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A chegada do Outono marca alta temporada nas clínicas de estética

Com a chegada do Outono, clínicas de estética registram um aumento significativo na procura por procedimentos. Considerada por especialistas como a “alta temporada” da estética, a estação reúne condições ideais para quem deseja investir em tratamentos mais intensivos, principalmente aqueles que exigem menor exposição ao sol durante o período de recuperação.

De acordo com profissionais da área, a busca por procedimentos estéticos pode crescer até 40% em comparação com o verão. A redução da incidência solar, aliada às temperaturas mais amenas, contribui para uma recuperação mais segura e eficaz da pele, além de diminuir os riscos de manchas e complicações.

Segundo a nutróloga e médica especialista em estética, Vanessa Penteado, entre os tratamentos mais procurados nesta época do ano estão tecnologias como o laser CO2 e a luz pulsada, indicados para manchas, rejuvenescimento e melhora da textura da pele. Procedimentos como peelings químicos e microagulhamento também ganham destaque por promoverem a renovação celular e estímulo de colágeno. Já na área corporal, tratamentos voltados para gordura localizada e flacidez, como radiofrequência e ultrassom, entram no radar de quem busca resultados progressivos ao longo dos meses mais frios.

“Muitos desses procedimentos deixam a pele mais sensível e exigem menor exposição solar para evitar manchas e garantir melhores resultados. Por isso, o outono é considerado a estação ideal, pois permite uma recuperação mais tranquila e segura, além de preparar a pele para os meses seguintes”, explica a especialista.

A médica reforça que a exposição solar é um dos principais fatores que podem interferir nos resultados de procedimentos estéticos, já que muitos tratamentos promovem uma renovação das camadas da pele, deixando-a temporariamente mais sensível e suscetível à hiperpigmentação. “Quando a pele está em processo de regeneração, o contato com o sol pode estimular a produção irregular de melanina, aumentando o risco de manchas. Por isso, a recomendação é evitar exposição direta, utilizar protetor solar diariamente e reforçar cuidados como hidratação e uso de produtos específicos indicados por profissionais”, afirma.

Além disso, manter uma rotina de proteção solar continua sendo essencial mesmo nos dias mais nublados ou com temperaturas mais baixas, garantindo não apenas melhores resultados nos tratamentos, mas também a saúde da pele a longo prazo.

 

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Como manter o skin care durante as férias de verão?

Janeiro é sinônimo de férias, verão e dias ao ar livre. Entre praia, piscina, passeios sob o sol forte e mudanças na rotina, a pele enfrenta desafios intensos: calor prolongado, exposição à água salgada e ao cloro, vento, ar-condicionado e, muitas vezes, uma rotina de cuidados que fica em segundo plano. Tudo isso pode comprometer o equilíbrio natural da pele e provocar queixas comuns, como oleosidade excessiva, ressecamento, sensibilidade ou manchas (melasma).

Segundo a médica especialista em estética, Vanessa Penteado, os cuidados com a pele não precisam de uma necessaire cheia para atravessar esse período — é preciso apenas atenção ao essencial. “No verão, a pele está mais exposta e vulnerável. Sol, calor, água do mar e piscina atuam simultaneamente. Por isso, mais do que ter muitos produtos, o importante é manter uma rotina simples, consistente e adaptada ao clima tropical”, explica.

Ela conta que, nesta época do ano, é normal notar o aumento da oleosidade, sensação de brilho excessivo e pequenos incômodos causados pela exposição solar prolongada. O contato frequente com água salgada pode ressecar, enquanto o cloro da piscina tende a irritar peles mais sensíveis. E, mesmo nos ambientes fechados, o ar-condicionado pode deixar o rosto mais opaco e desidratado.

Para a especialista, o segredo é ajustar as necessidades da pele às atividades do verão. Ela orienta priorizar a proteção solar adequada, aplicando o filtro a cada duas horas — especialmente após mergulhar no mar ou na piscina —, e evitar os horários de pico de sol (10h às 16h). Apostar na ingestão de no mínimo dois litros de água por dia e na hidratação leve da pele ajuda a evitar o ressecamento. Após o contato com água salgada ou clorada, lavar o rosto com água doce e reaplicar hidratante também faz diferença.

E, embora seja natural relaxar um pouco durante as férias, a médica lembra que abandonar totalmente os cuidados pode trazer efeitos difíceis de reverter rapidamente. “As férias são para aproveitar, mas isso não precisa significar abrir mão do básico. Limpar, hidratar e proteger são passos que mantêm a pele saudável mesmo nos dias mais corridos”, afirma.

Quando o verão avança e a rotina começa a se normalizar, Vanessa orienta iniciar uma fase de recuperação com cuidados suaves: reforçar a hidratação, apostar em produtos calmantes e, aos poucos, reintroduzir ativos renovadores que já faziam parte do dia a dia. A pele, segundo ela, costuma se reequilibrar entre três e cinco dias após a retomada dos cuidados regulares — mas, se persistirem manchas, sensibilidade ou qualquer alteração incomum, o ideal é buscar uma avaliação profissional.

“Essas mudanças são naturais. A pele sente, responde e se adapta ao verão. O importante é ouvir esses sinais e cuidar com carinho durante toda a temporada”, finaliza.

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Entenda pré-eclâmpsia e síndrome de Hellp, que afetaram cantora Lexa

A cantora Lexa anunciou nesta segunda-feira (10), nas redes sociais, a morte da filha recém-nascida, Sofia, que ocorreu três dias depois do parto. A artista relatou que teve pré-eclâmpsia com síndrome de Hellp, o que ocasionou o parto prematuro da bebê. 

A reportagem conversou com a médica ginecologista e obstetra Joeline Cerqueira, com área de atuação em Reprodução Humana, para explicar melhor o significado desses termos.

A pré-eclâmpsia é uma doença obstétrica que geralmente acontece depois da 20ª semana de gravidez e provoca a hipertensão arterial da gestante.

“A placenta é o órgão que vai nutrir o feto. Quando ela está se implantando no útero, os vasos do útero se abrem e aumenta a corrente de sangue que vai nutrir adequadamente o feto. E o que ocorre na placenta da mulher com pré-eclâmpsia? Esses vasos não conseguem mudar a conformação deles para se tornarem mais flexíveis e elásticos. E o sangue não flui adequadamente para a placenta e para o feto”, explica Joeline Cerqueira.

A sobrecarga da circulação provoca a hipertensão arterial, igual ou acima de 140/90 mmHg (14 por 9), e há perda de proteína na urina, a proteinúria. A pré-eclâmpsia precisa ser tratada para não colocar a vida da mãe e do feto em risco. Entre os agravamentos possíveis estão a eclâmpsia e a síndrome de Hellp.

A eclâmpsia é marcada pela ocorrência de convulsões generalizadas ou coma em gestantes. A síndrome Hellp é outro tipo de complicação que provoca hemólise (fragmentação das células vermelhas do sangue na circulação), níveis elevados de enzimas hepáticas e diminuição do número de plaquetas. Essa combinação mostra que alguns órgãos podem estar entrando em falência, como os rins e o fígado.

Apesar de não ser comum, também existe a pré-eclâmpsia ou eclâmpsia pós-parto, que ocorre na fase do puerpério em até 72 horas depois do parto. A complicação é responsável pela hipertensão arterial e crises convulsivas nesse período.

Causas 

A obstetra explica que até hoje a pré-eclâmpsia não tem uma causa específica identificada. Existem teorias, dentre as quais ela destaca a má implantação da placenta no processo da gestação.

Mas já se conhecem os principais fatores de risco: primeira gestação da mulher; gravidez antes dos 18 e depois dos 40 anos; pressão alta crônica; diabetes; lúpus; obesidade; pessoas da família com essas doenças; gestação de gêmeos.

Prevenção 

A realização do pré-natal, com acompanhamento médico da gravidez e da pressão arterial, é a melhor forma de prevenir a pré-eclâmpsia e demais complicações.

“Existem medicações já testadas que diminuem consideravelmente as probabilidades de pré-eclâmpsia para as pacientes de risco. Uma delas é o cálcio. Outra é o AAS infantil. Elas usam essa aspirina em dose baixa de 100 mg a partir de 12 até 16 semanas de gestação”, diz Joeline Cerqueira. “É imprescindível o médico começar nesse período. Porque como é uma doença que se instala pela placenta, depois de 16 semanas a placenta já está toda formada. Então, não adianta começar uma profilaxia muito tarde”.

Sintomas

A pré-eclâmpsia pode ser assintomática. Mas há sinais comuns, como: dor de cabeça forte que não passa com remédios; inchaço no rosto e nas mãos; ganho de peso em uma semana; dificuldade para respirar; náusea ou vômito após os primeiros três meses de gestação; perda ou alterações da visão; e dor no abdômen do lado direito.

Os sintomas da eclâmpsia podem ser dores de cabeça, de estômago e perturbações visuais antes da convulsão; sangramento vaginal; e coma.

Tratamento

O principal objetivo do tratamento para quem desenvolve o quadro de pré-eclâmpsia é o controle da pressão arterial. Podem ser usados hipotensores, medicações orais e injetáveis, para conseguir manter a pressão arterial abaixo de 14 por 9.

Também podem ser indicados: alimentação com baixo consumo de sal e de açúcar; repouso; aumento da ingestão de água; fazer acompanhamento pré-natal mais rigoroso. (Texto e fotos Agência Brasil)

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Médica de Campinas é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2024

A médica ginecologista Claudia Helena de Oliveira Rego, que trabalha há 30 anos na rede pública de saúde na cidade de Campinas e com grande experiência na assistência da população transexual, foi escolhida para a finalíssima do Prêmio Jabuti Acadêmico 2024, na categoria Enfermagem, Farmácia, Saúde Coletiva e Serviço Social.

Com propósito de combater o desconhecimento e a discriminação, ela participou da organização da Cartilha em Saúde Trans.

“Fui testemunha da dificuldade dessa população em ter acesso ao cuidado em saúde. Em parte pelo preconceito e parte pela desinformação dos profissionais de saúde”, alertou a médica que trabalha no Ambulatório Transcender, centro de referência para cuidado integral da saúde da população transexual criado em 2020 pela Prefeitura no Centro de Saúde Santos Dumont.

Quem participou?

A cartilha foi elaborada por meio de uma parceria entre uma série de autores, entre eles profissionais da área de saúde e usuários do SUS Municipal. Já a organização foi feita em conjunto por Cláudia e dois pesquisadores da pós-graduação em Saúde Coletiva da Unicamp: o psicólogo Jonathas Justino, mantenedor da Casa Sem Preconceito, e a filósofa Leila Dumaresq, conselheira municipal de Saúde.

A coordenação foi feita pelo professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp Sérgio Resende Carvalho.

Premiação

Ao todo, 1.953 trabalhos foram inscritos no Jabuti Acadêmico em 29 categorias e cada uma delas tem cinco finalistas. A cerimônia de entrega da premiação será em 6 de agosto, e os autores vencedores de cada trabalho recebem estatueta e prêmio em dinheiro.

“Ser finalista já é uma grande vitória, muita gente se empenhou para que a cartilha saísse”, falou a médica ao celebrar a indicação ao Prêmio Jabuti Acadêmico.

O material está disponível para consulta no site da Prefeitura: https://portal-api.campinas.sp.gov.br/sites/default/files/secretarias/arquivos-avulsos/125/2024/06/28-155943/Cartilha_Saude_Trans_Travesti_Nao_Binaria.pdf.

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Quase 37 mil pacientes utilizaram o sistema do telesaúde em Campinas

Segundo a Secretaria de Saúde de Campinas, o programa da telessaúde está ajudando a otimizar a assistência no SUS Municipal. Dados mostram que mais de  6 mil horas de atendimentos foram efetivados aos pacientes entre março de 2023, quando o recurso foi implementado, até junho deste ano. O total equivale a 255 dias de trabalho ininterruptos.

Neste período foram 36,7 mil teleatendimentos, incluindo retornos de usuários. O número se divide entre 23,6 mil teleconsultas e 13 mil teleinterconsultas. Veja abaixo como funciona a telessaúde e as diferenças entre os dois formatos aplicados pela rede municipal.

“Cada vez mais a telessaúde se consolida como uma modalidade extremamente importante para oferecer novas ferramentas de assistência no SUS Municipal. Quem aceita esta forma de atendimento pode, por exemplo, realizar uma teleconsulta para o monitoramento do tratamento iniciado. Ao mesmo tempo, conseguimos otimizar a oferta na assistência presencial nos centros de saúde e prontos-socorros dos hospitais para quem realmente precisa se deslocar até uma unidade”, explicou a médica Thaís Leitão, coordenadora da Saúde Digital.

Do total de pacientes atendidos, 891 precisaram ser encaminhados até um pronto-socorro para a assistência presencial. O número representa 3,76% dos casos. A Saúde recebeu neste período 5,9 mil avaliações de satisfação sobre a Saúde Digital e a nota média ficou em 8,8 para escala de zero a dez, o que foi celebrado por Thaís.

“A assistência presencial permanece e não é substituída, a telessaúde é uma modalidade para fortalecer o SUS Municipal, ampliando o acesso e a qualificação assistencial. Os indicadores devem melhorar cada vez mais com a popularização dos serviços”, destacou.

Números da Saúde Digital (março de 2023 – junho 2024)

  • 720 teleatendimentos: 23.678 teleconsultas e 13.042 teleinterconsultas
  • 141 horas de atendimento – 255 dias ininterruptos de trabalho
  • 891 pacientes encaminhados aos prontos-socorros, o que corresponde a 3,76%

Saúde Digital em Campinas

A telessaúde é sempre indicada após o usuário do SUS Municipal receber uma avaliação prévia feita por um profissional de saúde na unidade básica de referência ou diante da possibilidade de oferta para usuários aguardando atendimento com especialista. Caso ele aceite, há duas formas de acesso aos serviços:

1) Modalidade de teleconsulta: o paciente pode receber um atendimento diretamente com o médico por meio da videochamada, utilizando o computador ou celular próprio, ou infraestrutura de uma unidade de saúde. Neste momento ela pode ser realizada com médicos clínicos gerais ou de especialidades credenciados ou de outras unidades que são especialistas em dermatologia, reumatologia, gastroenterologia, proctologia e neurologia.

2) Modalidade de teleinterconsulta: quando o médico da unidade de saúde percebe a necessidade do apoio, suporte e avaliação conjunta com um outro profissional especialista, ele pode, através do uso da plataforma de telessaúde, fazer uma solicitação na especialidade. Profissionais das Policlínicas e outros parceiros do Município otimizam esta assistência quando atendem aos chamados para fazer orientações, indicações de exames e outras condutas para o médico da família do paciente. Esta oferta já está disponível para as áreas de cardiologia, cardiopediatria, endocrinologia, endocrinopediatria, gastroenterologia, proctologia, urologia e hematologia. Com isso, o paciente recebe dois atendimentos em única consulta. Há ainda teleinterconsultas multiprofissionais para suporte às equipes, como no caso do Centro de Referência ao Idoso.

Na prática, o usuário da rede pública, ao buscar por um centro de saúde, pode receber a oferta de uma assistência mais ampla e ágil, o que também beneficia quem realmente precisa dar continuidade no atendimento presencial.

Como funciona?

Quem aceita a telessaúde recebe uma mensagem da assistente virtual Ana pelo número (19) 9-9604-3012. A Pasta destaca que ele não aceita ligações e a identificação aparece como Acesso Fácil Saúde Campinas, incluindo logotipo.

O paciente que aceita recebe um comprovante com o horário do atendimento on-line por WhatsApp ou SMS pelo número da Saúde Digital, o (19) 9-9962-0245. Um pouco antes do horário, um link será enviado para o celular do paciente para ele clicar e entrar na sala virtual do médico.

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Justiça determina que filho de Lula deixe apartamento onde mora

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu medida protetiva à médica Natália Schincariol, que registrou boletim de ocorrência por violência doméstica contra Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão determina que Luís Cláudio deixe o apartamento onde vive com Natália e não faça contato nem se aproxime a menos de 200 metros da ex-mulher.

A ocorrência foi registrada na Delegacia da Mulher de São Paulo nessa terça-feira (2) e um inquérito policial foi instaurado. Segundo Natália, os dois vivem em união estável há dois anos. Ela relatou que foi agredida por Luís Cláudio com uma cotovelada em janeiro deste ano e que sofre agressões verbais e violências de natureza psicológica e moral.

Natália afirmou ainda que não fez a denúncia antes por ter sido intimidada por Luís Cláudio, em razão do cargo ocupado pelo pai do ex-companheiro.

“Diante de possível situação de vulnerabilidade da mulher, verifico a presença de requisitos legais para a concessão das medidas protetivas previstas no art. 22, da Lei nº 11.340/2006 [Lei Maria da Penha]”, diz a decisão judicial.

Em nota publicada nas redes sociais, a defesa de Natália afirmou que confia nas instituições responsáveis pela condução do processo para que “a verdade prevaleça e que a justiça seja feita”.

“Como inúmeras mulheres em todo o Brasil, [Natália] enfrentou uma série de adversidades que culminaram em agressões das mais variadas, conforme registrado em boletim de ocorrência. Além disso, apesar de a física ser a mais conhecida e disseminada nos veículos de informação, as violências psicológica e moral são tão danosas quanto”, diz a nota, acrescentando que Natália não pretende obter qualquer vantagem financeira com tal exposição.

Também nas redes sociais, Luís Cláudio publicou nota de sua defesa que diz que as declarações de Natália são “fantasiosas” e que serão tomadas todas as medidas legais pertinentes. “As mentiras são enquadráveis nos tipos dos delitos de calúnia, injúria e difamação, além de responder por reparação por danos morais”, diz.
(Agência Brasil – Fotos reprodução)

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Campinas registra o primeiro caso de chikungunya

Campinas registrou o primeiro caso importado de chikungunya em 2024. A pessoa infectada com o vírus é um homem, com idade na faixa etária de 40 a 49 anos, residente na região da Vila Costa e Silva. Ele contraiu a doença no estado de Minas Gerais, mas passa bem.

O morador foi atendido por equipe de saúde em unidade do SUS Campinas e não precisou ser hospitalizado. Ele teve febre, dores no corpo, olhos e articulações, além de manchas vermelhas pelo corpo.

Campinas ainda não tem caso autóctone em 2024, quando a infecção ocorre na própria cidade. A doença também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue.

“Até o momento a gente não registrou a transmissão do vírus chikungunya no município. No entanto, é importante que, se você tiver viajado para outros estados e retornar para cá apresentando febre, dor no corpo e dor articular, procure atendimento médico e relate que você viajou recentemente para que o profissional de saúde saiba que você pode estar apresentando um quadro de chikungunya para serem feitos a investigação e tratamento adequado”, destacou a médica infectologista do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) de Campinas, Valéria de Almeida.

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