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Serviço: cuidar dos pneus é fundamental para a sua segurança

O começo do Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização para a redução de acidentes e mortes no trânsito, vale o alerta para um item fundamental para a segurança e que muitos motoristas esquecem. Afinal, os pneus são o único contato do veículo com o piso.

Por isso, manter os pneus em boas condições é uma medida essencial para garantir segurança, a economia de combustível e viagens tranquilas. Com as condições de nossas estradas e ruas, há uma necessidade de uma constante fiscalização. Os cuidados também prolongam a vida útil dos equipamentos.

Para orientar nos procedimentos que se deve ter com os pneus, entrevistamos o Fabio Torres Klabacher, gerente de Vendas e Marketing, “O cuidado com os pneus é um dos pilares da segurança. É uma ação simples, mas que reduz riscos, melhora o desempenho do carro e traz economia real para o motorista”, afirmou Klabacher.

Recomendações:
Calibragem correta dos pneus – Deve ser realizada ao menos uma vez por semana, sempre com os pneus frios e conforme as orientações do fabricante. A pressão inadequada pode causar desgaste irregular, comprometer a dirigibilidade e aumentar o consumo de combustível;
Alinhamento da direção – Fundamental para manter o veículo em trajetória correta, o alinhamento evita desgaste desigual dos pneus e melhora a estabilidade. Deve ser verificado especialmente após impactos em buracos ou guias;
Balanceamento das rodas – Contribui diretamente para o conforto ao dirigir. Vibrações no volante podem indicar a necessidade do serviço, que ajuda a distribuir o peso de forma uniforme e prevenir desgastes prematuros;
Rodízio de pneus – Recomendado periodicamente, o rodízio equilibra o desgaste entre os pneus dianteiros e traseiros, aumentando a durabilidade do conjunto;
Verificação do estado de conservação – A profundidade dos sulcos deve ser monitorada regularmente. Pneus desgastados comprometem a aderência, especialmente em pistas molhadas, aumentando o risco de aquaplanagem;
Hábitos de direção – A forma de condução impacta diretamente na vida útil dos pneus. Acelerações bruscas, freadas intensas e excesso de carga contribuem para o desgaste precoce;
Inspeção visual frequente – Cortes, bolhas ou objetos presos na borracha devem ser avaliados rapidamente para evitar problemas mais graves e garantir a segurança.

 

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PEC 6×1 ainda não foi discutida no núcleo do governo, diz ministro

O debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita a carga horária semanal de trabalho em 36 horas e ficou conhecida como PEC 6×1 – 6 dias de trabalho por 1 dia de folga – ainda não foi discutida pelo núcleo do governo. A afirmação é do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, nesta quarta-feira (13).

“Esse debate está no Congresso Nacional, ainda não foi discutido no núcleo do governo.  O ministro [Luiz] Marinho [do Trabalho e Emprego – MTE] já se pronunciou no ambiente dele, mas não foi discutido ainda. Vamos aguardar a posição que o Congresso vai encaminhar para a gente poder discutir no núcleo do governo”, disse ministro.

A declaração foi feita durante evento do C20, grupo de engajamento do G20 (Fórum que abrange os países com a principais economias do mundo) que representa organizações da sociedade civil, no Rio de Janeiro.

Questionado se o governo pode encampar a PEC ainda no Congresso, Macêdo reforçou: “Esse tema ainda não está em discussão no centro do governo”.

Ministro Marinho

O posicionamento do ministro Luiz Marinho ao qual se referiu Macêdo foi publicado em rede social.

Marinho defendeu que a jornada de trabalho 6×1 deve ser tratada em convenções e acordos coletivos de trabalho, quando empregadores e trabalhadores negociam as regras do contrato entre as partes.

“A pasta considera, contudo, que a redução da jornada para 40 horas semanais é plenamente possível e saudável, quando resulte de decisão coletiva. O MTE tem acompanhado de perto o debate e entende que esse é um tema que exige o envolvimento de todos os setores em uma discussão aprofundada e detalhada, considerando as necessidades específicas de cada área”, disse Marinho em uma rede social.

A defesa do fim da escala de trabalho 6×1, ou seja, apenas um dia de folga na semana, ganhou notoriedade nos últimos dias, impulsionada pelo movimento Vida Além do Trabalho (VAT). O tema virou um dos mais discutidos em redes sociais, imprensa e no Congresso.

O proposta estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e quatro dias de trabalho por semana no Brasil.

Pressão social

Eram necessárias 171 assinaturas para a PEC começar a tramitar na Câmara dos Deputados. No intervalo de dias, o número de deputados que endossaram a proposta subiu de 60 para cerca de 200. Para ser aprovada, precisa do voto de 308 dos 513 parlamentares, em dois turnos de votação.

De autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP), a proposta foi apresenta em 1º de maio deste ano inspirada no movimento VAT que, por meio de uma petição online, recolheu mais de 2,7 milhões de assinaturas a favor do fim da escala 6 por 1.

A redução da jornada de trabalho semanal sem redução de salários é uma demanda histórica de centrais sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

No entanto, recebe oposição de atores da economia, como empregadores, que preveem queda de produtividade e aumento de custos, o que seria repassado para os preços. (Agência Brasil)

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Acessório desenvolvido pela Ford ajuda mulheres que fizeram mastectomia

Durante muitos anos, as mulheres que passaram por mastectomia tiveram que conviver com um incomodo todas as vezes que dirigiam. Após pesquisas, a Ford criou um equipamento que alivia esse sofrimento. Depois de receber o triste diagnóstico de câncer de mama. em 2022, Lynn Simoncini teve que fazer uma mastectomia dupla. Porém, ela se viu lutando contra uma dor inesperada em uma atividade de rotina: dirigir. A pressão exercida pelo cinto de segurança no peito em recuperação era agonizante, mesmo em trajetos curtos. Esse problema deve ser comum, ela pensou, mas não havia soluções reais.

Diretora criativa da VML, parceira de marketing da Ford, e grande fã de carros, Lynn começou então a esboçar ideias. E sua iniciativa levou à criação do Ford SupportBelt, acessório projetado para atender a uma necessidade de aproximadamente 100.000 mulheres e homens nos EUA que todo ano passam por mastectomia, ou remoção de tecido mamário, como parte do tratamento.

Desenvolvido e projetado pela Ford, o SupportBelt é feito de espuma macia e respirável que se prende ao cinto de segurança para ajudar a aliviar a pressão e reduzir o desconforto no peito ao dirigir.

A Ford vai inicialmente oferecer o SupportBelt – o único dispositivo desse tipo projetado e validado por uma montadora – para pacientes de mastectomia nos EUA sem nenhum custo. E disponibiliza também um formulário para coletar informações de consumidores interessados no Brasil e outros mercados, disponível neste link: www.Ford.com/SupportBelt.

A Lear Corp., líder global em tecnologia automotiva de bancos e sistemas eletrônicos, vai produzir um lote inicial do SupportBelt nos EUA até pelo menos o final de 2024, com as primeiras entregas previstas para meados de novembro.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres em 157 países, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. A Ford registrou uma patente para o SupportBelt e planeja abri-la a outros fabricantes para que a sua produção possa ser ampliada em todo o mundo.

Inspiração

“Eu não podia acreditar que ainda não havia um produto que deixasse o cinto de segurança confortável e também tivesse boa aparência”, disse Lynn após a mastectomia. Ela compartilhou a ideia com seu parceiro, Chad Woolums, e juntos eles desenvolveram a proposta de um suporte de cinto confortável, projetado especialmente para pacientes pós-mastectomia. Além da radiação e quimioterapia, a mastectomia é um tratamento comum para quem tem câncer de mama invasivo.

“A cirurgia é muito mais intensa do que se pode imaginar. A dor residual e a sensibilidade podem durar meses após o procedimento, tornando a exposição a objetos cotidianos dolorosa e desconfortável”, diz a dra. Nayana Dekhne, cirurgiã de mama da Corewell Health, sistema de saúde sem fins lucrativos de Michigan, que colaborou no desenvolvimento do SupportBelt.

Com a proposta em mãos, Lynn levou a ideia para Emily Obert, diretora de design de experiência da Ford. Com a orientação de Emily e a ajuda de uma equipe que incluiu a estagiária de design Rima Shkoukani, o SupportBelt começou a tomar forma. Rima, estudante de design industrial, se debruçou sobre pesquisas, entrevistou pacientes de câncer de mama e criou protótipos.

“Trabalhei por longas horas todos os dias, durante três semanas seguidas, apenas cortando espuma e testando diferentes maneiras de moldá-la ao corpo”, diz Rima.

A equipe se juntou a engenheiros para garantir que o SupportBelt atendesse aos padrões de qualidade da Ford. Eles também experimentaram vários materiais, escolhendo uma espuma flexível envolta em tecido semelhante a camurça, feito com 40% de garrafas PET recicladas, e fecho de velcro.

Rima espera que as pacientes de mastectomia possam se recuperar da cirurgia com mais conforto. “Eu só quero que alguém usando este produto diga: ‘Estou feliz de alguém entender o que estou passando e considerar esta pequena parte do meu processo de recuperação de forma tão atenciosa’”, diz.

O SupportBelt faz parte do trabalho de décadas que a Ford desenvolve para apoiar a luta contra o câncer de mama. Há 30 anos, a Ford Warriors in Pink apoia pessoas afetadas pelo câncer de mama, incluindo pacientes e familiares. A Ford investiu mais de US$ 139 milhões na luta contra o câncer de mama por meio da venda de roupas e equipamentos inspiradores, ajudando a oferecer soluções de transporte para os necessitados.

Conforto bem-vindo

Projetado com a contribuição de pacientes e médicos, o SupportBelt ajuda as pacientes a usar o cinto de segurança de modo confortável, tanto no lado do motorista como do passageiro.

“Saber que uma montadora está realmente pensando nas pessoas e fazendo pesquisas para deixar essas mulheres mais confortáveis é muito bom”, diz Najah Woods, diagnosticada com câncer de mama em 2023.

O design côncavo do SupportBelt permite que ele se adapte a vários tipos de corpos, com um ajuste mais personalizado que reduz o risco de atrito ou irritação.

“O SupportBelt demonstra o profundo impacto que um design bem pensado pode ter na cura”, diz Emily Obert.

Para Lynn, o protótipo original do SupportBelt se tornou parte de sua vida cotidiana. “Eu o deixo preso no cinto de segurança do meu carro e uso todos os dias”, diz. “Espero que mulheres de todos os lugares que passaram pelas mesmas dificuldades que eu tenham o SupportBelt e encontrem conforto em saber que esse produto foi trazido a elas por um grupo de pessoas que reconhece a sua batalha e sabe que o SupportBelt vai ajudá-las”.

Vídeo:
https://media.ford.com/content/fordmedia/fsa/br/pt/permalink.html?VideoId=6362688756112

 

 

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