bateria

Algumas dicas para uma boa viagem nestas férias escolares

Com a chegada das férias escolares, muitas famílias programam viagens. Mas para que tudo corra bem, é necessário  alguns cuidados. Além de uma boa revisão no veículo e uma programação cuidadosa do roteiro da viagem, alguns itens são essenciais.

Arrancador Auxiliar de Partida

O primeiro item da lista é o arrancador auxiliar de partida com compressor inflador integrado, uma solução capaz de salvar as viagens e, até mesmo, de garantir a segurança das famílias. O produto é ideal para situações de emergência, em que a bateria do veículo descarrega ou o pneu fura.


Ele permite carregar a bateria sem a necessidade de outro veículo e encher os pneus até que se chegue a um borracheiro. Prático e fácil de usar, o equipamento é bivolt e possui 350A para a função de auxiliar de partida e 100psi para calibrar pneus, encher bolas, bexigas e outros infláveis garantindo também a diversão das crianças.

Geladeira Portátil

Outra dica para as famílias que adoram pegar estrada com as crianças nas férias é a mini geladeira de 24L e 12V. Ela é capaz de aquecer e refrigerar alimentos e bebidas, com indicador de frio e quente, e possui uma alça ajustável para garantir comodidade.

Acompanha também conector de 12V, com fusível de proteção para uso em veículos ou em conversores de tensão, e divisor de armazenamento – tudo isso para não deixar ninguém com fome ou sede no meio do caminho.

Aspirador de pó 

Aspirador de pó portátil de 12V ideal para manter os veículos sempre higienizados durante as viagens em família. Com alta potência para limpezas rápidas, oferece coletor de pó lavável e compartimento para acessórios incorporado.


O produto é bastante fácil de ser guardado e pode até ser levado no próprio carro. Possui um cabo de 4,9m, bico para limpeza de cantos, escova para tapete, tubo extensor flexível, coletor de pó e bolsa de armazenamento.

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Mistura Fina apresenta na Blacaman sucessos do rock dos anos 60 a 80

O Trio Mistura Fina se apresenta nesta sexta-feira, 28 de junho, na Cervejaria Blacaman, em Barão Geraldo, a partir das 20h, com um repertório formado por grandes sucessos internacionais das bandas de rock dos anos 60, 70 e 80. No set list, hits dos Beatles, Rolling Stones, Credence, R.E.M., Pearl Jam, Eric Clapton, Elvis, James Brown e outros astros também da música pop como Michael Jackson e U2. A entrada é gratuita.

O grupo é formado por Márcio Joe na guitarra e vocais, Nilson Ribeiro no violão acústico e vocais, e Ítalo Batera, na bateria. Joe já tocou em formações de bandas autorais como “Césio 137” e “Bamba Azul”. Nilson tem quatro CDs autorais e formação musical eclética, com forte influência do som dos anos 70. O baterista Ítalo é figura fácil nos palcos e bares de Campinas e região, e acompanha músicos de vários estilos.

Serviço
Mistura Fina – rock internacional, anos 60, 70 e 80
Onde: Cervejaria Blacaman
Avenida Santa Isabel, 493, em Barão Geraldo, Campinas
Quando: 28 de junho (sexta-feira)
Horário: a partir das 20h
Entrada gratuita
Couvert (opcional): R$ 10,00

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Bonito e bem acabado, BYD King chega ao mercado brasileiro

Mesmo com a tendência dos consumidores no segmento de SUVs, a BYD acredita que os sedãs ainda tem espaço no mercado nacional. E têm. E seguindo essa lógica, a marca chinesa apresentou esta semana um belo e elegante modelo: o King DM-i. O mais novo híbrido plug-in do Brasil foi apresentado hoje à imprensa.

O sedã híbrido chega em duas versões: King GL e King GS. O modelo GS, mais sofisticado, conta com alguns equipamentos a mais, mas a principal e mais importante diferença é a capacidade da bateria. No GL é de 8,3 kWh e no GS 18,3 kWh.

Elegante

O BYD King tem um design muito harmonioso e moderno. Para um sedã compacto, a medidas são generosas. O modelo tem 1495mm de altura, 1837mm de largura, 4780mm de comprimento e 2718mm de entre-eixos.

O bom entre-eixos resulta num espaço muito generoso para os quatro ocupantes. As rodas de aro 17 polegadas com pneu 215/55R17 ampliam a esportividade do sedã.

Acabamento

Por dentro, o King é bonito, espaçoso e conta com materiais de muito boa qualidade. O banco do motorista, bem confortável, possui ajuste elétrico em seis posições, e no caso do BYD King GS, o banco do passageiro também pode ser ajustado em até quatro posições.

Um dos destaques do King é a tela giratória flutuante central de 12,8”, com Android Auto e Apple CarPlay e conexão com a internet. Já a tela dos instrumentos é de LCD Full-View de 8,8”. O modelo vem com o Sistema de Cockpit Inteligente da BYD, com comandos de voz intuitivos e atualizações de sistema Over-The-Air, que podem ser feitas remotamente, assim como acontece com os smartphones.

Em termos de segurança, além de todas as tecnologias, o modelo chinês tem 6 airbags: dois frontais (motorista e passageiro), dois laterais (bancos dianteiros) e dois de cortina (dianteiro e traseiro).
O porta-malas acomoda 450 litros de bagagens.

Motores

O sedã híbrido plug-in combina um motor de 1,5 litro a gasolina e outro elétrico. Juntos oferecem 235 cavalos e 33,1 mkgf de torque máximo. Segundo a marca, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos. A velocidade máxima não foi divulgada.

Ainda segundo a BYD, com a bateria totalmente carregada e usando somente o sistema elétrico, o GS pode andar até 120 quilômetros na cidade e o GL 70 quilômetros.

Mas utilizando o sistema hibrido, pode-se conseguir médias de 25,6 quilômetros por litro. Assim, a autonomia poderá chegar a 1.200 quilômetros.

Preço
BYD King GL R$ 175.800,00
BYD King GS R$ 187.800,00

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Penna & The Ghost Riders toca o melhor do rock Cervejaria Blacaman

A banda Penna & The Ghost Riders leva o melhor do rock dos anos 70 para agitar o sábado, 15 de junho, a partir das 20h, na Cervejaria Blacaman, em Barão Geraldo, em Campinas. Com repertório que começa com tributo a Johnny Cash, o grupo traz interpretações de músicas dos Beatles, AC/DC, U2, Bill Withers, The Doors, Creedence Clearwater Revival, entre outros. A entrada é gratuita.

A formação, com a voz de Marcelo Penna, inspirada em Johnny Cash, a bateria versátil de Ricardo Brito (Cadão), que mistura técnicas do pop e do rock, as linhas de baixo de Eduardo Brito (Dudu) influenciadas pelo blues, e a experiência de Carlos Bertoldo (Carlinhos) no rock e country americano, dá um dinamismo único à música da banda.

SERVIÇO
Penna & The Ghost Riders – Beatles, AC/DC, U2, Bill Whiters, The Doors, Creedence, entre outros
Onde: Cervejaria Blacaman
Avenida Santa Isabel, 493, em Barão Geraldo, Campinas
Quando: 15 de junho (sábado)
Horário: a partir das 20h
Entrada gratuita
Couvert (opcional): R$ 10,00

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Creamy Psychotrio leva de Hendrix e Cream a Led Zeppelin para a Cervejaria Bierinbox

Criada para homenagear dois dos maiores powertrios da história, The Jimi Hendrix Experience e Cream, banda que consagrou Eric Clapton, a Creamy Psychotrio, mescla blues com psicodelia em um show com muita energia. E, nesta sexta-feira, 14 de junho, a partir das 20h, o grupo apresenta sua sonoridade na Cervejaria Bierinbox, em Paulínia. A entrada é gratuita.

Formada por Paulo Prior (guitarra e vocais), Fábio Breseghello (baixo) e Ronaldo Lima (bateria), a banda traz no repertório as composições marcantes de Hendrix e Cream, e clássicos da época, como Led Zeppelin, Beatles e Grand Funk Railroad, entre outros.

SERVIÇO
Creamy Psychotrio – composições marcantes de Hendrix e Cream, e clássicos, como Led Zeppelin, Beatles e Grand Funk Railroad.
Onde: Cervejaria Bierinbox
Rua dos Imigrantes, 886 – Parque da Figueira, Paulínia
Quando: 14 de junho (sexta)
Horário: a partir das 20h
Entrada gratuita
Couvert (opcional): R$ 10,00

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Jeep Wagoneer será o primeiro SUV da marca 100% elétrico

A Jeep vai lançar no segundo semestre deste ano, o Wagoneer S Launch Edition. O SUV primeiro veículo elétrico a bateria da marca, será lançado inicialmente nos EUA e Canadá e depois em outros mercados, incluindo o Brasil. 

Oferecido exclusivamente como um 100% elétrico, o Jeep Wagoneer S possui autonomia de mais de 480 quilômetros com um único carregamento, fornecendo 600 cavalos de potência, e mais de 800 Nm de torque. A aceleração de 0-96 km/h é feita em em apenas 3,4 segundos.

“O lançamento do Jeep Wagoneer S totalmente elétrico marca um novo capítulo na história da Jeep”, afirmou Antonio Filosa, CEO da marca Jeep.

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Novo BYD Seal Super DM híbrido pode chegar ainda este ano

A chinesa BYD apresentou na Europa o novo SUV hibrido Seal Super DM (Dual Mode), que prioriza o uso da motorização elétrica. O SUV tem uma autonomia somente com a motorização elétrica de 70 a 125 quilômetros. Essa autonomia depende da versão: Boost e Comfort.

Com dois motores, um em cada eixo, o SUV Seal tem motor a combustão de 1,5 litro e vem com uma bateria BYD Blade Battery de 18,3 kWh (Boost) ou 26,6 kWh (Comfort). Esse novo modelo pode chegar ainda este ano ao Brasil.

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Coluna Fernando Calmon — Dia do Automóvel passou quase em branco no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.301 — 14/5/2024

Dia do Automóvel passou quase em branco no Brasil

Sem a menor dúvida, o automóvel está entre as paixões dos brasileiros e, por que não, também de boa parte das brasileiras. No mundo todo, aliás, com seus 1,3 bilhão de veículos leves em circulação a data se refere ao dia 13 de maio de 1886. Neste dia foi patenteado pelo alemão Karl Benz o primeiro automóvel “útil” do mundo, embora seu compatriota Gottlieb Daimler no mesmo ano e sem se conhecerem concluiu o que depois se identificaria como motocicleta.

Ainda que essa história de pioneirismo seja a mais aceita, há referência ao “carro” a vapor do francês Nicolas-Joseph Cugnot, em 1769. E também outros precursores a exemplo do também alemão Siegfried Marcus, em 1870, que já tinha um motor a combustão, mas se tratava apenas de uma simples plataforma de carga. Os franceses também reivindicam a invenção por meio de Édouard Delamare-Deboutteville, em 1884. Ele também patenteou seu modelo, mas nunca foi produzido ou vendido.

A relação do brasileiro com o carro apareceu de modo explícito em recente pesquisa da consultoria Ernest & Young, que entrevistou 15.000 pessoas em 20 países. Segundo a EY, 88% dos respondentes brasileiros têm preferência por um veículo pessoal ao se deslocar para escola ou trabalho contra 80% da média mundial. Somente 56% utilizariam transporte público, enquanto a média mundial é de 62%.

O Portal do Trânsito e Mobilidade, de Curitiba (PR), chegou a sugerir boas maneiras de comemorar o Dia do Automóvel por meio de uma relação singela de iniciativas:

  • “Faça um passeio de carro por lugares especiais.
  • Alugue um carro clássico por um dia para passear por sua cidade.
  • Visite exposições ou eventos automobilísticos.
  • Conheça o Museu do Automóvel da sua cidade ou visite uma que o tenha.
  • Compartilhe sua paixão por carros nas redes sociais.
  • Faça parte de um Clube do Automóvel.”

Apesar de a agitação moderna da vida em sociedade, turbinada pelos automóveis, torne a maioria dos eventos desta relação difíceis de cumprir, não custa tentar. Deixar passar em branco parece injusto com um veículo que mudou a face do mundo. Ou, no mínimo, conte uma boa história até fim desta semana nas redes sociais.

Frota brasileira de veículos continua a envelhecer

O tradicional e respeitado estudo do Sindipeças apontou que em 2023 havia em circulação no Brasil 47.121.602 veículos leves e pesados, além de 13.261.784 motocicletas, totalizando 60.383.386 de unidades. O crescimento foi de apenas 0,5%, 1,7% e 0,8%, respectivamente.

Segundo o relatório, segue firmemente o processo de envelhecimento da frota brasileira. Em 2023, a idade média foi de 10 anos e 10 meses para autoveículos e 8 anos e 4 meses para motocicletas. Nos últimos 10 anos o desgaste da frota de autoveículos aumentou em mais de 2 anos. O que mais chamou atenção:

“Em relação a 2022, o movimento de queda na representatividade de veículos com menos idade, aqueles com até 5 anos (-4,3%) e de 6 a 10 anos (-8,3%), e o aumento dos veículos com maior idade, 11 a 15 anos (+ 5,6%) e 16 a 20 anos (+ 14,9%), compõem o envelhecimento.”

O Governo Federal planeja – e não vem de agora – mais uma tentativa de renovação de frota, em especial de veículos pesados que preocupam ainda mais tanto em termos de emissões quanto de segurança veicular. No entanto, como lembra o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Jr., há uma barreira prática que não pode ser esquecida:

“Há 7.000 empresas recicladoras veiculares nos EUA. Nem todas são escrapeadoras. A maioria é desmanteladora (dá baixa, drena fluidos e desmonta os veículos). As maiores geralmente são trituradoras. No Brasil temos apenas cerca de 60 empresas trituradoras registradas na Senatran, porém apenas cerca de metade em operação.”

Com este cenário fica difícil acreditar, seriamente, em renovação de frota aqui.

Ferrari Roma Spider chega ao Brasil por R$ 3,95 milhões

Um conversível de dois lugares (tecnicamente um 2+2, mas na prática sem espaço traseiro) de rara beleza inclusive pelos altos padrões da marca Ferrari. Assim é o atraente Roma Spider, lançado em março de 2023 em substituição ao Ferrari Portofino. Além de praticamente em nada macular o belo estilo do cupê 2+2 original, a capota flexível pode ser rapidamente recolhida ou fechada em apenas 13,5 s a até 60 km/h. Entre as características marcantes está o opcional de aquecimento do pescoço do motorista e acompanhante para os dias mais frios.

A oferta do teto rebatível retorna após 54 anos desde o modelo 365 GTS4, de 1969. O motor central-dianteiro é igual ao do Roma cupê: V-8 biturbo de 3,9 litros, 620 cv (entre 5.750 e 7.500 rpm), 77,5 kgf·m (entre 3.000 e 5.750 rpm) com 80% do torque disponível a partir de apenas 1.900 rpm. O câmbio é automatizado de duas embreagens e oito marchas. Massa em ordem de marcha de 1.472 kg, nada menos de 200 kg inferior ao Portofino. Acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 s, 0 a 200 km/h em 9,7 s. Freia de 100 km/h a zero em apenas 32 m.

O importador oficial Via Itália vendeu as primeiras 20 unidades que chegam ao País até o final deste ano por praticamente R$ 4 milhões cada.

BYD Dolphin Mini tem bom preço e suspensão a melhorar

Embora os R$ 115.800 tenham extrapolado o que se especulava, ainda assim é competitivo frente aos modelos com motor a combustão e outros elétricos. O Dolphin Mini (nome original, BYD Seagull – gaivota, em inglês –, soa mal em português) oferece ótimo espaço para ombros, pernas e cabeças de quatro passageiros graças à generosa distância entre eixos de 2.500 mm e ao assoalho plano atrás. Sem previsão de versão de cinco lugares.

No uso urbano, destaque em todo carro elétrico, há alguns pontos negativos. Notei a falta do aviso sonoro aos pedestres, exagerado no Dolphin maior e inexistente no compacto. O motor dianteiro entrega limitados 75 cv e 13,8 kgf·m para uma massa total elevada de 1.239 kg, em razão da bateria. Apesar de o torque surgir de forma quase instantânea, não empolga. Faz falta o limpador do vidro traseiro.

A distância livre do solo de apenas 110 mm atrapalha ao “escalar” lombadas e “mergulhar” em valetas típicas de nossas ruas e até estradas. Os freios estão bem dimensionados, porém em comparação a carros convencionais as distâncias para a parada total são um pouco maiores. A dirigibilidade fica de certa forma comprometida pelo comportamento atípico das suspensões. Faltou o ajuste fino que a engenharia brasileira desenvolveu por décadas e hoje é referência mundial. Pneus 175/55 R16 não existem no Brasil. Se precisar trocar, só nas concessionárias da marca.

Desempenho e alcance no uso rodoviário são pontos fracos do carro. Ultrapassagens exigem mais atenção porque não há folga de potência. O alcance ficou limitado a menos de 200 km nos trechos de autoestrada, em contraste ao uso urbano em que pode rodar cerca de 300 km facilmente. Porta-malas também impõe limites: mesmo sem estepe o volume alcança apenas 230 litros, mas parte disso é ocupado numa bolsa pelos cabos e plugues de recarga.

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Mercedes-Benz começa nova fase de testes com o e-Actros

A alemã Mercedes-Benz começou mais uma nova fase no desenvolvimento dos seus caminhões elétricos. Os dois primeiros e-Actros, com autonomia de até 500 quilômetros, foram entregues para uma empresa de contêineres a Contargo e outra de reciclagem, a Remondis. Ambas fazem parte do Grupo Rethmann.

A Contargo irá utilizar o seu e-truck por vários meses no transporte de contêineres entre o porto de Wörth am Rhein e vários pontos de carga e descarga. Está previsto que o veículo percorra mais de 800 quilômetros por dia. Em um primeiro momento, o caminhão será carregado em um posto de recarga rápida do terminal da Contargo em Karlsruhe.

Num futuro próximo, a Contargo planeja estabelecer uma infraestrutura de recarga em sua própria garagem. De acordo com o cliente, a empresa está atualmente construindo a maior rede de recarga particular para caminhões pesados elétricos da Alemanha, com 90 pontos de recarga em 18 locais.

Por sua vez, a Remondis usará o veículo de teste em Colônia como parte do “HoLa Project”. A meta do projeto é a construção e operação de uma infraestrutura de recarga de alto desempenho para transportes de longo percurso movidos à eletricidade por bateria.

Além da Daimler Truck, outros parceiros do consórcio de indústrias e de institutos de pesquisa também estão envolvidos nessa iniciativa. O veículo de teste para a Remondis será primordialmente utilizado para transporte de matérias-primas recicladas e é equipado com um reboque da Kögel.

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Coluna Fernando Calmon — Previsão para 2030: híbridos dominarão vendas no Brasil

Coluna Fernando Calmon nº 1.292 — 12/3/2024

Previsão para 2030: híbridos dominarão vendas no Brasil

 

A transição dos veículos de motor a combustão para os elétricos a bateria continua a desafiar diversas empresas de consultoria especializadas ao redor do mundo. Da visão conservadora ao grupo de moderadas e também às otimistas, as previsões atingem um grau de volatilidade proporcional à complexidade do tema.

Basta um exemplo. Poucos dias atrás a consultoria Gartner previu que até 2027 veículos elétricos terão custo de produção menor que os modelos de motor a combustão, sem contar o valor da bateria que ainda responde por cerca de 40% do preço final ao consumidor. Isso graças aos recentes avanços na manufatura puxados pela Tesla com suas gigaprensas que substituem as tradicionais, além de diminuir o número de robôs de armação e soldagem.

No entanto, isso pode aumentar de forma severa os custos de reparos mesmo em pequenos acidentes, o que levaria as companhias seguradoras a puxar seus preços para cima. A Gartner também previu dificuldades para startups especializadas em elétricos. Afinal, já como minha opinião, é relativamente fácil produzir novos modelos a partir de um motor elétrico de “prateleira” que embora dispense caixa de câmbio, não prescinde de redutor e diferencial.

Alguns desses iniciantes ficaram pelo caminho como Lordsown Motors e Proterra. A Fisker que já “quebrou” uma vez, está novamente em dificuldades. A promissora Rivian sofreu uma queda severa e repentina de vendas: cortou produção pela metade, mas ainda segurou os empregos.

A Bright, que reúne uma equipe muito experiente de consultores brasileiros, acaba de apresentar um cenário bastante interessante para 2030. Reflexo de estudos aprofundados e precisos do que realmente pode acontecer, entre fabricantes de veículos e autopeças, concessionárias, mobilidade como serviço (assinaturas e locações), além de processos de reciclagem.

As três categorias de híbridos somadas – básicos (32,5%), plenos (10,4%) e plugáveis (5,6%) – dominariam as vendas de veículos leves com 48,5% do total daqui a seis anos. Elétricos ficariam apenas com 9,8% e os motores a combustão com os restantes 41,7%. Mais abaixo estão informados os percentuais atuais de mercado.

Desse trabalho de fôlego da consultoria vale destacar algumas de suas conclusões:

  • “Futuro da eletrificação com diferentes alternativas de propulsão é inexorável.
  • Soluções de eletrificação para o Brasil serão diferentes do mundo dadas as alternativas de energia limpa que o País dispõe.
  • Mobilidade sustentável só se viabilizará se focar no social e econômico e não somente no viés ambiental.
  • Transição para a eletrificação acomodará nas linhas de produção os atuais veículos com motor a combustão e híbridos em arcabouços semelhantes.”

Otimismo marcou balanço da indústria em fevereiro

Mesmo com os feriados do Carnaval e o mês passado ter menos dias úteis, produção (189,7 mil unidades), média diária de vendas (8,7 mil unidades) e exportações apresentaram resultados surpreendentemente positivos para a indústria automobilística em relação a janeiro deste ano. Os crescimentos percentuais foram vistosos: + 24,3%; + 18,4% e + 62,7%, respectivamente.

No acumulado do primeiro bimestre em comparação ao mesmo período de 2023 os números também foram bons: + 8,9% e + 19,8%, respectivamente. Só as exportações continuaram fracas com queda de 28%. Esses resultados positivos refletem um início de ano muito difícil em 2023 e, sob esse prisma, devem ser aguardados os próximos meses.

Os estoques se mantiveram estáveis em 38 dias nos dois primeiros meses de 2024. A queda dos juros de financiamento, tendo a taxa Selic como referência, ajudará a recuperação do mercado este ano. Porém, ao mesmo tempo, o recuo dos juros será lento e isso pode adiar a decisão de compra.

Marcio Leite, presidente da Anfavea, chamou atenção para necessidade de novos testes de durabilidade para aumento da mistura de etanol de 27% para até 35% e, muito mais grave, no caso do biodiesel de 14% para 20% ou 25% (em 2031). Ambas as adições estão em pauta no Conselho Nacional de Política Energética.

Veículos elétricos e híbridos tiveram recuo na participação de mercado de 7,9% para 6,7% em fevereiro nas vendas de automóveis e comerciais leves. Especificamente os elétricos puros ficaram no mês passado com apenas 2,3% das preferências, híbridos plugáveis, 2,1%; híbridos, 2,3 %; gasolina, 4,6%; diesel, 10,5%; flex, 78,2%.

Híbrido plugável é alternativa para viagens

Enquanto os carros elétricos avançam na China e Europa (a um ritmo menor nos EUA), embora com tropeços recentes e que lançam algumas dúvidas sobre curto e médio prazos, há uma solução intermediária que se tem mostrado válida para quem quer viajar sem preocupações.

O híbrido plugável permite rodar em cidade, sem emitir CO2 e poluentes, e afasta o incômodo de planejar uma viagem com longas paradas sujeitas à demora natural para carregar a bateria. Além disso, podem acontecer atrasos se há motoristas à espera de sua vez ou atos de vandalismo que danificam os cabos de conexão já relatados em filmes na internet.

No Brasil, atualmente, híbridos desse tipo (PHEV, na sigla em inglês) dividem as preferências dos compradores de veículos com os modelos elétricos a bateria (BEV). Aliás, o equilíbrio se mantém ao incluir os apenas híbridos (HEV). No mês passado, por exemplo, PHEV representou 33,5% das vendas nacionais, BEV 34,7% e HEV 31,6%.

Um exemplo de PHEV adequado às condições brasileiras de uso é o Audi Q5 55 TFSIe quattro. Seu visual imponente destaca-se e o que mais chama atenção é a flexibilidade permitida pelo conjunto motriz. Ao motor a gasolina turbo, 2 litros de 252 cv/37,7 kgf·m se junta um elétrico de 143 cv/35,5 kgf·m acoplado ao câmbio automatizado de duas embreagens e sete marchas. No total são 367 cv e torque combinado de 50,5 kgf·m.

O SUV tem tração dianteira, mas em certas condições pode ser 4×4 ou só tração traseira, tudo feito de forma automática. Alcance no modo elétrico é de até 65 km em uso urbano, desde que não se empolgue muito ao acelerar. Essa distância cobre boa parte dos deslocamentos em cidade, sem gastar uma gota de gasolina.

Nas autoestradas no Estado de São Paulo é possível viajar a 120 km/h e alcançar até 25 km/l. Com a bateria carregada, velocidade média estável na faixa de 100 km/h e o tanque de 54 litros o Q5 pode rodar até 800 km, o que nenhum carro 100% elétrico oferece – ao menos por enquanto.

Preço básico: R$ 462.990.

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