Fiat

Stellantis lidera as vendas de veículos na América do Sul

A Grupo Stellantis (Fiat, Peugeot, Ram, Jeep, Citroën) amplia a liderança no mercado de automóveis e veículos comerciais leves na América do Sul, encerrando o mês de julho com 24.1% de participação de mercado na região, o melhor desde dezembro no ano passado.

Com 86,7 mil emplacamentos, o crescimento nas vendas no mercado sul-americano representa um aumento de 16 mil unidades vendidas em comparação ao mês anterior. De janeiro a julho, a Stellantis comercializou mais de 490 mil veículos, o que equivale a 22,9% de market share no acumulado do ano.

No Brasil, a empresa também garantiu o primeiro lugar ao emplacar 71,2 mil unidades, um crescimento de 14 mil emplacamentos em relação ao mês de junho, atingindo 31,2% de market share. No acumulado do ano, a Stellantis comercializou mais de 388 mil unidades no mercado brasileiro, conquistando 29,6% de market share.

A empresa também manteve sua liderança na Argentina, com 10,8 mil unidades vendidas, um aumento de 3 mil veículos em relação ao mês anterior. De janeiro a julho, foram registrados 64,4 mil emplacamentos no mercado argentino, com uma participação de 30,1%.

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Citroën Basalt, um SUV coupê muito bonito, chega ao mercado

A Citroën lançou oficialmente hoje (07) na Índia, o seu novo SUV coupê: o Basalt. O modelo, que deverá ser um dos veículos mais bonitos do mercado nacional, chegará ao mercado brasileiro no final de setembro. No vácuo do estilo do Fiat Fastback, o Basalt faz parte do projeto C-Cubed, que inclui o C3 hatch e C3 Aircross, do qual tem muito em comum.

O Basalt foi desenvolvido para os mercados emergentes, como parte da Ásia e América do Sul e será produzido na fábrica de Porto Real, no Rio de janeiro. O SUV coupé vai chegar com motor 1,0 litro flex, turbo, que desenvolve 130 cavalos de potência máxima. Esse motor já utilizado, por exemplo, no C3 Aircross e a transmissão será CVT (transmissão continuamente variável).

 
O interior, semelhante também com o Aircross, virá com uma central multimídia de 10,25″ e painel de instrumentos digital com tela de 7″. O Basalt contará com seis airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e monitor de pressão dos pneus.

A Stellantis, proprietária da marca Citroën, reposicionou a marca francesa, que antes era de veículos mais elitizados, por modelos de entrada e renovando toda a linha. Essa função antes era da Peugeot. (Antônio Fraga)

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Fiat cresce mundialmente 2,2% no primeiro semestre deste ano

No ano do seu 125º aniversário, a Fiat celebra resultados positivos nas vendas semestrais, solidificando sua posição como a principal marca da Stellantis em termos de volumes. Com mais de 660 mil unidades vendidas globalmente, a marca alcançou um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Com resultados de vendas promissores, a marca está preparada para conquistas ainda maiores. Neste ano importante, a Fiat continua sorrindo para o futuro, antecipando vários projetos importantes: após o verão europeu, será lançado o novo Panda e, em seguida, o Abarth 600e e o Fiat 500e Giorgio Armani.

Atualmente, a Fiat retornou ao mercado global predominante baseado em três pilares: design e desenvolvimento italianos, plataforma global e relevância local.

Futuro próximo

A Fiat já anunciou o próximo lançamento do novo Fiat 500 Hybrid, que será produzido na fábrica de Mirafiori, em Turim. Além disso, a Fiat está avançando no desenvolvimento de outros modelos, como SUVs. Esses novos produtos estão em estágios avançados e estão programados para lançamento nos próximos anos, marcando a nova temporada da Fiat, que será caracterizada por inclusão, criatividade, estilo italiano e espírito global.

De fato, os resultados de vendas do primeiro semestre de 2024 destacam o impressionante aumento da Fiat em várias regiões em termos de volume. Na América do Norte, a marca alcançou um aumento de 24%, impulsionada pelas entregas iniciais do Fiat 500e.

Além disso, a Fiat House, o primeiro edifício residencial da marca no mundo, foi inaugurado em junho em Fort Lee, Nova Jersey, a minutos de Manhattan, moldando o futuro da vida urbana com mais de 300 residências alugadas que enfatizam o uso eficiente do espaço e acabamentos premium.

A região do Oriente Médio e África (MEA) registrou um aumento de 7,6%, enquanto a Ásia-Pacífico cresceu 5% e a América do Sul subiu 2,3%. Na América do Sul, a Fiat consolidou sua liderança com uma participação de mercado de 14%,  demonstrando ainda mais sua posição dominante no Brasil com 20,4% de market share.  Além disso, a  Fiat é líder absoluta na Itália e na Turquia, com uma participação de mercado de 12,3%, e na Argélia, onde detém uma impressionante fatia de 68,3% do mercado.  O sucesso da Fiat nessas regiões é refletido em seus modelos mais vendidos: o Fiat Panda na Itália, o Fiat Tipo na Turquia e o Fiat Doblò na Argélia.

América do Sul

A Fiat estabeleceu sua posição de liderança na América do Sul com 14% de participação de mercado e um aumento de 2,3% no acumulado do ano. Nesta região, a Fiat alcançou resultados excepcionais no Brasil, onde mantém sua liderança há 42 meses consecutivos. Com uma participação de mercado dominante de 20,4%, a marca vendeu 220.753 unidades no Brasil, superando o segundo colocado por mais de 51 mil unidades.

No mercado brasileiro, a Fiat confirmou sua liderança em três segmentos chave. A marca lidera na categoria hatch com 71.888 unidades vendidas e uma participação de 23,4% no segmento; em picapes com 80.839 unidades e 39,0% da fatia do segmento, e em vans com 11.342 unidades e 38,6% do segment share.

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Com poucas alterações, Jeep Renegade ganha linha 2025

A Jeep apresentou ontem a “nova” linha 2025 do Renegade. O modelo, que recentemente comemorou a marca de meio milhão de unidades vendidas, tem novas versões, uma edição limitada e novas cores.

Agora somente com motor flex 1,3 litro, turbo de 185 cavalos, conta com suspensão independente nas quatro rodas e a opção de tração 4×4. Desde o modelo de entrada, o SUV vem com Traction Control, controles de estabilidade e tração, seis airbags, faróis e lanternas full LED. Com os opcionais da configuração Pack Tech, ganha frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga, monitoramento de mudança de faixa, câmera de ré, central multimídia de 7”, conectividade sem fio Android Auto e Apple Carplay.

Preço
Jeep Renegade

1.3 Turbo R$ 115.990,00
Altitude R$ 147.990,00
Longitude R$ 165.990,00
Night Eagle: R$ 170.990,00
Sahara R$ 173.990,00
Trailhawk R$ 173.990,00
Willys: R$ 179.990,00
Clientes PCD R$ 99.719,00

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Citroën C3 ganha novos equipamentos para o modelo 2025

A chegada da linha 2025 do Citroën C3, deixa o modelo mais equipado. O veículo de entrada da marca francesa agora conta com chave do tipo canivete em todas as versões.

Os itens do pacote Plus, que incluem desembaçador, lavador e limpador traseiro e sistema de som com conexão Bluetooth passam a ser de série na versão Live, que é a versão de entrada. E tudo sem custo adicional.

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

Carros e eu. Um começo diferente

 Minha carreira, extra oficial, como jornalista teve início na Revista da Orla, em 1968 e oficialmente em e centenária “A Tribuna”, de Santos,  no ano seguinte, na Sucursal do jornal, em São Vicente, a Célula Mater da Nacionalidade.

Mas o meu primeiro contato profissional com o automóvel, em 1973, não se deu da maneira normal, ou seja, ajustando o banco, espelhos, colocando o cinto de segurança, à época ainda só abdominal. Não, foi por intermédio de um texto via telex, enviado por uma fabricante, como título: GM trás caixa de câmbio para o Chevette de avião.

Acontece que o fabricante local teve algum problema e não estava conseguindo a demanda necessária para a fábrica produzir o carro que fora lançado meses antes. Como eu era o repórter da área de Economia, tendo como mestre o meu querido amigo José Rodrigues. que infelizmente já nos deixou. (Tem outro jornalista, Zé Rodrigues, querido amigo também, com quem, felizmente, ainda podemos brindar um bom vinho). E coloquei como título da pequena nota: “O Boeing da GM”. Pronto, entrei para o setor.

Minhas memórias levam-me logo mais adiante, deste feita presencialmente (uma prática pouco usada atualmente. Não? (Parece que hoje a presença humana incomoda quem promove eventos e a maioria prefere fazer lançamento pela Internet. Pena!). Fomos convidados para o lançamento da “pedra fundamental” da primeira fábrica da Fiat, fora da Itália.

Uma emoção forte. Iria para um evento que, pela minha primeira vez, exigia terno e gravata. E não era para menos, lá estariam, em Betim (MG), além do governador do estado, Rondon Pacheco, o il Gran Capo da Fiat, Giovanni Agnelli. Pela segunda vez, não tive que apertar o cinto (salvo no avião) ou ajustar espelhos e bancos.

Daí, veio o convite do meu amada o amigo Sérgio Aparecido (que também já nos deixou e que era o melhor cover do Elvis, a quem adorava, que eu já vi/ouvi) para substituí-lo na Assessoria de Imprensa da Ford, onde tive como chefe o mestre Luís Carlos Secco, a quem devo os melhores ensinamentos na área de assessoria. Eu já havia herdado do Sérginho sua máquina Remington no jornal e segui seu rastro no setor automobilístico. Da Ford ele foi para a Scania.

Ali sim, tive meus primeiros contatos com o automóvel, regulando cinto, bancos, espelhos da Belina II, da qual participei do lançamento; Maverick 4 portas e motor 6 cilindros (do Jeep, que equipou, entre outros, da Rural) de incalculável fracasso, ofuscado pelo sucesso do “Maverickão” V8.

Da Ford fui para a Goodyear, levado pelo meu querido amigo (que, infelizmente, também não está mais entre nós) Mathias Petrich, que saíra da Ford. Fiquei lá um ano e fui para o Globo (Sucursal São Paulo). Aí, sim, passei a “cobrir” a indústria automobilística e auxiliar o Fernando Mariano a fazer o caderno de veículos do jornal carioca.

Aí foi um festival de ajuste de cintos, espelhos e bancos. Dezenas de carros novos passaram pelas minhas mãos e conheceram o peso (sempre com responsabilidade, do meu pé direito) como o Gol, campeão de vendas no Brasil, que nenhum outro carro superou.

Dali, de O Globo, a convite do querido André Beer (outro que já se foi) fui para a GM. De 1983 a 2001 sendo um dos responsáveis, na área de Imprensa, por todos os lançamentos da fábrica. Monza 4 portas, Kadett, Vectra, Corsa, Astra, Zafira, Omega (não nesta ordem) e suas diversas versões foram todos eles. E nesses sim, andei muito e conheci a fundo cada um deles. Consegui que a Engenharia permitisse que nós, de Imprensa da fábrica, participássemos das viagens de avaliação que eram feitas pelo Brasil antecedendo os lançamentos. Na segunda viagem, até o pessoal da agência de propaganda (MacCann Erickson), além do Marketing, foi. A justificativa: era mais fácil, para eles e para nós, escrever e fazer a campanha, conhecendo melhor cada carro.

De todos eles, o de maior sucesso foi o Corsa, que obrigou o vice-presidente, André Beer,  ir para a TV, durante o Jornal Nacional (TV Globo) pedir para que as pessoas parassem de procurar pelo carro, pagando ágio para conseguir compra um, pois a GM estava aumentando sua produção para atender a demanda. Houve um erro nos estudos da fábrica que não esperava pela enorme procura do carro.

Lembro que em um daqueles anos, A GM disputava com a Volkswagen, e A Fiat, qual seria o fabricante a lançar o primeiro modelo com injeção eletrônica, uma cobrança do mercado para melhorar performance e diminuição da poluição causada pelos veículos. Ganhou a Fiat, com o Uno Mille. Os italianos sempre foram mais rápidos no quesito decisão, deixando os norte-americanos e alemães para trás.

Depois de 18 anos de GM, saí porque sentia mudanças no setor, onde o ser humano não mais seria tão necessário no relacionamento fabricante/Imprensa, como as coisas estão hoje, com um distanciamento inconcebível para quem, como eu, preza pelo relacionamento humano, como me ensinaram minha vó Eva e a minha mãe Olinda, amadas.

Fiz alguns frilas, inclusive como consultor da Portugal Telecom, onde realizei alguns trabalhos, com a supervisão, do querido amigo e compadre, Paulo Figueiredo (que encontro com regularidade) da agência A4.

Em 2004, a convite de outro querido amigo, Moisés Rabinovici, fui editar o DCarro, caderno de veículos do Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo, dirigida pelo estimado Guilherme Afif Domingos, hoje braço direito do governador de SP, Tarcísio de Freitas.

No DCarro continuei ajustando cintos, espelhos e bancos, com a ajuda da Alzira Rodrigues (ex O Globo e sucursal do Estadão no ABC) e do Anderson Cavalcante (recém-formado em Jornalismo e apresentado pela Márcia Rodrigues, colega na redação do Diário). Foram quatro anos de profissionalismo e de uma amizade que rende até hoje.

E como editor do DCarro pude participar de grandes lançamentos e destaco aqui o do Cinqüecento (Fiat 500), uma paixão de carro. O lançamento foi em Turim, terra natal da Fiat. Dois acontecimentos, além da festa de apresentação do carro, em pleno rio Pó, foi maravilhosa! A Fiat convidou todos os proprietários do modelo antigo do 500 para irem à festa em Turim. Milhares atenderam ao pedido, invadindo Turim, que obrigou a prefeitura liberar o estacionamento nas calçadas da cidade.

O outro acontecimento, que já contei em minhas colunas, foi que, no teste drive, pelas ruas da terra da Fiat, eu e meu amado amigo Antônio Fraga nos “perdemos”, claro que propositalmente e ignorando o mapa, rodamos pelas estrada ao redor da Turim e só chegamos de volta ao local de partida, quando o pessoal da organização já desmontava tudo e pensava em pedir ajuda da polícia para nos encontrar.

Foram anos daquilo que, estou certo , realizei um bom trabalho e que, principalmente, fiz muitos amigos e amigas, com quem faço questão de manter contato sempre, lamentando a ausência dos muitos que se foram. Por que acho que o que vale nesta nossa vida é a amizade, como me ensinaram minha avó e minha mãe.

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Empresa campineira é destaque no setor autopeças e serviços automotivos

Uma das empresas mais tradicionais do setor de autopeças e serviços automotivos, a campineira DPaschoal comemorou, em junho, 75 anos de fundação. Adquirida em janeiro deste ano pela Stellantis, um dos maiores grupos automotivos do mundo (a Stellantis detém as marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ferrari, Alfa Romeo, Ram, etc), é hoje o maior distribuidor de peças automotivas do Brasil e da América do Sul, com 125 lojas próprias espalhadas por oito estados brasileiros.


O empresa oferece uma gama ampla e variada de produtos e serviços para veículos leves, pesados e agrícolas. Além disso, conta com 28 centros de distribuição de peças e pneus, o que garante sua presença em todo o território nacional. A empresa fundada em Campinas em 1949 hoje também atua no e-commerce com as unidades de negócio DPK, KDP, AutoZ, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel.

“Comemorar os 75 anos da DPaschoal é um momento de grande orgulho e um marco crucial em nossa história empresarial. Desde o início, nossos valores de tradição, confiabilidade e dedicação ao cliente têm sido os pilares de nossa jornada. Cada desafio superado e cada conquista alcançada ao longo do caminho contribuíram para tornar a DPaschoal uma referência no setor automotivo brasileiro. Ao longo dessas sete décadas e meia, construímos relações de confiança com nossos clientes, colaboradores e parceiros. Expresso minha sincera gratidão a todos que contribuíram para nosso sucesso “, avalia Gerson Prado, Diretor-Geral da DPaschoal.

Formação

A DPaschoal sempre dedicou um carinho especial aos seus funcionários. E para mostrar a importância que dá aos colaboradores, a DPaschoal criou a  Maxxi Trainning Academy, que dá cursos de formação técnica, comercial e de gestão, não só para as empresas do grupo como para terceiros. Ao longo dos seus 13 anos foram realizadas mais de 150 mil certificações, com formações voltadas à manutenção de veículos de passeio, pesados, motos e linha agrícola, além de treinamentos sobre gestão de negócios.

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Fiat comemora 125 anos de evolução e sucesso em vendas

Uma das marcas mais importantes da indústria automotiva mundial comemora 125 anos. Em 11 de julho de 1899, no Palazzo Bricherasio, em Turim, foi fundada a Società Anonima Fabbrica Italiana di Automobili – Torino, posteriormente simplificada para Fabbrica Italiana Automobili Torino – e conhecida por todos por seu acrônimo: FIAT. Para as marca a Itália ficou pequena e se tornou um sucesso em todo o mundo pela inovação, pioneirismo e carros marcantes.

Do primeiro carro, o 4 HP, passando por ícones como o S61, S76, Topolino, 500, 600, 127, 147, Panda, Uno, Tempra, Tipo, Palio, entre tantos outros, até chegar na gama atual, a Fiat construiu uma trajetória de sucesso baseada na inovação, acessibilidade e design. Cada um desses modelos marcou uma era distinta e contribuiu para a consolidação da marca no mercado global.

Vale ressaltar que a Fiat é uma das marcas automotivas em operação há mais tempo no mundo. Só no Brasil, já produziu mais de 18 milhões de veículos e ao longo dos anos, estabelecendo fortes vínculos no país, construindo o que hoje é umas das maiores redes de concessionários, mais de 500, espalhados por todo território nacional e consolidando-se como líder do mercado há 3 anos consecutivos.

“Ao longo de sua trajetória, a Fiat protagonizou momentos decisivos que moldaram a indústria automotiva. Mais do que desenvolver carros, construiu sonhos e oportunidades. Completar 125 anos é um feito que apenas uma marca com verdadeira tradição pode alcançar “, destaca Alexandre Aquino, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul.

No ano de sua criação, a marca começou a fabricar o 4 HP, também conhecido como 3,5 CV. No início do século XX, aproveitando a febre da velocidade que se espalhava pelo mundo, surgiu o Fiat S61, um carro de corrida de dois lugares, em um cenário de intensa emoção esportiva, assim como o S76, conhecido como a “Besta de Turim”, com seu incrível motor de 28,5 litros. Nas décadas seguintes, modelos como o Topolino, o Fiat 500 e o Fiat 600 se tornaram ícones de design e democratizaram o acesso ao automóvel na Europa.

Em paralelo, em 1903, a Fiat atravessou as fronteiras do continente europeu e chegou à América, escolhendo a Argentina como primeiro destino de internacionalização. Com a visão de expandir a marca além da Europa, essa decisão estratégica abriu caminho para que a Fiat se tornasse uma referência na indústria automotiva argentina. No início, vendia modelos importados da Itália, e algumas décadas depois, a marca começou a investir na industrialização no país.

Tanto é que a marca construiu uma planta em Caseros dedicada à produção de automóveis, e em abril de 1960, saiu das linhas de montagem o Fiat 600D, o primeiro automóvel da marca fabricado na Argentina. Além de contribuir para o desenvolvimento industrial, a Fiat também foi uma escola de formação e treinamento de profissionais e técnicos, chegando a ser o principal empregador privado do país.

Na década seguinte chegou a vez da marca desembarcar no Brasil. Mais especificamente em 1973 foi celebrado um acordo de interesse entre Fiat SpA e o Governo de Minas Gerais e, em 9 de julho de 1976, era inaugurada a fábrica da Fiat Automóveis, em Betim, para a fabricação do 147.

Sucesso no Brasil 

“Mezzo brasileira e mezzo italiana”, conceito utilizado no rebranding da marca, traduz bem a relação que a Fiat possui com o país. Afinal, o Brasil desempenha um papel fundamental na história da Fiat.

A marca foi percussora na produção nacional em alguns segmentos como de picapes e furgões leves. Além disso, entre as conquistas, destacam-se o lançamento do primeiro carro brasileiro com computador de bordo (Prêmio), o pioneiro com motor turbo de fábrica no país (Uno Turbo) e o primeiro equipado com airbags no Brasil (Tipo). Também foi a primeira empresa a possibilitar a compra de um automóvel pela internet (Brava).

O primeiro modelo a sair da linha de montagem foi o Fiat 147, um carro moderno e inovador para a época dentro do mercado nacional. Em 1979, o carro ganhava sua versão movida a etanol, tornando-se o primeiro carro produzido em série no mundo movido com este combustível.

Além disso, a família do 147 também ganhou outras variações como sedãs, peruas, furgões e picapes, inaugurando segmentos que antes não existiam. Já em 1984, 40 anos atrás, foi a vez do Uno fazer história com o conceito “pequeno por fora e grande por dentro”. O modelo, lançado apenas um ano antes na Europa, associava um desenho aerodinâmico e novidades internas – todos os principais comandos sem a necessidade de tirar as mãos do volante – somado a atributos já consagrados do 147, como amplo espaço interno, baixo custo de operação e economia de combustível. Nos quatro anos seguintes, a Fiat apresentou versões de três volumes (Prêmio), perua (Elba) picape e furgão (Fiorino) derivados do Uno.

Na década de 1990, a Fiat continuou a consolidar a presença no mercado brasileiro com importantes lançamentos que marcaram a década. Em 1990, a marca apresentou o Uno Mille, uma versão mais acessível e econômica do Uno, que se tornou um verdadeiro fenômeno de vendas e um dos carros mais populares do Brasil, graças ao baixo custo de manutenção e consumo eficiente de combustível. Na mesma década, o Uno também foi responsável por mais um capítulo importante dentro do cenário nacional dos esportivos. Em fevereiro de 1994, a Fiat lançava pela primeira vez no Brasil, um carro de passeio que saía de fábrica com turbocompressor.

Outro destaque foi o lançamento do Fiat Tempra, um sedã médio lançado em 1991, que trouxe sofisticação e tecnologia avançada para a época, sendo o primeiro sedã de luxo da marca. Também foi o primeiro a trazer a tecnologia de motores de quatro válvulas por cilindro em um carro nacional, em 1994. No ano seguinte, chegava o Tipo, primeiro carro médio importado pela marca.

Em 1996, a Fiat revolucionou o segmento de compactos com o lançamento do Fiat Palio, um modelo global desenvolvido para atender às necessidades dos mercados emergentes. O Palio rapidamente se tornou um sucesso de vendas e gerou uma família de veículos, incluindo a perua Palio Weekend, Siena e mais tarde a picape Strada, que logo se tornou líder de categoria e referenciou a Fiat dentro do segmento de picapes, mais do que isso, nos últimos 3 anos, a Strada é o carro mais vendido do Brasil e é uma das principais responsáveis, juntamente com Ducato, Scudo e Toro, pela liderança em LVC’s.

Os dois últimos anos da década de 1990, foram marcados por muitas tecnologias e lançamentos inovadores. Em 1998 foi lançado o Fiat Marea, o primeiro carro brasileiro com motor 5 cilindros e faróis elípticos, o Siena 6 marchas e a Strada. No ano seguinte, chegava a Strada Cabine Estendida, o Palio Adventure, inaugurando o que se tornaria uma das versões mais reconhecidas da marca, o Palio Citymatic, com sua inovadora embreagem automatizada, além da chegada do Brava, primeiro carro vendido pela internet.

A Fiat não parou de evoluir, a partir dos anos 2000, a família Fiat cresceu, tornou-se mais relevantes dentro do mercado e a marca trouxe modelos completamente novos, como o Doblò, Ducato, Stilo, Idea, Punto e Linea, além de iniciar a importação do icônico Fiat 500. Na mesma década, a marca lançou no mercado o Adventure Locker, sistema de bloqueio do diferencial, também foi a vez de trazer outras novidades, o câmbio automatizado Dualogic, o Siena Tetrafuel e a Strada Cabine Dupla.

A década de 2010 foi marcada por uma explosão de novidades para a Fiat, principalmente no que tange o design e a criatividade brasileira. Logo no início, a marca apresentou a nova geração do Uno, um ícone repaginado para atender às novas demandas do mercado. Também lançou o Freemont, seu primeiro SUV e o primeiro modelo resultante da associação da marca italiana com o grupo Chrysler aqui no Brasil.

Em 2016, A Fiat lança mais um enorme sucesso: a Toro, o primeiro SUP (Sport Utility Pick-up) do mercado. O conceito exclusivamente pensado para o mercado nacional era um sonho antigo dos engenheiros brasileiros, que combina robustez e versatilidade. No mesmo ano, o Mobi chegou para revolucionar o segmento de compactos, com um design moderno, tampa do porta-malas totalmente em vidro e preço competitivo para o mercado da época.

As inovações continuaram em 2017, quando a Fiat apresentou o Argo, um hatch com visual contemporâneo que refletia o novo momento da marca. Já em 2018, foi lançado o Cronos, sedã importado da Argentina que rapidamente se destacou pela elegância e eficiência.

Nesta década, a Fiat passou por um rebrading, inovou o portifólio, entrou em novos segmentos, retomando liderança do mercado brasileiro. Em 2020, a marca lançou mais uma geração da Strada, uma nova geração da icônica picape que trouxe avanços em design, segurança e que rapidamente se tornou um sucesso. No ano seguinte, a Fiat deu início à eletrificação no Brasil com o lançamento do Fiat 500e, seu primeiro veículo totalmente elétrico. Também apresentou seu primeiro SUV nacional, o Fiat Pulse, que conquistou os consumidores com estilo arrojado e muita tecnologia.

Em 2022, a Fiat continuou a expansão no mercado de veículos comerciais com o lançamento do Scudo, com uma versão elétrica, o e-Scudo. Também ampliou a família com o Fiat Fastback, com um novo conceito de SUV Coupé. Em 2023, a marca trouxe o Novo Ducato, oferecendo mais versatilidade e eficiência, e inovou com a Stradav equipada com motor turbo, tornando-se a primeira picape do segmento a contar com esse tipo de motorização em todo o mundo.

Já neste ano, a marca entrou para o segmento de D-picapes, com a Titano, modelo com maior volume de caçamba e preço mais competitivo da categoria, além de muita tecnologia e robustez. Atualmente, a Fiat ostenta o título de líder de vendas há 42 meses consecutivos, o que equivale a três anos e meio sendo a número um no mercado nacional.

Uma história latino-americana 

Com mais de 100 anos de história na América Latina, a Fiat desembarcou seu primeiro veículo na Argentina em 1903. Já na década de 1920, a empresa instalou seu primeiro salão de exibições em Buenos Aires e criou a primeira assistência técnica para os veículos importados da Itália.

Com o sucesso dos modelos italianos, a empresa inaugurou sua primeira fábrica em 1960, em Caseros, província de Buenos Aires. Naquele mesmo ano, a marca iniciava a produção do Fiat 600D, considerado um dos primeiros automóveis de fabricação em larga escala na Argentina, que foi fabricado até 1982. Milhares de argentinos habitantes no país, aprenderam a dirigir em um “Fitito”, como ficou conhecido.

A evolução foi rápida. Já em 1963 nascia a segunda fábrica da marca em solo argentino, em Ferreyra, Córdoba, para produzir conjuntos mecânicos. Enquanto em Palomar, também província de Buenos Aires, era erguida uma unidade de carrocerias e montagem. No ano seguinte, foi inaugurado o Edifício Mirafiori para ser a sede central. Ainda na década de 1960, o mercado argentino teve carros como o 1100, 1500, 1600 Multicarga e o 125 Sport.

Durante a década de 1970, a expansão da Fiat prosseguiu com a exportação de componentes de montagem de carros no Uruguai, iniciada em 1972. Entre 1971 e 1986, o Fiat 128 marcou época na Argentina, sendo o primeiro carro com tração dianteira fabricado no país. O Veículo apresentava, ainda, motor transversal e foi produzido nas versões básica, L, Familiar, Europa e IAVA.

Do início dos anos 1980 até 1995, a Sevel produziu e vendeu sob licença os automóveis e comerciais da Fiat, mantendo a liderança do mercado argentino. Carros como o Spazio, o Uno e o sedã Regatta tiveram grande aceitação do público.
Em 1995, a Fiat Auto decidiu investir US$ 600 milhões na Argentina para a fabricação de carros da família Palio.  Uma nova fábrica foi construída em Córdoba, incorporando a unidade de motores e caixas de câmbio já existente. Sendo que o controle da marca, por meio da Fiat Auto Argentina S.A., foi retomado oficialmente no dia 1º de julho de 1996. Em dezembro do mesmo ano, iniciava a fabricação dos novos Palio e Siena.

Após os anos 2000, a história da Fiat ficou marcada pelo relançamento do complexo industrial de Ferreyra em 2008; o investimento na planta e preparação para produção do novo Palio em 2012; e a modernização da fábrica de Córdoba com investimento de US$ 500 milhões para produzir um carro de qualidade mundial: o Fiat Cronos.

Lançado em 2017, o Fiat Cronos chegou para revolucionar o mercado de sedãs, fazendo parte da ampla renovação da gama da marca. Recentemente, o modelo alcançou a marca de 400 mil unidades produzidas na planta argentina. Além de estar presente na Argentina e no Brasil, o modelo também é exportado para outros oito países na América Latina.

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Fiat 500 Abarth vira barco com motor de 230 cavalos

Para comemorar os 75 anos da marca Abarth, o Centro Stile Fiat e Car Off Shore, criaram um barco muito divertido: o Abarth Offshore. O barco motorizado estreou no inicio de junho no Top Marques 2024, em Mónaco. Serão apenas 500 exemplares.

Imitando um 500 Abarth, o casco verde metálico reflete as cores do arco-íris quando em contato com o sol. O barco tem um motor hidrojato de 230 cavalos e escapamentos de competição Riva, que emitem um som semelhante ao modelo de rua.

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Picape Fiat Strada volta á liderança do mercado nacional

Em maio, a Fiat conquistou 21% de market share, com 38.686 veículos emplacados, 11 mil unidades a mais do que a Volkswagen, segunda colocada. A marca também apresentou um crescimento de 0,9 ponto percentual em participação de mercado comparado ao mês anterior. Além disso, a picape Strada garantiu a posição número um do pódio no quinto mês do ano, com 6,0% de market share, retomando a liderança.

Liderança 

A Stellantis (dona da Fiat, Peugeot, Jeep, Ram, Citroen)  encerrou o mês de maio como líder no mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil, Argentina e América do Sul. Foram emplacados mais de 68 mil veículos na região, representando 22,4% de market share. No acumulado do ano, a empresa manteve seu desempenho de liderança no mercado sul-americano, com 333 mil unidades vendidas e 22,8% de participação.

Na Argentina, a Stellantis avança na liderança do mercado automotivo, com 8,8 mil unidades vendidas no quinto mês do ano. Já no período de janeiro a maio, o mercado argentino registrou 45,7 mil veículos emplacados, com uma participação de 31,6% da empresa.

Mercado brasileiro

No Brasil, a Stellantis encerrou o mês de maio com 53,9 mil veículos emplacados, alcançando uma participação de mercado de 29,3%. No acumulado do ano, a empresa mantém a liderança de vendas no Brasil, com mais de 259 mil unidades emplacadas e uma participação de 29,6% nas vendas totais no período.

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