da Desigualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios, com a participação de representantes de entidades sindicais e dos empregados. O objetivo é reduzir as diferenças de remuneração não justificadas.

Outros espaços

Denúncias de desigualdade salarial podem ser realizadas pela Carteira de Trabalho Digital no site ou aplicativo para smartphones desenvolvido pelo Ministério do Trabalho e Emprego nos sistemas Android e iOS. Antes, é preciso acessar o portal digital de serviços do governo federal, o Gov.br.

Para esclarecer eventuais dúvidas sobre a lei, o Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego, lançou nesta segunda-feira (25), a Cartilha Tira-Dúvidas: Lei da Igualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios entre Mulheres e Homens com informações destinadas aos trabalhadores e a empregadores.

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Brasileirão Feminino começa com desafio à hegemonia do Corinthians

Duas partidas abrem nesta sexta-feira (15), às 19h (horário de Brasília), a 12ª edição da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino de futebol. Na Vila Belmiro, em Santos (SP), as Sereias da Vila, donas da casa, medem forças com o Real Brasília, enquanto Ferroviária e Botafogo se enfrentam na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). Mais tarde, às 21h30, o Palmeiras recebe o Flamengo no Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí (SP).

A competição reúne 16 equipes, que duelam entre si em turno único. As oito mais bem colocadas avançam às quartas de final, enquanto as quatro últimas são rebaixadas à Série A2 (segunda divisão). O torneio será interrompido em 27 de junho, após a primeira fase, devido à Olimpíada de Paris, na França. O mata-mata está previsto para começar no dia 16 de agosto.

Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os 16 clubes receberão uma cota de R$ 300 mil pela participação. Os oito classificados às quartas levam mais R$ 100 mil. Os semifinalistas embolsarão outros R$ 100 mil. O campeão terá direito a R$ 1,5 milhão, enquanto o vice ficará com R$ 750 mil. Conforme a entidade, houve um reajuste de 25% na premiação.

Alvinegras favoritas

O Corinthians larga como principal favorito ao título. O Timão é o maior vencedor do Brasileirão, com cinco títulos, sendo os últimos quatro consecutivos. A novidade em relação a outros anos é que as Brabas, pela primeira vez, não terão Arthur Elias no comando. O treinador multicampeão assumiu a seleção brasileira feminina, dando lugar a Lucas Piccinato, ex-Internacional. Já com o novo técnico, as Alvinegras ergueram outro troféu: o do tri da Supercopa do Brasil, em fevereiro.

Nesta década, o Corinthians conquistou dez dos 12 títulos que disputou. As exceções foram a Libertadores e o Campeonato Paulista de 2022, vencidos pelo Palmeiras. Para tentar interromper a hegemonia alvinegra mais uma vez, o Verdão se reforçou em massa. Entre as 13 caras novas do elenco, algumas vieram do próprio Timão, casos da zagueira Giovanna Campiolo e da volante Diany. Chegaram, ainda, jogadoras de outros rivais, como a lateral Fê Palermo (São Paulo), a volante Brena e a atacante Tainá Maranhão (ambas Santos).

As Palestrinas bateram na trave no Brasileirão de 2021, superadas pelo próprio Corinthians na final. No ano passado, a vítima alvinegra foi a Ferroviária, que trouxe 11 novas jogadoras para escrever um novo roteiro em 2024. Entre elas, a lateral Kati, a zagueira Andressa (ambas campeãs pelo Timão) e a meia Duda Santos (ex-Palmeiras).

A equipe do interior paulista é uma das duas únicas a terem desbancado o Corinthians em uma decisão nacional. Em 2019, as Guerreiras Grenás levaram a melhor contra as Brabas, garantindo o segundo título brasileiro de sua história (o primeiro foi em 2014). Dois anos antes, o Santos levantou a taça diante do rival da capital, liderado pela centroavante argentina Sole Jaimes.

Estrangeiras em alta

A edição deste ano, aliás, terá um número recorde de estrangeiras: Serão 48, distribuídas por 12 clubes. As Sereias da Vila têm, justamente, o elenco com mais jogadoras de fora: oito, incluindo a meia Suzane Pires, que é paulista, mas defende Portugal. O grupo alvinegro também reúne três norte-americanas, que se naturalizaram para jogar por Filipinas (a goleira Olivia McDaniel e a zagueira Reina Bonta) e Nicarágua (a meia Hannah Lee).

O Real Brasília aparece na sequência, com sete atletas do exterior. Entre elas, as meias Lady Andrade e Lorena Bedoya, que participaram da histórica campanha da Colômbia na Copa do Mundo do ano passado (quartas de final). O Avaí Kindermann, vice em 2020, tem seis jogadoras de fora, com destaque às meias Lourdes González e Ramona Martínez, que defenderam o Paraguai na Copa América de 2022.

O elenco do Red Bull Bragantino também conta com seis estrangeiras, empatado com as Leoas Avaianas. Cinco chegaram nesta temporada, enquanto a argentina Paulina Gramaglia, de apenas 20 anos e que esteve no Mundial de 2023, é uma das remanescentes do título da Série A2 do ano passado. A atacante foi a artilheira da competição nacional, com dez gols.

Domínio paulista

O acesso do Massa Bruta elevou para seis o número de representantes paulistas no Brasileirão. Na história da competição, iniciada em 2013, sempre houve pelo menos uma equipe de São Paulo na final. Em 11 edições do campeonato, o título ficou no estado dez vezes.

Entre os clubes paulistas que disputarão o torneio em 2024, apenas Bragantino e São Paulo nunca foram à decisão. As Soberanas chegaram quatro vezes às semifinais – inclusive na do ano passado. No elenco de 2024, o destaque é a presença significativa de jogadoras da base. Entre as 30 atletas do time profissional, 12 foram reveladas pelo Tricolor. Caso da atacante Dudinha, de 18 anos, que representou o Brasil nos Mundiais sub-17 e sub-20 de 2022.

O único time a destronar o futebol paulista no Brasileirão foi o Flamengo, campeão em 2016 contra o Rio Preto. Para repetir o feito, o Rubro-Negro manteve a base de 2023 e contratou nove reforços. A maioria deles experientes, como a zagueira Day Silva (Ferroviária), a meia Djeni (Internacional), a lateral Fabi Simões e, principalmente, a atacante Cristiane (ambas Santos).

A chegada da centroavante de 38 anos movimentou a Gávea e foi celebrada, também, pelo elenco masculino. A veterana já foi à campo sete vezes em 2024, sendo uma pela Supercopa do Brasil e seis pela Copa Rio, torneio quadrangular que reuniu os quatro principais clubes do estado, em jogos de ida e volta. Cristiane encerrou a competição como artilheira, com cinco gols.

Rivalidades estaduais

Apesar disso, o título ficou com o Botafogo, comandado pelo técnico Jorge Barcellos, que levou a seleção feminina aos vices da Copa do Mundo de 2007 e da Olimpíada de Pequim, na China, no ano seguinte. Em 2023, as Gloriosas conquistaram o retorno à primeira divisão, ao chegarem às semifinais da Série A2.

Na ocasião, as alvinegras foram superadas pelo Fluminense, que obteve o inédito acesso à elite do Brasileirão. As Tricolores modificaram bastante o elenco em relação à temporada passada, com 15 caras novas. Destaque à atacante Mileninha, artilheira da Copinha Feminina pelo Internacional.

Outra novidade entre os participantes desta edição é a volta do América-MG, que estava há oito anos fora da elite. Além das Spartanas, Minas Gerais estará representado por Atlético-MG e Cruzeiro. As Cabulosas foram finalistas da Supercopa do Brasil, superadas pelo Corinthians, além de campeãs estaduais em cima das rivais Vingadoras, que renovaram todo o elenco e contrataram 22 jogadoras. Nenhum time se reforçou tanto quanto as atleticanas.

Rivalidade em alta, também, no sul do país. Vice em 2022, o Internacional tem como destaques a experiente zagueira Bruna Benites, que defendeu o Brasil em três Olimpíadas, e a jovem atacante uruguaia Belén Aquino, que fez o gol do título da Ladies Cup, torneio que encerrou a última temporada. O Grêmio também conta com uma veterana de Seleção (a atacante Raquelzinha), manteve no elenco a meia Rafa Levis (titular no Mundial sub-20 de 2022) e se reforçou com a zagueira Tayla, outro nome com experiência vestindo a amarelinha.

Jogos da 1ª rodada do Brasileirão

Sexta-feira (15)
19h – Santos x Real Brasília (Vila Belmiro)
19h – Ferroviária x Botafogo (Arena da Fonte Luminosa)
21h30 – Palmeiras x Flamengo (Jayme Cintra)
Sábado (16)
15h – Fluminense x Atlético-MG (Luso-Brasileiro)
15h – Avaí Kindermann x Red Bull Bragantino (Salézio Kindermann)
16h – Cruzeiro x São Paulo (Castor Cifuentes)
16h – América-MG x Internacional (Arena Gregorão)
Segunda-feira (18)
20h – Grêmio x Corinthians (Aírton Ferreira da Silva)

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Ceasa promove ação com mil mulheres no entreposto

O Ceasa Campinas realizou na manhã desta sexta-feira (8), um evento especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, com a participação das colaboradoras e permissionárias do entreposto. A ação contou com sessão de massagem, exame de vista, em parceria com uma ótica, com sorteio de óculos de sol e entrega de brindes.

Para que todas as mulheres da Ceasa conseguissem participar, o evento aconteceu em dois locais distintos: o Mercado de Hortifrútis, na Área de Exposição do MLC e no Mercado de Flores. As clientes e funcionárias dos permissionários também puderam desfrutar da ação.

Cerca de mil mulheres participaram das comemorações. As atividades foram de graça. Para o presidente da Ceasa Campinas, Valter Greve, é essencial que cada mulher se sinta especial e reconhecida todos os dias. “Devemos continuar a promover ações concretas que demonstrem nosso compromisso com a igualdade de gênero e criem um ambiente onde todas as vozes sejam ouvidas e respeitadas”.

Esta iniciativa também faz parte das comemorações do aniversário de 49 anos da Ceasa Campinas no mês de março.

Destaque para as mulheres

Na quinta-feira, 7 de março, a Ceasa Campinas promoveu uma palestra sobre Março Lilás, em comemoração ao mês da mulher com a advogada Cláudia Camargo. A campanha Março Lilás tem como objetivo conscientizar a população sobre a prevenção e combate ao câncer de colo uterino. Este tipo de câncer é realmente uma preocupação significativa de saúde pública, sendo o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

 

“Falar do março lilás, que muitas mulheres não conhecem, fala do autocuidado físico, mental, espiritual, nosso corpo é muito importante, porque vemos mulheres adoentadas física e emocionalmente e a há cura”, explica a advogada.

Intensa programação 

Para celebrar o aniversário de 49 anos da Ceasa Campinas, está programada uma série de atividades ao longo de todo o mês de março. Cada semana terá ações diferentes no entreposto envolvendo setores como o Mercado de Hortifrutigranjeiros, o Mercado de Flores, permissionários e colaboradores.

E para encerrar a programação, está planejada uma celebração especial que reunirá colaboradores, permissionários, carregadores, parceiros, autoridades e o público em geral para celebrar os 49 anos da Ceasa Campinas e projetar os próximos passos rumo ao jubileu de ouro.

 

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Iguatemi Campinas realiza bate-papo sobre a experiência feminina

Em comemoração ao Mês das Mulheres, na segunda-feira (11), o Shopping Iguatemi Campinas promove uma série de conversas sobre o universo feminino em parceria com a iniciativa LikeaMOM, ecossistema de negócios para mulheres. O debate, que será realizado das 8h às 12h no Teatro Oficina do Estudante, é gratuito, e conta com mulheres inspiradoras da região, que atuam nas mais diferentes áreas e compartilham desafios e vivências diferentes que elas enfrentam em relação à posição da mulher na sociedade.

O evento será ministrado por Roberta Gregório, jornalista e especialista em oratória e storytelling. Participarão do debate Lais Chedid, publicitária e fundadora do LikeaMOM, Clara Freitas, psicopedagoga e idealizadora do Método Educação Empática, o primeiro método de educação parental reconhecido pelo MEC no Brasil, Veridiana Quirino, CEO da Veridiana Quirino Semijoias, que está presente no mix de ativos do Iguatemi Campinas, e Thaíssa Candella, programadora e palestrante conhecida como “Diplomata da Tecnologia”.

Por meio do compartilhamento de experiências, o objetivo é ampliar a visão de mundo sobre o feminino, com ricas discussões e reflexões. A previsão é que mais de 500 pessoas estejam presentes. A conversa termina às 12h, incentivando que as reflexões adquiridas no evento sejam compartilhadas com as colegas em um almoço em restaurantes do empreendimento.

“Todos os dias deveriam ser Dia das Mulheres. Por isso, queremos trazer esse evento para que o debate vá além da data, e gere impressões duradouras nas mulheres que compareçam ao evento, criando uma rede de apoio fundamental para que todas entendam que não estamos sozinhas nessa jornada, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

Para se inscrever no evento, basta se cadastrar no link https://lp.likeamom.com.br/iguatemi-11-03-2024/. A ação é apoiada pelo Vera Cruz Hospital e pelo Vera Cruz Plano de Saúde, e conta com o suporte da Biscoitê, que fará uma degustação ao início do evento e fornecerá vouchers para consumo na loja, e do Outback Steakhouse, que também distribuirá vouchers com direito a uma sobremesa para quem escolher almoçar no local. O LikeaMOM nasceu em Campinas, há 9 anos, e já possui, em seu ecossistema, mais de 500 mulheres envolvidas.

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Pesquisa mostra que diferença salarial entre mulheres e homens caiu

Nos últimos 10 anos, houve uma redução na diferença entre salários pagos às mulheres e aos homens. O índice que mede a paridade salarial passou de 72 em 2013 para 78,7, em 2023. A paridade de gênero é medida em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior a equidade entre mulheres e homens.

Os dados estão no levantamento Mulheres no Mercado de Trabalho, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações serão apresentadas nesta terça-feira (5), durante a primeira reunião de 2024 do Fórum Nacional da Mulher Empresária da CNI.

O estudo também revelou que a participação feminina em cargos de liderança passou de 35,7% em 2013 para 39,1% em 2023. O índice de empregabilidade das mulheres apresentou evolução entre 2013 e 2023, passando de 62,6 para 66,6, respectivamente, crescimento de 6,4%.

Os resultados do levantamento indicaram que as mulheres têm mais escolaridade que os homens: enquanto elas têm, em média, 12 anos de estudo; os homens têm 10,7 anos.

O tempo dedicado à chamada jornada de trabalho reprodutiva, ou seja, aquela que envolve as atividades domésticas e de cuidados com familiares, também é maior entre as mulheres. No caso das pessoas empregadas, esse tempo foi de 17,8 horas semanais para mulheres e de 11 horas para homens em 2022. Entre os desocupados – desempregados e pessoas em busca de emprego –, a diferença é ainda maior: as mulheres exercem 24,5 horas semanais de trabalho e os homens, 13,4 horas.

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, apesar da redução das diferenças entre gêneros da última década, é preciso continuar avançando e rápido.
“É urgente ampliar o debate e implementar medidas concretas para chegarmos a um cenário de equidade plena no mercado de trabalho brasileiro”, avalia.

Legislação

Em julho do ano passado, o governo federal sancionou uma lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres e estabelece medidas para tornar os salários mais justos, aumentando a fiscalização contra a discriminação e facilitando os processos legais para garantir igualdade salarial.

Com a nova lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva.

Caso haja alguma irregularidade, serão aplicadas punições administrativas e os processos legais para corrigir a desigualdade devem ser facilitados.

Também foram instituídos canais para denunciar o descumprimento da igualdade salarial por parte de empresas e entidades em geral. As pessoas podem encaminhar os casos por meio de um portal do Ministério do Trabalho ou pelo telefone: Disque 100, Disque 180 ou Disque 158. (Agência Brasil)

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Exames de mamografias gratuitos já podem ser agendados na Secretaria da Saúde

A Secretaria de Saúde de Campinas abriu nesta terça-feira, 26 de setembro, o agendamento para mamografias gratuitas na carreta e na unidade fixa do Hospital de Amor.

Entre os dias 2 e 31 de outubro, o veículo estará estacionado em dois pontos da cidade (confira a programação abaixo), além do atendimento no prédio da unidade de tratamento. O agendamento de horários está sendo realizado pelo telefone 160.

Os exames fazem parte da programação do Outubro Rosa, promovido pela Prefeitura de Campinas e parceiros, que será oficialmente aberto no domingo, 1º de outubro, às 9h, no Parque Taquaral, portão 5.

Mulheres com idade entre 40 e 49 anos que fizeram o exame há mais de um ano, e mulheres de 50 a 69 anos, que fizeram a mamografia há mais de 2 anos, podem fazer o agendamento, mesmo sem ter o encaminhamento de alguma unidade de saúde. Serão atendidas apenas moradoras de Campinas.

No dia marcado é preciso levar a mamografia anterior (se tiver), RG, CPF, comprovante de endereço e cartão SUS. Todos os documentos, exceto o exame, são obrigatórios.

Serão disponibilizadas 50 vagas por dia na carreta e 35 na unidade fixa para atender apenas as pessoas agendadas.

As carretas vão funcionar das 7h30 às 16h30, de segunda a sexta-feira. O Hospital do Amor fará o atendimento das 7h20 às 13h, também de segunda a sexta-feira.

Confira os locais abaixo: 
2 a 31/10 –   Hospital de Amor (unidade fixa)
Avenida das Amoreiras, 860 – Parque Itália (região Sul)

2 a 11/10 – Parque Dom Pedro Shopping – Entrada das Águas
Avenida Guilherme Campos, 500

17 a 31/10 – Parque das Bandeiras Shopping
Avenida John Boyd Dunlop, nº 3.900, no Jardim Ipaussurama

Hospital Santa Tereza
Além das carretas e do Hospital de Amor, o Hospital Santa Tereza, parceiro da Prefeitura no Outubro Rosa, vai disponibilizar 150 mamografias gratuitas para a população. Serão disponibilizados horários de segunda a sexta-feira.
O agendamento deve ser feito por meio dos telefones (19) 3733-4348 e (19) 99803-1953.
O Hospital Santa Tereza fica na Rua José Paulino, 1.235, no Centro.

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