Motor

Primeiras unidades da picape Ford F-150 já desembarcaram no Brasil

O primeiro lote de picapes Ford F-150 já chegaram ao mercado brasileiro e começarão a ser entregues nas próximas semanas para os clientes que adquiriram a picape na pré-venda.

O programa de venda antecipada, realizado em fevereiro, foi um sucesso, com as 500 unidades disponíveis esgotando-se em tempo recorde. O modelo foi oferecido inicialmente para clientes da marca, em uma ação de relacionamento, e depois para todo o público.

“A programação de entrega da F-150 para os clientes na pré-venda era de 90 a 120 dias. Esse prazo está mantido e, em muitos casos, pode até ser antecipado”, diz Dennis Rossini, gerente de Marketing de Produto da Ford.

Segundo ele, as primeiras unidades do veículo serão despachadas para as concessionárias assim que o processo de documentação estiver concluído e novos desembarques estão programados para os próximos meses. As vendas da F-150 agora são realizadas diretamente nas concessionárias da Ford em todo o Brasil, com prazo de entrega informado no momento da reserva.

“Sabemos que os clientes estão ansiosos para receber a sua picape e reafirmamos nosso compromisso para que eles possam ter a posse do veículo o mais breve possível”, completa o executivo.

Ícone

Líder de vendas nos Estados Unidos há 46 anos consecutivos, a F-150 chega ao Brasil em duas versões: a esportiva Lariat, com itens de acabamento externo escurecido, e a topo de linha Platinum, de luxo, com elementos cromados.

Ambas são equipadas com carroceria de alumínio ultrarresistente, o motor V8 5,0 mais potente da categoria, com 405 cavalos, e transmissão automática de 10 marchas, além de pacote off-road completo com tração 4×4, bloqueio eletrônico do diferencial e oito modos de condução.

A picape vem também com tecnologias avançadas de assistência ao motorista, oito airbags, teto solar panorâmico, painel digital de 12 polegadas, ajuste elétrico com memória dos bancos, volante e pedais e sistema multimídia e de conectividade SYNC 4 de nova geração.

Entre outros itens exclusivos, conta ainda com sistemas de iluminação e câmeras externas 360º.

A caçamba de 1.370 litros é dotada de tampa com acionamento elétrico, escada de acesso, iluminação em LED, tomada de 110 V e revestimento protetor especial. A F-150 também é capaz de rebocar 3.515 kg e já vem com preparação para engate, controle de freio e de oscilação de reboque, além de assistente de manobras.

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Coluna Fernando Calmon — Salões de automóveis não morreram, pelo menos na China

Coluna Fernando Calmon nº 1.247 — 18/4/23

Salões de automóveis não morreram, pelo menos na China

 

Os cancelamentos de vários salões internacionais de grande porte durante o período da covid-19 foram um grande golpe para os organizadores e também para o público mais fiel.

Mesmo com o fim da pandemia, há uma grande dificuldade em restaurar as tradicionais exposições por seu alto custo e a perda de fôlego financeiro dos fabricantes às voltas com os altos investimentos necessários para a transição aos veículos elétricos.

Entretanto, este cenário contrasta com o visto agora no 20º Salão de Xangai (desde 1985). Inaugurado no dia 18 e aberto até o dia 27 deste mês, são nada menos que 320.000 m² e cerca de 100 carros novos ou extensivamente melhorados. Sem esquecer de que mesmo durante a pandemia, em 2021, a exposição foi realizada.

Como bem disse o CEO da BMW, Oliver Zipse: “O que guia os clientes chineses hoje, guia o mundo amanhã”. Na mesma toada segue a revista inglesa Autocar sobre os lançamentos na mais populosa cidade da China: “Pode esquecer qualquer último vestígio da produção de carros inferiores ou imitadores de outras marcas. Em estilo, trem de força e qualidade de construção, os melhores modelos chineses são absolutamente páreo para seus equivalentes europeus. E em termos de tecnologia digital, muitas vezes são superiores.”

Entre as curiosidades no estande decorado por mais de 80.000 tulipas vermelhas vivas da subsidiária da Volvo focada apenas em carros elétricos, a Polestar, está o modelo 4, um SUV cupê que eliminou o óculo traseiro.

Em vez deste, o motorista verá uma tela de alta definição mostrando imagens amplas captadas por uma câmera montada no teto e virada para atrás. As duas marcas suecas são propriedade da chinesa Geely.

Entre as europeias a BMW apresenta seus últimos lançamentos, apostando em duas fórmulas: o SUV híbrido plugável XM Red Label de 748 cv e o sedã elétrico de grande porte i7 M70 de 659 cv e alcance de até 550 km. Também chama atenção o carro-conceito i Vision Dee.

Outra estreia, o SUV grande Mercedes-Maybach EQS também elétrico e potência de 668 cv, aproveita que Rolls-Royce e Bentley ainda não lançaram modelos deste tipo.

A VW lança o sedã elétrico topo de linha ID.7, de porte do Passat (5 m de comprimento), com motor traseiro de 285 cv e alcance de até 700 km em função da bateria escolhida.

Nissan mostra o carro-conceito Max Out, um conversível de dois lugares que deve estrear a bateria de estado sólido, muito superior às atuais, e também o SUV Arizon, de estilo bem estranho.

Entre as várias novidades das chinesas, destaque para o cupê esporte BYD Yangwang U9 com um motor elétrico em cada roda e um controle inteligente de movimentos da carroceria. A GWM apresenta sua nova tecnologia híbrida Hi4. 

Comunicação digital não é suficiente para vender carros

As novas gerações que nasceram no mundo digital e querem comprar um veículo novo iniciam suas buscas em sites, revistas digitais, redes sociais, YouTube e blogs especializados. Segundo as pesquisas internacionais mais recentes 96% dos jovens seguem esse caminho.

Entretanto, na hora de fechar negócio 80% deles procuram uma concessionária física também de acordo com as pesquisas. Negociar olho no olho, presencialmente, permite maior interação e quase sempre se consegue um melhor resultado seja no preço, condições de pagamento, brindes em forma de acessórios ou outras vantagens negociadas no ato.

Claro que as concessionárias já perceberam isso e trataram de se adaptar aos novos tempos. Nas cidades grandes e médias os interessados querem agilidade e agora dificilmente visitam mais de uma ou duas lojas. Daí surgiu a necessidade de desenvolver e focar no chamado marketing digital.

Eder Polizei, doutor e mestre em Administração pela FEA/USP e diretor da agência Seven7th para o setor automobilístico, chama atenção para um ponto muitas vezes esquecido.

“Quando falamos de marketing digital, nos referimos mais a marketing e menos a digital. Em outras palavras quero dizer que uma comunicação digital sem um correto estudo e robusto plano de marketing, são meros bits e bytes”, assegura.

Portanto, há de se ter equilíbrio e continuar a apostar numa boa atmosfera no salão de vendas, sem exageros na decoração e sempre treinar muito bem vendedores e atendentes. Pesquisas podem ser digitais, mas na hora de fechar negócio nada como uma boa conversa no velho conhecido mundo físico.

ALTA RODA

Mesmo sem anunciar um plano definido para produção de veículos elétricos (VE) no Brasil, a GM acena para essa possibilidade logo que o mercado atingir escala de vendas compatível.

O presidente da empresa, o colombiano Santiago Chamorro, reafirmou o potencial do País em termos de matéria-prima para produção de baterias, engenharia qualificada, parque industrial bem desenvolvido e grande mercado consumidor em potencial.

Ele confirmou a importação de três modelos (dois já informados, Blazer EV e Equinox EV; o terceiro poderá ser a Silverado EV) que ainda serão lançados nos EUA, mas já têm participação do Centro Tecnológico de São Caetano do Sul (SP) e do Campo de Provas da Cruz Alta em Indaiatuba (SP).

Estas duas instalações atuam em áreas de eficiência energética, conectividade, testes de certificação e homologações para adequar os VE à legislação e às preferências de cada mercado.

Agora no começo de abril a versão de topo Exclusive do Sentra chegou às concessionárias e animou os vendedores do sedã médio. Seu estilo é marcante, em especial o desenho do teto. A dianteira e a traseira também se destacam.

Interior impressiona em especial pelos bancos dianteiros e traseiros com conforto bem acima da média (tecnologia Zero Gravity). O que não agrada são o freio de estacionamento por pedal, o que afasta a possibilidade de auto-hold (embora libere volume para o bom porta-objeto entre os bancos) e a tela multimídia de apenas 8 pol.

Faltam o carregamento de bateria do celular por indução e saída de ar-condicionado para o banco traseiro, embora três adultos se acomodem com espaço para ombros e pernas acima da média.

À primeira vista o motor 2-litros (gasolina) de 151 cv pode parecer insuficiente, mas o perfeito casamento com o câmbio CVT de oito marchas surpreende. Não é tão rápido, mas fica longe de se considerar lento. Gostei especialmente da resposta da direção, sua correta definição de centro e assistência elétrica no nível exato.

Freios a disco nas quatro rodas e suspensão traseira multibraço estão de acordo – e até certo ponto sobram – para seu nível de desempenho. Porta-malas de 466 litros é muito bom.

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No Salão da China, VW confirma dez novos modelos elétricos até 2026

A Volkswagen anunciou no Salão do Automóvel de Shanghai, na China, que pretende apresentar dez novos modelos elétricos até 2026. Entre os novos automóveis, o destaque do momento é o novo ID.7, que segundo a marca, tem uma autonomia de 700 quilômetros.


A marca alemã está investindo muito na China, inclusive construindo uma nova planta fabril na província de Anhui, no leste da China. Lá além da produção de veículos, haverá um centro de design e de engenharia.

A marca chinesa BYD lidera o mercado na China.

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Em nova reestilização, Renault Clio ganha versão esportiva

Uma nova reestilização na quinta geração do Renault Clio deixou-o ainda mais atraente e esportivo. E entre as novidades, destaque para a nova versão esportiva: a Esprit Alpine.


A maior novidade do restyling é a nova grade e o conjunto de faróis mais esguios e elegantes. Na versão esportiva a marca francesa adotou um defletor em cinza na no meio da grade. Atrás, novas lanternas e difusores.

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Quase sessentão, novo Ford Mustang fica ainda mais esportivo

O Ford Mustang comemorou na ultima segunda-feira (17.04) seu 59º aniversário e foi confirmado como o cupê esportivo mais vendido do mundo pelo oitavo ano consecutivo.

Segundo dados da Ford, os Estados Unidos continuam sendo o maior mercado do Mustang, com 78% das vendas globais. Outros mercados onde o esportivo teve crescimento nas vendas em 2022 incluem a Alemanha, com alta de 17,0%, Grã-Bretanha (14,4%), Suíça (14,9%) e Oriente Médio (7,4%).

No Brasil, onde foi lançado em 2018, o Mustang soma mais de 2.500 emplacamentos e hoje é representado pela versão especial Mach 1.

Nova geração

A sétima geração do Ford Mustang, começa a ser vendido ainda este ano na América do Norte, para depois chegar a mais de 100 mercados ao redor do mundo.

Na motorização, o novo Mustang traz o Coyote V8 de 5,0 litros mais potente de todos os tempos. Além disso, tem o novo recurso Remote Rev, que permite acelerar o carro remotamente pelo chaveiro, e um novo freio eletrônico de “drift” capaz de transformar rapidamente um novato em um profissional de derrapagem.

O Mustang Dark Horse, primeira versão de performance da linha desde o lançamento do Mustang Bullitt, em 2001, será a nova referência em desempenho nas ruas e nas pistas, com visual sinistro e o motor V8 5.0 mais potente de todos os tempos, especialmente modificado para gerar mais de 500 cavalos.

 

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Novo Cayenne ganha motores mais potentes e tecnologia sofisticada

Em 2002, numa situação financeira ruim, a Porsche apostou tudo num SUV luxuoso e com um desempenho digno da marca. Os “puristas” criticaram. Porém, o sucesso foi imediato e salvou a empresa. A quarta geração do esportivo familiar está chegando ao mercado com muita tecnologia embarcada, novo chassi e recursos inovadores.

Os faróis de LED HD-Matrix de alta definição fornecem iluminação rodoviária adaptada a cada situação de condução, um sistema de qualidade do ar filtra os poluentes da atmosfera no interior e, pela primeira vez no Cayenne, os passageiros dianteiros têm seu próprio display de info-entretenimento — para streaming de vídeos durante a viagem, por exemplo.
O novo Cayenne teve o design aprimorado e uma gama de motores mais potentes.



Novos motores

Para o Brasil, o novo Cayenne chega com uma nova motorização nas três versões do modelo “S” (carrocerias SUV e Coupé e Turbo GT), todas equipadas com uma nova motorização V8, de 4,0 litros. Este substitui o antigo motor de seis cilindros.

O motor dos “S”, nas carrocerias SUV e Coupé, entrega uma potência máxima de 474 cavalos (34 cavalos a mais) e um torque de 600 Nm (50 Nm a mais) que seu antecessor. Assim, o novo modelo acelera de zero a 100 km/h em 4,7 segundos. A velocidade máxima é de 273 km/h.

Na versão Turbo GT, disponível exclusivamente na carroceria Coupé, a potência do motor biturbo V8 de quatro litros foi ampliada em 19 cavalos, alcançando agora 659 cavalos. O Cayenne Turbo GT acelera de zero a 100 km/h em 3,3 segundos e desenvolve uma velocidade máxima de 305 km/h.

Preços
Cayenne S SUV R$ 810.000,00
Cayenne S Coupé R$ 840.000,00
Turbo GT R$ 1.385.100,00

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Econômico e confiável, Toyota Yaris XS tem interior simples

Modelo de entrada da Toyota no Brasil, com o fim do Etios, o Yaris teve uma discreta reestilização no ano passado. Além de pequenas alterações estéticas, o modelo ganhou mais segurança e motorização apenas de 1,5 litro. A 1,3 litro não está mais disponível.

A nossa avaliação foi com o Toyota Yaris XS hatch com câmbio automático CVT. Para quem quer um carro para ir e voltar em qualquer emoção, mas com baixo custo de manutenção, seguro e muito confiável, o Toyota Yaris atende com louvor.

Simples

O modelo tem design agradável. As alterações visuais realizadas pela marca japonesa foram muito singelas e basicamente na dianteira. A “nova” grade tem um formato de trapézio e o para-choque umas aberturas onde ficam os faróis auxiliares.

Novidades? As luzes diurnas obrigatórias e rodas de 15 polegadas com um desenho bonito. A traseira não tem novidades, deve ficar para uma próxima atualização.

Não é feio, muito pelo contrário, mas é pobre e muito simples. Falta emoção. Para um modelo de mais de 100 mil reais, merecia um pouco mais de dedicação. Apesar das imitações de costuras, há um excesso de plástico.

Com sete polegadas, a central multimídia tem o básico e a conectividade com o celular é feita através do cabo. O volante não tem ajuste de distância, mas achar uma posição boa para dirigir é fácil.

Isso, graças aos bancos confortáveis, com um revestimento de tecido e couro sintético. O mesmo acabamento está nas portas. O espaço interno é bom e para os dois passageiros do banco traseiro, há muito espaço e conforto. Além disso, a ausência do túnel no chão dá mais comodidade. O porta-malas de 310 litros é espaçoso.

Motor

O Toyota Yaris XS vem equipado com um motor 1,5 litro, flex, com 110 cavalos de potência máxima e um torque de 14,9kgfm. A transmissão é uma CVT que simula sete velocidades e está muito bem calibrada. O conjunto é honesto e atende bem a proposta do modelo japonês.

Na estrada, tem um bom desempenho, apesar de ser muito barulhento em altas rotações. É um bom carro para viajar. O Yaris XS atinge a máxima de 178 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 11,7 segundos.
Se o condutor quiser um desempenho um pouco mais agressivo, é só colocar a chave seletora em “Sport”.

Com um tanque de 45 litros, o hatch japonês, com o seletor no modelo ECO, faz 14,1 quilômetros por litro na estrada com gasolina e 9,9 km/l com etanol. Já na cidade, o modelo consome 12,3 km/l com gasolina e 8,9 km/l com etanol. Aliás, na cidade, o modelo é muito agradável de andar e é bem espertinho.

Mérito

Os equipamentos de segurança são um dos destaques do Yaris XS. Além dos airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e Isofix para prender com mais segurança a cadeirinha das crianças, o modelo também vem com sistema de pré-colisão, com alerta de possível colisão, carga adicional nas frenagens e alerta quando sai das faixas de rodagem. A câmera de ré auxilia muito o motorista na hora de estacionar.

Para quem deseja um veículo espaçoso, com desempenho razoável, confiável e bom custo-benefício, o Yaris XS atende com louvor. Além de ter um dos melhores preços do seu segmento.

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No Salão da China Audi apresenta o seu novo Fórmula 1

A Audi AG apresentou pela primeira vez ao público o seu projeto de Fórmula 1 no Salão do Automóvel de Xangai, que começou terça-feira. A fabricante alemã entrará na disputa do principal campeonato global de automobilismo a partir de 2026.

Sob o lema “F1 Power made in Germany” (potência desenvolvida na Alemanha), a empresa segue desenvolvendo o seu propulsor para ingressar no torneio da FIA.

O primeiro projeto do propulsor, formado pelos motores a combustão, elétrico, bateria e unidade de controle eletrônico, está programado para entrar na fase de testes antes do final deste ano.

Além disso, o simulador de desenvolvimento dinâmico usado no centro técnico para a produção de motores na cidade de Neuburg, na Alemanha, será levado aos padrões da Fórmula 1 e contribuirá ainda mais na criação do novo propulsor da Audi.

Enquanto isso, mais de 260 especialistas integram a equipe de desenvolvimento na divisão Audi Formula Racing GmbH. Entre eles, há experientes funcionários da Audi Sport e da Audi com ampla experiência no automobilismo elétrico.

Eles são acompanhados por especialistas com experiência em Fórmula 1 que foram contratados externamente e fortalecerão a equipe. Até o final do ano, a equipe será composta por mais de 300 funcionários.

Ao mesmo tempo, o espaço Competence Center Motorsport, em Neuburg, será expandido no projeto de Fórmula 1. A partir do segundo semestre deste ano, serão instalados, em um novo prédio com área de aproximadamente 3.000 metros quadrados, equipamentos de teste para o desenvolvimento dos motores elétricos – a conclusão do edifício está prevista para o início de 2024.

Os regulamentos que serão aplicados a partir de 2026, focam em maior eletrificação, e o sistema de transmissão elétrico terá quase tanta potência quanto o motor de combustão. Os motores turbo de 1.6 litros altamente eficientes serão alimentados por combustível sintético sustentável.

Regulamento 2026

A Fórmula 1 serve como um driver de tecnologia tanto para a eletromobilidade quanto para os combustíveis sustentáveis. Além disso, a Fórmula 1 estabeleceu o objetivo de ser neutra em carbono até 2030.

O foco na sustentabilidade e na eficiência de custos foram fatores importantes para a entrada da Audi na Fórmula 1, a qual foi oficialmente anunciada no final de agosto de 2022.

A partir daí, a Audi selecionou a experiente equipe de corrida suíça Sauber como sua parceira estratégica para a implantação de uma equipe de fábrica da Audi na Fórmula 1 a partir de 2026.

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Novo Polo Track chega com competência para substituir o Gol

Ao longo dos anos, a Volkswagen do Brasil vinha tentando substituir o valente Gol. Em outubro de 2003, lançou o Fox e o modelo, apesar de bem mais moderno, demorou para emplacar. Em 2015, não menos moderno que o Fox,  foi a vez do Up!. E o Gol se manteve firme.

Agora, pela primeira vez, o modelo lançado há 42 anos é verdadeiramente substituído por um moderno e competente. Vale lembrar que, quando chegou ao mercado no final de 1979 com a missão de substituir o Fusca e a Brasília, o modelo não conseguiu.

Design moderno, espaçoso, mas o fraco motor 1,3 litro a ar e 50 cavalos fez os consumidores ficarem receosos. O automóvel, que seria o mais vendido por 27 anos seguidos, começou timidamente a se firmar com a chegada do motor 1,6 litro a ar e posteriormente com o motor 1,6 à água. Aí sim, a história do modelo deslanchou.

Logicamente, com as devidas ressalvas e os longos anos de distância, o novo substituto, o Polo Track, lembra muito a origem do Gol. Retrovisores sem controle elétrico, painel mais simples, câmbio manual de cinco velocidades, sem tela lotada de tecnologias, e rádio simples. E destacando a robustez e resistência.

Usando a moderna plataforma MQB, o Polo (por muitos chamado de mini Golf, um dos modelos mais fantásticos já produzidos pela marca alemã) é muito mais avançado em termos de rigidez estrutural, segurança e dinâmica de condução que o Gol.

Em termos de segurança, o novo substituto é muito superior: o Track vem de série com quatro airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e bloqueio eletrônico do diferencial.

Por dentro, o modelo é espartano, mas muito agradável. Por ser maior que o Gol, o Track tem mais espaço interno. Atrás ou na frente, é possível quatro pessoas viajarem bem acomodados.

Em termos de conforto, o modelo de entrada da Volkswagen conta com ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travamento das portas, porta-malas e bocal do tanque elétrico.

Motorização

O Polo Track está equipado com um motor 1,0 litro, aspirado, que desenvolve 84 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque quando abastecido com etanol, e 77 cavalos e 9,6 kgfm com gasolina. A transmissão é manual de cinco marchas, com engates precisos e suaves. Uma tradição dos modelos da marca alemã. Por sinal, motor e câmbio são oriundos do Gol.

Mais pesado que o Gol em 45 quilos, o Polo tem um desempenho superior ao seu antecessor, muito graças à melhor aerodinâmica, mas modesto. Em ultrapassagens, nas rodovias, necessita um pouco mais de planejamento. Porém, muito coerente com a proposta.

O novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 169 quilômetros por hora. Na estrada, apesar de ser competente, precisa de cuidado nas retomadas. Apesar de encarecer o carro, sente-se falta de uma sexta marcha. Com certeza, “acalmaria” o motor e melhoraria muito o consumo. Na cidade, o Track é ágil e muito agradável de andar.

Por falar em consumo, o Track surpreendeu fazendo médias de 13,2 quilômetros por litro com gasolina e 9,7 com etanol. Já no ciclo rodoviário, o Track fez 15,2 com gasolina e 11,0 com etanol. São números bem razoáveis.

Andando

Ao rodar com o Volkswagen Polo Track é que se percebe a enorme evolução entre os dois modelos. A suspensão, 1,7 centímetros mais elevada que a dos demais membros da família Polo, e os pneus 185/65 R15, com calotas pitadas de preto, absorvem bem as irregularidades do solo. Mesmo com a maior altura do solo, o Track é muito estável.

Os freios a disco na dianteira e a tambor na traseira (tudo para baratear) param o carro em espaços razoáveis e sem desvios. Ou seja, o conjunto é agradável e passa segurança para quem o dirige.

Apesar de o volante não ter regulagens nem de altura nem de profundidade, achar uma boa posição para dirigir não é uma tarefa muito difícil, graças ao banco do motorista, que tem regulagem de altura.

Sem dúvidas, a Volkswagen marcou um golaço com o Polo Track.

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Produção de motocicletas na Zona Franca de Manaus continua em alta

O setor de motocicletas mantém o seu ritmo de crescimento. Dados da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, mostram que foram fabricadas 397.070 motocicletas no primeiro trimestre, alta de 21,4% na comparação com o mesmo período do ano passado (327.139 unidades).

De acordo com levantamento da associação, esse foi o melhor resultado para os três primeiros meses do ano desde 2014 (412.173 motocicletas).

Em março, as fabricantes instaladas no PIM – Polo Industrial de Manaus produziram 152.450 unidades. O volume é 11,8% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (136.350 motocicletas) e 25,3% maior em relação a fevereiro (121.703 unidades).

Ainda segundo a Abraciclo, esse foi o melhor resultado para o mês desde 2012 (179.451 motocicletas) e o melhor desempenho em meses consecutivos desde novembro de 2013 (156.044 unidades).

Segundo avaliação do novo presidente da Abraciclo, Marcos Antonio Bento, a indústria deve seguir a tendência de alta nos próximos meses e, com isso, equilibrar a oferta e a demanda.

“Depois de três anos as fabricantes estão conseguindo operar normalmente, sem interrupções nas linhas de produção. Estamos, gradativamente, reduzindo a fila de espera dos modelos de baixa cilindrada e dos scooters”, destaca.

A estimativa da Abraciclo é fechar o ano com 1.550.000 unidades produzidas, o que corresponde a um crescimento de 9,7% na comparação com o ano passado (1.413.222 motocicletas).

Vendas no varejo

No primeiro trimestre os emplacamentos totalizaram 357.209 unidades, aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado (274.673 motocicletas). De acordo com levantamento da Abraciclo, as vendas no varejo alcançaram o melhor resultado em onze anos. Em 2012, foram licenciadas 442.512 unidades.

Na análise isolada de março, foram licenciadas 146.035 motocicletas. Na comparação com o mesmo mês de 2022, houve aumento de 32,7% (110.040 unidades) e, em relação a fevereiro, a alta foi de 45,1% (100.613 motocicletas). Esse foi também o melhor resultado para o mês desde 2012 (165.677 unidades).

Com 23 dias úteis, março registrou média diária de 6.349 unidades negociadas no varejo. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve um dia útil a menos, a alta foi de 26,9% (5.002 motocicletas/dia). Já em relação a fevereiro, com 18 dias úteis, o crescimento foi de 13,6% (5.590 unidades/dia).

A categoria Street liderou o ranking de emplacamentos em março. No total, foram licenciadas 73.358 motocicletas, o que corresponde a 51,6% de participação do mercado. Em segundo lugar, ficou a Trail (27.300 unidades e 18,7% do mercado), seguida pela Motoneta (20.432 motocicletas e 14,0%).

Segundo levantamento da Abraciclo, em março, foram licenciadas 118.839 motocicletas de baixa cilindrada, o que corresponde a 81,4% do mercado. Os modelos de média cilindrada tiveram 22.531 unidades emplacadas (15,4% do mercado), enquanto as motocicletas de alta cilindrada registraram 4.665 emplacamentos (3,2%).

Para este ano, a projeção da associação é que sejam licenciadas 1.490.000 motocicletas, alta de 9,4% em relação a 2022 (1.361.941 unidades).

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