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Produção industrial cresce 4,1% em junho, maior alta desde 2020

A produção da indústria brasileira cresceu 4,1% na passagem de maio para junho. Além de interromper dois meses de queda, o resultado é o maior já registrado desde julho de 2020, quando houve expansão de 9,1%.

A constatação é da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta sexta-feira (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado de junho de 2024, a indústria nacional encontra-se em nível superior ao patamar pré-pandemia, 2,8% acima de fevereiro de 2020. No entanto, fica ainda 14,3% abaixo do ponto máximo anotado em maio de 2011.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a alta é de 3,2%. Observando apenas os meses de junho, o resultado é o maior também desde 2020, quando havia avançado 10%.

No primeiro semestre, a atividade industrial brasileira soma expansão de 2,6%. No acumulado de 12 meses, o desempenho positivo é de 1,5%.

Chuvas e enchentes

O gerente da pesquisa do IBGE, André Macedo, explica que o resultado expressivo de junho é impulsionado não só pela base de comparação, que tinha recuado 1,8% nos dois meses anteriores, abril e maio. Mas também pela volta da produção em várias unidades afetadas pelas enchentes que atingiram fábricas no Rio Grande do Sul em abril e maio.

“Plantas que estavam paralisadas ou com produção muito baixa em maio voltam no mês de junho”, diz.

A pesquisa divulgada nesta sexta-feira não traz dados segmentados por unidades da federação. Esse detalhamento será conhecido na próxima quinta-feira (8). A divulgação referente a maio, conhecida no último dia 12, mostrou que o Rio Grande do Sul apresentou queda de 26,2%.

Recuperação pré-pandemia

O gerente do IBGE destaca que, apesar de não ter sido a primeira vez que a indústria ultrapassa o patamar pré-pandemia, em junho a superação foi mais expressiva.

“Em abril deste ano, estava 0,3% acima. O que tem de diferente é que agora o salto é maior, está 2,8% acima”, ressalta. Março de 2024 e dezembro de 2023 são outros meses em que a produção ficou acima do período pré-pandemia.

“A gente melhorou bastante de patamar de produção, mas ainda há espaço importante a ser percorrido para se aproximar de maio de 2011”, opina Macedo.

Setores

Entre maio e junho, 16 das 25 atividades apuradas pelo IBGE apresentaram desempenho positivo, com destaque para a produção de coque (tipo de combustível derivado do carvão), derivados do petróleo e biocombustíveis (4%), produtos químicos (6,5%), produtos alimentícios (2,7%) e indústrias extrativas (2,5%).

O setor de produtos alimentícios, que representa 15% da atividade industrial brasileira, avançou 2,7%. “Houve alta na produção de produtos importantes, como açúcar, produtos derivados de soja, suco de laranja e carnes de aves”, indica o IBGE.

Na indústria extrativa, que subiu 2,5%, os dois produtos de maior importância dentro da atividade mostraram expansões: minério de ferro e petróleo.

Outras contribuições positivas relevantes foram metalurgia (5,0%), veículos automotores, reboques e carrocerias (3,1%), bebidas (3,5%), máquinas e equipamentos (2,4%), produtos do fumo (19,8%) e celulose, papel e produtos de papel (1,6%).

Entre as nove atividades que apontaram recuo na produção, o destaque fica com equipamentos de transportes, com redução de 5,5%.

“As influências negativas sob o resultado vêm tanto das motocicletas como da parte relacionada ao segmento de bens de capital, por exemplo, os itens embarcações e aviações. É importante destacar que é uma atividade que exerce pouca influência na indústria geral, cerca de 1%”, avalia André Macedo.

Outras influências negativas relevantes foram na produção de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-4,1%), impressão e reprodução de gravações (-9,1%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-2,7%).

O índice de difusão, que aponta o percentual de produtos com taxas positivas, ficou em 43,5%. É o valor mais baixo do ano, porém, acima da média do mês de junho para os três últimos anos (37,9%). O IBGE apura dados de 789 produtos.

Outras comparações

Na comparação de junho 2024 com junho 2023, a indústria brasileira apresentou expansão em 18 dos 25 ramos pesquisados. Os destaques ficaram com produção de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (17,5%), produtos alimentícios (2,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (5,9%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (18,4%).

Já no acumulado de 12 meses (+1,5%), três das quatro grandes categorias estão no terreno positivo: bens semi e não duráveis (3,2%), bens intermediários (1,6%) e bens duráveis (0,7%). O único item com queda é o de bens de capital (-5,1%). (Agência Brasil)

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Nova lei pretende estimular a produção de alimentos nas cidades

O aumento da produção de alimentos locais, a agilidade no transporte, a capacidade de geração de emprego e o fornecimento de itens alimentícios a famílias de baixa renda são alguns dos possíveis benefícios da Política Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana, cuja legislação foi sancionada na última sexta-feira (26) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com especialistas no assunto, o potencial da nova política é grande, mas dependerá de incentivos públicos e da articulação entre os governos federal, estaduais e municipais para que seja concretizado.

A  Lei Nº 14.935 define a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) como atividade agrícola e pecuária desenvolvida nas áreas urbanas e  ao redor do perímetro das cidades. Dentre os objetivos da AUP estão ampliar a segurança alimentar e nutricional das populações urbanas vulneráveis; gerar alternativa de renda e de atividade ocupacional à população urbana e periurbana; estimular o trabalho familiar, de cooperativas, de associações e de organizações da economia popular e solidária, dentre outros. A articulação com programas de abastecimento e de compras públicas destinadas a escolas, creches, hospitais e outros estabelecimentos públicos também está entre as finalidades da nova política.

A diretora de Pesquisa do Instituto Escolhas, Jaqueline Ferreira, detalha o potencial estimado de crescimento do setor. “Estamos falando de uma agricultura que já acontece nas cidades, mas é invisibilizada. Todas as grandes metrópoles e capitais brasileiras já possuem iniciativas do tipo. No entanto, como a agricultura como atividade econômica historicamente está associada ao meio rural, esses produtores não conseguem acessar políticas públicas pelo fato de muitos deles não serem reconhecidos como estabelecimentos agropecuários”, disse. Segundo ela, entre as dificuldades estão o acesso ao crédito e a regularização dos empreendimentos pelos produtores.

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Produção de motocicletas atinge o melhor resultado em 13 anos

A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus – PIM registrou 868.076 unidades no primeiro semestre de 2024, alta de 13,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, esse foi o melhor desempenho para os seis primeiros meses do ano desde 2012.

Em junho, foram produzidas 106.273 motocicletas. O volume é 11,5% superior ao do mesmo mês de 2023 e 33,8% inferior ao registrado em maio. A retração já era esperada devido às férias coletivas das associadas anteriormente programadas.

“Tivemos um primeiro semestre bastante positivo, acima do esperado. Porém, temos pela frente um segundo semestre bastante desafiador, principalmente com a previsão de uma estiagem ainda mais severa do que a no ano passado, onde já foram sentidos os reflexos diretamente na produção de motocicletas em Manaus”, explica Marcos Bento, presidente da Abraciclo. 

Vendas no varejo

No primeiro semestre foram licenciadas 933.158 motocicletas, aumento de 19,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Esse foi o melhor desempenho registrado para o setor em 17 anos. As três categorias do mercado mais emplacadas foram a Street (48,5%), Trail (18%) e Motoneta (17,7%).

Na análise isolada de junho, os emplacamentos totalizaram 165.877 unidades, volume 18,2% superior ao do mesmo mês do ano passado e 0,8% maior em relação a maio. Esse resultado também é o melhor desde 2008.

As posições no ranking mensal foram mantidas: Street, com 49% de participação no mercado, seguido pela Trail (com 18,6%) e Motoneta (com 16,5%).

Confira o ranking por categoria, com a comparação com o mês e ano anteriores:

EMPLACAMENTOS DE MOTOCICLETAS

  JUNHO/23 MAIO/24 JUNHO/24    
CATEGORIA A PARTICIPAÇÃO B PARTICIPAÇÃO C PARTICIPAÇÃO C/A C/B
Street 72.991 52,0% 77.117 46,9% 81.355 49,0% 11,5% 5,5%
Trail 25.918 18,5% 31.793 19,3% 30.919 18,6% 19,3% -2,7%
Motoneta 19.767 14,1% 29.795 18,1% 27.400 16,5% 38,6% -8,0%
Scooter 12.053 8,6% 13.269 8,1% 12.919 7,8% 7,2% -2,6%
Naked 3.052 2,2% 4.060 2,5% 4.922 3,0% 61,3% 21,2%
Big Trail 2.344 1,7% 2.565 1,6% 2.483 1,5% 5,9% -3,2%
Ciclomotor 2.543 1,8% 3.206 1,9% 3.061 1,8% 20,4% -4,5%
Custom 841 0,6% 970 0,6% 1.327 0,8% 57,8% 36,8%
Sport 597 0,4% 1.514 0,9% 1.270 0,8% 112,7% -16,1%
Triciclo 179 0,1% 119 0,1% 119 0,1% -33,5% 0,0%
Touring 102 0,1% 125 0,1% 102 0,1% 0,0% -18,4%
Quadriciclo 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0,0% 0,0%
TOTAL 140.387 164.533 165.877 18,2% 0,8%

                              Fonte: Associadas Abraciclo

Com 20 dias úteis, a média diária de vendas foi de 8.294 unidades. Os modelos de baixa cilindrada lideraram o ranking de emplacamentos, com 80% do mercado. Em segundo lugar, ficaram as motocicletas de média cilindrada, com 16,8% de participação, seguidas pelas de alta cilindrada, com 3,2%.

Exportações

No acumulado do ano, as associadas da Abraciclo exportaram 15.706 unidades, retração de 23,5% na comparação com o mesmo período de 2023.

Em junho, foram embarcadas 2.203 motocicletas, volume 38,4% inferior na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a maio, foi registrado crescimento de 49,3%.

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Instituto Pavão Cultural, em Barão Geraldo, terá oficina de bordado coletivo

O Instituto Pavão Cultural, espaço dedicado à produção e difusão das artes visuais, cênicas e musicais, contará com uma oficina gratuita de bordado coletivo no próximo sábado (29), às 15h, .

A programação é oferecida pela artista Beá Meira, para finalizar a passagem da exposição A Carne de Gaia no Instituto Pavão Cultural. Além da oficina, Beá Meira convida o público para uma conversa sobre bordados, arte e ciência, a partir de uma nova obra que está realizando com a imagem aérea da Mata de Santa Genebra.

Serviço
Oficina de bordado: Mata de Santa Genebra – Campinas
Data: 29/06 (sábado)
Horário: 15h às 18h
Local: Instituto Pavão Cultural
Endereço: Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708, Barão Geraldo
Entrada gratuita

 

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Brasil colherá 297,5 milhões de toneladas de grãos, estima a Conab

A produção de grãos projetada para a safra 2023/2024 é 297,54 milhões de toneladas, volume é 7% inferior ao registrado na temporada anterior. A diferença entre as duas safras é 22,27 milhões de toneladas, de acordo com o 9º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A companhia explica que essa quebra é resultado das “condições climáticas adversas” que acabaram por influenciar as principais regiões produtoras do país.

“Já os cultivos de segunda safra, que tiveram a colheita iniciada, têm apresentado melhores produtividades”, informou a Conab, ao comparar a estimativa atual com a anterior, publicada em maio. O aumento projetado é 2,1 milhões de toneladas, com destaque para milho, algodão em pluma e feijão.

A estimativa de produção do milho 2ª safra está em 88,12 milhões de toneladas. Neste ciclo, a colheita chega a 7,5% da área semeada, tendo por base divulgação anterior da Conab, no levantamento Progresso de Safra, na semana passada.

Apesar da disparidade das condições climáticas que foram registradas no país, “foi verificado em importantes estados produtores uma melhora na produtividade das lavouras”.

Mato Grosso do Sul, São Paulo e parte do Paraná registraram redução e/ou falta de chuvas durante o ciclo do milho 2ª safra. Isso resultou em quedas no potencial produtivo. No entanto, em Mato Grosso, no Pará, Tocantins e parte de Goiás, as precipitações “bem distribuídas ao longo do desenvolvimento da cultura”, associado à tecnologia usada pelo produtor resultaram em “boas produtividades nos talhões colhidos e boas perspectivas nas áreas ainda em maturação”.

Diante desse cenário, a estimativa para a produção total do grão é 114,14 milhões de toneladas.

“O clima também tem favorecido o algodão, cujas lavouras se encontram predominantemente nos estágios de formação de maçãs e maturação. Nesta temporada, a área semeada está estimada em 1,94 milhão de hectares, crescimento de 16,9%, o que influencia na expectativa de incremento de 15,2% na produção da pluma, podendo chegar a 3,66 milhões de toneladas”, detalhou a Conab.

Arroz

A situação do arroz é bem melhor do que o cenário sugerido em meio às enchentes registradas no Rio Grande do Sul, estado que, sozinho, corresponde por mais de 70% de área cultivada e da produção deste grão no país. O levantamento da Conab prevê uma produção de quase 10,4 milhões de toneladas de arroz nesta safra.

arroz

Gerente substituto de Acompanhamento de Safras da Conab, Marco Antônio explica que o arroz já se encontra 99,2% colhido, faltando apenas algumas áreas em Goiás, no Tocantins e uma maior parte no Pará e Maranhão. “Por sorte, no dia 26 de abril, antes do começo das chuvas, 93% das áreas já estavam colhidas no estado”, justificou o técnico.

Ele lembra que problemas vinham sendo percebidos desde o início do cultivo deste grão, e que o excesso de chuva em setembro resultou em atraso no plantio e, até mesmo, na desistência do cultivo em muitas áreas. No entanto, durante a restante do ciclo, as condições foram “favoráveis na maioria dos estados produtores”.

“Infelizmente, no Sul do Brasil, em maio, ocorreram esses excessos de precipitações que prejudicaram o andamento final da colheita no estado [Rio Grande do Sul]. Mesmo assim, nessa safra a área cultivada ficou em 1,591 milhão de hectares, número 7,6% superior ao da última safra”, explicou Marco Antônio.

“A produtividade teve uma redução e está agora estimada em 6.652 quilos por hectare, número 3,7% inferior ao da última safra. Quanto à produção, ela tá estimada em 10,395 mil toneladas, resultado 3,6% superior a última safra. Por fim, em relação ao último levantamento, o arroz teve uma redução de 0,9% na estimativa, em função das fortes chuvas enchentes ocorridas no RS”, acrescentou ao estimar alguma queda com relação ao rendimento médio do produtor no estado, em função das chuvas.

Feijão

A estimativa da Conab para a produção de feijão é de um aumento de 9,7% na produção total na safra 2023/2024. Com isso, mais de 3,3 milhões de toneladas deste grão deverão ser colhidas no país.

O Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, durante o lançamento do Plano Nacional para o Desenvolvimento da Cadeira Produtiva do Feijão e pulses, que são a lentilha, o grão de bico e a ervilha.

“Apenas na segunda safra da leguminosa, a estatal prevê uma alta de 26,3% no volume a ser colhido, impulsionado pelo cultivo do feijão preto e do caupi, que devem registrar uma colheita de 589,4 mil toneladas e 462,8 mil toneladas respectivamente”, detalhou a Conab.

No caso do feijão preto, a alta estimada é influenciada por um aumento de 8,5% na produtividade e, principalmente, pela maior área destinada para o cultivo, com alta de 63,5% chegando a 331 mil hectares. “Para o [tipo] caupi o cenário é oposto. Enquanto a área cresce 4,9%, o desempenho das lavouras registra uma melhora de 20,6%. Na terceira safra da leguminosa, cerca de 60% da área é irrigada e o plantio está em andamento”.

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Associação dos Produtores promovem o 3º Festival do Café

Realizado em Serra Negra, interior de São Paulo, o 3º Festival do Café, tem o objetivo de valorizar dos cafés especiais da região. O evento organizado pela Acecap – Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista e a Prefeitura de Serra Negra.

Com características genuínas, o café da região vem se destacando, principalmente por sua doçura extra, o que gera a brincadeira que já foi adoçado no pé, e tem conquistado prêmios nos principais concursos do país.

O café é um dos produtos agrícolas que mais se destacam na região de Serra Negra. Na última década, o Circuito das Águas Paulista migrou do café de commodity para o café especial, decisão tem dado frutos de altíssima qualidade, melhor rentabilidade para os produtores e sustentabilidade para um café de montanha, muito por conta da topografia e relevo da região.

De acordo com dados da Acecap, a região reúne hoje 1.800 produtores, com sete mil hectares de plantação de café, colheita média de 192 mil sacas de 60 quilos, cuja produtividade chega a 30 sacas por hectare. O resultado vem, em sua maioria, de pequenas e médias propriedades, muitas vezes lideradas por mulheres cafeeiras, com até 50 hectares de produção.

No Festival do Café será possível conhecer e experimentar os cafés produzidos na região, conhecer os produtores, além de diferentes preparos da bebida, venda de produtos e atrações musicais todos os dias. O evento apresenta ainda diversos produtos locais, como licores, vinhos, cervejas, chocolates, quitutes, guloseimas, bolos, doces, lanches, entre outros.

Serviço
Festival do Café e da Cachaça do Circuito das Águas Paulista
Local: Av. Deputado Campos Vergal, atrás do Palácio das Águas, em Serra negra
Quando: de 24 a 26 de maio, de sexta a domingo
Sexta feira: das 16h às 20h, com apresentações musicais na programação
Sábado: das 9h às 20h, com diversas apresentações musicais
Domingo: das 9h às 18 horas, com diversas apresentações musicais

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Casa de Vidro recebe exposição da artista campineira Carol Santos

O Museu da Cidade/Casa de Vidro, no Largo do Café, recebe nesta terça-feira, 21 de maio, a exposição “a linha vos”, da artista multidisciplinar nascida em Campinas, Carol Santos. A mostra contará com diversas obras, incluindo pinturas, esculturas e instalações inéditas. A exposição estará aberta até o dia 15 de julho e conta com a curadoria de Samantha Moreira, identidade visual de Kauê Garcia e produção de Alexandre Silveira.

As peças selecionadas para a exposição “a linha vos” formam um diálogo contínuo entre passado e presente. Ao entrar na Casa de Vidro, visitantes vão ver uma instalação formada por pipas feitas à mão pela artista e seu pai em uma colaboração artística e poética. Na parede ao lado, uma série de máquinas de empinar pipas, construídas também pela artista e seu pai.

Também estarão expostas pinturas de grandes dimensões e com temas de paisagens, criando camadas de memória e de novas paisagens do lugar. Escultura em papel machê que abordam os temas de perdas e traumas, e um outra em tecido reciclado feito com a participação da comunidade, compõe parte da exposição. Cortinas e panos de prato deixam de ser utilidade doméstica e ganham destaque como objetos de arte, contando histórias de família.

Serviço
Exposição “a linha vos”
Abertura: 21/05 às 18h
Visitação: 22/05 a 15/06 (de terça a sexta – das 9h às 12h e aos sábados das 10h às 14h)
Local: Museu da Cidade / Casa de Vidro
Endereço: Av Dr. Heitor Penteado, 2145, Pq. Taquaral
Entrada gratuita

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Cineastas promovem oficinas gratuitas sobre roteiro e produção

Dois cineastas da região de Campinas, Helen Quintans e Flávio Carnielli, promovem oficinas gratuitas de produção e roteiro de curtas-metragens. A primeira delas será sobre Roteiro, neste sábado (13)a partir das 15h, na Casa de Vidro do Lago do Café, em Campinas.

As outras serão ainda em abril, na Prefeitura Municipal de Paulínia e no Centro de Cultura, Letras e Artes (CCLA), em Campinas. Este projeto foi contemplado pelo Edital PROAC 32-2022 – Audiovisual – Produção e Lançamento de Curta, via programa da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

As oficinas na Casa de Vidro e em Paulínia serão exclusivamente sobre roteiros cinematográficos. A do CCLA será sobre a produção cinematográfica em suas várias fases. Os dois cineastas têm experiência em elaboração de roteiro em diversos gêneros, como documentários, dramas, terror e ficção. A oficina de produção abordará, de forma introdutória, todos os processos de produção de um curta-metragem, desde a organização da pré-produção, passando pela captação até a finalização. Também a diretora Helen Quintans promoverá, ao longo das oficinas, um bate-papo sobre o papel da mulher no cinema.

Serviço
Curso de roteiro
Data: 13 de abril (sábado)
Horário: 15h
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145, Parque Taquaral, Campinas
Inscrições pelo e-mail museudacidade@campinas.sp.gov.br ou pelo telefone 3733-7556

Curso de roteiro
Data: 17 de abril (quarta-feira)
Horário: 19h
Local: Sala Carlos Tontoli, na Prefeitura Municipal de Paulínia
Endereço: Av. Prefeito José Lozano Araújo, 1551, Parque Brasil 500, Paulínia
Inscrições e informações pelo e-mail flaviocarnielli@gmail.com

Curso de Produção de curta-metragem
Data: 24 de abril (quarta-feira)
Horário: 17h
Local: Centro de Cultura, Letras e Artes (CCLA) de Campinas
Endereço: Rua Bernardino de Campos, 989, Centro, Campinas
Inscrições pelo e-mail: ccla@ccla.org.br

 

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Produção de veículos automotores cresce em relação a fevereiro

No mês de março, o licenciamento e a produção de veículos no Brasil apresentaram crescimento em relação a fevereiro, informou hoje (8) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No entanto, ambos manifestaram queda na comparação anual.

Em relação ao licenciamento, o crescimento foi 13,6% ante fevereiro, com 187.731 unidades comercializadas. O licenciamento inclui tanto veículos leves quanto caminhões e ônibus.

Por outro lado, houve queda de 5,7% em comparação a março do ano passado o que, para o presidente da Anfavea, pode ser explicado pelo fato de março deste ano ter tido três dias úteis a menos que março de 2023. “A média diária de vendas [em março] foi de 9,4 mil unidades”, disse Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea.

Já a produção cresceu 3,2% em comparação a fevereiro deste ano, com 195.751 unidades montadas. “A produção foi a melhor desde novembro e vai se ajustando à crescente demanda do mercado. Em março, ela se aproximou do patamar de 200 mil unidades”, disse Leite. Mas em relação ao mesmo mês do ano passado foi registrada queda na produção de 11,8%.

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“Um detalhe, que não consta ainda desses números: a primeira semana de abril foi a melhor primeira semana do mês de abril desde 2014. Isso é uma tendência de que o mercado vem com crescimento”, acrescentou.

As exportações também apresentaram comportamento positivo na comparação mensal, com aumento de 6,5% no período. “Março teve o melhor resultado em sete meses”, disse o presidente da Anfavea. Na comparação anual, no entanto, houve queda de 28%, com 32.706 unidades embarcadas. “Isso se deve, em especial, à queda nos mercados de destino como Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai e, ao mercado do México, que especialmente em março, por uma questão de sazonalidade, teve uma queda. E isso impactou nas nossas exportações”, acrescentou.

Os empregos no setor, por sua vez, mantiveram uma certa estabilidade, com leve crescimento em relação a fevereiro e uma pequena queda na comparação com março do ano passado. Em março 101.404 pessoas estavam empregadas no setor, o que significou aumento de 0,7% ante fevereiro e queda de 0,2% em relação a março de 2023.(Agência Brasil)

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Produção de veículos cresce 24,3% em fevereiro

A produção de veículos automotores no Brasil cresceu 24,3% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, com 189.684 unidades produzidas. Na comparação anual, o aumento foi de 17,4%. Os dados foram divulgados hoje (7), em São Paulo, pela Anfavea.

“Esse é um bom sinal, a produção é sempre um termômetro muito relevante para o nosso setor”, disse Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, durante entrevista coletiva.

A venda total de veículos novos -o que inclui carros, comerciais leves, caminhões e ônibus – também aumentou no país. Segundo a Anfavea, em fevereiro foram comercializadas 165.225 unidades, o que representa expansão de 2,2% sobre janeiro e de 27,1% sobre fevereiro do ano passado. Desse total, 155.511 se referiam apenas a automóveis e comerciais leves.

Crescimento

A cada dia útil de fevereiro foram vendidos 8,7 mil veículos, o que representou alta de 18% em relação a janeiro e de 20,5% em relação a fevereiro do ano passado. Segundo o presidente da Anfavea, esse foi “um crescimento extremamente relevante”, superando o período antes da pandemia.

Já as exportações de veículos aumentaram 62,7% em um mês, com 30.652 unidades enviadas ao exterior. Na comparação anual, no entanto, houve queda de 14,1%. “É um crescimento sobre uma base muito baixa, que foi janeiro. Tivemos uma expansão que é importante, mas ainda assim é inferior ao ano de 2023”, disse o presidente da associação.

Para este ano, a Anfavea projeta crescimento em torno de 6% tanto na produção quanto no mercado. (Agência Brasil)

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