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Panificação aposta em gestão e qualificação para enfrentar desafios do setor

Em um cenário de pressão por eficiência, dificuldade de contratação e necessidade de adaptação constante, empresários e lideranças da panificação se reuniram em Campinas, entre os dias 8 e 10 de abril, para discutir caminhos de fortalecimento do setor. A 3ª edição da Jornada da Lucratividade na Padaria reuniu 120 participantes e concentrou debates sobre liderança, produtividade, vendas, experiência do cliente, tecnologia e reforma tributária.

O pano de fundo é um mercado de grande capilaridade. O Brasil soma cerca de 179 mil operações de padarias e confeitarias, enquanto o estado de São Paulo concentra mais de 16 mil padarias, segundo levantamentos setoriais recentes. Nesse contexto, a busca por gestão mais eficiente e qualificação profissional tem ganhado espaço entre empresários do segmento.

Mais do que uma agenda de palestras, o encontro serviu como espaço de troca sobre problemas concretos da rotina das padarias. “O resultado vem da aplicação”, afirmou Carol Câmara, CEO da consultoria responsável pela realização. Segundo ela, a proposta desta edição foi ampliar a profundidade das discussões, com “dados consistentes do setor e aplicáveis no dia a dia dos panificadores”.

A programação reuniu temas que vão da formação de equipes à adaptação tributária, passando por vendas, operação e relacionamento com o consumidor. Em uma das palestras, a diretora de expansão de padarias Gabriela Câmara resumiu a ideia de liderança como base de resultado: “A liderança lucrativa nasce quando a clareza define o alvo, o ritmo dita o passo e a responsabilidade garante a entrega”. Na área comercial, Maria Helena, sócia e CCO do Grupo Sucesso Inteligência Empresarial, defendeu uma lógica de crescimento com sustentação operacional. “Se você vende mais, mas a sua operação não sustenta, você não cresce, você só trabalha mais”, afirmou.

As discussões sobre ambiente de negócios também passaram pela reforma tributária e pela necessidade de previsibilidade na gestão. Para Israel Guimarães, CEO do Grupo SOU e especialista em dados para o varejo, “a reforma tributária é uma mudança de tecnologia e processos, não apenas de nomes de tributos”. Já Márcio Rodrigues, administrador, autor da Metodologia Propan e um dos nomes centrais do encontro, reforçou a defesa de uma gestão mais previsível. “Produtividade não é apenas produzir mais, mas produzir melhor, com governança, padronização e previsibilidade.” O debate dialoga com um setor que movimentou R$ 153,36 bilhões em 2024, segundo indicadores da ABIP/Ideal.

A presença de empresários e dirigentes sindicais de diferentes regiões também deu ao encontro um caráter de articulação setorial. André Fernandes, presidente do SinasPAN, destacou a troca entre os participantes. “Além das palestras, o networking com panificadores de várias partes do Brasil é um diferencial do evento”, afirmou. Na mesma linha, Antonio Lourenço, diretor do Sipac, disse que a profissionalização deixou de ser diferencial e passou a ser exigência para a sobrevivência dos negócios. “Hoje é humanamente impossível obter sucesso em qualquer empreendimento sem conhecimento técnico, treinamento contínuo e planejamento”, declarou. Também esteve presente no evento Rubens Caselhas Jr, diretor suplente do Sindicato de Panificação de São Paulo Capital – Sampapao.

Segundo Márcio Rodrigues, a proposta é fazer com que o evento deixe de ser apenas um encontro pontual e se consolide como “um movimento de fortalecimento real da panificação no Brasil”.

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Empresa campineira é destaque no setor autopeças e serviços automotivos

Uma das empresas mais tradicionais do setor de autopeças e serviços automotivos, a campineira DPaschoal comemorou, em junho, 75 anos de fundação. Adquirida em janeiro deste ano pela Stellantis, um dos maiores grupos automotivos do mundo (a Stellantis detém as marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ferrari, Alfa Romeo, Ram, etc), é hoje o maior distribuidor de peças automotivas do Brasil e da América do Sul, com 125 lojas próprias espalhadas por oito estados brasileiros.


O empresa oferece uma gama ampla e variada de produtos e serviços para veículos leves, pesados e agrícolas. Além disso, conta com 28 centros de distribuição de peças e pneus, o que garante sua presença em todo o território nacional. A empresa fundada em Campinas em 1949 hoje também atua no e-commerce com as unidades de negócio DPK, KDP, AutoZ, Kmaxx, Recmaxx, Autocred e Maxxipel.

“Comemorar os 75 anos da DPaschoal é um momento de grande orgulho e um marco crucial em nossa história empresarial. Desde o início, nossos valores de tradição, confiabilidade e dedicação ao cliente têm sido os pilares de nossa jornada. Cada desafio superado e cada conquista alcançada ao longo do caminho contribuíram para tornar a DPaschoal uma referência no setor automotivo brasileiro. Ao longo dessas sete décadas e meia, construímos relações de confiança com nossos clientes, colaboradores e parceiros. Expresso minha sincera gratidão a todos que contribuíram para nosso sucesso “, avalia Gerson Prado, Diretor-Geral da DPaschoal.

Formação

A DPaschoal sempre dedicou um carinho especial aos seus funcionários. E para mostrar a importância que dá aos colaboradores, a DPaschoal criou a  Maxxi Trainning Academy, que dá cursos de formação técnica, comercial e de gestão, não só para as empresas do grupo como para terceiros. Ao longo dos seus 13 anos foram realizadas mais de 150 mil certificações, com formações voltadas à manutenção de veículos de passeio, pesados, motos e linha agrícola, além de treinamentos sobre gestão de negócios.

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Honda completa 1 milhão de automóveis produzidos com energia eólica

A Honda Energy, empresa dedicada à gestão do parque eólico da marca, está completando uma década em operação e um milhão de automóveis produzidos utilizando a energia elétrica gerada pelo parque.

O parque eólico alimenta as fábricas de automóveis no interior de São Paulo, além de atender o escritório administrativo na capital paulista por meio do Sistema Interligado Nacional, uma rede elétrica que possibilita o intercâmbio de energia em todo país.

O empreendimento foi inaugurado em novembro de 2014, na cidade de Xangri-lá, litoral do Rio Grande do Sul. O projeto do parque eólico atende uma demanda da empresa de atingir a neutralidade de carbono em seus produtos e atividades corporativas até 2050.

“Há quase dez anos, a operação da Honda Energy tem obtido bons resultados e é um dos principais ativos de sustentabilidade da marca no Brasil, representando nosso compromisso com a inovação e o cuidado com meio ambiente”, afirma Otavio Mizikami, presidente da Honda Energy e vice-presidente Industrial da Honda Automóveis.

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