Caoa

O preço e o design são destaques no lançamento do Caoa Changan

Foi com surpresa que os jornalistas presentes ao lançamento do UNI-T, os novos modelos Caoa Changan ouviram seu preço:  R$ 169.990. A opinião geral era que estaria entre R$ 250 mil e R$ 270 mil, em razão do alto índice de componentes agregados ao Infinity, versão única, que permite apenas opção de uma das quatro cores disponíveis.

Na fábrica da Caoa Changan, em Anápolis, GO, foram investidos R$ 5 bilhões para produzir modelos pelo sistema CKD. A unidade já operava anteriormente, desde 2007 e agora foi adaptada com robôs (são 209 deles) e uma nova linha de solda a laser. Além disso, teve sua área construída ampliada para receber os novos modelos da marca chinesa, como o luxuoso Avatr, que custa cerca de R$ 600 mil, por exemplo. O Uni-T. um SUV médio tem uma aparência agradável, fugindo da mesmice do design dos SUVs, com sua traseira mais puxada para os modelos cupê e um curioso spoiler dividido.

Sua frente mostra ângulos fortes, com seus faróis emoldurando a grade. Seus para-lamas têm um toque marcante. E ​o teto solar, panorâmico, ​ fixo, toma todo o teto do carro.

E, mesmo com ele rebaixado, em razão das características de um cupê, o passageiro do banco traseiro, viaja confortavelmente, em razão da eficiente ergonomia do banco. Os bancos dianteiros têm controle elétrico de regulagem.

Seu motor, 1.5 turbo flex tem 180 cv e torque de 29,2 kgmf. A autonomia, segundo a fábrica, é de 700 quilômetros. E faz, de 0 a 100 km/h em 7,4s. Tem tração independente, sendo Multilink na traseira​ e McPherson na dianteira.

O modelo tem 4,53 m de comprimento, 1,8 m de largura, 1,56 m de altura, 2,71 m de entre eixos e seu porta-malas comporta 425 l de carga,

No interior, muito conforto, com linhas sóbrias e elegantes. A segurança garantida pelo pacote ADAS, air-bag, monitor de pontos cegos. Uma central multimídia, com espelhamento sem fio, com tela  de 128”. O ar-condicionado de duas zonas, que emite até três fragrâncias diferentes. O painel é digital, com tela. O painel central digital tem 12,3”. Rodas de 20” e garantia de fábrica de 7 anos.

 

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Novo Caoa Chery Tigo 5X chega com novidades e preço atraente

Além de preço muito competitivo para o segmento e aumento na garantia (maior do mercado), o novo Caoa Chery Tiggo 5X chega em duas versões, Sport e Pro, com design mais atraente e mais equipado.

Montado em Anápolis -GO, o Tiggo 5X ganhou uma grade muito sofisticada com detalhes tridimensionais, faróis e DRL em full led com uma nova assinatura luminosa. Na traseira, o conjunto óptico em LED interligado por barra iluminada dá um visual muito harmonioso e amplia a percepção de largura.
Nas laterais, a coluna “C”, entre a porta traseira e a tampa do porta-malas, também foi renovada, dando elegância ao modelo.


 Sofisticação

O interior ficou muito mais sofisticado e agradável. Ao contrário da tendência imposta pelos modelos chineses importados de telas exageradas e que desviam a atenção do motorista, o 5X tem uma tela de tamanho generoso, mas muito mais agradável e funcional. A tela, de 20,5” full HD, integra de maneira inteligente o painel de instrumentos digital e central multimídia em um único display panorâmico. O SUV ainda vem com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.

O acabamento interno tem bancos em couro, superfícies macias ao toque, detalhes em Black Piano e que normalmente é encontrada em modelos de categorias superiores.
O modelo incorpora ainda comandos acionados por voz, que permitem controlar funções como climatização, multimídia e navegação de forma natural e intuitiva, além do novo volante inteligente, com botões multifuncionais, ergonomia aprimorada e acabamento premium.

O console central foi totalmente redesenhado e incorpora soluções inteligentes de ergonomia, design e funcionalidade. Destaque para o carregador de celular por indução ultrarrápido de 50W, banco do motorista elétrico, com 6 funções e ajuste lombar em 4 posições, sensor frontal e comandos digitais intuitivos e experiência de conectividade integrada.

Segurança

O modelo também ficou mais seguro, com o sistema ADAS 2.0 Max Drive, 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 cortinas laterais e 1 airbag central, entre motorista e passageiro).  O pacote ADAS 2.0 Max Drive inclui: frenagem autônoma de emergência (AEB), piloto automático adaptativo (ACC), alerta de colisão frontal,  assistente e alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, comutação automática de farol alto, visão panorâmica 360° em alta definição. Os freios são a disco nas quatro rodas.

Motorização 

O motor continua o mesmo, mas com uma nova calibração. O propulsor é um 1,5 litro, turbo flex, de 150 cavalos e torque de 22,8kgmf. A transmissão CVT simula nove velocidades.
A suspensão é independente nas quatro rodas e a direção também é elétrica.

Preços

Para o lançamento, segundo a marca, as concessionárias estão promovendo uma ação nacional entre os dias 24 e 28 de fevereiro, com condições especiais de lançamento e supervalorização do seminovo na troca. Destaque para a nova garantia de sete anos.

Tiggo 5X Sport R$ 119.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Pro R$ 134.990,00 (lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 132.990,00 (preço pós lançamento)
Tiggo 5X Sport R$ 154.990,00 (preço pós lançamento)

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Caoa realiza no próximo sábado um evento com condições especiais

As concessionárias Caoa vão realizar no próximo dia 18 de outubro (sábado) o evento Caoa Day 2025. No ano passado, durante o evento, foram comercializados dois mil veículos. O Caoa Day reúne condições exclusivas para veículos zero quilômetro, seminovos e, também, em serviços de pós-venda.

Ofertas
Tiggo 5x – a partir de R$ 119.990
Tiggo 7 – a partir de R$ 139.990
Tiggo 8 PRO Max Drive (7 lugares) – a partir de R$ 194.990
Arrizo 6 PRO Max Drive – a partir de R$ 139.990
Linha Híbrida Plug-in (Tiggo 7 PRO PHEV e Tiggo 8 PRO PHEV) – a partir de R$ 219.990

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Luxo, sofisticação e economia não faltam nos novos Tiggo 7 e 8 híbridos

De uma só vez, a Caoa Chery apresentou as novas gerações dos seus Suvs mais luxuosos. Com muito conforto e tecnologia, os modelos chegam importados, mas em breve começam a ser produzidos na fábrica da marca em Goiás.

Tiggo 7

O Tiggo 7 e um SUV sucesso de vendas, quase liderando o segmento. A nova geração chega importada com a mesma motorização do Tiggo 8 Pro Plug-in Hybrid, ou seja, com dois motores elétricos que se unem ao motor a combustão 1,5 litro, turbo com injeção eletrônica, somente a gasolina, que possibilitam até 317 cavalos de potência máxima e 56,6 kgfm de torque.

O Suv vem com a tecnologia DHT – Dedicated Hybrid Transmission, que possibilita a uma gestão eficaz dos três motores.
Com os novos motores, o Tiggo 7 PRO Plug-in Hybrid tem números iguais ao irmão maior, acelerando de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e um consumo médio combinado é de 36,9 km/l na cidade e 30,2 km/l na estrada. Rodando somente com os motores elétricos é possível percorrer 63 quilômetros. Vale destacar, que o modelo pode ser carregado externamente.

Além da nova motorização, o Tiggo 7 teve mudanças no design externo. A enorme grade dianteira com visual Diamond e detalhes cromados se unem as entradas de ar no para-choque que aumentam a esportividade do modelo. As rodas de liga leve diamantadas com 18” aumentam essa aparência.

Já o interior, uma enorme tela full led de 24,6 polegadas,  une o painel de instrumentos e a multimídia. O sistema multimídia acomoda tecnologias de comando de voz, Android Auto e Apple Car Play Wireless.

O interior surpreende pelo acabamento esmerado e muito luxo. O banco do motorista possui ajustes elétricos em seis posições, além de ajuste lombar. Todos os bancos são de couro preto e têm muita qualidade e conforto. O console central com efeito aço escovado, comando de troca de câmbio com alavanca do tipo joystick e carregador turbo de indução para celular ainda mais potente (50W). O sistema de som premium da Sony.

Tiggo 8

O maior e mais sofisticado da linha CaoaChery no Brasil, o Tiggo 8 Pro Plug-in Hybrid 2025, continua em duas versões: combustão e híbrido Plug-in. Assim, como o Tiggo 7, o novo modelo de sete lugares, conta com dois propulsores elétricos e um a combustão de 1,5 litro, turbo a gasolina, que na união dos três motores geram 317 cavalos de potência máxima e 56,6 kgfm de torque. O modelo mantém a utilização da tecnologia DHT (Dedicated Hybrid Transmission).

Por ser mais pesado e apesar da melhora no desempenho, o Tiggo 8 Pro Plug-in Hybrid tem números um pouco piores que o Tiggo 7. 0 modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,02 segundos e um consumo médio combinado é de 32,7 km/l na cidade e 27,9 km/l na estrada. Mais uma vez pelo peso maior, a autonomia apenas com os motores eletricos é um pouco menor: 54 quilômetros. Assim como o irmão menor, o Tiggo 8 agora conta com um tanque de gasolina de 60 litros (antes era 45 litros).

Por fora, o Tiggo 8 PRO Plug-in Hybrid passa a contar com um novo visual. A grade dianteira Big Diamond com detalhes cromados, além do logo com iluminação de boas-vindas, já apresentada no Tiggo 8 Pro a combustão, ganha rodas de 19”.

O interior muito luxuoso e bonito, também tem a tela curva de 24,6” que integra o painel de instrumentos e o multimídia. O novo sistema acomoda mais conectividade com tecnologias de comando de voz, Android Auto e Apple Car Play Wireless, GPS de última geração triple screen e um moderno Head-Up Display (projeção de informações no para-brisa direcionando o motorista).

O volante de design moderno, um console central totalmente remodelado e um novíssimo comando de troca de marchas (joystick 2ª geração), deixa o modelo com um acabamento interno digno da categoria Premium. Todo o acabamento interno conta coma exclusiva cor Terracota. Tanto o banco do motorista como o do passageiro, têm ajuste elétrico e massageador. O banco do passageiro ainda conta com a mordomia do apoio para pernas. O suv também conta com o novo sistema de som premium da Sony com 8 alto falantes.

Tecnologia Max Drive

Desenvolvido para proporcionar excelência em termos de experiência de condução e segurança aprimorada, o Tiggo 7 PRO Plug-in Hybrid conta também com um conjunto completo de sistemas eletrônicos inteligentes de segurança e assistência ao motorista: o Max Drive. Com o sistema do Tiggo 7 e 8, oferecem: ACC – Piloto Automático Adaptativo, AEB – Frenagem Automática de Emergência; FCW – Alerta de Colisão Frontal, TJA – Assistente de congestionamento, ICA – Piloto Automático Integrado, LDW – Alerta de Saída de Faixa, IHC – Controle inteligente de farol alto, DOW – Alerta de Abertura de Porta, RCTA – Alerta de Tráfego Cruzado traseiro, LCA – Assistente de Mudança de faixa /BSD – Monitoramento de Ponto Cego.

Preços
Tiggo 7 Pro Plug-in Hybrid  – R$ 239.990,00
Tiggo 8 Pro Plug-in Hybrid – R$ 279.990,00

 

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Novo Hyundai Creta chega com novo design e mais sofisticação

Um dos Suvs compactos mais vendidos no Brasil, o Hyundai Creta chega em sua quinta geração com um design muito moderno e mais tecnologia embarcada. Inclusive, o modelo é líder de vendas em sua categoria. O novo SUV, que em breve ganhará mais uma nova geração, aposentou o beberão 2,0 litros e agora conta com duas modernas opções de motorização: 1,0 turbo GDI e 1,6 turbo.

Novo design

Sem duvida a maior atração da nova geração do Creta está no seu interior e na frente. O modelo teve seu conjunto óptico frontal redesenhado e ganhou uma faixa em LED que percorre toda a frente do carro e luzes de seta sequenciais nas pontas. O para-choque também tem novo desenho. O conjunto passa uma imagem de modernidade e força.

A lateral é a mesma do modelo anterior, mas teve a coluna C redesenhada. Destaque para as novas rodas 16 polegadas para a versão Comfort, 17” para versões Limited, Platinum e N Line, e 18” para a versão topo de gama Ultimate.

Na traseira ficou mais elegante com as novas lanternas em LED e a faixa luminosa que percorre o porta-malas de ponta a ponta.

O interior do Creta foi todo renovado. Logo ao entrar no modelo impressiona o grande painel de instrumentos de 10,25 polegadas integrado à multimídia, também de 10,25 polegadas, para as versões Platinum, N Line e Ultimate.

Os bancos, em couro nas versões mais sofisticadas contam com sistema de ventilação para o motorista, extremamente apreciado nos dias de calor intenso. Em sua versão topo de gama, o Hyundai Creta vem com ajustes elétricos de quatro posições para os bancos dianteiros. Teto panorâmico com comando de voz, ar-condicionado automático de duas zonas, retrovisor interno eletrocrômico, carregador de celular por indução e seletor de modo de direção são algumas das funcionalidades oferecidas para o condutor e passageiros.

Outro destaque do SUV coreano é conectividade. O sistema Bluelink oferece avançados recursos, como serviços de rastreamento e recuperação veicular, possibilidade de realizar comandos pelo celular para ligar o carro, abrir as janelas, receber alertas, ajustar a temperatura do ar-condicionado automático digital e acessar o sistema da Smart Camera 360°. Este último permite visualizar, pelo aplicativo no celular, o que se encontra ao redor do veículo antes de se aproximar para embarcar.

É possível ainda buscar e acessar pontos de interesse através de um mapa no aplicativo do Bluelink e enviá-los para o multimídia do carro. Ao traçar uma rota, o sistema de navegação indicará o melhor caminho usando informações de tráfego em tempo real.

Muito interessante são os comandos de voz. Ao pressionar um botão no volante, uma série de funcionalidades podem ser acionadas por voz, tais como: ligar e desligar o ar-condicionado, ativar a ventilação do banco do motorista e abrir e fechar o vidro do motorista. Caso o Bluelink esteja ativado, por comandos de voz também é possível enviar mensagens de texto, obter informações sobre o clima e encontrar pontos de interesse para navegação.

Esportivo

A versão esportiva, a N Line, vem com um design diferenciado dos demais modelos. Na frente o SUV vem com visual muito moderno e esportivo, tanto na grade como nos para-choques.

Na traseira tem escapamento duplo, “saias” laterais em cinza brilhante, pedaleiras exclusivas, bancos em couro em preto e vermelho, a coluna C em black piano, e detalhes em grafite nas maçanetas, volante, painel e console.

SmartSense

O pacote de segurança Hyundai SmartSense está mais sofisticado. Além da Smart Camera 360°, oferece câmera para monitoramento de ponto cego, que exibe no display central do painel de instrumentos, em vídeo, a visão do ponto cego para a direção indicada após acionar o sinal de mudança de faixa; Sistema de Frenagem Autônomo, fundamental para situações em que há risco de colisão frontal com pedestres, outros veículos, ciclistas e em convergências à esquerda; Assistentes de Permanência e Centralização em Faixa, Detector de Fadiga, Farol Alto Adaptativo, Assistente de Tráfego Cruzado Traseiro e Controle de Velocidade Adaptativo. Freio de Estacionamento Eletrônico e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro também estão disponíveis no novo Hyundai Creta.

Seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, controle de velocidade de cruzeiro com limitador de velocidade, acionamento inteligente one-touch das luzes de direção são oferecidos em todas as versões, assim como freios ABS com EBD, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência e monitoramento de pressão dos pneus.

Motorizações

As versões Comfort, Limited, Platinum e N Line do Creta continuam com o motor 1,0 turboflex GDI de injeção direta de combustível que, segundo o fabricante, teve melhoras no consumo de combustível. O propulsor de três cilindros entrega potência de 120 cavalos e torque máximo de 17,5 kgf.m.

Mas em termos de motores, o grande avanço é para a aposentadoria do modor de dois litros e a chegada do moderno 1,6 litro, turbo, somente a gasolina, com potência máxima de 193 cavalos e torque de 27,0 kgf.m a 4.500 rpm. É o mais potente da categoria. A transmissão é de sete velocidades e tem dupla embreagem.

Garantia

A nova geração do Creta tem cinco anos de garantia sem limite de quilometragem e as revisões periódicas com preços fixos.

Preços
Hyundai Creta
Comfort – R$ 141.890,00
Limited – R$ 156.490,00
Platinum – R$ 172.690,00
Ultimate – R$ 189.990,00
N Line – R$ 182.090,00

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Coluna Fernando Calmon — Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos

Coluna Fernando Calmon nº 1.321 — 1/10/2024

Anfavea projeta cenários flexíveis para híbridos e elétricos até 2040

No atual panorama de incertezas no mundo em relação ao que os consumidores vão decidir comprar, fica mais difícil ainda fazer projeções para o Brasil. Mas como a indústria automobilística tem que fazer investimentos altos e com grau de risco elevado porque não pode errar, tudo se torna complicado.

De nada adianta produzir só o que o governo quer, como na China, se os compradores com direito de escolha nos outros países estiverem inseguros sobre os rumos. Mesmo no maior mercado individual, o chinês, já se detectou este ano um soluço nas vendas de modelos elétricos. Isso está cristalino — e algo bem mais que um soluço — nos outros dois maiores polos mundiais, EUA e Europa. Na Índia e Japão, terceiro e quarto mercados tomados individualmente, o cenário está favorável aos híbridos.

Por isso, as conclusões do estudo da Anfavea e da especialista contratada Boston Consulting Group, que acaba de ser revelado em versão final, apontam três hipóteses dentro do escopo de descarbonização da atmosfera, pois o gás carbônico (CO2) é o principal responsável pelo efeito estufa.

“Se hoje os modelos eletrificados respondem por pouco mais de 7% do mix de vendas de veículos leves, em 2030 eles representarão de 39% a 54%, em 2035, de 65% a 78% e em 2040, de 86% a 91%. Primeira possibilidade, nível de adoção gradual; na segunda, nível de adoção acelerada”, afirmou a Anfavea em comunicação oficial.

Convém comentar o termo da moda “eletrificado”. Veículos híbrido básico (ou semi-híbrido), híbrido pleno e híbrido plugável enquadram-se na categoria de motores a combustão com diferentes níveis de auxílio de um motor elétrico. Diferente, portanto, de um carro 100% elétrico a bateria. No caso dos hipotéticos 91% em 2040, estão somadas as quatro opções.

Entretanto, mesmo essa análise pode não refletir a realidade atual, abalada por notícias recentes do exterior. A Northvolt está demitindo um quinto de sua equipe global e suspendeu a expansão de sua principal fábrica de baterias na Suécia. Stellantis e a empresa francesa Orano abandonaram o projeto para reciclar baterias de veículos. A empresa também congelou os planos de construir duas novas fábricas de baterias. Acea (Anfavea europeia) também solicitou revisão da meta de redução de emissões de 2025 porque contava com a “ajuda” de carros elétricos, contudo estes não encontraram compradores suficientes.

Audi Q7 2025 chega no fim do mês com boas novidades

A marca das quatro argolas entrelaçadas quer marcar os 30 anos de presença no Brasil com mais lançamentos. Um deles é o Q7 2025 de sete lugares, visual renovado e preço confirmado de R$ 692.000 já no final de outubro. Além da grade e para-choque traseiro novos, a Audi substituiu em boa hora as saídas de escapamentos, antes apenas decorativas, por elementos autênticos.

Faróis altos com tecnologia laser (opcionais) são acompanhados por assinaturas luminosas selecionáveis. Suspensões passaram a ser adaptativas com distância livre que pode variar entre 60 mm para cima e 30 mm para baixo, além de rodas de 22 pol. Há opção de eixo traseiro esterçante.

Nos próximos três anos haverá 20 novos modelos e agora em dezembro estreia o elétrico Q6 e-tron com preços a partir de R$ 530.000. O modelo terá alcance de 411 km no padrão Inmetro (bateria 100 kWh), 387 cv e sua arquitetura é a PPE (sigla em inglês para Plataforma Elétrica Premium, de origem Porsche).

Hyundai lança Palisade e Ioniq 5 simultaneamente

Agora única responsável pela importação de todos os seus modelos (antes exclusividade do grupo Caoa) a marca sul-coreana já pôs à venda o SUV de oito lugares Palisade (R$ 449.990) e o elétrico Ioniq 5 (R$ 394.990).

O primeiro é um dos poucos SUVs de oito lugares no mercado brasileiro e suas dimensões impressionam: 4,99 m de comprimento, 2,90 m de entre-eixos, 1,97 m de largura e 1,75 m de altura. O porta-malas comporta 595 litros e com as duas fileiras de trás rebatidas são nada menos que 2.494 litros. Mesmo os dois passageiros da última fileira encontram espaço para ombros, pernas e cabeças surpreendentes. E o acesso a esta terceira fileira exibe menos contorcionismo do que em outros modelos de menor porte.

Bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Central multimídia de 10,2 pol. tem boa resolução, mas poderia ser um pouco maior. Ergonomia interna também se destaca. Motor 3,8 L, V-6 entrega 295 cv e 36 kgf·m, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,7 s e velocidade máxima de 210 km/h. Mesmo com lotação total não deve demonstrar lentidão em ultrapassagens em estradas, pelo que demonstrou em um primeiro contato no autódromo Capuava, Indaiatuba (SP).

Consumo, no entanto, cobra seu preço como esperado: pelo padrão Inmetro 7,3 km/l (urbano) e 9,9 km/l (rodoviário).

Quanto ao Ioniq 5, como todo elétrico, impressiona muito bem pelo desempenho. São dois motores com a repartição correta: traseiro de 228 cv e 35,7 kgf·m e dianteiro de 101 cv e 26 kgf·m. Potência e torque combinados: 325 cv e 61,6 kgf·m. A sensação que passa, ao pisar fundo no acelerador, é parecida com a de um carro esporte logo nos primeiros 50 metros pela pressão no pescoço. Hyundai indica aceleração de 0 a 100 km/h em 5,3 s.

Embora a fabricante sul-coreana o classifique como SUV, parece mesmo um hatch de teto elevado dentro de um estilo agradável com um vinco lateral pronunciado em diagonal. Trata-se de um modelo avantajado em dimensões: 4,65 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,60 m de altura. Entre-eixos de 3,00 m acomoda com grande conforto os cinco passageiros.

Um pormenor interessante: na alavanca do que seria o câmbio (obviamente não existe) a posição D é para a frente e R para trás. Ao contrário do que se convencionou em modelos automáticos, onde a posição R é sempre colocada para a frente. Esse novo arranjo tem sua lógica, embora possa confundir em um primeiro momento. Achei razoável.

Mais potência e retoques de estilo no Porsche 911

Estreia está programada para o primeiro trimestre de 2025 nas versões cupê (R$ 868.000) e o cabriolet (R$ 920.000). Além do foco na redução de emissões, ainda assim a potência do boxer biturbo de 3 litros subiu para 394 cv e o torque manteve-se em 45,9 kgf·m. Receberá ainda freios maiores tanto na frente quanto atrás.

No estilo, mudanças sutis: os faróis agora são de LED HD-Matrix e incorporam as luzes auxiliares; atrás reduziu-se o número de grelhas de ar de resfriamento no capô, integrou mais duas entradas de ar e recebeu novos tubos de escape.

A marca alemã ainda não informou quando será a abertura de pré-vendas.

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Produção industrial recua 1,4% em julho; crescimento no ano é de 3,2%

A produção industrial brasileira teve um recuo de 1,4% em julho na comparação com o mês de junho deste ano, quando houve crescimento de 4,3% da atividade, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho da indústria cresceu 6,1% e no acumulado de janeiro a julho, a produção industrial cresceu 3,2%.

Segundo o IBGE, o crescimento de 6,1% entre julho deste ano e julho do ano passado foi decorrente dos resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 67,3% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as influências positivas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento nesse período de 26,8%.

Produtos químicos cresceram 10,5%, impulsionados, em grande medida, pela maior produção dos itens automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques e veículos para o transporte de mercadorias e caminhões. Também tiveram desempenho positivo a produção da indústria de fungicidas para uso na agricultura, tintas e vernizes para construção, desinfetantes, herbicidas para plantas, fertilizantes químicos das fórmulas NPK (Nitrogênio, Potássio e Fósforo), inseticidas para uso na agricultura e polietileno.

Também são destaques da produção industrial na comparação de julho de 2024 com julho de 2023,  os produtos de metal com alta de 13,9%, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com alta de 24,4%, produtos de borracha e material plástico, com alta de 11,6% e máquinas e equipamentos, 10,8%. Contribuíram positivamente, ainda, a produção de móveis, com alta de 26,9%; artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, com alta de 14,3% e produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com 7,2%.

Avaliação

Segundo a Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), a redução da produção industrial em julho, em 1,4%, foi registrada após um forte crescimento verificado em junho. Portanto, houve uma acomodação. Na avaliação por categorias, o destaque foi a continuidade do processo de recuperação do grupo de bens de capital e bens de consumo duráveis.

A primeira categoria, segundo a Fiesp, tem se beneficiado da recuperação da confiança empresarial e do aumento da capacidade instalada da indústria, enquanto na segunda categoria, de bens de consumo, a expansão da renda das famílias contribuiu para o bom desempenho industrial.  A Fiesp mantém a projeção de crescimento de 2,2% para a produção industrial em 2024. (Agência Brasil)

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Coluna Fernando Calmon — Julho confirmou aquecimento de vendas também no varejo

Coluna Fernando Calmon nº 1.313 — 6/8/2024

Julho confirmou aquecimento de vendas também no varejo

 

Apesar de os juros de financiamento ainda estarem bem altos, julho foi o melhor mês do ano com comercialização de 242.217 unidades, o que não acontecia desde julho de 2014. Esse volume superou até os números de julho do ano passado, mês em que houve corte de impostos para impulsionar o mercado. Média diária de vendas de 10.500 unidades ajudou nos resultados porque houve três dias úteis a mais que em junho último.

Outra referência importante: comercialização no varejo, ou seja, para o cliente pessoa física superou as vendas diretas que incluem locadoras, pessoas jurídicas e microempresas. Embora a oferta de crédito continue em alta, os juros não caíram como se esperava. Falta precificar a retomada do bem de compradores inadimplentes, prevista na nova lei do marco de garantias. Acredita-se que prestações mais baratas ainda vão demorar até a lei surtir seus efeitos, como acontece no exterior.

Anfavea continua a pontuar que as importações têm crescido mais que as exportações. Isso indica perda de participação dos produtos brasileiros nos mercados vizinhos, além do México e Caribe. Por outro lado, o presidente da associação, Márcio Leite, admitiu que a indústria automobilística no exterior se apressou mais do que deveria rumo ao carro elétrico. “De fato, os híbridos foram deixados um pouco de lado, mas a correção de rota começa a acontecer”, ponderou.

Um gráfico sobre participação no mercado nacional de novas tecnologias de propulsão foi apresentado durante a entrevista mensal da entidade. Em janeiro último foram vendidos 4.354 elétricos, 3.879 híbridos e 3.780 híbridos plugáveis. O pico de vendas dos elétricos foi em abril (6.699 unidades), antes do aumento do imposto de importação. Marcas chinesas trouxeram grande quantidade de veículos para formar estoque a um custo bastante elevado, provavelmente bancado de forma indireta pelo governo chinês.

Em julho último, houve redução acentuada de elétricos para 4.698 unidades, queda abrupta de 30% em relação ao pico. De forma contrária, os híbridos plugáveis deram um grande salto para 5.912 unidades, aumento de nada menos que 56% sobre janeiro. No mês passado, a divisão de mercado ficou assim: 5.912 híbridos plugáveis (38,6%), 4.698 elétricos (30,6%) e 4.697 (30,7%) híbridos. Estes percentuais indicam um equilíbrio entre elétricos e híbridos, com híbridos plugáveis em destaque, reproduzindo o que acontece agora nos mercados do mundo ocidental.

Blazer EV é superequipado e terá preço competitivo

SUVs são carros pesados e mais ainda quando na versão elétrica em razão da elevada massa da bateria. Mas isso não faz muita diferença no novo Chevrolet Blazer EV que chega do México, isento do imposto de importação. Significa boa ajuda no preço — ainda não anunciado — com início das entregas no mês que vem. A intenção é colocá-lo em patamar abaixo de modelos elétricos alemães Premium como Macan, iX3 e próximo do também mexicano Mustang Mach-E. Espera-se algo aquém dos R$ 500.000.

Seu melhor ângulo está na dianteira com destaque para o painel preto que substitui a grade tradicional, além das rodas de 21 pol. Impressiona o seu porte: comprimento, 4.888 mm; largura 1.982 mm; altura, 1.657 mm e amplo entre-eixos de 3.094 mm. Dá para três adultos de porte alto sentarem no banco traseiro e ainda contarem com a comodidade do assoalho totalmente plano.

Entretanto o porta-malas de 436 litros é um pouco menor que o de um sedã compacto como o Onix (469 litros). Explicação está no espaço ocupado pelo motor traseiro de 347 cv e 44,9 kgf·m, que tem acoplado o redutor. Alcance médio, padrão Inmetro, de 481 km com bateria Ultium de 102 kW·h com tempo de recarga até 3,5 vezes mais rápido, segundo a fábrica, sem informar esse tempo.

Acabamento de primeira linha com bancos dianteiros firmes e de boa sustentação lateral. Ao sentar ou ao sair, o motorista não precisa procurar nenhum botão de energização, feita de forma automática. Grande destaque é a supertela multimídia de 17,7 pol. com sistema Google Built-in nativo que dispensa espelhamento de celulares, mas exige assinatura dos serviços. Até mesmo o acionamento dos faróis é feito pela tela central, pois lamentavelmente não há um interruptor.

Espelho retrovisor interno com câmera de alta definição e o teto solar panorâmico completam o extenso pacote de equipamentos que inclui recarga por indução e por portas USB-C para baterias de telefones. Ainda há frenagem de emergência automática e alerta de ponto cego ao abrir as portas entre outros, além de três modos de condução.

Numa primeira avaliação da versão RS, no autódromo Capuava, em Indaiatuba (SP), o Blazer EV comprovou aceleração muito boa (0 a 100 km/h, em 5,8 s), comportamento em curvas exemplar e freios potentes. Também é possível calibrar o nível de regeneração da bateria ao levantar o pé do acelerador. Ao usar este recurso no máximo, dispensa acionar o pedal de freio em uma volta na pista sem grande preocupação em marcar tempo.

Termos de garantia de veículos ainda trazem dúvidas

Já se foi há décadas a garantia curta oferecida pelos fabricantes de apenas seis meses ou 10.000 km para veículos novos, no final dos anos 1950. Prazos subiram ao longo do tempo até chegarem ao patamar médio atual de três anos, que a maioria das marcas pratica. Primeiro choque nestes prazos veio com a chinesa JAC representada pela importadora SHC de Sergio Habib, em 2011.

O hatch J3 e o sedã J3 Turin ofereciam garantia inédita à época de seis anos, porém os compradores deviam comparecer a uma concessionária a cada 5.000 km para uma revisão paga. Porém, um ano depois o intervalo passou a 10.000 km, o padrão na época.

O Código de Defesa do Consumidor assegura 90 dias (garantia legal), mas vários produtos, entre estes os automóveis, concedem garantia contratual. Hoje, conforme consta nos manuais do proprietário dos veículos, tal cobertura indica três ou mais anos. Porém, note que se evita na divulgação afirmar que naquele período não há limite de quilometragem, pois isso se aplica apenas ao comprador não profissional ou comercial. Pura estratégia de marketing.

Na verdade, há uma ressalva nos manuais: três anos ou 100.000 km, o que ocorrer primeiramente, caso o comprador use o veículo em transporte remunerado de pessoas ou bens. Consultei o Procon-SP que confirmou a legalidade da ressalva de tempo e/ou distância limitantes em qualquer tipo de garantia veicular.

Por outro lado, há casos em que se deixa de considerar prazo ou quilometragem. Trata-se do chamado vício (defeito) oculto, quando o fabricante é obrigado a prover o conserto. Em geral só resolvido após ação judicial, se o defeito não pôde ser detectado porque o cliente rodava muito pouco ou não conseguiu perceber a falha no prazo estabelecido em contrato.

Atualmente algumas marcas generalistas oferecem até cinco anos de garantia, como acontece agora com a Jeep, e antes com Caoa, Hyundai, Kia, Mitsubishi e Toyota, sempre condicionada ao pleno cumprimento, pelo proprietário, do plano de manutenção determinado pelo fabricante.

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Teste: Com bom espaço interno, C3 Aircross tem motor moderno

Lançado no final do ano passado e iniciadas as vendas no inicio deste ano, o Citroën C3 Aircross é um modelo que surpreende positivamente e tem méritos para enfrentar concorrentes do segmento SUV-B, como o Hyundai Creta, Jeep Renegade, Fiat Pulse, Chevrolet Spin, VW T-Cross e o mais novo membro do “clube” o Renault Kardian. O modelo que avaliamos é a versão de cinco lugares (tem a de sete lugares), na versão topo de linha Shine. As dimensões externas são maiores do que aparentam e o bom entre-eixos é responsável pelo generoso espaço interno dos passageiros: comprimento de 4.320 mm, distância entre-eixos de 2.675 mm, largura de 2.019 mm com e altura, de 1.663 mm.

Produzido em Porto Real, no Rio de Janeiro, o Aircross tem uma aparência musculosa, linha de cintura alta e para-lamas dianteiros que se destacam e reforçam a aparência. Com uma grande área envidraçada, o modelo familiar tem muito espaço interno, tanto atrás como na frente. Os bancos são agradáveis e acomodam bem quatro passageiros.

O quinto, como em todos os carros, no meio do banco traseiro, nunca fica bem acomodado. O banco traseiro é regulável e rebatível, aumentando o bom espaço do porta-malas (493 litros).  Tanto os bancos como o ar condicionado têm suas regulagens manuais. Os passageiros do novo Aircross á disposição porta-copos e conectores USB.

Um ponto negativo é a posição dos botões de acionamento dos vidros elétricos traseiros. Tanto para os passageiros como para o motorista é difícil o acionamento. Ele está posicionado entre os bancos dianteiros, mas muito atrás. Então, para o motorista acionar precisa de uma grande “ginástica” e para os passageiros do banco traseiro, têm que tirar o cinto de segurança e se deslocarem para a frente. Nada seguro ou prático.


O motorista tem á sua disposição duas telas digitais, ambas com fácil visualização. A do painel de instrumentos, á sua frente, possui velocímetro, conta-giros, distâncias, consumo, temperatura e capacidade disponível no tanque (47 litros). Ao centro, a outra tela, é multimídia  e dispõe de poucas informações. Ela pode ser “pareada” com o Android Auto ou Apple CarPlay. Para facilitar as manobras, o modelo conta com a útil câmera de ré.

A direção com assistência elétrica e o volante multifuncional de boa pega, permitem uma condução tranquila e agradável. Apesar da regulagem do volante ser apenas na altura, achar a melhor posição de dirigir não é difícil. Outra coisa muito boa é o baixo nível de ruídos no habitáculo, coisa rara, principalmente, nos modelos franceses do passado, que tinham uma suspensão mole e barulhenta.

Desempenho

Andar no C3 Aircross é bem interessante, já que o desempenho, a dirigibilidade, estabilidade e segurança são muito boas para um veículo do segmento familiar. Com motor de três cilindros, flex, turbo alimentado, o modelo entrega a potência máxima de 125 com gasolina e 130cavalos com etanol e o torque de 20,4 m·kgf. A transmissão é CVT, que simula sete marchas, dentro do possível, não compromete e tem trocas suaves.

Durante a avaliação atingimos a velocidade máxima de 190 quilômetros por hora e a aceleração foi feita, de 0 a 100 km/h, em 9,9 segundos (com etanol). Com relação ao consumo médio, o C3 Aircross poderia ser melhor, mas está junto com os modelos do segmento. Se por exemplo compararmos com a Spin, o modelo francês é bem mais econômico. Ele faz na cidade, com etanol, 7,1 km/l e na estrada 8,7 km/l. Já com gasolina o kodelo consome 10,6 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada.

Dirigindo o modelo passa para o motorista, tranquilidade, graças á boa estabilidade. Mas tem que ser levado em conta que o motorista está dirigindo um modelo alto e grande, alias, como os demais do segmento. A suspensão dianteira é McPherson e a traseira por eixo  de torção.
O SUV C3, com freios dianteiros a disco ventilado e a tambor na traseira, param em espaços reduzidos e sem desvios.

Durante a avaliação pegamos alguns trechos de terra, e o SUV teve um comportamento muito bom e com boa absorvição das irregularidades. Não houve necessidade durante a avaliação fora do asfalto, mas para precisar, a altura do solo permite até algumas “aventuras” e é facilitado pelo bom ângulo de ataque e saída. O C3 tem 23,8 graus de entrada e saída de 32o. (Antônio Fraga)

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Hyundai Motor e a Caoa anunciam nova parceria

A Hyundai Motor Brasil Montadora de Automóveis e a Caoa Montadora de Veículos anunciam a atualização de sua parceria para a comercialização dos veículos da marca Hyundai no Brasil. Pelo novo modelo de negócio, a subsidiária brasileira da fabricante sul-coreana passa a coordenar desde a importação até a distribuição final de todo o portfólio de veículos Hyundai. A rede de concessionárias Hyundai será unificada, oferecendo veículos importados e os produzidos no Brasil.

A Caoa terá participação monetária em todas as importações feitas pela Hyundai e, por meio de sua fábrica em Anápolis (GO), produzirá novos modelos da marca sul-coreana, atendendo programação estratégica definida pela Hyundai. A Caoa será remunerada pela disponibilização da sua capacidade de produção em Anápolis e também será remunerada por unidade produzida.

“A partir de agora, todo o portfólio global da Hyundai passa a ter sua comercialização no Brasil simplificada e agilizada a partir da atualização da parceria entre Hyundai e Caoa, respondendo ao momento atual, de elevada competitividade e crescente eletrificação do setor automotivo, e provendo de maneira mais efetiva a visão da Hyundai de Progresso para a Humanidade”, diz Airton Cousseau, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil e Hyundai Motor Américas Central e do Sul.

“Estamos orgulhosos em anunciar esse novo modelo de parceria que fará tanto a Hyundai quanto a Caoa crescerem. Nossa fábrica está totalmente preparada para receber os novos veículos e estamos comprometidos em contribuir para que a Hyundai alcance novos patamares de vendas. Temos um profundo carinho pela marca Hyundai, que faz parte da nossa história de sucesso e de nossos projetos futuros”, diz Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, presidente da Caoa.

Com a rede unificada, haverá 250 concessionárias distribuídas pelo País. Todas terão seus contratos de concessão atualizados e vão comercializar e dar manutenção ao portfólio completo de veículos da marca disponível no Brasil, o que inclui também futuros lançamentos. O Grupo CAOA seguirá com o maior número de concessionárias, com 46 lojas. Com essa quantidade de pontos de venda, a Caoa continuará a ter a maior participação no volume de veículos Hyundai comercializados.

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