Guerra

GWM Wey 07 oferece muito luxo e conforto por um preço competitivo

É surpreendente o nível de luxo e conforto que o GWM Wey 07 oferece aos seus ocupantes. O SUV da marca chinesa tem, além de todo requinte interno, um preço muito mais atraente do que os concorrentes. O seu concorrente direto, o Toyota SW4, além de mais caro, está ultrapassado e tem motorização a diesel. Entre os importados, os que mais se aproximam é o BMW X7 ou o Audi Q7, que custam mais que o dobro e têm menos espaço.

Com mais de cinco metros de comprimento, o Wey 07 tem um generoso entre-eixos (três metros) o que reflete no seu interior. O espaço para todos os passageiros é excelente. Com três fileiras de assentos, os do meio são poltronas individuais, com uma comodidade impressionante.  Até a última fileira, que geralmente acomodam apenas crianças, os dois passageiros não vão ter do que reclamar. Inclusive, porque como as poltronas do meio são individuais, o corredor permite um acesso mais fácil.

A posição e os bancos dos passageiros da frente são muito bons, mas as poltronas do meio dão inveja para todos os ocupantes.

Elegante

Apesar do tamanho, o modelo tem linhas limpas e muito harmoniosas. Na frente os faróis são divididos em duas partes e o logo é bem discreto. A grande lateral, é não menos elegante e se destacam as bonitas rodas diamantadas de 21 polegadas.

Já a traseira, mantem o design sóbrio do modelo, com lanternas em LEDs com filete as interligando.
O interior, como já deixamos claro, é o grande destaque do SUV chinês. O acabamento é muito bom e os bancos contam com massagem, ventilação e aquecimento. A fileira do meio, aquela das poltronas, dispõe de ar condicionado exclusivo, cortinas e uma boa mesa, ideal para quem usar um notebook.

O teto solar é panorâmico e se estende por toda a área superior. Os vidros dianteiros possuem dupla camada, aumentando o ótimo silencio a bordo. O Wey praticamente não tem botões (uma tendência dos modelos chineses, mas não é prático). Os comandos estão praticamente todos na grande tela ao centro.

Com 14,6 polegadas, lá pode se acessar o ar-condicionado, ajuste de ângulo de saída da ventilação, ajuste de faróis, espelhos retrovisores e os sistemas de assistência ao motorista.
O seletor do câmbio automático, assim como á muito adotado pela Mercedes-Benz, é do lado do volante, para cima ou para baixo conforme a necessidade.



Potente

Para combinar com o tamanho e o luxo, o GWM WEY 07 dispõe de um motor 1,5 litro turbo, quatro cilindros a combustão e dois elétricos. São generosos e competentes 517 cavalos de potência máxima e torque de 83,6 kgfm.
Com tamanha força, o modelo que pesa mais de duas toneladas e meia, acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 5,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 190 quilômetros por hora. São números de modelos esportivos.

Mesmo em velocidades mais elevadas, mesmo levando em conta que é um SUV, o modelo transmite muita confiança e tranquilidade ao motorista.
Em termos de consumo o Wey também surpreende. Mesmo com os números oficiais do Inmetro, quando utilizado somente com os motores elétricos, a autonomia foi bem superior aos 128 quilômetros indicados pelo órgão. Na nossa avaliação conseguimos quase 170 quilômetros.  Logicamente que varia conforme a maneira de dirigir de cada um.

Na estrada, deixando a tecnologia escolher a utilização dos três motores, conseguimos fazer 18,3 quilômetros por litros e na cidade 12,1 km/l.
A boa aerodinâmica do modelo também ajuda muito.
A conclusão é simples: pelo preço, tecnologia e o luxo a bordo o GWM WE 07 não tem concorrentes diretos.

Preço
GWM Wey 07 – R$ 429.000,00

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CNPJ alfanumérico começa a ser emitido nesta sexta

A Receita Federal começa a emitir nesta sexta-feira (31) o novo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em formato alfanumérico. A principal mudança é que os novos cadastros poderão combinar letras e números, mantendo o total de 14 caracteres.

A alteração vale apenas para novos registros. Empresas que já possuem CNPJ não terão o número alterado e não precisarão fazer qualquer atualização cadastral por causa da mudança.

Segundo a Receita Federal, a adoção do novo modelo, anunciado em outubro de 2024, é necessária para ampliar a quantidade de combinações disponíveis e garantir a continuidade da emissão de CNPJ nos próximos anos.

O que muda

Atualmente, todos os CNPJs são formados apenas por números. Com o novo modelo, as inscrições poderão conter letras e números na mesma sequência.

Mesmo assim, o CNPJ continuará com 14 caracteres. As oito primeiras posições identificarão a empresa, as quatro seguintes indicarão o estabelecimento (como matriz ou filial) e os dois últimos dígitos continuarão sendo numéricos, usados para verificar a autenticidade da inscrição.

Na prática, a mudança amplia significativamente o número de combinações possíveis, evitando o esgotamento da numeração disponível.

Quem será afetado

A mudança vale apenas para empresas que receberem um novo CNPJ após o início da implantação.

Quem já possui um CNPJ continuará utilizando exatamente o mesmo número. Não será necessário solicitar novo cadastro, atualizar documentos ou alterar contratos por causa da mudança.

Além disso, o processo de abertura de empresas permanece o mesmo. A única diferença é que alguns novos CNPJ poderão ser emitidos com letras.

Dois formatos

Durante a transição, os CNPJ numéricos e os alfanuméricos coexistirão. Os dois formatos serão aceitos normalmente por órgãos públicos, bancos, juntas comerciais e demais instituições. Os cadastros atuais continuarão válidos por tempo indeterminado.

A Receita também informa que nem todos os novos registros passarão imediatamente a receber letras. Como ainda existem milhões de combinações exclusivamente numéricas disponíveis, novos CNPJ apenas com números continuarão sendo emitidos.

Por que mudar

Segundo a Receita Federal, cerca de 69 milhões das quase 100 milhões de combinações possíveis do modelo exclusivamente numérico já foram utilizadas.

Com o crescimento constante da abertura de empresas, foi necessário criar um formato que ofereça muito mais possibilidades de identificação, sem alterar os cadastros já existentes nem interromper serviços públicos.

Empresas devem se preparar

Embora os empresários não precisem alterar seus CNPJ, a Receita recomenda que empresas, bancos, órgãos públicos e desenvolvedores de sistemas atualizem seus programas e cadastros para aceitar inscrições com letras.

A adaptação é importante para evitar falhas em sistemas de emissão de notas fiscais, cadastros de clientes e fornecedores, contratos, plataformas de pagamento e demais aplicações que atualmente aceitam apenas números no campo destinado ao CNPJ. (Agência Brasil)

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Com tecnologia 100% elétrica chinesa GWM lança o Suv compacto Ora 5

A GWM Brasil apresentou oficialmente ontem, 24 de junho, o seu primeiro SUV 100% elétrico, o Ora 5. Com preço inicial de R$ 159.000,00, o modelo entra num dos segmentos que mais crescem no mercado brasileiro, o de SUVs compactos e que tem, entre outros, o Volkswagen T-Cross, o Toyota Yaris Cross e o Honda HR-V.

O lançamento do Ora 5 representa um passo importante na estratégia da marca chinesa no Brasil e é o seu segundo modelo 100% elétrico. O primeiro foi o Ora 03, que atende um nicho pequeno do mercado.

Eficiência energética

Equipado com motor elétrico de 204 cavalos e torque de 260 Nm, o Ora 5 tem, como todo o veículo elétrico, respostas rápidas e silenciosas. A bateria de íons de lítio do tipo LFP tem capacidade de 58,3 kWh e oferece autonomia de 349 quilômetros pelo ciclo Inmetro e 435 quilômetros no ciclo WLTP. Aliás, na grande maioria, o ciclo WLTP é muito mais concreto que o regulamentado pelo Inmetro.

O modelo também oferece sistema de frenagem regenerativa ajustável e tecnologia Vehicle-to-Load (V2L), que permite compartilhar energia com equipamentos externos com potência de até 6.000 W.
Segundo a marca, o modelo acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 7,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora.

O desenho atualizado é bem mais harmonioso que o do irmão Ora 03. As linhas ficaram mais fluidas, modernas e muito aerodinâmicas. O coeficiente de arrasto (Cd) de 0,276 é o melhor da categoria.
Os faróis Full LED com assinatura luminosa exclusiva e iluminação de boas-vindas reforçam a personalidade do modelo, enquanto as lanternas de LED integradas contribuem para um visual diferenciado.

As rodas de liga leve de 18 polegadas e os detalhes aerodinâmicos completam o visual. O modelo estará disponível em quatro cores.

Muito espaço

Levando em conta os concorrentes, tanto à combustão quanto elétricos, o modelo leva grande vantagem em tecnologia e espaço interno. Com 4.471 mm de comprimento, 1.833 mm de largura e 2.720 mm de distância entre-eixos, o Ora 5 tem bastante espaço para até cinco ocupantes. Esses números revelam que o novo SUV elétrico é 236 mm maior no comprimento, 70 mm maior no entre-eixos e 8 mm maior na largura quando comparado ao irmão menor, o hatch Ora 03.

Apesar das dimensões maiores, a construção mais moderna fez o Ora 5 atingir 1.669 quilos de peso – exatamente 1 kg a menos que o Ora 03. Além disso, são 175 mm de vão livre do solo, 17 graus de ângulo de entrada e 25 graus no ângulo de saída, o que ajuda a aguentar as ruas e estradas brasileiras, até em alagamentos.

O interior tem acabamento refinado e moderno. Com duas opções de acabamento interno, uma clara e outra mais escura, o SUV oferece um teto panorâmico de vidro fixo de 1,65m² com cortina elétrica, bancos revestidos de couro sintético com ventilação para motorista e passageiro, ajustes elétricos, memória de posição para o banco do motorista, iluminação ambiente configurável e compartimento climatizado (mini geladeira) de 3,2 litros. Entre os diversos itens que foram adotados para o mercado brasileiro está o estepe.

O sistema de áudio conta com nove alto-falantes, incluindo subwoofer e amplificador, entrega 216 watts de potência e ajuste automático de volume de acordo com a velocidade do veículo.

Comandos com IA

A tecnologia é um dos diferenciais do Ora 5 e permite uma utilização digital avançada e intuitiva. Um dos destaques é o sistema operacional Coffee OS 3, a plataforma inteligente de terceira geração da GWM que integra mais de 300 comandos de voz com auxílio de IA (Inteligência Artificial), navegação nativa, conectividade e atualizações remotas de software Over-The-Air (OTA), permitindo que o veículo receba atualizações ao longo dos anos.

A central multimídia com tela de 14,6 polegadas de alta definição oferece interface personalizável, integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, além de GPS nativo com informações de trânsito em tempo real e visualização tridimensional. O ORA 5 recebe o mesmo sistema que estreou no Wey 07 e no novo Haval H6, com direito a uma barra de menu personalizável, criada especialmente para o mercado brasileiro.

Complementando o pacote tecnológico, o SUV traz quadro de instrumentos digital Full HD de 10,25 polegadas, personalizável pelo motorista.
A experiência conectada é ampliada pelo aplicativo My GWM, que permite controlar remotamente diversas funções do veículo.

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Governo dos EUA propõe nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

O governo dos Estados Unidos (EUA) anunciou que poderá taxar importações brasileiras com uma nova tarifa punitiva de 25%. A alegação é de que algumas práticas do Brasil são desleais. 

Dentre as práticas citadas, estão o comércio digital e o desmatamento ilegal. Alguns itens como carne bovina, café, terras raras, outros metais e peças de aeronaves estão excluídos da nova tarifa – que poderá entrar em vigor em 15 de julho.

A justificativa para aplicar a medida é uma investigação, aberta em julho de 2025, pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que concluiu que políticas e práticas brasileiras são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.

relatório final da investigação prevê a imposição de “tarifas ou outras restrições à importação de produtos brasileiros. Tendo por base essa possibilidade, o representante de comércio dos EUA propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre todos os bens do Brasil”.

A punição com a taxação extra, no entanto, prevê algumas exceções para produtos que poderiam causar “disrupções” em toda a economia caso fossem submetidos a tarifas adicionais; além de “determinados produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos Estados Unidos, nem obtidos de outras fontes”.

Dentre as exceções estão frutas e nozes, petróleo bruto e derivados, compostos farmacêuticos, produtos químicos orgânicos e fertilizantes. Também estão isentas a carne bovina, o café, terras raras, certos metais e minérios, além de aeronaves e peças de aeronaves brasileiras.

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Papa responde a Trump: “Não tenho medo do presidente dos EUA”

Durante o voo de ida para Argel, primeira etapa da viagem à África, o papa Leão XIV disse que não tem medo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. “Continuarei falando com voz forte sobre a mensagem do Evangelho, pela qual a Igreja trabalha. Não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores de paz”. 

Leão XIV respondeu às críticas de Trump, feitas na rede Truth Social, de que o papa é fraco em política externa e deve deixar de agradar a esquerda radical.

“Não quero um papa que ache que está bem o Irã ter arma nuclear. Não quero um papa que considere terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos quando estou fazendo exatamente aquilo para que fui eleito”, declarou.” Trump sugeriu que Leão XIV foi eleito porque era estadunidense, pensaram que seria a melhor forma de lidar com o republicano, e pediu que ele seja grato.

Leão XIV diz que não vê seu papel como o de um político e que não quer entrar em debate com o presidente dos EUA. “A minha mensagem é o Evangelho e continuo a falar com força contra a guerra”

Durante a viagem, o papa cumprimentou os cerca de 70 jornalistas que o acompanham: “É uma viagem especial, a primeira que eu queria fazer. Uma oportunidade muito importante para promover a reconciliação e o respeito pelos povos”. Ele visitará até a próxima quinta-feira (23) a Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.

Contra a guerra

Segundo Leão XIV, a mensagem do Evangelho não deve ser deturpada como alguns estão fazendo. “Eu continuo a falar com força contra a guerra, buscando promover a paz, promovendo o diálogo e o multilateralismo com os Estados para encontrar soluções aos problemas. Muitas pessoas estão sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém deve se levantar e dizer que há um caminho melhor”.

Ele diz que sua mensagem é para todos os líderes do mundo, não apenas para Trump: “Tentemos acabar com as guerras e promover a paz e a reconciliação”.  (Agência Brasil)

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Federação de petroleiros atribui alta do diesel a aumentos abusivos

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) voltou a criticar, nesta quarta-feira (18), “distorções estruturais” que, na visão da entidade, explicam a alta recente do preço do óleo diesel nos postos de combustíveis do país.  

Em um comunicado divulgado à imprensa, a entidade, que representa 14 sindicatos de trabalhadores da indústria de óleo e gás, apontou privatizações realizadas no governo passado e margens de lucro abusivas como principais motivos responsáveis pela escalada do preço.

No cenário em que o preço do petróleo dispara no mercado internacional por causa da guerra do Irã, a diretora da FUP, Cibele Vieira, considera que o momento atual é consequência direta da falta de controle público sobre a cadeia de combustíveis e da dependência externa.

“A Petrobras pode equilibrar preços na refinaria, mas não controla o que acontece depois. Sem distribuição pública e com parte do diesel sendo importado, abre-se espaço para aumentos abusivos ao longo da cadeia”, afirma a sindicalista em nota.

Preço na bomba

A FUP aponta dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão federal regulador da indústria de óleo e gás, que revelam reajuste de 12% no preço médio do litro do diesel S10(menos poluente) entre a primeira e a segunda semanas de março (dados mais recentes da ANP).

Na semana terminada no dia 7, o litro custava R$ 6,15, em média, valor que passou para R$ 6,89 na semana seguinte.

A FUP reconhece os esforços do governo federal para frear a escalada dos preços. Na última quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a redução a zero das alíquotas dos dois tributos federais que incidem na comercialização: o PIS e a Cofins.

Além disso, anunciou a subvenção de R$ 0,32 por litro aos produtores e importadores do óleo. Nesta quarta-feira, o governo propôs aos estados que zerem a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre o diesel importado.

As medidas são uma forma de suavizar os aumentos impulsionados pelo cenário internacional. O barril do óleo tipo Brent, referência internacional de preço, está sendo negociado a cerca de US$ 108 (cerca de R$ 564) nesta quarta-feira. Em um mês, o barril subiu cerca de 55%.

A pressão de alta chega ao mercado internacional pois o petróleo é uma commodity, ou seja, mercadoria negociada com base em preços internacionais. Além disso, o Brasil importa cerca de 30% do diesel que consome.

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Guerra no Oriente Médio faz diesel aumentar mais de 7% em todo o País

Em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, que tem pressionado o preço do petróleo no mercado internacional, os valores médios do diesel registraram alta relevante nos primeiros dias de março nos postos brasileiros, segundo dados do IPTL -Índice de Preços Edenred Ticket Log.

Na comparação entre os preços médios da última semana de fevereiro e os da primeira semana de março, o diesel S-10 subiu 7,72%, passando de R$ 6,22 para R$ 6,70 por litro, enquanto o diesel comum avançou 6,10%, de R$ 6,23 para R$ 6,61. No mesmo período, a gasolina teve variação mais moderada do que as do diesel, mas também relevante, de 1,24%, passando de R$ 6,44 para R$ 6,52.

De acordo com Vínicios Fernandes, Diretor de Frete na Edenred Mobilidade, o diesel costuma ser o combustível que reage primeiro a movimentos mais bruscos no mercado internacional de petróleo, principalmente por ter forte relação com a dinâmica do transporte de cargas no País. Ademais, o Brasil ainda não é autossuficiente na produção do combustível e importa entre 20% e 30% do diesel consumido internamente, o que torna o mercado mais sensível a oscilações internacionais, principalmente em momentos de tensão geopolítica que afetam rotas estratégicas de transporte de petróleo, como o Estreito de Ormuz.

Caminhão-tanque abastece posto de combustivel no Plano Piloto, região central da capital

“Quando há uma alta mais forte no preço do petróleo, é comum que os primeiros sinais apareçam no diesel. Como ele é o principal combustível do transporte rodoviário de cargas, qualquer pressão de custo tende a se refletir rapidamente nesse mercado. Em cenários de maior volatilidade internacional, reajustes também começam a aparecer ao longo da cadeia de abastecimento, algo que já começa a ser percebido no mercado nos últimos dias, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes oficiais nas refinarias’’, explica Fernandes.

Nos últimos dias, o preço do barril de petróleo chegou a se aproximar de US$ 120, diante do temor de impactos na oferta global de energia e na economia mundial. O executivo alerta ainda que já há sinais de maior pressão na oferta em alguns pontos da cadeia de abastecimento. “Ainda é cedo para afirmar que haverá falta de combustível e é importante ter cautela nesse momento. A própria Petrobras ainda não anunciou reajustes e costuma avaliar o comportamento do mercado antes de fazer qualquer movimento”, completa.

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Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto presidencial nesta quinta-feira (12) zerando as alíquotas do PIS e do Confins sobre a importação e comercialização do diesel. Além disso, assinou medida provisória (MP) com subvenção ao diesel para produtores e importadores.

“[As medidas são] para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, ao bolso do caminhoneiro e, sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro não vai chegar ao prato de feijão, à salada do alface, da cebola e a comida que o povo mais come”, afirmou Lula em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, em Brasília.

As medidas foram anunciadas em caráter temporário e justificadas por causa da alta do petróleo causada pela guerra no Irã, que vem obrigando países a liberarem estoques de emergência.

Brasília (DF), 12/03/2026 - Da esquerda para direita - Os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Casa Civil, Rui Costa, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa durante entrevista coletiva sobre medidas para reduzir o impacto da oscilação do preço internacional do petróleo sobre o diesel no Brasil. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Preços
O corte dos impostos deve reduzir o valor do litro em R$ 0,32 na refinaria. Já a subvenção aos produtores e importadores deve ter impacto de R$ 0,32 por litro, chegando a R$ 0,64 de redução por litro do diesel, segundo cálculos do Ministério da Fazenda.

A subvenção aos produtores e importadores será condicionada a uma comprovação de que o valor foi transferido para os consumidores finais. O presidente Lula acrescentou que o imposto de exportação de petróleo terá alíquota elevada para compensar a subvenção ao diesel

O governo ainda desenhou medidas de fiscalização e transparência para combater o aumento abusivo dos preços dos combustíveis, por ações especuladoras. Segundo explicou o ministro da Fazenda Fernando Haddad, a definição da abusividade deve ser definida por critérios objetivos da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

“Tanto no caso de um armazenamento de combustível injustificado, como aumento abusivo no preço que passa a ser fiscalizado pela ANP, com critérios objetivos, que serão produto de uma resolução da Agência”, comentou Haddad.

O ministro da Fazenda acrescentou que as medidas não alteram a política de preços da Petrobras, que segue operando como é hoje. (Agência Brasil)

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Mostra marca 80 anos de lançamento das bombas que cairam no Japão

Em 6 de agosto de 1945, às 8h15, a bomba atômica Little Boy era lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade de Hiroshima, no Japão. Três dias depois, era a vez de outro artefato nuclear, a Fat Man cair em Nagasaki.Os ataques selaram o fim da 2ª Guerra Mundial, quando os países aliados (Estados Unidos, Reino Unido e União Soviética) venceram as nações do eixo (Japão, Itália e Alemanha).

O ataque em Hiroshima deixou 166 mil mortos e em Nagasaki calcula-se em 80 mil o número de vítimas. Era o fim de um conflito e o início de outra, a Guerra Fria, onde Estados Unidos e União Soviética, cada um de seu lado e com seus respectivos satélites, rivalizavam-se na primazia pela corrida armamentista nuclear.

Agora, 80 anos depois, a Japan House São Paulo, na Avenida Paulista, apresenta a exposição Heiwa, um apelo de paz. O evento gratuito, com duração até 31 de agosto, que relembra os ataques nucleares às duas cidades japonesas. A palavra Heiwa significa “paz” em japonês, conceito que norteia toda a exposição. A intenção é que o público possa refletir sobre o valor da vida e coexistência de forma pacífica.

Para a diretora cultural da Japan House, Natasha Barzaghi Geenen, relembrar os ataques atômicos permite aprender com os erros do passado. Segundo Natasha, a questão da memória “é uma coisa que os museus fazem de maneira muito forte. A memória tem a função de replicar os bons exemplos do passado e não repetir aqueles que não deveriam nunca mais acontecer. E muita gente, das gerações mais novas, talvez não tenham consciência do que significou tudo isso (os ataques nucleares). A importância é sobretudo de fazer um apelo de paz, que é o mote da exposição”, disse a diretora.  

Na exposição, os participantes do evento são convidados a fazer tsurus, que são origamis de papel. Na cultura japonesa, os tsurus representam a paz. Segundo a crença,  ao dobrar mil origamis, as pessoas podem fazer um desejo. Oficinas de confecção dos origamis estarão disponíveis na mostra.

“É bastante comum na cultura japonesa essa percepção de comunidade. Quando existe alguém passando por uma situação difícil, é comum se juntarem fazendo tsurus, buscando atingir o número de mil para conceder um desejo. A ideia é que a gente tenha uma manifestação do nosso lado, do Brasil, mandando para o Japão o desejo de paz mundial”, explica Natasha.

As doações de tsurus recebidas pela Japan House serão enviadas para o Parque Memorial da Paz, em Hiroshima. O parque apresenta um memorial em homenagem a Sadako Sasaki, uma menina de 12 anos que morreu por exposição à radiação da bomba atômica.

Sadako virou um símbolo de paz mundial. Na luta para viver, dobrou mais de mil tsurus. O irmão de Sadako doou um dos origamis para a Associação Hibakusha Brasil pela Paz, que o cedeu para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O tsuru foi emprestado para ser exibido na exposição.

Outra parte significativa da programação é a instalação de Mari Kanegae. A obra tem formato de origami e simula um jardim suspenso de oleandros. Depois dos devastadores ataques atômicos em Hiroshima, acreditava-se que o solo atingido pela bomba ficaria infértil por muitas décadas. Os oleandros foram as primeiras flores a desabrochar no local. Apesar de terem diversas cores no Japão, na mostra as flores estão todas brancas para reforçar a mensagem de paz.

A exposição também traz a projeção de 94 desenhos de crianças de diversos países sobre o que é paz na perspectiva dos pequenos, a exibição de um poema escrito por uma sobrevivente da bomba, Ayako Morita, e a mostra de fotografias atuais de Hiroshima e Nagasaki.

A Japan House São Paulo está localizada no endereço Avenida Paulista, 52. Aberta de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado e domingo, das 10h às 19h. (Agência Brasil)

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Novo Ford Territory oferece muito espaço interno e tecnologia

A Ford do Brasil hoje (07) a nova geração do SUV Territory. O segundo modelo mais vendido pela marca americana no mercado nacional, surpreende pelo espaço interno, acabamento e tecnologia embarcada. E com mais uma grande vantagem: não teve aumento no preço.

Com um design marcante e moderno, o novo Territory chama a atenção por onde passa, não só pelas suas linhas, mas também pela imponência da dianteira que conta com faróis full-LED em L, grade preta com detalhes cromados, para-choque redesenhado e o logo Ford renovado. Maior 5,5 centímetros que a versão anterior, o suv tem  4,7 metros de comprimento e 2,72 cm de entre-eixos, o que colabora para o ótimo espaço interno, principalmente, para os passageiros do banco de trás. O porta-malas com capacidade de 448 litros ou 1.422 litros com o banco traseiro rebatido, oferece a praticidade do acionamento elétrico sem as mãos, com regulagem do ângulo de abertura e sistema antiesmagamento.

A harmonia das linhas são reforçadas pelas rodas esportivas de 19 polegadas com acabamento escuro e cromado e pneus 235/50,  maçanetas cromadas e o para-choque traseiro com linhas retas.

Requintado

O interior do Territory é luxuoso e agradável. Os bancos são muito confortáveis, com acabamento em couro micro perfurado e novos encostos de cabeça. O assento do motorista pode ser ajustado eletricamente em até dez posições e em quatro para o passageiro, que também possuem aquecimento e resfriamento.

Na cor preta contrastada por faixas marrons nas laterais dos bancos e nas portas, criam no suv um efeito esportivo e moderno.

O volante revestido em couro conta com vários comandos der fácil controles, o seletor de marchas no console central é rotativo, luz ambiente de LED configurável em 26 cores e ar-condicionado digital de dupla zona com saídas para a segunda-fileira ampliam o conforto e comodidade.

Na versão 2026, a tecnologia foi ampliada. Tanto o painel digital como a central multimídia, ambos de 12,3”, com respostas rápidas e intuitivas, ganharam novos grafismos e softwares, e estão alinhados com as tendências mais atuais. Além das conexões sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, o Territory oferece um novo sistema de áudio com efeito 3D, carregador por indução, três portas USB-C, uma porta USB-A e tomada de 12 V.

O novo suv também é 100% conectado, com todas as funcionalidades do aplicativo FordPass, como partida remota e agendada, travamento e abertura de portas, alertas e status do veículo (odômetro, nível de combustível, pressão dos pneus, carga da bateria e localização) e alarme perimétrico.

Esses recursos fazem parte das experiências convenientes, conectadas e personalizadas oferecidas pela Ford, que incluem ainda agendamento de serviços online, serviço leva e traz, Guia 360, sistema Ford Concierge e o exclusivo acompanhamento preventivo inteligente, que avisa o cliente proativamente se houver alguma manutenção importante a fazer no veículo.

Motorização

Apesar de na linha do Territory a marca dispor de uma versão hibrida, a Ford brasileira optou por trazer o modelo equipado com a motorização turbo de 1,5 litro EcoBoost a gasolina, com injeção direta e comando variável que gera 169 cavalos a 5.500 rpm e torque máximo de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. A transmissão é automática de sete velocidades com dupla embreagem banhada a óleo e quatro modos de condução – normal, eco, trilha e esportivo.  Os freios são a disco nas quatro rodas, com discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira e freio de estacionamento eletrônico com auto-hold.

Segundo a marca, com o auxílio do sistema start-stop, o modelo faz 8,8 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. O tanque de combustível é de 60 litros.

O conjunto de suspensão independente, tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira, foi especialmente calibrado para as condições brasileiras.

O suv, que é fabricado na China, também vem com vários recursos de segurança e assistência ao motorista: frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go, monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, assistente de permanência e centralização em faixa e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes. Conta ainda com câmera 360°, assistente de partida em rampa, assistente de descida, controle de estabilidade e tração, monitoramento de pressão dos pneus e farol alto automático.

Preço

Ford Territory Titanium 2026 R$ 215.000,00

 

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