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Casa de Jesus promove campanha da Lasanha Beneficente em Campinas

No próximo sábado (18), será realizada mais uma campanha da Lasanha Beneficente da Casa de Jesus, sede da instituição espírita Os Seareiros, de Campinas.

Cada lasanha (sabores presunto e queijo e somente queijo), será vendida a R$ 42, com opções de pagamento no cartão de crédito, débito, dinheiro ou PIX na maquininha. Para sobremesa, serão comercializados potes de sorvete de 1,5 litro da marca Mr. Mix, nos sabores chocobrownie e leitinho trufado, no valor de R$ 40 cada.

O evento será das 10 às 14 horas e não tem necessidade de reserva . Após esse horário, as lasanhas remanescentes serão congeladas e comercializadas na cantina da sede, localizada à Rua João Alves dos Santos, 770, também no Jardim das Paineiras.

“A receita obtida com a venda das nossas lasanhas é revertida para nossas ações sociais, entre elas a distribuição mensal de cestas básicas para cerca de 200 famílias em situação de vulnerabilidade social do município de Campinas, e o atendimento de saúde gratuito no Núcleo Mãe Maria, nossa unidade localizada na Vila Brandina”, diz Claudia Bovo, voluntária de Os Seareiros e uma das coordenadoras da campanha da Lasanha Beneficente.

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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 33 mi

As seis dezenas do concurso 2.927 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio está acumulado em R$ 33 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. (Agência Brasil)

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Mega-Sena sorteia hoje o prêmio acumulado em R$ 45 milhões

As seis dezenas do concurso 2.872 da Mega-Sena serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.O prêmio principal está acumulado em R$ 45 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

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Iguatemi S.A. encerra 2024 com R$ 21,2 bilhões em vendas

A Iguatemi S.A. [IGTI11], uma das maiores Companhias full service no setor, com participação em 14 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, encerrou 2024 com indicadores recordes em seus resultados operacionais e financeiros, que reforçam a resiliência e consistência da empresa e de seus ativos. Durante todo o ano, a Iguatemi, que na região administra o Iguatemi Campinas e o Galleria Shopping, registrou crescimento constante e encerrou o 4T24 com R$ 7 bilhões em vendas totais, um incremento de 19,2% sobre o 4T23, na mesmas bases as vendas apresentaram crescimento real de 6,3 pontos percentuais. No acumulado de 2024, a Iguatemi alcançou R$ 21,2 bilhões em vendas totais, aumento de 12,1% em relação a 2023.

O destaque principal é o EBITDA ajustado consolidado que encerrou o ano chegando a R$ 1,02 bilhão pela primeira vez na história da Iguatemi. Já no 4T24, o indicador atingiu R$ 315,3 milhões, 19,4% acima versus 4T23, com margem EBITDA ajustado de 84,0%, 4,2 p.p. acima na mesma comparação.

“Entregamos um 2024 com performance excelente. As nossas vendas registraram crescimento de 11,1% acima do 4T23 (considerando a mesma base de ativos). Com as mudanças de portfólio, como a saída do Iguatemi São Carlos e entrada do RioSul, contribuindo para um crescimento de 14,8% nas vendas/m², reiteramos nossa estratégia de qualificação do mix e ativos”, explica Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A. “E cumprimos mais um guidance de receita líquida shoppings com resultados próximos do topo dos indicadores, como estamos fazendo desde 2008. Atingimos o topo do guidancena linha de receita líquida na unidade de shoppings, com crescimento de 7,2%, mesmo em um ano com cinco meses de IGP-M negativo e os impactos que sofremos em maio com as enchentes no Rio Grande do Sul. Da mesma forma, a margem EBITDA alcançou 84,5% na unidade de shoppings e 77,4% no consolidado. Em relação ao CAPEX, totalizamos R$ 235,3 milhões, ultrapassando um pouco o limite estabelecido devido à antecipação de reformas na praça de alimentação do Iguatemi São Paulo”, completa o executivo.

Com o forte crescimento vindo dos empreendimentos em 2024, a Iguatemi também avançou trimestre a trimestre em seus resultados tanto em lucro líquido quanto em fluxo de caixa proveniente das operações (FFO).  No 4T24 o Lucro Líquido ajustado foi de R$ 164,1 milhões, 21,9% acima do 4T23, com margem líquida ajustada de 43,7%, um aumento de 3,0p.p. na margem versus o mesmo período do ano passado, excluindo o efeito da linearização, Infracommerce e o resultado do SWAP das ações e ganho/prejuízo de capital. No ano, o indicador somou R$ 497,5 milhões, crescendo 28,1% em comparação a 2023 e com margem líquida de 37,6%.

Já o FFO ajustado atingiu R$ 219,3 milhões no 4T24, 23,3% acima do 4T23, com margem FFO ajustada de 58,4%, e R$ 693,2 milhões no ano, 23,2% acima de 2023 e com margem de 52,5%. A alavancagem da Iguatemi S.A. encerrou o trimestre em 1,84xDívida Líquida/EBITDA ajustado, considerando o ajuste gerencial que considera a saída de caixa já do RioSul.

A entrada de lojistas qualificados e a consequente diminuição de área vaga impactou positivamente as vendas mesmas áreas (SAS) e vendas mesmas lojas (SSS), que no 4T24 atingiram, respectivamente, 11,1% e 9,5%. No ano, os indicadores chegaram a 9,7% e 7,5% de crescimento. Ainda, no último trimestre, o mais aquecido do ano, os segmentos de Joalherias e Serviços foram os destaques, crescendo 20,1% e 12,0% acima do 4T23. 

O patamar robusto de vendas que se manteve durante todo o ano e a qualificação contínua do mix possibilitou à Iguatemi continuar com o crescimento real na renovação de contratos de aluguel, com leasing spread positivo de 9,5% para os contratos renovados nesse período de janeiro a dezembro de 2024. Estes movimentos contribuíram para o crescimento de aluguéis mesmas lojas (SSR) e aluguéis mesmas áreas (SAR) a atingir 7,6% e 6,0% no 4T24, com crescimento real sobre a média do reajuste aplicado nos últimos 12 meses de 5,9 p.p. e 4,3p.p.  No ano, o SSR e o SAR atingiram 6,1% e 4,4%.

Reflexo da forte comercialização dos últimos trimestres, a taxa de ocupação chegou a 97,7% no 4T24, 1,8 p.p acima do 3T24, atingindo seu melhor desempenho desde 2010. No ano, a taxa de ocupação média foi de 95,7%, 2,5x p.p. acima de 2023 e superando a média do mercado de 95,3%, de acordo com dados da Abrasce.

A Iguatemi também registrou custo de ocupação de 10,5% no 4T24, 0,4 p.p. abaixo do 4T23. No ano, o indicador encerrou em 11,1%. O custo de ocupação saudável, levou a Iguatemi a encerrar 2024 com a menor inadimplência líquida de sua história, atingindo -1,1% no ano e -3% no 4T24. Esse resultado é decorrente do crescimento de vendas, que atrelado à queda no custo de ocupação, tem contribuído para uma base de lojistas cada vez mais saudável.

A receita bruta foi de R$ 430,0 milhões no 4T24, crescendo 12,5% versus 4T23 e R$ 1,5 bilhão no ano, representando um aumento de 7,0%. Excluindo o efeito da linearização, a receita líquida ajustada atingiu R$ 375,2 milhões no 4T24, crescendo 13,5% em relação a 4T23, e R$ 1,3 bilhão no ano, aumento de 7,7% vs. o ano passado. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 8,3% em relação ao 4T23, representando 74,9% da receita bruta de shoppings. Já no ano, a receita de aluguel teve crescimento de 4,1% sobre 2023.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 mantiveram o breakeven e apresentaram um aumento da Receita bruta de 32,6% na comparação com o 4T23, refletindo a inclusão da Loewe ao portfólio, além do crescimento orgânico de vendas das lojas existentes. No acumulado de 2024, a Receita Bruta apresentou um crescimento de 15,1% em relação à 2023, os custos e despesas reduziram em 9,1% devido ao reposicionamento estratégico do Iguatemi 365. Com isso, o EBITDA em 2024 somou R$ 11,6 milhões, com uma margem de 9,3%.

Destaques de 2024 

A Iguatemi seguiu focada na alocação eficiente de capital para fortalecer seu portfólio. Entre os destaques, adquiriu 16,6% do Shopping RioSul, um dos mais relevantes do país, assumindo sua administração em novembro.

Em sua estratégia digital e no relacionamento com clientes, a Iguatemi S.A alcançou marcos importantes. A quinta edição da Iguatemi Collections (outubro-novembro) registrou aumento de 20% nas vendas identificadas e 15% no gasto médio por cliente em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já a campanha de Natal, patrocinada pelo cartão XP Visa Infinite, elevou em 11% o número de participantes e 22% a venda identificada em relação ao 4T23.

Os eventos seguiram impulsionando a atratividade dos empreendimentos. Destaques incluem a exposição Chaves no Iguatemi Campinas e Esplanada, o evento Disney+ no Iguatemi São José do Rio Preto e Campinas, a 8ª edição do Iguatemi Talks Fashion e as paradas de Natal, que encantaram os clientes em toda a rede.

Ainda, como evento subsequente, em janeiro, a Iguatemi S.A aprovou o cancelamento de ações em tesouraria de 3,9 milhões de ações (Aproximadamente R$77 milhões pela cotação de ontem), além disso aprovamos um novo Programa de Recompra de Ações de R$ 140 milhões em 18 meses, além de aprovar um novo Programa de Recompra de Ações de R$ 140 milhões em 18 meses. A decisão substitui o programa anterior, de R$ 136 milhões.

A Companhia iniciou 2025 confiante e com boa expectativa para mais um ano de crescimento, tanto que em janeiro as vendas totais do portfólio alcançaram um aumento estimado de 18,1% vs.janeiro/24. “A solidez dos nossos resultados em 2024, mesmo em um contexto desafiador, evidencia nosso posicionamento assertivo no setor e o potencial dos nossos empreendimentos. Por essa razão, continuamos focados em fortalecer nossos shoppings, com um mix de lojas diferenciado e inovação para aumentar o fluxo qualificado de clientes e continuar aprimorando as experiências de consumo e lazer para os nossos clientes. Para isso, trazemos nosso guidance para 2025: queremos atingir um crescimento da receita líquida shoppings entre 7 – 11%, margem EBITDA – Shoppings entre 82 – 85%, margem EBITDA – Shoppings total entre 75 – 79% e CAPEX entre R$330 – 400 milhões”, finaliza Guido Oliveira.

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Copom aponta para aumento da Selic em 1 ponto em março

A taxa básica de juros da economia, a Selic, deve aumentar novamente em um ponto percentual (p.p), em março. É o que aponta a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira (4). Segundo o Copom, o cenário de inflação de curto prazo segue adverso, principalmente em razão do aumento nos preços dos alimentos. Mantido esse cenário, o comitê aponta que a inflação deve ficar acima da meta pelos próximos 6 meses.

“Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião”, informa o Copom.

Na semana passada, o comitê aumentou a Selic para 13,25% ao ano, por entender que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta. A ata destacou que os preços dos alimentos se elevaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da elevação de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.

Com relação aos bens industrializados, o movimento recente de aumento do dólar pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos meses.

Para os integrantes do comitê, esse aumento tende a se propagar para o médio prazo. “Essa decisão [de aumentar a Selic] é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, explica o comitê na ata.

Ainda segundo o Copom, a inflação de serviços segue acima do nível compatível com o cumprimento da meta, de acordo com as observações mais recentes. A ata destaca que, ao longo dos últimos trimestres, a atividade econômica manteve o dinamismo, em particular, no ritmo de crescimento do consumo das famílias.

Outro ponto destacado é que o mercado de trabalho também se mostrou aquecido, juntamente com o mercado de crédito. Esse quadro foge do cenário-base defendido pelo comitê para o recuo da inflação. Esse cenário envolve uma política econômica contracionista, com desaceleração da atividade econômica.

“Foi destacado, na análise de curto prazo, que, em se concretizando as projeções do cenário de referência, a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos 6 meses consecutivos. Desse modo, com a inflação de junho deste ano, configurar-se-ia descumprimento da meta sob a nova sistemática do regime de metas”, disse o Copom.

O regime de meta de inflação determina que o índice deve ficar em 3% no acumulado em 12 meses, com bandas de 1,5 p.p. para cima ou para baixo. Se ficar acima do limite da banda por mais de 6 meses seguidos, há o descumprimento da meta.

O BC voltou a apontar o dinamismo da economia com vigor nas concessões de crédito amplo, política fiscal expansionista e o fomento do pleno emprego como fatores que têm dado suporte ao consumo e à demanda agregada, pressionando a inflação.

O Copom adiantou que vai seguir observando esses fatores para o desempenho da “estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”.

“Como o mercado de trabalho segue aquecido, é difícil avaliar em que medida uma eventual desaceleração refletiria enfraquecimento da demanda ou pressões de oferta, portanto, com impactos diferentes sobre a inflação. O Comitê seguirá acompanhando a atividade econômica e reforça que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta”.

Em relação ao cenário externo, o Copom aponta ainda que o cenário também permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos. O cenário-base do comitê segue sendo de desaceleração gradual e ordenada da economia norte-americana.

Entretanto, o comitê chama a atenção para algumas incertezas na política econômica, tais como a introdução de tarifas à importação, adoção de possíveis estímulos fiscais, restrições na oferta de trabalho, e alterações importantes em preços relativos decorrentes de reorientações da matriz energética, “o que pode impactar negativamente as condições financeiras e os fluxos de capital para economias emergentes.”

“O comitê acompanhou com atenção os movimentos do câmbio, que tem reagido, notadamente, às notícias fiscais domésticas, às notícias da política econômica norte-americana e ao diferencial de juros. A consecução de determinadas políticas nos Estados Unidos pode pressionar os preços de ativos domésticos”, diz a ata. (Texto e fotos Agência Brasil)

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Dólar cai para R$ 5,67 no dia do anúncio da eleição de Trump

Num dia de bastante volatilidade no mercado financeiro, o dólar fechou abaixo de R$ 5,70 após iniciar a sessão se aproximando de R$ 5,90. A bolsa de valores começou o dia em forte queda, mas recuperou-se durante a sessão até fechar em leve baixa.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (6) vendido a R$ 5,674, com recuo de R$ 0,072 (-1,26%). A cotação chegou a R$ 5,85 pouco depois da abertura das negociações, minutos após a confirmação da vitória do ex-presidente Donald Trump nas eleições norte-americanas.

Durante a manhã, porém, desacelerou e inverteu o movimento por volta das 12h30, passando a cair. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a ser vendida a R$ 5,66.

A moeda norte-americana está no menor valor desde 24 de outubro. Apesar da queda, a divisa acumula alta de 4,16% desde o início de outubro e sobe 16,92% em 2024. O euro comercial também teve forte queda nesta quarta, caindo 3% e fechando a R$ 6,092.

A queda do dólar ocorreu num dia em que o sistema de buscas do Google informou errado o valor da moeda. No início do dia, a página mostrava o dólar comercial cotado a R$ 6, chegando a R$ 6,14 no fim da manhã. No início da tarde, o Google desativou o mecanismo que mostra a cotação do real.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 130.296 pontos, com queda de 0,29%. O indicador chegou a cair 1,4% por volta das 11h30, mas recuperou-se ao longo da tarde.

A eleição de Donald Trump para um segundo mandato à Casa Branca fez os investidores desmontarem apostas contra o real e outras moedas latino-americanas.

No cenário interno, o mercado continua na expectativa pelo anúncio do pacote de corte de gastos obrigatórios previsto para sair nos próximos dias. Nesta quinta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou de mais uma rodada de reuniões com ministros no Palácio do Planalto.

Os investidores também estiveram atentos à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que elevou a Taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano, nível esperado pelo mercado. A decisão foi divulgada após o fechamento do mercado financeiro. (Agência Brasil/Reuters)

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Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano

A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.

Em comunicado, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”.

Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos. “O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o comunicado.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,44%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado pela bandeira vermelha nas contas de luz e pelo preço dos alimentos, que subiu por causa da seca no início do semestre. O IPCA de outubro só será divulgado na sexta-feira (8).

Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses, cada vez mais próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o IPCA em 2024, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,59%, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,38%.

O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,6% em 2024 (acima do teto da meta), 3,9% em 2025 e 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.

O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de setembro, o Copom previa IPCA de 4,3% em 2024, de 3,7% em 2025 e de 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026.

Crédito mais caro

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 3,2% a projeção de crescimento para a economia em 2024. O número foi revisado após o expansão de 3,1% do PIB em 2024.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

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Vendas da Iguatemi seguem crescendo e atingem R$ 4,9 bi no terceiro trimestre

A Iguatemi S.A. [B3: IGTI11], administradora do Iguatemi Campinas e do Galleria Shopping, uma das maiores companhias full service no setor, com participação em 13 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, chega ao terceiro trimestre de 2024 com evolução nos principais indicadores da companhia. As Vendas Totais atingiram R$ 4,9 bilhões no período, aumentando 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Nosso portfólio manteve a evolução acelerada dos últimos trimestres, com as vendas registrando crescimento real de 5,9 pontos percentuais. Ao ajustarmos a comparação, considerando a venda do Iguatemi São Carlos (SAS), o crescimento foi de 10,3%. E seguimos performando acima do setor: em oito meses deste ano, as vendas totais foram 7,9 p.p acima do crescimento médio da indústria segundo dados da ABRASCE. Isso comprova a robustez da nossa marca e a excelência dos nossos ativos, estrategicamente posicionados em segmentos de renda mais resistentes às adversidades econômicas”, afirma Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A.

O efeito positivo da evolução da taxa de ocupação somado ao aprimoramento contínuo do mix, com operações cada vez mais diferenciadas, refletiram um crescimento maior das vendas mesmas áreas (SAS), chegando a 10,3%, acima do aumento das vendas mesmas lojas (SSS), que atingiram 8,9% no 3T24. Ambos resultados apresentam um crescimento real em relação ao IPCA no período de 5,9% e 4,5%, respectivamente.

Os resultados também contribuíram para continuar com o crescimento real na renovação de contratos de aluguel. Neste terceiro trimestre, o leasing spread de renovação foi de 9,8%, levando a um crescimento dos aluguéis mesmas lojas (SSR) do portfólio de 6,3% e aluguéis mesmas áreas (SAR) de 3,8%. Como o efeito de reajuste IGPM no trimestre foi de 0,6%, o crescimento real do SSR e SAR foi de 5,7% e 3,2%, respectivamente”, reforça Oliveira. Ainda, no trimestre, os níveis de descontos seguiram nos menores patamares dos últimos 10 anos.

A Iguatemi chegou ao 3T24 evoluindo ainda mais sua taxa de ocupação, atingindo 95,9% na média do período, o que representa um aumento de 2,5 p.p. em comparação com o 3T23. “Seguimos fechando as áreas vagas com qualidade, trazendo cada vez mais operações diferenciadas e exclusivas, com a assinatura de lojas inéditas como Le Labo, H&M, Comme de Garçons e Alo Yoga.”, explica o CFO.

O custo de ocupação médio foi de  11,0%, 0,9p.p abaixo do 3T23, nível mais baixo dos últimos 11 anos, o que reforça a saúde dos lojistas presentes no portfólio e permite ao grupo seguir com a reprecificação de aluguéis por meio de leasing spreads positivos. A inadimplência líquida foi negativa em 3,1%, redução de 2,7p.p. em relação ao 3T23.

Excluindo o efeito da linearização, Infracommerce e o resultado do SWAP das ações, o EBITDA ajustado consolidado atingiu 250,8 milhões no 3T24 – aumento de 1,2% versus 3T23, com margem EBITDA ajustado de 77,5%. O FFO ajustado foi de R$ 166,4 milhões, 14,6% acima do 3T23, com margem FFO ajustada de 51,4%.  Ainda, alavancagem da Iguatemi S.A. encerrou o trimestre em 1,67x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, 0,13x abaixo do 2T24.

A receita bruta foi de R$ 366,6 milhões no 3T24, crescendo 7,3% versus 3T23. A receita líquida ajustada atingiu R$ 323,8 milhões, aumento de 7,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 3,1% em relação ao 3T23, representando 76,5% da receita bruta de shoppings. A receita líquida ajustada atingiu R$ 323,8 milhões no 3T24, crescendo 7,3% versus 3T23.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 somaram uma receita bruta de R$ 41,8 milhões no trimestre, um aumento de 42,6% versus o 3T23. Esse crescimento se deve, principalmente, pelos bons resultados da Loewe, que inaugurou sua primeira loja na América Latina no Iguatemi São Paulo em maio, além de um melhor sortimento de produtos nas lojas.

Destaques do trimestre

A Iguatemi se consolidou como porta de entrada para grandes nomes internacionais, sempre focada em oferecer a melhor curadoria, e isso não foi diferente ao longo do terceiro trimestre de 2024. A Companhia assinou contratos com lojistas inéditos no Brasil, que irão qualificar ainda mais o mix dos empreendimentos. “Em setembro foram assinados os contratos com a varejista sueca de fast fashion H&M e a renomada grife japonesa Commes de Garçons para o Iguatemi São Paulo. Ambas operações estão previstas para inaugurarem no segundo semestre de 2025. Além disso, assinamos para 2025 no JK Iguatemi a primeira loja no Brasil da Alo Yoga, marca que se tornou referência na tendência de athleisure, refletindo um lifestyle mais saudável”, explica o executivo.

Ao longo do terceiro trimestre, a Iguatemi seguiu diligente com a alocação de capital eficiente para o contínuo aprimoramento de seu portfólio. Em 10 de setembro, foi concluído o desinvestimento total do Iguatemi São Carlos (com a saída da administração do empreendimento em 30 de novembro) e a venda de 18% do Iguatemi Alphaville, movimentos que impactaram positivamente o caixa da Companhia em R$ 111,5 milhões (54,4% do valor) e geraram um ganho de capital no EBITDA de R$ 119,5 milhões. Ainda, foi concluída a aquisição de 16,6% do RioSul Shopping Center, em 17 de setembro, com início da administração do empreendimento desde 1º de novembro. A compra foi feita através da aquisição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI’s) da vendedora por R$252 milhões, que representa 70% do investimento.

Como parte do processo de gerenciamento do seu passivo (liability management), no final de setembro a Companhia concluiu a 13ª emissão de debêntures no valor total de R$ 300 milhões com taxa de CDI+0,45% a.a., com o objetivo de alongar o prazo médio e reduzir o custo da dívida. A nova captação permitiu o pré-pagamento da 11ª emissão de R$264 milhões, que gerou um ganho real na operação de R$ 2,9 milhões, além de aumentar em 0,8 anos o prazo médio e reduzir em 0,1p.p. o custo da dívida da empresa.

Na mesma linha, o 3T24 também foi marcado pela realização de eventos e ações exclusivas, com iniciativas como Food Spot, Pátio Gourmet e Cine Open Air, proporcionando experiências diferenciadas para atrair o público. Como evento subsequente, vale destacar a 8ª edição do Iguatemi Talks Fashion em outubro, que durante dois dias reuniu um time de palestrantes renomados para falar sobre moda, design, sustentabilidade, diversidade, negócios, wellness, inovação e criatividade no JK Iguatemi.

Ainda, no início de outubro, foi feito o lançamento comercial da expansão do  Iguatemi Brasília, qe terá sua área bruta locável ampliada com a adição de 15,5 mil metros quadrados ao empreendimento, quase 50% a mais em ABL. A expansão abrirá espaço para a chegada de 90 novas lojas, cinco restaurantes, quatro cafés, um salão de cabeleireiro e Alameda Wellness e uma área exclusiva de eventos. O empreendimento é porta de entrada para grandes marcas nacionais e internacionais e se consolidou como o principal polo de consumo de moda, luxo, gastronomia, entretenimento e lazer da região centro-oeste

A companhia chega ao final de 2024 confiante e com boas expectativas para o último trimestre do ano, período tradicionalmente forte para negócio com importantes datas do calendário do varejo como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. “Fechamos os nove meses de 2024 em linha com nosso guidance de resultado, atingindo um crescimento de 5,7% na receita líquida de shoppings, com margem EBITDA de 81,3%. No consolidado, entregamos uma margem EBITDA total 74,9% e CAPEX de R$ 189,0 milhões. Seguiremos na busca pela otimização de nossos empreendimentos, com foco no aumento de rentabilidade e geração de caixa, por meio da contínua qualificação de nosso mix, preenchimento de áreas vagas e criação de uma experiência de consumo diferenciada”, finaliza Guido Oliveira.

 

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Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 140 milhões

Nenhum apostador aceitou as seis dezenas do concurso 2.793, que foram sorteadas na noite desta terça-feira (5) no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio da faixa principal acumulou e está estimado em R$ 140 milhões.Este foi o décimo sorteio consecutivo sem ganhadores do prêmio principal.

Os números sorteados hoje foram: 07 – 09 – 25 – 37 – 57 – 59.

A quina teve 222 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 36.233,07. Já a quadra registrou 14.183 ganhadores, com prêmio de R$ 810,19 para cada.

O concurso 2.794 será realizado na quinta-feira (7). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5. (Agência Brasil)

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BC alerta sobre golpistas que prometem resgate de recursos esquecidos

Toda e qualquer tentativa de facilitar a consulta ou saque do dinheiro esquecido em bancos ou instituições financeiras que não sejam de sites oficiais do Banco Central são golpe. O alerta foi feito pelo BC em seu site e nas redes sociais.

“O único site onde você pode consultar e saber como solicitar a devolução dos seus valores, da sua empresa ou de pessoas falecidas é o https://valoresareceber.bcb.gov.br”, informou a autoridade monetária.

O prazo para resgate de recursos venceu na quarta-feira (16). Portanto, quem perdeu o prazo pode acabar sendo iludido com alguma promessa de viabilização de resgate fora do prazo. Muitos golpistas, inclusive, pedem pagamento antecipado pelo serviço.

Segundo o BC, foram identificados, em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, diversos anúncios relativos ao dinheiro esquecido nas instituições financeiras, que direcionam as pessoas a sites que não são os oficiais do Banco Central.

“Qualquer outro site é falso! Não usamos nenhuma página como consulta brasil, brasil consulta, consulte aqui, receba seu dinheiro ou semelhantes”, ressalta a instituição ao enfatizar que todos os serviços que o Banco Central do Brasil oferece são gratuitos.

O BC acrescenta que não envia links nem entra em contato com as pessoas para tratar sobre valores a receber, nem para confirmar dados pessoais.

“Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar e ela nunca vai pedir sua senha. Não clique em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram”, complementa.

Dinheiro esquecido

Cerca de 42 milhões de pessoas físicas e 3,6 milhões de pessoas jurídicas possuem valores a receber esquecidos no sistema financeiro. Até agosto, cerca de R$ 8,6 bilhões não haviam sido sacados – R$ 6,62 bilhões por pessoas físicas a R$ 1,97 bilhão por empresas.

Os recursos não sacados terão como destino a conta única do Tesouro Nacional, para atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro pelo Congresso, para compor os R$ 55 bilhões que entrarão no caixa do governo para custear a extensão do benefício. (Agência Brasil)

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