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Ceasa lança campanha “Descartável Zero” e distribui canecas personalizadas

A Ceasa – Centrais de Abastecimento Campinas fez ontem (31) o lançamento da campanha “Descartável Zero” e distribuíu 243 canecas personalizadas aos funcionários da instituição.

A proposta é simples e direta: a partir do recebimento da caneca, cada pessoa passa a utilizá-la em vez dos copos descartáveis no cotidiano de trabalho, a começar pelo cafezinho.

Mudança de hábito

A mudança de hábito, embora pareça pequena, carrega um significado enorme. Juntos, os colaboradores da Ceasa Campinas consomem cerca de 120 mil copos descartáveis por ano, e a substituição por canecas permanentes pode transformar completamente esse cenário.

“O Descartável Zero nasce como um movimento de mudança de cultura dentro da Ceasa Campinas. Mais do que diminuir resíduos, queremos provocar consciência e incentivar escolhas mais responsáveis no dia a dia. Sustentabilidade, para nós, não é discurso. É prática alinhada aos nossos compromissos de ESG e ao futuro do abastecimento.”, destaca a gerente de marketing, comunicação e inovação da Ceasa, Bianca Rezende.

Impactos futuros

O impacto ambiental estimado anualmente com a mudança é expressivo:
360 mil litros de água deixam de ser consumidos na fabricação dos copos — o equivalente a 6 mil banhos de 10 minutos;
1,8 tonelada de CO₂ deixa de ser emitida na atmosfera — quantidade que exigiria uma floresta de 200 árvores adultas trabalhando por um ano inteiro para ser compensada;
500 litros de petróleo a menos extraídos como matéria-prima para o plástico.

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Ceasa Campinas torna-se o 1º entreposto brasileiro a integrar a IFPA

A Ceasa Campinas marca uma nova era de inovação ao tornar-se o primeiro entreposto do setor de frutas, flores, legumes e verduras (FFLV) do Brasil a fazer parte da Associação Internacional de Produtos Frescos, a International Fresh Produce Association (IFPA), organização que representa empresas da cadeia global de suprimentos de frutas, verduras e flores frescas.

A iniciativa vai de encontro com o projeto estruturador “Ceasa do Futuro”, conduzido pela presidente Walquyria Majeveski, que tem como pilares a tecnologia, práticas de ESG (ambientais, sociais e de governança) e o fortalecimento do pequeno ao grande produtor.

Como membro da IFPA, a Ceasa Campinas passa a ter acesso a pesquisas de mercado internacionais, participação em debates com lideranças globais do setor e conexão direta com tendências e inovações que moldam o futuro dos produtos frescos.

“Essa parceria posiciona a Ceasa Campinas em um novo patamar, conectando-nos às melhores práticas do mercado mundial”, afirma Walquyria Majeveski, presidente da central de Campinas.

Cadeia produtiva

A associação representa um avanço estratégico que amplia a integração entre os elos da cadeia produtiva e fortalece a competitividade do setor brasileiro no cenário global.

Para Dal Gomes, coordenadora de Associados da IFPA Brasil, a chegada da Ceasa Campinas reafirma o papel do País como protagonista na construção de um sistema alimentar mais conectado, inovador e sustentável.

“É uma honra receber um dos mais importantes entrepostos do país em nossa comunidade global. Acreditamos que, juntos, podemos impulsionar um futuro vibrante para todos, com alimentos mais saudáveis e sustentáveis chegando a cada vez mais pessoas”, celebrou Dal.

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Tomate cai 42,9% e batata inglesa dispara 45,5% na Ceasa de Campinas

A semana de 6 a 13 de outubro foi marcada por movimentos opostos no Sacolômetro da Ceasa Campinas: enquanto o tomate débora despencou 42,9%, para R$ 4,00/kg; a batata ágata disparou 45,5%, para R$ 3,20/kg. Os legumes recuaram 3,6%, mas as raízes subiram 2,2%, refletindo dinâmicas distintas de safra.

Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas, explica o comportamento de “montanha-russa” do tomate. “Tivemos uma semana com pouca oferta, o que gerou uma disparada de preço porque estava terminando a primeira parte da safra de inverno, refletindo vácuo temporário entre ciclos produtivos. Agora apareceu a segunda parte da safra, por isso teve essa queda”.

Legumes
Abobrinha brasileira: -14,4% (R$ 3,33/kg)
Berinjela: -12,6% (R$ 3,18/kg)
Pimentão verde: +23,0% (R$ 7,27/kg)
Chuchu: +8,3% (R$ 3,25/kg)

“A abobrinha e a berinjela tiveram bastante oferta no mercado. Já o chuchu subiu porque faltou produto, estavam trazendo do Espírito Santo e vieram menos cargas”, analisou Paulo.

Batata 

No movimento contrário, a batata ágata especial teve o que Palma chamou de “estilingada” de 45,5%. “Está acabando a safra de Vargem Grande do Sul aqui no estado de São Paulo, e também tem pouca mercadoria vinda do cerrado mineiro, de onde vem bastante batata. Por isso essa alta de preço”, justificou.

A batata doce também manteve trajetória ascendente, com nova alta de 6,7% para R$ 4,00/kg, acumulando aumentos consecutivos nas últimas semanas.

Raízes
Beterraba: -11,1% (R$ 2,00/kg)
Cenoura: -8,3% (R$ 2,75/kg)

Frutas

As frutas brasileiras mantiveram estabilidade total (0,0%), sem qualquer variação de preços durante a semana. “Isso ocorreu muito em função dos dias frios que tivemos na semana passada, que inibiram o consumo das frutas, e assim os preços acabaram ficando estáveis”, explicou o técnico.

Ovos

O setor de ovos teve redução de 2,8%, com quedas em todas as categorias analisadas. “A queda foi em função da boa oferta vinda principalmente da região de Bastos, aqui no estado de São Paulo”, destacou Palma.

Ovos

Ovo de codorna: -7,1% (R$ 6,50/2,5 dz)
Ovo branco extra: -2,8% (R$ 175,00/30 dz)
Ovo vermelho extra: -2,6% (R$ 185,00/30 dz)

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Preço do mamão cai 33% segundo a Centrais de Abastecimento de Campinas

O Sacolômetro da Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas,  apontou uma queda média de 9,4% nos preços das frutas brasileiras na semana de 14 a 21 de julho. A maior redução foi registrada no mamão havaiano, que caiu 33,3%, passando de R$ 7,50 para R$ 5,00 o quilo.

Correção

Segundo o técnico especialista da Ceasa Campinas, Sebastião Guerra, o recuo se deve ao baixo consumo durante o Inverno e às férias escolares, que reduziram a demanda no mercado. “Com baixo consumo por conta do frio e das férias escolares, o preço do mamão não conseguiu se sustentar e segue mais uma semana em queda apesar da oferta reduzida pelas regiões produtoras”, explica Guerra.
Outra fruta com redução significativa foi a manga palmer, que apresentou queda de 28%. O quilo da fruta foi comercializado a R$ 4,72, refletindo o mesmo movimento de correção de preços verificado no setor.

Em queda

  • Morango: -16,7% (R$ 20,83/kg)
  • Abacate fortuna: -13,6% (R$ 4,75/kg)
  • Mamão formosa: -8,3% (R$ 5,50/kg)

Na contramão, o maracujá azedo subiu 9,9%, passando a R$ 5,00/kg, e a melancia teve leve alta de 5%, comercializada a R$ 2,10/kg. “A oferta controlada de melancia na região de Goiás e Tocantins ocasionou a valorização do produto”, conta Sebastião.

Trajetória de alta

Enquanto as frutas apresentaram desvalorização, as verduras registraram alta de 8,8%, mantendo a tendência de aumento pelo segundo levantamento seguido.

O brócolis ninja liderou a aceleração dos preços das verduras com 12,6%, chegando a R$ 6,43/kg. A rúcula subiu 11%, sendo vendida a R$ 7,14/kg. Outros produtos em alta:

  • Couve-flor: +10,2% (R$ 6,40/kg)
  • Alface crespa: +10,0% (R$ 2,75/kg)

A alta se deu pelas queimadas e geadas nas regiões produtoras que resultou na baixa oferta destes produtos, de acordo com o técnico.

Estabilidade

O pimentão verde foi exceção, com alta de 25%, passando a R$ 9,09/kg diante da estabilidade dos preços no segmento. A abobrinha brasileira teve leve aumento de 9,1%, vendida a R$ 10,00/kg.

Movimento contrário

  • Tomate débora: -8,3% (R$ 5,50/kg)
  • Quiabo: -14,3% (R$ 8,57/kg)
  • Chuchu: -23,1% (R$ 2,50/kg)

Leve baixa

O segmento apresentou pequeno recuo de 0,6%, com destaque para a cebola nacional, que teve redução de 12,5%, sendo vendida a R$ 1,75/kg.

“Há algum tempo a cebola apresenta queda por grande oferta no entreposto. Além disso, o frete fica mais em conta uma vez que as regiões produtoras estão dentro do estado de São Paulo, contribuindo para o barateamento da mercadoria”, ressaltou Sebastião.  Os demais produtos do segmento mantiveram estabilidade nos preços.

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Frutas tiveram redução nos preços, segundo o Ceasa Campinas

O levantamento do Sacolômetro da Ceasa Campinas na semana de 7 a 14 de julho mostrou variações expressivas nos preços dos produtos hortifrutigranjeiros. O mamão havaiano teve a maior queda da semana, com redução de 29,4%. Os legumes lideraram as altas, com valorização média de 17,8%, impulsionados pelo frio que aumentou o consumo.

Frutas 

As frutas brasileiras registraram queda de 3,2% no período. O mamão havaiano liderou as reduções, passando de R$ 10,63 para R$ 7,50 o quilo. Alguns destaques são:

  • Maracujá azedo: -16,5% (R$ 4,55/kg)
  • Melancia: +33,3% (R$ 2,00/kg)
  • Banana nanica: +10,0% (R$ 2,75/kg)

Heitor Correa, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa, explica que “começou a produção do maracujá azedo na região do estado de São Paulo, o que fez com que a oferta aumentasse e, portanto, o preço caísse”.

Na contramão, a banana nanica teve alta de 10%, reflexo da menor oferta. “Houve redução na oferta nas regiões produtoras do Vale do Ribeira e norte de Santa Catarina com frio intenso”, detalha Correa.

Legumes 

O segmento de legumes teve a maior valorização da semana, com alta de 17,8%. A abobrinha brasileira liderou os aumentos, com valorização de 37,5%, passando a R$ 9,17/kg. O pepino caipira também disparou 36,4%, chegando a R$ 7,50/kg.

“Os legumes são conhecidos como ‘grupo das sopas’, que aumentam sempre que o frio chega pelo aumento do consumo”, observa Heitor. Outros destaques são:

  • Pimentão verde: +33,4% (R$ 7,27/kg)
  • Tomate Débora: +20,0% (R$ 6,00/kg)
  • Jiló: +17,6% (R$ 6,67/kg)
  • Vagem macarrão: +17,6% (R$ 15,38/kg)

Verduras

As verduras registraram alta de 6,0% no período. A acelga teve a maior valorização, com aumento de 20,5%, sendo vendida a R$ 1,88/kg. O brócolis ninja também subiu 14,2%, chegando a R$ 5,71/kg.

Correa explica que “as verduras aumentaram por conta da queima das folhas no frio, o que resultou na redução da oferta”.

Tubérculos

O segmento apresentou recuo de 0,9%, com destaque para a batata ágatha, que teve redução de 14,3%, passando a R$ 2,40/kg. Os demais produtos mantiveram estabilidade.

“A batata baixou pelo aumento significativo da produção na região de Vargem Grande do Sul, sudoeste paulista, sul e serrado mineiro, e Cristalina”, detalha Correa.

Importados

As frutas importadas tiveram leve queda de 2,9%, com o kiwi registrando redução de 10%, vendido a R$ 18,00/kg. Os ovos mantiveram preços inalterados em todas as categorias.

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Ceasa Campinas registra redução nos preços das frutas; hortaliças sobem

O Sacolômetro da Ceasa Campinas, divulgou hoje (1º) as principais  variações de preços dos alimentos na última semana de junho dos hortifrutigranjeiros. O destaque foi a forte queda nos preços das frutas, que registraram retração média de 8,4%. Em contrapartida, as hortaliças-fruto tiveram alta de 5,6%, por conta das temperaturas mais frias.

Frutas em queda

O morango liderou as baixas, com recuo expressivo de 30%, sendo comercializado a R$ 23,33/kg. A melancia graúda teve queda de 9,1%, custando agora R$ 1,50/kg, enquanto a laranja pera caiu 7,7%, com o quilo vendido a R$ 3. Na contramão, as diversas variações dos mamões mantiveram trajetória ascendente.

“Os mamões seguem o movimento da oferta retraída nas regiões produtoras, e chegam em menor quantidade no entreposto”, explicou Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas.

Hortaliças disparam

O chuchu registrou a maior alta da semana, com valorização de 40%, passando a R$ 1,75/kg. O pepino caipira teve alta de 22,2%, chegando a R$ 5,50 o quilo, e o jiló subiu 21,4%, comercializado a R$ 5,67/kg.

A vagem macarrão continuou em alta, com valorização de 14,3%, encerrando a semana a R$ 12,31/kg. Em movimento oposto, o tomate débora apresentou alívio de 8,3%, sendo vendido a R$ 5,50/kg, e o milho verde teve queda de 11%, cotado a R$ 2,67/kg com o fim das festividades de junho. A chicória e alface registraram alta de 1,1%. A couve-flor apresentou leve recuo de 5%, sendo vendida a R$ 5,52/kg, enquanto acelga, brócolis, repolho e rúcula mantiveram estabilidade.

Os ovos brancos registraram uma alta de 1,2%. Já os ovos vermelhos e de codorna permaneceram estáveis.

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Segundo o levantamento realizado entre os dias 19 e 26 deste mês pela Ceasa – Centrais de Abastecimento de Campinas, os preços dos alimentos essenciais do setor hortifrutigranjeiro tiveram quedas significativas. Entre os produtos com maior redução estão cenoura, beterraba, mamão havaiano, melão amarelo, laranja pera e ovos.
Maior queda

A cenoura foi o item que mais registrou queda de preço na Ceasa Campinas em comparação com o período anterior. A redução no preço chegou a 18,2%. O setor de ovos também apresentou quedas significativas, com o ovo branco registrando redução de 6,8% e o ovo vermelho com baixa de 8,3%. Já o ovo de codorna manteve estabilidade a R$ 7,50 (2,5 dúzias).
Destaques

  •  Cenoura: queda de 18,2%, vendida a R$ 2,25/kg
    •    Beterraba: baixa de 10%, cotada a R$ 2,25/kg
    •    Mamão havaiano: redução de 9,5%, a R$ 4,75/kg
    •    Laranja pera: recuo de 9,3%, comercializada a R$ 3,40/kg
    •    Melão amarelo: queda de 6,6%, vendido a R$ 3,23/kg
    •    Ovo branco: redução de 6,8%, caixa com 30 dúzias a R$ 205,00
    •    Ovo vermelho: baixa de 8,3%, comercializado a R$ 220,00
    •    Ovo de codorna: manteve estabilidade, a R$ 7,50 (2,5 dúzias)

Segundo Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas, as variações refletem o aumento na oferta de mercadorias no entreposto e a mudança no padrão de consumo com a chegada do frio.

“Os tubérculos estão com preços em movimento devido à entrada elevada de mercadorias. Já no caso da laranja pera, o preço caiu porque novas variedades chegaram ao mercado e o consumo diminuiu com a queda da temperatura”, explicou.

Preços em alta 

Apesar da queda nos preços de diversos itens, o boletim também registrou altas expressivas em alguns produtos. O tomate débora teve o maior aumento da semana, com valorização de 50%, sendo vendido a R$ 6,00/kg.

  •  Tomate débora: aumento de 50%, cotado a R$ 6,00/kg
    •    Melancia graúda: alta de 13,6%, a R$ 2,50/kg
    •    Pimentão verde: elevação de 12,4%, vendido a R$ 4,09/kg
    •    Batata-doce: aumento de 11,1%, comercializada a R$ 2,50/kg
    •    Maracujá azedo: alta de 5,6%, a R$ 8,64/kg

Segundo Palma, a alta na batata-doce é sazonal, pois seu consumo costuma crescer no outono e inverno. “Com o frio, há maior procura por esse tubérculo, o que pressiona os preços”, afirmou.

Preços estáveis

Os demais produtos do grupo mantiveram estabilidade, incluindo abobrinha brasileira, berinjela, chuchu, jiló, milho verde, pepino caipira, pimenta dedo-de-moça, quiabo e vagem macarrão.

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Queensberry patrocina edição 2025 do Breakfast Weekend em Campinas

A Queensberry é a patrocinadora oficial da edição 2025 do Breakfast Weekend, evento gastronômico que acontece até 25 de maio nas cidades de Campinas, São Paulo e Curitiba. A ação reforça o posicionamento da marca como referência nacional em geleias premium e produtos de alta qualidade.

Durante o evento, os consumidores poderão experimentar receitas exclusivas preparadas por estabelecimentos participantes, que utilizam as geleias Queensberry como ingrediente principal. Entre as criações estão o Bolo de Iogurte com Limão e cobertura de geleia, no Holiday Inn Anhembi; a Cuca com geleia, no Ibis Guarulhos; a Panqueca com geleia de frutas vermelhas e creme de avelã, no Canopy by Hilton São Paulo Jardins; e a Tapioca de Frango com Geleia de Pimenta, no Grand Mercure São Paulo Ibirapuera.

De acordo com Gabriela Ianelli, gerente de Marketing e Trade Marketing da Queensberry, a participação no evento está alinhada à estratégia de ampliação da presença da marca no cotidiano dos consumidores. “O café da manhã vai muito além de uma simples refeição — é um momento para quem busca energia e disposição para o dia, de conexão com as pessoas à mesa e de reconexão consigo mesmo.

É nesse momento, em que tudo começa, que a Queensberry se faz presente com versatilidade de sabores e uso de seus produtos. Nossas geleias são versáteis e combinam tanto com momentos de praticidade, como um café rápido, quanto com preparações mais elaboradas. Ao participar do Breakfast Week, reafirmamos nosso compromisso em valorizar o café da manhã como um momento especial e saboroso.

Para nós, essa refeição é uma oportunidade de recarregar as energias, apreciar o momento e estabelecer conexões significativas. Nossas geleias, elaboradas com ingredientes selecionados, oferecem uma ampla gama de sabores que atendem a diferentes paladares e ocasiões, tornando cada café da manhã uma experiência única e deliciosa”, afirma.

Segundo Carlos Galvão, um dos idealizadores do Breakfast Week, “ter a Queensberry como patrocinadora do Breakfast Weekend é uma conquista enorme. Líder de mercado e reconhecida pela excelência dos seus produtos, a marca eleva a experiência do festival e reforça nosso propósito. O Breakfast Weekend é o cenário ideal para marcas que queiram se associar a um momento único de consumo e se conectar de forma autêntica com o universo do café da manhã”.

O Breakfast Weekend reúne cafeterias, padarias, restaurantes e hotéis que oferecem menus completos em quatro faixas de preços promocionais: R$ 39,90, R$ 49,90, R$ 59,90 e R$ 89,90. Os descontos podem ultrapassar 30%, incentivando a experimentação. Embora o foco seja o café da manhã, muitos estabelecimentos têm horários flexíveis, permitindo que os pratos sejam consumidos ao longo do dia.Com sabores como Amora, Damasco, Framboesa, Frutas Vermelhas, Goiaba, Laranja, Mirtilo (Blueberry) e Morango, a Queensberry aposta em iniciativas que destacam a sofisticação e a diversidade de sua linha Classic.

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Nutricionista confirma que o café dá energia e estimula a mente

O café é uma bebida muito tradicional entre os brasileiros, que costumam consumir em média cerca de 3 a 4 xícaras por dia, segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A paixão pelo grão só cresce no país: a média de consumo do pó é de cerca de 5 quilos por ano, o que daria quase um pacote de 250 gramas por semana, para cada pessoa.

Além de fornecer energia para o dia, o fruto também tem diversos benefícios nutricionais. Rico em cafeína, ajuda a melhorar o humor, a concentração, alivia o estresse e tem efeito levemente termogênico. Contém vitaminas do complexo B, que atuam no sistema nervoso central e são antioxidantes, capazes de auxiliar no combate ao envelhecimento. O consumo regular pode ajudar na prevenção de algumas doenças, como certos tipos de câncer, diabetes e até alterações neurológicas.

A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, explica que os principais benefícios estão associados à cafeína, conhecida pelo efeito estimulante no cérebro e medula espinhal. “Esse estímulo acontece entre 15 e 20 minutos depois do consumo e tem duração de até quatro horas”, diz.

A especialista lembra que a cafeína também pode atuar na redução da percepção de esforço durante a atividade física, além de ajudar a diminuir a fadiga e dor. “Por isso, é muito utilizada nos pré-treinos, seja em bebidas ou cápsulas”, afirma.

O grão também tem o poder de aumentar a liberação de noradrenalina e adrenalina, substâncias que estimulam o metabolismo energético e aumentam a geração de calor, o que pode ajudar na queima de calorias.

Versátil, pode ser consumido de várias formas, em shakes à base de café, receitas culinárias e suplementos que potencializam o efeito da cafeína. Mas a mais comum é o tradicional cafezinho coado, seguido pelo espresso. No entanto, há muitas possibilidades de preparo. Com mais ou menos água, com leite, chocolate, caramelo, sorvete e até na composição de drinques, o café apresenta diversas maneiras de combinação de texturas, intensidade e sabores, e pode compor bebidas com características muito diferentes.

O pó pode ainda ser usado como ingrediente em bolos, sobremesas e para preparar pratos salgados, pois tem propriedades capazes de complementar e realçar sabores. Seu amargor natural pode equilibrar a doçura de alguns ingredientes, e sua acidez pode garantir frescor às receitas salgadas. Além disso, o aroma do café pode adicionar notas de chocolate, nozes e até frutas a diversos pratos, também enriquecendo seu sabor.

Existem várias maneiras de incorporar café em receitas salgadas.

Marinadas: usar café em marinadas é uma excelente maneira de amaciar as carnes, deixando-as mais suculentas. Para preparar, é só misturar café forte com azeite, alho, ervas e especiarias e deixar a carne marinar por algumas horas ou durante a noite antes de cozinhar.

Dry rubs (tempero seco com mix de especiarias): compor dry rubs com café é ótimo para criar uma crosta saborosa e aromática em carnes grelhadas ou assadas. Basta combinar café com especiarias como páprica, cominho, pimenta caiena, sal e pimenta do reino e esfregar a mistura na carne antes de cozinhá-la e, assim, obter uma crosta crocante e cheia de sabor.

Molhos e reduções: o café pode ser reduzido para criar molhos que acompanham carnes, vegetais e até mesmo massas. Para fazer deve-se reduzir café forte com caldo de carne, cebola caramelizada e um pouco de mel. A mistura vai garantir um toque gourmet ao prato.

Ensopados e sopas: adicionar café a ensopados e sopas pode enriquecer o sabor do caldo. Uma xícara de café forte acrescentada a um ensopado de carne com legumes, tomates e ervas vai complementar os demais sabores, que tornarão o ensopado ainda mais reconfortante.

“Mas atenção ao excesso. Para os metabolizadores lentos de cafeína, o café pode aumentar a ansiedade, provocar insônia e até taquicardia. Para os metabolizadores rápidos, aqueles que bebem muitas xícaras no dia e ainda dormem tranquilamente, o excesso está muito associado à redução da qualidade do sono, o que impede que essas pessoas entrem no sono profundo, e fiquem mais cansados e dependentes de mais café ainda no dia seguinte”, alerta Thamires.

A nutricionista diz que o ideal, pensando na qualidade do sono, é consumir até 3 xícaras ao dia, de em média 150ml, de preferência sem açúcar, e a última dose até as 14h30.

Mas o grão vai além do consumo na culinária. A borra, combinada com óleos naturais como o de amêndoas ou de girassol, serve como esfoliante para remover células mortas e clarear manchas, e se espalhada nos locais onde se veem formigas, em casa ou no jardim, espantam esses insetos. A bebida fresca também pode ser colocada diretamente no formigueiro. Já o pó seco pode ser colocado em saquinhos de tecido, tipo sachê, e deixado em gavetas e armários para absorver odores.

Para aproveitar os benefícios do café, a nutricionista ensina 3 receitas fáceis de fazer.

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Mousse de café
6 colheres de sopa de água
1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12g)
1/2 xícara de chá de leite
2 colheres de sopa de café da sua preferência
1 lata de leite condensado (395g)
3 claras de ovo
3 colheres de sopa de açúcar
Raspas de chocolate meio-amargo para decorar.

Modo de preparo:
Dissolva a gelatina em pó na água, em banho-maria. Reserve. No liquidificador, coloque o leite, o café, o leite condensado e a gelatina dissolvida, e bata até obter uma mistura homogênea. Reserve novamente. Em uma panela de tamanho médio, misture as claras de ovo com o açúcar e leve ao fogo baixo. Mexa por cerca de três minutos. Retire a panela do fogo por alguns instantes a cada minuto, mas continue mexendo para que as claras não cozinhem. Transfira a mistura de claras para uma batedeira e bata até que dobrem de volume e fiquem bem firmes. Incorpore delicadamente o creme de café reservado às claras em neve, misturando com movimentos suaves de baixo para cima até que estejam completamente integrados. Distribua o mousse em recipientes individuais e leve à geladeira por pelo menos duas horas para firmar. Na hora de servir, decore com as raspas de chocolate meio-amargo para dar um toque especial.

Bolo de banana com café
3 ovos
1/4 de xícara de chá de óleo de girassol ou óleo de coco
1/2 xícara de chá de café morno ou frio
5 bananas pequenas (cerca de 170 gramas)
1 xícara de chá de farinha de aveia
1 xícara de chá de aveia em flocos
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de fermento químico em pó
1 colher de sopa de vinagre de maçã

Modo de preparo:
Em um liquidificador, coloque os ovos, o óleo, o café, as bananas e bata até misturar bem. Reserve. Em um recipiente, misture a farinha de aveia, a aveia em flocos e o cacau. Adicione a mistura do liquidificador e misture até ficar homogêneo. Acrescente a canela, o fermento e misture. Junte o vinagre e misture até incorporar. Transfira para uma forma untada e leve ao forno preaquecido a 180 ºC por cerca de 30 minutos. Agora é só servir!

Bombom de café
200g de chocolate meio-amargo
1 xícara de chá de café forte
3 colheres de sopa de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga sem sal
Cacau em pó ou chocolate derretido para cobertura (opcional)

Modo de preparo:
Em uma panela, coloque o café e leve ao fogo baixo para reduzir até ficar com cerca de 1/3 da quantidade inicial. Reserve. Em outro recipiente, em banho-maria, derreta o chocolate junto com a manteiga. Acrescente o leite condensado e o café reduzido ao chocolate derretido, e misture bem até obter uma massa homogênea. Leve a mistura à geladeira por aproximadamente 2 horas para firmar. Retire da geladeira e, com as mãos untadas com manteiga, faça bolinhas com a massa de chocolate. Se desejar, passe os bombons no cacau em pó ou banhe-os em chocolate derretido para finalizar. Leve os bombons de café à geladeira novamente por alguns minutos para que a cobertura fique firme.

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Nutricionista dá dicas para cair na folia sem perder a energia e o bem-estar

Para quem gosta de pular o Carnaval, suar faz parte da brincadeira. E para dar conta de todos os dias da folia, a primeira dica para manter a saúde e o bem-estar é fazer um bom aquecimento na rotina de alimentação já nos dias que antecedem à festa com uma alimentação equilibrada com frutas, pratos variados, coloridos e rico em proteínas. A orientação é da nutricionista Mariana Rinaldi Gazolla, Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa – Centrais de Abastecimento Campinas.

Para aproveitar a maratona de Carnaval, a orientação da nutricionista é pensar na qualidade da alimentação com uma dieta equilibrada antes de sair de casa para garantir a disposição durante os dias de folia, diz.

Outra recomendação é priorizar os alimentos frescos e nutritivos, como frutas, especialmente aquelas ricas em água, como melancia, melão e abacaxi.

“É aconselhável também consumir um café da manhã reforçado, composto por pães, queijo, ovos, iogurte natural e frutas, a fim de promover a saciedade. No almoço, opte por um pratos variados, coloridos e ricos em proteínas, evitando o consumo de alimentos fritos. Para a sobremesa, prefira frutas cítricas como laranja ou abacaxi”, afirma a Mariana Gazolla.

Como manter a hidratação durante o carnaval?

A hidratação é fator prioritário, considerando que o Carnaval cai num período de altas temperaturas, combinado com esforço físico intenso e o consumo de bebidas alcoólicas. E sustentar os níveis de energia é fundamental para dar conta da maratona. Para isso, a ingestão de água, água de coco e sucos naturais são excelentes opções para manter o corpo hidratado, afirma a nutricionista.

A recomendação da profissional é moderar o consumo de bebidas alcoólicas para não perder a festa, e mesmo assim, sempre intercalar o consumo das bebidas com a ingestão de bastante água, é mais uma dica para evitar a desidratação. A garrafa de água deve estar a tiracolo para ser consumida no percurso, no ritmo da marchinha.

A combinação de sucos também é uma forma refrescante e altamente nutritivas, como, por exemplo, a combinação de abacaxi com hortelã e gengibre. A hortelã e o gengibre são alimentos que auxiliam na digestão e contribuem e muito para melhorar os desconfortos gástricos, especialmente naquele grupo que consume bebidas alcoólicas.

Durante a festa, o que comer?

Seja atrás do trio elétrico ou seguindo o bloco de rua, durante a folia prefira lanches rápidos e práticos como proteína, frutas e castanhas que podem facilmente ser levadas na bolsa.

Importante evitar alimentos excessivamente gordurosos e refeições pesadas que possam causar desconfortos digestivos. Caso opte por se alimentar em estabelecimentos de rua, certifique-se de que eles garantem a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos oferecidos.

A recuperação pós folia

Depois dos dias de festas, o foco é a recuperação do corpo. É hora de consumir refeição equilibrada que inclua proteínas, vegetais, saladas folhosas e carboidratos, como o arroz, a batata-doce e a batata-inglesa, hidratação e, o merecido descanso, é igualmente importante. Algumas boas horas de sono permitem que o corpo recupere as suas energias.

Com essas dicas, é possível aproveitar o Carnaval com saúde, energia e disposição. É só manter o equilíbrio entre a diversão e o autocuidado.

 

Nutricionista dá dicas para cair na folia sem perder a energia e o bem-estar Read More »

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