Range Rover

Influenciadora Deolane Bezerra é presa em ação da Polícia Civil de SP

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em Barueri, região metropolitana de São Paulo. Ela foi detida numa operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil.Deolane foi detida em sua casa, uma mansão de luxo que fica em um condomínio famoso.

A Operação Vérnix investiga lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília, também é alvo da operação.

A ação é resultado de uma investigação que ocorre há anos e que identificou um esquema milionário ligado à cúpula do PCC.

Os policiais civis cumprem seis prisões mandados de preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

A as investigações da Vérnix também se concentraram na Itália, Espanha e Bolívia, com os investigados entrando na Lista Vermelha da Interpol. A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais.

Deolane foi presa pela primeira vez em setembro de 2024, durante desdobramentos da Operação Integration. Ela foi detida em Recife pela Polícia Civil, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

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Menina de apenas 10 anos é atropelada após fugir de casa em Campinas

No início da tarde de hoje (15), uma menina de 10 anos, foi atropelada na Rodovia Heitor Penteado, próximo ao Viaduto Braz Soares Filho e morreu no local. Segundo a mãe da vítima, Manuela saiu escondida de casa, no bairro da Ponte Preta, para visitar o avô no Jardim Flamboyant.


(Reprodução)

Segundo o Corpo de Bombeiros, após o atropelamento a criança ficou desacordada e teve uma parada cardiorrespiratória, morrendo no local.

Duas faixas foram interditadas e o trânsito foi desviado para o acostamento.

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Seguindo a tradição da marca, Range Rover lança coleção de artigos exclusivos

É cada vez mais comum as marcas de automóveis terem suas próprias linhas de vestuário e de artigos personalizados. A marca inglesa de SUVs de luxo, Range Rover, acaba de lançar a sua primeira coleção de lifestyle. A coleção limitada em apenas oito peças clássicas e versáteis – entre jaquetas, mantas, miniaturas decorativas e lenços de seda pura – está sendo estrelada pela atriz e modelo britânica Adwoa Aboah. As peças combinam cores marcantes e estampas exclusivas inspiradas na identidade visual da marca.


Batizada de Range Rover London Collection, a coleção, segundo a marca, traduz a essência do design modernista da Range Rover, com linhas clássicas, materiais luxuosos e detalhes refinados. Destaque para os zíperes sob medida das jaquetas reversíveis masculinas e femininas, que remetem aos tradicionais discos rotativos do Range Rover, agora presentes nas modernas telas touchscreen do sistema Pivi Pro.
O acabamento Sunset Gold, característico da marca, também está presente nos detalhes das peças.

“Criamos uma coleção cápsula para indivíduos globais e exigentes que valorizam a visão da Range Rover sobre o luxo moderno. As principais influências vieram da admiração pelo design britânico. Fizemos questão de celebrar a interação das cores e refletir o caráter vibrante e eclético da vida em Londres, ao mesmo tempo em que linhas e formas modernistas contrastam harmoniosamente para criar peças que traduzem elegância, sofisticação e dinamismo” afirmou Kimberley Panton, Apparel Designer da Range Rover.

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Mercedes-AMG G Grand Edition luxo e exclusividade para andar no barro

Das mil unidades produzidas da série especial do exclusivo Mercedes-AMG G 63 “Grand Edition”, 16 serão destinadas ao mercado brasileiro. Elas chegarão ao Brasil nos próximos dias e todas já estão reservadas.

O Mercedes Benz Classe G foi lançado em 1979, está é a versão mais exclusiva e luxuosa. E pela primeira vez, a “Grand Edition” apresenta o logotipo AMG e a estrela da marca na cor “Kalahari Gold Magno”. O emblema Affalterbach da marca de alta performance está presente no capô nessa mesma cor especial. Além disso, diversas outras partes são finalizadas nessa cor como detalhes nos para-choques dianteiro e traseiro e a proteção ótica inferior frontal.

O veículo está equipado com rodas especiais de 22 polegadas com design de raios cruzados em tech gold com uma peça de travamento central em preto fosco e a estrela Mercedes também em tech gold. O estepe conta com uma capa de proteção AMG personalizada, resistente a rasgos e o tecido interno de flanela antiestática, protegendo contra poeira e possíveis arranhões.Seu interior também é definido pelo contraste entre preto e dourado. Ao entrar, os emblemas “AMG” nas soleiras das portas na cor preta, com bordas iluminadas são rapidamente identificados. Os bancos têm acabamento em couro napa preto “G Manufaktur” e costuras contrastantes. Placas com o logotipo AMG dourado e bordas douradas são colocadas nos encostos.

Os tapetes também têm acabamento em preto e costuras douradas. Outros itens do acabamento interno estão presentes em carbono com detalhes na cor cobre. O volante AMG Performance em microfibra apresenta a inscrição “G 63”.Relógio


Para quem quiser ainda mais exclusividade, a Mercedes em parceria com a IWC desenvolveu um relógio IWC Big Pilot AMG G 63 inspirado no novo automóvel. O novo relógio é caracterizado pelo contraste de preto e dourado. A caixa e a coroa do sofisticado relógio são fabricados em Armor Gold de 18 quilates. Este material inovador tem uma microestrutura modificada, o que torna a caixa significativamente mais dura e resistente ao desgaste. O relógio IWC é vendido separadamente.

Preço
Mercedes-AMG G 63 Grand Edition R$ 2.247.900,00.

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Coluna Fernando Calmon  —  GM continuará no Brasil e acena abertura para híbridos

Coluna Fernando Calmon nº 1.278 — 21/11/23

GM continuará no Brasil e acena abertura para híbridos

Durante o Congresso Autodata Perspectivas 2024, realizado esta semana em São Paulo (SP), o vice-presidente de Comunicação e de Relações Governamentais da General Motors do Brasil, Fábio Rua, reafirmou que a empresa não sairá do Brasil. A tentativa recente de reduzir o quadro de funcionários não prosperou nas condições imaginadas pela companhia. Ao contrário disso, o executivo anunciou que “muito em breve” haverá a revelação de um novo ciclo de investimentos, sem adiantar pormenores.

Apesar de a matriz em Detroit ter optado pela passagem direta dos motores a combustão para elétricos, Rua pareceu nas entrelinhas menos enfático em relação à negativa anterior de desenvolver híbridos nos mercados em que a eletrificação levará bem mais tempo para se tornar viável.Sua declaração indica isso: “Se o futuro nos disser que precisamos, talvez, ser um pouco mais abertos ao nosso espectro de investimento em novas tecnologias, seremos.”

No mesmo Congresso, Mauro Correia, presidente da HPE que representa Mitsubishi e Suzuki, revelou que novos investimentos estão sendo estudados para os próximos três anos, inclusive para a fábrica de Catalão (GO), onde se produzem a picape média L200 e o SUV Eclipse.

“Vamos importar em 2024 um SUV híbrido. Há mais de uma opção para diminuir emissões de CO2. O Brasil segue o bom caminho de legislar sobre o resultado das emissões, sem direcionar qualquer tecnologia”, afirmou.

Pesquisa aponta que preço ainda é maior barreira aos elétricos

Certamente os preços dos veículos elétricos (VE) estão entre os principais obstáculos para as vendas subirem com mais ímpeto. Em países cuja renda familiar é abaixo da média mundial esse fator traz muitas dificuldades. No entanto, isso também ocorre nos mercados maduros e ricos.

Essa conclusão está na recente pesquisa da Standard & Poors, uma renomada agência de classificação de risco de países e empresas conhecida pela sigla S&P, que divulgou o relatório Mobilidade Global no começo deste mês. Quase metade (48%) dos 7.500 entrevistados em países de vários níveis de renda (EUA, União Europeia, Brasil e Índia entre outros) apontaram o preço como fator inibidor, apesar de entenderem se tratar de uma tecnologia mais cara.

Igualmente, menos da metade dos potenciais compradores acredita que a tecnologia está pronta para adoção em massa. Segundo a agência noticiosa PRNewswire com acesso ao relatório, “embora 67% dos participantes inquiridos em maio deste ano estivessem abertos à ideia de comprar um VE, houve uma queda importante de 19 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento em 2021”.

Ponto preocupante é o relato frequente de defeitos nas redes públicas de recarga, um forte desestímulo para quem tenciona viajar com carro elétrico. Segundo a agência de notícias, o relatório apontou que vários obstáculos precisam ser superados para alcançar a aceitação generalizada de VE. “Os compradores podem querer esperar pelo próximo avanço tecnológico ou estar preocupados com o tempo de recarga e a disponibilidade de carregadores, mas no final é o bolso do consumidor – e não a engenharia – que lidera a atual resistência às compras”.

Na Europa, onde a aceitação de VE só perde para a China, há igualmente incertezas no ritmo das vendas. Embora estas tenham crescido 47% entre janeiro e setembro deste ano, as previsões estão bem menos otimistas para os próximos períodos. A VW adiou o início de sua quarta fábrica de baterias das seis previstas. Ford e LG Solutions desistiram também de construir uma nova instalação prevista na Turquia.

A Suíça anunciou que encerrará a isenção de imposto de importação para os VE em janeiro próximo, como acontecerá também aqui, alegando restrições orçamentárias. Isso indicaria que outros países também podem seguir esse exemplo. Em suma, no Velho Continente, são claros os sinais de desaceleração.

A fim de tentar reverter este cenário, VW e Renault anunciaram quase ao mesmo tempo planos para dentro de dois e três anos, respectivamente, lançarem um modelo elétrico compacto (ainda sem nome) e subcompacto (novo Twingo). Ambos custariam em torno de 20.000 euros (cerca de R$ 110.000, em conversão direta).

Range Rover Sport PHEV é superlativo até no preço

As dimensões chamam atenção por onde passa: 4.946 mm, comprimento; 2.047 mm, largura; 1.820 mm, altura; 2.997 mm, entre-eixos. Porta-malas de 835 litros não deixa ninguém descontente. É necessário ter cuidado para se adaptar também à massa em ordem de marcha, que se aproxima das três toneladas (exatos 2.810 kg).

O Range Rover Sport PHEV (híbrido plugável) impressiona em termos de desempenho ao associar um suave 6-cilindros em linha turbo a gasolina de 340 cv/48,9 kgf·m a um elétrico de 143 cv. O conjunto entrega 510 cv e nada menos que 71,4 kgf·m de torque combinado. Câmbio é automático convencional de oito marchas e tração 4×4. A bateria de 38,2 kW·h permite um alcance de até 88 km no modo elétrico.

As respostas ao acelerador são vigorosas, porém sua capacidade de manobra chama ainda mais atenção. O diâmetro de giro de apenas 11 m (até um pouco menor que os 11,6 m de um Corolla), graças ao esterçamento de 7,3 graus das rodas traseiras, alivia um pouco o sufoco de achar uma vaga para estacionar. A visibilidade para trás é prejudicada pelo formato do teto e das colunas traseiras com reduzida área envidraçada.

Rodas de 23 pol. de diâmetro e pneus 285/40 tomam pouco conhecimento de valetas e buracos, mas não convém abusar. Apesar de suas dimensões trata-se de um veículo relativamente dócil ao volante e freios bem dimensionados.

No interior, destacam-se bancos de couro com 22 regulagens elétricas, central multimídia de tela curva com 13,1 pol., conjunto de áudio de primeira linha, sistema de cancelamento de ruído externo, compartimento climatizado em posição central e duas telas para os passageiros do banco traseiro colocadas na parte posterior dos encostos de cabeça dianteiros.

O preço não poderia ser outro: R$ 1 milhão.

Telemetria IturanMob das ruas para as pistas

Durante décadas o automobilismo de competição transformou-se em um imenso laboratório que levou e ainda leva a grandes avanços técnicos e de segurança diretamente das pistas para as ruas e estradas. Agora, esse processo também pode ser invertido por meio da telemetria em tempo real que a IturanMob desenvolveu para rastrear veículos comuns em gestão de frotas, acompanhamento em planos de assinatura e capacidade de monitoramento em casos de furto e roubo.

A iniciativa envolve as provas da Porsche Cup no Brasil e, futuramente, poderá ser estendida a outros países. Os dados de desempenho de cada veículo são coletados por indução e enviados por meio da rede pública de telefonia móvel. Isso permite monitorar desde o boxe de cada equipe o funcionamento de motor, câmbio e diversos outros parâmetros. Elimina-se dessa forma a antiga abordagem passiva dos dados, o que aumenta o nível técnico da competição e diminui a possibilidade de acidentes e panes.

De acordo com Paulo Henrique Andrade, CEO da empresa, novos avanços serão testados a partir de 2024. “Objetivo é proporcionar atualizações de parâmetros para ajudar o piloto a tirar o máximo proveito da tecnologia, sem que precise parar nos boxes à semelhança com a F-1”, explicou.

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