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Feirão de Emprego e Oportunidades oferece mais de mil vagas

A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, realiza nesta quinta-feira (12), o 2º Feirão de Emprego e Oportunidades de 2026. O evento acontece das 9h às 16h, na Faculdade Anhanguera – Unidade Ouro Verde, localizada na Rua Emília Stefanelli Ceregatti, 160, no Jardim Morumbi, e vai disponibilizar mais de 1.000 vagas de emprego em diversos setores.

Aberto a moradores de Campinas e da região, o feirão contará com a participação de 24 empresas, que estarão no local realizando processos seletivos e entrevistas presenciais. Antes de serem encaminhados às empresas, os candidatos passam por uma triagem feita pela equipe do Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT), responsável por direcionar os trabalhadores conforme o perfil profissional e os requisitos de cada vaga.

Além das oportunidades de emprego, o evento também oferecerá atendimentos da Casa do Empreendedor, com orientações ao Microempreendedor Individual (MEI), serviços do Sebrae e atendimento do Banco do Povo, ampliando o acesso a políticas públicas de geração de renda e incentivo ao empreendedorismo.

Palestras sobre empregabilidade

Durante o período da manhã, a Faculdade Anhanguera promoverá duas palestras gratuitas voltadas aos participantes do feirão. Os temas abordados serão “O posicionamento ideal para uma entrevista de emprego” e “Principais habilidades valorizadas no mercado de trabalho atual”, com foco na preparação dos candidatos para os processos seletivos.

Os interessados devem comparecer ao local do evento com documento oficial com foto, currículo impresso, carteira de trabalho (física ou digital) e carta de encaminhamento, para quem realizou cadastro antecipado.

Serviço
2º Feirão de Emprego e Oportunidades de Campinas
Data: 12 de fevereiro de 2026
Horário: das 9h às 16h
Local: Faculdade Anhanguera – Unidade Ouro Verde
Endereço: Rua Emília Stefanelli Ceregatti, 160 – Jardim Morumbi

O cadastro pode ser feito de forma presencial ou digital
Unidade CPAT Centro
Postos Agiliza Campo Grande e Agiliza Ouro Verde
Portal Emprega Brasil
Aplicativo Carteira de Trabalho Digital

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Número de bares e restaurantes com prejuízo em janeiro aumenta 60%

O movimento reduzido, especialmente nas cidades com menor fluxo turístico, fez com que 29% das empresas do setor de bares e restaurantes do Brasil relatassem prejuízos em janeiro deste ano, mostrando aumento de 60% em comparação aos 18% dos empreendimentos que fecharam dezembro de 2023 “no vermelho”. É o que revela pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Foram ouvidos 2.128 empresários do setor, em todos os estados do país, entre os dias 19 e 26 de fevereiro.

“Janeiro foi um mês duro”, disse ontem (7) o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci. “A gente vinha melhorando. Em dezembro, o setor tinha chegado ao menor número do ano. Isso estava nos animando. Mas veio uma rebordosa grande em janeiro”. De acordo com a pesquisa, 59% dos bares e restaurantes do país tiveram faturamento menor em janeiro do que no mês anterior. A queda no faturamento ajuda a explicar o mau desempenho. Nas regiões não turísticas, o faturamento caiu 10%.

Paulo Solmucci esclareceu que janeiro tem particularidades. Nas áreas turísticas brasileiras, como o Rio de Janeiro, Santa Catarina e o litoral do Nordeste, janeiro foi um mês bom. Em outras localidades, como o estado de São Paulo e o Distrito Federal, o movimento caiu. “O Brasil é muito diferente. Ele fica mais assimétrico em janeiro do que o normal”. No primeiro mês deste ano, houve queda significativa no percentual de estabelecimentos que registraram lucro, passando de 48% em dezembro para 34% em janeiro.

O presidente da Abrasel destacou que janeiro sofreu também o efeito das chuvas que levaram muita gente a ficar em casa, com algumas cidades inundadas, inclusive os grandes centros. “Acabou que janeiro foi um mês duro. Não foi bom, não”, assegurou.

Plano de recuperação

A Abrasel encomendou à Fundação Getulio Vargas um grande estudo visando a recuperação do setor de bares e restaurantes, incluindo impacto da reforma tributária. Paulo Solmucci espera que dentro de seis ou oito meses se possa ter um grande plano de recuperação para ser submetido às partes interessadas, sob a coordenação do governo federal, “para que o plano possa acontecer de fato”.

“O que a gente quer trazer é uma grande proposta que possa ser liderada pelo governo federal, mas que transcenda as esferas públicas. A gente quer um plano que não seja só sobre o ângulo do poder público, mas que seja alargado para agências de fomento, como o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Também queremos compartilhar um conjunto de iniciativas e possibilidades com as grandes empresas privadas”. Segundo ele, companhias do porte da Coca Cola e Ambev já manifestaram que darão apoio ao projeto, inclusive financiando esses estudos.

De acordo com Solmucci, o setor está com 43% das empresas com pagamentos em atraso. “Esse número está estável há quase dois anos e a gente não consegue melhorar isso. Ou seja, quatro em cada dez empresas do setor estão caminhando para uma situação de insolvência, porque adquiriram um endividamento muito forte durante a pandemia da covid-19 e não estão conseguindo quitar”. Sessenta e nove por cento dessas empresas estão devendo impostos federais e um quarto dos estabelecimentos endividados devendo encargos trabalhistas. Outras 28% devem serviços públicos.

“A situação precisa de um olhar sistêmico”, afirmou Paulo Solmucci.  Ele avalia que essas quatro em cada dez empresas que caminham para a insolvência necessitam de uma ajuda mais forte “porque, senão, a gente vai ter uma destruição em massa, de novo, de empregos no setor”. Destacou que é preciso fazer um grande pacto nacional para recuperação do setor. (Agência Brasil)

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3ª edição do Mostra Moda Campinas bate recorde de público

No dia 27 de fevereiro, aconteceu a terceira edição do Mostra Moda Campinas, maior evento do interior paulista dedicado aos negócios da moda, bateu recorde de público com 512 empreendedoras de moda, 123 estudantes e 1005 visitantes. O evento, que contou com apoio da Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV), ACIC, Santander e START by WGSN, trouxe uma série de talks e palestras para atualizar o cenário do segmento de moda e marketing, com debates que potencializam novas oportunidades de mercado e resultaram em R$600 mil em negócios fechados.

Idealizada por Kefer Van Der Laan e Marco Bonfante, sócios proprietários da Evanstur, empresa especializada no relacionamento, aproximação, negócios da moda e experiência entre indústria e varejo com mais de 500 lojas no portfólio, o evento promoveu lançamentos de coleções exclusivos, além de uma série de talks que atualizaram o cenário sob o tema: “Metamorfose do mercado da moda na era digital”.

“O mercado de moda vem se transformando em todos os seus setores de forma rápida e intensa em consequência da era digital, uma realidade sem volta. O Mostra Moda tem a missão de fomentar vendas, estreitar, gerar conhecimento, experiências e fidelizar os relacionamentos entre a indústria e o varejo da moda junto de seus apoiadores, que mostram o potencial do pequeno e médio varejista e este ano bateu recordes de público, com mais de mil visitantes”, reflete Kefer Van Der Laan.

Considerado o maior evento de moda do atacado de Campinas e RMC, o Mostra Moda reuniu varejistas, lojistas, empreendedores, estudantes de moda e influenciadores para reforçar o potencial do mercado da moda brasileiro, que finalizou 2023 com 6,55 bilhões de peças comercializadas, segundo estimativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).


“O Mostra Moda é o maior evento de moda do atacado de Campinas e RMC, e podemos definir como uma vitrine de excelência para o universo da moda. Nele reunimos não apenas as grandes marcas como todo o universo que compõem uma boutique, como suprimentos, mobiliários, consultores, estilistas, comunicação, mídia entre outros”, salienta o sócio fundador, Marco Bonfante.

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Micro e pequenas empresas são as maiores empregadoras do país

Um estudo do Sebrae elaborado com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apontou que 71% das 1,78 milhão de vagas de trabalho criadas em 2023 tiveram como origem as micro e pequenas empresas. O levantamento mostra que essas empresas geraram 1,26 milhão de postos de trabalho, enquanto as médias e grandes geraram 372,4 mil vagas, o que equivale a cerca de 21% do total de empregos.

No mês de outubro, de acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas geraram 124,1 mil vagas, do total de pouco mais de 190 mil postos de trabalho. O número representa 65,2% do saldo líquido de contratações efetuadas. Enquanto as médias e grandes empresas foram responsáveis por 69,8 mil novas vagas, equivalente a 36,7% do saldo.Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números mostram, mais uma vez, a força do pequeno negócio e a importância desse segmento para a economia.

“São os empreendedores de pequeno porte que têm sustentado o país. São as pessoas que acordam todas as manhãs e fazem o Brasil se movimentar, distribuindo renda, proporcionando inclusão social e a transformação das vidas de bairros e municípios, em todas as regiões. Pela primeira vez na história o Brasil registrou a marca de 100 milhões pessoas ocupadas. E temos uma das menores taxa de desemprego de 7,6%”. (Agência Brasil)

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Dia dos Pais deve movimentar R$ 7,6 bilhões em vendas, estima CNC

O Dia dos Pais, no próximo domingo (13), deve ter um volume de vendas de R$ 7,67 bilhões. Isso representa um crescimento de 2,2% em relação ao ano passado.

A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e já está desinflacionada, ou seja, o valor desconsidera a inflação dos últimos 12 meses, o que permite uma comparação mais adequada entre 2022 e 2023.

Apesar de a estimativa de vendas ter crescido em relação ao ano passado, ainda é menor que os R$ 7,8 bilhões movimentados em 2021. Além disso, é 10% abaixo do patamar de 2013, ponto mais alto da série histórica da CNC, quando os lojistas faturaram R$ 8,54 bilhões.

“Apesar desse aumento [em 2023], o setor ainda não consegue restabelecer o volume de vendas que se tinha antes da pandemia. A razão para isso não é mais a crise sanitária, mas, sim, o comportamento da conjuntura econômica dos últimos meses. A gente teve um processo de encarecimento da taxa de juros, por conta de uma inflação muito alta, e isso se refletiu no Dia dos Pais, especialmente nas últimas edições”, avalia o economista responsável pela pesquisa, Fabio Bentes.

Para as vendas neste ano, o economista minimiza reflexos positivos do corte na taxa de juros realizado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na última quarta-feira (2). () “Os juros andaram altos por muito tempo. O BC começou a baixar agora, na reunião de agosto, mas deve ter longo tempo para isso surtir efeito no comércio”, ressalta.

As lojas de vestuário, calçados e acessórios devem abocanhar a maior parte das vendas, R$ 3,64 bilhões. Produtos de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (R$ 1,19 bilhão) e itens de perfumaria e cosméticos (R$ 1,16 bilhão) vêm em sequência na preferência dos consumidores. Esses três ramos concentram 77% das vendas totais.

Menos inflação

A CNC estima que os presentes para o Dia dos Pais pesem, em média, 5,5% a mais no bolso do consumidor, em relação ao ano passado. Um movimento de desaceleração da inflação diante de 2022 e 2021, quando os preços subiram 8,4% e 8,2%, respectivamente.

Enquanto as roupas masculinas (+6,6%), os livros (+13,9%) e os perfumes (+20,6%) estão sendo vendidos com preços mais elevados, as televisões (-14,5%), os computadores (-10,4) e aparelhos telefônicos (-4,3%) estão mais baratos nas lojas.

Fabio Bentes explicou que essa queda nos preços está relacionada à desvalorização do dólar, que deixa produtos importados – ou com componentes importados – mais em conta. “Certamente, a valorização do real ajuda a explicar”, diz. No ano, a moeda americana desvalorizou-se mais de 7%.

Apesar de esses produtos de tecnologia estarem mais baratos, não estão dentro da meta de compra da maioria dos consumidores, pelo menos no Rio de Janeiro. Um levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) aponta que a intenção de compra é de cerca de R$ 140 por presente.

Contratações

O Dia dos Pais é a quarta data mais importante para o comércio, atrás do Natal, Dia das Mães e Dia das Crianças, na ordem. Essa importância nas vendas é refletida na geração de empregos temporários. A CNC estima que 10.380 mil pessoas sejam contratadas para atender à demanda de vendas. Além de ser o terceiro ano seguido de crescimento, esse é o maior número de temporários desde 2014 (10,7 mil).

História da data

Atualmente sempre no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais começou a ser celebrado em 1953. É uma criação do publicitário Sylvio Bhering. Inicialmente, a data escolhida era 16 de agosto, quando a Igreja Católica celebrava São Joaquim, pai de Maria, a mãe de Jesus.

O dia dedicado ao santo mudou para 26 de julho, mas o oitavo mês do ano fez sucesso entre os comerciantes, que ganharam um período para aquecer as vendas. Além disso, o domingo atraiu a preferência por ser, tradicionalmente, um dia de encontros familiares.

“O Dia das Mães já existia, então a ideia foi: por que não ter também um Dia dos Pais? E, aqui no Brasil, mais declaradamente, surgiu como uma ideia mercadológica, publicitária mesmo. Então muito ditado até mesmo para movimentar o comércio”, explicou Sérgio Dantas professor de marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Fora do Brasil, há outras datas para o Dia dos Pais. Em pelo menos 70 países, como os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, a comemoração é no terceiro domingo de julho. Há também países que celebram a data em 19 de março, Dia de São José, como Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras. (Agência Brasil)

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