China

Ankai lança uma família completa de ônibus 100% elétricos

O Grupo SHC, pioneira na importação de veículos elétricos no Brasil, anunciou ontem a importação de uma linha completa de ônibus Ankai. Os novos ônibus são movidos por novas energias – 100% elétricos, gás e hidrogênio.

Desenvolvidos para uso urbano, a linha Ankai de ônibus 100% elétricos é sinônimo de sustentabilidade e, por sua natureza amigável, impacta positivamente na imagem do transporte coletivo, sem contar os benefícios em favor dos passageiros. Confortáveis e silenciosos, eles surpreendem pela ausência de vibrações e suavidade ao rodar e, principalmente, pela ausência de poluição.

De acordo com Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC e da Ankai do Brasil, que já revende vans, caminhões e automóveis JAC, a eletrificação virou sinônimo de ação de marketing no nosso país, objetivando aprimorar a imagem da montadora ao torná-la amiga do meio ambiente. Mas isso é pouco.

“Trouxemos os primeiros modelos 100% elétricos da JAC Motors em 2019, e imediatamente assumimos a liderança nas vendas de caminhões 100% elétricos, que são vistos corriqueiramente nos grandes centros urbanos do Brasil. Temos exatos 87% de todas as vendas realizadas de 2020 a 2023. E é também apoiada nessa vocação urbana que resolvemos investir nos ônibus 100% elétricos da Ankai”, explica o empresário.

Os modelos trazidos pela Ankai representam um novo patamar para o mercado de ônibus elétricos produzidos em larga escala. Estarão disponíveis em versões de vários portes e piso alto ou baixo – OE-6 (Micro, 6 metros), OE-8 (Mini, 8 m), OE-10 (Midi, 10 m), OE-12 (Urbano, 12 m), OE-13 (Padron), OE-15 (Básico), OE-18 (Articulado) e Double Decker (dois andares), com autonomia de acordo com o pedido de cada cliente (entre 250 e 350 quilômetros).

Ankai

A Anhui Ankai Automobile Co., Ltd. é uma empresa do grupo JAC Motors e foi fundada em 1966. Especializada na produção de ônibus, a marca atualmente conta com mais de 3.000 funcionários e capacidade de produção anual de 20.000 ônibus – semelhante ao mercado total de veículos no Brasil (dados de licenciamento em 2023).

A companhia possui uma completa linha de produtos de ônibus elétricos de todas as marcas globais, bem como o maior número de cidades operando com seus ônibus elétricos e ainda a maior quilometragem operacional de um único ônibus 100% elétrico.

O primeiro ônibus movido a eletricidade foi produzido em 2003. Quatro anos depois já começava a ser vendido em escala comercial. Em 2008, a marca forneceu uma frota desse tipo de veículo para ser utilizada como transporte oficial das Olimpíadas de Beijing. Há modelos rodando em diversas cidades na China com mais de 600 mil quilômetros rodados.

A empresa exporta para mais de 100 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Austrália, Arábia Saudita, México e, agora, Brasil.

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JAC vai importar no segundo semestre mais um modelo elétrico

Para enfrentar BYD Dolphin e o GWM Ora 03, a pioneira dos veículos elétricos no Brasil, JAC Motors, vai importar o Y3. No Brasil, possivelmente, chegará como JAC E-JS5.

Bem acabado, o novo JAC tem um interior agradável e uma enorme tela de 15,6 polegadas no centro. O painel de instrumentos também é digital e terá conexão 5G.

Na China onde já é vendido, o Y3 tem duas versões: uma com 95 cavalos e 305 quilômetros de autonomia e outra com 136 cavalos e 405 quilômetros de autonomia. Mas a marca está em fase de desenvolvimento de novas tecnologias que podem ampliar a autonomia para mais de 500 quilômetros.

A previsão de lançamento é para o inicio do segundo semestre e deverá custar em torno de R$ 140 mil.

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Página na internet tenta enganar consumidores da GWM

A GWM Brasil alertou hoje os consumidores da marca automotiva que uma página na internet que se passando pelo site oficial da marca, usando um domínio parecido com o original, mas com diferença sutil de um caractere a mais, com o objetivo de enganar os usuários e obter informações pessoais, financeiras ou senhas.


A marca chinesa reforça que o site oficial da GWM Brasil é o www.gwmmotors.com.br , no qual os clientes podem ter acesso às informações corretas e ao sistema de vendas, exclusivamente pelo Mercado Livre no link gwmmotors.mercadolivre.com.br, com o apoio de sua rede de concessionárias oficiais.

A GWM também alerta que faz vendas pelas redes sociais, WhatsApp, Telegram ou outro canal que não seja o Mercado Livre. Quem já foi lesado deve  Procon – Programa de Proteção e Defesa do Consumidor ou ligar para o número 151 para solicitar orientações específicas.

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Na ONU, Lula diz que multilateralismo global vem sendo corroído

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), a líderes mundiais que o princípio do multilateralismo global – que pressupõe igualdade soberana entre as nações –, vem sendo corroído. Ao abrir o debate geral de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Lula defendeu a necessidade de uma reforma no sistema de governança global.

Desde que assumiu o mandato, em discursos em diversas instâncias internacionais, Lula vem defendendo que o modelo atual de governança, criado depois da Segunda Guerra Mundial, não representa mais a geopolítica do século 21. Para o presidente, é preciso uma representação adequada de países emergentes em órgãos como o Conselho de Segurança da ONU. Hoje, esse conselho, com poder de tomar importantes decisões internacionais, reúne apenas Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.

“Continuaremos críticos a toda tentativa de dividir o mundo em zonas de influência e de reeditar a Guerra Fria. O Conselho de Segurança da ONU vem perdendo progressivamente sua credibilidade. Essa fragilidade decorre em particular da ação de seus membros permanentes, que travam guerras não autorizadas em busca de expansão territorial ou de mudança de regime. Sua paralisia é a prova mais eloquente da necessidade e urgência de reformá-lo, conferindo-lhe maior representatividade e eficácia”, disse Lula.

Para ele, entidades internacionais mais representativas podem, por exemplo, impor punição aos países que não cumprirem seus compromissos em questões climáticas. Lula afirmou que falta vontade política daqueles que governam o mundo para vencer as desigualdades e destacou que a atuação desigual dos órgãos de financiamento “é inaceitável”.

“Nas principais instâncias da governança global, negociações em que todos os países têm voz e voto perderam fôlego. Quando as instituições reproduzem as desigualdades, elas fazem parte do problema, e não da solução. No ano passado, o FMI disponibilizou US$ 160 bilhões em direitos especiais de saque para países europeus, e apenas US$ 34 bilhões para países africanos. A representação desigual e distorcida na direção do FMI e do Banco Mundial é inaceitável. Não corrigimos os excessos da desregulação dos mercados e da apologia do Estado mínimo. As bases de uma nova governança econômica não foram lançadas”, disse Lula.

Comércio

O presidente criticou ainda o enfraquecimento do sistema multilateral de comércio e disse que o protecionismo adotado pelos países ricos ganhou força.

“A Organização Mundial do Comércio permanece paralisada, em especial o seu sistema de solução de controvérsias.”

Segundo Lula, o Brics – bloco de países emergentes ao qual o Brasil faz parte – surgiu na esteira desse “imobilismo” e constitui uma plataforma estratégica para promover a cooperação entre esses países. “A ampliação recente do grupo na Cúpula de Joanesburgo fortalece a luta por uma ordem que acomode a pluralidade econômica, geográfica e política do século 21.

“Somos uma força que trabalha em prol de um comércio global mais justo em um contexto de grave crise do multilateralismo”, disse sobre a inclusão de seis novos membros no grupo já formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

Clima

O combate às mudanças climáticas também foi destaque no discurso do brasileiro. Lula cobrou que os países ricos cumpram os compromissos assumidos no âmbito internacional, como a doação de US$ 100 bilhões ao ano para que países em desenvolvimento preservem suas florestas e disse que um modelo de desenvolvimento “socialmente justo e ambientalmente sustentável” é possível.

Neste ano, o tema do debate da Assembleia Geral da ONU é Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerando ações para a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável rumo à paz, prosperidade, ao progresso e à sustentabilidade para todos.

Nessa sessão de trabalho, os chefes dos Estados-membros da ONU são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral.

Direita

O presidente desembarcou em Nova York na noite do último sábado (16), onde participou de reuniões com empresários e autoridades estrangeiras. Amanhã (20), ele se encontrará com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, e será recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com quem lançará uma iniciativa global para promoção do trabalho decente.

Em seu discurso na ONU, Lula criticou o neoliberalismo e disse que o desemprego e a precarização do trabalho “minaram a confiança das pessoas em tempos melhores, em especial os jovens”. Para o presidente, isso deu brecha para a ascensão da extrema direita em diversas partes do mundo.

“O racismo, a intolerância e a xenofobia se alastraram, incentivadas por novas tecnologias criadas supostamente para nos aproximar.”

“O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e política que hoje assola as democracias. Seu legado é uma massa de deserdados e excluídos. Em meio aos seus escombros surgem aventureiros de extrema direita que negam a política e vendem soluções tão fáceis quanto equivocadas. Muitos sucumbiram à tentação de substituir um neoliberalismo falido por um nacionalismo primitivo, conservador e autoritário”, destacou o presidente.

Para Lula, políticas ativas de inclusão nos planos cultural, educacional e digital são essenciais para promover valores democráticos e a defesa do Estado de Direito. No mesmo sentido, o presidente defendeu a liberdade de imprensa e criticou a manutenção da prisão do jornalista australiano e ativista Julian Assange.

Conflitos

Ainda em seu discurso, Lula fez uma defesa da paz e disse que os conflitos armados são “uma afronta à racionalidade humana”. “É perturbador ver que persistem antigas disputas não resolvidas e que surgem ou ganham vigor novas ameaças”, disse.

“A guerra da Ucrânia escancara nossa incapacidade coletiva de fazer prevalecer os propósitos e princípios da Carta da ONU”, acrescentou Lula aos líderes mundiais, entre eles, o presidente ucraniano.

O brasileiro citou ainda a dificuldade de garantir a criação de um Estado para o povo palestino”, o risco de um golpe na Guatemala, a persistência da crise humanitária no Haiti, o conflito no Iêmen, as ameaças à unidade nacional da Líbia e as rupturas institucionais em Burkina Faso, Gabão, Guiné-Conacri, Mali, Níger e Sudão.

Lula reiterou que é preciso criar espaços de diálogo nas instâncias internacionais e que “investe-se muito em armamentos e pouco em desenvolvimento”.

“Estabilidade e segurança não serão alcançadas onde há exclusão social e desigualdade. A ONU nasceu para ser a casa do entendimento e do diálogo. A comunidade internacional precisa escolher: de um lado, está a ampliação dos conflitos, o aprofundamento das desigualdades e a erosão do Estado de Direito. De outro, a renovação das instituições multilaterais dedicadas à promoção da paz”, disse.

Cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas, seguido do presidente dos Estados Unidos. Essa tradição vem desde os princípios da organização, no fim dos anos 1940.

Esta é a oitava vez que o presidente Lula abre o debate geral dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim. (Agência Brasil)

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Ford Territory retorna ao Brasil com mais espaço interno e design moderno

A Ford começa a vender em setembro a nova geração do SUV Territory. Importado da China, o modelo chega com design e acabamento bem mais moderno e tecnologia aprimorada. O SUV é vendido em mais de 60 países.

 Competente

O Territory agora conta com um desenho marcante e moderno. A grade dianteira hexagonal, o conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e as rodas de liga leve de 19 polegadas dão uma aparência esportiva ao modelo.

Outro destaque é o amplo espaço interno, principalmente, no banco traseiro. O acabamento é sofisticado, com materiais de boa qualidade e revestimentos agradáveis ao toque.

A motorização, totalmente revista, oferece ao SUV um trem de força eficiente. O motor turbo de 1,5 litro EcoBoost, a gasolina, conta com injeção direta e comando variável.

Ele desenvolve 169 cavalos a 5.500 rpm e torque de 250 Nm entre 1.500 e 3.500 rpm. O novo motor e recebeu uma calibração exclusiva para o estilo de condução e combustível do Brasil. A transmissão automática de dupla embreagem banhada em óleo de sete velocidades.

O Territory conta com quatro modos de condução – normal, serra/colina, eco e esportivo –, que ajustam o veículo automaticamente ás diferentes condições de rodagem.

O modelo oferece um pacote de equipamentos de série bem atraente. Ele vem com painel de instrumentos digital de 12,3”, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos de couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3”, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros.

Suas tecnologias de segurança incluem assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop & go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes.

O Territory será vendido numa única versão, a topo de linha Titanium.

Preço
Ford Territory Titanium R$ 209.990,00.

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