Argentina

Duas décadas depois, a picape Dakota volta ao mercado nacional

Depois de 24 anos, a picape Dakota volta ao mercado nacional. Antes Dodge e agora Ram, já está em produção no Polo Industrial de Córdoba – Argentina. A produção irá abastecer o mercado argentino e brasileiro e o seu lançamento está previsto para início de 2026.

A nova Ram Dakota se une à Rampage e se torna a segunda picape da marca produzida e desenvolvida fora da América do Norte. Seu visual único é repleto de elementos que atestam o DNA da marca Ram por qualquer ângulo que se olhe. Isso começa pelos faróis afilados com tecnologia totalmente de LED, atributo presente também nas lanternas e nos faróis de neblina. Ainda na dianteira, a grade larga recebe o logo RAM na altura dos faróis e o capô musculoso um badge com a escrita Ram Turbo, uma referência ao motor que equipa a picape.


O design externo ainda conta com rodas de liga-leve de 17 polegadas negras com bordas diamantadas e pneus de uso misto, estribos laterais para maior conforto, além de, claro, a marcante Rambar na caçamba que soma estilo e versatilidade para a fixação de cargas e acessórios no dia a dia.

Internamente, a Ram Dakota Warlock exibe a tecnologia e luxo. Duas telas dispostas lado a lado funcionam como quadro de instrumentos e central multimídia sendo esta segunda de 12,3” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e navegação embarcada.

Outro destaque do moderno interior da nova Ram Dakota é o console central elevado, com carregador por indução para celular, entradas USB incluindo do tipo C, de carregamento rápido, e porta- objetos na parte inferior e no apoia-braço. No quesito segurança, a Ram Dakota é equipada com seis airbags e vários equipamentos para condução semiautônoma.

A nova picape média será impulsionada pelo motor 2,2 Turbodiesel de 200 cavalos de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque. O câmbio automático é de oito marchas.

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Ford vai investir mais US$ 40 milhões na fábrica da marca na Argentina

A Ford vai investir mais US$ 40 milhões na fábrica de Pacheco, na Argentina, para aumentar a produção e lançamento de novas versões da Ranger na América do Sul. Com o novo aporte, eleva para US$ 700 milhões o total investido na planta para o lançamento da nova geração da picape.

O aumento da velocidade da linha permitirá à planta atingir um ritmo de fabricação superior a 80.000 unidades anuais, o que representa um crescimento de 30% comparado a 2024.

“Com este novo investimento não só elevamos a capacidade produtiva da Ranger a um recorde histórico, como também ampliamos a sua oferta com a versão cabine simples”, destaca Martín Galdeano, presidente da Ford Argentina e América do Sul.

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Ford investe na fábrica da Argentina para ampliar a produção da Ranger

A Ford vai investir mais US$ 40 milhões na fábrica de Pacheco, na Argentina, para aumentar a produção e lançamento de novas versões da Ranger na América do Sul. Com o novo aporte, eleva para US$ 700 milhões o total investido na planta para o lançamento da nova geração da picape.

O aumento da velocidade da linha permitirá à planta atingir um ritmo de fabricação superior a 80.000 unidades anuais, o que representa um crescimento de 30% comparado a 2024.

“Com este novo investimento não só elevamos a capacidade produtiva da Ranger a um recorde histórico, como também ampliamos a sua oferta com a versão cabine simples”, destaca Martín Galdeano, presidente da Ford Argentina e América do Sul.

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Fiat transfere a produção da picape Titano para a Argentina

Assim como já fazem outras marcas, a Stellantis vai transformar o Polo Automotivo de Córdoba, na Argentina, num hub para exportação de picapes em toda a América Latina. A marca acaba de transferir a produção da picape Fiat Titano para a planta Argentina. A picape, que ainda não decolou no Brasil, era produzida no Uruguai.

“Nossa planta não está sendo modernizada apenas para aumentar a produção, mas para produzir com mais qualidade, maior integração local e constante evolução”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Na fábrica de Córdoba também é produzido o Fiat Cronos, o modelo mais vendido na Argentina e entre os sedãs mais vendidos no Brasil.

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VW confirma o lançamento da nova Amarok em 2027

A Volkswagen confirma que vai lançar a nova Amarok em 2027. Conhecido como Projeto Patagônia, a nova picape média está sendo desnvolvida em parceria com a chinesa SAIC e será fabricada em General Pacheco, na Argentina. Segundo informações, a sua produção poderá ser  antecipada para 2026. Para essa nova picape e outros novos produtos a Volkswagen, a marca está investido 580 milhões de dólares entre os anos de 2025 e 2029 na operação fabril da Argentina.

A nova Amarok contará com motorização híbrida e muita tecnologia embarcada. Assim como a Amarok que está à venda atualmente, quando chegou ao mercado em 2010, também foi revolucionária para o segmento de picapes médias no Brasil.

“A nova picape estabelecerá um novo marco no segmento, combinando desempenho, inovação e sustentabilidade”, acrescenta Alexander Seitz, presidente da Volkswagen América Latina.

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Vitória-ES é o quarto porto utilizado no Brasil pela Volkswagen

A Volkswagen do Brasil já está utilizando o Porto de Vitória, no Espírito Santo, para suas importações. Este é o quarto porto que a marca alemã usa para suas operações. As atividades em Vitória teve início com a importação de 32 unidades do SUVW Taos vindas da fábrica da Volkswagen em General Pacheco, na Argentina. O próximo desembarque está previsto para maio, também do modelo Taos.

Em 2024, a Volkswagen do Brasil importou 33.597 unidades, que representam crescimento de 22% em relação ao volume importado em 2023 (27.530). A Argentina é o principal parceiro e representou 86% das importações da Volkswagen do Brasil em 2024, com o SUVW Taos (21.594 unidades) e a picape Amarok (7.386), ambos fabricados em General Pacheco. Os demais modelos importados vieram de Puebla, no México: o sedã Jetta GLI (2.633) e o SUVW Tiguan Allpace (1.984).

Além disso, a chegada dos veículos pelo Espírito Santo traz impactos positivos à estratégia logística nacional da marca, reduzindo a necessidade de longos trajetos terrestres para Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul da Bahia.
A Volkswagen do Brasil também atua nos Portos de Santos, SP (exportação), Paranaguá, PR (importação e exportação) e Suape, PE (importação). No Porto de Paranaguá, por exemplo, o Grupo Volkswagen é responsável pela operação de um terminal. Em 2024, a Volkswagen movimentou 46.126 veículos, somando exportação e importação, no porto paranaense. Esse volume representou 43,79% das operações de veículos do porto no ano.

Exportações

Em 2025 (jan-fev), a Volkswagen do Brasil já exportou 19.368 unidades, que representam aumento de 117% em relação a 2024 (8.917 unidades). No mesmo período, o mercado de veículos leves registrou aumento de 54,1% nas exportações (72,6 mil unidades jan-fev 2025 x 47,1 mil unidades jan-fev 2024).

Assim como em importações, a Argentina também é o principal parceiro para exportações da Volkswagen do Brasil e representa 59% dos embarques (11.405 unidades) em 2025 (jan-fev). No ranking dos três principais mercados de exportações da Volkswagen do Brasil também figuram México (5.077) e Chile (866) neste ano.O Volkswagen Polo segue como o modelo mais exportado pela marca, com 8.595 unidades já embarcadas em 2025 (jan-fev); seguido pela Saveiro (4.727), Novo T-Cross (3.033) e Nivus (2.572).

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Lançado há 40 anos, o Prêmio foi muito importante para o brasileiro

Projetado pelo estúdio italiano de Giorgetto Giugiaro foi criado em parceria com o time do engenheiro Robson Cotta da Fiat brasileira, em Betim-MG, o sedã Prêmio está completando 40 anos de seu lançamento. Derivado do Uno, modelo foi apresentado em março de 1985, chegou com a missão de dividir mercado com o Volkswagen Voyage, outro sucesso de vendas nos 80 e 90. O modelo foi o sedã da Fiat no Brasil e foi produzido no Brasil de 1985 a 1994 no Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais.

A sua chegada, assim como o Uno, marcou a indústria automotiva brasileira, não só pela modernidade e design, mas o primeiro veículo nacional a oferecer o computador de bordo. O pioneiro equipamento dava ao motorista informações das médias de consumo, velocidade, autonomia e outras informações no espaço que seria do conta-giros. Com bom desempenho para a época, o Prêmio desenvolvia uma potência máxima de 74,1 cavalos e 12,3 kgfm, na sua versão 1.5 litros, mantendo a mesma performance do Uno SX, embora o sedã fosse 134 kg mais pesado. Outro ponto forte do carro era o porta-malas:  muito espaçoso, tinha capacidade para até 530 litros.

Naquela época, o consumidor brasileiro gostava de modelo sedã de duas portas, como era o caso do Chevrolet Monza e o Volkswagen Santana. Esses modelos fizeram, junto com o Prêmio, o consumidor mudar de preferência.

E essa preferência fez o modelo da Fiat chegar ao mercado com duas portas e em duas versões: a S, com motor 1.3 litro, opção de entrada, e a CS, opção mais completa com motor 1.5 litro. Em 1987, dois anos após o lançamento, o Fiat Prêmio passou por mudanças e ganhou quatro portas na versão CLS, além de itens adicionais de conforto como ar-condicionado, vidros e travas elétricas. Em 1989, recebeu um upgrade com novo painel e motor Sevel de 1,6 litro. Já em 1991, atualizou o design frontal e, em 1992, começou a ser equipado com injeção eletrônica na versão com motor 1,5 litro.

Por uma opção de estratégica, a Fiat passou a fabricação do Prêmio para a Argentina e que mudou de nome para Duna. Além de sucesso de vendas no Brasil e na Argentina, o Prêmio/Duna passou a ser vendido em outros países da América Latina e até para a Europa.

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Fábrica de Piracicaba exporta o Hyundai HB20S para a Argentina

A Hyundai do Brasil está começando a exportar para a Argentina o sedã compacto HB20S. O modelo é produzido em Piracicaba-SP. A versão com de três volumes complementa a linha HB20 na Argentina, já que a versão hatchback já está sendo enviada deste 2024.

O Hyundai HB20S chegará às lojas argentinas em duas versões: Comfort, com câmbio manual, e Platinum Safety, topo de linha, com transmissão automática de seis marchas. Todas as configurações oferecem motor 1,6 litro.

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Seleção brasileira vai á Argentina e dá mais um vexame: 4X1

Faltando pouco mais de um ano para o início da próxima edição da Copa do Mundo, a seleção brasileira jogou muito mal diante da Argentina, na noite de ontem (25) no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, e foi goleada por 4 a 1 pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas.

Com o revés na partida, o Brasil (4º colocado da classificação com 21 pontos) ainda não confirmou a participação no próximo Mundial. Já a Argentina, que já entrou em campo classificada para a Copa após o empate sem gols entre Bolívia e Equador, permanece na ponta da classificação, agora com 31 pontos.

Domínio 

O primeiro tempo da partida mostrou que a seleção brasileira ainda tem um longo caminho a trilhar para se tornar um real candidato ao título da próxima Copa do Mundo. Diante dos atuais campeões mundiais, o Brasil mostrou muito pouco, em especial pela pouca combatividade no setor do meio-campo e a falta de jogadas trabalhadas no ataque.

Desde o apito inicial, a equipe argentina dominou com sobras as ações, e precisou de apenas três minutos para abrir o marcador. Thiago Almada lançou Julián Álvarez, que venceu Murillo e Arana dentro da área para bater na saída do goleiro Bento. A equipe de Lionel Scaloni continuou empilhando oportunidades e ampliou aos 12 minutos, quando Molina cruzou para Enzo Fernández, que só teve o trabalho de escorar para o fundo das redes.

Do outro lado do gramado o Brasil não conseguia criar. Mas, aos 26 minutos, descontou ao aproveitar falha de Cristian Romero. O zagueiro errou na saída de bola e permitiu que o atacante Matheus Cunha ganhasse a posse da bola e batesse da entrada da área para superar Emiliano Martínez.

Mas qualquer esperança de reação foi por terra dez minutos depois. O meio-campista  Enzo Fernández levantou a bola na área e Mac Allister chegou em velocidade para bater na saída do goleiro Bento.

No intervalo o técnico Dorival Júnior fez muitas alterações, mas o panorama da partida não mudou. E a Argentina chegou ao quarto gol aos 25 minutos. Após Tagliafico cruzar a bola na área, a defesa brasileira ficou parada e deu liberdade para o atacante Simeone chegar em velocidade para bater cruzado e dar números finais ao marcador.

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João Fonseca é campeão do ATP 250 de Buenos Aires ao bater argentino

O tenista brasileiro João Fonseca, de 18 anos, coroou a campanha impecável no ATP 250 de Buenos Aires neste domingo (16), ao faturar o título, o primeiro dele no circuito profissional. O carioca derrotou na final o anfitrião Francisco Cerundolo, número 1 da Argentina e 28º do mundo, por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 7/6 (1). O feito em Buenos Aires tornou Fonseca o brasileiro mais jovem a faturar um troféu no circuito da Associação de Tenistas Profissionais (ATP).

O tenista carioca iniciou o torneio na 99ª posição no ranking e após a conquista neste domingo (16) galgou 31 posições e já aparece em 68º lugar na prévia do ranking mundial, cuja atualização ocorre a cada segunda-feira.

“É incrível. O que eu estou vivendo é inacreditável. Quero agradecer a minha família, amigos e patrocinadores por me ajudarem a realizar o meu sonho que é jogar tênis. É claro que quero ser o número 1, quero ganhar títulos, mas meu sonho é apenas jogar tênis”, disse Fonseca, em entrevista aos organizadores do torneio.

A conquista de Fonseca foi celebrada pelo tenista espanhol Carlos Alcaraz, de 21 anos, ex-número 1 do mundo e hoje número 3 no ranking, que parabenizou o brasileiro em publicação nas redes sociais.

Ao longo do ATP de Buenos Aires, Fonseca somou cinco vitórias, quatro delas contra argentinos – Tomás Martin Etchevery (44º no ranking), Frederico Coria (115º), Mariano Navone (47º) e Francisco Cerundolo (28º) – e outra contra o sérvio Laslo Djere (112º).

A comemoração pelo título na capital argentina terá de ser adiada. Fonseca estreia na próxima terça-feira (17), no ATP 500 Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, no Rio de Janeiro. O carioca terá pela frente o francês Alexandre Muller (58º no ranking).

Também neste domingo (16) em Buenos Aires, a dupla do gaúcho Rafael Matos com o mineiro Marcelo Melo foi vice-campeã. Na final eles foram superados no tie-break pela parceria do argentino Guido Andreozzi com o francês Theo Arribage, por 2 sets a 1 (7/5, 4/6 e 10/7).

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