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Volvo produz caminhão FH movido a 100% biodiesel

A Volvo está oferecendo uma nova versão do caminhão FH com a possibilidade de rodar com 100% de biodiesel (B100). A comercialização é feita sob encomenda. Conforme previsto por lei, o transportador precisa de autorização da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, uma vez que o B100 não está disponível comercialmente para uso em veículos no País.

A alternativa atende a um pedido de frotistas que produzem seu próprio biodiesel, principalmente a partir de soja.

“Ainda é um volume restrito de clientes. Mas estamos empenhados em garantir mais uma possibilidade de utilização de biocombustível, em linha com nossa visão de contribuir para a descarbonização dos transportes”, assegura Alcides Cavalcanti, diretor executivo da Volvo Caminhões.

Veículos comerciais abastecidos exclusivamente com biodiesel reduzem entre 30% e 70% as emissões de CO2.

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Diesel aumenta em quase todo o país em fevereiro

O litro do diesel comum ficou 0,50% mais caro na primeira quizena de fevereiro, ante o fechamento de janeiro, e foi encontrado a média de R$ 6 nas bombas de abastecimento do país. Já o tipo S-10 registrou acréscimo de 0,66% e foi vendido a R$ 6,14. 

“As altas no preço do diesel seguem a tendência do início da vigência das novas alíquotas do ICMS em fevereiro, que encareceu o combustível repassado ao caminhoneiro, fazendo a média nacional cravar acima de R$ 6, como é o caso do diesel S-10”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Segundo levantamento do IPTL – Índice de Preços Edenred Ticket Log que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa.A Região Nordeste liderou o ranking do maior aumento no preço dos dois tipos, com o comum 1,66% mais caro e comercializado a R$ 6,12; e o S-10 com incremento de 1,31% e média de R$ 6,17. Ainda assim, a Região Norte apresentou o preço médio mais alto de todo o território nacional para ambos – R$ 6,62 comum e R$ 6,51 o S-10. 

Apenas a Região Sul registrou redução no preço do diesel comum, que ficou 0,51% mais barato, ante janeiro, e fechou a quinzena a R$ 5,80. Em contrapartida, o S-10 vendido nos postos sulistas encareceu 0,51% e foi comercializado a R$ 5,90. Entre as regiões, essas foram as médias mais baixas para os dois tipos de diesel. Apenas o Sudeste apresentou estabilidade no preço do tipo comum, vendido a R$ 5,91, e o Norte para o S-10. 

Entre os destaques por estado, o Amazonas registrou o maior acréscimo no preço do diesel comum, de 5,48%, que fechou a quinzena a R$ 6,54. Já a maior média do país para esse combustível foi encontrada nas bombas de abastecimento de Roraima, a R$ 7,11. Também houve redução e a Paraíba liderou com o recuo mais expressivo no preço do tipo comum, de 1,62%, que fechou a R$ 6,08. Porém a média mais baixa foi encontrada no Paraná, a R$ 5,72. 

Na Bahia o diesel S-10 fechou a R$ 6,25 com aumento de 3,65%, o maior entre os estados. Mas o S-10 mais caro foi encontrado nos postos de abastecimento do Amapá, a R$ 7,46. Entre as reduções para esse combustível, a maior, de 0,33%, foi registrada no Maranhão, onde o preço do litro fechou a R$ 6. Já a média mais baixa foi comercializada nas bombas do Paraná, a R$ 5,86. 

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Joinville decreta emergência após vazamento de ácido sulfônico

Um caminhão carregado de ácido sulfônico – produto químico usado na fabricação de detergentes e desengraxantes para obtenção de espuma – tombou hoje de manhã (29) na estrada estadual SC-301, que dá acesso à Serra Dona Francisca, no município de Joinville, em Santa Catarina.

O acidente foi por volta das 7 horas, após o motorista perder o controle do veículo e se chocar contra uma ribanceira. O primeiro atendimento foi realizado pela Polícia Rodoviária Militar que interditou a pista.

Ainda pela manhã, a prefeitura de Joinville decretou situação de emergência e interrompeu a captação de água da Estação de Tratamento de Cubatão, para evitar o recebimento do produto e a contaminação do sistema. A medida foi preventiva, já que a substância foi despejada no Rio Seco, que é um afluente do rio Cubatão.

Derramamento

Um gabinete de crise foi criado para evitar que o derramamento do produto cause danos maiores ao meio ambiente e prejudique a população. Segundo o major Ruy Florêncio Teixeira Júnior, da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, o produto possui baixa toxidade e a situação já está sendo controlada, por meio de uma empresa terceirizada contratada para realizar a limpeza do local.

“Como qualquer produto químico ele tem algum grau de toxidade, mas a Polícia Militar Ambiental não identificou até o momento alguma mortandade de peixes ou animais relacionados ao vazamento”, explica.

Derramamento de ácido sulfonico na estrada SC301 em Joinville. Foto: Polícia Militar Ambiental de SC/Divulgação

Ainda segundo o militar, amostras do material foram recolhidas para apuração criminal e administrativa referente à infração ambiental.

Segundo informou, por nota, a prefeitura do Joinville, o motorista do caminhão, um homem de 59 anos que não foi identificado, foi resgatado no local do acidente com ferimentos pelo corpo, mas consciente. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal São José e tem quadro de saúde estável, mas permanece em observação. (Agência Brasil)

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Comgás e Senai oferecem curso de retroescavadeira para mulheres

A Comgás em parceria com o Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e a ONG Mulher em Construção, está oferecendo curso de formação de operação de retroescavadeira para mulheres, em São Paulo e Campinas. Serão ofertadas 12 vagas, em duas turmas.

O curso é gratuito e as interessadas precisam ter mais de 18 anos, possuir CNH – Carteira Nacional de Habilitação, na categoria D, e experiência inicial em direção de veículos de médio e grande porte como micro-ônibus, caminhão, ônibus, entre outros.

Na grade curricular, serão ministrados conhecimentos na parte teórica e prática. Com a utilização de retroescavadeiras, o treinamento contará com a parceria das empresas Sial Engenharia e Engemont Construções na turma de São Paulo, e Uniforte Engenharia na turma de Campinas, para a utilização do espaço e maquinário.

“É uma grande oportunidade para as mulheres que desejam uma qualificação profissional para se inserir no mercado de trabalho. E o setor, claro, também se beneficia, com maior diversidade de profissionais capacitadas”, afirma Carla Sautchuk, Diretora de Operações e Serviços da Comgás.

Serviço
Curso de Formação de Operação de Retroescavadeira para mulheres
Turma São Paulo
Aulas: 20/01/24 – 27/01/24 – 03/02/24, das 8h às 17h.
Inscrição até 03 de janeiro
Turma Campinas
Aulas: 24/02/24 – 02/03/24 – 09/03/24, das 8h às 17h.

Inscrição até 31 de janeiro

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Preço do diesel comum cai 1,80% e tipo S-10 fica 1,28% mais barato

Após o último reajuste no preço médio do diesel vendido ás distribuidoras, válido desde o dia 8 de dezembro, o litro do tipo comum foi comercializado a R$ 6,01 no dia 11 de dezembro e ficou 1,80% mais barato para os motoristas, quando comparado ao dia 7 de dezembro, data anterior à redução. Já o tipo S-10 fechou o dia 11 a R$ 6,18, com redução de 1,28%. Os dados são Índice de Preços Edenred Ticket Log.

“Ainda quando comparamos o preço médio nacional do diesel praticado no 7, com a média registrada no dia 11 de dezembro, identificamos que o reajuste representou uma economia de R$ 0,11 centavos para os motoristas que abastecem com o tipo comum e de R$ 0,08 para quem opta pelo diesel S-10”, destaca Douglas Pina, diretor-geral de mobilidade da Edenred.

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Ford Transit aumenta sua linha com a versátil opção Chassi

A Ford continua ampliando o seu portfolio de veículos comerciais Transit. Depois de investir numa operação para a fabricação das vans no Uruguai e num enorme deposito de peças no interior de São Paulo, a marca americana amplia suas ofertas com a Transit Chassi. A nova versão comercial, assim como as demais versões da Transit, conta com conectividade inéditas no segmento, além da tração e rodado duplo na traseira. A versão chassi chega com duas possibilidades: PBT de 3,5 t (que pode ser conduzida por quem tem CNH B) e 4,7 t (CNH tipo C).

Versões

A Transit Chassi tem na versatilidade uma das suas principais características. Com PBT técnico de 4,7 t, capacidade volumétrica de até 21 m3 e balanço traseiro ajustável, que permite um comprimento total de 6,10 ou 6,60 m, ela oferece duas homologações legais. A versão de 4,7 t tem capacidade máxima de carga de 2.601 kg e a versão de 3,5 t carrega 1.401 kg.

A oferta de duas versões a partir de um único produto base permite a unificação da frota para atender diferentes aplicações, como baú, carga seca, plataforma e serviços, entre outras e com menor complexidade de peças e serviço.

A Transit Chassi é equipada com a mesma motorização dos demais modelos da linha, um 2,0 litros EcoBlue diesel, com potência de 165 cavalos a 3.500 rpm e torque de 39,7 kgfm a 1.750-2.750 rpm, e transmissão manual de seis velocidades. Entre outros avanços, ele tem quatro válvulas por cilindro, turbo de geometria variável, correia de sincronismo banhada em óleo e utiliza óleo SAE 5W30 com trocas a cada 20.000 km.

Com cabine modular e conceito monobloco, construída com liga de boro e aços de ultra resistência, a Transit Chassi que garante boa capacidade torsional e grande estabilidade. Essa estrutura permite que o veículo rode muitos anos com a sua robustez preservada, o que reduz o custo de manutenção e se reflete também no valor de revenda.

Muito equipada a versão Chassi, assim como as demais versões, já vem de série com central multimídia Sync Move com tela de 8”, Android Auto e Apple CarPlay, direção elétrica, ar-condicionado, comandos no volante, três modos de condução (Eco, Normal e Escorregadio), travas e vidros elétricos.

Seus recursos de segurança incluem controle eletrônico de estabilidade e tração, controle de torque em curvas, controle eletrônico anticapotamento, estabilização de vento lateral e controle de carga adaptativo.

Outro item positivo é a posição de dirigir, garantindo boa ergonomia e conforto para o motorista. O volante tem ajustes de altura e profundidade, banco com três níveis de ajuste, bom espaço para as pernas e alavanca de marchas em posição elevada. A cabine conta com compartimento para carregamento de celular com USB, vários porta-copos e porta-documentos que facilitam a rotina de trabalho.

Custo

O custo de operação é um item chave para quem adquirir um veículo desse porte. Segundo a Ford, a Transit Chassi chega com um foco muito forte nesse aspecto, com um custo total 25% menor que a principal concorrente, a Sprinter, considerando seguro, consumo de combustível, manutenção preventiva e corretiva e peças de colisão.

Além disso, ela é a única que vem com conectividade embarcada de fábrica integrada à arquitetura do veículo, sem custo adicional, que permite reduzir os riscos de ocorrências e paradas inesperadas.

Ela também facilita a gestão dos veículos com o aplicativo FordPass e o portal FordPass Pro para clientes frotistas, incluindo recursos como a localização do veículo, acesso remoto aos dados de consumo de combustível e odômetro, recebimento de alertas de funcionamento e geração de relatórios de indicadores para o negócio.

Transformação

A Ford Pro garante o suporte ao cliente na transformação do veículo para atender às necessidades de cada tipo de aplicação com qualidade e eficiência. A área dedicada de engenharia da empresa conta com recursos próprios e instalações para o desenvolvimento de modificações e testes dos veículos para usos específicos de grandes frotas e entidades do governo.

A marca também dá suporte aos modificadores com o programa de certificação Ford Pro Convertor para garantir a qualidade do produto final. O Ford Pro Convertor é um processo mundialmente reconhecido de certificação de transformadores, que disponibiliza informações técnicas dos produtos, o manual do implementador e um conjunto de ferramentas de manufatura e engenharia para que a implementação e as modificações sejam feitas com qualidade, preservando o desempenho e a garantia do veículo.

Como exemplos de aplicação da linha, a Ford apresentou versões da Transit Chassi implementadas como Centro de Comando Móvel, baú, carga seca e guincho plataforma, além da furgão equipada como ambulância.

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