Hyundai

Jeep Avenger é o novo modelo de entrada da marca americana no Brasil

A Jeep aumentou o número de ofertas com um novo SUV: o Avenger. O modelo que é fabricado em Porto Real – RJ vai ficar posicionado abaixo do Renegade e vai brigar com o VW Tera e Renault Kardian.

Com motor 1,0 litro, turboflex de 116 cavalos, sistema híbrido leve MHEV de 12V e câmbio automático CVT, o modelo combina a proposta urbana com características da marca off-road.  O Avenger chega em três versões e com preços que vão de R$ 114.990,00 a R$ 145.990,00.

Entre os destaques estão os seis airbags, pacote ADAS nível 2, câmeras 360°, piloto automático adaptativo, centralizador de faixa, sensores de ponto cego e assistente de voz com inteligência artificial do ChatGPT.

O modelo tem, na sua lista de equipamentos, teto solar elétrico, multimídia de 10 polegadas, carregador por indução e iluminação ambiente.

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Caoa promove mega feirão em todas as suas concessionárias

A Caoa realiza neste sábado (15), mais uma edição do Caoa Day, a maior ação comercial do setor automotivo brasileiro. Durante um único dia, mais de 400 concessionárias e oficinas estarão mobilizadas em todo o país, reunindo condições exclusivas para a compra de veículos novos e seminovos, além de benefícios especiais em serviços de pós-venda.

Design sem nome – 1

Depois de superar a marca de 3 mil veículos comercializados em um único dia em edições anteriores, o Caoa espera superar no evento deste ano.

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Testamos o econômico e espaçoso Hyundai Kona Hybrid

Quem está procurando um SUV híbrido deve procurar conhecer o Hyundai Kona. Com design moderno e excelente acabamento, o Kona surpreende também pela autonomia. Num misto de cidade e estrada, com a bateria totalmente carregada e o tanque de gasolina cheio, conseguimos rodar 1.156 quilômetros.

Teoricamente, dá para ir e voltar de São Paulo ao Rio de Janeiro ou de São Paulo a Curitiba. O modelo avaliado foi o Hyundai Kona Hybrid Signature, versão mais sofisticada do modelo e que custa R$ 234.990.

Luxuoso

O Kona está num segmento com poucos concorrentes e muito acima do Toyota Corolla Cross. Com 4.350 mm de comprimento, o Kona não é muito maior que os concorrentes, mas no entre-eixos de 2.660 mm, está a maior diferença em relação aos demais. Isso resulta num espaço maior para os passageiros. O porta-malas é generoso: 407 litros.

Apesar do design moderno, a posição das lanternas traseiras são questionáveis. Ficam no para-choques, muito para baixo. Muito esquisito.

O interior é bem agradável. Além de muito espaçoso, com acabamento esmerado, o Kona oferece duas telas de 12,3″ integradas, os bons e úteis comandos para o ar-condicionado de duas zonas e outras finalidades. No meio fica o seletor dos modos de condução, Eco, Sport e Snow. O modelo dispõe de diversos e amplos porta-objetos. O seletor da transmissão automatizada de dupla embreagem, com 6 marchas, fica atrás da coluna de direção, perto do acionamento dos limpadores dianteiro e traseiro.

Motorização

O motor à combustão é de 1,6 litro e desenvolve 105 cavalos de potência máxima e 14,7 kgfm. Já o motor elétrico entrega 57 cavalos. Juntos oferecem ao motorista 141 cavalos e 27 kgfm. A bateria é de 1,32 kWh.

O SUV acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. Tanto na cidade como na estrada, o modelo não decepciona e atende bem às solicitações do motorista. Mesmo nas retomadas, ele é “espertinho”. Na cidade, é possível andar longos períodos utilizando apenas o motor elétrico e o desempenho é muito bom.

O consumo é surpreendente. Na estrada, chegou a fazer 16,1 quilômetros por litro e na cidade, 18,6 quilômetros por litro  Poderia ser melhor, sim, mas tem números superiores no consumo e no desempenho do que o concorrente Corolla Cross Híbrido.

No mercado nacional, no qual estamos acostumados com tanques de combustíveis grandes, assusta o do Kona ter apenas 38 litros. Mas como se pode avaliar, não faz falta um reservatório maior, pois o motor elétrico e o à combustão garantem uma boa autonomia, de quase 700 quilômetros.

Rodando

Como o objetivo do Kona é principalmente o conforto dos passageiros, a suspensão é bem macia. Mas como no Brasil contamos com pisos muito ruins na grande maioria das estradas e ruas, a suspensão às vezes bate seco.  A estabilidade é boa e a carroceria se mantém estável mesmo em curvas mais dinâmicas.

Na estrada, os assistentes de condução são muito úteis. Muito bem equipado, o Kona conta com teto-solar panorâmico, câmeras 360 graus, freio de estacionamento elétrico, porta-malas com abertura elétrica e luzes ambientes.

A conclusão é que o SUV híbrido da Hyundai, apesar do design muito futurístico, é muito competente, espaçoso e econômico.

Preço
Hyundai Kona Hybrid R$ 234.990,00

 

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Coluna Fernando Calmon – WR-V acirra concorrência e oferece garantia de seis anos

Coluna Fernando Calmon nº 1.374 — 21/10/2025

 

Honda WR-V acirra concorrência e oferece garantia de seis anos

O relançamento do WR-V, no Brasil ausente desde 2022, abriu uma nova frente para a Honda no altamente disputado segmento de SUVs compactos. A estratégia da marca japonesa levou em conta sua própria oferta atual no mercado (HR-V, com motor turbo e mais caro) e de outros concorrentes entre estes o líder T-Cross e o Creta.

Novo SUV, antes derivado do Fit e agora do City sedã, aposta em estilo com linha de cintura e capô altos, além de dimensões bem próximas aos rivais: comprimento, 4.320 mm; entre-eixos, 2.650 mm; largura, 1.790 mm e altura, 1.650 mm. Porta-malas de 458 L (23% maior que o do T-Cross, mas apenas 8% em relação ao Creta). Também dispensou o modismo de barras longitudinais no teto. Há faróis e lanternas de LED, além de assinatura luminosa na traseira.

A fim de manter preço competitivo, motor é de aspiração natural e, portanto, algo limitado para acelerações e retomadas: 126 cv (E/G); 15,8 kgf·m (E)/15,5 kgf·m (G). Câmbio automático CVT de sete marchas inclui estratégia de redução automática nas frenagens e em descidas para produzir freio-motor, mas sem modos de condução para desempenho e economia. Consumo padrão Inmetro, em km/l: cidade, 8,2 (E)/12 (G); estrada, 8,9 (E)/12,8 (G). Tanque de combustível tem apenas 44 L, o que limita o alcance frente aos principais concorrentes (mais de 50 L).

Por enquanto, houve apenas um contato estático com o carro. No interior destacam-se posição ao volante e bom espaço atrás para as pernas dos ocupantes. Quadro de instrumentos é o mesmo do HR-V e tela multimídia de 10 pol. com espelhamento sem fio de Android Auto e Apple CarPlay. Para recarregar o celular só está disponível entrada USB-A bem mais lenta que a USB-C. Para o banco traseiro há uma pouco útil tomada de 12 V no extremo do console. Ao menos dispõe de saídas de ar climatizado para passageiros de trás.

Em termos de segurança o novo SUV não decepciona: seis airbags e cinco recursos adicionais com destaque para frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa de rolamento. Versão de topo EXL inclui sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

Preços: R$ 144.900 a 149.900. Garantia total de seis anos inédita no segmento.

Chrysler entra para o clube das marcas centenárias

Nem todas as 26 marcas que nasceram há pelo menos 100 anos produziram ininterruptamente. Houve crises financeiras, fabricação suspensa, mudanças de propriedade ou acionistas e muitas fusões. Por fim há os grandes conglomerados como a Stellantis que reúne 15 marcas (se incluídas a Fiat Profissional que produz basicamente furgões e Opel/Vauxhall marcas gêmeas na Alemanha e Inglaterra, respectivamente). Ou mesmo a VW que agrega 12 marcas, sendo três de caminhões e uma de motocicleta.

A Chrysler foi fundada por Walter P. Chrysler em 6 de junho de 1925 e, portanto, acaba de entrar neste clube. A companhia passou por bons momentos ao adquirir Jeep, Plymouth, Dodge, Desoto e criou a Ram. Depois fundiu-se com a Fiat, na FCA, e agora faz parte da Stellantis. Também enfrentou grandes dificuldades financeiras e esteve em recuperação judicial mais de uma vez.

Contudo, passou para a história por inciativas audaciosas: primeiro carro de produção projetado em túnel de vento, o Airflow, de 1934; automóveis revolucionários movidos por turbina a gás nas décadas de 1950 e 1960, com testes públicos, mas que não chegaram a ser vendidos; lançamento dos primeiros minivans modernos, Dodge Caravan e Plymouth Voyager, em 1983, uma alternativa às tradicionais station wagons e o carro esporte Dodge Viper (motor V-10 de 8 L), em 1992.

Eis relação completa do clube das centenárias e o ano de fundação: Vauxhall (1857); Peugeot (1882); Skoda (1895); Buick (1899); Fiat (1899); Opel (1899); Renault (1899); Cadillac (1902); Ford (1903); Lancia (1906); Rolls-Royce (1906); Daihatsu (1907); Audi (1909); Bugatti (1909); Suzuki (1909); Alfa Romeo (1910); Morgan (1910); Chevrolet (1911); Aston Martin (1913); Dodge (1914); BMW (1916); Mitsubishi (1917); Bentley (1919); Mazda (1920); Citroën (1920) e Chrysler (1925).

Câmeras começam a ser produzidas no Brasil pela ZF

À medida que diminuem as mortes de ocupantes dentro dos veículos, as taxas de mortalidade para aqueles que estão fora dos veículos continuam a aumentar. A proteção dos pedestres está se tornando uma prioridade global de segurança devido a esse padrão recíproco. Em razão do crescimento urbano, a evolução da mobilidade e o impulso regulatório, a indústria está repensando a forma como os veículos interagem com o ambiente. Para isso as câmeras são fundamentais. E o Brasil entrou nesta rota em razão da nacionalização que a ZF acabou de anunciar.

Foram investidos R$ 35 milhões em Limeira (SP) para dois tipos de câmeras também chamadas de sensores ópticos de alta precisão, essenciais à condução assistida e à frenagem autônoma emergência para evitar atropelamentos e colisões. O primeiro modelo permite ângulo de visão de 32°, pesa apenas150 gramas, detecta veículos a 150 m de distância e pedestres a 70 m. Em julho do próximo ano, começa a produção de outra câmera com ângulo de visão de 100° e monitora veículos até 170 m de distância. A empresa anunciou que poderá fabricar 900.000 unidades por ano.

Estas câmeras fazem parte do ADAS, sigla em inglês para Sistema Avançado de Assistência ao Motorista. Segundo estudos recentes a combinação de câmeras, radares e lidares (feixes de lasers para medir distâncias com altíssima precisão) já salvaram milhares de vidas em todos os mercados em especial onde a frota circulante é moderna. A produção em alta escala permite os preços caírem e há tendência de continuarem a diminuir.

Kona: visual futurista demais e ótimo consumo

É preciso entender que a Hyundai precisava mesmo se destacar de outros SUVs médio-compactos já no mercado. Exagerou um pouco no desenho, inclusive na colocação em posição baixa dos faróis e lanternas traseiras vulneráveis em pequenas colisões. Mas o estilo do Kona híbrido pleno não chega a comprometer o conjunto e chama atenção ao ser visto de perfil pelo desenho elaborado das rodas de 18 pol. Mesmo que as colunas traseiras tenham área envidraçada diminuta. Versão avaliada foi a de topo Signature.

Dimensões bem próximas às do Corolla Cross: comprimento, 4.350 mm; entre-eixos, 2.660 mm; largura, 1.825 mm; altura, 1.580 mm. O porta-malas de 407 L fica devendo aos seus concorrentes. Motor de aspiração natural, gasolina, 1,5 L entrega 105 cv e 14,7 kgf·m, enquanto o elétrico, 44 cv e 17,3 kgf·m. Valores combinados: 141 cv e 27 kgf·m. Para uma massa em ordem de marcha de 1.525 kg fica longe de empolgar, embora ainda dentro do aceitável. No uso urbano apenas com motorista e um acompanhante até que foi bem. Contudo, se quatro pessoas a bordo e bagagem precisarem viajar, exige mais atenção em ultrapassagens nas rodovias de pista única.

Há um ponto de destaque: consumo de combustível. Em cidade é possível passar dos 18 km/l e na estrada entre 15 e 16 km/l. Assim, o tanque de 38 L permite viajar entre São Paulo e Rio de Janeiro sem abastecer. Bom o comportamento em curvas, mesmo tendo suspensão calibrada mais para o conforto de marcha.

O interior impressiona pelo quadro de instrumentos e a tela multimídia integrados, ambos de 12,3 pol. Meio estranha a posição do seletor de marchas na coluna de direção, mas como se usa poucas vezes não atrapalha tanto. Banco do motorista oferece boa sustentação lateral e firmeza correta. Quem viaja atrás dispõe de bom espaço para pernas, ombros e cabeça, mais adequado a dois adultos e uma criança.

Preço: R$ 234.990.

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 Ressalva: Na coluna da semana passada, Taos foi citado por ter o maior porta-malas do seu segmento. Contudo, pouco dias depois, Boreal o desbancou: 5% a mais.

www.fernandocalmon.com.br

 

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Sem alteração nos preços, Tiggo 7 2026 chega com mais tecnologia

A Caoa Chery lançou esta semana a nova linha do Tiggo 7 2026. Uma das principais alterações é a nova central multimídia de alta definição, que agora equipa todas as versões da linha. O sistema conta com uma nova interface mais intuitiva.

Outro destaque é o novo chip SemiDrive X9 embarcado na central, que traz maior capacidade de processamento, especialmente na utilização do Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além do novíssimo sistema de comandos por voz.

Os preços continuam os mesmos da linha 2025.

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Caoa realiza no próximo sábado um evento com condições especiais

As concessionárias Caoa vão realizar no próximo dia 18 de outubro (sábado) o evento Caoa Day 2025. No ano passado, durante o evento, foram comercializados dois mil veículos. O Caoa Day reúne condições exclusivas para veículos zero quilômetro, seminovos e, também, em serviços de pós-venda.

Ofertas
Tiggo 5x – a partir de R$ 119.990
Tiggo 7 – a partir de R$ 139.990
Tiggo 8 PRO Max Drive (7 lugares) – a partir de R$ 194.990
Arrizo 6 PRO Max Drive – a partir de R$ 139.990
Linha Híbrida Plug-in (Tiggo 7 PRO PHEV e Tiggo 8 PRO PHEV) – a partir de R$ 219.990

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Nissan lança nova geração do Kicks com o mesmo motor do Kardian

A Nissan lançou hoje a nova geração (finalmente) do Kicks. Além de um design e um interior totalmente novo, o SUV japonês trocou o velho motor por uma motorização mais competente, fabricada pela Horse e que já é utilizada pelo Renault Kardian.  O motor oferece 120 cavalos e torque de 20,4 kgfm com gasolina e 125 cavalos e 22,4 kgfm com etanol.

Para a nova geração do Kicks, a Nissan optou por um câmbio DCT, de dupla embreagem a óleo. Outra novidade muito interessante é que o SUV não tem alavanca seletora das atividades da transmissão e sim, botões no console central.

Preços
Nissan Kicks 2026
Sense –  R$ 159.990,00
Advance – R$ 167.990,00
Exclusive – 177.990,00
Platinum – 199.000,00

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Segunda geraão do SUV Hyundai Palisade 2026 é lançado nos EUA

Uma das principais novidades do Salão do Automóvel de New York 2025 foi a apresentação da segunda geração do Hyundai Palisade, com um novo design mais quadrado, calçado agora com rodas de 21 polegadas. Depois de seis anos do modelo no mercado, o Hyundai Palisade 2026 oferece uma nova versão de aparência robusta, a XRT Pro, com uma suspensão elevada com uma polegada extra de distância do solo. As luzes segmentadas em ambas as extremidades do novo Palisade remetem à linha elétrica da Hyundai, incluindo o recente Ioniq 9.

A distância entre eixos é maior, oferecendo o teto solar duplo e muito espaço interno. Na traseira, o escapamento agora está escondido sob o para-choque, enquanto o limpador se esconde sob o spoiler do teto. O interior foi todo reformulado, agora com telas duplas de 12,3 polegadas e uma variedade de botões físicos. O seletor de marchas foi realocado do console central para a coluna do volante.

O Palisade é o mais recente Hyundai a deixar o emblema H no volante. Em vez disso, os quatro pontos denotam a letra “H” em código Morse. Com certeza parece que o volante foi emprestado do SUV menor Santa Fe.

Novas tecnologias de conveniência estão disponíveis: assentos de relaxamento de primeira e segunda fileiras, chave digital 2, portas USB-C com capacidade de 100 watts e engate de reboque instalado de fábrica.

O motor V6 com injeção direta tem potência de 287 cv e agora com 3,5 litros que será padrão no Palisade. Uma transmissão automática de dupla embreagem e conversor de torque, de oito velocidades está disponível para os modelos, podendo escolher entre tração dianteira ou integral.

Uma nova configuração híbrida combinada de 329 cv também está disponível, com motor de quatro cilindros 2.5 litros turbo (258cv) acoplado a dois motores elétricos (90cv) e uma transmissão automática de 6 velocidades com alcance estimado de 619 milhas (996 quilômetros).

O preço do Palisade 2025 no Brasil é de R$ 450 mil em uma única versão disponível desde o ano passado. No mercado norte-americano será comercializado em sete versões no modelo 2026, com preços estimados entre US$ 39 mil a US$ 54 mil. (Evandro Magnusson Filho – EUA)

 

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Fábrica de Piracicaba exporta o Hyundai HB20S para a Argentina

A Hyundai do Brasil está começando a exportar para a Argentina o sedã compacto HB20S. O modelo é produzido em Piracicaba-SP. A versão com de três volumes complementa a linha HB20 na Argentina, já que a versão hatchback já está sendo enviada deste 2024.

O Hyundai HB20S chegará às lojas argentinas em duas versões: Comfort, com câmbio manual, e Platinum Safety, topo de linha, com transmissão automática de seis marchas. Todas as configurações oferecem motor 1,6 litro.

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Teste: Com o novo motor, o Creta ganhou mais desempenho e economia

O Hyundai Creta foi apresentado mundialmente em 2014 e começou a ser vendido no Brasil em 2017. Fabricado na planta da marca em Piracicaba-SP, logo se tornou um sucesso de vendas. No final do ano passado, o modelo ganhou uma grande reestilização e uma nova motorização.

Bem mais moderno, o modelo caiu nas graças do mercado nacional, tão avido por SUVs. A nossa avaliação é do modelo mais sofisticado das cinco versões disponíveis no mercado brasileiro: o Ultimate.

Moderno

O Creta Ultimate tem um design muito agradável e chamativo. Na dianteira uma elegante grade cromada com elementos geométricos, que junto com os faróis de LED, deixam o modelo com uma aparência de caro sofisticado e de categoria superior. Na traseira, as novas lanternas substituíram as esquisitas da versão anterior. O conjunto ficou muito melhor e mais agradável.

Para completar a harmonia do modelo, o suv conta com rodas de liga de alumínio de 18 polegadas (pneus 215/55 R18), com desenho muito bonito.

Por dentro, o Ultimate tem interior luxuoso e é muito bem acabado. O destaque inicial é o amplo painel de instrumentos aliado á central multimídia. São duas telas praticamente unidas, cada uma com 10,25 polegadas. O painel de instrumentos é muito completo e com diversas informações que auxiliam muito o motorista.

Muitos veículos de categorias superiores não têm a quantidade de dados que o Creta Ultimate fornece. Um simples exemplo: ao acionar o limpador do vidro dianteiro ou traseiro, aparece a mensagem “acionado o limpador do para-brisas”. E isso ocorre em outros sistemas.

A central multimídia é intuitiva e compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Porém, para o pareamento sem fio é necessário instalar um aplicativo da marca coreana no aparelho celular.

O acabamento interno e os materiais utilizados, surpreendem pelo bom gosto e sofisticação. Numa tentativa de aumentar a aparência de sofisticação, o Ultimate conta com vários detalhes cromados.

Os bancos são confortáveis e o do motorista tem vários ajustes elétricos e ventilação. O volante, também com ajustes de altura e profundidade, tem boa empunhadura e vários controle que facilitam a condução na estrada e no dia-a-dia.

Para maior conforto, o ar-condicionado de duas zonas é digital automático e, além do carregador por indução, tem entradas USB na frente e atrás. O porta-malas é amplo e conta com 422 litros de capacidade.

Motorização

Sem dúvida a motorização é um dos destaques do modelo familiar. O novo propulsor tem quatro cilindros em linha, 1,6 litro, turbo e oferece 193 cavalos a 6.000 rpm de potência máxima e torque máximo de 27 m·kgf a 1.700 rpm. Mas é somente a gasolina.

Em relação ao antigo motor de dois litros, o novo é muito mais esperto e competente, além de mais econômico. Em nossa avaliação, o SUV acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,0 segundos e alcançou velocidade máxima de 209 km/h. São números muito bons para um modelo de sua categoria.

O consumo é bom e muito melhor do que a versão anterior com motor 2,0 litros. Na nossa avaliação, no ciclo urbano, o Creta consumiu 11,6 quilômetros por litro e no ciclo rodoviário 13,9. Como o tanque é de 50 litros, a autonomia pode ser superior a 650 quilômetros.

A transmissão tem dupla embreagem, sete velocidades e faz uma boa parceria com a motorização. A sua utilização no modo manual pode ser feita na alavanca ou nas borboletas atrás do volante.


Andando

O desempenho é muito bom com a nova motorização. Tanto na estrada como na cidade, o modelo é muito agradável. A nota destoante da avaliação é para a suspensão, que no SUV da Hyundai é McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira.

Com o objetivo de deixar o carro mais macio, bem ao gosto da maioria dos consumidores desse segmento e principalmente no modelo topo de linha, em pisos esburacados, tão comuns nas ruas brasileiras, a suspensão fica barulhenta e sente os “trancos” das irregularidades. Apesar disso, a marca conseguiu um bom equilíbrio, já que o Creta Ultimate tem boa estabilidade e passa confiança ao motorista.

Além dos sistemas do controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e o questionável assistente de permanência em faixa, o  pacote de segurança (Adas) do Creta Ultimate 2025 é extensa: assistente de tráfego transversal à retaguarda auxilia o motorista ao sair de vagas de marcha à ré; alerta de desembarque seguro; alerta sobre a aproximação de veículos ou ciclistas ao abrir as portas; assistente de ponto cego nos retrovisores externos através de projeção de imagem no quadro de instrumentos; assistente de permanência e centralização na faixa; controle de velocidade cruzeiro adaptativo e o sistema de frenagem autônoma de emergência.

Preço
Hyundai Creta Ultimate 1,6 Turbo – R$ 196.990

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