BMW

Nova BMW X7 M60i já está á venda por R$ 1.154.950,00

Depois de recentemente lançar o i7 e o M2, a BMW, líder de vendas do segmento premium no Brasil, está começando a vender o novo X7. Com novo visual, luxo, espaço para sete passageiros, o novo BMW X7 completa a linha de veículos de superluxo da marca alemã.

Com visual renovado, o BMW X7 aposta em linhas ousadas e robustas. O conjunto ótico dianteiro segue a linha adotada no sedã i7, com faróis divididos em duas seções: a parte superior é responsável pelo LED de condução diurna e a parte inferior, também em LED, é responsável pela iluminação noturna. O para-choque conta com entradas de ar mais esportivas e as rodas, de 22 polegadas, completam o caráter executivo-esportivo do modelo.

Por dentro, o destaque é o BMW Live Cockpit Professional, uma incrível tela curvada, composta por duas telas, com 12,3” (painel de instrumentos) e 14,9” (multimídia). O sistema, que estreou no BMW iX e está presente em outros modelos da marca, o sistema exibe informações de maneira clara e intuitiva, facilitando a pilotagem do esportivo.

Vendido exclusivamente na versão M60i, o novo BMW X7 é equipado com um V8 TwinPower Turbo, que gera 530 cavalos de potência entre 5.500 e 6.000rpm e 750 Nm entre 1.800 e 4.600rpm. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos e velocidade máxima limitada a 250 km/h. O câmbio é automático de oito marchas e a tração é integral nas quatro rodas.

Preço
BMW X7 M60i
R$ 1.154.950,oo

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Novo scooter C 400 da BMW já está á venda no Brasil

Lançada com muito sucesso na Europa em 2018, a linha de  scooters de média cilindrada da BMW já está sendo fabricada em Manaus-AM.
Renovada, a C 400 X tem motor monocilíndrico de 350 centímetros cúbicos, potência máxima de 34 cavalos a 7.500 rotações por minuto e torque máximo de 35 Nm a 5.750 rpm.
Com design ousado e esportivo, o scooter da marca alemã pode ser adquirido em duas opções de cores: preta metálica e branca com detalhes azuis e vermelhos. A transmissão é CVT (continuamente variável).

O modelo tem rodas de 15 polegadas na dianteira e 14 polegadas na traseira e o tanque de combustível tem capacidade de 12,8 litros.

Muito bem equipada, o scooter BMW conta com controle de estabilidade automático (ASC), ABS, farol/lanterna/setas em LED, sistema Keyless para partida sem chave, tomadas USB de 12 volts, e um compartimento expansível sob o banco que permite transportar um capacete fechado ou objetos de até 5 quilos.

Preço
BMW C 400 X R$54.900,00
Versão Sport a R$59.900,00.

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Do videogame para as pistas: Hypebud promove competição no ECPA

Cada vez mais populares no país, as provas de arrancadas têm conquistado adeptos progressivamente, principalmente no universo dos gamers, em que os jogos de corrida estão entre os favoritos.

Trazendo emoção e velocidade, as competições de arrancada pressupõem o uso de carros aparentemente “comuns”, ou seja, veículos de passeio que podem ser adquiridos por qualquer motorista, mas que são internamente preparados para ganharem velocidade no menor tempo possível. O que parecia ser uma realidade apenas nas telas de vídeo game, agora é esporte para os jogadores que se tornaram pilotos na vida real.

Assim, a Hypebud, agência de marketing de atenção, reunirá influenciadores e pilotos no Hype for Speed, competição de arrancada de carros de luxo que acontecerá no dia 7 de outubro, a partir da 8 horas, no ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo), localizado no interior de São Paulo.

Quem encabeça a lista de participantes ilustres que compõem o universo de gamers, influenciadores e pilotos é Jon Vlogs, influenciador e fundador da Hypebud.

Tendo como apresentador o influenciador ‘Boca de 09’ e como comentarista o influenciador ‘Maumauzk’, o Hype for Speed traz a proposta de apresentar os confrontos clássicos das competições de arrancadas, extremamente populares nos Estados Unidos, em uma pista com cerca de 200 metros de comprimento, onde dois veículos disputam corrida dentro de uma reta nivelada.

A competição tem início com os carros completamente parados, para ver quem faz o percurso em menor tempo. Como o espaço a ser percorrido é curto, vence a prova o veículo que tiver a melhor arrancada.

“O Hype for Speed é uma excelente oportunidade para celebrarmos o encontro de amigos que dividem as mesmas paixões: games, carros e competições. A Hypebud busca sempre proporcionar aos parceiros, influenciadores e público as experiências mais diferentes, trazendo referências internacionais. Nosso foco é lançar tendências no Brasil, principalmente para atingir um público jovem irreverente e atento às tendências do mundo inteiro”, explica Gabriel Moraes, CEO da Hypebud.

A venda de ingressos é aberta para os pilotos que desejarem levar seus carros para competir nas provas de arrancada. Ao adquirir a entrada como piloto, a organização coleta informações prévias sobre o veículo e, no dia da competição, tanto o motorista quanto o carro passarão por avaliações, como teste do bafômetro, inspeção mecânica e assinatura de termo de responsabilidade.

Os pilotos que não passarem da avaliação serão ressarcidos integralmente no valor do ingresso. As disputas serão realizadas em pares e organizadas por sorteios, ou os pilotos podem se desafiar entre si. Os carros serão divididos em três categorias: tração dianteira, tração traseira e 4×4. Ganha quem conquistar o melhor tempo e os vencedores vão levar troféus para a casa.

Para quem deseja assistir, o evento é aberto para o público em geral. Divididas em pista, premium e camarote, as entradas variam de preços e acessos, que vão desde a arquibancada até os espaços com acesso exclusivo aos carros, à pista e aos pilotos e influenciadores.

Os confrontos entre os influenciadores convidados já estão marcados para garantir o entretenimento. Entre os carros dos participantes, será possível ver o desempenho de modelos como Ferrari, Lamborghini, Porsche, BMW, Audi, Nissan e Mazda.

“O Hype for Speed chega como mais uma opção para quem é apaixonado por carros, velocidade e game. Conseguimos unir um time de pilotos e influenciadores digitais que entregam muito prestígio ao evento. A parceria com a Ubisoft também é um acerto incrível. É uma das maiores empresas de games do mundo, que vai fazer um dos seus principais lançamentos do ano durante o campeonato. The Crew é um jogo que tem tudo a ver com a vibe que queremos levar e, sem dúvida nenhuma, consolida a franquia impactando o público certo”, acrescenta Moraes.

Confira os pilotos e os carros que já têm provas marcadas:

  1. Jon Vlogs (Ferrari 488 GTB) x Hudson (Lamborghini Urus)
  2. Renato Garcia (Nissan GTR R-35) x Boquinha (Mazda RX7)
  3. Cerol (Lamborghini Huracan) x Racha XP (Porsche 991 S)
  4. FNX (BMW X6 serie M) x Thireis (Audi R8 V10)

Serviço
Hype for Speed
Data: 7 de outubro de 2023
Horário: 8h
Local: ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo) – Rodovia SP-135, km 13,5, Piracicaba/São Paulo
Venda de ingressos: https://byma.com.br/event/64d41a7d5406fb0008c380d8

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Coluna Fernando Calmon – Mobilidade Verde traz desafios e exige cautela ao propor ações

Coluna Fernando Calmon nº 1.269 — 19/9/23

Mobilidade Verde traz desafios e exige cautela ao propor ações

Até o final deste mês o Governo Federal anunciará a segunda fase do programa Rota 2030 que estabelece incentivos para desenvolvimento local de novas tecnologias para diminuir o consumo de combustíveis de origem fóssil e também de biocombustíveis como o etanol. Uma das decisões será o critério muito mais válido de calcular o gasto energético pelo critério do poço-à-roda do que apenas do motor-à-roda.

O programa também mudará de nome e passará a se chamar Mobilidade Verde. Os rumores dão conta de que há intenção de acelerar o processo de aditivação de biodiesel ao diesel não renovável. E também o aumento de 27% para 30% do teor de etanol anidro na gasolina.

As duas premissas (a confirmar) precisam de estudos mais profundos. No caso do biodiesel há forte oposição da indústria sobre os percentuais que podem chegar a 15%, mas deveria se limitar a 10%. Quanto ao etanol também seria necessário pesquisar no caso de motores mais antigos com injeção indireta ou direta de combustível, hoje na maioria da frota circulante.

Quando fiz a mediação no mês passado de um dos debates (O Futuro da Mobilidade Sustentável) no 30º Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, enderecei uma pergunta direta sobre esse assunto ao diretor do departamento de biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes. Ele esclareceu que testes em laboratório e em campo deverão comprovar que essas aditivações não trarão prejuízos aos motores ou à sua manutenção.

Outra decisão que seria anunciada pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços é a taxação (hoje zerada) de 35%, ao longo de três anos, do Imposto de Importação (I.I.) de carros elétricos. Se o Brasil deseja que exista produção local desses veículos, não há o menor sentido de retirar o gravame de veículos importados. Até por questão de isonomia com automóveis de motor a combustão.

Este é um ponto que traz discussões e envolve suspeitas de subsídios ocultos dos produtos chineses exportados para todo o mundo. A União Europeia acaba de acusar de dumping (venda a preços subsidiados) a indústria de veículos elétricos da China e estuda uma taxação extra de 10% a 15%.

Marcas chinesas – GWM e BYD – acenam para fabricação (ou mesmo simples montagem) de elétricos no Brasil. Se o I.I. é zero, fica mais rentável simplesmente importar.

A ver se rumores vão se confirmar e os desdobramentos destas decisões.

BMW apresenta M2 como modelo raiz

Um posicionamento muito claro do fabricante alemão foi confirmado por declarações do executivo responsável pelo desenvolvimento técnico da marca, Frank Weber, ao site australiano Carsales que controla o congênere Webmotors no Brasil.

Ao contrário de outras marcas, a BMW faz questão de pontuar: “Não anunciaremos nenhuma data de término de motores a combustão, pois é impossível fazer mudanças estruturais, industriais e culturais necessárias para a produção apenas de veículos 100% elétricos até 2030. Eles coexistirão pelo próximos 10 a 15 anos.”

Trata-se de uma posição corajosa em contraste com outras marcas que escolheram se precipitar. Uma prova do caminho escolhido é a vinda do México (isento de imposto de importação recíproco entre os países) do visceral M2. O modelo é um cupê de dimensões menores que o Série 3 e se caracteriza pela grade frontal diferente da tradicional da marca, além de soluções atraentes como as “bolhas” nos para-lamas traseiros e as inusitadas quatro saídas de escapamento para um motor de seis cilindros em linha, 3-L, biturbo, 460 cv e 56 kgf·m.

O interior apresenta o alto padrão de acabamento da marca, além do arrojado conjunto de tela curva: 12,3 pol. no quadro de instrumentos e 14,9 pol. na central multimídia. Os dois bancos traseiros, previsivelmente, têm pouco espaço para as pernas, porém o porta-malas é razoável (390 litros).

Apesar dos 1.725 kg de massa total, o M2 atrai pelo alto desempenho: 0 a 100 km/h, em 4,1 s com câmbio automático epicíclico de oito marchas. Câmbio manual existe no exterior, mas não será oferecido aqui. Há duas versões: Coupé por R$ 617.950 e Coupé Track com bancos dianteiros tipo concha por R$ 667.950.

208 com motor 1-L turbo pode aposentar o 1,6-L

O estilo é reconhecido de longe e sempre representou um ponto de grande destaque da marca francesa. No entanto, ficava devendo em termos de desempenho frente aos concorrentes que migraram rapidamente para motores com turbocompressor. Com a formação da Stellantis, em janeiro de 2021, o cenário mudou. E o Peugeot 208 acabou recebendo primeiro o motor tricilindro 1-L turbo do novo Grupo, antes mesmo do hatch Fiat Argo.

Este é o motor flex de 1.000 cm3 mais potente com etanol ou gasolina entre os produzidos atualmente no Brasil: 130 cv (E)/125 cv (G) e 20,4 kgf·m (para ambos os combustíveis e neste caso o valor é igual ao motor da VW de mesma cilindrada, cuja vantagem está em rotações mais baixas – 2.000 rpm contra 4.250 rpm).

No entanto, o câmbio automático CVT de sete marchas no uso cotidiano garante a elasticidade que falta ao motor aspirado de 1,6 L, ainda oferecido pelo fabricante francês, mas que pode ser aposentado.

A Peugeot oferece três versões com o novo motor e preços entre R$ 99.990 e R$ 114.990. A mais cara inclui rodas de liga leve de 17 pol. e teto solar (opcional na versão de R$ 100.000), além de seis airbags (dois do tipo cortina) e outros itens de segurança em um pacote de série que inclui alerta de colisão frontal com frenagem automática de emergência e detecção de pedestre, entre outros.

Na viagem de avaliação o conjunto mecânico entregou o que faltava em termos de desempenho com resposta imediata ao acelerador e registro de 0 a 100 km/g em 9 s (E) e 9,2 s (G).

O volante hexagonal é único com base e topo achatados que, em princípio, parece estranho, mas não fica difícil de se adaptar e permite visão completa do quadro de instrumentos por cima dele. O acabamento interno é bom, comportamento em curvas perfeito e freios com potência adequada.

O 208 deve receber em 2024 as modificações já feitas no homônimo francês. Já o 2008 passará a ser fabricado na Argentina. 

Semana Nacional do Trânsito: 18 a 25 de setembro

Pelo 26º ano consecutivo se comemora essa campanha prevista no Código de Trânsito Brasileiro que conta, entre os principais impulsionadores, a ONG Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

“Faça o bem, não importa a quem” é a linha mestra do movimento em 2023, que pretende induzir uma maior conscientização entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres com o objetivo de diminuir o número de 94 mortos diárias em média no trânsito urbano e rodoviário.

No site https://www.onsv.org.br/semana-nacional-transito/campanhas é possível, mediante um cadastro simples, baixar gratuitamente peças de divulgação para todas as mídias incluindo desde banners até posts e spots para rádio e vídeo.

Entre os seis posts que cobrem todo universo da segurança viária destacam-se: “Leve sua calma para ruas e rodovias” e “Os pequenos só estão seguros, nos equipamentos de segurança”.

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Movido a hidrogênio, BMW iX5 é testado no deserto dos Emirados Árabes Unidos

Lançar uma nova tecnologia exige uma série de testes em todas as condições possíveis encontradas na Terra, até mesmo as mais extremas. Depois de passar por testes no frio intenso de Arjeplog, o BMW iX5 movido a hidrogênio está experimentando um pouco de calor no deserto dos Emirados Árabes Unidos.

Por lá, o sistema de propulsão a hidrogênio passou por testes em temperaturas de até 45° C, além de enfrentar areia e poeira. A equipe de desenvolvimento baseada em Munique examina tanto a funcionalidade de todos os sistemas elétricos sob condições extremas como o fornecimento de potência de refrigeração para permitir o desempenho total do veículo.

O BMW iX5 Hydrogen combina capacidade de longa distância e paradas curtas para reabastecimento com uma condução totalmente livre de emissões. O BMW iX5 Hydrogen possui um sistema de células de combustível que gera uma potência de 125 kW/170 cv e uma unidade de propulsão altamente integrada que utiliza a tecnologia BMW eDrive de quinta geração (o motor elétrico, a transmissão e a eletrônica de potência estão agrupadas numa caixa compacta).

A potência total do sistema de transmissão é de 401 cavalos. O hidrogênio necessário para alimentar a célula de combustível é armazenado em dois tanques de 700 bar feitos de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP). Juntos, esses tanques podem conter cerca de seis quilos de hidrogênio. Esta capacidade de armazenamento dá ao BMW iX5 Hydrogen uma autonomia de 504 km (313 milhas) no ciclo WLTP.

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Super esportivo BMW M2 já está á venda no Brasil por 667.950,00

Espetacular! É a melhor definição para o modelo que a BMW apresentou esta semana: o M2. Equipado com um motor bi-turbo com tecnologia M Twin Power de seis cilindros em linha com 460 cavalos e 550 Nm de torque, que envia toda sua força para o eixo traseiro por meio da transmissão automática M Steptronic de oito velocidades.


O M2 atinge a velocidade máxima limitada eletronicamente de 290 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 em apenas 4,1 segundos.


A belíssima e esportiva carroceria coupé compacta e com apenas duas portas (como se espera de um verdadeiro esportivo), tem um entre eixos curto e distribuição de peso 50:50, são ideais para uma condução esportiva.
E esportividade não falta ao modelo, que pode ser considerado o modelo mais purista e emocionante do segmento.

Preço:
BMW M2 M2 Coupé R$ 617.950,00
BMW M2 M2 Coupé Track R$ 667.950,00.

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Coluna Fernando Calmon — Carros básicos enfrentam problemas para sobreviver

Coluna Fernando Calmon nº 1.268 —12/9/23

Carros básicos enfrentam problemas para sobreviver

 

Desde os anos 1990 era fácil avaliar o percentual reservado a cada segmento quando um carro novo chegava ao mercado: 30% de versão básica, 50% na intermediária e apenas 20% para a versão mais cara da linha. Esses percentuais foram se alterando com o tempo e passaram para outra distribuição, consolidada a partir de escassez de semicondutores durante a pandemia de covid-19.

Agora apenas 10% são básicos, 40% a 50% intermediários e 50% a 40% de topo. Na realidade os 10% de entrada são para frotistas e locadoras. Esse cenário já não pode ser explicado pela falta de componentes. Há uma razão mais evidente. Os apertos nas legislações de segurança e emissões estão inviabilizando as chamadas versões de entrada e até a oferta de modelos mais em conta.

No mercado brasileiro só há duas opções de subcompactos no chamado segmento A: Fiat Mobi e Renault Kwid, por cerca de R$ 70.000. Várias linhas de produtos de maior porte simplesmente suprimiram a versão básica. Fenômeno agravado pelo avanço dos SUVs e crossovers, modelos mais caros e rentáveis para as marcas.

Na Europa, estudo recente da consultoria LMC Automotive mostrou a mesma tendência. O relatório assinado por Sammy Chan indica: “Estamos vendo uma queda acentuada no número de modelos de entrada à venda, pois os fabricantes vêm optando por não produzir carros pequenos que dão retornos financeiros menores”.

Até mesmo os SUVs que dominam o mercado europeu sofrem. Os modelos intermediários e de maior porte deixam uma margem de lucro bem melhor, o que não acontece com SUVs e crossovers compactos. E o crescimento dos VEB (Veículos Elétricos a Bateria) agrava esse cenário.

Um modelo do segmento A deixa pouco espaço para uma bateria maior. O alcance hoje já é menor que o ideal para a maioria dos usuários, agravado pelos efeitos do clima frio. Serve bem para dirigir na cidade e em viagens curtas. Porém desencoraja compradores que precisam de um carro pequeno para cobrir todos os tipos de uso, incluindo viagens ocasionais de longa distância com bagagem pesada.

O consultor conclui que sempre haverá demanda por modelos básicos. No entanto, pode não atrair os fabricantes para redesenvolver esse segmento, se a lucratividade não for atraente.

Por coincidência ou não o presidente da BMW, Oliver Zipse, afirmou no recém-encerrado Salão de Munique: “O segmento de automóveis básicos desaparecerá ou não será feito pelos fabricantes europeus”.

Civic Type R: caso sério de pura emoção

Não é sempre que se pode desfrutar de uma semana inteira com um automóvel tão desafiador quanto prazeroso ao volante. Embora o conservadorismo exagerado da Honda continue reinante e lá do distante Japão tenha feito um corte de 7% na potência original do motor turbo 2-litros de 320 cv para 297 cv (torque inalterado de 42,8 kgf·m), ainda sobra bastante o que apreciar neste Civic. Aqui a marca não revela o desempenho na aceleração de 0 a 100 km/h, mas na Europa informa 5,8 s.

Arranquei de 0 a 105 km/h (para compensar eventual erro no velocímetro) em 6 s, a melhor de três tentativas. A sensação é incrível e basta puxar a alavanca uma única vez de primeira para segunda marcha. Um engate seco e preciso, a exemplo das quatro outras marchas que se sucedem. O ronco instigante do motor está no nível correto ajudado por alto-falantes, como se fosse necessário. O volante forrado de camurça preta e ótima sensação tátil contrasta com o vermelho do banco concha que garante firmeza lateral e dureza aceitável para a proposta do modelo. Atrás o espaço é para dois passageiros.

Não há dificuldade em manter o hatch de tração apenas dianteira na trajetória correta mesmo em curvas no limite de aderência. Para isso a seleção do modo +R é a mais indicada: sacrifica o conforto de rodagem por uma boa causa. E nas reduções do câmbio manual de seis marchas (uma ode aos saudosistas) surge a providencial aceleração interina para que a operação seja livre de trancos.

As alterações não se restringem às suspensões como uma do tipo multibraço atrás. As rodas de 19 pol. foram especialmente projetadas com borda invertida que exigiram pneus específicos Michelin Pilot Sport 4S 265/30 ZR19. É um conjunto compatível à proposta do carro e deve-se aceitar a natural aspereza, além do cuidado em evitar buracos. De qualquer forma a Honda preferiu sacrificar o volume do porta-malas e colocar um estepe convencional.

Nada foi deixado de lado no Type R. Da aerodinâmica refinada com uma vistosa e eficiente asa traseira (sem atrapalhar um milímetro da retrovisão) aos freios a disco Brembo de quatro pistões na frente e dois atrás, além do diferencial autobloqueante.

O preço é um previsível estraga-prazer: R$ 429.990 e incluído o pacote compulsório Traffic Alert o tíquete sobe para R$ 434.900.

Concorrentes da Ranger ficaram para trás 

De fato, o novo produto da Ford abriu espaço no disputado e altamente rentável mercado das picapes médias de cabine dupla. Esse segmento floresceu juntamente com o agronegócio brasileiro, mas também atrai admiradores em grandes e médias cidades e usuários de SUVs de maior porte.

Primeiro reflexo está na superioridade da Ranger não apenas em estilo e acabamento interno, mas em equipamentos como a grande tela multimídia vertical de 12,4 pol. e o potente motor V-6 diesel de 250 cv/61 kgf·m. A começar pelo assento do banco do motorista mais baixo que melhora a postura ao volante. Nível de ruído interno e vibrações evoluiu bastante e há o indispensável freio eletromecânico de autoimobilização, além do sistema desliga-liga o motor no para e anda do trânsito. Quem senta no banco traseiro tem acomodação melhor para as pernas.

A versão de topo avaliada Limited surpreende pelo inédito (em picapes) revestimento macio nas portas dianteiras. Há conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e recarga do celular por indução. Quadro de instrumentos eletrônico de 12 pol. traz todas as informações pertinentes ao uso dentro e fora de estrada, inclusive leitura das placas de trânsito de proibido ultrapassar. Senti falta de regulagem de altura do cinto de segurança.

Aceleração do motor é vigorosa e a caixa automática de 10 marchas colabora tanto para o desempenho quanto para as respostas instantâneas do acelerador. Freios e direção também se destacam na grande evolução da picape. Ótimo o acerto das suspensões: menos trepidação e inclinação nas curvas que reflete o oportuno reposicionamento dos amortecedores traseiros, agora externos às longarinas do chassi.

Pontos altos no uso fora de estrada: acionamento do modo 4×4 de forma automática sem necessidade de um diferencial central, controle de descida (HDC) com representação gráfica e calibração corretas, seletor de terrenos que funciona muito bem em especial no modo escorregadio e inclusão de um clinômetro visível no quadro de instrumentos e na tela central.

Especialistas em fora de estrada com quem conversei preferem borboletas atrás do volante para controle sequencial das trocas de marchas, além de botões dedicados para o HDC e bloqueio do diferencial traseiro, agora efetuados apenas pela tela central, mesmo tendo uma tecla de atalho no console para abrir a configuração off-road.

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Coluna Fernando Calmon — Territory agora oferece mais por preço menor

Coluna Fernando Calmon nº 1.266 — 29/8/23

 

Territory agora oferece mais por preço menor

Desde 1965 quando lançou o Bronco nos EUA como ano-modelo 1966 a Ford acumulou experiência no segmento de SUVs. Aqui foi responsável pelo primeiro utilitário esporte compacto, o EcoSport em 2003, que ficou sem concorrentes diretos até 2011 quando o Renault Duster estreou.

Encerrada a produção do EcoSport no Brasil, começou a importar o Territory do seu parceiro da China JMC, mas o produto apresentava limitações. Essa nova geração mostra uma evolução bem marcante a começar pelo estilo. Chama atenção a carroceria mais larga e alta do que a do Jeep Compass e pouco menor que o Commander de sete lugares. Porém a distância entre eixos (2.720 mm) cresceu apenas 10 mm.

Ainda assim quem viaja atrás ganhou espaço e assoalho plano. Os bancos dianteiros elétricos são confortáveis e ventilados, com 10 regulagens para o motorista e 4 para o passageiro.

Há duas telas geminadas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e sistema multimídia com carregador por indução e conexões Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de quatro portas USB. Todo o interior tem acabamento e materiais muito bons. Porta-malas agora com 448 litros (100 a mais).

Há um convincente pacote de segurança que inclui câmera 360°, sensores de obstáculos traseiro e dianteiro, frenagem autônoma de emergência (porém sem detectar pedestre e bicicleta), entre outros.

Motor 1,5 L turbo a gasolina ganhou vida – 169 cv e 25,5 kgf·m – e na viagem de avaliação foi rápido nas ultrapassagens, facilitadas pelo novo câmbio automatizado com duas embreagens banhadas a óleo e sete marchas. Em uso urbano tem o indispensável freio eletrônico de imobilização e ótima dirigibilidade.

O preço ficou menor: R$ 209.990 (R$ 10.000 a menos que o Territory anterior). Também é mais barato que Jeep Compass e VW Taos.

Elétrico BMW i7 60 alia grande conforto e desempenho

Novo modelo de topo da marca alemã é recheado de superlativos. A começar, dessa vez, por quem senta no banco traseiro que dispõe de uma inédita tela de 31 pol. que se desloca do teto, com resolução 8K, além de 36 alto-falantes e 1.865 W de potência sonora.

O passageiro do lado direito do banco conta com a função “primeira classe”: pode esticar as pernas à vontade com avanço elétrico do banco do passageiro dianteiro. Pacote de streaming de 20 GB/mês por um ano, com conexão 5G, é da Amazon Fire TV.

Todas as portas têm abertura elétrica que pode ser completa ou parcial, se os ocupantes preferirem. Quem está ao volante também conta com alto nível de tecnologia e duas telas conjugadas de 12,3 e 14,9 pol.

As dimensões do i7 impressionam: 5.390 mm de comprimento, 1.950 mm de largura e entre-eixos de 3.210 mm. Porta-malas segue o tom com volume de 500 litros. O sedã tem sistema de estacionamento totalmente automático.

Também oferece direção autônoma de Nível 3: o motorista não precisa tocar no volante, mas deve supervisionar o tráfego. O que porém só se aplica a algumas regiões da Alemanha, EUA e Japão.

Essa versão elétrica do sedã BMW de topo Série 7 conta com um motor em cada eixo, potência total de 544 cv e torque imediato de 77 kgf·m. A bateria de 101,7 kW·h permite até 479 km de alcance, ciclo Inmetro. Apesar de massa total de 2.595 kg, acelera de 0 a 100 km/h em impressionantes 4,5 s.

Preço é tão superlativo quanto o carro: R$ 1.282.950. Este ano a marca alemã pretende dobrar as vendas de modelos híbridos e elétricos.

Queda nos juros de financiamento, segundo o BC

Em julho o Banco Central informou que os juros para financiamento de carros novos (CDC) caíram para 26,1% ao ano. Isso ainda sem os reflexos da redução da taxa básica Selic em agosto e pode indicar uma tendência de redução mais acelerada nos próximos meses.

As concessionárias de veículos estão ansiosas para que a normalização chegue o quanto antes. Na semana passada o 31º Congresso & Expo Fenabrave, realizado no São Paulo Expo, atingiu os objetivos com sucesso.

Ao fazer um balanço do evento o presidente da entidade, José Maurício Andreta Jr, ressaltou a importância do mercado de carros usados que se reflete no comércio de veículos novos.

“Ideal seria dinamizar o Renave – Registro Nacional de Veículos em Estoque. Aplicado também aos usados garantiria mais segurança às transações. Bancos e financeiras estão sofrendo com a inadimplência e isso pesa muito na formação das taxas de financiamento”, concluiu.

Novo visual e equipamentos na Saveiro 2024

São 41 anos de mercado – a mais longeva picape compacta – e 1,6 milhão de unidades vendidas. A Saveiro 2024 continua com quatro versões e o mesmo motor EA-211 flex de 1,6 L, 116 cv (E)/106 cv (G) e 16,1 kgf·m/15,4 kgf·m, além do câmbio manual de seis marchas.

No entanto, a revitalização de suas linhas chega no momento em que as picapes chamam mais atenção de compradores como modelo da moda nas versões de quatro portas e cabine dupla.

Capô mais alto, grade de linhas marcantes, para-choque de aspecto mais robusto e reposicionamento dos faróis de neblina, além de retoques nas lanternas traseiras e para-choque completam o visual. A versão de topo Extreme recebeu novas rodas de liga leve de 15 pol. e desenho de belo visual.

No entanto, câmbio automático e motor turbo continuam de fora das mudanças mecânicas que lhe dariam mais competitividade. Devem surgir somente quando sua arquitetura for a mesma do Polo, ainda sem previsão.

A impressão de alta robustez se confirmou tanto no asfalto quanto na terra com caçamba vazia e também lastreada com sacos de areia em viagem de testes de mais de 200 quilômetros. Os preços vão de R$ 95.770 a R$ 114.850.

GWM confirma elétrico Ora 03 por R$ 150.000

Nada de preço com os enganosos decimais quebrados. A GWM confirmou R$ 150.000 para o Ora 03, na versão Skin e R$ 184.000, na GT para os hatches elétricos de entrada da marca. Haverá ainda uma série especial Skin Copacabana (200 unidades) pelos mesmos R$ 150.000 e com opcional de teto solar por exatos R$ 10.000. Ambos estão em pré-venda, porém as entregas só no final de novembro ou começo de dezembro próximos.

A principal diferença da versão GT, que tem o mesmo desempenho apesar da sigla inadequada, é uma bateria de maior capacidade: 48 kW·h na Skin e 63 kW·h, respectivamente.

O alcance ainda não foi homologado pelo Inmetro, mas deverá ser 30% maior que o Skin. Potência de 171 cv, 25,5 kgf·m de torque e aceleração de 0 a 100 km/h em 8,2 s, bem mais rápido que o BYD Dolphin de dimensões maiores e apenas 95 cv, 18,3 kgf·m e 10,9 s, respectivamente, com preço de R$ 149.800. Ainda não foi possível avaliar o desempenho no dia a dia do compacto da GWM.

O Ora 03 mostra um estilo mais jovial que seu rival direto e destaca-se pelo pacote de segurança passiva e ativa. Foi muito bem avaliado pelo Euro NCAP e é o primeiro compacto com airbag central entre os dois bancos dianteiros.

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Ressalva: O preço do Fiat 500e avaliado na coluna anterior foi reduzido para R$ 214.990 em junho, embora o site da marca informasse R$ 224.990 na semana passada. Agora está atualizado.

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Começa na Alemanha a fabricação da nova Nova BMW Série 5

Em clima de festa, a BMW começou a produzir na planta de Dingolfing, na Alemanha, o novo Série 5, incluindo a versão i5 totalmente elétrico. Na presença do ministro-presidente da Baviera, Markus Söder e do diretor da marca alemã, Milan Nedeljković, comemoraram também os 50 anos da fabrica.


Este é o terceiro modelo em produção nessa planta industrial, onde já são produzidos os iX e i7.
Esta fábrica foi inaugurada em setembro de 1973 e o primeiro carro que saiu da linha de produção foi um 520i na cor laranja.

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Elétricos BMW iX 40, iX3 e i4 contam com taxa zero no mês de julho


A BMW promove neste mês promoções comerciais para diversos modelos da marca alemã, com financiamento por meio da BMW Serviços Financeiros, além de outros benéficos aos clientes.
 

O modelo 2024 do BMW 320i é vendido em condições especiais com taxa especial de 0,99% ao mês, entrada de 60% e parcelamento em 24 meses. A mesma condição de financiamento é válida para todas as versões do BMW X1. 


Já a linha de elétricos também conta com ofertas únicas. O BMW iX3, versão 100% elétrica do X3, e o BMW i4, estão com taxa 0% de juros para planos com 60% de entrada e saldo em 24 meses para todas as versões.

Além das promoções, todos os veículos elétricos vêm acompanhados do carregador Wallbox.

BMW iX3

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