Audi

Audi retoma vendas de peruas no mercado brasileiro

Num segmento quase existo em todo o mundo por conta dos SUVs, a Audi do Brasil insiste e vai lançar duas novas peruas no segundo semestre. A chegada das inéditas A5 Avant e A6 Avant e-tron no mercado brasileiro vão atender os “órfãos” desse tipo de opção familiar.

O A6 Avant e-tron é o primeiro veículo 100% elétrico com carroceria perua na história da marca. Na iniciada pré-venda, o A5 Avant está por R$ 474.990,00 e a A6 Avant e-tron por R$ 699.990,00.

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Novo Audi Nuvolari supera os 350 quilômetros por hora

A Audi apresentou seu primeiro superesportivo com um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho. Com 1.001 cavalos e uma velocidade máxima superior a 350 quilômetros por hora, o Nuvolari terá a produção será limitada a 499 unidades e chegará ao mercado mundial no início de 2027.

O superesportivo alemão é impulsionado por um sistema de propulsão híbrido com uma potência máxima de 1.001 cavalos de potência máxima (736 kW). Ele combina um motor V8 biturbo de 4,0 litros com800 cavalos e três motores elétricos de fluxo axial, cada um com 110 kW. A bateria de íons de lítio possui uma capacidade bruta de 7,3 kWh. O motor a combustão fornece um torque máximo de 730 Nm e alcança até 10.000 rpm.

Dois motores elétricos de fluxo axial, refrigerados a óleo, no eixo dianteiro entregam até 2.150 Nm de torque. Como parte integrante do sistema quattro, eles apoiam a distribuição variável de torque. Um terceiro motor elétrico, posicionado entre o motor central V8 e a transmissão, completa o conceito de propulsão.

Unidos, os quatro motores fazem o bólido acelerar de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e de 0 a 200 km/h em 6,8 segundos. A velocidade máxima será superior a 350 km/h.

A aerodinâmica ativa do Nuvolari foi inspirada nos carros da Fórmula 1. O Nuvolari dispõe de um sistema que ajusta a força de sustentação (downforce), o arrasto e o equilíbrio aerodinâmico de acordo com as condições de condução — garantindo máxima estabilidade e controle preciso do veículo.

 

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Já está no Brasil a BMW M4 Competition que chega a 290 km/h

Com toda a certeza, o novo BMW M4 Competition é um dos carros mais bonitos e esportivos do mercado mundial. O modelo foi apresentado ao Motor no último final de semana, no Autódromo de Interlagos-SP. Ou seja, lugar mais que apropriado. O novo BMW, disponível nas versões Competition e Competition Track, combina design icônico, alta performance e muita tecnologia.

A tradicional grade dianteira da marca bávara se destaca no M4, assim como faróis com design dos Daylights, que apresentam luzes verticais, dando uma aparência ainda mais agressiva ao modelo. A carroceria cupê de duas portas reforça a silhueta baixa, larga e dinâmica, enquanto os para-choques dianteiro e traseiro, as saias laterais e os demais elementos exclusivos da BMW M completam a personalidade esportiva. As rodas de 19 polegadas na dianteira e 20 polegadas na traseira finalizam o visual.

A versão Track, a mais cara, acrescenta freios M de carbono-cerâmica, bancos concha com estrutura de fibra de carbono, capas dos retrovisores externos em fibra de carbono, aerofólio em fibra de carbono, apliques nos para-choques em fibra de carbono, rodas na cor preta e pneus semi-slick.

Por dentro, o novo M4 Competition continua o show de esportividade  e e acabamento premium. O modelo conta com BMW Live Cockpit Professional, composto por uma tela curvada que integra o painel de instrumentos de 12,3” e a central multimídia de 14,9”. Como todo o  BMW M, o cupê traz diversos acabamentos em fibra de carbono na cabine. O volante com base achatada e marcação central em vermelho reforça o caráter esportivo do posto de condução, enquanto as saídas de ar-condicionado redesenhadas tornam o cockpit mais moderno e harmônico.

Usina de força

Debaixo do capô, o BMW M4 Competition compartilha o mesmo sistema de propulsão do BMW M3. É equipado com motor biturbo de seis cilindros em linha com tecnologia M TwinPower Turbo, que envia toda sua força para o eixo traseiro por meio da transmissão M Steptronic com Drivelogic. São 510 cavalos de potência a 6.250 rpm e 650 Nm de torque entre 2.750 e 5.500 rpm, capazes de levar o cupê de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos e à velocidade máxima de 290 km/h.

Para parar tanta disposição, o BMW M4 Competition conta com freios esportivos M,  com enormes discos duplos ventilados e perfurados de 380 mm x 36 mm no eixo dianteiro e 370 mm x 24 mm na traseira, com pinças de seis pistões na dianteira e um pistão na traseira.

Durante a apresentação, o piloto oficial da BMW no Fia Wec (mundial de Endurance), o brasileiro Augusto Farfus, disse que o M4 Competition deriva do bólido que pilota na competição, o M4 GT3. E ressaltou o comportamento dinâmico, a construção e o prazer de dirigir o esportivo de rua.

No que diz respeito à tecnologia, o cupê conta com sistemas interativos que facilitam a condução e elevam a experiência a bordo, como Driving Assistant Professional, Parking Assistant Plus, assistente de farol alto, faróis BMW Full LED Adaptativos, M Head-Up Display, carregamento wireless para celulares e ar-condicionado automático de duas zonas.
O novo BMW M4 Competition já está em pré-venda nas concessionárias.

Preço de lançamento:
BMW M4 Competition – R$ 908.950,00
BMW M4 Competition Track – R$ 1.015.950,00

 

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Mercedes-Benz Classe C ganha versão 100% elétrico ainda este ano

No segundo semestre deste ano, a Mercedes-Benz lança o seu modelo mais vendido em todo o mundo, com motorização 100% elétrica. O sedã Classe C, segundo a fabricante, vai ter um desempenho semelhante ao esportivos AMG, ou seja, com elevada eficiência energética.

A marca alemã também afirma que, o modelo elétrico, terá um preço equivalente ao da versão a combustão.

Construído utilizando a plataforma MB.EA, a mesma utilizada pelo GLC EQ e contará com uma bateria de 94,5 kWh. Para andar 320 quilômetros bastará uma recarga de apenas 10 minutos. A autonomia total é estimada em até 760 quilômetros com a bateria carregada 100%.

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Novo Audi RS Q8 que chega a 305 km/h já está à venda no Brasil

Em versão única, o novo Audi RS Q8 Performance já está à venda no mercado brasileiro. Por R$ 1.295.990,00, o SUV mais luxuoso e esportivo da marca alemã conta com freios de cerâmica de série, rodas com aros de 23 polegadas e muita tecnologia.

O modelo é equipado com motor V8 de 4,0 litros biturbo, com 640 cavalos a 6.000 rpm e 850 Nm de torque entre 2.300 e 4.500 rpm. O SUV vem com eixo traseiro dinâmico, diferencial esportivo quattro e suspensão pneumática com ajuste esportivo, além de transmissão é Tiptronic de oito velocidades. Segundo a fabricante o RS Q8 acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundo e atinge a velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente). Opcionalmente, sem o limitador, o SUV pode chegar a  vai a 305 km/h.

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Audi vai produzir o novo Q3 na fábrica de São José dos Pinhais

No próximo ano a Audi do Brasil vai voltar a montar o Q3 na fábrica que divide com a Volkswagen, em São José dos Pinhais-PR, na região metropolitana de Curitiba. A unidade fabril já em uma fase de reforma de suas instalações para a inclusão de novos equipamentos e adaptação de sua infraestrutura para receber o novo modelo.

A fábrica da Audi no Brasil produzirá os novos modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback. De 1999 até 2006, marca produziu a primeira geração do Audi A3. Em 2015 voltou a montar o A3 sedan e em 2016 os Q3 e o Q3 Sportback.

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Coluna Fernando Calmon – Vendas no varejo não vão tão bem como se esperava

Coluna Fernando Calmon nº 1.355 — 10/6/2025

Vendas no varejo não vão tão bem como se esperava

Há sete meses pela frente até o encerramento do ano e o cenário pode melhorar, mas surge alguma preocupação com o curto prazo. Ainda se desconhece como o anunciado e ainda em discussão aumento do IOF pode repercutir nas vendas de veículos leves e pesados. Juros de financiamento são afetados também pelo nível de inadimplência que, por enquanto, não preocupa muito, porém acende uma tênue luz amarela. Em maio, além de discreta elevação, prestações em atraso superior a 90 dias atingiram o maior percentual (5%, pessoa física) desde fevereiro de 2024.

Venderam-se em maio 225,7 mil veículos: 8,1% a mais que abril. A média diária de vendas subiu 3%. No acumulado desde janeiro as vendas totais (varejo e atacado) atingiram 986,1 mil unidades, elevação de 6,1%, quase o mesmo percentual de 6,3% previsto pela Anfavea para 2025. Há um aspecto que chamou a atenção do novo presidente da entidade, Igor Calvet: “Emplacamentos de veículos importados subiram 19,1% nos primeiros cinco meses do ano, enquanto os de produção nacional apenas 3,4%. As 189,8 mil unidades vendidas até maio equivalem à produção anual de algumas das fábricas aqui instaladas.”

Os importados representaram 19,2% das vendas totais no mercado brasileiro nos primeiros cinco meses. Ainda não se comparam aos 31% que os veículos vindos do exterior já ocuparam em 2011, pois na época grande parte vinha da Argentina para onde também segue a maioria das exportações brasileiras em um balanço superavitário para o País. Mudanças nos impostos encolheram as importações nos anos seguintes.

Argentina representou 24% do crescimento de veículos importados e China 27%, quando comparados janeiro a maio de 2024 e o mesmo período de 2025. Com a inauguração nas próximas semanas de instalações de duas marcas chinesas (BYD e GWM) o cenário vai se alterar, mas o conteúdo de componentes nacionais será pífio por prazo indeterminado. De qualquer forma, sempre é melhor do que importação de veículos prontos que geram empregos apenas no comércio e não na indústria.

Por outro lado, as exportações de veículos brasileiros de janeiro a maio (213,5 mil unidades) cresceram 56,6 % em relação ao mesmo período de 2024 graças à grande recuperação do mercado argentino que tem apresentado altos e baixos constantes. Os dois países têm produção complementar.

Quanto à divisão do mercado de autos e comerciais leves por tipo de motorização, nos cinco primeiros meses, praticamente nada se alterou em comparação ao mesmo período de 2024: gasolina, 4,6%; elétrico, 2,6% (2,5%, em 2024); híbrido, 3,7%; híbrido plugável, 3,6%; diesel, 10,8% e flex, 74,7%.

Bronco Sport 2025 evolui e mantém preço

Importado do México sem o imposto respectivo de 35%, o SUV médio da Ford ganhou nova grade, protetor de aço no para-choque dianteiro, alargadores de para-lamas e frisos laterais; atrás, novo para-choque e defletor no teto. O interior também recebeu melhorias: novo quadro de instrumentos digital de 12,3 pol., central multimídia com tela ampliada para 13,2 pol. e conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, bancos de couro com ajustes elétricos e memória para o motorista, volante com aquecimento e alça de apoio no console.

O Bronco Sport evoluiu na capacidade fora-de-estrada. Agregou ao controlador automático de cruzeiro a condução com um só pedal em fora de estrada, dois novos modos de atuação (Off-Road e Rally), medidores de ângulos de inclinação em tempo real e câmera 360º. Motor 2-litros turbo, gasolina manteve 253 cv e 38,7 kgf·m (houve melhorias nas curvas de potência e torque). Câmbio é automático epicíclico de oito marchas e tração 4×4.

Em primeiras impressões ao volante da versão única de topo Badlands, entre São Paulo e Cabreúva (SP), destacaram-se as respostas mais imediatas ao acelerador que favoreceram ultrapassagens e boas retomadas, além da direção eletroassistida bem calibrada nos trechos rodoviários e urbanos.

Longe do asfalto, reforçou sua vocação aventureira: encarou lama, areia e terrenos acidentados sem titubear. Altura livre do solo (220 mm), ângulos de entrada (30°), saída (26,7°) e de transposição em rampa (20°), além da capacidade de imersão de até 600 mm, aliados aos pneus todo-terreno 225/65 R17 Pirelli Scorpion demonstraram sua disposição para desafios mais radicais. Preço sem alterações (pelo dólar um pouco mais baixo): R$ 260.000.
Série especial da RS 6 Avant GT já está nas ruas

Apenas 10 unidades da station wagon (perua, como muitos chamam ou camioneta, nome correto em português) destinaram-se ao Brasil e a Audi iniciou agora a entrega do lote ao preço unitário “sugestivo” de R$ 1.999.990. Nove unidades foram vendidas em menos de dois meses, de um total de 660 fabricadas para os mercados mundiais. Dos compradores, quatro moram no Estado de São Paulo (três na ca

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Audi anuncia a chegada de dois novos modelos ao mercado nacional

A Audi do Brasil anunciou a chegada em breve do sedã A5 e do exclusivo superesportivo RS 6 Avant GT. A terceira geração do A5 ganhou um visual mais esportivo, motor de 272 cavalos e tração quattro. Já o RS 6 Avant GT terá a produção limitada em 660 unidades do modelo em todo o mundo e apenas 10 unidades virão para o mercado brasileiro.

Com visual inédito, com spoilers, difusores e para-choques exclusivos, além do uso de fibra de carbono em elementos espalhados por toda a carroceria, o modelo conta com rodas de 22 polegadas, bancos em concha e detalhes exclusivos.O RS 6 Avant GT é equipado com a motorização 4,0 TFSI biturbo, V8, que desenvolve 630 cavalos de potência e 830 Nm de torque máximo.

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Coluna Fernando Calmon — Estímulos para menor consumo de combustíveis finalmente aprovados

Coluna Fernando Calmon nº 1.347 — 15/4/2025

 

Estímulos para menor consumo de combustíveis finalmente aprovados

Após demora de 10 meses, o Governo Federal finalmente assinou a regulamentação do programa Mover — Mobilidade Verde e Inovação. Trata-se de iniciativa importante para incentivar economia de combustíveis que os proprietários de veículos poderão sentir de forma paulatina. O Mover destaca-se por introduzir o conceito mais abrangente de “fonte à roda”, ou seja, controlar emissões de CO2 desde a geração de energia (elétrica ou de fonte fóssil) aos gases que saem do escapamento nos motores de combustão interna (MCI).

A meta exige grandes investimentos. Em 2031 os carros ficarão em média 12% mais econômicos, se comparados aos números de 2022. Pode parecer pouco, mas avanços nos MCI são custosos e difíceis. Dependem não apenas de turbocompressores e sim de diferentes graus de hibridização. Sem incentivos para pesquisa e desenvolvimento, os preços dos veículos iriam subir de forma imprevisível.

Especificamente em relação ao CO2, haverá redução obrigatória de 50% em 2030 sobre as emissões medidas em 2011. Incluirá a “pegada” de carbono de veículos elétricos desde a mineração de metais para baterias aos processos de produção, conceitos até agora deixados em segundo plano de forma equivocada. Neste caso, o Brasil sai à frente.

O Mover foca também em reciclagem e descarte correto de materiais. Em 2030, veículos leves deverão ter de usar 80% de material reutilizável ou reciclável. Este percentual sobe para 85% em novos projetos de modelos iniciados naquele ano.

Aspecto dos mais importantes: maior rigor em segurança passiva (estrutural) e segurança ativa (frenagem automática de emergência, câmeras 360° e alerta de mudança de faixa, entre outros). Primeiro ano de exigência será 2027, quando novos requisitos serão anunciados para 2031. Tudo isso servirá de suporte à rotulagem veicular que indicará origem de peças, níveis de segurança e eficiência energética.

Regulamentação do Mover inclui relatórios dos fabricantes sobre compromissos atendidos e enviados ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para acompanhamento e fiscalização. A assinatura foi na cerimônia do início de produção do novo Kicks 2026, em Resende (RJ), previsto chegar ao mercado até junho.

Se tudo isso se implantará plenamente — o popular “sair do papel” — ninguém sabe. Contudo, é um alento saber que o Brasil, possivelmente, não ficará para trás em projetos tão abrangentes e necessários.

Calvet presidirá Anfavea com foco em grandes desafios

Fundada há 69 anos, a Anfavea reúne hoje 26 empresas associadas (inclui máquinas agrícolas e de construção) que representam cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) Industrial do Brasil ou 4% do PIB total (atualmente, 3%). Nas últimas décadas, as cinco corporações mais antigas (agora quatro) ocuparam a presidência em regime de rodízio. Em 2023, a chegada de Igor Calvet ao cargo de diretor-executivo já sinalizava mudanças. Graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, Calvet é mestre e doutorando em Ciências Políticas (assim, talhado ao cargo) e no dia 15 último assumiu a presidência da Anfavea.

Em entrevista exclusiva, atribuiu queda das vendas às mudanças do perfil econômico brasileiro. “É verdade que o mercado foi de 3,8 milhões de unidades em 2012 e de quase 2,8 milhões em 2019, anterior ao início da covid-19. Podemos voltar aos 2,8 milhões talvez já este ano, contudo os carros ficaram mais tecnológicos e caros, com consumo e emissões menores, renda média diminuiu, comprador mudou hábitos e exigências rumo a modelos de maior porte e preço”, ponderou.

Sobre o pleito da Anfavea de antecipar o escalonamento do imposto de importação de 35% sobre elétricos: “Não vejo viés de insegurança jurídica. Quando da regulamentação, ninguém imaginava a importação antecipada e predatória de cerca de 60.000 veículos elétricos e híbridos, como aconteceu em apenas 12 meses. O País não pode aceitar a pilhagem do seu mercado e dos empregos.”

Ele destaca investimentos já anunciados. “O conjunto de 26 empresas associadas planeja R$ 180 bilhões até 2030. O que preocupa demais é a sombra do imposto seletivo sobre automóveis, que outros países não têm e o consumidor é quem paga.” Calvet prevê que em 2040, veículos híbridos e elétricos representarão cerca 80% das vendas internas. Mas ainda tem dificuldade de apontar o percentual reservado aos elétricos.

Anfavea e RX confirmaram, no dia 16, o 31º Salão do Automóvel para 22 a 30 de novembro próximos, de volta ao Anhembi. Terá estandes padronizados, testes abertos aos visitantes e 16 marcas participantes até agora, com viés de expansão, inclusive de associados de importadores da Abeifa.

Espanha: acessório de apoio ao triângulo de segurança

Apesar de representar um dispositivo simples e de grande ajuda para a segurança de trânsito, os tempos modernos apontam para soluções mais eficientes e práticas do que o conhecido triângulo de sinalização de emergência. Fácil de usar e muito barato, sinaliza situações de risco de acidentes ou, simplesmente, panes que imobilizam o veículo por causas mecânicas e/ou elétricas. Porém, exige certo tempo até ser retirado do porta-malas e montado, além de sujeito a ventos mais fortes, inclusive o deslocamento de ar de veículos pesados.

Como complemento ao triângulo de pré-sinalização, a Espanha desenvolveu e tornou obrigatório o dispositivo eletrônico chamado V-16 que se tornará obrigatório em todo o país a partir de primeiro de janeiro próximo (ver foto). Fixado no teto, sinaliza pane ou acidente, tem luz forte e transmite, desde que acionada, a geolocalização do veículo para os órgãos de controle e segurança de trânsito.

A luz é alimentada por bateria que deve durar um mínimo de 18 meses de uso contínuo, resistir à poeira e pingos d’água. Veículos de outros países serão isentos de multas, se não usarem o V-16. 

Audi Q6 e-tron: elétrico com desempenho e estilo atraentes

Sentimento generalizado de que carro elétrico não precisa parecer elétrico, levou a Audi a trabalhar com sucesso no estilo do Q6 e-tron. Para-lamas abaulados, balanços dianteiro e traseiro curtos, grade marcante e traseira típica da marca completam este SUV cupê. Dimensões são típicas deste segmento e garantem espaço interno generoso: comprimento, 4.771 mm; entre-eixos, 2.889; largura, 1.939 mm; altura, 1.685 mm. Porta-malas volumoso: 526 L (mais 64 L na frente).

Chama atenção, logo ao sentar no banco do motorista, a imponente tela curva do multimídia de 14,5 pol. O passageiro ao lado dispõe de outra tela (10,9 pol.) cuja visão não é compartilhada com o motorista. Além do quase indispensável teto solar panorâmico, a pedaleira de aço inox dá o tom de acabamento superior. Pacote de segurança inclui nove airbags. Já o projetor de dados no para-brisa está disponível apenas no topo de linha Performance Black juntamente com rodas de 21 pol.

Disponibiliza dois motores, um para cada eixo, 194 cv/28 kgf·m, totalizando 387 cv e 54,5 kgf·m, tração integral sob demanda e acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 s, exatamente o que se espera deste conjunto. E nada de zumbidos de alertas a pedestres que vazam para a cabine a exemplo de outros elétricos.

Comportamento em curvas de baixa, média e alta velocidades totalmente previsível, freios passam incondicional confiança porque sua massa, como todo modelo com essa motorização, chega a 2.350 kg em ordem de marcha. Ângulos de entrada (18°) e de saída (25,7°) de acordo com fora-de-estrada de até média dificuldade.

Bateria de 100 kW·h, potência de recarga de 270 kW (DC) e alcance médio de 411 km (padrão Inmetro). Tudo dentro do padrão médio atual.

Preço: R$ 529.990.

 

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Teste Audi RS4 Avant – Muita esportividade e conforto para até quatro felizardos

Juntamente com a Audi RS6 Avant, a RS4 Avant é uma perua familiar simplesmente fantástica. Por que familiar? Porque é essa função de um uma station wagon, mesmo sendo ela um dos veículos mais velozes do mundo. A RS4 tem a missão de levar uma família de até quatro pessoas e suas bagagens com muita emoção e conforto.

A perua “foguete” da Audi acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em míseros 3,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 280 quilômetros por hora. Isso com muito conforto, segurança e estabilidade.

Com um design maravilhoso e muito imponente, a RS4 Avant é semelhante às demais peruas da linha A4. Aliás, elas dividem a mesma plataforma, a MLB Evo. Mas acabam aí as semelhanças.

Com enormes rodas aro 20 polegadas e gigantescos freios a discos em fibra de carbono com 375 mm na frente e 330 mm atrás, com ABS e ESP, a RS4 freia muito e em espaços muito pequenos, com pouca pressão no pedal e sem desvios. Os pneus 275/30R20 ajudam muito no equilíbrio da perua, tanto pra fazer curvas como para parar.

De 100 quilômetros por hora até a imobilidade, ela precisa de apenas 34,7 metros.
A espetacular Avant conta com um motor V6 de 2,9 litros, com dois turbos compressores no meio dos blocos, que funcionam cada um com uma pressão de 1,3 bar. Isso gera 450 cavalos a 5.700 rpm e impressionantes 61,2 kgfm de torque já a 1.900 rpm.

A transmissão automática de oito marchas casa perfeitamente com a poderosa motorização. A tradicional tração Quattro é outro diferencial do modelo. A estabilidade desta perua é impressionante.

Tem muito carro de corrida que não tem o desempenho e a estabilidade deste modelo de rua. A qualquer velocidade na cidade ou estrada, os ocupantes estão muito seguros.

Logicamente que não é um carro para principiantes. Tem que ter o mínimo de noção, porque, se não, vira um revólver na mão de um macaco.

A RS4 Avant é tão especial que apesar de ter uma usina de potência e desempenho debaixo do capô, o motorista pode ir ao mercado ou passear tranquilamente no dia-a-dia. Ela aceita o que o motorista desejar.

A RS4 tem um seletor, o Audi Drive Select, no console central, no qual é possível escolher o modo como se quer usufruir da perua. Se o modo for Dynamic, o mais esportivo, a perua vira um superesportivo. A suspensão fica mais dura, o acelerador mais sensível e rápido, as trocas de marchas mais rápidas e as válvulas no coletor de escape abrem provocando um ronco maravilhoso.

Cockpit

Nesse modo, a arrancada de 0 a 100 quilômetros por hora é feita em 3,8 segundos. E ela pesa 1.715 quilos. Tem muito Porsche ou Ferrari que não faz isso. Preço do “brinquedo”: R$ 726.000,00.

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