Kwid

Fiat Mobi Trekking surpreende e faz até 20,6 quilômetros por litro

Tendo como concorrente o Renault Kwid, o Fiat Mobi é um dos poucos modelos de entrada em seu segmento no mercado brasileiro. Na linha 2026, o modelo ganhou vários melhoramentos, como um novo painel, volante (os mesmos da picape Strada), ajuste de altura da coluna de direção e uma nova motorização. Por isso, pegamos a versão Trekking para avaliação.

Apesar de pequeno no tamanho, os passageiros dos bancos dianteiros não terão do que reclamar. Obviamente que de um modelo com 3,64 metros de comprimento e entre-eixos de 2,30 m não se pode exigir muito.

Para quem viaja no banco traseiro, o conforto não é o mesmo, mas contando com boa vontade dos passageiros da frente, o Mobi acomoda bem duas pessoas atrás.
Com a regulagem de altura do banco do motorista, achar a posição mais cômoda para dirigir não é uma tarefa difícil.




Apesar de ser um carro de entrada, o Trekking é bem equipado. O modelo avaliado tinha multimídia de 7 polegadas com conexões sem fio, volante multifuncional, vidros dianteiros e travas elétricas, direção elétrica, ar-condicionado e som com seis alto-falantes. O painel de instrumentos, bem completo para um modelo do seu segmento, tem uma mistura de analógico e digital. É fácil de visualizar e operar.

No teto, um console com o útil espelhinho para olhar, principalmente, as crianças no banco traseiro, e Porta-CDs. Mas causou espanto o compartimento para CDs, pois o equipamento de som do carro não tem essa opção. Em compensação, para deixar o modelo mais atraente e auxiliar no pouco espaço do porta-malas, o Mobi Trekking tem racks de teto. A unidade testada ainda tinha sensores traseiros de estacionamento, rodas de liga leve, faróis de neblina, tampa do porta-malas com abertura elétrica e retrovisores elétricos com função tilt-down do lado direito.

Rodando

Na cidade, seu lugar, o Mobi é espetacular. Ágil, com bom desempenho, econômico e cabe em qualquer vaga. Com a nova motorização Firefly (nova no modelo), o Mobi ganhou um “plus”. Com três cilindros e até 75 cavalos e 10,7 kgfm de torque, o modelo não faz feio no trânsito urbano, ainda mais se o motorista aproveitar bem as marchas da transmissão manual de cinco velocidades. Outra vantagem do novo motor é que o modelo ficou mais silencioso, econômico e esperto. No perímetro urbano,  chegou a fazer médias de 14,8 quilômetros por litro com gasolina e 13,7 quilômetros por litro com etanol. Números muito bons.

Mesmo sendo um city car, o Trekking não tem medo da estrada. Com um comportamento até surpreendente, o modelo tem boa dirigibilidade, disposição e passa segurança para quem dirige. Sofre um pouco com os ventos laterais, mas a barra estabilizadora dianteira e o acerto da suspensão garantem a boa dirigibilidade.

O modelo atingiu a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora e acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 14,6 segundos. Aqui, mais uma vez, a boa utilização do câmbio é muito importante.

Mas foi no consumo que o Mobi mais surpreendeu. Com gasolina, fez uma média de 16,9 quilômetros por litro, e com etanol, 14,9. Como mostra a foto tirada durante a avaliação, na estrada, em um lugar plano e a 100 quilômetros por hora, chegou a fazer incríveis 20,6 quilômetros por litro com gasolina. Com o tanque de 47 litros, é possível fazer quase 800 quilômetros.
Os freios, nada de excepcional, param o carro em espaços normais e sem sustos.

Conclusão

Além dos ótimos números de consumo, apesar de ser um modelo de entrada, o Mobi Trekking é muito legal de ser dirigido, principalmente na cidade. O desempenho é compatível com a proposta e o conforto também. Ou seja, para quem mora na cidade, tem família pequena e viaja pouco (mais por conta do porta-malas que comporta apenas 200 litros), o modelo é uma ótima opção.

Preço (modelo avaliado)
Fiat Mobi Trekking R$ 87.270,00

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Renault Kwid e-Tech chega para ser o elétrico urbano mais barato do mercado

Lançado em 2022, o primeiro Renault elétrico no Brasil, o Kwid e-Tech, chega em sua segunda geração com design mais modelo e interior mais sofisticado. O Kwid E-Tech 2026 é o veículo 100% elétrico mais barato do mercado nacional. Com uma proposta urbana, o pequeno francês tem uma autonomia de 180 quilômetros, mas conta com a frenagem regenerativa que aumenta a autonomia.
Com motor de 48 kW (65 cavalos), o novo Kwid E-Tech acelera de 0 a 50 km/h em apenas 4,1 segundos.

Apesar de ser um modelo de entrada nos eletrificados, o modelo vem com seis airbags, 11 ADAS, entre eles frenagem de emergência (AEBS), reconhecimento de placas de trânsito (TSR) com alerta de excesso da velocidade, alerta de saída de faixa (LDW) e assistente de permanência de faixa (LKA), além de câmera de ré (RVC), sensores de estacionamento dianteiros e traseiros (UPAF | UPAR), sistema multimídia com conectividade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, entre os principais equipamentos de série.

O novo Kwid E-Tech é oferecido em única versão, a Techno, por R$ 99.990,00.

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Renault do Brasil convoca proprietários de Duster e Kwid para recall

A Renault do Brasil está convocando os proprietários dos veículos Kwid e Duster a comparecem à rede de concessionárias para verificação e possível substituição do suporte do eixo traseiro.

A marca constatou que, no caso do Kwid, em condições específicas, o suporte do eixo traseiro poderá ser impactado, gerando fissuras e possível perda das características originais de dirigibilidade.

A verificação e reparo do componente, se necessário, será realizada no período de 30 minutos a 8 horas.

Já no caso do Duster, uma falha no processo de usinagem das roscas, algumas fixações do rolamento do eixo traseiro na carroceria podem ficar soltas ou ausentes, o que pode levar a perda da ligação entre o eixo traseiro e o chassi.

Essa condição pode resultar em ruído forte vindo da parte traseira do veículo e, em casos extremos, na perda de controle do veículo durante a condução, resultando em possíveis acidentes com lesões graves e/ou fatais aos  ocupantes.

A verificação e troca de componentes, se necessária, leva entre 30 minutos e 1h30. O serviço é gratuito.

MODELO CHASSIS ENVOLVIDOS
(NÃO-SEQUENCIAIS)
DATA DE FABRICAÇÃO
Kwid J000006 a J986154 5/5/2021 a 12/5/2023
Duster J060924 a Jl87197

 

16/9/2024 a 6/12/2024

 

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Renault Kwid ganha novidades visuais na linha 2026

O carro mais barato do mercado nacional, o Renault Kwid, ganhou pequenas mudanças visuais na linha 2026. Agora o compacto conta com quatro versões: Zen, Intense, Iconic e Outsider. A nova versão Iconic ganhou detalhes externos na cor amarelo Citron e rodas de liga leve de 14 polegadas escurecidas. Todas as versões ganham mais dois alto falantes na coluna C e mais uma entrada USB tipo C no lugar da tomada de 12V.


O propulsor continua o mesmo, um 1,0 litro SCe (Smart Control Efficiency), com três cilindros, 12 válvulas, duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio, rende 71 cavalos de potência com etanol no tanque e 68 cavalos com gasolina.

O torque é de 10,0 kgfm com etanol e 9,4 kgfm com gasolina, garantindo boas acelerações e retomadas. Segundo a marca, o Kwid faz com gasolina 15,5 km/l na estrada e 14,6 km/l na cidade. A direção elétrica é de série em todas as versões.

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Depois de quase 18 anos, Sandero deixa de ser fabricado no Brasil

A Renault do Brasil parou de produzir o hatch Stepway (Sandero) e a versões automáticas da picape Oroch. Apenas uma versão continuará a ser produzida, com motor de 1,6 flex de 120 cavalos e 159 Nm e câmbio manual de 6 marchas.
Em outubro de 2024, a marca francesa já havia encerrado a produção do sedã Logan.

Adeus

O fim da produção já era esperada pelo mercado e concessionários, pois nos últimos anos foram diminuindo as versões do modelo. A chegada do Kardian manual acelerou o fim do Stepway. Projeto da romena Dacia, o Sandero foi apresentado no Salão de Frankfurt em 2007.

Um dos modelos mais baratos do mercado, foi lançado no mercado nacional poucos meses após a sua apresentação na Europa e teve duas gerações. O modelo ainda tinha compradores fieis pelo bom espaço interno, preço e confiabilidade.

Em breve, a única picape da marca francesa no mercado nacional, a Oroch, ganhará uma substituta derivada do conceito Niagara, que já foi divulgada pela marca e será fabricada na Argentina. Usando a mesma plataforma do Kardian, a nova picape da Renault chegará com opção de motores híbridos.

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Coluna do Douglas Mendonça – Os melhores carros importados que dirigi

Os melhores carros importados que dirigi nos
meus 50 anos como jornalista automotivo


Os anos 90 marcaram a volta da importação de carros no Brasil. O então presidente Collor, depois de chamar os carros nacionais de “carroças”, liberou a chegada de modelos fabricados no exterior em solo nacional, desde que recolhidos os devidos impostos pelo então governo. Para pressionar a indústria nacional, o tal imposto cobrado era até baixo, fazendo com que uma verdadeira enxurrada de carros inéditos aportasse por aqui. Foi, sem dúvidas, uma época de muito enriquecimento daquele pobre e restrito mercado brasileiro. De uma hora para outra, tínhamos o Brasil cheio de Audi’s, Alfa’s, BMWs, Mercedes, Porsche’s e outras joias raras que rodavam pelo mundo, e que, nós, só víamos nas fotos.

Para escolher os melhores carros importados que guiei nos meus 50 anos como jornalista automotivo, usei os mesmos critérios das matérias sobre os modelos nacionais. Ou seja, o melhor da década, o coadjuvante mais bacana de ser pilotado, e o conceito mais interessante dos anos 90, 2000 e 2010.

Anos 90

Sinceramente, essa foi a década mais difícil de chegar nos finalistas, já que foram tantos carros bacanas que dirigi nesses dez anos, que escolher o mais legal me tomou tempo. Mas, no final, quem superou todos foi o Honda Civic VTI, um hatch endiabrado com seus 160 cv de potência extraída de um pequeno motor 1.6 de aspiração natural! A verdadeira fera, além de ter um motor que girava a 7.600 rpm em sua potência máxima, tinha o corte de giro lá pra perto dos 8.400 rpm, fazendo inveja a muito motor de corrida.

O carrinho tinha um design meio estranho, mas contava com recursos bons como a eficaz suspensão independente nas quatro rodas e um desempenho que colocava carros de maior cilindrada para comer poeira. O segredo do motor estava no comando variável desenvolvido pela Honda na F1. Para não dizer que era 100% perfeito, faltava no hatch esportivo um sistema de freios à altura, já que aqueles de fábrica passavam longe de serem bons. Mas, um carrinho nervoso, que gostei tanto a ponto de comprar um no começo dos anos 2000.

Um outro carro que marcou a década de 90 para mim, talvez por ter sido um dos primeiros a chegar ao Brasil quando as importações foram liberadas, foi o poderoso Alfa Romeo 164. Não estávamos acostumados, até então, com um carro com tantos recursos e aquele design classudo que impressionava. O 164 tinha no cofre o motor V6 3.0 de 192 cv que, para impressionar ainda mais, dispunha de coletores de admissão cromados, que literalmente brilhavam quando se abria o capô. Um sedanzão grande, espaçoso, com suspensão independente nas quatro rodas e a pompa de poucos, tirando que custava absurdos US$130 mil.

No conceito de ideias bacanas, alguns representantes me marcaram nos anos 90, tanto que preferi escolher dois. Uma verdadeira paixão que tenho até hoje é o Renault Twingo, pelas soluções implantadas na indústria automotiva mundial em uma carroceria menor que a do atual Kwid. O carrinho acomodava muito bem quatro passageiros graças ao recurso do banco traseiro que corria sobre trilhos, e a grande área envidraçada se refletia em um interior claro e com maior sensação de espaço. Além disso, seu parabrisas inclinado aumentava a sensação de amplitude para os ocupantes, sem contar o painel digital central que democratizava as informações para todos a bordo. Um hatch pequeno e econômico com seu 1.2 de 55 cv (parente do CHT), mas muito versátil. Para mim, até hoje no Brasil não existiu outro igual.

Mas eu não poderia deixar de falar também do Toyota Prius, que, em 1997, fui conhecer no Japão. Era o primeiro híbrido da história, e, para a época, ficava boquiaberto sabendo que aquele carro tinha dois motores, um elétrico e outro a gasolina. Parecia bruxaria! Guiei o Prius na pista de testes da Toyota, com o Monte Fuji como plano de fundo, e adorava acompanhar pela telinha digital aquele diagrama do seu complexo funcionamento. Hoje a tecnologia híbrida é comum, mas, para os anos 90, era tão revolucionária que alguns colegas colocavam em xeque. Deu certo, e muito!

Fora da trinca de categorias que escolhi, vale a menção de algumas voltas com um Fórmula 3000 no Autódromo de Curitiba, no Paraná, em 1993. O carro tinha em seu currículo o vice-campeonato da categoria em 1991, nas mãos de Alessandro Zanardi, perdendo apenas para Christian Fittipaldi. Além da performance que assustava, o 3000 parecia um Fórmula 1 com limitações no número de rotações do motor. Um F1 virava a 12 mil rpm, e um 3000 não passava de 9 mil giros. Preparado pela japonesa Mugen, o motor tinha cerca de 400 cv e era muito nervoso, o que me deixou fazer o carro morrer na saída por umas três vezes, tamanha a sensibilidade dos pedais. Inesquecível!

Na próxima semana, não perca os “escolhidos” dos anos 2000 e 2010!

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Kwid, Stepway, Logan e Oroch ganham novidades em 2024

Prestes a lançar o SUV Kardian que vai renovar sua história no Brasil, a Renault promove atualizações em seus produtos nacionais. O Kwid, Stepway, Logan e Oroch 2024 ganharam novos equipamentos de segurança e comodidade.

O Kwid agora conta com comando de regulagem de altura do farol, indicador de direção lateral e abertura do porta-malas com acionamento elétrico por botão na tampa no porta-malas em todas as versões. Desde o seu lançamento, em 2017, o compacto vem com quatro airbags de série.

Já o “aventureiro” Stepway 1,0 e o Logan passam, de série, a ter comando de regulagem de altura do farol, indicador de direção lateral e sistema de controle de estabilidade (ESP).

E a picape Oroch também ganha comando de regulagem de altura do farol em todas as versões.

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Renault vende Kwid com desconto de até R$7.200,00

A Renault acaba de promover uma mudança no seu processo de faturamento para o modelo Kwid, possibilitando a venda direta do modelo a todos os seus clientes. Com isso, é possível retornar com os descontos de até R$ 7.200, próximos ao mesmo patamar dos concedidos no período da Medida Provisória 1.175/2023.

Todos os pedidos continuam sendo realizados por meio da rede de concessionárias. A mudança no processo de venda vale por um período de até dois meses ou enquanto durarem os estoques.

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Novo Renault Megane 100% elétrico é um das melhores opções do mercado

Com linhas atraentes e harmoniosas, a Renault apresentou o Megane E que começa ser vendido no Brasil. Inicialmente, a marca está trazendo apenas 200 unidades em configuração única e sem opcionais. Honestamente, também não faz falta, já que o modelo é muito bem equipado.

O modelo 100% elétrico, assim como o conjunto, a frente e a traseira são muito modernas. O tamanho do SUV/hacth francês tem a suspensão mais elevada (170 mm) e um entre eixos de (2.685 mm) o que proporciona um excelente espaço interno. O porta-malas do Megane E tem uma ótima capacidade: 440 litros.Os bancos dianteiros são muito confortáveis, mas não têm ajuste elétrico. Os de trás acomodam muito bem duas pessoas. Os materiais usados, como não poderia deixar de ser nessa faixa de mercado, são de boa qualidade e muito agradáveis.

No meio do painel tem uma tela muito completa de 12,3 polegadas. Um detalhe muito interessante no interior é que o retrovisor pode virar uma tela e mostrar tudo o que está ocorrendo atrás do veículo.

O Megane E conta com uma ótima dirigibilidade. Com de 220 cavalos e 30,6 kgf·m o modelo tem um bom desempenho e, como todo o veículo elétrico, uma aceleração impressionante. Para se ter uma ideia, o Megane com 1680 quilos, acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 7,4 segundos. Segundo a marca, a autonomia máxima é de aproximadamente 337 quilômetros.

Preço
Renault Megane E
R$ 279.990,00

 

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Novo Renault Kardian chega ao mercado no final de outubro

No final de outubro, a Renault vai apresentar o seu novo SUV: o Kardian. Destinando ao segmento B, o novo Renault será produzido no Brasil e vendido em toda a América Latina. O modelo vai substituir o Captur e competir, principalmente, com o Fiat Pulse. O novo Kardian terá uma nova geração de motores de um litro turbo.

 

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