Economia

Desemprego recua em três estados; queda em SP puxou média nacional

A queda na taxa de desemprego no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 7,8% para 7,1% no período.


“A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa da redução da desocupação. E São Paulo tem uma importância dado o contingente do mercado de trabalho, o que influencia bastante a queda em nível nacional”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

Além de São Paulo, apresentaram queda significativa na taxa de desemprego os estados do Maranhão (de 8,8% para 6,7%) e Acre (de 9,3% para 6,2%).

Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego,, ao passar de 5,1% para 7,6%.

No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%).

Comparações 

Na comparação por sexo, a taxa de desocupação no terceiro trimestre foi de 6,4% para os homens e de 9,3% para as mulheres. Em relação à cor ou raça, a taxa entre os brancos ficou em 5,9%, enquanto entre os pretos o indicador foi de 9,6% e entre os pardos, de 8,9%.

Considerando-se o nível de instrução, a maior taxa de desocupação ficou entre as pessoas com ensino médio incompleto (13,5%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,5%). (Agência Brasil)

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Gasolina e etanol estão mais baratos no começo de novembro

O preço do litro da gasolina fechou a primeira quinzena de novembro a R$ 5,83, valor 1,69% mais barato ante o consolidado de outubro. Os dados são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log.

“A gasolina segue uma tendência de baixa registrada desde setembro e o combustível ficou mais barato também nas cinco regiões brasileiras, com destaque para o Nordeste, onde preço do litro recuou 2,97% e fechou a quinzena a R$ 5,89”, comenta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil. As menores médias para o combustível foram as das bombas do  Sudeste e Sul, a R$ 5,73 e a mais alta, no Norte, a R$ 6,42.

Entre os Estados e o Distrito Federal, apenas o Amazonas registrou aumento no valor da gasolina, de 1,71%, ante outubro. A média comercializada nos postos amazonenses foi de R$ 6,56. O recuo mais expressivo para a gasolina, de 3,91%, foi identificado nos postos de abastecimento da Bahia, onde a média fechou a R$ 5,90. Ainda assim, o litro mais barato do País foi registrado no Rio Grande do Sul, a R$ 5,63, e o mais caro, no Acre e em Roraima, a R$ 6,64.

Etanol

Ainda de acordo com o IPTL, o preço do litro do etanol fechou a primeira quinzena de novembro a R$ 3,73 no País, com redução de 0,80%, quando comparado a outubro.

Assim como a gasolina, nas cinco regiões brasileiras o combustível também ficou mais barato e a redução mais expressiva, de 2,68% foi registrada no Nordeste, que fechou com a média de R$ 4,35. O Centro-Oeste comercializou o litro pela média mais baixa, a R$ 3,57, e o Norte, fechou com a mais alta, a R$ 4,67.

“A redução mais expressiva no preço do etanol foi de 4,63%, registrada nas bombas de abastecimento de Goiás, comercializado  a média de  R$ 3,50. Goiás também figurou no ranking do preço médio mais baixo do País para o etanol, de R$ 3,50, assim como Mato Grosso. Já o etanol mais caro de todo o território nacional foi registrado em Roraima, a R$ 5,02. O motorista que abastecer na Bahia, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo encontrará o etanol como combustível mais econômico, além de ser ecologicamente mais viável, por contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelas mudanças climática”, pontua Pina. 

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Oportunidade: lojas do Iguatemi Campinas e Galleria devem contratar mais de 2 mil temporários neste final de ano

Empreendimentos possuem vagas fixas e temporárias para diversas funções, como vendedores, empacotadores, operadores de caixa e estoquistas

Crédito das fotos: Tatiana Ferro

Com datas como Black Friday e Natal cada vez mais próximas, surgem boas oportunidades para quem está à procura de uma colocação no mercado de trabalho, devido à abertura de vagas temporárias no comércio. Em Campinas, o Iguatemi Campinas e o Galleria Shopping devem ampliar em pelo menos 30% os seus quadros de funcionários até o Natal.

Segundo estimativa da Associação de Lojistas do Iguatemi Campinas e da Associação de Lojistas do Galleria Shopping, os empreendimentos deverão contratar, juntos, mais de 2 mil trabalhadores, entre fixos e temporários nas próximas semanas. Somente no Iguatemi Campinas, deverão ser mais de 1.500 contratações. Já no Galleria Shopping, esse número deve chegar em aproximadamente 500 novos colaboradores.

“As vendas foram melhorando desde o início de 2022, e as lojas já foram recontratando para recuperar um nível de emprego similar ao que tinham antes da pandemia. Então, as contratações temporárias de final de ano serão um pouco menores desta vez, porque houve todo um movimento de contratação ao longo do ano. Por outro lado, estimamos um nível de efetivação desse pessoal um pouco maior do que os anos anteriores, na casa de 40%, em função dessa recuperação progressiva do nosso faturamento”, afirma Luis Campos, presidente da Associação de Lojistas do Iguatemi Campinas.

As perspectivas de efetivação também são ressaltadas pelo empresário Marcelo Batista Menezes Agostinho, presidente da Associação de Lojistas do Galleria Shopping. “As vagas de final de ano são sempre uma excelente chance de ingressar no mercado de trabalho e os funcionários que se destacam encontram fortes chances de conseguirem um emprego fixo”, afirma.

Tanto no Iguatemi Campinas quanto no Galleria Shopping, há oportunidades para diversas funções, como vendedores, empacotadores, operadores de caixa e estoquistas e são grandes as possibilidades de efetivação nas funções.

No Iguatemi Campinas, os interessados devem entregar o currículo pessoalmente na Associação de Lojistas, localizada no terceiro piso, com acesso pelo P5 da torre de estacionamento, ou acessar o site da instituição e fazer o cadastro on line (www.alscic.com.br), assim todas as lojas do shopping terão acesso aos currículos.

Já quem quiser tentar uma vaga no Galleria Shopping deverá entregar o currículo na administração do empreendimento, localizada no segundo piso, próximo à praça de alimentação, ou enviar diretamente para o e-mail da associação de lojistas: associacao.galleria@gmail.com.

Algumas dicas para quem busca uma vaga:

  • Preparar um bom currículo, porque é a informação que será compartilhada com o entrevistador;
  • Boa apresentação pessoal do ponto de vista do vestuário, pois no varejo o contato humano é muito frequente, então a imagem a ser transmitida em termos de postura e vestuário será avaliada no processo seletivo;
  • Pesquisar antes sobre a empresa que está oferecendo a oportunidade, buscar informações sobre a função e os produtos que aquela empresa vende. Isso pode ser um diferencial, porque os entrevistadores costumam fazer dinâmicas em grupo e o conhecimento prévio pode fazer com que um candidato se destaque em relação a outros;

Depois de conquistar a vaga, o funcionário precisa se atentar a alguns pontos para obter bons resultados e se sair bem:

  • Ser atencioso, ter postura e educação;
  • Se relacionar bem com outras pessoas;
  • Ter afinidade com o produto que vai vender e trabalhar;
  • Colaborar para uma boa experiência de compra;
  • Não induzir o cliente a uma compra equivocada, da qual ele se arrependerá no futuro;
  • Compreender que atingir a meta vai ser consequência de um bom atendimento.

Serviço | Entrega de currículos para as vagas de final de ano

Iguatemi Campinas

Onde: Associação de Lojistas do Shopping Center Iguatemi Campinas ou pelo site www.alscic.com.br

Endereço: Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas – terceiro piso (acesso pelo P5 da torre de estacionamento)

Galleria Shopping

Onde: administração do shopping ou pelo e-mail da associação de lojistas: associacao.galleria@gmail.com.

Endereço: Rodovia D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis, Campinas

 

Sobre o Iguatemi Campinas – O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo.  Segundo shopping da Iguatemi S.A. e maior complexo da rede, são 388 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer.  Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas.

Sobre o Galleria Shopping – Com arquitetura diferenciada e um ambiente paisagístico que valoriza as áreas livres e arborizadas, o Galleria Shopping foi responsável por introduzir no país o conceito de lifestyle, principalmente por seguir o estilo de um open mall. O empreendimento, que pertence à Iguatemi S.A., destaca-se como um dos mais sofisticados centros de compras do país e apresenta um mix de operações completo formado por lojas especializadas em moda e acessórios, além de opções de gastronomia, serviços, lazer e entretenimento. Adicionalmente, o shopping faz parte de um complexo multiuso e oferece conforto e conveniência para os clientes.

 

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Refis começa nesta sexta-feira, 17, com descontos de até 70% em juros e multas

Começa nesta sexta-feira, 17 de novembro, às 9h, o prazo para negociações do Refis 2023 da Prefeitura de Campinas. O programa vai conceder desconto de até 70% em juros e multas para as chamadas dívidas tributárias (IPTU, ISS, ITBI, Taxa de Lixo e autos de infração principal desses impostos). Os contribuintes que deixaram de pagar multas como do Procon, da Vigilância Sanitária e da Cofit também terão abatimentos nas dívidas. O Refis 2023 integra a série de ações para comemorar os 250 anos de Campinas.

As negociações poderão ser feitas até 22 de dezembro de forma online para pessoas físicas e com atendimento presencial, mediante a agendamento, para pessoas jurídicas (empresas).

Um hot site foi elaborado pela Secretaria de Finanças para auxiliar os contribuintes sobre como aderir ao programa. O endereço de acesso é o https://www.campinas.sp.gov.br/refis2023/. Na página, o contribuinte vai ter acesso a tutoriais, formas de atendimento, legislação, formulário, tabelas de descontos, entre outras informações.

“O Refis terá um prazo curto de duração, por isso é importante que o contribuinte acesse nosso conteúdo, verifique suas dívidas e faça a adesão o quanto antes”, disse o secretário de Finanças, Aurílio Caiado. Ainda segundo ele, o objetivo o programa não é arrecadatório, mas sim social e atende a reivindicações de diversas áreas.

Como neste ano as negociações do Refis serão feitas de forma online, é importante que o contribuinte que ainda não tem acesso ao Ambiente Exclusivo faça o credenciamento o quanto antes. O acesso à plataforma é feito pelo endereço (https://portal.campinas.sp.gov.br/servico/ambiente-exclusivo-financas). Nos casos de pagamento à vista de IPTU é ainda mais prático, basta emitir a guia na página de Finanças, no portal da Prefeitura.

(https://portal.campinas.sp.gov.br/servico/demonstrativo-de-debito-de-imovel-e-guia-de-pagamento-iptu)

Parcelamentos

Os parcelamentos poderão ser feitos em até 12 vezes sem encargos e em até 60 vezes com 6% de juros compensatórios ao ano. Quem tem dívida superior a R$ 1 milhão poderá parcelar em até 96 vezes. (confira as tabelas abaixo).

Quem tiver dívidas não tributárias terão descontos no valor principal da dívida. A expectativa de arrecadação do Refis 2023 é de R$ 60 milhões ainda este ano. Para mais informações, os contribuintes podem acessar o chatbot de Finanças (https://portal.campinas.sp.gov.br/servico/chat-secretaria-de-financas).

Tabela de Descontos – Dívidas Tributárias

(IPTU, ISS, ITBI, Taxa de Lixo e Autos de Infração desses impostos)

 

Parcelas Multa moratória/Multa punitiva Encargos financeiros
À vista 70% zero
2 a 6 60% zero
7 a 12 50% zero
13 a 60 40% 6% ao ano
61 a 96* 30% 6% ao ano

*Somente para créditos com valor a parcelar maior que R$ 1 milhão

Tabela de Descontos – Dívidas Não Tributárias (Procon, Cofit – Coordenadoria de Fiscalização de Terrenos – e Vigilância Sanitária)

 

Parcelas Crédito Encargos financeiros
À vista 15% zero
2 a 6 14% zero
7 a 12 12% zero
13 a 60 10% 6% ao ano
61 a 96* 8% 6% ao ano

*Somente para créditos com valor a parcelar maior que R$ 1 milhão

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Americanas divulga prejuízo de R$ 19,1 bi em 2021 e 2022

Prestes a ter o plano de recuperação judicial votado, as Lojas Americanas divulgaram nesta quinta-feira (16) o tamanho do prejuízo após as descobertas de fraudes contábeis no início do ano. Em 2021 e 2022, a companhia acumulou prejuízo de R$ 19,1 bilhões, dos quais R$ 6,2 bilhões em 2021 e R$ 12,9 bilhões no ano passado, o maior rombo anual da história da empresa.

O balanço de 2021, que originalmente apontava lucro de R$ 544 milhões, foi revisado. Adiado por quatro vezes, o balanço de 2022 ainda não tinha sido divulgado. A divulgação dos resultados é condição para que o plano de recuperação judicial possa ser votado pela assembleia de credores. A votação está prevista para ocorrer na terceira semana de dezembro.

Em 19 de janeiro, as Lojas Americanas entraram em recuperação judicial, com dívidas declaradas de R$ 49,5 bilhões. Uma semana antes, em 11 de janeiro, o então CEO da companhia pediu demissão ao descobrir “inconsistências contábeis” em torno de R$ 20 bilhões.

Posteriormente, assessores jurídicos envolvidos no plano de recuperação judicial apontaram que as gestões anteriores inflaram os lucros das Lojas Americanas em R$ 25,3 bilhões. O valor refere-se a vários anos, mas a empresa não informou por quantos anos perdurou a maquiagem contábil.

Os novos balanços enfrentam resistências. Contratada em junho para auditar a contabilidade das Lojas Americanas, a firma de auditoria BDO não deu o aval para os números. Em relatório anexo aos resultados, os auditores informaram não expressar opinião sobre as demonstrações contábeis porque “não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas”.

Entre os principais questionamentos da BDO estão o teste de valor recuperável dos ativos (valor que pode ser recuperado), que, segundo os auditores, não se baseou em premissas que não considerassem as inconsistências contábeis. A BDO substituiu a PwC, responsável por auditar os balanços anteriores das Lojas Americanas.

Histórico

Em fevereiro, a Agência Brasil mostrou como a antecipação de vencimentos de contratos com fornecedores pode estar por trás do esquema de fraudes contábeis. Advogados envolvidos no caso apontaram falhas em bancos que descontavam duplicatas e em empresas de auditoria e pediram mudanças na Lei de Recuperação Judicial para distinguir gestão fraudulenta de crise comum.

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“Não permitiremos aumento abusivo nas passagens aéreas”, diz ministro

As empresas aéreas devem apresentar, em até 10 dias, um plano ao governo federal para tentar conter o aumento no custo das passagens. A afirmação é do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que se reuniu com representantes das companhias aéreas na noite desta terça-feira (14), em Brasília. O ministro ainda criticou o que chamou de “aumentos abusivos” em alguns trechos.

“Sabemos que o aumento das passagens é uma questão mundial. Na Europa, nos Estados Unidos, tivemos aumento nas passagens aéreas. O que nós não podemos aceitar e permitir são aumentos abusivos que têm prejudicado a população brasileira”, afirmou Costa Filho.

“O que a gente está fazendo é dialogando, buscando alternativas, tentando fazer um trabalho de convencimento com as companhias aéreas sobre a importância de baixar o preço das passagens. Em alguns casos, é verdade, a gente compra passagem a R$ 200, R$ 300, R$ 400, em alguns trechos. Mas, tem outros que saíram de R$ 1,5 mil para R$ 3,5 mil, R$ 4 mil, que são injustificáveis”, argumentou Costa Filho. Ele ainda lembrou que o preço do querosene da aviação baixou cerca de 14% este ano.

De acordo com a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as passagens aéreas, que já tinham ficado 13,47% mais caras em setembro, subiram 23,70% em outubro, causando o maior impacto na inflação oficial do país no mês passado.

Apesar da cobrança, o ministro ponderou que o setor aéreo foi um dos que mais sofreu durante a pandemia, por conta das medidas de isolamento social, e que o mercado brasileiro representa mais de 70% da judicialização do segmento em todo o mundo, com impactos anuais de R$ 1 bilhão para as empresas de aviação.

Em nota, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou estar à disposição para debater com o governo federal formas de estimular a criação de políticas públicas que contribuam para que mais pessoas viajem de avião e novos destinos sejam atendidos.

“É importante destacar que as associadas Abear aderiram ao Programa Voa Brasil e estão em linha com o objetivo do governo de ampliar a oferta de passagens aéreas com preços competitivos. A Abear compartilha com o Ministério de Portos e Aeroportos informações sobre o cenário do setor aéreo e a necessidade de enfrentamento dos custos das companhias aéreas. A queda do preço do combustível de aviação (QAV), a diminuição da judicialização no setor, a redução de tributos e o estímulo à concorrência são essenciais para democratizar ainda mais o acesso ao transporte aéreo”. (Agência Brasil)

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Disal Consórcio oferece condições especiais e três parcelas reduzidas

A Disal, empresa que atua na administração de consórcios de veículos leves, terá uma oferta exclusiva para o consumidor que adquirir cotas na Black Friday.

Conforme a promoção, quem fizer a aquisição de um consórcio da Disal, entre 10 a 30 de novembro, terá as três primeiras parcelas reduzidas e poderá escolher entre os planos de pagamento de 48, 60 ou 72 meses.

“O Black Friday é uma das datas mais movimentadas do varejo. Descontos atrativos costumam impulsionar as vendas e preparamos uma condição especial para que o consumidor aproveite para antecipar a programação de compra de seu veículo”, explica Fabio Augusto de Souza, CEO do Grupo Disal.

Outro ponto destacado pelo executivo é que o momento de aquisição é propício, pois há uma grande possibilidade do consumidor utilizar os recursos do 13º para fazer um lance e buscar antecipar a contemplação de sua carta de crédito.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o pagamento do 13º salário injetará R$ 291 bilhões na economia. O valor representa um importante estímulo ao consumo, uma vez que muitas pessoas utilizam essa gratificação extra para fazer compras, quitar dívidas, poupar e realizar compras programadas, como o consórcio.

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Mercado reduz previsão da inflação de 4,63% para 4,59% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – caiu de 4,63% para 4,59% neste ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (13), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. 

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para 2023 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.

Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é de 67%. A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda situa-se dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em outubro, o aumento de preços das passagens aéreas pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,24% [https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/inflacao-de-outubro-fica-em-024-puxada-pelas-passagens-aereas], segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi abaixo da taxa de setembro, que teve alta de 0,26%.

A inflação acumulada este ano atingiu 3,75%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 4,82%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.

O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela terceira vez no semestre, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Ainda assim, em comunicado divulgado na semana passada, o Copom indicou que poderá mudar o tempo do período de cortes, caso as condições tornem mais difícil reduzir juros.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,25% ao ano. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,75% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano ficou em 2,89%.

Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,93% e 2%, respectivamente.

A previsão para a cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,08. (Agência Brasil)

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Sky Galleria comemora um ano de lançamento com 100% de locação

Resultado obtido em menos de seis meses posiciona a imponente torre corporativa instalada junto ao Galleria Shopping como referência em Campinas

Crédito da foto: Guilherme Gongra / Divulgação Galleria Shopping

A torre corporativa Sky Galleria, novo ícone do mercado imobiliário de Campinas, chega ao seu primeiro ano com resultados expressivos. O sucesso foi imediato, sendo que com  menos de seis meses de lançamento, o empreendimento já se encontrava 100% locado. Com 14 lajes de 960 metros quadrados de área privativa, o Sky Galleria atualmente está 70% ocupado e conta com inquilinos relevantes de diversos segmentos como agronegócio, financeiro, consultoria e outros.

“Estamos entusiasmados com o desempenho excepcional do Sky Galleria, que alcançou 100% de locação em tempo recorde. Com a retomada do trabalho presencial, observamos um aumento na demanda por escritórios modernos e funcionais. O Sky Galleria está perfeitamente posicionado para atender a essa demanda crescente, com seus espaços inovadores e infraestrutura de última geração”, comenta Caio Teles, diretor de Desenvolvimento e Gestão Imobiliária da Iguatemi S.A.

O Sky Galleria é o exemplo mais recente do compromisso da Iguatemi S.A. em trazer para o mercado construções no modelo green buildings, ou seja, com menor impacto ambiental e que adotam iniciativas como eficiência energética e redução do consumo de água. Dessa forma, o empreendimento foi pensando com uma série de atributos que levaram a torre a receber o selo LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design), certificado de alta responsabilidade concedido a construções sustentáveis pela organização não governamental United States Green Building Council (USGBC). A avaliação concedida ao Sky Galleria foi realizada por meio de pré-requisitos a serem atendidos nas categorias de Sustentabilidade do Espaço, Racionalização do Uso de Água, Eficiência Energética, Qualidade Ambiental Interna, Materiais e Recursos, Inovação e Processos de Projeto e Créditos Regionais.

A torre comercial conta ainda com a classificação Triple A, nível máximo de qualidade, e apresenta diferenciais como fachadas eficientes que reduzem o consumo de energia, gerador para 100% das áreas comuns e privadas, elevadores inteligentes, iluminação em LED nas áreas comuns, infraestrutura para ar-condicionado individualizado de baixo consumo, lobby com pé direito duplo, redução do uso de água em relação a outros prédios do mesmo porte, sala multiuso/auditório para 160 pessoas, iluminação natural e acesso a vista panorâmica, 24 pontos para recarga de carros elétricos, bicicletário, business center com salas de reunião e heliponto na cobertura.

Integração ao Galleria Shopping

Os diferenciais do Sky Galleria também se somam à localização privilegiada, junto ao  Galleria Shopping, , um dos mais sofisticados centros de compras do país, que apresenta um mix de operações completo formado pelas principais marcas dos mais variados segmentos, incluindo opções de gastronomia, serviços, lazer e entretenimento.

Além disso, o  empreendimento foi idealizado para ser um complexo multiuso, cuja  proposta é unir trabalho, lazer, compras e moradia em um único local, seguindo o conceito de cidade viva e inteligente. “A expectativa é que a torre reforce o fluxo do shopping, trazendo cerca de 2 mil pessoas  por dia para o complexo ainda em 2023”, acrescenta Teles.

Sobre a Iguatemi

A Iguatemi S.A. é uma das maiores empresas full service no setor de shopping centers do Brasil. Suas atividades englobam a concepção, o planejamento, o desenvolvimento e a administração de shopping centers regionais, outlets e complexos imobiliários de uso misto com torres comerciais. A Iguatemi detém participação em 14 shopping centers, 2 Premium Outlets e 3 torres comerciais que juntos totalizam 724 mil m² de ABL total, sendo a sua ABL própria correspondente a 477 mil m², além do seu marketplace, o Iguatemi 365. A operação nasceu conectada ao espaço físico para a entrega de uma experiência multicanal e conta com mais de 450 marcas nacionais e internacionais de moda, casa, beleza, empório e lifestyle. A Companhia participa da administração de todos os seus shoppings centers, de seus premium outlets e das suas torres comerciais. As ações da Iguatemi estão listadas na B3 [IGTI11] e fazem parte do índice Ibovespa.

Sobre o Galleria Shopping 

Com arquitetura diferenciada e um ambiente paisagístico que valoriza as áreas livres e arborizadas, o Galleria Shopping foi responsável por introduzir no país o conceito de lifestyle, principalmente por seguir o estilo de um open mall. O empreendimento, que pertence à Iguatemi S.A., destaca-se como um dos mais sofisticados centros de compras do país e apresenta um mix de operações completo formado por lojas especializadas em moda e acessórios, além de opções de gastronomia, serviços, lazer e entretenimento. Adicionalmente, o shopping faz parte de um complexo multiuso e oferece conforto e conveniência para os clientes.

Para mais informações, basta acessar o site.

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Inflação de outubro fica em 0,24%, puxada pelas passagens aéreas

A inflação oficial do país fechou outubro em 0,24%, puxada, principalmente, pelo aumento no preço das passagens aéreas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou abaixo do 0,26% medido em setembro. No ano, a inflação acumulada é de 3,75% e, nos últimos 12 meses, 4,82%.

Viagem de avião 

Oito dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE apresentaram alta. As maiores pressões sobre os preços vieram de transportes e alimentação e bebidas.

No grupo transportes, as passagens aéreas, que já tinham ficado 13,47% mais caras em setembro, subiram 23,70%. “Essa alta pode estar relacionada a alguns fatores como o aumento no preço de querosene de aviação e a proximidade das férias de fim de ano”, explica o gerente da pesquisa, André Almeida.

Gasolina 

A gasolina, subitem com maior peso entre os 377 na cesta de compra das famílias, ajudou a segurar a inflação. O preço do derivado de petróleo caiu 1,53%. Os preços do gás veicular e do etanol também caíram, 1,23% e 0,96%, respectivamente.

“Essa queda em outubro foi o maior impacto negativo no índice (-0,08 ponto percentual) e contribuiu para segurar o resultado do grupo de transportes”, acrescenta o gerente do IBGE.

Alimentos 

O grupo alimentação e bebidas – o que mais pesa no orçamento das famílias – apresentou alta depois de quatro meses seguidos de deflação, isto é, queda nos preços. A alimentação no domicílio subiu 0,27%, impulsionada pela batata-inglesa (11,23%), cebola (8,46%), frutas (3,06%), arroz (2,99%) e carnes (0,53%).

“O arroz acumula alta de 13,58% no ano. Esse resultado é influenciado pela menor oferta, já que ele está no período de entressafra e houve maior demanda de exportação. No caso da batata e da cebola, a menor oferta é resultado do aumento de chuvas nas regiões produtoras, que prejudicou a colheita”, detalha André Almeida.

A alimentação fora do domicílio ficou 0,42% mais cara.

O grupo comunicação foi o único que registrou deflação, queda de 0,19%. O motivo foi a série de quedas nos preços dos aparelhos telefônicos e dos planos de telefonia fixa.

Meta de inflação 

O resultado anunciado nesta sexta-feira deixa o IPCA acumulado de 12 meses acima da meta de inflação determinada pelo Banco Central, que é de 3,25%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O IPCA mede a inflação de famílias com renda de um até 40 salários mínimos.

INPC 

O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos. Em outubro o resultado foi de 0,12%. O INPC acumula 3,04% no ano e 4,14% nos últimos 12 meses. (Agência Brasil)

Inflação de outubro fica em 0,24%, puxada pelas passagens aéreas Read More »

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