Destaques

CNJ apura conduta de juiz que negou pedido de advogada grávida

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quarta-feira (11) uma reclamação disciplinar para apurar a conduta do desembargador Georgenor de Sousa Franco Filho, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), sediado em Belém.

De acordo com matérias jornalísticas, o magistrado teria dito que “gravidez não é doença” ao rejeitar pedido de uma advogada para adiar a análise de um processo em que atuava.

O CNJ vai apurar eventual descumprimento dos deveres da magistratura pelo desembargador. Pela legislação, um processo deve ser suspenso quando a advogada estiver em período de parto, quando for a única patrona da causa.

O episódio ocorreu na terça-feira (10) durante sessão da Quarta Turma do tribunal. No entendimento de Georgenor, o processo não poderia ser adiado porque a advogada não era parte na ação, mas apenas uma das profissionais que atuaram na causa, podendo ser substituída.

O caso chegou ao conselho a partir de uma representação protocolada por quatro conselheiros do órgão.

O TRT não deu retorno até á publicação. (Agência Brasil)

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Romeiro morre ao ser atropelado no caminho para Santuário de Aparecida

Um romeiro de 67 anos morreu atropelado na madrugada da última segunda-feira (9) na Rodovia Presidente Dutra durante o percurso para o Santuário Nacional de Aparecida para as celebrações do Dia da Padroeira do Brasil, na quinta-feira (12). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 4h, no km 178, na região de Guaratema. O romeiro, que caminhava pela faixa de rolamento e não pelo acostamento, morreu na hora. De acordo com a PFR, chovia quando a vítima foi atingida por um carro.

Operação especial

Entrou em vigor  á 0 hora de hoje (11) e prossegue até as 23h59 de domingo (15) a Operação Nossa Senhora Aparecida, da PRF. O objetivo é garantir a segurança das rodovias federais. Nos cinco dias da operação, a PRF terá reforço na fiscalização de ultrapassagens em locais proibidos, além de organização e orientação para o fluxo seguro de pessoas e veículos em todo o país.

“Em São Paulo, onde há grande concentração de romeiros que se deslocam até o Santuário de Aparecida, as equipes da PRF vão acompanhar parte do trajeto feito pelos fiéis nos deslocamentos a pé ou em veículos”, diz a PRF.

A Polícia Rodoviária Federal recomenda que os motoristas mantenham a atenção redobrada pela presença de pedestres; respeitem os limites de velocidade e sinalização da via; não usem celular durante a condução do veículo; se beberem, não dirijam; sempre usem cinto de segurança e utilizem as cadeirinhas e assentos de elevação para as crianças. Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 191.

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Segunda aeronave com brasileiros em Israel está a caminho do Brasil

A segunda aeronave KC-30 (Airbus A330 200), da Força Aérea Brasileira (FAB), decolou de Tel Aviv, em Israel, às 12h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (11) com destino ao Rio de Janeiro. A bordo estavam 214 brasileiros resgatados após os conflitos recentes. O voo transporta também, pela primeira vez, animais, sendo um cachorro e três gatos.

O voo tem duração prevista de 14 horas, com previsão de chegada à Base Aérea do Galeão, às 3h desta quinta-feira (12). A repatriação faz parte da Operação Voltando em Paz, deflagrada pelo governo federal após o confronto iniciado no fim de semana entre Israel e o Grupo Hamas, no Oriente Médio.

O primeiro voo de resgate trazendo brasileiros de Israel pousou em Brasília por volta das 4h10 desta quarta-feira. A aeronave KC-30 da FAB, com 211 passageiros, decolou de Tel Aviv às 14h12 (horário de Brasília) de ontem (10) e fez voo de cerca de 14 horas direto para a capital federal.

Do total, 107 passageiros desembarcaram em Brasília e 104 seguiram para o Rio de Janeiro em dois aviões da FAB.

Tel Avivi, Israel, 11.10.2023 - Segunda aeronave da FAB trazendo 212 passageiros, 3 gatos e 1 cachorro, terá o Rio de Janeiro como destino. Foto: GOV BR/FAB
Alívio

O produtor de vídeo, Gleik Max, estava no voo que chegou pela manhã ao Rio de Janeiro. Ao desembarcar, ele disse ter sentido um grande alívio ao pisar no Brasil. Conforme relatou, ele precisou se proteger em um bunker, estrutura fortificada construída embaixo da terra, para resistir a projéteis de guerra. Os bunkers são obrigatórios em construções israelenses, inclusive em hotéis que abrigam turistas.

“Foram dias de preocupação, embora a gente estivesse em uma área que não sofreu com bombardeios. Mas toda vez que a sirene tocava, a gente ia para o bunker. É gratificando voltar ao Brasil. Estou de volta à minha terra e muito feliz”.

Gleik relatou que manteve contato permanente com a família durante toda essa situação. “Meu filho tem 4 anos. Decidi não contar para ele o que estava acontecendo. Agora que eu cheguei, vou contar, mas de forma adaptada até pela questão da idade”, contou.

O produtor de vídeo disse ainda ter se sentido seguro na maior parte do tempo, mas que o clima no aeroporto o deixou tenso. “Nós tentamos comprar uma passagem para sair de Israel. Compramos para Istambul e depois para Bucareste. As duas foram canceladas quando estávamos no aeroporto. E estava aquela correria, ficava pensando: ‘será que vai explodir alguma coisa aqui?’. Naquele momento, senti que estava em um país em guerra”. (Agência Brasil)

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Conflito é capítulo da guerra desde 1948, diz embaixador palestino

O embaixador da Palestina no Brasil Ibrahim Alzeben falou com exclusividade à Agência Brasil nesta quarta-feira (11) sobre o conflito iniciado no último sábado (7). Da Cisjordânia, o diplomata palestino afirmou que o atual episódio é apenas mais um capítulo da guerra que Israel começou contra a Palestina em 1948.

Foto: Arquivo Pessoal

Ele ainda pediu o fim imediato dos bombardeios à Faixa de Gaza e responsabilizou as potências ocidentais por permitirem que Israel não desrespeitasse os limites territoriais da Palestina definidos pelas Nações Unidas.

“O que esta acontecendo agora é a continuidade – um capítulo mais – da guerra que fez Israel contra o povo palestino. É a continuidade da guerra que começou em Israel desde sua criação, até o momento, negando o direito do povo palestino à existência”, destacou. Ibrahim Alzeben qualificou o conflito como chacina e apelou para que as potências Ocidentais detenham os bombardeiros de Israel. Sobre a posição do governo brasileiro, o diplomata destacou que, apesar de respeitar o posicionamento do Brasil, não concorda com os termos dos comunicados oficiais.

Para Alzeben, o Brasil tem importante papel a desempenhar como mediador do conflito. “Brasil é amigo de ambas as partes, tem o respeito de ambas as partes e tem respeito à nível internacional e pode fazê-lo. Agora, se tem sucesso ou não, isso depende das circunstâncias internacionais”, respondeu.

Questionado sobre o fato do Hamas não aceitar o Estado de Israel, o representante da Autoridade Palestina, que controla a Cisjordânia, disse que o grupo de Gaza é consequência das violações dos direitos dos palestinos. “Não existia o Hamas (até 1987). Quem é responsável por isso são os sucessivos governos de Israel que levaram a criação de várias organizações, inclusive, e de criar essas situações beligerantes”, concluiu.

Confira a seguir a entrevista completa com o embaixador da Palestina no Brasil Ibrahim Alzeben, que falou sobre o que deveria ser feito para suspender as hostilidades iniciadas no último final de semana.

Agência Brasil: Embaixador, como que a Autoridade Palestina analisa a ação do grupo Hamas no último sábado? Como vocês avaliam essa ação?
Ibrahim Alzeben: O senhor perguntou ao embaixador de Israel como ele avalia a chacina que está cometendo?

Agência Brasil: Perguntei a ele o que Israel tem feito para reduzir as baixas civis e como responde às críticas de que Israel pratica um Apartheid contra o povo palestino.
Alzeben: Seria bom perguntar a ele porque o que está acontecendo agora é a continuidade – um capítulo mais – da guerra que fez Israel contra o povo palestino. Não adianta te dar qualificativos. É a continuidade da guerra que começou em Israel desde sua criação, até o momento, negando o direito do povo palestino à existência. Além da terra arrasada que estão praticando, eles seguem desumanizando os palestinos. Não sei se o embaixador de Israel nos considera desumanos, que não somos humanos. Realmente, não adianta, a essa altura, começar a fazer qualificações e cair nessa armadilha de fugir da realidade que esse é um capítulo mais – lamentável, triste e destrutivo – daquela guerra que começou em 1948.
Agora, ficar procurando qualificativos? Eu acho que a essa altura não tem muita importância. O que importa, como jornalismo, como diplomata, como superpotência, como Nações Unidas, como comunidade internacional, é como parar essa loucura. O que está acontecendo é uma chacina e que tem que parar. Se continuar vão ser mais vítimas, mais sofrimento e vamos ficar mais distantes de uma solução. Erramos ou não, somos vizinhos e, como vizinhos, temos que nos respeitar, do mesmo jeito que os vizinhos na América Latina se respeitam. Pode ser que não compartam algumas coisas, mas se respeitam. As fronteiras são respeitadas, as relações diplomáticas e há cooperação. Isso é o que devemos procurar a essa altura. Não adianta está procurando qualificativos e adjetivos.

Agência Brasil: Como a Autoridade Palestina analisa a posição e as medidas do governo do Brasil, até o momento, em relação ao conflito?
Alzeben: O Brasil é um país amigo, o senhor presidente é um amigo que goza de todo nosso respeito e carinho. Não somente do povo palestino, ele é um líder mundial que tem todo nosso respeito. Se o senhor quer se referir ao comunicado, nós respeitamos, simplesmente respeitamos a soberania de todos os países amigos, podemos compartilhar ou não, e não compartilhamos a última declaração não.

Agência Brasil: Como que o Brasil poderia ajudar a mediar esse conflito levando em conta que o país preside atualmente o Conselho de Segurança da ONU?
Alzeben: Estou seguro de que se estivesse nas mãos do governo do Brasil faz tempo que eles teriam feito. Brasil é amigo de ambas as partes, tem o respeito de ambas as partes e tem respeito à nível internacional e pode fazê-lo.
Agora, se tem sucesso ou não, isso depende das circunstâncias internacionais. O Brasil é país amigo e se estivesse em suas mãos colocaria fim a esse conflito faz tempo.

Agência Brasil: O que poderia ser feito neste momento para cessar as hostilidades, para que a guerra pare? O que poderia ser feito e quem poderia fazê-lo?
Alzeben: Deve ser um esforço coletivo e não somente deixar nas mãos dos Estados Unidos que demonstrou ser um aliado incondicional da agressividade de Israel, mandando porta-aviões e munições e mais armas de destruição. Deve ser um esforço coletivo da comunidade internacional, obviamente com uma presença notória do Brasil. Os Estados Unidos participariam como parte e não como único mediador. Tem que parar essa chacina, tem que parar esse fogo cruzado, esse bombardeiro contínuo e indiscriminado na Faixa de Gaza.

Agência Brasil: A maior parte da comunidade internacional, incluindo o Brasil, defende que a saída para as hostilidades seria a consolidação de um Estado palestino economicamente viável. Por que essa saída ainda não foi possível após 75 anos da criação do Estado de Israel?
Alzeben: Como falei, esse episódio é a continuidade de uma guerra que Israel empreendeu contra nós. Israel está impedindo a criação do Estado Palestino com apoio lamentável dos Estados Unidos, que é uma superpotência que, no lugar de cuidar do direito internacional e da paz mundial, está ajudando um agressor, um país que nega o cumprimento do direito internacional. Desde 1947, inclusive quando (o brasileiro) Oswaldo Aranha era presidente da Assembleia Geral (da ONU), se pretendia criar dois estados. Por que não foi criado outro estado e só foi criado um: que é Israel? Simplesmente porque Israel, com apoio de algumas potências ocidentais, estava impedindo isso. Agora, simplesmente Estados Unidos e Israel com mais alguns países.

O responsável desde episódio, de todas as guerras ao longo desses anos é, em grande parte, a comunidade internacional, que não fez respeitar sua determinação. Simplesmente, com cada agressão, não obrigava Israel a cumprir com o direito internacional e Israel se sentiu livre de seguir cometendo crimes e mais crimes e massacres.
A comunidade internacional que me refiro é o Ocidente e não os países que eram colonizados. O Ocidente que é responsável. Ele que deixou as mãos abertas de Israel de seguir fazendo o que está fazendo e levar ao povo palestino a um estado de desespero.

Agência Brasil: O governo de Israel e atores que defendem que Israel estaria em seu direito de defesa alegam que, como Hamas defende a extinção do Estado de Israel, isso impediria um acordo para um Estado Palestino ou para o fim das hostilidades. Como o senhor responde a esse argumento?
Alzeben: O Estado de Israel foi criado em 1948. Até 1987, quando foi criado o Hamas, porque ele não cumpriu com suas obrigações internacionais? 1948, 1956, 1967, 1973, não existia o Hamas. Quem é responsável por isso são os sucessivos governos de Israel que levaram a criação de várias organizações, inclusive, e de criar essas situações beligerantes que comprometem nossas vidas diárias, que compromete a paz na região, que comprometem nossa própria existência. Desde 1948 até o momento, quem está impedindo o cumprimento do direito internacional é o próprio Israel acompanhado dos Estados Unidos e algumas potências ocidentais.

Agência Brasil: Qual, então, seria a saída viável para o fim das hostilidades que estão acontecendo?
Alzeben: Intervenção imediata do Conselho de Segurança (da ONU), com apoio da comunidade internacional, daquelas potências ocidentais. Os Estados Unidos devem ordenar o fim das hostilidades no lugar de mandar armamentos. Ele deve ordenar o fim do bombardeio e vamos nos sentar com todos os atores da região e por fim a essa tragédia que está comprometendo não somente a paz na Palestina e em Israel, mas a paz na região e eu acho que é uma ameaça direta à paz mundial. (Agência Brasil)

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Ora, primeiro carro 100% elétrico da GWM, têm bom desempenho e design agradável

A marca chinesa GWM chegou ao mercado nacional fazendo “estrago” no segmento de SUV com o Haval, o híbrido mais vendido nos últimos meses. Em agosto, a marca já havia apresentado o seu primeiro modelo 100% elétrico: o Ora 03. Agora, chega a versão “esportiva”, com autonomia bem maior e aparência mais agressiva.

O Ora 03 Skin, do qual a marca não divulga a autonomia (?) , custa R$ 150 mil e o GT, com autonomia de 319 quilômetros, sai por R$ 184 mil. No lançamento da linha, a GWM criou uma edição especial denominada Copacabana, por R$ 160 mil, com teto solar.

Atraente

Com design esportivo e agressivo, o Ora foi projetado para oferecer novas experiências de dirigibilidade, segurança, customização e personalização em um único veículo.

O motor, o mesmo para os três modelos, fica instalado no eixo dianteiro, e oferece 171 cavalos de potência e 250 Nm de torque e condução semiautônoma no nível 2+. O GT acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 160 quilômetros por hora (limitada eletronicamente).

O motorista também pode optar por cinco modos de condução do veículo: Normal, Eco, Automático, Esportivo e Esportivo+. Depende de cada situação, mas fica por conta da sensibilidade de quem o está dirigindo.

A principal diferença entre as versões está na capacidade energética da bateria. No Ora 03 Skin e Copacabana, a bateria é de 48 kWh. Na opção GT, é de 63 kWh, proporcionando maior autonomia ao veículo. Os modelos podem ser carregados de 10% a 80% entre três e cinco horas com carregadores de corrente alternada (AC) ou 30 a 40 minutos na corrente contínua (DC).

O modelo, desenvolvido principalmente para o consumidor jovem, é muito conectado e com muita tecnologia. O painel de instrumentos e multimídia com processador Qualcomm Snapdragon, com duas telas integradas de 10,25 polegadas cada, Full HD, com textos em português, é muito completo e fácil de usar.

A central multimídia é compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, com conexão via Bluetooth. Portas USB iluminadas nas dianteiras, sistema de som com 120 W de potência e seis alto-falantes. Além disso, o Ora 03 GT conta com carregador por indução com tecnologia fast charge e potência máxima de 15 W, bancos com massageador, ventilação, ajuste elétrico com memória para o motorista e recurso Easy-Entry, no qual os assentos se afastam automaticamente ao abrir a porta, para oferecer espaço extra no acesso e ao sair do veículo. Para as pessoas mais altas esse sistema facilita muito o acesso.

Seguro

O GWM Ora GT atingiu a nota máxima (cinco estrelas) nos testes do Euro NCAP e foi apontado pela associação como o veículo mais seguro da sua categoria comercializado na Europa. Isso, entre outros detalhes de construção, graças aos sete airbags (inclusive entre os bancos), alerta e frenagem autônoma de emergência (capaz de reconhecer pedestres, ciclistas e motos), frenagem de tráfego cruzado e assistente ativo de ponto cego (alerta e ajuda a evitar acidentes em troca de faixas e ainda conta com alerta de abertura de portas após o carro estar estacionado e desligado, com reconhecimento de carros, ciclistas e motos).

O modelo vem com Sistema Avançado de Assistência ao Condutor nível 2+ (ADAS – Advanced Driver Assistance System) – que promove uma condução semiautônoma e extremamente segura -, composto por um radar frontal de curto, médio e longo alcances e cinco câmeras (para-brisas, para-choque dianteiro, para-choque traseiro e uma em cada retrovisor).

Além disso, o GT vem com piloto automático inteligente, Stop & Go, Controle de Cruzeiro Inteligente, Smart Cornering (ajusta a velocidade do veículo de acordo com o ângulo da curva), Smart Dodge (Desvio Inteligente de Caminhões), Alerta, Manutenção e Centralização de Faixa, entre outros.

 Andando

Além do acesso facilitado pelo movimento do banco dianteiro ao ser aberta a porta, o Ora 03 não tem chave nem botão para ligar a energia. Ao girar o seletor de marcha e acelerar, ele começa a andar. E para parar é só girar o seletor para o “P” e ir embora. No início cria uma certa dúvida, mas com o uso é muito agradável.
Andando, o modelo surpreende pela agilidade, acerto de suspensão e aceleração. Aliás, a aceleração é um fator especial, já que deixa muito carro esportivo à combustão para trás.

Durante o teste drive pelas ruas de São Paulo, o Ora GT chamou muito a atenção. Num semáforo, um motorista com um SUV perguntou se era um Porsche e se já estava à venda. Outras duas pessoas, a bordo de uma Fiat Fiorino branca, elogiaram o design, também perguntaram se era um esportivo da marca alemã e antes de ir embora, dando os parabéns, uma delas gritou “ainda chego lá”.

A visão 360° na tela central com nove modos de visualização, fornecidos por cinco câmeras, é muito útil no trânsito e para estacionar. E por falar em estacionar, o assistente de estacionamento automático com 12 sensores é uma verdadeira “mão na roda”.

Disponível em três cores, branco, preto e vermelho, o modelo pode ser personalizado pelo comprador.

Medo 

Os veículos elétricos ainda causam muita apreensão dos consumidores brasileiros. Para tentar driblar esse temor, a GWM dá garantia de cinco anos para o carro e oito anos ou 200 mil km para a bateria. E mais: com o “Pacote Tranquilidade”, além do carregador portátil de 3,6 kW, tem a proteção total de dois anos para a bateria em caso de danos físicos ou elétricos – além do já oferecido pela garantia –, recompra garantida de 85% da tabela FIPE e a conveniência do serviço exclusivo Tomorrow Assistance, formado por oficina remota para revisões, pequenos reparos e carro cortesia.

 

A pré-venda já está disponível nas concessionárias no Mercado Livre.

A parceria da GWM com o Mercado Livre garante que o consumidor poderá desistir da compra do Ora 03 a qualquer momento até a hora da entrega do seu veículo.

Preço
GWM Ora 3 GT R$ 184.000,00

 

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Governador do Rio descarta motivação política na morte de médicos

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse nesta sexta-feira (6) que está “completamente” descartada a motivação política no assassinato dos três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste, na madrugada dessa quinta-feira (5).

Rio de Janeiro (RJ), 29/09/2023 – O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro durante coletiva de imprensa no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, zona sul da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Ele deu a declaração após reunião com o secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, no Palácio Guanabara, sede do executivo estadual.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a hipótese de que os ortopedistas tenham sido mortos por engano. Os suspeitos dos assassinatos dos médicos seriam integrantes de um grupo criminoso que controla negócios ilícitos em comunidades da zona oeste do Rio.

Segundo o governador, não se trata mais de uma briga de milicianos e traficantes.

“Nós estamos falando de uma verdadeira máfia. Uma máfia que hoje é mais do que foi o tráfico de drogas ou de armas. Uma máfia que verdadeiramente tem entrado nas instituições, nos poderes, no comércio, nos serviços, inclusive no sistema financeiro nacional, que infelizmente tem seus próprios tribunais ampliando esse poder nas mais diversas esferas. É uma máfia que vem se expandindo em todo o território nacional ”, disse Castro.

A polícia acredita ainda que o engano e a grande repercussão da notícia desagradaram lideranças do Comando Vermelho, facção à qual o grupo criminoso – suspeito de matar os médicos – estaria vinculado. As lideranças da facção teriam ordenado a morte dos assassinos dos ortopedistas.

A hipótese foi levantada depois que a Polícia Civil encontrou, na madrugada desta sexta-feira, os corpos de quatro pessoas em dois carros. Dois dos mortos foram identificados como suspeitos de envolvimento nos assassinatos dos médicos. Outros dois ainda não foram identificados.

Castro destacou que as investigações continuam. “Nós não iremos parar por aqui. Não é porque se acharam corpos que as investigações vão terminar. Elas serão ampliadas. Iremos até o fim para que a gente possa combater essa máfia e a guerra que eles estão provocando”.

Crime

Quatro médicos estavam em um quiosque na orla da Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, quando homens em um carro pararam no local e dispararam contra as vítimas. Apenas um sobreviveu. As vítimas são Marcos de Andrade Corsato, Diego Ralf de Souza Bomfim e Perseu Ribeiro Almeida. (Agência Brasil)

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Polícia resgata mais duas pessoas de trabalho análogo à escravidão

A Polícia Civil encontrou, em uma empresa de reciclagem de plástico, em Guarulhos (SP) dois homens vítimas de trabalho análogo à escravidão. Eles foram encontrados por acaso, ontem (5), durante uma investigação de caso de furto.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a perícia foi acionada e a corporação fez encaminhamentos para apurar o crime e localizar o proprietário do imóvel.

O chefe da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Conaete), Luciano Aragão, disse que a fiscalização, dentro dos parâmetros ideais, faz toda a diferença no resgate das vítimas. Após tomar conhecimento do caso, as autoridades abriram inquérito para apurar os fatos, assegurar a responsabilização pelo crime e a devida reparação às vítimas.

“Às vezes, encontramos vítimas por coincidência e temos que trabalhar, posteriormente, na garantia dos direitos das vítimas”, disse o coordenador.

Interior de São Paulo

Na última quarta-feira (4), o Ministério Público do Trabalho noticiou outro caso em que o empregador praticava trabalho escravo. A vítima era trabalhador rural do município de Itapirapuã Paulista (SP), na região do Vale do Ribeira. A Polícia Rodoviária Federal também participou da ação deresgate, que também contou com o apoio de dois policiais civis.

A vítima, que tem mais de 50 anos de idade, trabalhava em uma pequena roça de cultivo de milho e feijão há cerca de dez anos e morava em um paiol feito de madeira, onde era obrigado a armazenar agrotóxicos e máquinas e abrigar galinhas e que era cercado por porcos.

O homem não dispunha de estrutura básica para atender suas necessidades, tendo que utilizar o banheiro da casa onde vivia seu empregador, que jamais pagou remuneração durante todo o  tempo, nem o liberou para ter férias.

A vítima trabalhava sem registro em carteira assinada e sem documentos pessoais. A equipe que foi ao encontro do trabalhador destacou que ele se mostrou “visivelmente com medo do empregador” e relatou que sofria agressões físicas por parte dele, que o forçava a continuar trabalhando.

Em uma das ocasiões, durante uma briga entre a vítima e o irmão do empregador, o proprietário da terra desferiu um golpe com facão no antebraço esquerdo da vítima.

O trabalhador cumpria suas funções e, em troca, ganhava apenas comida e moradia. Nesse caso, as autoridades entenderam que a exploração e o trabalho análogo à escravidão, portanto, se caracterizam pelas condições degradantes de trabalho, pela jornada exaustiva e pelo trabalho forçado.

O empregador alegou que não tem condições financeiras para indenizar o resgatado. O ministério deve acionar a Justiça para fazer valer os direitos da vítima, que foi levada à casa de sua mãe.

Operação Resgate III

No início do mês passado, o Ministério do Trabalho e Emprego realizou a Operação Resgate III, anunciada como a maior de combate a trabalho análogo à escravidão e de tráfico de pessoas da história do país.

Ao todo, mais de 500 pessoas foram resgatadas, sendo 54 delas no estado de São Paulo, que enfrenta atualmente casos parecidos em oficinas de costura. O Estado ficou em terceiro lugar em relação ao número de resgates, atrás de Minas Gerais (204) e Goiás (126).

Na última terça-feira (3), 49 trabalhadores foram recuperados de condições de trabalho análogo à escravidão, em Santa Bárbara de Goiás,. enquanto exerciam a atividade de extração de palha de milho para produção de cigarros. (Agência Brasil)

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Após as chuvas desta semana, Campinas vai receber 3 mil árvores

A Prefeitura de Campinas plantará 3 mil árvores para compensar as espécies que caíram durante o temporal que atingiu a cidade esta semana. Uma parte vai repor as 89 árvores que caíram em várias regiões da cidade com o temporal e o restante das mudas será destinado ao Parque Ecológico do Jardim Bassoli, que começará a ser construído na região do Campo Grande, no próximo dia 16.

O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, disse que a legislação define que, quando há supressão (corte) de árvores, deve haver compensação com o plantio de 25 mudas para cada espécie cortada. Se as 89 árvores tivessem sido cortadas, a lei exigiria o plantio de 2.225 mudas.

“Não é o caso aqui de fazer uma compensação como exige a lei, porque não houve corte, mas sim queda pela chuva. Mas mesmo assim decidimos repor as que caíram nesta semana e ampliar o plantio para outras áreas”, afirmou.

Ele informou que as árvores que caíram em várias regiões da cidade começarão a ser repostas, nos mesmos locais, à medida que forem sendo retiradas, numa ação que deverá ser concluída até o final do mês. No Parque Ecológico, o plantio ocorrerá na finalização as obras, prevista até o final de novembro.

Dia 16 começará a terraplanagem e limpeza da área para a implantação da primeira área de lazer do bairro, onde vivem 30 mil pessoas. O parque terá 120 mil metros quadrados, com pista de caminhada, quadras de poliesportivas, campo de futebol, sanitários, iluminação, academia ao ar livre, pista de skate e parquinho.

A área será cercada por alambrado. Há nascentes no local, que serão aproveitadas para a formação de três lagos. Haverá plantio nas margens do Córrego Piçarrão que passa pelo futuro parque, para compor uma mata ciliar com espécies como jequitibá-rosa, guarantã, guatambu, e frutíferas como cambarás e jataí.

Chuva

Levantamento do Departamento de Parques e Jardins aponta que a maior quantidade de queda entre 89 de árvores registradas, nos dias 4 e 5 de outubro, ocorreu nas regiões noroeste e sudoeste de Campinas, áreas próximas ao Aeroporto Internacional de Viracopos.

Foram 28 quedas em áreas abrangidas pela Administração Regional 12 em bairros como Parque Universitário de Viracopos, Vila Aeroporto, Jardim São Pedro de Viracopos e dez na região da AR-13, em bairros como Parque Florence, Jardim Santa Clara, Parque Itajaí, Residencial Cosmo.

As áreas da AR-6 também foram atingidas, com nove quedas em bairros como São Bernardo, Parque Industrial e Jardim Dom Nery. Na AR-17, oito árvores caíram, em bairros como Proost de Souza e Vila Boa Vista.

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Boca Juniors derrota Palmeiras nos pênaltis e chega à final da Libertadores

O Boca Juniors (Argentina) será o adversário do Fluminense na decisão da Copa Libertadores. A vaga dos argentinos foi alcançada, na noite desta quinta-feira (5) no Allianz Parque, com uma vitória sobre o Verdão de 4 a 2 na disputa de pênaltis, após igualdade de 1 a 1 no tempo regulamentar. No confronto de ida das semifinais, na Bombonera na última semana, o placar ficou no 0 a 0.

Desta forma o Tricolor das Laranjeiras (que garantiu a vaga na decisão ao derrotar o Internacional em Porto Alegre) e o Boca Juniors definirão quem fica com o troféu da principal competição de clubes da América do Sul no dia 4 de novembro no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

A equipe argentina chega à sua 12ª final de Libertadores, a primeira desde 2018, empatando todos os confrontos do mata-mata: contra o Nacional (Uruguai) nas oitavas, o Racing (Argentina) nas quartas e o Palmeiras na semifinal.

Jogando em casa, o Palmeiras conseguiu manter uma maior posse de bola, mas que acabou sendo pouco efetiva, pois criou poucas oportunidades de gol, dois chutes de longa distância do volante Gabriel Menino.

Já o Boca se fechou na defesa e apostou nas transições rápidas da defesa para o ataque. E foi desta forma que os argentinos abriram o placar aos 22 minutos, quando Merentiel se livrou do zagueiro Gustavo Gómez, invadiu a área e rolou na medida para Cavani apenas conferir de primeira.

A equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira só passou a conseguiu criar mais aos 21 minutos da etapa final, quando o zagueiro Marcos Rojo foi expulso após receber o segundo cartão amarelo na partida. Com um homem a menos o Boca passou a dar mais espaços para as ações ofensivas do Verdão.

Com isso, aos 27 minutos o Verdão conseguiu chegar à igualdade, quando o lateral Piquerez acertou chute muito forte da intermediária para superar o goleiro Sergio Romero.

Se no lance do gol do empate do Palmeiras o arqueiro argentino deu a impressão de que falhou ao saltar um pouco atrasado, na disputa de pênaltis ele brilhou defendendo as cobranças de Raphael Veiga e de Gustavo Gómez para ajudar o Boca Juniors a superar o Verdão por 4 a 2 nas penalidades máximas, nas quais Weverton chegou a defender a cobrança de Cavani. (Agência Brasil)

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Ministério Público de SP pede informações sobre falha na Linha 9

A promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital solicita, nesta quarta-feira (4), informações à Via Mobilidade e à Comissão de Monitoramento de Concessões Permissões e à Secretaria de Parcerias em Investimento do estado de São Paulo para saber se a falha de ontem (3) na Linha 9 (Esmeralda) foi da concessionária ou foi sabotagem.

Também será enviado um ofício ao delegado de Polícia Pablo Baccin, que está investigando o suposto crime doloso de perigo de desastre ferroviário.

A Linha de trem 9, operada pela concessionária Via Mobilidade, apresentou  uma pane elétrica ontem, por volta das 14h. Quem estava nos vagões da Linha 9, precisou caminhar pelos trilhos. O problema ocorreu justamente no dia em que nove linhas do Metrô e da CPTM paralisaram as atividades, em um protesto contra a privatização dos serviços pelo governo estadual. Até o momento a falha não foi reparada e a linha segue causando transtornos aos usuários.

Segundo assessoria de imprensa da Via Mobilidade, foram acionados 70 ônibus do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) para atender os passageiros. A concessionária destacou, em nota, que o “trabalho de manutenção envolve cinco frentes de trabalho formadas por cerca de 70 colaboradores, que priorizam a solução do problema para que a linha possa operar normalmente o quanto antes”.

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Na Estação Pinheiros, zona oeste da capital, o problema na Linha 9 continuava depois das 19h e a fila para pegar o ônibus deu a volta no quarteirão.

A falha ocorreu depois de o governador Tarcísio de Freitas criticar a greve e exaltar as privatizações. “O que está disponível para o cidadão? Linha 4, que está com a iniciativa privatizada, a Linha 5, a Linha 8, a Linha 9, que está com a iniciativa privada. O protesto é contra a privatização”, ironizou.

Desde que a Linha 9 passou a ser administrada pela Via Mobilidade, foram registradas, em média, três vezes mais problemas do que quando era operada pela estatal, a CPTM. (Agência Brasil)

Ministério Público de SP pede informações sobre falha na Linha 9 Read More »

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