V8

Ford Mustang ganha sua versão mais esportiva e refinada

No Salão de Detroit deste ano, que começou ontem e vai até ao dia 25 de janeiro, a Ford mostrou o Mustang Dark Horse SC. Com o objetivo de enfrentar os esportivos europeus, a nova versão desenvolvida pela Ford Racing, com motor V8 5.2 Supercharged, acumula engenharias desenvolvidas nas pistas com o Mustang GT3 e tecnologias de performance do Mustang GTD.

O Mustang Dark Horse SC estará disponível nos EUA para encomendas a partir do segundo trimestre de 2026.

Novo patamar

No desenvolvimento do Dark Horse SC os engenheiros e designers buscaram aprimorar cada aspecto do carro, desde o motor, caixa de câmbio, aerodinâmica, arrefecimento, frenagem, ajuste de suspensão, sensação de direção e compostos de pneus para elevar a sua performance a um nível inédito.

O motor V8 5.2 supercharged do Dark Horse SC é acoplado a uma transmissão de dupla embreagem de sete velocidades para trocas rápidas e precisas. O ronco fascinante desse V8 supercharged – atributo que muitos fabricantes de esportivos rivais abandonaram – é parte central da sua experiência de performance. Mas não é o único trunfo deste cavalo de corrida.

Ele vem com amortecedores MagneRide de nova geração, com hardware e software atualizados, além de molas revisadas de maior rigidez, novas barras estabilizadoras, mangas de eixo dianteiras e traseiras e braços de controle dianteiros modificados.

Ele traz ainda uma barra estrutural leve de magnésio e elos de suspensão forjados, em vez de componentes de aço, para reduzir ainda mais o peso. Os engenheiros da Ford Racing usaram o aprendizado adquirido nas competições e no desenvolvimento do Mustang GTD para tornar a sua condução mais próxima de um modelo de corrida.

O pacote opcional para pista (Track Pack) eleva ainda mais o impressionante desempenho dinâmico do Dark Horse SC. Ele inclui uma calibração especial da suspensão MagneRide, adaptada às rodas de fibra de carbono, e pneus Pilot Sport Cup 2 R personalizados, que a Ford Racing desenvolveu em parceria com a Michelin. Medindo 305/30R20 na frente e 315/30R20 na traseira, eles utilizam tecnologia do Mustang GTD para entregar níveis de tração próximos aos de um supercarro.

O controle variável de tração, também desenvolvido para o Mustang GTD com a experiência em corridas, permite ao motorista dosar a interferência da assistência de tração em até cinco níveis e desativar totalmente o controle de estabilidade.

O Mustang Dark Horse SC tem freios Brembo com pinças dianteiras de seis pistões e traseiras de quatro pistões com discos fundidos, iguais aos do Mustang Dark Horse 5.0, que garantem uma performance recorde de frenagem de 100 km/h a 0. Já o Track Pack adiciona os freios Brembo de carbono-cerâmica do Mustang GTD. Com discos dianteiros de 16,5 polegadas, eles são significativamente mais leves que os fundidos e, junto com as rodas de fibra de carbono de série e outras melhorias, contribuem para uma redução de peso de cerca de 68 kg.

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Ford Mustang mais potente já está á venda no Brasil por R$ 650 mil

A Ford já está vendendo o Mustang Dark Horse no mercado nacional. A versão de rua mais potente já produzida, é quase um modelo de competição, já que foi baseada no GT3 que disputa várias competições mundiais. O esportivo dá sequência à linhagem de grandes clássicos da linha, como Shelby GT350, Boss 302, SVT Cobra R e Mach 1, que marcaram época dentro e fora das pistas.


Com um motor Coyote de 5,0 litros, V8 aspirado, produz 507 cavalos a 7.250 rpm e 57,8 kgfm a 4.900 rpm. O Dark Horse acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e a velocidade máxima é limitada em de 250 km/h.

A transmissão é automática de dez velocidades e a suspensão adaptativa MagneRide também trazem calibração específica para alto desempenho. A direção é 25% mais responsiva e o diferencial traseiro Torsen conta com um sistema de arrefecimento dedicado. Os freios são da marca italiana Brembo, e possuem alta performance.

Preço
Ford Mustang Dark Horse R$ 649.000,00

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Ford lança nos EUA super motor com mais de 1.000 cavalos

A Ford Performance, departamento de veículos de competição e esportivos da marca americana, anunciou dois novos motores especiais que serão lançados este ano para preparadores e fãs de performance nos Estados Unidos: um Megazilla V8 supercharger 7.3 L e um Coyote V8 supercharger 5.0 L. O objetivo é atender o crescente mercado de personalização de veículos para uso em competição e “hot rods”.

O novo Megazilla superalimentado 7,3 litros é indicado para quem deseja muita potência. Como seu antecessor, ele tem pistões, bielas e virabrequim de aço forjado, cabeçotes retificados e polidos e molas de válvulas aprimoradas. A grande novidade é a adição de um supercharger Whipple Gen 6 de 3 litros, que eleva a sua potência a mais de 1.000 cavalos. O seu uso é aprovado somente para competição.

Quem deseja um veículo legalizado para as ruas tem a opção do motor Coyote 5,0 litros do Mustang Dark Horse. Ele é equipado com um supercharger de 3 litros, módulo de controle reprogramado e outros recursos para gerar mais de 800 cv de potência e torque estimado em 85 kgfm. Além disso, vem com garantia limitada de dois anos ou 24.000 milhas (38.624 km).

Ambos os motores poderão ser adquiridos por encomenda a partir do quarto trimestre deste ano, nas concessionárias Ford ou na Ford Performance nos Estados Unidos. Entre outras vantagens, além do desempenho comprovado, com componentes encontrados em carros de corrida da Ford, eles têm fácil instalação e permitem infinitas possibilidades de aplicação para quem deseja construir o carro dos seus sonhos.

“Na Ford Performance, temos uma filosofia simples que o time segue todos os dias: não oferecer nenhum produto chato – e isso se aplica também aos motores”, diz Kim Mathers, diretora de personalização de veículos e peças de performance da Ford.

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Ford prepara uma Raptor para disputar o Rally Dakar 2025

Visando o próximo Rally Dakar, que será disputado na Arábia Saudita, entre os dias 3 e 17 de janeiro de 2025, a Ford Performance, divisão de carros de alto desempenho e competição da marca americana, está desenvolvendo um protótipo da picape Ford Raptor T1+.

Para esse desenvolvimento a marca conta com a experiência do piloto Carlos Sainz, “El Matador”, tetracampeão do Dakar.

“O Dakar é uma corrida insana, que tive a sorte de vencer com quatro fabricantes diferentes e meu plano agora é vencer com a Ford”, diz o piloto. “Você precisa respeitar o Dakar, senão mais cedo ou mais tarde ele vai te pegar. Mesmo que você pense que tem tudo sob controle, se você correr muito risco, você paga por isso.”

A picape conta com um motor baseado no Ford V8 5.0 Coyote, o mesmo que equipa o Mustang e a picape Ranger Raptor de rua. Pelo regulamento, não se pode mexer muito nas suas características originais e o trabalho se concentra nos coletores de admissão e escape para extrair o máximo da potência do V8.

 

Após um dia extenuante de 800 km de teste, com o objetivo de “destruir” o protótipo, o time consegue finalmente rachar em dois lugares a parte traseira do chassi da Raptor T1+, com a ajuda de um “G-Out”. Ou seja: “uma depressão ou mergulho acentuado no terreno que faz com que a suspensão do veículo seja totalmente comprimida, criando um impacto significativo de força G”.

Na etapa seguinte a picape vai testar sua resistência em um ambiente ainda mais desafiador, preparando-se para as dunas implacáveis do Dakar.

Vídeo
https://media.ford.com/content/fordmedia/fsa/br/pt/permalink.html?VideoId=6361895657112

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Novo Mustang tem detalhes que só seus compradores vão ver

Quase todos os compradores que na pré-venda adquiriram a sétima geração do  Mustang GT Performance já receberam o veículo. Além de novidades no design, na tecnologia e na performance, o esportivo traz algumas surpresas que só são reveladas com um olhar mais atento.

São os “easter eggs”, detalhes criados pelos designers para personalizar o produto, homenageando o legado e a rica história das diferentes gerações do clássico que este ano está comemorando o 60º aniversário.

Apesar desse spoiler, não faltam descobertas para quem dirige o novo Mustang GT Performance. A potência e o ronco do motor Coyote V8 de 488 cv, o cockpit digital, os modos de direção ajustáveis e o inédito freio de estacionamento eletrônico para manobras de drifting são recursos que levam a um novo patamar o seu prazer de dirigir.

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Sedã esportivo BMW M5 já está disponível no mercado nacional

Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.

Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.

Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.

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Suspensão do novo Mustang GTD é muito sofisticada

No ano que completa 60 anos de seu lançamento, a Ford lançou a versão mais potente do esportivo já homologada para as ruas. O novo Mustang GTD tem motor V8 5,2 litros e mais de 800 cavalos. Mas além do design e do motor, a suspensão é outra forte atração. Para que todos possam admirar, essa obra de arte da engenharia em funcionamento, os designers criaram uma janela especial na cabine.

“A suspensão traseira do Mustang GTD foi projetada para a performance, mas também é algo lindo de se ver e seria uma pena escondê-la”, explica Jim Owens, gerente de marketing do Mustang GTD. “Com essa janela, é possível literalmente ver a suspensão em ação e admirar os detalhes em azul e dourado dos amortecedores”.

Com cerca de 60 centímetros de largura por 25 centímetros de altura, essa vitrine feita de policarbonato com revestimento resistente a arranhões permite observar a engenharia refinada do sistema, trabalhando como um relógio de precisão, tanto estando dentro como fora da cabine. “Com um carro tão capaz como o Mustang GTD, tivemos de fazer algo que fosse simplesmente legal e que os donos gostassem”, diz Owens.

Tecnologia das pistas

Assim como a aerodinâmica ativa, a carroceria de fibra de carbono, as rodas de magnésio e o eixo de transmissão traseiro, a suspensão semiativa do Ford Mustang GTD 2025 é um exemplo de como a Ford está usando o aprendizado das pistas para aprimorar seus veículos de rua.

“Nunca fizemos uma suspensão como essa no Mustang”, diz Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD. “Para atender as metas agressivas de tempo de volta que estabelecemos, buscamos inspiração nas corridas para fazer algo realmente avançado. Essa suspensão de última geração é fundamental para transformar um Mustang num Mustang GTD.”

Na suspensão traseira do Mustang GTD, os amortecedores e as molas ficam baixos e entre as rodas traseiras, em vez de alinhados e acima delas. Ela tem um subquadro tubular forte, rígido e eficiente em termos de peso, e amortecedores Adaptive Spool Valve (ASV) da Multimatic que vão além do permitido nas competições.

Capazes de passar da configuração mais suave para a mais firme em apenas 15 milissegundos – seis vezes mais rápido que o piscar do olho humano – os amortecedores ASV adaptam-se continuamente com base no modo de condução, na superfície da estrada e nas informações do motorista para maximizar o contato dos pneus Michelin com o piso.

Cada amortecedor possui duas molas e, ao dirigir na rua, elas trabalham juntas para aumentar o conforto. Ativando o modo Pista, uma das molas é comprimida hidraulicamente, quase dobrando a relação total e rebaixando o veículo cerca de 40 milímetros para otimizar o desempenho na pista. As taxas de mola mais firmes ajudam a manter a área de contato dos pneus com o piso nas acelerações, frenagens e curvas, enquanto a aerodinâmica ativa aumenta o downforce em altas velocidades.

O Mustang GTD estreia nas 24 Horas de Le Mans, em junho, participando depois das 24 Horas de Spa e do Festival de Velocidade de Goodwood. Ele também fará este ano uma volta oficial cronometrada em Nurburgring, na Alemanha, buscando um tempo abaixo de sete minutos.

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RAM lança edição especial de 100 unidades da Classic R/T

Com mais de 100 anos, a tradicional marca Dodge foi fundada pelos irmãos John e Horace Dodge. A empresa começou produzindo peças automotivas para as montadoras da região de Detroit, Michigan, nos Estados Unidos. Reconhecidos pela qualidade de seus produtos, os irmãos se aventuraram na produção de veículos. O primeiro foi o Model 30, em 1914. Já a produção de veículos comerciais começou em 1917, com o surgimento da picape Dodge Série 1.

Em 1928, a Dodge foi vendida para o grupo Chrysler e passou a ser uma divisão da companhia e, em 1932, era lançada a picape Dodge de meia tonelada, apresentando pela primeira vez o icônico símbolo do carneiro montanhês – Ram, em inglês – decorando o capô. Até a década seguinte a marca continuou a oferecer qualidade e veículos cada vez mais capazes, sendo, inclusive, a fornecedora de mais de 20 mil picapes exclusivas para o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, nasceu a Power Wagon, a primeira picape média com tração 4X4 para uso civil, que derivava do modelo criado para o combate. Hoje, a tração 4X4 é um atributo quase indispensável nas caminhonetes e está presente em toda a gama de picapes Ram.

Na década de 1950, houve a primeira aparição do nome Ram e o primeiro motor V8 em uma picape Dodge, a “Red Ram”. Interessante mencionar que desde essa época o V8 da Dodge já era um HEMI, nome dado a unidade de força cujas câmaras de combustão são hemisféricas. Em 1961, a nova linha de picapes Dodge trouxe a proposta de cabine dupla com quatro portas e um design semelhante ao Dodge Dart da época.

Agora, falando de outro hemisfério, mais especificamente no Brasil, nascia em 1969 a picape mais potente produzida no país, a Dodge D 100. Fabricada pela Chrysler no ABC Paulista, utilizava o mesmo motor do Dodge Dart, um V8 5.2 L de 198 cavalos. A D 100 foi produzida no país até 1975 e ainda há alguns exemplares rodando por aí – ou embelezando as garagens de alguns colecionadores.

De volta ao continente norte-americano, em 1993, foi apresentada a segunda geração da picape Ram 1500, que transformou o segmento full-size nos Estados Unidos e elevou as vendas da marca a níveis inéditos até então. Tamanho sucesso rendeu a esta geração o prêmio “Truck of the Year” da Motor Trend, no mesmo ano. E o design dessa geração da Ram 1500 foi apelidado de “big rig”, em referência às enormes carretas que cruzam as estradas norte- americanas, e cuja grade dianteira em cruz ganhou ainda mais destaque, elevando-se acima dos faróis.

De volta ao Brasil, em 1998, a então Chrysler inaugurava uma planta industrial na cidade de Campo Largo, Paraná, de onde saía a picape Dodge Dakota nas configurações básica, com um motor 2,5, e Sport, movida por um 3,9 L V6, ambos a gasolina. Mas nos anos 2000 era a lançada a versão mais apimentada do modelo, a R/T. Equipada com o motor V8 Magnum 5,2 L com 232 cavalos, era não só a picape mais potente, como o automóvel mais potente produzido no país à época.

Ainda sobre a história dessa marca centenária, em 2009 a Ram deixou de ser a linha de picapes da Dodge e passou a ser uma marca independente. O objetivo da separação era a Ram se especializar no desenvolvimento e produção de veículos comerciais, principalmente picapes, enquanto a Dodge manter seu foco nos muscle cars e esportivos.

Poucos elementos do universo automotivo são tão venerados quanto um motor V8. Motivos não faltam: o ronco encorpado e borbulhante que saem pelas bocas do escapamento, a potência caudalosa despejada nas rodas que tentam em vão não derrapar e toda cultura muscle car ao redor desse tipo de propulsor, formado por duas bancadas de quatro cilindros na diagonal.

Série comemorativa

Para celebrar o legado do icônico V8 HEMI, a Ram brasileira anuncia 100 unidades de uma série mais que especial. A Ram Classic ganha a versão R/T – de “Road/Track” –, sigla que distingue a gama de carros de alto desempenho usada pela Dodge desde os anos 60.

A Ram Classic R/T tem faróis e lanternas com máscara negra. Na dianteira, a exclusiva grade com formato em cruz, característica das picapes Dodge desde o lançamento da segunda geração da Ram 1500 e elemento marcante do design “big rig”, e que traz o carneiro montanhês ao centro, no lugar do nome da marca.

Por trás, colmeias aspiram muito ar para alimentar o enorme motor e um logo R/T no canto inferior adiciona charme a frente imponente da muscle truck. Adesivos foscos que remetem aos Dodges Chargers R/T fabricados pela Chrysler no Brasil nas laterais da caçamba e no capô completam o look da picape de DNA norte americano. Uma soleira em aço inoxidável evoca ainda mais o luxo e esportividade no interior da picape.

Para sublinhar o caráter colecionável da Ram Classic R/T, serão comercializadas apenas 100 unidades – 50 na cor preta e 50 em vermelho – que recebem um logo no painel com a estampa do número 1/100, referente ao número limitado das quantidades comercializadas.

Além disso, os compradores dessas unidades ainda serão presenteados com um kit super exclusivo. O kit contém uma caixa metálica de ferramentas e uma pasta de couro com certificado de aquisição com o número do chassi da unidade e uma carta escrita por Juliano Machado, vice-presidente da marca Ram para a América do Sul, parabenizando pela compra.

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Coluna Histórias & Estórias – Por Chico Lelis

A moça que entende muito de graxa

Lá se vão alguns anos (não perguntei a idade dela hoje, por cavalheirismo. Ainda sou daquele tempo), mas quando ela criança, que havia apagado umas 4 ou 5 cinco velinhas, quando a moça se apaixonou pela mecânica.

Apesar do seu pai ser mecânico, e o avô ferramenteiro, os dois nunca a incentivaram para que fosse como eles.  Então cresceu acompanhando aquele movimento na oficina na garagem da sua casa. E a graxa foi tomando conta dos seus pensamentos. Sonhava em fazer Mecânica, mas acabou seguindo os conselhos do pai e fez Ciência da Computação. Trabalhou 15 anos na área de tecnologia, mas sempre com pensamento na “graxa”.

Até que um dia, uma amiga falou para sobre um curso grátis de Mecânica. E lá foi ela aprender o ofício que mais queria. A exigência única era um estágio de 6 meses em oficina.

Foi quando, depois do primeiro contato com a “graxa”, decidiu-se pela profissão de mecânica. Fez dois anos no SENAI do Ipiranga entre 2011 e 2013. Thais Roland, a moça a quem me refiro, nunca montou sua própria oficina. Foi enriquecendo seu currículo, fazendo um curso de restauração no Clube de Carros Antigos e foi trabalhar em uma oficina do ramo.

Naquela ocasião criou uma empresa para ensinar às mulheres a cuidar dos seus carros e, quando em uma oficina, não ser respeitada, com aquelas justificativas de o problema era na “rebimboca da parafuseta”.

Criou um workshop que dura 4 horas, com duas variações, uma delas exclusiva para mulheres e outra mista. Neste sábado próximo ((25/05) fará outro em Sorocaba, Como os demais, na sede do SESC local.

– As mulheres são mais atentas e não fazem piadas ou tentam “pegadinhas” como ocorre com alguns homens que, com o passar do tempo, param com suas brincadeiras.

O trabalho consiste em transmitir conhecimentos básicos de um carro, como sistema de combustão, freio, suspensão, arrefecimento, pneus e tudo mais o que envolve um veículo.
Ela leva ensinamentos também pelo Youtube, Instagram e um blog: http://youtube.com/@thaisroland-mec
http://instagram.com/thaisfr
http://www.cmn.blog.br

O amor, um Maverick 75

Quando fazia estágio em uma oficina no ABC, passou de ônibus defronte de uma oficina, avistou sua paixão: um Maverick branco com teto de vinil. Desceu no próximo ponto e foi lá ver quanto queriam no carro, muito maltratado.

– Estava muito ruim, mas me lembrava dos  carrinhos que ganhei uma “cegonha” de presente do meu pai e nele, entre outros carros, tinha um Maverick igualzinho.

Thais conta que o carro estava muito ruim: funilaria horrorosa, motor errado, já que o modelo, um V8 e o propulsor era um 4 cilindros em péssimo estado. Conseguiu comprá-lo e o levou para sua casa, ocupando toda a garagem com o desmonte que fez do modelo. Ela já tem o motor V8 para fazer a troca, mas ainda não foi possível continuar com o restauro.

Foi pensando nessa ação que comprou uma Vemaguet 67, para restaurar, vender e tornar sua paixão em condições de rodar. Mas, o coração agiu novamente e agora a família – ela casou-se com um mecânico, com quem tem dois filhos e que é professor de graduação e pós-graduação no SENAI do Ipiranga, onde se conheceram.

Mas, naquela época eu era casada e ele também. Mas, em 2017, se reencontraram em uma palestra que ela foi fazer do SENAI. E estão junto até hoje.

Filhos de peixes, peixinhos são!

A exemplo da mãe, desde pequeninos gostam de mexer nas ferramentas dos pais. É só ter uma chance que lá estão eles com uma ferramenta nas mãos ou querendo ajudar na troca de um pneu.

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Ford Mustang GTD é o mais rápido de todos os modelos de rua

A Ford Performance lançou mais um superesportivo: o Mustang GTD. O bólido que teve 7.500 pedidos efetuados na pré-venda para os modelos 2025 e 2026. Depois do sucesso nos Estados Unidos, o Mustang edição limitada, será apresentado em junho na fantástica prova das 24 Horas de Le Mans. Vale lembrar que Le Mans é um palco especial para a marca americana, pois nos anos 70 derrotou a Ferrari com seu superesportivo GT40. Virou até filme: Ford versus Ferrari.

Inspirado no Mustang GT3 de competição, o Mustang GTD é a versão de rua mais rápida de todos os tempos do esportivo. Equipado com motor V8 5.2 de mais de 800 cavalos, ele conta com peças de fibra de carbono, aerodinâmica ativa e outros recursos desenvolvidos para as pistas pela
Ford Performance, divisão de carros de alto desempenho da marca.

A lista de compradores do Mustang GTD na América do Norte, segundo a marca, inclui clientes de diferentes perfis, na maioria ligados às competições. A comunidade esportiva foi responsável por mais de 20% do fluxo registrado no site de venda. Um quarto dos inscritos já são proprietários do Mustang e um em cada cinco possui veículos de outras marcas com nível similar de performance.

Depois de Le Mans, o Mustang GTD mostrado nas 24 Horas de Spa, no Festival de Velocidade de Goodwood e fará uma cronometragem oficial no famoso circuito de Nurburgring. Em todas as competições o objetivo é vencer os melhores do continente, no ano da comemoração de 60 anos do Mustang.

“Testamos o Mustang GTD extensivamente na América do Norte, incluindo os circuitos de Sebring e Virgínia. Os testes agora continuam na Europa e nossa meta é fazer um tempo de volta de menos de sete minutos em Nurburgring”, disse Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=tSqcsupXJgU

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