Audi

Novo Audi RS Q8 que chega a 305 km/h já está à venda no Brasil

Em versão única, o novo Audi RS Q8 Performance já está à venda no mercado brasileiro. Por R$ 1.295.990,00, o SUV mais luxuoso e esportivo da marca alemã conta com freios de cerâmica de série, rodas com aros de 23 polegadas e muita tecnologia.

O modelo é equipado com motor V8 de 4,0 litros biturbo, com 640 cavalos a 6.000 rpm e 850 Nm de torque entre 2.300 e 4.500 rpm. O SUV vem com eixo traseiro dinâmico, diferencial esportivo quattro e suspensão pneumática com ajuste esportivo, além de transmissão é Tiptronic de oito velocidades. Segundo a fabricante o RS Q8 acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundo e atinge a velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente). Opcionalmente, sem o limitador, o SUV pode chegar a  vai a 305 km/h.

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Audi vai produzir o novo Q3 na fábrica de São José dos Pinhais

No próximo ano a Audi do Brasil vai voltar a montar o Q3 na fábrica que divide com a Volkswagen, em São José dos Pinhais-PR, na região metropolitana de Curitiba. A unidade fabril já em uma fase de reforma de suas instalações para a inclusão de novos equipamentos e adaptação de sua infraestrutura para receber o novo modelo.

A fábrica da Audi no Brasil produzirá os novos modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback. De 1999 até 2006, marca produziu a primeira geração do Audi A3. Em 2015 voltou a montar o A3 sedan e em 2016 os Q3 e o Q3 Sportback.

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Coluna Fernando Calmon – Vendas no varejo não vão tão bem como se esperava

Coluna Fernando Calmon nº 1.355 — 10/6/2025

Vendas no varejo não vão tão bem como se esperava

Há sete meses pela frente até o encerramento do ano e o cenário pode melhorar, mas surge alguma preocupação com o curto prazo. Ainda se desconhece como o anunciado e ainda em discussão aumento do IOF pode repercutir nas vendas de veículos leves e pesados. Juros de financiamento são afetados também pelo nível de inadimplência que, por enquanto, não preocupa muito, porém acende uma tênue luz amarela. Em maio, além de discreta elevação, prestações em atraso superior a 90 dias atingiram o maior percentual (5%, pessoa física) desde fevereiro de 2024.

Venderam-se em maio 225,7 mil veículos: 8,1% a mais que abril. A média diária de vendas subiu 3%. No acumulado desde janeiro as vendas totais (varejo e atacado) atingiram 986,1 mil unidades, elevação de 6,1%, quase o mesmo percentual de 6,3% previsto pela Anfavea para 2025. Há um aspecto que chamou a atenção do novo presidente da entidade, Igor Calvet: “Emplacamentos de veículos importados subiram 19,1% nos primeiros cinco meses do ano, enquanto os de produção nacional apenas 3,4%. As 189,8 mil unidades vendidas até maio equivalem à produção anual de algumas das fábricas aqui instaladas.”

Os importados representaram 19,2% das vendas totais no mercado brasileiro nos primeiros cinco meses. Ainda não se comparam aos 31% que os veículos vindos do exterior já ocuparam em 2011, pois na época grande parte vinha da Argentina para onde também segue a maioria das exportações brasileiras em um balanço superavitário para o País. Mudanças nos impostos encolheram as importações nos anos seguintes.

Argentina representou 24% do crescimento de veículos importados e China 27%, quando comparados janeiro a maio de 2024 e o mesmo período de 2025. Com a inauguração nas próximas semanas de instalações de duas marcas chinesas (BYD e GWM) o cenário vai se alterar, mas o conteúdo de componentes nacionais será pífio por prazo indeterminado. De qualquer forma, sempre é melhor do que importação de veículos prontos que geram empregos apenas no comércio e não na indústria.

Por outro lado, as exportações de veículos brasileiros de janeiro a maio (213,5 mil unidades) cresceram 56,6 % em relação ao mesmo período de 2024 graças à grande recuperação do mercado argentino que tem apresentado altos e baixos constantes. Os dois países têm produção complementar.

Quanto à divisão do mercado de autos e comerciais leves por tipo de motorização, nos cinco primeiros meses, praticamente nada se alterou em comparação ao mesmo período de 2024: gasolina, 4,6%; elétrico, 2,6% (2,5%, em 2024); híbrido, 3,7%; híbrido plugável, 3,6%; diesel, 10,8% e flex, 74,7%.

Bronco Sport 2025 evolui e mantém preço

Importado do México sem o imposto respectivo de 35%, o SUV médio da Ford ganhou nova grade, protetor de aço no para-choque dianteiro, alargadores de para-lamas e frisos laterais; atrás, novo para-choque e defletor no teto. O interior também recebeu melhorias: novo quadro de instrumentos digital de 12,3 pol., central multimídia com tela ampliada para 13,2 pol. e conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, bancos de couro com ajustes elétricos e memória para o motorista, volante com aquecimento e alça de apoio no console.

O Bronco Sport evoluiu na capacidade fora-de-estrada. Agregou ao controlador automático de cruzeiro a condução com um só pedal em fora de estrada, dois novos modos de atuação (Off-Road e Rally), medidores de ângulos de inclinação em tempo real e câmera 360º. Motor 2-litros turbo, gasolina manteve 253 cv e 38,7 kgf·m (houve melhorias nas curvas de potência e torque). Câmbio é automático epicíclico de oito marchas e tração 4×4.

Em primeiras impressões ao volante da versão única de topo Badlands, entre São Paulo e Cabreúva (SP), destacaram-se as respostas mais imediatas ao acelerador que favoreceram ultrapassagens e boas retomadas, além da direção eletroassistida bem calibrada nos trechos rodoviários e urbanos.

Longe do asfalto, reforçou sua vocação aventureira: encarou lama, areia e terrenos acidentados sem titubear. Altura livre do solo (220 mm), ângulos de entrada (30°), saída (26,7°) e de transposição em rampa (20°), além da capacidade de imersão de até 600 mm, aliados aos pneus todo-terreno 225/65 R17 Pirelli Scorpion demonstraram sua disposição para desafios mais radicais. Preço sem alterações (pelo dólar um pouco mais baixo): R$ 260.000.
Série especial da RS 6 Avant GT já está nas ruas

Apenas 10 unidades da station wagon (perua, como muitos chamam ou camioneta, nome correto em português) destinaram-se ao Brasil e a Audi iniciou agora a entrega do lote ao preço unitário “sugestivo” de R$ 1.999.990. Nove unidades foram vendidas em menos de dois meses, de um total de 660 fabricadas para os mercados mundiais. Dos compradores, quatro moram no Estado de São Paulo (três na ca

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Audi anuncia a chegada de dois novos modelos ao mercado nacional

A Audi do Brasil anunciou a chegada em breve do sedã A5 e do exclusivo superesportivo RS 6 Avant GT. A terceira geração do A5 ganhou um visual mais esportivo, motor de 272 cavalos e tração quattro. Já o RS 6 Avant GT terá a produção limitada em 660 unidades do modelo em todo o mundo e apenas 10 unidades virão para o mercado brasileiro.

Com visual inédito, com spoilers, difusores e para-choques exclusivos, além do uso de fibra de carbono em elementos espalhados por toda a carroceria, o modelo conta com rodas de 22 polegadas, bancos em concha e detalhes exclusivos.O RS 6 Avant GT é equipado com a motorização 4,0 TFSI biturbo, V8, que desenvolve 630 cavalos de potência e 830 Nm de torque máximo.

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Coluna Fernando Calmon — Estímulos para menor consumo de combustíveis finalmente aprovados

Coluna Fernando Calmon nº 1.347 — 15/4/2025

 

Estímulos para menor consumo de combustíveis finalmente aprovados

Após demora de 10 meses, o Governo Federal finalmente assinou a regulamentação do programa Mover — Mobilidade Verde e Inovação. Trata-se de iniciativa importante para incentivar economia de combustíveis que os proprietários de veículos poderão sentir de forma paulatina. O Mover destaca-se por introduzir o conceito mais abrangente de “fonte à roda”, ou seja, controlar emissões de CO2 desde a geração de energia (elétrica ou de fonte fóssil) aos gases que saem do escapamento nos motores de combustão interna (MCI).

A meta exige grandes investimentos. Em 2031 os carros ficarão em média 12% mais econômicos, se comparados aos números de 2022. Pode parecer pouco, mas avanços nos MCI são custosos e difíceis. Dependem não apenas de turbocompressores e sim de diferentes graus de hibridização. Sem incentivos para pesquisa e desenvolvimento, os preços dos veículos iriam subir de forma imprevisível.

Especificamente em relação ao CO2, haverá redução obrigatória de 50% em 2030 sobre as emissões medidas em 2011. Incluirá a “pegada” de carbono de veículos elétricos desde a mineração de metais para baterias aos processos de produção, conceitos até agora deixados em segundo plano de forma equivocada. Neste caso, o Brasil sai à frente.

O Mover foca também em reciclagem e descarte correto de materiais. Em 2030, veículos leves deverão ter de usar 80% de material reutilizável ou reciclável. Este percentual sobe para 85% em novos projetos de modelos iniciados naquele ano.

Aspecto dos mais importantes: maior rigor em segurança passiva (estrutural) e segurança ativa (frenagem automática de emergência, câmeras 360° e alerta de mudança de faixa, entre outros). Primeiro ano de exigência será 2027, quando novos requisitos serão anunciados para 2031. Tudo isso servirá de suporte à rotulagem veicular que indicará origem de peças, níveis de segurança e eficiência energética.

Regulamentação do Mover inclui relatórios dos fabricantes sobre compromissos atendidos e enviados ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para acompanhamento e fiscalização. A assinatura foi na cerimônia do início de produção do novo Kicks 2026, em Resende (RJ), previsto chegar ao mercado até junho.

Se tudo isso se implantará plenamente — o popular “sair do papel” — ninguém sabe. Contudo, é um alento saber que o Brasil, possivelmente, não ficará para trás em projetos tão abrangentes e necessários.

Calvet presidirá Anfavea com foco em grandes desafios

Fundada há 69 anos, a Anfavea reúne hoje 26 empresas associadas (inclui máquinas agrícolas e de construção) que representam cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) Industrial do Brasil ou 4% do PIB total (atualmente, 3%). Nas últimas décadas, as cinco corporações mais antigas (agora quatro) ocuparam a presidência em regime de rodízio. Em 2023, a chegada de Igor Calvet ao cargo de diretor-executivo já sinalizava mudanças. Graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, Calvet é mestre e doutorando em Ciências Políticas (assim, talhado ao cargo) e no dia 15 último assumiu a presidência da Anfavea.

Em entrevista exclusiva, atribuiu queda das vendas às mudanças do perfil econômico brasileiro. “É verdade que o mercado foi de 3,8 milhões de unidades em 2012 e de quase 2,8 milhões em 2019, anterior ao início da covid-19. Podemos voltar aos 2,8 milhões talvez já este ano, contudo os carros ficaram mais tecnológicos e caros, com consumo e emissões menores, renda média diminuiu, comprador mudou hábitos e exigências rumo a modelos de maior porte e preço”, ponderou.

Sobre o pleito da Anfavea de antecipar o escalonamento do imposto de importação de 35% sobre elétricos: “Não vejo viés de insegurança jurídica. Quando da regulamentação, ninguém imaginava a importação antecipada e predatória de cerca de 60.000 veículos elétricos e híbridos, como aconteceu em apenas 12 meses. O País não pode aceitar a pilhagem do seu mercado e dos empregos.”

Ele destaca investimentos já anunciados. “O conjunto de 26 empresas associadas planeja R$ 180 bilhões até 2030. O que preocupa demais é a sombra do imposto seletivo sobre automóveis, que outros países não têm e o consumidor é quem paga.” Calvet prevê que em 2040, veículos híbridos e elétricos representarão cerca 80% das vendas internas. Mas ainda tem dificuldade de apontar o percentual reservado aos elétricos.

Anfavea e RX confirmaram, no dia 16, o 31º Salão do Automóvel para 22 a 30 de novembro próximos, de volta ao Anhembi. Terá estandes padronizados, testes abertos aos visitantes e 16 marcas participantes até agora, com viés de expansão, inclusive de associados de importadores da Abeifa.

Espanha: acessório de apoio ao triângulo de segurança

Apesar de representar um dispositivo simples e de grande ajuda para a segurança de trânsito, os tempos modernos apontam para soluções mais eficientes e práticas do que o conhecido triângulo de sinalização de emergência. Fácil de usar e muito barato, sinaliza situações de risco de acidentes ou, simplesmente, panes que imobilizam o veículo por causas mecânicas e/ou elétricas. Porém, exige certo tempo até ser retirado do porta-malas e montado, além de sujeito a ventos mais fortes, inclusive o deslocamento de ar de veículos pesados.

Como complemento ao triângulo de pré-sinalização, a Espanha desenvolveu e tornou obrigatório o dispositivo eletrônico chamado V-16 que se tornará obrigatório em todo o país a partir de primeiro de janeiro próximo (ver foto). Fixado no teto, sinaliza pane ou acidente, tem luz forte e transmite, desde que acionada, a geolocalização do veículo para os órgãos de controle e segurança de trânsito.

A luz é alimentada por bateria que deve durar um mínimo de 18 meses de uso contínuo, resistir à poeira e pingos d’água. Veículos de outros países serão isentos de multas, se não usarem o V-16. 

Audi Q6 e-tron: elétrico com desempenho e estilo atraentes

Sentimento generalizado de que carro elétrico não precisa parecer elétrico, levou a Audi a trabalhar com sucesso no estilo do Q6 e-tron. Para-lamas abaulados, balanços dianteiro e traseiro curtos, grade marcante e traseira típica da marca completam este SUV cupê. Dimensões são típicas deste segmento e garantem espaço interno generoso: comprimento, 4.771 mm; entre-eixos, 2.889; largura, 1.939 mm; altura, 1.685 mm. Porta-malas volumoso: 526 L (mais 64 L na frente).

Chama atenção, logo ao sentar no banco do motorista, a imponente tela curva do multimídia de 14,5 pol. O passageiro ao lado dispõe de outra tela (10,9 pol.) cuja visão não é compartilhada com o motorista. Além do quase indispensável teto solar panorâmico, a pedaleira de aço inox dá o tom de acabamento superior. Pacote de segurança inclui nove airbags. Já o projetor de dados no para-brisa está disponível apenas no topo de linha Performance Black juntamente com rodas de 21 pol.

Disponibiliza dois motores, um para cada eixo, 194 cv/28 kgf·m, totalizando 387 cv e 54,5 kgf·m, tração integral sob demanda e acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 s, exatamente o que se espera deste conjunto. E nada de zumbidos de alertas a pedestres que vazam para a cabine a exemplo de outros elétricos.

Comportamento em curvas de baixa, média e alta velocidades totalmente previsível, freios passam incondicional confiança porque sua massa, como todo modelo com essa motorização, chega a 2.350 kg em ordem de marcha. Ângulos de entrada (18°) e de saída (25,7°) de acordo com fora-de-estrada de até média dificuldade.

Bateria de 100 kW·h, potência de recarga de 270 kW (DC) e alcance médio de 411 km (padrão Inmetro). Tudo dentro do padrão médio atual.

Preço: R$ 529.990.

 

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Teste Audi RS4 Avant – Muita esportividade e conforto para até quatro felizardos

Juntamente com a Audi RS6 Avant, a RS4 Avant é uma perua familiar simplesmente fantástica. Por que familiar? Porque é essa função de um uma station wagon, mesmo sendo ela um dos veículos mais velozes do mundo. A RS4 tem a missão de levar uma família de até quatro pessoas e suas bagagens com muita emoção e conforto.

A perua “foguete” da Audi acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em míseros 3,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 280 quilômetros por hora. Isso com muito conforto, segurança e estabilidade.

Com um design maravilhoso e muito imponente, a RS4 Avant é semelhante às demais peruas da linha A4. Aliás, elas dividem a mesma plataforma, a MLB Evo. Mas acabam aí as semelhanças.

Com enormes rodas aro 20 polegadas e gigantescos freios a discos em fibra de carbono com 375 mm na frente e 330 mm atrás, com ABS e ESP, a RS4 freia muito e em espaços muito pequenos, com pouca pressão no pedal e sem desvios. Os pneus 275/30R20 ajudam muito no equilíbrio da perua, tanto pra fazer curvas como para parar.

De 100 quilômetros por hora até a imobilidade, ela precisa de apenas 34,7 metros.
A espetacular Avant conta com um motor V6 de 2,9 litros, com dois turbos compressores no meio dos blocos, que funcionam cada um com uma pressão de 1,3 bar. Isso gera 450 cavalos a 5.700 rpm e impressionantes 61,2 kgfm de torque já a 1.900 rpm.

A transmissão automática de oito marchas casa perfeitamente com a poderosa motorização. A tradicional tração Quattro é outro diferencial do modelo. A estabilidade desta perua é impressionante.

Tem muito carro de corrida que não tem o desempenho e a estabilidade deste modelo de rua. A qualquer velocidade na cidade ou estrada, os ocupantes estão muito seguros.

Logicamente que não é um carro para principiantes. Tem que ter o mínimo de noção, porque, se não, vira um revólver na mão de um macaco.

A RS4 Avant é tão especial que apesar de ter uma usina de potência e desempenho debaixo do capô, o motorista pode ir ao mercado ou passear tranquilamente no dia-a-dia. Ela aceita o que o motorista desejar.

A RS4 tem um seletor, o Audi Drive Select, no console central, no qual é possível escolher o modo como se quer usufruir da perua. Se o modo for Dynamic, o mais esportivo, a perua vira um superesportivo. A suspensão fica mais dura, o acelerador mais sensível e rápido, as trocas de marchas mais rápidas e as válvulas no coletor de escape abrem provocando um ronco maravilhoso.

Cockpit

Nesse modo, a arrancada de 0 a 100 quilômetros por hora é feita em 3,8 segundos. E ela pesa 1.715 quilos. Tem muito Porsche ou Ferrari que não faz isso. Preço do “brinquedo”: R$ 726.000,00.

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Audi volta a vender o sedã A3 no mercado brasileiro por R$ 290 mil

Juntamente com o Audi A4, o modelo A3 são os mais vendidos da marca em todo o mundo. Agora, o modelo retorna ao mercado brasileiro na versão sedan, com três versões de acabamento: Advanced, Performance e Performance Black.

Com novo design mas sem perder a identidade de um verdadeiro modelo das quatro argolas, o A3 ganhou requinte e esportividade.



Luxo

Desde a versão de entrada Advanced, o novo Audi A3 Sedan tem muito requinte. A nova versão de entrada da linha A3, oferece de série controle de cruzeiro adaptativo (ACC),equipamento que no modelo anterior era opcional da versão topo de linha Performance Black. Além disso, a versão Advanced ganhou sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com Park Assist – item indisponível até então na versão de entrada e também o pacote de assistência lateral com aviso de saída de faixa (detector de ponto cego) e tráfego cruzado traseiro (item inédito na linha A3).

Além disso, entre os principais itens de tecnologia e segurança dessa versão estão airbags laterais dianteiros, de cabeça e cortina, detector de atenção e sonolência do motorista, faróis Full-LED e lanternas traseiras Full-LED com indicador dinâmico nas setas. Os itens de conforto e conveniência contemplam, entre outros, ar-condicionado automático, Audi Drive Select, pacote de luzes ambiente em LED, sensores de luz e chuva e porta-malas com abertura automática via sistema hands-free. Já os itens de infoentretenimento estão no Audi Virtual Cockpit com tela de 10,25 polegadas, rádio MMI Plus touch na tela sensível ao toque de 10,1 polegadas, sistema de som com 6 alto falantes (80 W), Audi Phone box light e Audi Smartphone Interface (compatíveis com os sistemas Android Auto/Apple CarPlay).

Na nova versão Performance, intermediária, o modelo oferece todos os itens da versão Advanced e ganhou itens inéditos na linha A3. Eles são os seguintes: aquecedor de banco dianteiro, ar-condicionado automático de 3 zonas, bancos dianteiros eletricamente ajustáveis, navegador MMI Plus com 10,1 polegadas e conexão wireless, retrovisores externos, elétricos, aquecidos e rebatíveis com função de descida do retrovisor do passageiro e assistente de estacionamento inteligente.

O Pacote S Line interior agora passa a ser de série compostos por bancos esportivos em couro sintético, pedaleiras em alumínio, teto moldado em tecido preto, , laterais do volante em couro perfurado, costuras em cor contrastante nos bancos, portas e volante. Há ainda Audi Sound System com 10 Alto falantes (180 W), Audi Virtual Cockpit Plus com tela de 12,3 polegadas, e sistema de direção dinâmica progressiva.

Já a versão top de linha Performance Black agrega, além dos itens das outras versões, possui acabamento do painel em microfibra Dinamica®, bancos em microfibra, e sistema de som premium SONOS 3D (680 W).

Veloz

O Audi A3 sempre contou com uma ótima dirigibilidade e bom desempenho. O modelo possui a mesma motorização para as três versões. O A3 chega com motor de dois litros, TFSI, que desenvolve 204 cavalos de potência entre 4.500 rpm e 6.000 rpm, e 320 Nm de torque entre 1.600 rpm e 4.400 rpm (aumento  de 20 Nm em relação ao modelo anterior), além da transmissão automática S tronic de sete velocidades. Segundo a marca, o sedan acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos e atinge a velocidade máxima de 210 km/h, limitada eletronicamente.

Preço
Audi A3 Sedan R$ 289.990,00.

 

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Coluna Fernando Calmon — Híbrido da Fiat abre horizonte de crescimento firme

Coluna Fernando Calmon nº 1.327 — 12/11/2024

Híbrido básico flex da Fiat abre horizonte de crescimento firme

Batizado de Bio-Hybrid, trata-se de um recurso eficiente, ajuda a economizar combustível e aumenta os preços dos SUVs compactos Pulse e Fastback em apenas R$ 2.000, ou seja, menos de 2%. No caso da cidade São Paulo, maior mercado de veículos do País e da América Latina, ambos ficam isentos do rodízio pelo final de placa, o que eliminará este martírio dos motoristas há 27 anos. Este tipo de rodízio só foi reproduzido por Bogotá há poucos anos e não existe em nenhuma outra capital do Brasil ou do mundo. Na cidade do México, extremamente poluída, é adotado apenas para veículos com mais de 20 anos.

A iniciativa da Fiat é uma tecnologia de entrada e complementada por mais três níveis até 2030, quando a Stellantis lançará seu primeiro modelo elétrico fabricado no Brasil. Esta data deverá ser antecipada, caso a fabricação de baterias aqui, recentemente anunciada por fornecedores, se concretize (ler abaixo). Bio-Hybrid mostra-se eficiente como primeiro passo na ampla combinação de motores térmicos e elétricos em harmonia. Tecnicamente classificável como semi-híbrido, atende a legislação nacional pertinente. Tendência é de rápida disseminação porque menor consumo representa também menos emissões, em especial de CO2.

O sistema tem bateria adicional de 12 V de íon de lítio, sob o banco do motorista, mais um motor elétrico multifuncional reversível (partida e alternador), de 4 cv (3 kW), com funcionamento silencioso porque usa correia. Isso faz diferença em relação ao liga-desliga tradicional. BSG, sigla em inglês para Belt Start Generator (Partida e Alternador por Correia, em tradução livre), foi utilizado pela primeira vez no sedã Toyota Crown Royal, nos EUA, em 2001. Hoje está na terceira geração, vários fabricantes o utilizam e a bateria adicional pode ter 12 ou 48 V. A engenharia brasileira aperfeiçoou o BSG para oferecer preço atraente.

Em teste nas ruas de Belo Horizonte (MG) foi possível comparar a diferença de consumo entre um Pulse convencional e outro com Bio-Hybrid básico. Percurso urbano, repetido com um carro de cada vez, sempre apresenta variações. Economia média de etanol, entre 18 jornalistas, foi de 19%, o que considero muito bom e melhor que o padrão oficial Inmetro (indica ganho de 10%). No uso rodoviário, não há diferença.

Preços: R$ 125.990 a R$ 140.990 (Pulse) e R$ 151.990 a R$ 161.990 (Fastback).

Produção de veículos aumenta, mas há ainda incertezas

Embora outubro último tenha sido um mês bom e as exportações puxando para cima a produção, ainda não há sinais claros de uma recomposição no ritmo considerado ideal pela Anfavea. Vendas no mercado interno seguiram em alta. Especificamente no mês passado, o Brasil subiu para sexto maior mercado mundial ao ultrapassar a Alemanha. Um ótimo resultado, porém não se trata de consolidação.

Basta lembrar que o País já esteve na posição de quarto maior mercado mundial. Com a ascensão da China e depois da Índia (os mais populosos), o máximo que se pode almejar hoje é justamente a quinta posição. E ainda distante do quarto colocado, o Japão, que no ano passado ocupou a quarta colocação, com o dobro do volume do Brasil.

Segundo o presidente da Anfavea, Márcio Leite, “no acumulado de 2024, as vendas cresceram 15%, enquanto a produção subiu 8,9%”. Significa forte volume de importações e maior protagonismo das marcas chinesas. Todavia, a partir do próximo ano, as chinesas BYD e GWM começarão a produzir na Bahia e em São Paulo, respectivamente.

Leite também previu que haverá montagem de baterias para carros elétricos no Brasil, contudo com baixo conteúdo local. Não dá para fazer previsões, pois uma única fábrica de baterias na China inaugurada recentemente custou nada menos que US$ 7 bilhões (R$ 40 bilhões).

Enquanto isso, um estudo da consultoria britânica PwC apontou alta de 492% na venda de modelos elétricos no Brasil até setembro deste ano, óbvia disfunção estatística. ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) informa 107%, isso somando híbridos. Fato é a participação meramente simbólica de elétricos, até o mês passado: 2,6% (elétricos), 2,1% (híbridos), 2,2% (híbridos plugáveis), 4,1% (gasolina), 9,8% (Diesel) e 79,2% (flex).

Panamera tem suspensão inteligente de verdade

Terceira geração do sedã-cupê grande da Porsche evoluiu bastante sem desdenhar do motor a combustão, inclusive uma versão híbrida plugável que pôde ser avaliada no autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP). A carroceria toda nova, à exceção das quatro portas, tem linhas mais enxutas e para-choque dianteiro com entradas de ar extras.

Entre-eixos de 2.950 mm garante ótimo espaço para quatro ocupantes, com limitações naturais para as cabeças no banco traseiro para passageiros mais altos. As demais dimensões: comprimento, 5.052 mm; largura, 1.937 mm; altura, 1,423 mm. Porta-malas de 430 L não é um ponto forte, mas abriga um estepe convencional.

Trata-se de um híbrido plugável com motor V-6, 353 cv, 51 kgf·m, mais um motor elétrico de 190 cv, 45,9 kgf·m. Combinados os números sobem para 544 cv e 76,5 kgf·m. Caixa de câmbio automatizada, oito marchas e duas embreagens. Este conjunto libera aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 s para uma massa total de 2.225 kg. Alcance no modo elétrico, 63 km.

O ponto alto do Panamera é a suspensão ativa opcional, que custa R$ 54.494, e demonstrou eficiência surpreendente nas curvas. Compensa automaticamente as inclinações da carroceria, tanto laterais como longitudinais, e ainda oferece um conforto extra ao elevar a carroceria em 5,5 cm ao entrar ou ao sair do carro.

Preços: R$ 803.000 a 922.000.

Potência e bela silhueta destacam-se no Q6 e-tron

A segunda geração de elétricos da Audi mostra evolução rápida desde a estreia da marca neste segmento, três anos atrás. O SUV divide a mesma arquitetura com o Porsche Macan e tem dois motores, um em cada eixo, totalizando 387 cv e 54,5 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h, informa a marca alemã, em 5,9 s. Um bom tempo, considerando que sua massa em ordem de marcha alcança 2.325 kg.

Arquitetura de 800 V permite recargas mais rápidas da bateria de 100 kWh: entre 10% e 80%, 22 minutos. Sempre bom lembrar: de 80% até 100%, como todos os modelos desse tipo, o tempo é desproporcionalmente muito mais alto. Com carregador comum leva nove horas, de 10% até 100%. Alcance médio (cidade/estrada) de 411 km, padrão Inmetro. Um ponto de destaque, sua bela silhueta, soma-se ao espaço no porta-malas de 526 litros, mais 64 litros na parte da frente. Outro destaque é a combinação de 61 luzes de lanternas programáveis, segundo o gosto do motorista.

No interior, destacam-se o vistoso display panorâmico curvo formado três telas de 11,9 pol.,14,5 pol. e 10,9 pol. (esta para o acompanhante), além do projetor de dados no para-brisa com realidade aumentada.

Preços: R$ 529.990,00 a 569.990,00.

Ram completa e atualiza linha da picape Rampage

Agora são três versões, todas com capota marítima de série. A de acesso, Big Horn exclusivamente a diesel, traz entre outros destaques grade e para-choque traseiro cromado, luzes de direção dinâmicas, bancos com misto de tecido e couro, tela multimídia de 12.3 pol., Apple CarPlay e Android Auto sem fio e GPS, carregador por indução, freio de estacionamento eletromecânico com imobilização automática, sistema ADAS de auxílio ao motorista e freios a disco nas quatro rodas.

Primeiro contato, no Circuito Panamericano, em Elias Fausto (SP), foi com a versão Laramie em traçado travado. Destaques: boa posição de dirigir, nível de ruído aceitável mesmo em altas rotações e modulação de freio correta. Aceleração melhorou (0 a 100 km/h, em 9,9 s), contudo não se tornou empolgante.

Já a Rebel, em pista fora de estrada, destacou-se pela suspensão de comportamento superior a outras picapes do segmento (raspou só em obstáculos de maior dimensão; com pneus para fora de estrada iria melhor) e apresentou controle de tração bem calibrado.

No total há três versões a gasolina e três a diesel. Os preços vão de R$ 229.990 a 295.990.

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Coluna Fernando Calmon — Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas

Coluna Fernando Calmon nº 1.323 — 15/10/2024

Programa Combustível do Futuro ainda tem falhas e otimismo algo exagerado

Planejado ao longo de 20 anos, com várias idas e vindas para acomodar de automóveis a aviões, apresenta o grande mérito de reconhecer a transição energética planejada de forma inteligente e adaptável. Países de área continental como o Brasil e dezenas de outros com restrições econômicas, que dificultam avanço acelerado de veículos elétricos, precisam obviamente de uma visão abrangente e viável.

O otimista Programa Combustível de Futuro (PCF) sancionado em 8 de outubro último, prevê investimentos de R$ 260 bilhões (talvez mais) e datas de implantação factíveis, ao contrário da União Europeia e suas discutíveis metas distanciadas da realidade. Esta coluna foca-se em automóveis e apoia o aumento de percentual de etanol na gasolina de 27% para 30% considerado viável tecnicamente. Permissão para 35% mesmo para carros mais novos, no entanto, parece-me um erro.

Além de restrições técnicas conhecidas, seria injusto desconsiderar veículos de países vizinhos que hoje trafegam e abastecem no Brasil sem grandes problemas. Já motocicletas, geradores portáteis de eletricidade, motores de popa e até motosserras devem funcionar mal com 35%. Haveria dificuldades mesmo com automóveis recentes nacionais e importados. A Câmara dos Deputados falhou ao admitir a possibilidade na aprovação do PCF, pura perda de tempo.

Etanol é reconhecido como combustível limpo e capaz de compensar 80% das emissões de CO2 no ciclo da fonte à roda, se usado isoladamente. O que poucos sabem: a soma de anidro em mistura atual de 27% com a gasolina e mais os motoristas que abastecem só com o hidratado por preferência ou preço atraente, representa agora 42% de combustível limpo contra 58% de gasolina. Em outros poucos países, só há 10% de etanol. Para aumentar consumo aqui, o imposto teria de diminuir.

Neste cenário a Raízen acaba de lançar a segunda geração do aditivo para etanol Shell V-Power. Além de limpar vapores de óleo do cárter solidificados nas sedes de válvulas, evoluiu o filme de redução de atrito de 86% para 96%. Senna Brands, fundada pelo piloto de F-1 há 34 anos e falecido 30 anos atrás em Ímola, participa da campanha de lançamento.

Salão de Paris alcança objetivos, mas sem grande entusiasmo

A exposição bienal na capital francesa completou 90 anos e segue até o próximo dia 20. Sem a exuberância do passado atrai pouco mais de 30 fabricantes, inclusive nove chinesas. O salão bienal agora é o maior da Europa pelo fim da exposição em Genebra e encolhimento de Frankfurt, substituído por Munique.

Predominância natural de marcas francesas com a Renault apresentando novidades de peso: o 4 E-Tech, releitura elétrica em forma de crossover de um de seus sucessos do passado, além de dois protótipos elétricos Twingo E-Tech previsto para 2026 e Emblème, um SUV cupê para 2030 que trocará bateria por pilha a hidrogênio.

Stellantis, embora talvez encerre algumas de suas 14 marcas em 2026/27, mostra muita força em Paris. Peugeot concentra-se em estender o alcance de seus elétricos 3008 e 5008 para teóricos 700 km e apresentou o e-408 cujo alcance é de 450 km. Citroën C5 Aircross só chega em 2026, contudo se apresenta sem disfarces com motor de combustão interna.

Entre as alemãs, Mercedes-Benz abriu mão de Paris e deixa o protagonismo para BMW e Audi. BMW exibe os primeiros dois modelos de elétricos com carrocerias específicas e batizados de Nova Classe. Seu presidente Oliver Zipse declarou à agência Reuters a necessidade de correção da meta de 100% de elétricos para 2035, importante para redução de CO2, porém permitiria que fabricantes europeus dependessem menos da China para as baterias. A marca aposta em híbridos plugáveis e no hidrogênio tanto para motores convencionais quanto tração 100% elétrica.

Audi exibe seu novo carro-chefe elétrico, Q6 E-tron Sportback. VW, Skoda e Audi estão representadas por importadores franceses, sem presença oficial do grupo alemão. Alvo de críticas, Tesla tem um estande desorganizado e nem ao menos um tapete para separar os modelos.

Destaque das chinesas é o sedã BYD Sealion 7, SUV cupê elétrico que visa Tesla Model Y entre outros concorrentes.

Nivus 2025 chegará mais equipado e inclui mudanças no estilo

Será fácil reconhecer, mesmo de longe, o ano-modelo 2025 do compacto SUV cupê. As diferenças externas estão evidentes desde a nova grade, de dimensões avantajadas, contudo proporcionais, aos faróis estreitados. De perfil só rodas de 16 e 17 pol. mudam. Atrás, segue a fórmula de lanternas interligadas por barra iluminada de LEDs, além do novo para-choque com extrator estilizado.

No interior a VW procurou um acabamento apurado, a exemplo de material agradável aos olhos e ao tato. Evoluiu a central multimídia agora com internet a bordo na versão de topo Highline, mantida a tela de 10,1pol. Para a versão de topo, pacote de segurança inclui controle adaptativo de velocidade, além do indispensável alerta de colisão agregado à frenagem automática. Há ainda assistentes de ponto cego, saída de vagas, estacionamento e manutenção na faixa de rodagem.

Mantido o motor 1-L turbo flex, 128 cv (E)/116 cv (G), 20,4 kgf·m (E)/(G) com câmbio automático de seis marchas. Consumo será anunciado só em janeiro de 2025, quando ocorrerão as primeiras entregas. Veio também a esperada confirmação do GTS que agrega imagem forte ao modelo, apesar do preço alto não anunciado, provavelmente no segundo trimestre. Motor é o conhecido turbo flex 1,4-L, 150 cv/25,5 kgf·m de torque, etanol ou gasolina.

Pré-vendas já iniciadas para entregas somente em janeiro de 2025: R$ 136.990 e R$ 153.990.

Q8: boa presença com desempenho à altura do preço

É o maior e mais pesado (2.340 kg) entre todos os modelos da Audi. Imponência aparece logo nos quase 5 metros de comprimento (4.992 mm), largura (1.995 mm), entre-eixos (2.998 mm) e altura (1.697 mm). Um dos poucos com rodas de 23 pol., hoje maior diâmetro disponível no mercado e já a caminho para 24 pol. Porta-malas de 605 L impressiona. Para garantir viagens sem muitas escalas para abastecer dispõe de 85 litros no tanque. O SUV recebeu novos para-choques dianteiro e traseiro, grade e opção de faróis Matrix por R$ 26.000.

No interior acabamento e materiais são refinados com couro de alta qualidade e grande superfície do painel em preto brilhante. Os dois bancos dianteiros têm comandos elétricos, o do motorista com memória. Há duas telas no centro do painel: ajuste do ar-condicionado e multimídia de 10,1 pol., mas esta deveria ser um pouco maior (pelo menos 12 pol.) para o nível do modelo. Atrás, além do amplo espaço para três passageiros, há saídas de ar-condicionado no console e nas colunas centrais.

Motor é um 3-litros V-6, 340 cv e 51 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 s, apenas 0,1s inferior ao BMW X6. Trata-se de híbrido básico com bateria de 48 V para um pequeno motor elétrico. Na viagem de avaliação, São Paulo a São Roque (SP), destaque para a rapidez das trocas de marchas do câmbio automatizado de sete marchas e duas embreagens. Destacam-se o eixo traseiro direcional e as suspensões pneumáticas que permitem ajustar altura de rodagem entre 40 mm para baixo e 50 mm para cima.

Preço: R$ 774.990.

Elétrico Equinox é caro, contudo bem completo

Fácil explicar preços tão elevados dos modelos elétricos importados. Na origem também são altos e aqui exige montar infraestrutura específica nas poucas concessionárias. Sem contar que, apesar do imposto de importação menor (até 2026), a taxação interna continua bem maior aqui. A desvalorização do real entra nessa conta. Nem mesmo a origem mexicana resolve porque este elétrico deixa de atingir índice de localização exigido no Mercosul. Por isso, os R$ 419.000 deram “choque” no lançamento, mas é 12% menor que o Blazer EV. A GM importará, ainda este ano, o Equinox a gasolina, segundo a revista Autoesporte.

O SUV tem estilo bem moderno e destaca-se pela sua frente limpa com elegante filete de LED de um para-lama a outro e um impressionante pacote de recursos. Traseira segue o mesmo conceito com as lanternas interligadas avançando sobre as laterais. Rodas igualmente bonitas. Porta-malas de 441 litros tem tampa aberta por aproximação, sem nenhum chute no ar. Dimensões apenas um pouco menores às do Blazer EV: 4.840 mm (C), 1.954 mm (L), 2.954 (E-E) e 1.646 (A). Há amplo espaço interno em especial para joelhos de quem vai no banco traseiro. Só plástico rígido nas portas traseira destoa dos bons materiais a bordo. Impressiona a tela multimídia de 17,7 pol.

Primeiro contato foi no campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP). Muito boa a alta capacidade regenerativa ao dispensar pisar no freio em condições de para-e-anda. Dois motores elétricos idênticos, atrás e à frente, totalizam 292 cv e 46 kgf·m com tração integral sob demanda. Aceleração é forte: 0 a 100 km/h em 5,8 s.

Importados caíram em setembro, todavia em alta no ano

Apesar da queda de 10,8% nos emplacamentos de veículos importados em setembro, com relação ao mês de agosto, a Abeifa, associação dos importadores, informa alta significativa de 192,9% no acumulado de janeiro a setembro. Os números de 2024 foram puxados por antecipação de compras em razão do aumento do imposto do imposto sobre elétricos e híbridos. No entanto, a base comparativa com 2023 é extremamente baixa e os percentuais vistosos, assim explicáveis.

Hoje há apenas nove associadas e nenhuma fabricante. BYD respondeu sozinha por 52,2% de todas as vendas em setembro. A marca chinesa comercializou 51.310 unidades de elétricos e híbridos de janeiro ao mês passado. Um pouco distante dos 120.000 carros previsto para entregar em 2024 (corrigiu depois para 100.000). A conferir em dezembro…

Marcelo Godoy, presidente da Abeifa, ponderou sobre a falta de pontos de carregamento. É um dos problemas a resolver dos elétricos no País. Atualmente somam 10.000 pontos públicos e semipúblicos. O consultor da área automobilística Milad Kalume Neto calculou 14 carros para cada carregador. Segundo ele, mesmo ao desconsiderar regiões pouco habitadas do Brasil, a Espanha tem 22 vezes mais carregadores: 220.000.

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Maior da AL, Volkswagen comemora 20 anos do seu centro de distribuição de peças

Há 20 anos, no dia 13 de agosto de 2004, a Volkswagen do Brasil inaugurava o seu centro de distribuição de peças em Vinhedo-SP (Sport Motor estava lá). Hoje é o maior centro de distruição de peças automotivas da América Latina. De lá, saem peças e acessórios para todo o Brasil e mais cinco países. Pela importância da operação de logística, o PAC – Parts and Accessories Center receberá parte dos investimentos de R$ 16 bilhões anunciados pela Volkswagen para o Brasil até 2028, sendo que R$ 13 bilhões serão destinados para as operações no Estado de São Paulo. O valor será para as automatizações e transformação digital no PAC de Vinhedo, que opera com a mais alta tecnologia e inovação.

Responsável pelo armazenamento e distribuição de peças e acessórios da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Audi, marcas que integram o Grupo Volkswagen, inclusive modelos clássicos há muitos anos fora de produção, o PAC de Vinhedo conta com uma operação grandiosa que garante a excelência em pós-vendas. Os números impressionam:

  • Área de 132.000 m2 (equivalente a 18 campos de futebol).
  • 25 milhões de peças armazenadas.
  • Média de 1,7 milhão de peças faturadas por mês.
  • 78.000 tipos de peças disponíveis.
  • Aproximadamente 650 fornecedores.
  • 730 colaboradores Volkswagen e prestadores de serviços parceiros trabalhando em dois turnos.
  • Agilidade: 11.000 linhas de pedidos por dia, sendo 3.000 urgentes, com 90% faturados no mesmo dia.
  • 65 caminhões circulam por dia no PAC de Vinhedo.

Estoque de peças

O Centro de Peças e Acessórios de Vinhedo conta com itens originais para todos os veículos Volkswagen com, no mínimo, 10 anos após o fim de sua produção no Brasil, como determina as Leis brasileiras, e 15 anos para o mercado de exportação. O PAC de Vinhedo também inclui estoque de peças para veículos clássicos Volkswagen, que são verdadeiros ícones e movimentam inúmeros fãs da marca no Brasil e no mundo.

“Caso o cliente precise de peças para modelos Volkswagen como Fox, up! ou New Beetle, o PAC de Vinhedo estará pronto a atender. Até mesmo peças de veículos clássicos, como Apolo, Logus, Fusca ou Kombi. Esse é um grande diferencial da Volkswagen frente os concorrentes, especialmente os novos entrantes. Na Volkswagen, o cliente tem a segurança de encontrar tudo aquilo que precisa para o seu carro, com a segurança que somente uma marca com 71 anos de Brasil pode proporcionar”, afirma Ciro Possobom CEO da Volkswagen do Brasil.

Sustentabilidade

Desde de 2020, o Centro de Peças e Acessórios da Volkswagen foi a primeira unidade da empresa a operar com energia elétrica 100% renovável, desde 2020. Uma iniciativa estendida para todas as fábricas da Volkswagen do Brasil, que conta com o Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC), comprovando o uso de energia elétrica 100% proveniente de fontes renováveis. A iniciativa está diretamente ligada à estratégia global da Volkswagen Way to Zero, que tem a meta de ser neutra em carbono até 2050.

A Volkswagen do Brasil foi a 1ª fabricante de veículos do País a conquistar o Certificado Lixo Zero multisites, em 2023, comprovando que todas as unidades da empresa encaminham seus resíduos de forma ambientalmente correta. Para a conquista do importante certificado, a Volkswagen obteve nota média de 94%, acima da exigida pelo Instituto Lixo Zero Brasil para conceder o certificado (90%). Destaque para o PAC – Centro de Peças e Acessórios da Volkswagen, em Vinhedo, que conquistou nota 99,9%, a mais alta já concedida pelo instituto, além de ser o primeiro centro de distribuição de peças a conquistar a certificação no País. A Certificação Lixo Zero é válida pela ZWIA (Zero Waste International Alliance – Aliança Internacional Lixo Zero).

Outro ponto importante que reforça o compromisso da Volkswagen do Brasil com o meio ambiente é a nova estratégia de desenvolvimento de embalagens sustentáveis e com melhor qualidade. O PAC de Vinhedo tem o máximo reúso de caixas no fluxo produtivo, reduzindo de forma significativa o consumo de papelão e madeira.

Em breve, o PAC de Vinhedo iniciará uma nova estratégia de distribuição por cabotagem marítima para o Nordeste e fluvial para a cidade de Manaus (AM). A navegação pela costa permite economia de combustível e redução anual de emissões de CO2 com ganhos ambientais que equivalem a 19 mil árvores plantadas ou 3.500 m2 de geleira não derretida. Além disso, o PAC de Vinhedo conta com as certificações Ambiental (ISO 14.001) e de Eficiência Energética (ISO 50.001).

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