Interlagos

Fiat Pulse Lollapalooza quer agradar quem gosta de carro e musica

Para marcar o patrocínio ao evento musical Lollapalooza Brasil, pelo segundo ano consecutivo, a Fiat está lançando Pulse Lollapalooza. Exclusiva e limitada, a edição, que tem como base a versão Drive 1.3 CVT, contará com apenas 550 unidades – em referência aos 50 anos da Fiat no Brasil.

A edição especial do vem elementos de design e tecnologia visando alcaçar o consumidor mais jovem. Entre os diferenciais estão acabamentos escurecidos no interior e exterior, teto bicolor, rodas de liga-leve de 16 polegadas em preto brilhante, nova soleira personalizada, adesivo exclusivo com o nome do festival nas laterais e badge numerado que garante autenticidade e exclusividade a cada unidade.

A edição especial está disponível nas cores branco, cinza e vermelho.
Preço – R$ 135.990,00

Fiat Pulse Lollapalooza quer agradar quem gosta de carro e musica Read More »

Superesportivo chinês da BYD supera Ferrari, Lamborghini e McLaren

Estamos acostumados com os modelos chineses que normalmente são sedãs ou suvs. Agora um superesportivo que pode superar um Ferrari ou um Lamborghini, é uma novidade. Num evento em Interlagos, a BYD mostrou o Yangwang U9. O primeiro da superesportivo da marca chinesa foi produzido com materiais leves e sofisticados, como fibra de carbono T700 12K, utilizada na indústria aeroespacial e muita tecnologia.

O modelo tem, por exemplo, sensores para prever o que acontece nas ruas ou estradas de maneira antecipada, ajustar rapidamente a rigidez dos amortecedores para conseguir a melhor estabilidade e faróis de LED com mais de 66 lâmpadas que formam um desenho interestelar.

A familiaridade com outros esportivos é clara, como frente e os faróis muito parecidos com a do McLaren 750S. Além do design, o U9 se destaca pela potência. São 1324 cavalos produzidos por quatro motores elétricos, um em cada roda, formado assim a tração integral. Tão impressionante como a potência é o torque máximo: 171,3 kgfm. Essas usina de força levam o superesportivo a 309 quilômetros por hora e acelerar de zero a 100 km/h em apenas 2,3 segundos.

As baterias de 80 kWh estão integradas ao monocoque de fibra de carbono, com boa rigidez torcional. A autonomia é de 450 quilômetros. O interessante é que as baterias podem ser recarregadas, de 30% a 80%, em 10 minutos a uma velocidade de 500 kW (vale destacar que, no Brasil, não existem esses carregadores e nem a rede aguenta essa “velocidade”).
Os enormes freios a disco nas quatro rodas são de fibra de carbono e cerâmica.

A asa traseira pode ser regulada em quatro posições, podendo chegar a 200 quilos de pressão aerodinâmica, melhorando a já boa estabilidade. O superesportivo dispõe de seis modos de condução, ajustáveis através de um seletor meio do console. E que aliás, console esse que é muito semelhante também á McLaren 750s.

Superesportivo chinês da BYD supera Ferrari, Lamborghini e McLaren Read More »

Dudu Barrichello dá show na etapa paulista do WEC 2025

A edição de 2025 do Rolex 6 Horas de São Paulo foi marcada por mais uma festa dentro e fora da pista no Autódromo de Interlagos, mas também por acontecimentos inéditos na história do FIA WEC (World Endurance Championship). A quinta edição da etapa brasileira consagrou pela primeira vez o Cadillac V-Series R como um vencedor na história do campeonato – e com dobradinha.

Coube ao trio do #12 (Alex Lynn, Norman Nato, Will Stevens) conquistar a vitória à frente do trio do #38 (Earl Bamber, Sebastien Bourdais, Jenson Button). O que recupera uma antiga e interessante escrita da etapa brasileira: é a terceira vez em cinco corridas que uma marca conquista sua primeira vitória no campeonato em Interlagos, após a Toyota em 2012 e a Porsche em 2014. E ainda, com uma vitória da Audi em 2013 e uma segunda da Toyota em 2024, a Cadillac é a quarta montadora diferente a vencer no Brasil.

Apesar da pole do Cadillac #12, a missão não foi fácil. O carro teve uma infração na pressão de pneus ainda na primeira metade da prova, teve de cumprir um drive-through, mas mesmo assim se recuperou e já era líder antes mesmo das três horas de prova.

Coube ao Porsche #5 (Michael Christensen, Julien Andlauer), que sonhou com mais após tomar a ponta da corrida na primeira volta da prova, na curva do Laranjinha, fechar o pódio – muito perto do #38, brigando pelo segundo posto no final. O Porsche #6 (Kevin Estre, Laurens Vanthoor) terminou em quarto, logo atrás. Em boa apresentação, o BMW #20 (Sheldon van der Linde, Rene Rast e Marco Wittmann) passou nos últimos dez minutos de prova o Peugeot #94 (Loic Duval, Malthe Jakobsen) e fechou o top-5.

Líder da temporada, o Ferrari #51 (Antonio Giovinazzi, Alessandro Pier Guidi, James Calado) fez corrida de recuperação até o 10º lugar, porém foi punido com um drive-through no fim da prova após colocar o Porsche #99 para fora da pista no fim da reta oposta e não marcou pontos pela primeira vez no ano. Apesar disso, segue na frente.

Pódio de Barrichello

O trio da Akkodis ASP Team #87 conquistou a primeira vitória do Lexus RC F na classe LMGT3 no FIA WEC. Depois de largar em segundo, o time dominou a prova e foi tão mais veloz que o resto que, mesmo com um drive-through, conseguiu manter a liderança e ficou com o primeiro lugar.

A maior emoção do dia veio nos instantes finais da corrida. Após um pit stop a poucos minutos do fim, o trio feminino da Iron Dames no Porsche 911 #85 (Celia Martin, Rahel Frey, Michelle Gatting) voltou à pista em segundo lugar com os pneus usados, enquanto Eduardo Barrichello no Aston Matin #10 (Eduardo Barrichello, Anthony McIntosh, Valentin Hasse-Clot) se recuperou de uma rodada de seu carro (com Anthony McIntosh) no início da prova e era o quinto colocado.

Ele passou pelo Lexus #78 (Arnold Robin, Yuichi Nakayama, Finn Gehrsitz) e abriu caça na briga pelo pódio, entre a Iron Dames e o Corvette #81 (Rui Andrade, Charlie Eastwood, Tom van Rumpuy) da TF Sport. O trio do carro americano conseguiu passar pelo trio feminino na saída da junção enquanto Barrichello era cerca de meio segundo mais veloz por volta que os dois concorrentes.

O brasileiro chegou nos últimos momentos da corrida ao Porsche das Damas de Ferro em condição de ataque e realizou uma belíssima manobra, fazendo o traçado mais veloz na descida do lago, saindo por fora e deixando a dinamarquesa Michelle Gatting para trás no laranjinha a dois minutos do final. A ultrapassagem para o terceiro posto fez o público ir ao delírio nas arquibancadas em Interlagos, com Dudu garantindo seu primeiro pódio no FIA WEC em sua quinta participação, e após conquistar sua primeira pole no último sábado. Barrichello ainda foi eleito o piloto do dia pelos fãs.

“Foi muito legal. Estou muito agradecido a toda a torcida. Tenho muito orgulho de ser brasileiro, e tenho muita gratidão por todo o suporte que tive aqui. Foi uma loucura: eu tinha de confiar nos engenheiros e eles tinham de confiar em mim. Eu não podia forçar tanto para não desgastar os pneus rapidamente. Pudemos gerenciar tudo e as coisas funcionaram da maneira que planejamos”, descreveu Barrichello.

O quarto lugar ficou com a Iron Dames, e o top-5 foi fechado pelo trio do #78 da Akkodis ASP Team. Outro ponto de interesse do Rolex 6 Horas de São Paulo foi o nove vezes campeão mundial de motociclismo Valentino Rossi, que terminou com seu BMW M4 #46 (Ahmad Al Harty, Valentino Rossi, Kelvin van der Linde) em décimo lugar.

O BMW M4 #31 de Augusto Farfus e Pedro Ebrahim (além do australiano Yasser Shahin) teve uma corrida complicada, com problemas a partir do meio da prova após Farfus ter recuperado terreno em seu primeiro stint. O trio fechou a prova na 12ª posição.

Resultado final na classe Hypercar

  1. #12 Cadillac Hertz Team JOTA (Alex Lynn, Norman Nato, Will Stevens) em 6h00min19s732 (242 voltas)
  2. #38 Cadillac Hertz Team JOTA (Earl Bamber, Sebastien Bourdais, Jenson Button), a 57s016
  3. #5 Porsche Penske Motorsport (Michael Christensen, Julien Andlauer), a 58s882
  4. #6 Porsche Penske Motorsport (Kevin Estre, Laurens Vanthoor), a 1 volta
  5. #20 BMW M Team WRT (Sheldon van der Linde, Rene Rast e Marco Wittmann), a 1 volta
  6. #94 Peugeot TotalEnergies (Loic Duval, Malthe Jakobsen), a 2 voltas
  7. #93 Peugeot TotalEnergies (Paul di Resta, Mikkel Jensen), a 2 voltas
  8. #83 AF Corse (Robert Kubica, Yifei Ye, Phil Hanson), a 2 voltas
  9. #36 Alpine Endurance Team (Jules Gounon, Ferdinand Habsburg, Mick Schumacher), a 2 voltas
  10. #99 Proton Competition (Neel Jani, Nico Pino, Nico Varrone), a 2 voltas
  11. #51 Ferrari AF Corse (Antonio Giovinazzi, Alessandro Pier Guidi, James Calado), a 3 voltas
  12. #7 Toyota Gazoo Racing (Mike Conway, Kamui Kobayashi, Nyck de Vries), a 3 voltas
  13. #009 Aston Martin Thor Team (Alex Riberas, Marco Sorensen), a 3 voltas
  14. #50 Ferrari AF Corse (Antonio Fuoco, Miguel Molina, Nicklas Nielsen), a 3 voltas
  15. #8 Toyota Gazoo Racing (Brendon Hartley, Ryo Hirakawa), a 3 voltas
  16. #007 Aston Martin Thor Team (Tom Gamble, Harry Tincknell), a 4 voltas
  17. #15 BMW M Team WRT (Kevin Magnussen, Raffaelle Marciello, Dries Vanthoor), a 20 voltas
  18. #35 Alpine Endurance Team (Paul-Loup Chatin, Ferdinand Habsburg, Chales Milesi), a 42 voltas

Resultado final na classe LMGT3

  1. #87 Akkodis ASP Team (José María López, Clemens Schmid, Razvan Umbrarescu) em 6h00min54s573 (216 voltas)
  2. #81 TF Sport (Rui Andrade, Charlie Eastwood, Tom van Rumpuy), a 37s716
  3. #10 Racing Spirit of Léman (Eduardo Barrichello, Anthony McIntosh, Valentin Hasse-Clot), a 42s565
  4. #85 Iron Dames (Celia Martin, Rahel Frey, Michelle Gatting), a 44s026
  5. #78 Akkodis ASP Team (Arnold Robin, Yuichi Nakayama, Finn Gehrsitz), a 47s715
  6. #92 Manthey 1st Phorm (Ryan Hardwick, Riccardo Pera, Richard Lietz), a 1 volta
  7. #33 TF Sport (Daniel Juncadella, Jonny Edgar, Ben Keating), a 1 volta
  8. #59 United Autosports (James Cottingham, Gregoire Saucy, Sebastien Baud), a 1 volta
  9. #95 United Autosports (Sean Gelael, Darren Leung, Marino Sato), a 1 volta
  10. #46 Team WRT (Ahmad Al Harty, Valentino Rossi, Kelvin van der Linde), a 1 volta
  11. #54 Vista AF Corse (Francesco Castellacci, Thomas Flohr, Davide Rigon), a 1 volta
  12. #31 The Bend Team WRT (Augusto Farfus, Yasser Shahin, Pedro Ebrahim), a 1 volta
  13. #21 Vista AF Corse (François Heriau, Simon Mann, Alessio Rovera), a 1 volta
  14. #27 Heart of Racing Team (Mattia Drudi, Ian James, Zacharie Robichon), a 2 voltas
  15. #60 Iron Lynx (Andrey Gilbert, Lorcan Hanafin, Fran Rueda), a 2 voltas

    Não completaram

#61 Iron Lynx (Lin Hodenius, Maxime Martin, Martin Berry)
#77 Proton Competition (Bernardo Sousa, Ben Tuck, Ben Barker)
#88 Proton Competition (Stefano Gattuso, Giammarco Levorato, Dennis Olsen)

Dudu Barrichello dá show na etapa paulista do WEC 2025 Read More »

Fiat é a patrocinadora master do evento Lollapalooza 2025

Um dos mais importantes festivais musicais do Brasil, o Lollapalooza, este ano vai ter o patrocínio master da Fiat.  O evento será no Autódromo de Interlagos, em São Paulo-SP, nos dias 28, 29 e 30 de março.  Para celebrar a parceria inédita, o Fastback e Pulse, foram escolhidos como os carros oficiais do evento.

“É uma alegria confirmar os nossos SUVs como carros oficiais do Lollapalooza Brasil 2025, reforçando o histórico da Fiat como marca reconhecida por seu pioneirismo e inovação. O público do festival poderá conhecer de perto o Fastback e Pulse, que são sucesso no país desde os seus lançamentos, unindo tecnologia, design moderno e alta performance”, afirma Frederico Battaglia, vice-presidente da marca Fiat para a América do Sul.

A marca também é patrocinadora do Palco Perry’s by Fiat, que receberá mais de 25 atrações durante os três dias de evento.

“Estamos entusiasmados em anunciar a Fiat como patrocinadora oficial do Lollapalooza Brasil 2025. Teremos um cenário perfeito para nos aproximarmos do público, criando uma conexão única com os consumidores em um ambiente apaixonante, assim como os produtos da Fiat” Alessandra Souza, vice-presidente de Marketing & Comunicação de Marca da Stellantis para a América do Sul.

 

Fiat é a patrocinadora master do evento Lollapalooza 2025 Read More »

Piloto falece após novo acidente de motovelocidade em Interlagos

O piloto de motovelocidade João Eloi, de 57 anos, faleceu na noite do último sábado (30), em São Paulo. A morte foi comunicada pelo Superbike Brasil, considerado o principal campeonato da modalidade no país, mas que teve retirada, em março, a chancela da Confederação Brasileira de Motovelocidade (CBM) – o que não impede sua realização.

Segundo comunicado do Superbike Brasil, Eloi sofreu uma queda durante corrida da nona etapa da categoria SuperSport 400cc Escola. O boletim de ocorrência, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), informou que o piloto ainda colidiu com muro de proteção do autódromo no acidente. O caso foi registrado no 101° Distrito Policial, no Jardim das Imbuias, que fica na zona sul da cidade.

“Apesar do pronto atendimento realizado pela equipe de resgate do campeonato, em ambulância UTI [Unidade de Terapia Intensiva], seguido pelo rápido encaminhamento para a sala de emergência do autódromo, João acabou falecendo ainda no ambulatório”, registou a nota oficial divulgada pela categoria.

A organização informou ter se colocado à disposição para assistir à família de Eloi e afirmou, ainda de acordo com a nota, que “todos da equipe do campeonato estão consternados com o acontecimento”. Apesar da tragédia, o evento, que ocupa o fim de semana, prosseguiu normalmente neste domingo (1º).

Trata-se do sétimo acidente com vítima fatal no Autódromo de Interlagos, na zona sul da capital paulista, em competições de moto nos últimos sete anos, sendo o segundo somente em 2024. Em junho, o argentino Lorenzo Somaschini, de apenas nove anos, faleceu após se acidentar em treino livre da Honda Junior Cup, categoria do Superbike Brasil para jovens de 8 a 18 anos.

Antes das mortes de Eloi e do menino Lorenzo, o piloto Matheus Barbosa faleceu durante prova do Superbike Brasil em 2020. No ano anterior, dois acidentes, no intervalo de um mês, vitimaram os pilotos Maurício Paludete e Danilo Berto e levaram a Prefeitura de São Paulo a suspender, na ocasião, por 60 dias, todas as competições de moto em Interlagos.

Piloto falece após novo acidente de motovelocidade em Interlagos Read More »

Depois do abandono, restos mortais de Moco vão ser enterrados em Interlagos

No auge da sua carreira na Fórmula 1, o piloto José Carlos Pace, o Moco, faleceu no dia 18 de março de 1977 em um acidente de avião no interior de São Paulo. Enterrado no Cemitério do Araça, em São Paulo, tendo o túmulo roubado e destruído por desconhecidos. Por intermédio do jornalista e amigo do piloto, Ricardo Caruso, editor do site Auto & Técnica, que soube do estado de abandono do túmulo de Moco, com o apoio do colecionador Paulo “Loco” Figueiredo, fez uma campanha junto à CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, Prefeitura Municipal de São Paulo e á administração do Autódromo de Interlagos, que leva o nome do piloto desde 1985 e conseguiu transferir os restos mortais para um lugar junto ao seu busto na pista paulistana. A vitória de Caruso será no próximo dia 23 de agosto de 2024.

A digna homenagem e reconhecimento ao piloto se fazem a poucos meses de quando completaria 80 anos de idade e 50 anos da sua vitória no GP do Brasil de Fórmula 1 de 1975.

O evento contará com a presença da família, amigos, jornalistas e admiradores do piloto. Para a homenagem, o filho do piloto, Rodrigo Pace, trajado com o macacão e capacete do que pertenceram ao seu pai, dará uma volta com um Karmann-Ghia de corrida que fora utilizado pelo piloto.

Um gênio

De família de italianos, José Carlos Pace, o Moco, nasceu em São Paulo em 6 de outubro de 1944 e começou no automobilismo em 1963 em provas de Turismo, pela extinta equipe Willys. No ano seguinte participaria do Desafio 50 mil quilômetros, no Autódromo de Interlagos.

Em 1970 foi na “estrada” aberta por seu amigo Emerson Fittipaldi e foi para a Europa disputar o Campeonato Inglês de Fórmula 3 e sagrou-se campeão. Em 1971 subiu de categoria e disputou a Fórmula 2, onde venceu o difícil GP de Imola, na Itália. A convite do comendador Enzo Ferrari, passou a fazer parte do time da marca italiana na categoria Protótipos, conquistando um segundo lugar em nada menos que as 24 Horas de Le Mans, em 1973.

Esses bons resultados abriram-lhe as postas para a Fórmula 1 em 1972, numa equipe que estava começando: Williams. A equipe de Frank Williams usava carros antigos de outra equipe da categoria, a Mach, e mesmo com equipamento do ano anterior, Moco pontou 2 vezes ao longo daquele ano.

No ano seguinte, 1973, transferiu-se para uma equipe um pouco melhor, a Surtees e novamente se destacou, inclusive com um 3º lugar na Áustria. Naquele ano, a Revista e anuário Autocourse, o elegeu com o quarto melhor piloto do ano, ficando atrás de Jackie StewartRonnie Peterson e Emerson Fittipaldi.

Em 1974, começou a temporada novamente na Surtees, mas na metade do campeonato se transferiu para a Brabham, conseguindo um segundo segundo lugar em Watkins Glen, nos Estados Unidos.


Em 1975 foi a melhor temporada do brasileiro na categoria. Além da Fórmula 1, Moco participaria também do Campeonato Brasileiro de Turismo e onde foi campeão do Grupo 1, com um Maverick. Naquele ano, venceria também a tradicional prova das 25 horas de Interlagos, junto com o multi campeão Paulo Gomes e o jornalista Bob Sharp, na famosa equipe da Ford, comandada por Luiz Antônio Grecco. Mas seu maior momento no automobilismo chegaria no segundo GP da temporada, após o da Argentina que foi no GP do Brasil. Ganhou de forma espetacular e em segundo chegaria nada menos que Emerson Fittipaldi.

Utilizando motores Alfa Romeo que eram muito pesados e “beberrões” a Brabham teve dificuldades e o ano de 1976 foi pouco produtivo para o piloto.

Em 1977, Pace voltou ao pódio. Seria o último. Após não pontuar no Brasil e África do Sul. De volta ao Brasil, no dia 18 de março de 1977, juntamente com seu amigo, fazendeiro e também piloto, Marivaldo Fernandes, decolou do Campo de Marte e com direção a Matão. Logo após a decolagem, os ocupantes da aeronave foram surpreendidos por uma tempestade que derrubou o avião na Serra da Mantiqueira.

Pelos feitos e pelo amor que tinha á pista de Interlagos, em 1985 foi homenageado dando o nome ao mais importante circuito do Brasil.

Serviço
Local: Autódromo de Interlagos, portão 7, São Paulo, SP
Horário: a partir das 10 horas

 

Depois do abandono, restos mortais de Moco vão ser enterrados em Interlagos Read More »

Campinas já teve um papel muito importante no automobilismo nacional

Mesmo sem nunca ter abrigado um autódromo, Campinas sempre teve um papel muito importante no automobilismo nacional. No início do século passado, em vários pontos da cidade, eram disputadas provas que contavam com pilotos muito importantes daqueles tempos. Aliás, a cidade era tão representativa no cenário automotivo, que foi aqui que o tricampeão de Fórmula 1, Ayrton Senna da Silva, teve a primeira vitória na sua carreira.

No kartódromo do Taquaral, que criminosamente foi destruído pela administração municipal e que marcou o início da carreira de muitos pilotos, aos 9 anos, Ayrton conquistou sua primeira vitória no kart. Aqui também surgiram grandes pilotos: Antonio Jorge Neto, o Netinho, foi vitorioso em duas e quatro rodas. Nas quatro rodas também surgiram várias estrelas, como a família Negrão (Xandy, Guto e Xandinho) e Benedicto Moreira Lopes, que tinha o simbólico apelido de “Campineiro Voador”.

Tradicional

No próximo domingo (28), essa longa história da cidade no automobilismo será relembrada mais uma vez. A partir das 9h, será disputada a 8ª Volta do Chapadão, na Torre do Castelo. A corrida reunirá modelos da época pós 1ª guerra mundial e marcará os 89 anos da primeira prova disputada na cidade. Os organizadores, entre eles o apaixonado por automóveis antigos Ronaldo “Topete” Lopes,  também vão homenagear a carreira do campineiro Benedicto Lopes.

 

A prova terá largada na rua João Erbolato, na região da Torre do Castelo, e contará com dez bólidos que simularão uma disputa. Também haverá uma exposição de vários modelos de carros de corrida da época e de modelos antigos de passeio. O evento contará com a taça conquistada por Benedicto Lopes no Circuito do Chapadão de 1937.

História

A “Volta do Chapadão” teve sua primeira edição em 1935, antes mesmo da inauguração do Autódromo José Carlos Pace, Interlagos-SP, que foi em 12 de maio de 1940. A corrida ganhou prestígio internacional, atraindo pilotos da Europa, incluindo Itália e Inglaterra.

A vitória na primeira competição foi do piloto brasileiro Chico Landi. Landi foi o primeiro piloto brasileiro na Fórmula 1 e chegou a pilotar para a equipe de Enzo Ferrari. Em 1936, a corrida não ocorreu e em 1937, Benedicto Lopes sagrou-se campeão, ganhando o apelido de “Campineiro Voador”.

Nascido em Campinas, em 11 de novembro de 1904, Benedicto Moreira Lopes era filho de um maestro e uma dona de casa. Desenvolveu seu talento em mecânica e restauração de automóveis, iniciando sua carreira no automobilismo em 1934, no 2º Grande Prêmio do Rio de Janeiro, na Gávea.

Em 1935, Lopes adaptou um Ford V8 para corridas, participando do 3º GP do Rio e da 1ª Volta do Chapadão, em Campinas. Sua consagração veio em 1937, quando, pilotando um Alfa Romeo, venceu o GP de São Paulo e a 2ª Volta do Chapadão e participou de duas provas em Portugal. Sua última prova foi em 1954 quando saiu vitorioso no “3º Circuito do Maracanã”, no Rio de Janeiro.

O piloto faleceu em 8 de agosto de 1989. Atualmente, lei municipal define o último domingo de julho como o “Dia do Antigomobilista Benedicto Lopes”. Mais uma curiosidade, a palavra antigomobilismo, que hoje está oficialmente nos dicionários brasileiros, é de autoria do colecionador, advogado e jornalista automotivo José Roberto Nasser.

Campinas já teve um papel muito importante no automobilismo nacional Read More »

Toyota domina a etapa brasileira do Mundial de Endurance

Depois de perder as 24 Horas de Le Mans para a Ferrrari, a Toyota se recuperou e venceu a Rolex 6 Horas de São Paulo do FIA WEC, o Campeonato Mundial de Endurance. Interlagos foi palco de um domingo (14 de julho) de sol e de um triunfo consagrador para a Toyota. No cenário da primeira vitória da fabricante japonesa na categoria, há 12 anos, Sébastien Buemi, Ryo Hirakawa e Brendon Hartley cruzaram a linha de chegada na frente com o GR010 – Hybrid #8, faturando assim o primeiro lugar da tripulação no ano.

O cenário só não foi perfeito para a Toyota porque o carro #7, pilotado por Kamui Kobayashi, Nyck de Vries e Mike Conway apresentou um problema na bomba de combustível e perdeu a chance de lutar pelo primeiro lugar. Mesmo assim, o trio finalizou em quarto após ter caído para 18º.

O dia foi de glória também para a Manthey Pure Rxcing, que conquistou sua segunda vitória na temporada na classe LMGT3, repetindo o feito obtido na Qatar Airways 1812 Km do Qatar, prova que abriu o calendário. A bordo do Porsche 911 GT3 R #92, o trio formado por Klaus Bachler, Joel Sturm e Aliaksandr Malikhin dominou boa parte da prova, sobretudo depois de ver o abandono da Lamborghini Huracan #85 da Iron Dames por conta de um vazamento de água.

Quem também teve motivos para comemorar foi o brasileiro Nicolas Costa, que ao lado dos companheiros de equipe James Cottingham e Grégoire Saucy conquistou o quarto lugar na classe com a McLaren 720S Evo #59 da United Autosports.

Pouco depois do término da prova, Nicolas Costa destacou o resultado obtido em Interlagos, embora tenha lamentado ter ficado tão perto do pódio. “A corrida foi muito legal, embora tivéssemos alguns problemas técnicos e punições que não nos permitiram subir ao pódio. Tiramos o máximo que podíamos do carro, com a condição que tínhamos. Chegamos pertinho do pódio, o que é um pouco chato. Queria muito levantar o troféu aqui no Brasil. Mas, no fim das contas, acho que a corrida foi ótima. Acho que era a melhor posição possível hoje. A briga foi dura, com alguns dos melhores pilotos do mundo, e conseguimos segurar, o que foi muito legal”, disse o brasileiro.

Foi um domingo de concretização do sonho de muitos amantes do automobilismo, que viram novamente um evento do Campeonato Mundial de Endurance no Brasil após uma década. O público total ao longo dos três dias do fim de semana foi de 73.205 espectadores.

Pouco antes da largada, mais de 200 artistas se apresentaram em frente à reta dos boxes, entre capoeiristas, break dancers, bailarinos e músicos, que abriram a cerimônia de abertura da prova com um repertório diverso e brasileiro, da Orquestra Experimental de Repertório, Coro Jovem e do artista Mbé. A apresentação antecedeu a exibição da Esquadrilha da Fumaça, que emocionou e impressionou os fãs presentes.

Com bandeirada dada por Tarso Marques, ex-piloto da Fórmula 1 e Indy, a Rolex 6 Horas de São Paulo teve sua largada oficializada, trazendo ao público um espetáculo oferecido pelos carros mais incríveis e tecnológicos do planeta.

Domínio em Interlagos

A Toyota deu as cartas desde a largada. As primeiras horas apontavam para um quadro de dobradinha, tamanha era a força dos GR010 – Hyvbrid perante os adversários. Entretanto, um problema na bomba de gasolina do carro #7 fez cair por terra a chance de um resultado perfeito.

E ainda que o protagonismo do Toyota #8 tivesse sido notório, a prova rendeu batalhas espetaculares, algumas delas até com três hypercars lado a lado. Outra marca da prova foi o tráfego intenso, proporcionado pelo mix de 37 carros no grid na pista mais curta do calendário, de 4.309 metros de extensão.

Algumas disputas foram bem interessantes, como os pegas envolvendo Yifei Ye (AF Corse) com Nicolas Lapierre (Alpine) e Raffaele Marciello (BMW) e outra boa briga com Oliver Rasmussen (Hertz Team JOTA) e Mikkel Jensen (Peugeot TotalEnergies).

Pouco antes da bandeirada final, Kamui Kobayashi consolidou grande recuperação do Toyota #7 ao fazer ultrapassagem sobre a Ferrari pilotada por Alessandro Pier Guidi na entrada do S do Senna para terminar na quarta colocação, ficando atrás apenas do Toyota #8 e dos dois Porsche 963 da Porsche Penske Motorsport: Kevin Éstre, André Lotterer e Laurens Vanthoor terminaram em segundo lugar com o #6, seguido pelo #5 guiado por Matt Campbell, Michael Christensen e Frédéric Makoviecki.

“Tivemos um bom fim de semana. É nosso primeiro pódio do ano para o carro #8, e acho que, de alguma forma, merecemos isso. Pena somente pelos nossos colegas do #7, que foram bem rápidos hoje. Ainda deu para eles conseguirem se recuperar, também. E conseguimos vencer”, destacou Sébastien Buemi, endossado por Brendon Hartley. “O carro #7 estava voando, mas eles tiveram um problema. Do nosso lado, fizemos uma corrida limpa e garantimos a vitória”, acrescentou.

A última vitória até então do Toyota #8 havia sido nas 8 Horas do Bahrein de 2023. O fim do jejum foi comemorado por Ryo Hirakawa. “Ficamos muito tempo sem vencer e estamos felizes por voltarmos ao topo. Acho que fizemos um bom trabalho, então temos de estar bem contentes”, declarou o japonês.

Triunfo contundente

A LMGT3 também entregou uma grande corrida em Interlagos. A Iron Dames liderou a primeira hora completa da prova com a pole position Sarah Bovy, mas a belga foi ultrapassada minutos depois por Aliaksandr Malykhin, piloto de graduação bronze da Manthey Pure Rxcing. Desde então, a equipe lituana não foi mais superada na ponta da categoria.

A Iron Dames lutou pelo segundo lugar com o Aston Martin Vantage AMR #27 da Heart of Racing, naquele momento guiada pelo italiano Daniel Mancinelli. Mas o time feminino teve de dar adeus à prova depois de Rahel Frey recolher para os boxes com vazamento de água no carro. Fim do sonho das “Damas de Ferro” de buscar o pódio em Interlagos.

Os dois ponteiros se mantiveram em tais posições até o fim da prova, com mudanças somente durante as trocas de pneus e reabastecimentos promovidos pelas equipes. A batalha passou a se concentrar nas demais colocações.

Ao término da quarta hora, a prova reservou ainda a entrada de Valentino Rossi na BMW M4 #46, assumindo o lugar do belga Maxime Martin. Foi a primeira participação da lenda do esporte a motor na corrida em Interlagos, assim como foi para Nicolas Costa, que substituiu Grégoire Saucy na McLaren #59. Pouco depois, o carioca subiu para a quarta colocação da prova, logo à frente do argentino José María “Pechito” López.

O início da penúltima hora de prova teve como grande marca o duelo entre “Pechito” López e Valentino Rossi, com direito a um toque entre os dois. ‘Il Dottore’ fez a ultrapassagem sobre o argentino na entrada do S do Senna, em um dos grandes momentos da corrida. E nas voltas finais outro bom destaque foi o duelo entre Nicolas Costa e Maxime Martin, que havia assumido de volta o volante da BMW M4 #46 para o stint final. À frente, o carioca resistiu à pressão do europeu para conquistar um resultado positivo correndo em casa, repetindo assim o quarto lugar obtido na TotalEnergies 6 Horas de Spa-Francorchamps, em maio.

A Manthey Pure Rxcing consolidou um triunfo contundente, com uma volta de vantagem sobre a Aston Martin #27 da Heart of Racing, equanto a McLaren 720S Evo LMGT3 pilotada pelo japonês Marino Sato, o chileno Nicolás Pino e o britânico Joshua Caygill subiu ao terceiro degrau do pódio em São Paulo. Nicolas Costa alcançou o quarto lugar, mas Augusto Farfus não teve a mesma sorte: em um fim de semana complicado, o paranaense terminou a prova em décimo ao lado de Sean Gelael e Darren Leung com a BMW M4 LMGT3 #31 do Team WRT.

Apesar da sólida vitória lograda na capital paulista, Klaus Bachler foi enfático: “A equipe fez uma estratégia incrível, então temos de estar felizes. Mas não foi fácil, ao contrário. Foi a corrida mais difícil da temporada para nós até agora. Fizemos uma preparação tão boa como foi para Le Mans. Sofremos um grande revés lá, mas agora estamos de volta”, disse o austríaco, que agora tem seu trio novamente na liderança do campeonato.

A próxima etapa da temporada será disputada em 1º de setembro com a Lone Star Le Mans, prova de seis horas realizada no Circuito das Américas, em Austin, no Texas, Estados Unidos.

E o fã brasileiro e sul-americano do automobilismo já tem data marcada para reencontrar com os carros mais fantásticos do mundo no FIA WEC. A Rolex 6 Horas de São Paulo de 2025 vai acontecer entre os dias 11 e 13 de julho de 2025, no Autódromo de Interlagos.

FIA WEC — Campeonato Mundial de Endurance
Rolex 6 Horas de São Paulo, Autódromo de Interlagos

Resultado final
Classe Hypercar
1º – Sébastien Buemi (SUI) / Brendon Hartley (NZL) / Ryo Hirakawa (JAP) – Toyota GR010 – Hybrid #8, Toyota, 236 voltas
2º – Kévin Estre (FRA) / André Lotterer (ALE) / Laurens Vanthoor (BEL) – Porsche 963 #6, Porsche Penske Motorsport, a 1min08s811
3º- Matt Campbell (AUS) / Michael Christensen (DIN) / Frédéric Makowiecki (FRA) – Porsche 963 #5, Porsche Penske Motorsport, a 1min15s993
4º – Mike Conway / Kamui Kobayashi (JAP) / Nyck de Vries (HOL) – Toyota GR010 – Hybrid #7, Toyota, a 1min23s571
5º – Antonio Giovinazzi (ITA) / Alessandro Pier Guidi (ITA) / James Calado (GBR) – Ferrari 499P #51, Ferrari AF Corse, a 1min27s395
6º – Antonio Fuoco (ITA) / Miguel Molina (ESP) / Nicklas Nielsen (DIN) – Ferrari 499P #50, Ferrari AF Corse, a 1 volta
7º – Jenson Button (GBR) / Oliver Rasmussen (DIN) / Philip Hanson (GBR) – Porsche 963 #38, Hertz Team JOTA, a 1 volta
8º – Jean-Éric Vergne (FRA)/ Mikkel Jensen (DIN) / Nico Müller (SUI) – Peugeot 9X8 #93, Peugeot TotalEnergies, a 1 volta
9º – Dries Vanthoor (BEL) / Raffaele Marciello (ITA) / Marco Wittmann (ALE) – BMW M Hybrid V8 #15, BMW M Team WRT, a 1 volta
10º – Nicolas Lapierre (FRA) / Mick Schumacher (ALE) / Matthieu Vaxivière (FRA) – Alpine A424 #36, Alpine Endurance Team, a 2 voltas
11º – Robert Kubica (POL) / Yifei Ye (CHN) / Robert Shwartzman (ISR) – Ferrari 499P #83, AF Corse, a 2 voltas
12º – Paul-Loup Chatin (FRA) / Charles Milesi (FRA) / Ferdinand Habsburg (AUT) – Alpine A424 #35, Alpine Endurance Team, a 2 voltas
13º – Earl Bamber (NZL) / Alex Lynn (GBR) – Cadillac V-Series.R #2, Cadillac Racing, a 2 voltas
14º – Sheldon Van der Linde (AFS) / Robin Frijns (HOL) / René Rast (ALE) – BMW M Hybrid V8 #20, BMW M Team WRT, a 2 voltas
15º – Neel Jani (SUI) / Julien Andlauer (FRA) – Porsche 963 #99, Proton Competition, a 2 voltas
16º – Stoffel Vandoorne (BEL) / Loïc Duval (FRA) / Paul Di Resta (GBR) – Peugeot 9X9 #94, Peugeot TotalEnergies, a 2 voltas
17º – Mirko Bortolotti (ITA) / Daniil Kvyat / Edoardo Mortara (ITA) – Lamborghini SC63 #63, Lamborghini Iron Lynx, a 2 voltas
18º – Will Stevens (GBR) / Norman Nato (FRA) / Callum Ilott (GBR) – Porsche 963 #12, Hertz Team JOTA, a 3 voltas
19º – Antonio Serravalle (CAN) / Carl Wattana Bennett (TAI) / Jean-Karl Vernay (FRA) – Isotta Fraschini Tipo6-C #11, Isotta Fraschini, abandonou

Classe LMGT3
1º – Klaus Bachler (AUT) / Joel Sturm (ALE) / Aliaksandr Malykhin (SKN) – Porsche 911 GT3 R LMGT3 #92, Manthey Pure Rxcing, 214 voltas
2º – Ian James (EUA) / Daniel Mancinelli (ITA) / Alex Riberas (ESP) – Aston Martin Vantage AMR LMGT3 #27, Heart of Racing Team, a 1 volta
3º- Nicolás Pino (CHI) / Marino Sato (JAP) / Joshua Caygill (GBR) – McLaren 720S LMGT3 Evo #95, United Autosports, a 1 volta
4º – Grégoire Saucy (SUI) / Nicolas Costa (BRA) / James Cottingham (GBR) – McLaren 720S LMGT3 Evo #59, United Autosports, a 2 voltas
5º – Maxime Martin (BEL) / Valentino Rossi (ITA) / Ahmad Al Harthy (OMA) – BMW M4 LMGT3 #46, Team WRT, a 2 voltas
6º – Alessio Rovera (ITA) / François Heriau (FRA) / Simon Mann (EUA) – Ferrari 296 LMGT3 #55, Vista AF Corse, a 2 voltas
7º – Ben Barker (GBR) / Ryan Hardwick (EUA) / Zacharie Robichon (CAN) – Ford Mustang LMGT3 #77, Proton Competition, a 2 voltas
8º – Charlie Eastwood (IRL) / Tom Van Rompuy (BEL) / Rui Andrade (ANG) – Corvette Z06 LMGT3.R #81, TF Sport, a 2 voltas
9º – Marco Sørensen (DIN) / Erwan Bastard (FRA) / Clément Mateu (FRA) – Aston Martin Vantage AMR LMGT3 #777, D’Station Racing, a 2 voltas
10º – Augusto Farfus (BRA) / Sean Gelael (IDN) / Darren Leung (GBR) – BMW M4 LMGT3 #31, Team WRT, a 3 voltas
11º – Esteban Masson (FRA) / Takeshi Kimura (JAP) / José María López (ARG) – Lexus RC F LMGT3 #87, Akkodis ASP Team, a 3 voltas
12º – Richard Lietz (AUT) / Morris Schuring (HOL) / Yasser Shahin (AUS) – Porsche 911 GT3 R LMGT3 #91, Manthey EMA, a 4 voltas
13º – Dennis Olsen (NOR) / Mikkel Pedersen (DIN) / Christian Ried (ALE) – Ford Mustang LMGT3 #88, Proton Competition, a 5 voltas
14º – Matteo Cressoni (ITA) / Claudio Schiavoni (ITA) / Franck Perera (FRA) – Lamborghini Huracan LMGT3 Evo2 #60, Iron Lynx, a 5 voltas
15º – Davide Rigon (ITA) / Thomas Flohr (SUI) / Francesco Castellacci (ITA) – Ferrari 296 LMGT3 #54, Vista AF Corse, a 23 voltas
16º – Rahel Frey (SUI) / Sarah Bovy (BEL) / Michelle Gatting (DIN) – Lamborghini Huracan LMGT3 Evo2 #85, Iron Dames, abandonou
17º – Daniel Juncadella (ESP) / Hiroshi Koizumi (JAP) / Sébastien Baud (FRA) – Corvette Z06 LMGT3.R #82, TF Sport, abandonou

Toyota domina a etapa brasileira do Mundial de Endurance Read More »

No próximo domingo tem mundial de Endurance em Interlagos

Ao mesmo tempo em que reúne montadoras icônicas como Ferrari, Porsche, Lamborghini, BMW e Aston Martin, o Campeonato Mundial de Endurance tem outra característica bastante importante e que o torna singular no universo do automobilismo: a alta representatividade em seu grid, com pilotos oriundos dos cinco continentes. A Rolex 6 Horas de São Paulo reúne um contingente diverso, com bandeiras de 29 países diferentes neste fim de semana em Interlagos.

Palco do FIA WEC nesta quinta etapa da temporada 2024, depois de dez anos sem receber a competição, o Brasil estará na pista com dois pilotos na classe LMGT3: o curitibano Augusto Farfus, que corre pelo Team WRT com a BMW M4 LMGT3 #31; e o carioca Nicolas Costa, competidor da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo LMGT3 #59.

A América do Sul terá outros dois pilotos no grid em Interlagos. José María ‘Pechito’ López, vencedor das 24 Horas de Le Mans e campeão do FIA WEC em 2021 com a Toyota Gazoo Racing, volta ao volante do Lexus RC F LMGT3 #87 da Akkodis ASP Team, enquanto o chileno Nicolás Pino, de somente 19 anos, faz sua temporada de estreia no Mundial de Endurance como piloto da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo #95.O continente americano traz ainda dois pilotos canadenses — Antonio Serravalle, da Isotta Fraschini, na classe Hypercar, e Zacharie Robichon, da Proton Competition, na LMGT3. São três norte-americanos: Ian James, da Heart of Racing Team; Simon Mann, da Vista AF Corse; e Ryan Hardwick, da Proton Competition e companheiro de equipe de Robichon. Por fim, Aliaksandr Malykhin (Manthey Pure Rxcing, classe LMGT3) corre com a bandeira de São Cristóvão e Nevis e licença do país insular caribenho.

Pilotos

O FIA WEC abrange também três competidores africanos: os sul-africanos Sheldon Van der Linde (BMW M Team WRT, na Hypercar) e o irmão, Kelvin Van der Linde (Akkodis ASP Team), além do angolano Rui Andrade (TF Sport), os dois últimos inscritos na LMGT3.

Nação de enorme tradição no automobilismo, o Japão terá cinco pilotos em Interlagos, com destaque para Kamui Kobayashi e Ryo Hirakawa, campeões do FIA WEC com a Toyota Gazoo Racing na classe Hypercar. A China é representada pelo jovem Yifei Ye, que compõe o trio da AF Corse com a Ferrari 499P da principal categoria do campeonato.

A Ásia ainda tem no grid Ahmad Al Harthy, de Omã, no Oriente Médio. O piloto é um dos companheiros de equipe de Valentino Rossi na BMW M4 LMGT3 #46. O outro carro da equipe belga, que tem Augusto Farfus como um dos competidores, traz mais um asiático: Sean Gelael, da Indonésia. E Carl Wattana Bennett, piloto da Isotta Fraschini, tem dupla nacionalidade: norte-americano de nascimento, o competidor defende a bandeira tailandesa no FIA WEC, enquanto Robert Shwartzman estampa o pavilhão de Israel na Ferrari 499P #83 da AF Corse na Hypercar.

A Oceania é bem representada no grid da Rolex 6 Horas de São Paulo. A Nova Zelândia tem os campeões mundiais Earl Bamber (Cadillac Racing) e Brendon Hartley (Toyota Gazoo  Racing), enquanto a Austrália acelera com Matt Campbell (Porsche Penske Motorsport) e Yasser Shahin (Manthey EMA), um dos líderes do campeonato na LMGT3.

O maior contingente

Berço do automobilismo e também do FIA WEC, a Europa é o continente que reúne o maior número de pilotos e também de países neste fim de semana da Rolex 6 Horas de São Paulo.

Estarão alinhadas em Interlagos as bandeiras de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Grã-Bretanha, Países Baixos, Irlanda, Itália, Noruega, Polônia e Suíça.

A França é o país com maior representatividade no Campeonato Mundial de Endurance. Em São Paulo, 18 gauleses vão correr pela vitória. Outra nação com muitos pilotos em ação é a Itália, com 13, enquanto a Grã-Bretanha terá 12 competidores na pista.

Programação
Sexta-feira, 12 de julho

10h45 – Treino Livre 1 (90 minutos)
13h45 – Entrevista coletiva oficial FIA WEC
15h15 – Treino Livre 2 (90 minutos)
17h00 – Pit Walk

Sábado, 13 de julho
10h30 – Treino Livre 3 (60 minutos)
12h00 – Pit Walk
12h05 – Sessão de autógrafos
14h30 – Classificação GT3
14h50 – Hyperpole GT3
15h10 – Classificação Hypercar
15h30 – Hyperpole Hypercar
16h00 – Entrevista coletiva pós-classificação FIA WEC

Domingo, 14 de julho
08h40 – Pit Walk
08h45 – Sessão de autógrafos
08h55 – Desfile de Ferrari
09h20 – Desfile de Porsche
09h45 – Desfile dos pilotos FIA WEC
11h30 – Rolex 6 Horas de São Paulo – largada
18h25 – Entrevista coletiva pós-corrida

No próximo domingo tem mundial de Endurance em Interlagos Read More »

Daniel Serra vai tentar a 3ª vitória em Le Mans

Dos seis brasileiros inscritos para a edição de 2024 das 24 Horas de Le Mans, Daniel Serra é um dos mais experientes. Paulistano de 40 anos, o piloto já disputou a mais famosa corrida de resistência do automobilismo em sete oportunidades, de forma consecutiva entre 2017 e 2023, sempre inscrito em categorias do tipo GT. Daniel subiu ao topo do pódio da prova em duas oportunidades e venceu logo no seu ano de estreia, em 2017, com a Aston Martin Racing; e dois anos depois, com a Ferrari da equipe AF Corse, ambas na classe LMGTE-Pro. Ao lado de outros cinco brasileiros, o tricampeão da Stock Car será uma das atrações da Rolex 6 Horas de São Paulo. Com ingressos já à venda, a prova será disputada em Interlagos no dia 14 de julho, no Autódromo de Interlagos 

Em 2024, Serrinha vai em busca da sua terceira vitória em Le Mans. Piloto oficial da Ferrari em corridas de GT, o tricampeão da Stock Car Pro Series (2017, 2018 e 2019) vai acelerar o carro da mais famosa marca do esporte a motor pela sétima vez seguida, mas agora representará a equipe britânica GR Racing. Pela classe LMGT3, Daniel será o piloto de graduação platina no trio formado também pelo italiano Riccardo Pera (prata) e o inglês Michael Wainwright (bronze).

A tripulação vai competir com a Ferrari 296 LMGT3, carro que Daniel Serra conhece muito bem e com o qual triunfou nas 24 Horas de Daytona disputadas em janeiro deste ano.

“É muito legal poder estar a caminho da minha oitava participação em Le Mans. Venho fazendo todos os anos, desde 2017, e é uma das corridas que mais gosto de disputar, um dos maiores eventos do automobilismo. O evento é incrível, a semana toda é muito legal. Vencer em Le Mans é demais, inesquecível, então estou bem empolgado por poder disputar Le Mans mais uma vez”, ressaltou o piloto.

Desafio em Le Mans

Com oito participações em Le Mans, a GR Racing tem vasta experiência no Endurance como cliente da Porsche. Mas 2024 será é o primeiro ano com a Ferrari. Em 2024, a equipe finalizou as 24 Horas mais famosas do esporte a motor na terceira colocação pela antiga classe LMGTE-Am.

“Nunca corri com eles. Claro que conheço muito bem o carro, mas vou conhecer todos lá em Le Mans. Temos treino uma semana antes lá na pista, então vai ser quando vou poder ter um maior contato com todos”, disse o piloto, que será um dos tripulantes da Ferrari #86 pintada em preto e com detalhes em laranja.

“O meu time não faz o Mundial, corre o European Le Mans Series, que é o campeonato europeu, e vai fazer as 24 Horas de Le Mans novamente. Eles têm andado muito bem no ELMS, embora em 2024 seja o primeiro ano da equipe correndo de Ferrari. Sabemos que em uma corrida de 24 horas não é só a performance que conta: é importante ter desempenho, mas também é preciso ter consistência, não cometer erro nenhum, então tem de ter muita coisa alinhada e certinha. E eles já têm experiência em Le Mans, foram ao pódio no ano passado. Vamos fazer o máximo na nossa preparação, e estou muito ansioso para andar de GT3 novamente lá”, acrescentou Serrinha.

“Amo corrida de 24 horas”

Daniel enfatizou o apreço pelo ambiente único proporcionado pelo chamado “espírito de Le Mans” e as suas nuances que tornam todo o conjunto ainda mais especial para um piloto, sobretudo para quem teve a chance de vencer a corrida duas vezes.

“Tudo é muito legal: o evento é cheio de atrações, como o desfile na cidade, a apresentação para os fãs, os testes… A pista é sensacional para guiar, muito prazerosa. Amo corrida de 24 horas. O evento como um todo é muito bacana”, ressaltou.

Ao falar sobre o momento preferido para pilotar em Le Mans, Serra destacou. “Acelerar no amanhecer é a parte mais legal da corrida. É quando a pista está super rápida, já tem um pouquinho de luz e está mais fresquinho. É bom demais poder pilotar no começo da manhã”, concluiu o piloto. As 24 Horas de Le Mans serão disputadas nos dias 15 e 16 de junho.

Daniel Serra vai tentar a 3ª vitória em Le Mans Read More »

Rolar para cima