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GWM sai na frente mais uma vez e lança Haval H6 híbrido flex

Poucas marcas chinesas têm se integrado tanto ao mercado brasileiro como a GWM. Depois do Tank 300 híbrido flex, a marca lançou na última terça-feira (09) o Haval H6 com motorização flex. O SUV eletrificado mais vendido do país, foi desenvolvido para o mercado nacional por engenheiros brasileiros e com calibração inédita.

Mais potência

Para receber a nova motorização flex, o conjunto mecânico do H6 passou por uma evolução técnica. O projeto do motor 1,5 litro turbo, segundo a marca, incorporou novas bombas de combustível de baixa e alta pressão compatíveis com etanol hidratado, bicos injetores com geometria específica para as características de atomização do combustível, além de velas de ignição desenvolvidas para as condições de combustão do etanol.

Os componentes internos do motor também foram revisados. Sedes de válvulas, juntas, vedações e demais peças em contato com o combustível receberam materiais compatíveis com o uso prolongado de etanol. Tratamentos especiais de superfície foram aplicados em componentes internos para garantir durabilidade mesmo com utilização de E100.

Outro diferencial é a adoção de um sensor de etanol integrado ao sistema de gerenciamento eletrônico. Com auxílio de algoritmos desenvolvidos pela GWM, o veículo identifica em tempo real qualquer proporção de mistura entre gasolina e etanol e recalibra automaticamente a estratégia de funcionamento do motor, de forma imperceptível para o motorista.

Outra novidade é a nova linha de transmissões DHT (Dedicated Hybrid Transmission), cujo diferencial é ter sida projetada para trabalhar totalmente integrada ao motor a combustão. As versões HEV ONE, HEV2 e PHEV19 contam agora com uma nova DHT de duas marchas, que entrega mais desempenho e eficiência energética do que o modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT receberam uma nova DHT de quatro marchas (duas a mais que na anterior), a mesma que equipa o SUV híbrido Wey 07.

Família ampliada

A linha 2027 será composta pelas versões HEV ONE, HEV2, PHEV19, PHEV35 e GT. O retorno do HEV ONE acontece agora em sua configuração definitiva. As versões HEV ONE e HEV2 passam a utilizar uma nova bateria de 1,53 kWh, mais leve, eficiente e em nova posição, o que contribuiu para elevar a potência combinada para 248 cavalos (tanto no uso com etanol quanto com gasolina), um ganho de 5 cavalos em relação à linha anterior.

Ainda segundo a fabricante, as versões HEV ONE e HEV2 agora aceleram de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, ante 7,9 segundos da linha anterior. Já a PHEV19 reduziu o tempo de 7,6 segundos para 7,4 segundos, enquanto a PHEV35 cumpre a aceleração em 4,8 segundos (4,9 segundos anteriormente). Por fim, a GT atinge a marca em apenas 4,7 segundos (antes 4,8 segundos).

A nova geração também ganhou em autonomia elétrica. A versão PHEV19 passa a oferecer até 77 km de autonomia no padrão PBEV, do Inmetro, contra 73 km do modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT alcançam 126 km pelo PBEV (antes 119 km) e até 180 km (170 km anteriormente) pelo ciclo WLTP.

Além da nova autonomia elétrica, os modelos melhoraram em termos de consumo de combustível. As versões HEV ONE e HEV2 registram agora 15,8 km/l em uso urbano com gasolina, contra 14,7 km/l da versão anterior. O PHEV19 passa a entregar 37,7 km/l na gasolina (35,0 km/l anteriormente), enquanto o PHEV35 alcança 30,7 km/l (29,3 km/l antes) em ciclo urbano.

Preços
GWM Haval H6 2027
HEV ONE: R$ 199.900,00
HEV2: R$ 225.000,00
PHEV19: R$ 250.000,00
PHEV35: R$ 290.000,00
GT: R$ 326.000,00

 

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Omoda & Jaecco vão comprar planta fabril no Brasil

Mais uma marca chinesa vai se instalar no Brasil e produzir veículos. A marca Omoda & Jaecco (mais duas marcas do Grupo Chery), que iniciou suas atividades no meio do ano passado, pretende comprar a planta fabril da Land Rover.

Inaugurada em Itatiaia – RJ há 10 anos, a fábrica será totalmente renovada. Com capacidade para “produzir” até 24 mil veículos por ano, em 2025, montou menos de mil unidades dos modelos Discovery Sport e Range Rover Evoque.

 

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GWM inova e apresenta o primeiro híbrido plug-in flex fuel

Durante o Salão de Pequim 2026, na China, a GWM apresentou o primeiro modelo híbrido plug-in flex fuel do planeta. Desenvolvido pela engenharia brasileira em Iracemapolis – SP, o Tank 300 PHEV Flex, inaugura uma nova etapa da eletrificação automotiva ao combinar, de forma inédita, um powertrain híbrido plug-in com a capacidade de utilização de etanol e gasolina.
O modelo já está á venda no mercado nacional, como linha 2027, por R$ 342 mil.

Avançado

O GWM Tank 300 PHEV Flex une um conjunto híbrido plug-in de última geração, composto por um motor 2,0 litros, turbo, a combustão associado a um motor elétrico conectado ao câmbio de nove marchas, que entregam 394 cavalos de potência combinada e 750 Nm de torque combinado. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 6,8 segundos, segundo a marca. energia consumida.

Já o consumo, também dados fornecidos pela fabricante, o “jipão” faz até 18,3 km/l na cidade e 18,8 km/l na estrada com gasolina e e até 13,1 km/l e 14,1 km/l com etanol nas mesmas condições.

No modo elétrico, a autonomia é de até 74 quilomtros no modo elétrico pelo padrão Inmetro. Em recarga rápida DC, o modelo aceita até 50 kW, permitindo carregar de 30% a 80% em aproximadamente 24 minutos, enquanto em corrente alternada a potência máxima é de 6,6 kW.

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Leapmotor B10 é o segundo modelo da marca á venda no Brasil

Já está chegando às concessionárias o segundo modelo da chinesa Leapmotor, que tem como parceira a Stellantis. O novo SUV junta-se ao C10 e é a opção de entrada da marca. Como o irmão maior, o B10 apresenta um design elegante e fluido. Internamente, oferece muito conforto e espaço.

O B10 é equipado com um motor elétrico síncrono de ímãs permanentes, posicionado no eixo traseiro, entregando 218 cavalos de potência e 240 Nm (24,5 kgfm) de torque.

 

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Importado pela Stellantis, Leapmotor tem boa autonomia e excelente preço

Cada dia é mais frequente ver rodando em nossas ruas modelos chineses elétricos ou híbridos. As marcas chinesas brotam. Há os modelos 100% elétricos, que precisam ser conectados a um carregador para alimentar as baterias; há os híbridos, que andam tanto com o motor à combustão quanto com o elétrico; ou com os dois juntos. E há a novidade do mercado: o Leapmotor C10 REEV – range extended electric vehicle.

O que quer dizer essa sigla? Apesar de ser híbrido, quem “manda” força para as rodas é o motor elétrico. O motor 1,5 litro à combustão serve apenas para alimentar as baterias e não tem “contato” com as rodas motrizes. Ou seja, tendo gasolina no tanque, o motorista do Leapmotor nunca ficará parado. Para ajudar e economizar ainda mais, o SUV pode ter as baterias carregadas na tomada. Nos modelos 100% elétricos, quando acaba a bateria, o motorista só tem uma alternativa: chamar um guincho.

Marca presença

Com um design limpo e elegante, o Leapmotor tem mais algumas diferenças dos demais modelos chineses: é discreto. O interior é muito espaçoso e luxuoso, com um acabamento impecável. Em termos de equipamentos, o C10 tem tudo o que se espera de um modelo de luxo: sete airbags, ar-condicionado automático de duas zonas, saídas de ar comandadas pela tela, teto panorâmico, sistema de som de 840 W com 12 alto-falantes, iluminação completa por LEDs, multimídia com tela de 14,6″, atualizações remotas, controle de cruzeiro adaptativo atuante também em congestionamentos, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e bancos de couro com aquecimento, ventilação e memória.

O porta-malas tem capacidade para 435 litros. Para deixar o modelo ainda mais harmonioso, as rodas de 20 polegadas são pintadas num bonito grafite fosco.

O interior não tem botões, pois tudo é resolvido na grande tela central. É legal? Sim. Mas pouco prático. Uma simples regulagem dos espelhos retrovisores ou das saídas do ar-condicionado, que poderia ser feita num botãozinho em alguns segundos, demanda uma complexa operação de toques em vários ícones na tela. Mas são sinais da modernidade, que devem ser cada vez mais frequentes nos futuros veículos.

Atração motriz

Como já falamos acima, a maior novidade é o sistema de propulsão do Leapmotor C10. O SUV vem equipado com um motor elétrico instalado na traseira que desenvolve 215 cavalos de potência e 32,6 kgfm de torque. Não esqueça: a força vem só do elétrico, por isso não há a soma dos dois motores (elétrico e à combustão).

Mesmo com sua autonomia declarada de 141 quilômetros usando somente as baterias, sem entrar em ação o motor à combustão para carregá-las, em nossa avaliação, chegamos a mais de 150 quilômetros. Depende da forma de condução. Ou seja, é muito bom. Agora, usando as baterias e o tanque de combustível de 50 litros, a autonomia pode passar dos 950 quilômetros. São realmente números muito interessantes. Em nossa avaliação, o SUV fez médias de 12,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada.

Muito agradável de dirigir, tanto no uso urbano como nas rodovias, o C10 tem mais uma boa surpresa. Enquanto a grande maioria dos modelos chineses dá prioridade ao conforto, as suspensões do Leapmotor são muito bem equilibradas. Não são macias demais, nem duras a ponto de o carro ficar pulando e dando tranco nas costas do motorista. O equilíbrio obtido pela engenharia da marca é surpreendente, o que beneficia, além do conforto e prazer ao dirigir, uma melhor dirigibilidade e estabilidade.

O desempenho não é nada de impressionante, mas atende às necessidades de quem o vai usar no dia a dia. A velocidade máxima é de 170 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora leva 8,6 segundos.

Preço R$ 219.990,00

 

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Amado Batista e BYD são incluídos em lista de trabalho escravo do MTE

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou nesta terça-feira (7) uma lista de 169 novos empregadores, incluídos no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão.A lista é divulgada semestralmente pelo ministério nos meses de abril e outubro, com a finalidade de dar visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo. Atualmente, a lista subiu para 613 nomes. Isso representa um aumento de 6,28% em relação a atualização anterior.

Entre os nomes incluídos está a montadora chinesa BYD, instalada no complexo fabril em Camaçari, na Bahia, no antigo complexo industrial da Ford. A primeira fábrica de automóveis da marca chinesa no Brasil, com foco na produção de veículos elétricos e híbridos com investimento de R$ 5,5 bilhões foi inaugurada em outubro de 2025.

Autuação

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Fiscalização do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRTE/BA), realizou, entre dezembro de 2024 e maio de 2025, uma série de diligências fiscais na cidade de Camaçari (BA). As ações incluíram inspeções na obra e nos alojamentos de trabalhadores migrantes envolvidos na construção de uma unidade industrial.

Em uma dessas ações, em 19 de dezembro de 2024, foram identificados 471 trabalhadores chineses trazidos de forma irregular ao Brasil, dos quais 163 foram resgatados em condições análogas à escravidão. Nos meses seguintes, a Auditoria Fiscal prosseguiu com a coleta de depoimentos, análise de documentos apresentados pelas empresas envolvidas e outras medidas investigativas.

De acordo com a equipe de inspeção, a investigação concluiu que a montadora chinesa teve responsabilidade direta pela vinda irregular dos 471 trabalhadores chineses ao Brasil, incluindo os 163 resgatados em condições análogas à de escravidão, para atuar nas obras de construção de sua unidade industrial.

Embora a BYD tenha apresentado contratos de prestação de serviços com outras empresas, os auditores-fiscais constataram que, na prática, os trabalhadores estavam subordinados diretamente à montadora. Ficou caracterizada a existência de relação de emprego, conforme os critérios do artigo 3º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Os auditores-fiscais também identificaram indícios de fraude às autoridades migratórias brasileiras, promovida pela própria montadora, com o objetivo de viabilizar a entrada dos trabalhadores estrangeiros no país sem o devido registro e em desacordo com a legislação vigente.

Outro auto de infração de grande relevância lavrado durante a fiscalização trata da manutenção de trabalhadores em condições incompatíveis com as normas de proteção ao trabalho, abrangendo situações de trabalho forçado e de redução à condição análoga à escravidão.

Segundo a equipe de fiscalização, a constatação se deu com base na identificação de três elementos principais: trabalho forçado, condições degradantes e jornada exaustiva. (Agência Brasil)

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GWM Haval H9 é muito superior ao seu concorrente direto

Sem dúvidas, o GWM H9 é um SUV surpreendente. Além do design imponente, o H9 tem um acabamento de excelente nível, é muito confortável e traz muita tecnologia embarcada. Se o proprietário do seu concorrente direto, o Toyota SW4, andar no modelo da marca chinesa, vai se arrepender da compra. Com outra grande vantagem: o preço é muito menor.

O modelo tem um motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas. O desempenho é apenas razoável, pois falta um pouco de potência, ainda mais levando-se em conta que pesa 2.525 quilos. O jipão acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 12,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora. Os números poderiam ser melhores, mas como é um dos poucos pontos negativos, vale relevar. Além disso, não estão muito distantes da concorrente, que têm mais potência, mas gasta bem mais.

Na estrada, ainda mais se for uma pista boa, são impressionantes o baixo nível de ruído e o conforto. E isso, fazendo 10,8 quilômetros por litro de diesel. Na cidade, o consumo cai para 9,2 quilômetros por litro. São números bons.
Se na estrada os números não impressionam, no fora-de-estrada, a coisa muda totalmente. Mesmo levando em conta que boa parte de seus compradores jamais vai colocar o SUV numa estrada de terra.

Fizemos uma aventura por estradas bem acidentadas e com diversos trechos muito difíceis de transpor. Nada parou o H9, pelo contrário. O modelo tem tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso. Ou seja, é um valente mesmo.

Conforto

O acabamento e a harmonia do GWM H9 estão entre os melhores em seu segmento. Os bancos dianteiros em couro são muito confortáveis e ainda oferecem massagem, aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. É muita mordomia, principalmente em viagens mais longas. O conforto se estende para a segunda fileira, que também tem ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C).

Mesmo não tendo o conforto das duas primeiras fileiras, por conta do espaço, os dois bancos da última fila comportam bem duas crianças, com acesso fácil, saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. Outra coisa que melhora muito para os passageiros das duas fileiras de trás é o amplo teto solar panorâmico com acionamento elétrico, que deixa o ambiente mais iluminado e atraente.

O volante tem excelente empunhadura com controles. O painel digital de 10,25” é bem completo e pode ser customizado. A central multimídia de 14,6” Full HD tem conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio de celular é muito rápido de 50W e há ainda múltiplas entradas USB-C e USB.

Para acessar o jipão, principalmente para passageiros com menor estatura, o modelo tem um útil estribo retrátil automático.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive R$ 319 mil

 

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Stellantis anuncia novos modelos da Fiat e da Jeep para o ano que vem

A Stellantis antecipou planos da empresa para o próximo ano. No Polo Automotivo de Goiana-PE, serão produzidos quatro novos produtos, equipados com tecnologia Bio-Hybrid (eletrificação leve), desenvolvida no Brasil, para o mercado local. A marca também anunciou o início da produção da chinesa Leapmotor, ​na unidade pernambucana. Já na planta de Porto Real – RJ, será produzido o novo Jeep Avenger.

Ao completar 50 anos de atividades em 2026, a primeira unidade da Fiat no Brasil, produzirá um novo modelo da marca no País. Com mais de 18 milhões de veículos produzidos, a fábrica mineira é referência global na Stellantis e continuará se reinventando com novos produtos.

A Stellantis também confirmou o investimento de R$ 32 bilhões de reais na América do Sul.

 

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Jetour chega ao Brasil com veículos sofisticados e eletrificados

Já são quase 20 marcas automotivas chinesas disputando o mercado brasileiro. A mais nova, a Jetour começará a vender seus produtos a partir do início de 2026. Com três modelos, a marca promete mais opções ao longo do próximo ano. Os S06, T1 e T2 com tecnologia Plug-in Hybrid (PHEV), vão brigar no segmento de SUV/off road de luxo. Aliás, os modelos apresentados surpreendem pelo acabamento de altíssimo nível e muita tecnologia embarcada.

Já disponível em vários países do mundo, a marca pretende produzir veículos no Brasil em curto prazo.

Enquanto a produção local não começa, os veículos comercializados no mercado brasileiro serão importados da China. O primeiro lote de veículos da Jetour chega ao Brasil em dezembro, no porto de Vitória, Espírito Santo.

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