Globo

Ator Gerson Brenner, galã de novelas, morre aos 66 anos

O ator Gerson Brenner, que fez sucesso em novelas da Globo nos anos 1990, morreu na noite de ontem (23), aos 66 anos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, na capital paulista. A causa da morte não foi revelada.

Gerson fez bastante sucesso na TV, principalmente em novelas. Começou sua carreira em 1989 em Kananga do Japão, folhetim exibido pela TV Manchete naquele ano. Ele interpretava o Dr. Marcelo. Ainda em 89 estreou na Globo na novela Top Model, bem popular na época.

Em 1990 atuou em Rainha da Sucata, em horário nobre. Ao lado de atores como Aracy Balabanian, Regina Duarte e Tony Ramos, Brenner se tornou bem conhecido do público. Ele interpretava um personagem que também se chamava Gerson e era filho de Dona Armênia (Aracy Balabanian), uma das protagonistas da trama.

Sua carreira decolou de vez depois de Rainha da Sucata e o ator passou a ser chamado para trabalhar em diversas outras produções da Globo. Fez Perigosas Peruas e Deus nos Acuda (ambas em 1992), Radical Chic e Olho no Olho (as duas de 1993), Vira Lata (1996), Corpo Dourado (1998), entre outras.

Além da Globo e Manchete, Brenner também fez novelas na Record e no, SBT. Ainda participou de outros programas como Alô, Doçura (SBT), Os Trapalhões e Você Decide.

Em 1998, quando já era bastante conhecido, Gerson sofreu um assalto e levou um tiro na cabeça. O ator sobreviveu ao disparo, mas ficou com graves sequelas. Não conseguia mais andar e nem se comunicar. Desde então ficou sob cuidados intensos por parte de seus familiares. Gerson deixa a esposa Marta Mendonça e duas filhas.

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Anvisa suspende a comercialização de sal grosso e pó para decoração

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e o uso do pó para decoração da marca Sugar Art, produzido pela Madi Comércio e Indústria de Artigos para Festas e Artesanatos Ltda.

A Anvisa determinou ainda o recolhimento do produto. Em nota, a agência informou que o pó para decoração contém materiais plásticos, tornando o produto impróprio para consumo.

Outro item alvo de ação fiscal e que deve ser recolhido é o Sal Grosso Iodado (Ervas Finas) da marca Globo, fabricado pela Brasisal Alimentos Ltda.O produto também teve a sua comercialização, distribuição e consumo suspensos.

A agência informou que a medida afeta apenas o lote 004/24 do sal grosso fabricado pela empresa, com vencimento em 30 de outubro de 2026. De acordo com o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro, o lote citado foi reprovado no teste de determinação de iodo.

“O iodo deve ser adicionado ao sal de cozinha, para evitar a deficiência desse elemento no organismo, que pode levar ao bócio (aumento da tireoide). A falta de iodo também pode ocasionar vários problemas ao desenvolvimento do feto, durante a gestação, entre outros problemas”, destacou o comunicado.

A Anvisa orienta que consumidores que já tenham adquirido o produto entrem em contato com a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) 0800 585 0303.  (Agência Brasil)

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Iguatemi recebe EP Games, o maior evento gamer do interior do Brasil

O Shopping Iguatemi Campinas se torna o endereço do maior encontro gamer do interior paulista. De 15 a 18 de janeiro de 2026, o empreendimento recebe o EP Games, festival que movimenta a região com uma agenda intensa de competições, experiências imersivas e conteúdo especializado voltado a fãs de games, e-sports, cultura geek e profissionais do setor.

Realizado pelo Grupo EP, afiliada da Globo, o evento conta com o apoio da Garena, publisher do sucesso global Free Fire, e mantém um compromisso social ao destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas.

Instalado na área P2 do shopping, o EP Games reúne torneios de e-sports, campeonato de cosplay aberto ao público, meet & greet com influenciadores e equipes profissionais, área de gameplay com consoles atuais e clássicos, espaço dedicado a jogos de cartas e tabuleiro e uma programação de palestras com especialistas que discutem temas como carreira, educação, diversidade e produção de games. A experiência se completa com shows, DJs e diversas premiações.

Entre os nomes confirmados está Ana Marcella “Anyazita” Muniz, uma das narradoras mais reconhecidas dos e-sports no Brasil. O line-up também inclui grandes equipes profissionais: Fluxo e W7M Esports, tetracampeã mundial de eSports; Stellae Gaming, campeã brasileira de Valorant 2025; Los Grandes e MIBR, referência nacional há mais de duas décadas.

Para Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de Marketing do Shopping Iguatemi Campinas, a chegada do festival ressalta o papel do empreendimento como referência em entretenimento e inovação. “A importância de um evento como o EP Games no Iguatemi Campinas se deve à transformação dos shoppings em centros de entretenimento e experiências. Ao oferecer vivências diferenciadas e de qualidade, reforçamos nosso posicionamento como um destino de lazer completo, ampliando a diversidade de público.”

 

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Morre aos 97 anos Cid Moreira, a voz do Jornal Nacional por 26 anos

Faleceu nesta quinta-feira (03) aos 97 anos, o jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira.  Famoso pelo “Boa noite”, que diariamente dizia no começo do Jornal Nacional, Moreira estava internado em um hospital de Petrópolis – RJ, com pneumonia.

Por 26 anos e mais de 8 mil edições Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional. O locutor começou na Rede Globo em setembro de 1969. O programa foi o primeiro telejornal transmitido em rede nacional no Brasil.

Cid Moreira começou a carreira como locutor em uma rádio de Taubaté, sua cidade natal. Transferiu-se para São Paulo em 1949 e foi trabalhar na Rádio Bandeirantes. Em 1951 mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar na Rádio Mayrink Veiga.

Um dos pioneiros do jornalismo televisivo no Brasil, sempre costumava lembrar que, na época de ouro do rádio, ninguém acreditava muito no futuro da TV. Mas apesar disso, Cid passou a apresentar comerciais ao vivo na extinta TV Rio. Em 1963 tornou-se locutor do “Jornal da Vanguarda”. O locutor passou pelas emissoras, Tupi, Globo, Excelsior e Continental.

Em 1996 foi substituído no Jornal Nacional por William Bonner e Lillian Witte Fibe e passou a fazer as locuções de reportagens especiais no “Fantástico”.  Os últimos trabalhos na Rede Globo foram durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

Faleceu nesta quinta-feira (03) aos 97 anos, o jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira.  Famoso pelo “Boa noite”, que diariamente dizia no começo do Jornal Nacional, Moreira estava internado em um hospital de Petrópolis – RJ, com pneumonia.

Por 26 anos e mais de 8 mil edições Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional. O locutor começou na Rede Globo em setembro de 1969. O programa foi o primeiro telejornal transmitido em rede nacional no Brasil.

Cid Moreira começou a carreira como locutor em uma rádio de Taubaté, sua cidade natal. Transferiu-se para São Paulo em 1949 e foi trabalhar na Rádio Bandeirantes. Em 1951 mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar na Rádio Mayrink Veiga.

Um dos pioneiros do jornalismo televisivo no Brasil, sempre costumava lembrar que, na época de ouro do rádio, ninguém acreditava muito no futuro da TV. Mas apesar disso, Cid passou a apresentar comerciais ao vivo na extinta TV Rio. Em 1963 tornou-se locutor do “Jornal da Vanguarda”. O locutor passou pelas emissoras, Tupi, Globo, Excelsior e Continental.

Em 1996 foi substituído no Jornal Nacional por William Bonner e Lillian Witte Fibe e passou a fazer as locuções de reportagens especiais no “Fantástico”.  Os últimos trabalhos na Rede Globo foram durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

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Tony Ramos recebe alta do hospital após 8 dias internado

O ator Tony Ramos, de 75 anos, recebeu alta, na manhã desta sexta-feira (24). Ele estava internado no Hospital Samaritano de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, desde o dia 16. A informação foi divulgada pelo hospital por meio de nota, às 11h.

Tony Ramos foi levado ao hospital para tratar um sangramento no cérebro e foi submetido a uma cirurgia para drenagem de hematoma subdural, um acúmulo de sangue entre o cérebro e o revestimento externo, o crânio. O ator precisou ainda passar por uma segunda intervenção depois do aparecimento de coágulos e um novo sangramento intracraniano.

Na última quarta-feira (22), ele recebeu alta do CTI – Centro de Tratamento Intensivo do Samaritano Botafogo. Naquele dia, o boletim médico indicou que o ator continuava em evolução no quadro clínico e em plena recuperação.

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Jornalismo profissional é verdadeiro antídoto contra a desinformação

Falseamento de informações, de opiniões, de vozes e até de rostos. Mentiras que chegam por telas e telinhas, que multiplicam-se com teorias conspiratórias, com frases cortadas e datas imprecisas. A desinformação, que se apresenta em diferentes faces e que representa ameaça concreta às sociedades civilizadas, tornou-se desafio diário para profissionais da informação, categoria que celebra, neste domingo (7), o Dia do Jornalista. Para pesquisadores do tema, trabalhadores dessa área têm a missão de atuar na linha de frente contra a epidemia desinformativa, mas têm desafios complexos diários nessa guerra.     

Em entrevista o professor João Canavilhas, da Universidade da Beira Interior (Portugal) e pesquisador dos efeitos das novas tecnologias, disse que o jornalismo tem sido o principal combatente contra a desinformação e grande defensor da democracia. “Não devemos desligar uma coisa da outra para deixar claro que a desinformação não é apenas um fenômeno isolado: ele tem um objetivo específico – manipular as pessoas – e, em última instância, visa destruir a democracia”.

Ele explica que algumas plataformas, como as redes sociais e as agências de checagens também combatem a desinformação. “Podemos dizer que o jornalismo profissional é o verdadeiro antídoto contra a desinformação”.

“Não devem atuar sozinhos”

Segundo a  pesquisadora brasileira Ana Regina Rego, coordenadora geral da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNDC), os jornalistas têm responsabilidade nesse combate, mas não significa que devam atuar sozinhos. “É preciso atuar em sinergia com outros profissionais, como cientistas de dados, com agentes de saúde, ou mesmo professores do ensino básico, por exemplo. Eu acredito muito no jornalismo como instituição no combate à desinformação”, afirma.

Ana Regina Rego pondera que há, entretanto, um cenário múltiplo com portais de conteúdos desinformativos e que se utilizam de uma estética da informação semelhante a do campo do jornalismo profissional. “Existe uma transformação em curso, que inclui tanto a questão tecnológica das plataformas e práticas que eram exclusivas do jornalismo, mas que hoje são compartilhadas em um espaço em que qualquer pessoa se transformou em um produtor de conteúdos”.

De acordo com o professor português João Canavilhas, a classe profissional está hoje mais ciente do seu papel na sociedade. “Antes de termos evidências sobre o poder da desinformação – tal como aconteceu nas eleições americanas ou nas brasileiras – os jornalistas viam-se como um quarto poder”. Mas isso se alterou. porque a desinformação circula por vários canais e os jornalistas perceberam que já não basta dominar o seu canal para combater a desinformação. “Isso obrigou-os a repensar o seu papel e a encontrar formas de procurar os espaços onde circula a informação falsa para poderem combater”.

De acordo com o que avalia a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, a desinformação se tornou parte desse ecossistema. “O jornalista, por ter o seu compromisso com a função social da atividade e, por ter conhecimento não somente teórico, mas também ético sobre a profissão, deve ser visto como um combatente natural contra a desinformação”.

Sob suspeição

Mas, para João Canavilhas, a imagem do jornalista não é a mesma para o público, o que seria fruto também de maus exemplos resultantes da pressa de ser o primeiro a publicar. “Alguns profissionais deixaram de cumprir os princípios éticos e deontológicos associados à profissão e, por isso as pessoas, dizem que ‘os jornalistas são todos iguais’. É preciso mostrar que, tal como em todas as profissões, há bons e maus profissionais”.

A professora brasileira Ana Regina Rego, que atua na Universidade Federal do Piauí, aponta que existe uma ação de jogar o jornalismo em uma posição de suspeição. Para conter essa situação, no entender dela,  o campo jornalístico tem que ser proativo e revisitar os pilares de construção da sua confiabilidade. “É necessário trabalhar de forma ética e com conhecimento mais aprofundado”.

Verificação

Pesquisadora do tema, a professora Taís Seibt, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), explica que a ação de verificação das informações é algo imutável e diferencial para o jornalismo. “O papel de verificação das informações seria potencializado para o jornalismo se diferenciar dos outros discursos, das outras práticas de comunicação no contexto que a gente vive”.

De acordo com a professora, o jornalismo de verificação não é só o de veículos que fazem o fact-checking (checagem de fatos). “Trata-se de uma ação para reforçar esse princípio como um elemento do jornalismo em um ecossistema de comunicação saudável diante das mudanças que a gente está acompanhando”.

A professora Taís Seibt avalia que as ondas de desinformação na internet mudaram, de alguma forma, o perfil dos jornalistas. Inclusive,, pelas condições de precarização da atividade e exigências cada vez maiores com relação a quantidade e qualidade de publicações. “Isso impõe aos jornalistas vários desafios, inclusive de se adaptar a novos formatos. Por isso, é necessário trabalhar a verificação como um elemento-chave”, afirma.

A presidente da Fenaj, Samira de Castro, entende que os jornalistas passaram a incorporar a checagem como parte do trabalho diário. “Existem áreas sensíveis à desinformação, como a cobertura de política, onde há uma desinformação propositada para fazer sobressair narrativas de interesses de políticos”.

Outro campo que ela cita é a área da saúde, que se mostrou muito sensível à desinformação por conta dos movimentos antivacina e anticiência. “Por incrível que pareça, nós estamos numa era em que a informação é um valor inalienável, mas o excesso de informação não ilumina o cidadão”, avalia. Em contraposição, a informação aprofundada é o que faria a diferença e que deveria ser objetivo dos profissionais.

Dificuldades

Taís Seibt  indica que o desafio foi potencializado, por exemplo, pelo avanço das tecnologias de inteligência artificial com uma capacidade cada vez maior de simular realidades que não existem. “E com muita técnica e refino. Então é difícil para o jornalista, se posicionar como esse mediador qualificado para verificar”. As dificuldades ficaram evidentes durante a pandemia de covid-19, quando a desinformação foi rotineira e era preciso indicar as instruções corretas para proporcionar segurança aos cidadãos.



“A gente precisa, como cidadão, ter em quem se apoiar. O jornalismo historicamente exerceu esse papel em diferentes contextos, mudanças e crises. Estamos em um período em que esse debate está muito forte, mas o jornalismo continua fundamental e vai continuar sendo necessário”.

Formação de cidadãos

Segundo o professor João Canavilhas, para controlar essas situações de desinformação, é necessário que existam leis e entidades reguladoras para conter as mentiras. “Em Portugal chama-se ERC. Mas é nas plataformas que está o grande problema. Algumas são fechadas e, mesmo nas abertas, torna-se cada vez mais difícil controlar a desinformação. Claro que as redes sociais tentam fazer o seu trabalho, mas os algoritmos ainda são muito limitados a identificar informação falsa”.

Para Canavilhas, só um controle humano consegue bons índices de eficácia, mas seria impossível fazê-lo permanentemente dado o fluxo informativo. É por isso que se torna tão difícil conseguir controlar a desinformação nas redes sociais. “A alternativa é a literacia midiática, ou seja, introduzir estas matérias nas escolas e dar cursos livres para que todos os cidadãos percebam a diferença entre a informação jornalística e o ‘papo furado’ das redes”.

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Quase um mês após atropelamento, ator Kayky Brito recebe alta

O Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro, divulgou nesta sexta-feira (29) uma nota informando que o ator Kayky Brito recebeu alta. Ele foi atropelado na orla da Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense, no início do mês. Imagens de câmeras de segurança captaram o momento exato do acidente, bem como a reação das pessoas que estavam no quiosque de onde o ator saiu momentos antes.

Ao todo, foram 28 dias de internação. O acidente provou politraumatismos e traumatismo craniano no ator de 34 anos. De acordo com o Hospital Copa D’Or, as lesões foram corrigidas com sucesso, e Kayky Brito encontra-se em condições de prosseguir com o processo de reabilitação em sua residência.Exatamente há uma semana, o ator havia recebido alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde ficou por três semanas, e foi transferido para um leito normal. Na ocasião, o boletim médico informou que ele estava consciente, conversando com os familiares e cooperando no processo de reabilitação ortopédica.Investigação

Na última terça-feira (26), a 16ª Delegacia de Polícia Civil decidiu arquivar o caso. As investigações apontaram que o motorista Diones Coelho da Silva dirigia a cerca de 48 quilômetros por hora (km/h), abaixo da velocidade máxima permitida no local, que é de 70km/h. Um laudo revelou também que ele não teve tempo hábil para reação, pois o carro estava a menos de 10 metros de distância do ator quando ele tentou atravessar a via. (Agência Brasil)

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