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Prefeitura promove nova capacitação de engenheiros e arquitetos

A Secretaria de Urbanismo promove no dia 29 de julho, a partir das 18h, uma nova capacitação gratuita voltada a arquitetos e engenheiros que atuam em Campinas. Com o tema “Erros comuns em projetos e como evitá-los”, o encontro será realizado no Salão Vermelho do Paço Municipal e tem como objetivo dar um treinamento para reduzir os erros mais comuns identificados nos projetos enviados para aprovação urbanística – segundo balanço da pasta, 72% dos processos precisam de correção.

A ação é parte de um esforço da secretaria para destravar os fluxos internos de licenciamento e acelerar o tempo de análise dos processos, que vêm crescendo significativamente. Segundo a secretária de Urbanismo, Carolina Baracat, os erros cometidos nos projetos são frequentemente os mesmos e acabam comprometendo a agilidade da tramitação na plataforma Aprova Fácil.

“Queremos mostrar, com dados e exemplos práticos, quais são os equívocos mais recorrentes que travam os processos. Nossa intenção é que os profissionais passem a utilizar um check list de conferência antes de enviar o projeto para a secretaria”, explica a secretária.

Correção

Em maio de 2024, a equipe técnica da Secretaria de Urbanismo analisou 2.408 processos. Um ano depois, com cinco servidores a menos (por conta de aposentadoria), foram 1.967 protocolos analisados, o que demonstra que a produtividade do setor foi mantida. Ainda assim, o número de entradas também aumentou: foram 680 novos processos somente em maio deste ano – entre pedidos físicos e digitais.

Entre os 1.576 processos urbanísticos que passaram pela análise dos técnicos no mês de maio deste ano, apenas 433 foram aprovados, o que representa 27,47% de aprovação. Os demais 72,5% dos projetos foram devolvidos para correção, atrasando significativamente o tempo de tramitação.

Serviço
Capacitação para arquitetos e engenheiros – Secretaria de Urbanismo
Data: terça-feira (29/07/2025)
Horário: a partir das 18h
Local: Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas – av. Anchieta, 200, Centro
Público-alvo: arquitetos e engenheiros que atuam com licenciamento urbanístico
Tema: “Erros comuns em projetos e como evitá-los”

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Crianças visitam o Ceasa e aprendem a comer alimentos saudáveis

Em mais uma ação dos projetos Ceasa-Saúde e Escola Saudável, desenvolvidos para promover hábitos alimentares saudáveis e conscientizar sobre os benefícios do consumo de alimentos naturais, o Ceasa de Campinas recebeu 120 crianças de 3 a 6 anos do CEI Bem Querer Senador João Medeiros de Calmon, no Parque Vista Alegre, e do CEI Adão Emiliano, no bairro San Martin. As crianças visitaram a cozinha escola do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, na manhã de ontem (7). Divididos em grupos nos períodos da manhã e da tarde, os alunos também visitaram o Mercado de Hortifrutigranjeiros.

Segundo a nutricionista Camila Porto, responsável pela ação, as crianças participaram de brincadeiras interativas e aprenderam sobre os alimentos. “E para encerrar a atividade é servido um lanche saudável e realizado um passeio no mercado de hortifrúti”, diz a nutricionista.

Para Julia Amorim, gerente do Departamento de Alimentação Escolar da Ceasa Campinas, a ideia do projeto é mostrar de forma lúdica e interativa os conceitos de alimentos saudáveis e de alimentos ultraprocessados para conscientizar as crianças sobre a importância do consumo de alimentos benéficos e os impactos no organismo.

 

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BNDES recebe projetos de descarbonização do setor automotivo

A partir de hoje (12) o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  estará recebendo os projetos de desenvolvimento industrial e tecnológico do setor automotivo, que tenham como objetivo a descarbonização da mobilidade e da logística. A ação integra o programa Rota 2030, com orçamento total de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos.

Para 2024, estão disponíveis R$ 40 milhões em recursos não reembolsáveis, a serem investidos em projetos que contemplem, ao menos, um dos temas a seguir: baterias e powertrains (trens de força) de baixa emissão, com foco em híbridos (elétricos + biocombustíveis), incluindo seus componentes e insumos críticos e as soluções para infraestrutura de recarga; descarbonização dos processos produtivos de veículos, componentes, insumos críticos e materiais estratégicos (a exemplo de aço verde, alumínio e novas ligas especiais); e biocombustíveis e suas aplicações em veículos leves e pesados e em máquinas agrícolas (com destaque para as soluções de biometano, incluindo projetos-piloto de sua utilização).

“O BNDES Rota 2030 tem como finalidade ampliar a competitividade da indústria automobilística brasileira. Vamos estimular a inovação tecnológica, a capacitação da mão-de-obra e a geração de empregos qualificados, em linha com as prioridades de desenvolvimento definidas pelo governo do presidente Lula”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Vamos apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação, engenharia, estudos, testes, pilotos e certificações que, dentre outras ações, estimulem fontes de energia, produtos e processos que minimizem a emissão de CO2”, explica o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do Banco, José Luís Gordon.

Em outubro do ano passado, BNDES e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) assinaram um acordo de cooperação técnica que habilitou o Banco a captar R$ 40 milhões ao ano para serem utilizados em projetos da cadeia de fornecedores do setor automotivo. Com o acordo, o Banco passou a operar recursos dos fundos dos Programas Prioritários do Rota 2030, que provêm, principalmente, da contrapartida de empresas beneficiadas por isenção de impostos na importação de peças e insumos não fabricados no Brasil, mas necessários à melhoria da eficiência energética da frota.


Critérios

Os projetos a serem apresentados devem ser destinados a plataformas veiculares elegíveis, que são: máquinas agrícolas (biometano e outros biocombustíveis alternativos); pesados urbanos (elétricos e a GNV/biometano); leves (híbridos a etanol, elétricos e células de combustível); e pesados rodoviários (GNV/biometano, biodiesel e células de combustível).

Os projetos devem ser propostos por instituições de pesquisa, que podem contar com a parceria de empresas intervenientes, e devem ter valor mínimo de R$ 10 milhões por operação. Em projetos com a participação de montadoras, será obrigatória a participação de pelo menos uma empresa da cadeia de fornecimento de componentes e insumos críticos. O Banco terá participação máxima de até 80% do valor dos itens financiáveis; e de até 90% para projetos ou empresas sediadas nas regiões Norte e Nordeste.

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