crianças

Galleria convida famílias para uma tarde de contação de histórias

O Galleria Shopping preparou uma tarde especial para encantar crianças e famílias com mais uma edição de sua tradicional contação de histórias. No domingo, 26 de outubro, das 15h às 16h, o público poderá acompanhar a apresentação da história “Confissões do Bicho Papão”, no Palco Central, localizado no 1º piso do empreendimento. A participação é gratuita, mediante reserva de vaga pelo aplicativo Iguatemi One.

Durante a contação, os pequenos são convidados a mergulhar em um universo lúdico e cheio de imaginação, com personagens divertidos e narrativas que estimulam a criatividade e o gosto pela leitura.

Para João Timm, gerente de marketing do Galleria Shopping, a iniciativa reforça a vocação do empreendimento de oferecer experiências únicas para toda a família. “A contação de histórias tem um poder transformador. Ela aproxima pais e filhos, estimula o imaginário das crianças e cria memórias afetivas que ficam guardadas por toda a vida. Queremos proporcionar momentos leves e especiais aos nossos clientes”, afirma.

Serviço
Contação de histórias e oficinas infantis
Quando: domingo, 26 de outubro
Horário: das 15h às 16h
Local: Palco Central – 1º piso
Entrada gratuita, com reserva antecipada pelo app Iguatemi One.

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Mário Gatti realiza Campanha de Arrecadação de Brinquedos

A  Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar está realizando a Campanha de Arrecadação de Brinquedos para o Dia das Crianças. Podem ser doados todos os tipos de brinquedos novos ou em bom estado de conservação para serem entregues a crianças de 1 mês a 14 anos que estejam hospitalizadas no Complexo Hospitalar Prefeito Edivaldo Orsi (Ouro Verde) e Hospital Mário Gatti.

“Doar brinquedos é entregar alegria e esperança para crianças que estão em um momento delicado. A ação ajuda a aliviar o sofrimento, facilita a adaptação e apoia a recuperação da criança. É um gesto simples que pode encher um coraçãozinho de felicidade. Junte-se a nós nessa corrente do bem e faça parte dessa festa de amor”, convidou Lucimeire Martini, coordenadora do Setor de Humanização.

As doações devem ser feitas até o dia 10 de outubro no Setor de Humanização do Hospital Mário Gatti, que fica no andar térreo do prédio administrativo do Hospital Mário Gatti (Avenida Prefeito Faria Lima, 340, no Parque Itália), de segunda a sexta-feira das 8h às 16h.

Serviço
Campanha de Arrecadação de Brinquedos para o Dia das Crianças
Horário da arrecadação: 8h às 16h (segunda a sexta-feira)
Data: até 10 de outubro
Ponto de coleta: Setor de Humanização – prédio administrativo do Hospital
Mário Gatti (Avenida Prefeito Faria Lima, 340, no Parque Itália).
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3772-5880 ou pelo e-mail humanizacao@hmmg.sp.gov.br

 

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Férias no Iguatemi têm cinema, teatro e recreação para toda a família

O Iguatemi Campinas preparou uma programação especial para garantir a diversão das famílias durante as férias de julho. Entre estreias cinematográficas, espetáculos teatrais e atrações infantis, o shopping é uma excelente opção de lazer para todas as idades. Além disso, os visitantes podem aproveitar a variada gastronomia do empreendimento para tornar o passeio ainda mais completo.

No cinema, o público pode conferir os clássicos que as crianças amam. A programação conta com Jurassic World: Recomeço, Superman, Smurfs e Quarteto Fantástico: Primeiros Passos.

Outra grande atração é o teatro, localizado no terceiro piso do shopping. Com capacidade para 515 pessoas e estrutura moderna, o espaço recebe espetáculos infantis todos os dias durante o mês de julho, oferecendo uma programação variada para entreter os pequenos.

O Planeta Imaginário oferece um espaço lúdico com recreação diária e atividades temáticas das 15h às 17h, com lanche incluso às 16h30. Entre as propostas estão oficinas criativas, tardes temáticas com personagens, experiências sensoriais e momentos de pura diversão enquanto os responsáveis aproveitam o shopping com tranquilidade.

“Temos uma programação completa para tornar as férias ainda mais especiais. Além das atrações para toda a família, nossas operações gastronômicas também se prepararam para receber o público com diversas opções, tornando o passeio ainda mais completo” afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

Mais informações por meio do site: https://iguatemi.com.br/campinas; preços e horários devem ser consultados diretamente com os lojistas

Cinemark
03/07 – Jurassic World: Recomeço
10/07 – Superman
17/07 – Smurfs
24/07 – Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Teatro Iguatemi
01/07 – Os Três Porquinhos
02/07 – A Bela e a Fera
03/07 – Chapeuzinho Vermelho
04/07 – O Menino Maluquinho
05/07 – Clássicos Encantados
06/07 – Turma do Problema
07/07 – O Mágico de Oz
11/07 – Aladdin
12/07 – A Bela e a Fera – O Musical
13/07 – Kids Festival
14/07 – Sítio do Picapau Amarelo
15/07 – Branca de Neve
16/07 – Cinderela
17/07 – Rapunzel
18/07 – Pinóquio
19/07 – O Rei Leão
21/07 – A Pequena Sereia
22/07 – Alice no País das Maravilhas
23/07 – O Patinho Feio
25/07 – Um Baú de Barulhinhos
26/07 – Aventura Congelante
27/07 – 3 Palavrinhas

Planeta Imaginário
1ª Semana
30/06 – Pinte um super avião de papelão com tinta guache
01/07 – “Amigo estou aqui”
02/07 – Oficina “Personalize sua Capivara”
03/07 – Atividades Minecraft
04/07 – Uma tarde com Stitch
2ª Semana
07/07 – Tarde especial Disney
08/07 – Dia do aniversariante
09/07 – Decore o seu Donuts
10/07 – Tarde de autógrafos com Stitch
11/07 – Menos telas, mais diversão
3ª Semana
14/07 – Encontrinho Bobbie Goods
15/07 – Universo Aranha
16/07 – Slime Lab
17/07 – Acampamento festa do pijama
18/07 – Minions experience
4ª Semana
21/07 – Doce Dia
22/07 – Bluey e Bingo
23/07 – Festa à fantasia
24/07 – Ao infinito e além
25/07 – Baile Real

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Mortes por influenza na capital paulista crescem 127% este ano

Entre o início de janeiro e a última quarta-feira (11), as mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), causadas por Influenza, cresceram mais de 127% na cidade de São Paulo na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), no acumulado deste ano, foram registrados 1.754 casos de SRAG por Influenza na cidade de São Paulo, com 175 óbitos. No mesmo período de 2024, foram registrados 983 casos da síndrome respiratória por Influenza e 77 mortes.

Apesar disso, a vacinação na cidade continua com índices muito baixos. A meta é alcançar 90% de cobertura entre os grupos prioritários definidos para a campanha, tais como idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e gestantes, mas até ontem foram aplicadas 2.231.704 doses da vacina contra a gripe no município, o que corresponde a uma cobertura de apenas 40,73% para esse grupo, que corre mais risco de desenvolver complicações graves.

Para tentar aumentar essa cobertura vacinal, a Secretaria Municipal da Saúde ampliou o número de locais onde a vacina está sendo aplicada na capital paulista. Desde o início desta semana, pontos de vacinação foram montados em estações de trem, metrô e terminais de ônibus da cidade. Essa estratégia ocorrerá até o dia 27 de junho.

A vacina contra a gripe foi produzida pelo Instituto Butantan e contém as cepas do vírus Influenza A/Victoria (H1N1), A/Croácia (H3N2) e B/Áustria (linhagem Victoria), que são as mais incidentes no Hemisfério Sul neste ano. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe é segura e capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos.

Gripe

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírusInfluenza, com grande potencial de transmissão. Os principais sintomas são febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça. Alguns casos podem evoluir com complicações, especialmente em indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de 2 anos. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a gripe e suas complicações. (Agência Brasil)

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CoComelon desembarca no Iguatemi com arena interativa gratuita

O universo lúdico e educativo de CoComelon, sucesso entre as crianças, chega ao Iguatemi Campinas a partir do dia 5 de junho, com uma atração gratuita e repleta de atividades interativas. A arena infantil ficará instalada na Praça de Eventos do 3º piso até o dia 6 de julho, proporcionando uma experiência inesquecível para os pequenos e suas famílias.

Composta por cinco ambientes temáticos, a arena foi pensada para estimular a criatividade, a coordenação motora, o raciocínio lógico e a interação entre as crianças. As atividades incluem um Espaço de Arte, com quadro branco e oficina de desenho, a tradicional Amarelinha, um divertido Monta-Monta, a Cabana Musical, onde os pequenos podem explorar sons e “tocar” suas músicas favoritas, além do Quebra-Cabeça Giratório e da Fazenda Interativa, com desafios e surpresas para explorar.

“Estamos sempre em busca de experiências únicas para os nossos clientes e a Arena CoComelon chega com este objetivo. O evento vai encantar os pequenos em um espaço lúdico, inspirado em um dos desenhos mais queridos da atualidade”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

A entrada é gratuita e os ingressos devem ser resgatados previamente pelo aplicativo Iguatemi One. Cada sessão tem duração de até 25 minutos e capacidade máxima para 20 crianças por vez.

Serviço
Arena Interativa CoComelon
Período: de 5 de junho a 6 de julho
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, domingos e feriados, das 12h às 20h; aos sábados, das 10h às 22h
Local: Praça de Eventos do 3º piso – Iguatemi Campinas
Ingressos: Gratuitos, mediante resgate no aplicativo Iguatemi One
Duração das sessões: até 25 minutos
Capacidade: 20 crianças por sessão

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Campeonato de Futebol de Base terá a participação de 1.320 crianças

Começa no dia 26 de abril o 15º Campeonato Municipal de Futebol de Base de Campinas de 2025 com a participação de vinte agremiações. O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Cada uma das vinte entidades inscritas participará com três times nas categorias sub 11, sub 13 e sub 15. As 60 equipes, com crianças entre 9 a 15 anos, podem ter formação com meninos e meninas.

A cerimônia de abertura do campeonato está prevista para o dia 12 de abril, na Arena Raphael di Santo.

Grupo A
1 Clube Recreativo Bonfim
2 Associação Atlética Ponte Preta Paineiras
3 Projeto Social Vida Nova
4 Associação Esportiva Itajaí
5 Revela Soccer Brazil

Grupo B
1 Clube Recreativo Flamengo
2 Associação Atlética Ponte Preta Nova Europa
3 Eurobarcelona Jardim Aurélia
4 Sociedade Hípica de Campinas
5 Projeto Bugrinho Aurélia

Grupo C
1 Associação dos Servidores Públicos Municipais de Campinas
2 Associação Atlética Ponte Preta Ruy Rodrigues
3 Cecojam
4 Ronald Academy Campinas
5 Projeto Viver Tancredão

Grupo D
1 Projeto Bugrinho Ouro Verde
2 Associação Atlética Ponte Preta Amoreiras
3 Pulo Futebol
4 CR Soccer Academy
5 Centro de Treinamento Boleiragem

 

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Crianças e adultos também têm diversão garantida neste Carnaval

O Carnaval não é só para os adultos. Em Campinas, vários blocos planejam a folia para toda a família, inclusive, as crianças. Neste ano, a cidade terá 39 desfiles e apresentações de blocos espalhados por diversas regiões, e entre eles, algumas opções oferecem um ambiente seguro e acolhedor para os pequenos.

Destaque para o Bloco do Mamaço e o Bloco Infantil do Circo Além da Lona, que estarão na folia no domingo, 2 de março, proporcionando um Carnaval lúdico, divertido e cheio de encanto para a criançada.

Bloco do Mamaço: para mães e crianças

O Bloco do Mamaço nasceu com a proposta de ser um espaço seguro para mães e crianças curtirem a folia juntas. Será no dia 2 de março, na Estação Ambiental de Joaquim Egídio, e é uma iniciativa da Rede Amamenta Campinas, que luta pelos direitos das mães e do aleitamento materno.

“Criamos esse bloco como alternativa para as mães que querem aproveitar o Carnaval, mas buscam um ambiente acolhedor e seguro. Aqui, toda a família é bem-vinda, com músicas e uma energia pensadas para as crianças, desde bebês até os maiores”, explica a organizadora Virgínia Pragana.

Bloco Infantil do Circo Além da Lona 

Outra opção especial para os pequenos é o Bloco Infantil do Circo Além da Lona, que também será no domingo, 2 de março, na Pedreira do Chapadão, das 16h às 18h.

“Nosso bloco é uma grande festa para as crianças, misturando circo, teatro e música. Para celebrar nossos 21 anos de trajetória, criamos o Carnabrincante, um bloco cheio de alegria e embalado por músicas circenses e composições próprias. Quem comanda a folia é a banda Baú Revirado, com os músicos Paulo Lobo, Bill Rodrigues, Luciana Ruiz, Izilda Marcon e Christian Mathias”, conta o organizador Christian David da Silva.


Mais opções para as crianças

Além dos blocos infantis, algumas festas de rua criam um ambiente seguro e divertido para toda a família, como o Bloco das Caixeirosas, que sairá às ruas em Barão Geraldo, no sábado, 1º de março, a partir das 16h, ou o Bloco do Matuá, no mesmo dia e em Barão Geraldo, a partir das 15h.

Já no dia 2, domingo, terá o Bloco do Ribeirão, a partir das 10h, e o Bloco do Circo, que será na segunda-feira, 3 de março, também em Barão Geraldo, a partir das 11h. Para conhecer outros blocos acesse:
https://www.campinas.sp.gov.br/noticias/119251/carnaval-de-campinas-tera-39-blocos-e-desfiles-confira-a-programacao

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Transporte escolar clandestino ameaça a segurança dos estudantes

Com o início do ano letivo, milhares de crianças e adolescentes voltam a depender do transporte escolar em todo o Brasil. No entanto, a falta de fiscalização e a contratação de serviços irregulares expõem os estudantes a sérios riscos. Acidentes recentes envolvendo veículos escolares clandestinos reforçam a necessidade de maior atenção por parte dos pais, prefeituras e órgãos reguladores.

A Fenive – Federação Nacional da Inspeção Veicular alerta que, além do cumprimento das exigências do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, é essencial que os veículos sigam as normas técnicas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, como a NBR 14040 e a NBR 17075, que estabelecem padrões rigorosos de inspeção veicular para o transporte escolar.

Casos recentes reforçam a importância da atenção a essas normas. Em 2024, um ônibus escolar caiu em uma ribanceira em União dos Palmares (AL), causando 18 mortes e 28 feridos. Em Carapicuíba (SP), uma van escolar colidiu contra um poste, deixando 19 estudantes feridos. Já em Campo Magro (PR), cinco crianças caíram de um ônibus escolar em movimento após a alavanca de emergência ser acionada. Em Santa Luzia (MG), um escolar perdeu o freio e tombou ao lado da pista, ferindo diversas pessoas. Situações como essas poderiam ser evitadas com fiscalização rigorosa e o cumprimento das regras de segurança.

Regulamentação

Embora não haja uma regulamentação federal específica para a inspeção de veículos escolares, alguns estados adotaram normas próprias para reforçar a segurança. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o Detran/MS exige inspeção semestral detalhada e fiscalização rigorosa dos veículos.

Em Santa Catarina, apenas entidades certificadas na norma ABNT NBR ISO 17020 podem realizar inspeções, garantindo um alto padrão de avaliação. Em Minas Gerais, o Detran/MG estabelece critérios específicos para autorização e fiscalização de veículos escolares, apesar dos grandes desafios para garantir implantação das regras no Estado. Estados como o Espírito Santo, São Paulo e o Paraná seguem regulamentações estaduais e municipais rigorosas, com inspeções semestrais obrigatórias, cursos especializados para condutores e a exigência de identificação adequada dos veículos escolares.

Desafios 

O diretor executivo da Fenive, Daniel Bassoli, reforça que os pais devem exigir comprovação da regularidade do transporte escolar, evitando serviços clandestinos. Prefeituras também têm papel fundamental ao contratar frotas regulamentadas e realizar fiscalizações rigorosas. “Nos casos de acidentes, a responsabilidade sobre qualquer irregularidade pode recair sobre os gestores municipais. Fiscalizar a frota e impedir serviços clandestinos é essencial”, alerta.

Bassoli também destaca que os serviços clandestinos são um dos principais responsáveis por acidentes envolvendo estudantes no Brasil. “Muitos desses sinistros acabam registrados como acidentes comuns de trânsito, sem uma estatística confiável sobre o impacto real do transporte irregular”, acrescenta.

Segurança 

A Fenive recomenda que os pais observem os seguintes pontos ao contratar um serviço de transporte escolar:

  • Verifique os dados do motorista: O condutor deve ter mais de 21 anos, CNH na categoria D e curso de Formação de Condutor de Transporte Escolar, além de estar regularizado no Detran.
  • Exija a autorização do Detran: Veículos devem ter permissão oficial e essa documentação deve estar afixada em local visível no interior do carro.
  • Certifique-se de que o veículo passou por inspeção: A regularização estadual e municipal deve estar em dia, de acordo com as normas ABNT NBR 14040 e NBR 17075.
  • Acompanhe o serviço diariamente: Esteja atento ao comportamento da criança, faça perguntas e fique de olho em sinais de negligência ou problemas mecânicos.

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Volta às aulas sem celular: saiba como vai funcionar a nova lei

O ano letivo começa com a restrição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas do país. A determinação é da Lei Federal 15.100, sancionada no início de janeiro deste ano, e que procura limitar o uso de dispositivos eletrônicos portáteis nas escolas públicas e privadas, tanto nas salas de aula quanto no recreio e intervalos, mas permite o uso pedagógico, ou seja, quando autorizado pelos professores.

A nova medida tem como meta proteger as crianças e adolescentes dos impactos negativos das telas na saúde mental, física e psíquica, segundo o Ministério da Educação (MEC) e já foi adotada em outros países, como França, Espanha e Dinamarca. Porém, por ser uma novidade no Brasil, a nova lei tem gerado dúvidas na comunidade escolar. Para tentar esclarecer, a reportagem preparou uma série de perguntas e respostas sobre o que a nova lei libera ou proíbe, com base em informações do MEC, do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio) e do Instituto Alana.

Quando começa a valer a restrição dos celular nas escolas?

Já está em vigor a Lei Federal 15.100, que proibiu o uso de celulares durante as aulas, recreios ou intervalos no ensino básico (infantil, fundamental e médio). A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 13 de janeiro de 2025. Para que a lei seja aplicada corretamente, o MEC prepara uma regulamentação que deve ser divulgada até o fim de fevereiro. Até lá, cabe às instituições de ensino definirem as próprias estratégias de implementação. Para isso, o ministério divulgou manuais para escolas e redes de ensino, citando casos onde a proibição já está em vigor e dados para embasar a medida.

Quais as razões para proibir o celular?

Segundo o Ministério da Educação, a medida foi tomada diante das fartas evidências sobre o impacto negativo dos dispositivos no aprendizado, na concentração e na saúde mental dos jovens. O objetivo é permitir que os alunos participem das atividades e interajam. Estudos avaliados pelo MEC apontam que o uso excessivo de telas prejudica o desempenho acadêmico, reduz a interação social e aumenta as chances de depressão e ansiedade entre os jovens.

Dados do Programa de Avaliação de Estudantes (Pisa), uma avaliação internacional, concluiu que oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos assumiram ter se distraído com o celular nas aulas de matemática.

“Sabemos que o mundo digital é importante e o quanto a educação digital é também uma dimensão fundamental”, disse, em nota, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. “Queremos otimizar o uso [dos dispositivos] e potencializar os benefícios, mas mitigando os efeitos nocivos”, completou.

A escola vai liberar tablets, no lugar dos celulares?

Não. A nova lei restringe também o uso aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, como tablets, relógios inteligentes conectados à internet ou não nas escolas.

Como devem ser guardados os aparelhos nas escolas?

As escolas têm autonomia para definir como vai funcionar a nova lei em cada instituição e as escolas devem definir as regras junto com pais, professores e alunos. Algumas escolas do Rio de Janeiro e de São Paulo já orientam estudantes a manter os aparelhos desligados nas mochilas, mas pode haver a opção de colocar em armários individuais ou caixas coletivas.

Qual a punição para quem ligar o celular fora de hora?

O MEC explicou que cada escola deve determinar como fazer valer a lei em sala de aula em parceria com a comunidade escolar e como fiscalizar. Essa orientação também está no guia disponível na página da internet do Ministério.

Haverá multa às escolas que não cumprirem a lei?

A fiscalização do cumprimento da nova lei é uma atribuição das secretarias municipais e estaduais de educação, mas a lei não determina multas.

Quando o celular pode ser usado?

A lei permite o uso pedagógico da ferramenta. Em determinadas situações, o celular pode enriquecer as práticas de ensino, especialmente em contextos de desigualdade, onde há necessidade de desenvolver educação digital e midiática. Em muitas escolas, o celular é uma ferramenta pedagógica e o material didático é eletrônico.

Como os alunos poderão se comunicar com as famílias?

Para questões de acessibilidade, inclusão, de saúde ou emergências, o celular não foi proibido. Aqueles que precisam se comunicar com os pais para organizar a rotina familiar devem fazê-lo sob orientação e conhecimento da escola.

Qual o papel dos pais?

Nas orientações às escolas, o MEC reforça a atribuição dos pais, de modo que sejam informados sobre as regras e reforcem as medidas em casa, esclarecendo também sobre os impactos negativos do uso das telas.

“Estamos fazendo uma ação na escola, mas é importante conscientizar os pais para limitar e controlar o uso desses aparelhos fora de sala de aula, fora da escola”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.

O material do ministério destaca ainda como efeitos negativos do uso inadequado das telas atrasos no desenvolvimento e na linguagem, miopia, problemas no sono e sobrepeso, citando pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Quais os benefícios esperados com a medida?

Segundo o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, a medida favorece a socialização dos jovens. “A socialização deles está sendo feita através de celular, mais de pessoa com pessoa. Então, é importante o uso do celular ser mais controlado dentro das escolas”, disse ele, cobrando também mais esclarecimentos por parte das redes públicas de ensino sobre como as novas medidas serão aplicadas.

Há recomendações para as crianças pequenas?

Na infância, há uma preocupação extra, depois do anúncio de afrouxamento da moderação de conteúdos por plataformas. O pesquisador Pedro Hartung, diretor de Políticas e Direitos das Crianças do Instituto Alana disse que os menores estão mais suscetíveis agora a crimes no ambiente digital.

“Estamos falando, por exemplo, de um crescimento de imagens advindas de violência contra a criança, que podem ser utilizadas, inclusive, para ameaçá-las”, destacou. “Um crescimento, por exemplo, de cyberbullying, e da exposição não autorizada da imagem e informações pessoais, ou a conteúdos que ou representam ou são mesmo tratamento cruel e degradante, discurso de ódio, incitação e apologia a crimes”.

Para creche e pré-escola, o MEC recomenda atividades desplugadas, priorizando experiências que estimulem a criatividade, a interação e o desenvolvimento motor das crianças. Nos ensinos fundamental e médio, a recomendação é sempre priorizar, quando possível, o uso de dispositivos digitais da própria escola. (Texto e fotos Agência Brasil)

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Uma a cada três crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa

Aos 12 anos, a menina não tira os olhos das interações que chegam pela janelinha que carrega nas mãos. Para ficar feliz, basta o telefone celular vibrar com alguma interação ou novo seguidor. É por isso que a garota, que mora em São Paulo (SP), mesmo tão jovem, deixou o perfil aberto em redes como Instagram e Snapchat.

Isso quer dizer que não é necessária autorização para que qualquer pessoa possa visualizar as postagens dela. Esse comportamento da menina, que é à revelia da família, deixa a mãe, a publicitária Suzana Oliveira, de 41, muito preocupada.

Um levantamento da empresa Unico, especializada em identidade digital, e do Instituto de Pesquisas Locomotiva, divulgada nesta terça (28), Dia Internacional da Proteção de Dados, mostra que o caso dessa menina está longe de ser uma raridade.  Segundo a pesquisa, pelo menos uma a cada três contas atribuídas a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos de idade em redes sociais no Brasil têm perfil “totalmente aberto”.

A pesquisa divulgada pelas entidades foi realizada com a participação de 2.006 responsáveis por crianças e adolescentes em todo o Brasil. O levantamento ocorreu entre os dias 9 e 24 de outubro de 2024, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

“Sem controle”

Entre outros dados que deixam as famílias em alerta é que quase metade (47%) desse público não controla os seguidores nas redes sociais (jovens que adicionam qualquer pessoa à conta e interagem com desconhecidos). Isso tem tirado o sono de Suzana, a mãe da criança paulistana.

Ela diz que tem monitorado, via aplicativo, as ações da filha e que restringe o tempo na frente da tela pequena. Só que a pressão tem sido motivo de longos embates e estresse dentro de casa.

“O hábito no celular gerou crises de ansiedade, choro e mau humor. Minha filha pratica atividades esportivas com regularidade, mas, mesmo assim, as redes sociais têm provocado danos à saúde dela”, conta a mãe.

Para a diretora de proteção de dados da Unico, Diana Troper, o percentual de crianças com perfil aberto é assustador: “essas informações que estão publicamente acessíveis ou com facilidade de acesso são de pessoas mais vulneráveis e utilizadas para cometimento de novos crimes e fraudes”, afirma a especialista.

O levantamento revela, por exemplo, que 89% dos pais e mães acreditam estar preparados para garantir a privacidade de dados, mas 73% desconhecem ações que podem provocar vazamentos. O cenário, conforme contextualiza a pesquisa, é que 75% das crianças e adolescentes brasileiros têm um perfil próprio em alguma rede social.

Ainda sobre o comportamento, 61% dos filhos das pessoas que responderam a pesquisa têm práticas de exposição, como compartilhar fotos pessoais e de familiares, marcar localizações e identificar membros da família nas plataformas.

Essa exposição inclui postar fotos em ambientes que frequentam (40% dos pesquisados) e até usando uniforme ou marcando a escola que frequentam (33%).

Diana Troper adverte que, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as informações disponibilizadas em perfis abertos ao público não deveriam ser coletadas sem que sejam observadas as devidas bases legais, o que incluiria a necessidade do consentimento dos usuários.

“Sabemos que fotos e informações como locais frequentados compartilhados nas redes podem criar um mapa de vulnerabilidades, que pode ser explorado por fraudadores e pessoas mal intencionadas”, afirma.

A maioria dos pais e responsáveis por menores de idade (86%), de acordo com as respostas, concordam que devem educar os filhos sobre a proteção de dados para evitar problemas futuros. Mas 73% deles desconhecem os riscos de ações que podem ocasionar vazamento de dados.

Entenda os riscos

Os riscos, segundo os organizadores da pesquisa, incluem abrir links ou anexos de e-mails sem confirmar a procedência, utilizar computadores públicos ou compartilhados, usar redes públicas de wi-fi, repetir as mesmas senhas em várias contas, baixar e instalar aplicativos de origem duvidosa no celular e utilizar as informações dos cartões de crédito físicos em sites e aplicativos (ao invés de gerar cartões virtuais temporários).

“A conscientização e a educação digital são os pilares para proteger as futuras gerações no ambiente online“, diz Diana Troper. Por isso, ela recomenda que as contas tenham perfis fechados para evitar exposições que podem ser perigosas. (Agência Brasil)

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