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Escolas da Rede Municipal de Campinas não terão aulas nesta quarta-feira

Os 68 mil alunos das escolas municipais de Campinas não funcionarão nesta quarta-feira (15), em razão do feriado escolar municipal em comemoração ao Dia do Professor. A suspensão das aulas vale para todas as unidades da rede, incluindo Educação Infantil (creche e pré-escola), Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As unidades do Ceprocamp (Centro de Educação Profissional de Campinas), mantidas pela Fumec (Fundação Municipal para Educação Comunitária), seguem o mesmo calendário escolar. Assim, os alunos dos cursos técnicos e profissionalizantes também não terão aulas neste feriado.

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Gestão de Pessoas apoia ações de incentivo ao aleitamento prolongado

Começou hoje (02) a programação do Agosto Dourado, com uma palestra  ministrada pelo pediatra, neonatologista e professor da Unicamp, José Martins Filho. No dia 5, no Paço Municipal, começará a mostra “Diversas Formas de Amamentar”, que poderá ser visitada até o dia 9.

A exposição de fotos é promovida pela Secretaria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas e é realizada pela Rede Amamenta  e da Feac, e tem como objetivo promover e incentivar a amamentação prolongada.

Os momentos de 16 mães, que amamentam seus filhos em ambientes públicos, direito garantido por lei, foram registrados por quatro fotógrafas: Bia Lima, Cacá Dominiquini, Michele Pampanin e Juliana Lima.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses de idade. Mesmo após a introdução alimentar, o ideal é manter a amamentação até os 2 anos.

Serviço
Agosto Dourado
Abertura: palestra do pediatra, professor da Unicamp e neonatologista José Martins Filho sobre “Aleitamento Prolongado e Desenvolvimento Psicossocial da Criança”
Quando: 2/8, às 9h, no  Centro de Eventos da Secretaria de Educação
Exposição – Diversas formas de amamentar
Quando: de 5 a 9 de agosto, no Paço Municipal

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Médica de Campinas é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2024

A médica ginecologista Claudia Helena de Oliveira Rego, que trabalha há 30 anos na rede pública de saúde na cidade de Campinas e com grande experiência na assistência da população transexual, foi escolhida para a finalíssima do Prêmio Jabuti Acadêmico 2024, na categoria Enfermagem, Farmácia, Saúde Coletiva e Serviço Social.

Com propósito de combater o desconhecimento e a discriminação, ela participou da organização da Cartilha em Saúde Trans.

“Fui testemunha da dificuldade dessa população em ter acesso ao cuidado em saúde. Em parte pelo preconceito e parte pela desinformação dos profissionais de saúde”, alertou a médica que trabalha no Ambulatório Transcender, centro de referência para cuidado integral da saúde da população transexual criado em 2020 pela Prefeitura no Centro de Saúde Santos Dumont.

Quem participou?

A cartilha foi elaborada por meio de uma parceria entre uma série de autores, entre eles profissionais da área de saúde e usuários do SUS Municipal. Já a organização foi feita em conjunto por Cláudia e dois pesquisadores da pós-graduação em Saúde Coletiva da Unicamp: o psicólogo Jonathas Justino, mantenedor da Casa Sem Preconceito, e a filósofa Leila Dumaresq, conselheira municipal de Saúde.

A coordenação foi feita pelo professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp Sérgio Resende Carvalho.

Premiação

Ao todo, 1.953 trabalhos foram inscritos no Jabuti Acadêmico em 29 categorias e cada uma delas tem cinco finalistas. A cerimônia de entrega da premiação será em 6 de agosto, e os autores vencedores de cada trabalho recebem estatueta e prêmio em dinheiro.

“Ser finalista já é uma grande vitória, muita gente se empenhou para que a cartilha saísse”, falou a médica ao celebrar a indicação ao Prêmio Jabuti Acadêmico.

O material está disponível para consulta no site da Prefeitura: https://portal-api.campinas.sp.gov.br/sites/default/files/secretarias/arquivos-avulsos/125/2024/06/28-155943/Cartilha_Saude_Trans_Travesti_Nao_Binaria.pdf.

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Governo encaminha novo Plano Nacional de Educação ao Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei que institui o novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período de 2024 a 2034. O texto, encaminhado para análise do Congresso Nacional, prevê 18 objetivos, compreendidos nas temáticas de educação infantil, alfabetização, ensino fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica.

A proposta contém 58 metas e, para cada meta, um conjunto de estratégias que expressam as principais políticas, programas e ações envolvendo a União, os estados e os municípios, para o alcance dos objetivos propostos.

Entre as inovações do PNE está a ênfase na qualidade da oferta do ensino, com objetivos e metas focados no alcance de padrões de qualidade na educação infantil, na educação profissional e tecnológica, no ensino superior e na formação de docentes. Também há objetivos específicos para as modalidades de educação escolar indígena, educação do campo e educação escolar quilombola, relacionados à ampliação do acesso para estes estudantes. O projeto mantém metas para os públicos-alvo da educação especial e educação bilíngue de surdos. (Agência Brasil)

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Oito em cada dez professores já pensaram em desistir da carreira

Oito em cada dez professores da educação básica já pensaram em desistir da carreira. Entre os motivos estão o baixo retorno financeiro, a falta de reconhecimento profissional, a carga horária excessiva e a falta de interesse dos alunos. Os dados são da pesquisa inédita Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (8), pelo Instituto Semesp.

A pesquisa foi realizada entre 18 e 31 de março de 2024, com 444 docentes das redes pública e privada, do ensino infantil ao médio, de todas as regiões do país. Os dados mostram que 79,4% dos professores entrevistados já pensaram em desistir da carreira de docente. Em relação ao futuro profissional, 67,6% se sentem inseguros, desanimados e frustrados.

Entre os principais desafios citados pelos professores estão: falta de valorização e estímulo da carreira (74,8%), falta de disciplina e interesse dos alunos (62,8%), falta de apoio e reconhecimento da sociedade (61,3%) e falta de envolvimento e participação das famílias dos alunos (59%).

Segundo os dados da pesquisa, mais da metade dos respondentes (52,3%) diz já ter passado por algum tipo de violência enquanto desempenhava sua atividade como professor. As violências mais relatadas são agressão verbal (46,2%), intimidação (23,1%) e assédio moral (17,1%). São citados também racismo e injúria racial, violência de gênero e até mesmo ameaças de agressão e de morte. A violência é praticada principalmente por alunos (44,3%), alunos e responsáveis (23%) e funcionários da escola (16,1%).

Apesar disso, a pesquisa mostra que a maioria (53,6%) dos professores da educação básica está satisfeita ou muito satisfeita com a carreira. Os professores apontam como motivos para continuar nas salas de aula, principalmente, o interesse em ensinar e compartilhar conhecimento (59,7%), a satisfação de ver o progresso dos alunos (35,4%) e a própria vocação (30,9%).

“Apesar de todos os problemas é o que eu gosto de fazer e tenho maior capacidade”, diz um dos professores entrevistados, cujo nome não foi revelado. “A paixão pelo processo de ensinar e aprender, contribuindo para a evolução das pessoas”, aponta outro, que também não foi identificado.

Para Lúcia Teixeira, presidente do Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil, esses dados são importantes porque mostram o que motiva os professores. “Ele fala da sua vocação. Fala do interesse em ensinar, da satisfação de ver o progresso do aluno. São fatores que estão interligados. Tanto a vocação como o interesse em compartilhar o conhecimento e a satisfação de ver o progresso do aluno. Esse é um dado muito importante em termos do perfil daquele que escolhe ser professor”, destaca.

Licenciaturas

A pesquisa Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil faz parte da 14ª edição do Mapa do Ensino Superior no Brasil, que reúne dados oficiais e coletados pelo Instituto Semesp para traçar o cenário atual do setor educacional no país. Esta edição tem como foco principal Cursos de Licenciaturas: Cenários e Perspectivas.

De acordo com a publicação, o Brasil tem 9,44 milhões de estudantes matriculados no ensino superior. A maioria deles está em instituições privadas (78%). Por lei, pelo Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024, o país deveria ter 33% dos jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior. Até 2022, essa taxa era 18,9%.

Atualmente, 17% dos alunos do ensino superior cursam alguma licenciatura, o que equivale 1,67 milhões de universitários. Pedagogia aparece como 17° curso com mais estudantes nos cursos presenciais diurnos e como o primeiro curso com mais estudantes em ensino a distância (EAD).

Apesar do grande número de estudantes, os dados mostram que as desistências nesses cursos são altas. Cerca de 60% dos estudantes de licenciaturas na rede privada e 40% dos estudantes da rede pública desistem da formação. Entre os mais jovens, apenas 6,6% dos entrevistados pelo Instituto Semesp têm interesse em cursar cursos da área de educação.

“Nós pensamos que é necessário repensar também o modelo de oferta dos cursos de licenciatura, com essa campanha que estamos fazendo para atrair os jovens para os cursos de licenciatura. Os currículos têm que ter mais prática e mais capacitação para esse uso de tecnologia, a necessidade de financiamento das mensalidades, porque a maioria dos que vão para o curso de licenciatura é de uma classe social mais baixa e, por isso, a necessidade de uma bolsa permanência para o aluno não evadir e não precisar trabalhar”, defende Lúcia Teixeira.

Formação a distância

Recentemente, as altas taxas de matrícula em cursos a distância e a preocupação com a qualidade da formação dos estudantes, especialmente dos futuros professores, levaram o Ministério da Educação (MEC) a buscar uma revisão do marco regulatório da modalidade.

Para o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, a formação presencial pode não ser a única solução. Ele defende uma revisão da avaliação dos cursos. Ainda que seja na modalidade a distância, ele ressalta que os cursos de formação de professores preveem uma carga horária presencial, em estágios, por exemplo.

“Eu acho que o que precisa é melhorar a avaliação dessa presencialidade. Se eu tenho obrigatoriedade de estágios e esses estágios não são cumpridos ou são muito ruins, aí eu tenho um problema. Se é ruim e eu só aumento a carga [horária presencial], eu só vou aumentar a ruindade. Então, eu acho que, primeiro, antes de discutir mais carga presencial ou menos carga presencial, não estou falando que a gente defende ou não defende, mas eu acho que é preciso melhorar esse monitoramento do presencial”, diz.

A pesquisa feita com os docentes pelo Instituto Semesp mostra que 50,1% dos respondentes discordam parcial ou totalmente da afirmação de que o ensino a distância não é adequado. Além disso, para 55,7% dos entrevistados, os cursos de licenciatura devem ser ofertados apenas na modalidade presencial. (Agência Brasil)

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Feriado: não deixe de fazer uma boa revisão no seu veículo

No feriado milhares de veículos vão para as estradas de todo o Brasil. Mas para ter uma viagem tranquila, é importante fazer uma revisão antes de sair de casa. Para isso, consultamos o professor de engenharia mecânica da FEI – Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros, Cleber Willian Gomes, que ressalta os cuidados que se deve ter antes de viajar.

“Para a segurança do motorista e dos passageiros é de extrema importância a realização da revisão preventiva, dando preferência por fazer a manutenção com profissionais preparados para diagnosticar, avaliar e corrigir as falhas dos sistemas. A revisão além de garantir segurança e conforto, também pode ajudar na economia financeira, evitando que as peças tenham que ser substituídas antes do recomendado, evitando gastos desnecessários” alerta o professor.

Dicas importantes:

Pneus

Em relação aos pneus, podemos dizer que eles são os componentes mais importantes a serem verificados e o principal elemento para se atentar é a profundidade dos sulcos do pneu. Quanto menor, pior a condição de frenagem, principalmente em condições de pista molhada. A calibragem dos pneus também deve ser levada em consideração, pois dependendo do destino da sua viagem, a pressão dos pneus deve ser ajustada. Em áreas com lama e areia é indicado reduzir a pressão, já em estradas e ruas pavimentadas, a pressão deve ser mais alta.

Lubrificantes

O período de troca e o nível de óleo devem ser respeitados e neste caso é importante seguir a recomendação do fabricante, e a indicação na vareta do volume de óleo deve ser considerada. O professor reforça para que desconsiderem a “avaliação com as pontas dos dedos” feitas em alguns postos de gasolina, já que pode ser uma recomendação sem critério, somente para vender serviços sem a real necessidade de troca.

Apesar de pouco lembrado, o fluído de freio tem um intervalo de troca e muitas pessoas só lembram que a manutenção é necessária quando acontece a contaminação por água e perda das propriedades de funcionamento, que comprometem o desempenho de frenagem. Nesta condição, este cuidado é vital para a vida de todos. Vale lembrar que mais importante do que o risco de multa e perda financeira, é a segurança dos ocupantes do veículo.

Freios

Por mais moderno que seja o veículo, a condição das pastilhas de freio e dos pneus são vitais e por isso o nível de desgaste precisa ser avaliado antes de pegar estradas ou até mesmo para rodagem dentro das cidades. Uma forma do dono do veículo perceber o fim da vida útil das pastilhas é quando se ouve um ruído no momento em que o freio é acionado com o veículo em movimento.
“Precisamos ter em mente que a revisão do carro deve ser sempre preventiva. Cuidando preventivamente do seu veículo, você evita os problemas e gastos de uma manutenção corretiva, que geralmente é o momento em que houve algo mais sério, como acidentes, em decorrência da má condição dos componentes do carro que não foram verificados antes de rodar com o automóvel”, finaliza o professor da FEI.

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