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Amanhã terá o segundo encontro regional da Pessoa Idosa em Campinas

Acontece nesta próxima quarta-feira (18) mais Encontro Regional da Pessoa Idosa, desta vez voltada à região sul do município. A atividade será realizada a partir das 7h30, no Centro de Eventos da Educação, no Jardim do Vovô. O evento é organizado pela Prefeitura de Campinas.

A iniciativa integra a programação municipal voltada à população idosa e tem como objetivo ampliar o acesso a informações, serviços públicos e ações de cuidado, além de fortalecer a participação social e a convivência comunitária.

O encontro reúne diferentes áreas da administração municipal em uma ação intersetorial de orientação, escuta e troca de experiências. A proposta é aproximar as pessoas idosas da rede pública de atendimento e contribuir para a construção de políticas públicas cada vez mais humanizadas para o envelhecimento.

A programação prevê atividades ao longo da manhã, com foco na valorização da pessoa idosa, na promoção de direitos e no incentivo ao envelhecimento com dignidade, autonomia e participação.

Este será o segundo encontro regional realizado em março. A primeira edição ocorreu no Jardim Eulina, na região norte, na Associação Okinawa Kenjin.

“Os encontros regionais são uma oportunidade de aproximar a população idosa dos serviços públicos, promover direitos e fortalecer o envelhecimento com dignidade, autonomia e participação. Nosso objetivo é garantir acolhimento, escuta e uma atuação cada vez mais humanizada para esse público”, afirmou Vandecleya Moro, secretária de Desenvolvimento e Assistência Social.

Serviço
Encontro Regional da Pessoa Idosa – Região Sul
Data: 18/03/2026 (quarta-feira)
Horário: 7h30
Local: Centro de Eventos da Educação
Endereço: rua Antônio Nunes dos Santos, 121, Jardim do Vovô

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Execícios físicos contribuem para envelhecimento saudável

Praticar atividades físicas pode ajudar em um envelhecimento mais saudável. É o que defendem especialista neste dia de consciência e combate ao sedentarismo (10). A prática regular pode evitar doenças e garantir mais mobilidade e autonomia ao longo de toda a vida.

Segundo a médica e professora de geriatria da pós-graduação da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, o sedentarismo está associado ao aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, além de favorecer a sarcopenia, que é a perda progressiva de massa e força muscular e que compromete o equilíbrio, a marcha e a capacidade de reação, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações.

“O corpo do idoso responde muito rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, já é possível observar perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória”, diz.

Raul Oliveira, professor da graduação de fisioterapia da Afya Centro Universitário Itaperuna, complementa que atividades simples do cotidiano, como caminhar, levantar e sentar, subir pequenos degraus, alongar ou até realizar tarefas domésticas, ajudam a preservar a força muscular, a mobilidade das articulações, o equilíbrio e a coordenação, fatores essenciais para a independência nas atividades diárias, como tomar banho, se vestir e locomover.

A atividade física desempenha ainda papel relevante na preservação da memória e do raciocínio ao longo da vida. Segundo os especialistas algumas das consequências do sedentarismo, sentidas principalmente por pessoas idosas são:

Perda de massa muscular

A falta de movimento acelera a perda de massa e força muscular. Com menos músculos, o idoso perde autonomia para realizar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, levantar da cadeira ou carregar objetos.

Aumento do risco de quedas

Fraqueza muscular e piora do equilíbrio aumentam a instabilidade ao caminhar. O sedentarismo reduz reflexos e coordenação, elevando significativamente o risco de quedas e fraturas.

Rigidez articular e dor crônica

Articulações que não se movimentam perdem mobilidade e flexibilidade. Isso favorece dores persistentes, limitação de movimentos e piora de quadros como artrose.

Declínio da memória e da cognição

O cérebro também precisa de estímulo. A atividade física melhora a circulação cerebral, contribui para a manutenção das funções cognitivas e ajuda a reduzir o risco de declínio cognitivo.

Osteoporose e fraturas

Sem estímulo do movimento, os ossos perdem densidade e ficam mais frágeis. Isso aumenta o risco de quedas evoluírem para fraturas, especialmente de quadril e coluna. Aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol elevado. O sedentarismo dificulta o controle da glicose, da pressão arterial e das gorduras no sangue, favorecendo o surgimento ou a piora dessas doenças.

Piora do padrão do sono

A falta de atividade física reduz a regulação do ciclo sono–vigília, favorecendo insônia, o sono fragmentado e a sensação de descanso insuficiente.

Maior risco de ansiedade e depressão

O movimento estimula substâncias ligadas ao bem-estar, como endorfina e serotonina. Sem esse estímulo, há maior vulnerabilidade ao humor deprimido e à ansiedade.

Piora da imunidade e maior risco de infecções

A inatividade contribui para um sistema imunológico menos eficiente, deixando o organismo mais suscetível a infecções respiratórias e outras doenças.

Complicações gastrointestinais

A falta de movimento reduz o estímulo natural do intestino, tornando o trânsito intestinal mais lento e favorecendo o intestino preso. (Agência Brasil)

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Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados

O uso de canetas emagrecedoras por pessoas idosas requer cuidados para não acelerar o declínio funcional, avaliou nesta terça-feira (6), em entrevista à reportagem, o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva.

Sem uma orientação adequada, as pessoas de 60 anos ou mais podem sofrer um risco mais imediato dos efeitos adversos. Estão incluídos principalmente náuseas e vômitos, além de dificuldade de ingestão de alimentos e água, podendo ocasionar até desidratação e distúrbios eletrolíticos, situação que é potencialmente grave, disse Oliva. A médio prazo, também pode ocorrer desnutrição.

Outro risco muito importante e significativo na população idosa é a perda de massa muscular quando a pessoa emagrece.

“Cerca de um terço do peso que a gente perde, com o uso dessas medicações, é peso em músculo, em massa magra. Não tem como a gente emagrecer apenas a gordura. O corpo perde gordura, mas perde também músculo”.

Na população com mais idade, essa perda de massa muscular pode significar perda de função,de funcionalidade, isto é, da capacidade de fazer as atividades do dia a dia.

“Então, é algo muito significativo que, inclusive, pode não ser recuperado”.

O diretor-científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Ivan Aprahamian, acrescenta que o efeito combinado de menor apetite, náuseas e rápida perda de peso pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física.

Tratamento da obesidade

O presidente da SBGG afirma que as canetas emagrecedoras são medicações para o tratamento da obesidade, do diabetes e da apneia do sono. Ele adverte que tratar a obesidade é diferente de usar essas medicações para emagrecer poucos quilos, com fins estéticos.

“Hoje, a gente vê os indivíduos que querem perder três quilos ou a gordura localizada, a barriga, utilizando essas medicações. Não há indicação médica para isso”.

Oliva considera que as canetas são “um tratamento muito bom, uma inovação fantástica da medicina que deve ser usada de maneira apropriada, para o diabetes, a apneia do sono ou a obesidade, que é uma doença grave crônica de difícil tratamento”, esclareceu.

A busca pelo corpo perfeito fez com que as chamadas “canetas emagrecedoras” ganhassem notoriedade por sua eficácia na perda de peso e no controle glicêmico, trazendo benefícios importantes para o tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e até mesmo para a prevenção de doenças cardiovasculares e renais. No entanto, o uso indiscriminado e incorreto, sem a devida supervisão médica, pode colocar em risco a saúde das pessoas, alerta a SBGG.

Dentro da programação de tratamento para obesidade, é necessário que os idosos tenham um bom acompanhamento médico e nutricional e um bom acompanhamento com fisioterapeuta ou educador físico, para que possa desempenhar também a atividade física de forma regular, à medida que emagrecem, visando minimizar a perda muscular que vai acontecer com o emagrecimento.

Oliva orientou que não se deve buscar um emagrecimento muito rápido, porque, quanto mais rápido, maior a tendência de perda associada de massa muscular.

“E esse emagrecimento precisa ser muito bem acompanhado, para que a gente consiga minimamente ingerir o que é necessário para manutenção do músculo e da saúde, porque é importante se alimentar também para manter a saúde. Vitaminas, minerais e atividade física de forma regular e, especialmente, exercícios do tipo musculação, para que não haja perda de massa muscular também”.Conscientização

Leonardo Oliva afirmou que o idoso tem que se conscientizar de que o seu corpo não é igual ao que tinha aos 20 anos. É tendência genética do corpo humano, destaca ele, que se acumule gordura à medida que a pessoa envelhece.

“Essa é uma memória genética que está associada à dificuldade de conseguir alimento. Porque, teoricamente, quanto mais velho o indivíduo se torna, mais difícil seria para ele conseguir o alimento, porque ele vai ter que disputar com os mais jovens, fica mais difícil para ele caçar, mais difícil para ele colher. Então, existe uma tendência ao acúmulo de gordura com o envelhecimento, e a substituição de músculo por gordura como um processo de evolução da espécie mesmo”.

“Então, essa genética acaba sendo desfavorável, porque a gente sabe que gordura demais é um marcador de saúde ruim. A obesidade é uma doença grave”.

De acordo com o geriatra, as pessoas precisam entender que, ao mesmo tempo em que lutam contra a tendência de acúmulo de gordura, isso deve estar associado à busca por saúde, e não simplesmente à perda de peso.

“Não é só uma questão de balança, é uma questão de buscar ter mais saúde”.

E isso envolve não apenas o peso, mas estar se alimentando bem, praticando atividade física e cuidando da saúde psicológica e emocional.

“Uma dieta de restrição calórica precisa ter um bom acompanhamento do ponto de vista psicológico, de saúde emocional. Porque, vai ser desafiador também do ponto de vista emocional fazer restrição calórica, comer menos do que o organismo gasta.

Receita médica

Outro cuidado que o presidente da SBGG destaca como indispensável é a compra de produtos oficiais com receita médica em farmácias legalizadas, pois há falsificações de procedência duvidosa à venda no mercado ilegal.

“Isso as torna mais perigosas ainda”, ressalta ele, que descreve que, por conta dos riscos, há todo um controle de qualidade sobre a produção e regulação por parte de agências reguladoras, o que não ocorre nesses casos.

Os riscos envolvidos vão desde não saber o que a pessoa está injetando no próprio corpo, o que está comprando e usando, até o risco de como foi a manipulação em relação a infecções, contaminações por outras substâncias e por bactérias, fungos. “Comprar medicação em mercado paralelo é colocar a saúde em risco de uma forma muito grande”, advertiu.

Oliva explicou que a população muitas vezes não percebe a importância de uma medicação ter receita médica obrigatória.

“Na verdade, quando se impõe a necessidade de receita médica para se adquirir um medicamento, o que está sendo dito é que a pessoa só deve utilizar essa medicação após uma avaliação médica. Não é para pedir a receita para o vizinho que é médico, ou para o parente que é médico”.

“A gente tem que se submeter a uma avaliação médica, para que a indicação seja muito bem-feita e para que as consequências maléficas ou deletérias sejam acompanhadas para que não aconteçam. A necessidade da receita médica é exatamente para isso”, afiançou. (Agência Brasil)

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Prefeitura seleciona atletas 60+ que disputarão os Jogos da Melhor Idade

De 13 a 18 de maios serão realizados os 27º Jogos da Melhor Idade (Jomi), em São João da Boa Vista. A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer está selecionando atletas com 60 anos ou mais para representar Campinas nas modalidades de buraco, damas, dominó, tênis de mesa, truco e xadrez. As inscrições para as seletivas devem ser feitas pelo e-mail: coordenadoria.lazer@gmail.com ou pelo WhatsApp (19) 98112-2329.

Datas, locais e horários para as seletivas:
Tênis de Mesa, Clube da Bosch, 26/3 – 10h
Buraco, CVI no Taquaral, 26/3 – 14h30
Dominó, CVI no Taquaral, 28/3 – 14h30
Damas, CVI no Taquaral, 29/3 – 8h30
Truco, CVI no Taquaral, 2/4 – 14h30
Xadrez, CVI no Taquaral, 5/4-  8h30

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Arquidiocese arquiva investigação sobre padre Júlio Lancellotti

A Arquidiocese de São Paulo arquivou a investigação sobre o padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da capital paulista. Segundo a entidade, o vídeo de conteúdo sexual foi divulgado em 2020 e já era investigado pela Cúria Metropolitana paulista.

“A Arquidiocese de São Paulo, não chegando à convicção suficiente sobre a materialidade da denúncia e considerando as conclusões do MP-SP – Ministério Público de São Paulo, bem como da Justiça Paulista, também decidiu pelo arquivamento e informou a Santa Sé”, diz nota da organização.

De acordo com o advogado de Lancellotti, Luiz Eduardo Greenhalgh, trata-se de uma montagem, um vídeo fake (falso).

No início de janeiro, o material havia sido entregue ao presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), pelo vereador Rubinho Nunes, do mesmo partido. Nunes é o autor do requerimento de comissão parlamentar de inquérito (CPI) que pretende investigar o padre Lancellotti e organizações sociais que apoiam pessoas em situação de rua no centro de São Paulo.

O vídeo foi entregue à Cúria Metropolitana na segunda-feira passada (22). Também fora levado ao Ministério Público, . O material contém uma suposta videochamada entre um homem que alegaram ser o padre e um rapaz menor de idade. O conteúdo passou por procedimento investigativo. O MPSP também investigou o caso, concluindo que não há materialidade na denúncia e arquivou o inquérito.

A Arquidiocese informa ainda que permanece atenta a elementos verdadeiros sobre os fatos denunciados, mantendo distância de interesses ideológicos e políticos.

Sete vereadores paulistanos que assinaram o documento para a instauração da CPI já retiraram o apoio. Os parlamentares se disseram enganados pelo autor da CPI, uma vez que o texto não mencionava o padre.

Nota da Arquidiocese de São Paulo: 

“A Arquidiocese de São Paulo, mediante ofício enviado por e-mail ao vereador Milton Leite, presidente da Câmara Municipal de São Paulo, no dia 6 de janeiro, protocolado na Câmara Municipal no dia 8 sucessivo, solicitou-lhe que fosse enviado o material referente à suposta denúncia contra o Padre Júlio Renato Lancellotti.

Finalmente, na tarde do dia 22 de janeiro, o material foi entregue na Cúria Metropolitana de São Paulo. Tomado conhecimento do material recebido, constatou-se que se trata do mesmo conteúdo divulgado em 2020. Naquela ocasião, a Cúria Metropolitana de São Paulo, conforme prescrevem as normas da Igreja para esses casos, realizou um procedimento investigativo para apurar a denúncia recebida.

Concomitantemente, o Ministério Público de São Paulo  passou a investigar a dita denúncia, conforme inquérito aberto junto ao Setor de Atendimento de Crimes da Violência contra Infante, Idoso, Pessoa com deficiência e Vítima de tráfico interno de pessoas.

O MPSP, considerando ausência de materialidade, a seu tempo, emitiu parecer contrário à instauração de uma ação penal, acompanhado pelo D. Juiz que decidiu pelo arquivamento do inquérito.

A Arquidiocese de São Paulo, não chegando à convicção suficiente sobre a materialidade da denúncia e considerando as conclusões do MPSP, bem como da Justiça Paulista, também decidiu pelo arquivamento e informou a Santa Sé.

Distante de interesses ideológicos e políticos, com serenidade e objetividade, a Cúria Metropolitana de São Paulo permanece atenta a ulteriores elementos de verdade sobre os fatos denunciados”. (Agência Brasil)

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Seminário destaca a importância das políticas públicas para a longevidade

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, destacou a importância da ampliação de políticas públicas direcionadas para a população idosa durante o 10º Seminário sobre Longevidade e Qualidade de Vida da Unicamp, realizado na manhã de hoje (4).

O evento faz parte do Programa UniversIDADE, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unicamp, e reuniu cerca de 300 espectadores no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM). O tema desta edição foi “abandono afetivo e qualidade de vida”.

Dário participou da mesa de abertura com o reitor da universidade, Antonio José de Almeida Meirelles, o Tom Zé. O seminário teve ainda apresentações culturais e palestras.

“Esse seminário é uma oportunidade única de discutir políticas públicas para a longevidade, antigamente chamada de terceira idade. A população brasileira, a campineira em especial, está vivendo mais e o poder público tem que ter políticas que atendam essa população”, ressaltou o prefeito.

Ao avaliar a importância da apresentação na Unicamp, Dário alertou que situações de abandono também demandam ações da Prefeitura, comentou sobre a preocupação do poder público com financiamento de novas medidas e lembrou que todas as secretarias de Campinas têm iniciativas direcionadas para moradores com 60 anos ou mais.

O prefeito destacou, por exemplo, o objetivo de replicar para mais pontos da cidade projetos como o Centro Dia da Pessoa Idosa Maria Gonzales Alvarez, inaugurado em 5 de setembro no Jardim do Lago II, região Sul, que atende idosos em situação de violação de direitos ou em risco. A obra ocorreu por meio de parceria entre Administração Municipal e Conselho Municipal do Idoso, que direcionou R$ 2 milhões, e pode atender 30 pessoas diariamente.

O reitor da Unicamp também valorizou a importância do seminário. “Para a gente é um orgulho este programa, já com um bom tempo, dez anos, e que mostra essa vitalidade da nossa universidade com relação ao mundo externo. Estreitar essas relações e prestar um serviço que é muito bonito para a sociedade, para que as pessoas mantenham saúde, ajudem a organizar sua vida, tenham atividade esportiva, tenham atividade cultural, é a universidade prestando serviço à sociedade”, avaliou o reitor.

O Programa UniversIDADE foi implementado em 2015, quando o atual secretário de Educação de Campinas, José Tadeu Jorge, foi reitor da Unicamp pela segunda vez. Ele é voltado para pessoas a partir dos 50 anos e reúne atividades gratuitas para capacitação do desenvolvimento físico e emocional nos eixos de arte e cultura, esporte e lazer, saúde física e mental, sociocultural e empreendedorismo.

 

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Unicamp organiza caminhada para marcar o início do mês do idoso

Uma caminhada neste domingo, dia 1º de outubro, às 8h, na Praça da Paz na Unicamp vai marcar o início do mês do idoso em Campinas. O ato, organizado pelo Programa UniversIDADE da Unicamp, marca também o dia nacional e internacional da pessoa idosa.

O mês do idoso conta com o apoio e participação da Prefeitura de Campinas e do Conselho Municipal da Pessoa Idosa (CMI), que celebra, em 16 de outubro, 31 anos de atividade. Um hotsite foi criado especialmente sobre o tema https://portal.campinas.sp.gov.br/sites/outubrovalorizacaopessoaidosa/programacao.

“A Prefeitura de Campinas mantém um compromisso contínuo com a valorização, o respeito e a dignidade das pessoas idosas”, afirmou Vandecleya Moro, secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos.

Segundo os dados do censo de 2010, 12,3% da população de Campinas tinha 60 anos ou mais, o que representava 133.861 pessoas. O Censo de 2022 ainda não disponibilizou dados sobre faixas etárias.

 

 

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